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PaulOOctavio inaugura residencial em Águas Claras e lança outro no Noroeste

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Em solenidade prestigiada por autoridades e pela família do homenageado, a PaulOOctavio entregou nesta quarta-feira (21) o Residencial Vilarindo Lima, em Águas Claras. Entre as autoridades presentes estavam o secretário de habitação, Mateus Oliveira, e o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, além do administrador de Águas Claras, André Queiroz.

“A gente entende que o aniversário de Brasília é como se fosse o nosso. Tenho um amor enorme pela cidade, pois há 59 anos vivo aqui. Estamos inaugurando o Residencial Vilarindo Lima, homenagem carinhosa a este homem abençoado e de bem, que criou a Igreja Batista Central de Brasília”, afirmou o empresário Paulo Octávio, que também agradeceu ao bispo Ricardo Espíndola, neto de Vilarindo. “Hoje revivo a saudosa memória de um grande amigo meu. Falar dele é falar de ética, respeito e honestidade”, completou.

Externando a gratidão da família Batista Central para com Paulo Octávio, o bispo Ricardo Espíndola lembrou a trajetória de ambos. “Paulo Octávio é um antigo amigo do meu avô. Os dois caminharam juntos nesta cidade. E ele deixou lembranças boas, de paz e união”, disse. “Desde quando soubemos da homenagem ao meu avô, esta foi uma emoção muito grande, pela homenagem ao seu legado”, concluiu, antes de rezar um Pai Nosso.

Após o descerramento da placa de inauguração, moradores e visitantes conheceram os apartamentos do novo residencial de Águas Claras, que está quase totalmente vendido. Erguido na Rua 12 Sul, entre as avenidas Araucária e Boulevard, o prédio tem oito apartamentos por andar, todos de 2 quartos, com até 71m², e até 2 vagas de garagem, além de área de lazer com piscinas, salão de festas, brinquedoteca, fitness, espaço gourmet, churrasqueiras e forno de pizza. No térreo, lojas com vagas oferecerão serviços aos moradores.

Severino Vilarindo Lima, pernambucano de nascimento, mas criado em Campina Grande (PB), chegou a Brasília em 1969 e ajudou a fundar a Igreja Batista Central da cidade, se tornando o maior líder evangélico da capital. Pai de cinco filhos, avô de 12 netos e bisavô de 13 bisnetos, ele faleceu em 2017, aos 90 anos, deixando exemplos de fé, força e coragem.

 

Lançamento no Noroeste

No mesmo dia 21, a empresa lançou o Residencial Nívio Gonçalves, no Noroeste. O novo edifício está sendo erguido na SQNW 307 e terá apartamentos tipo de 2 quartos, de 73m² a 84m², e de 3 quartos, com 115m², além de unidades duplex de 2 quartos, de 148m² a 170m², todos com até duas vagas de garagem. No espaço dos pilotis, os moradores terão home-office, brinquedoteca, dois salões de festas com copa e lavabos e sala de correspondência na guarita. Na cobertura estarão disponíveis itens de lazer coletivo, como churrasqueiras, fitness, piscinas adulto e infantil climatizadas, sauna com descanso, espaço gourmet e sanitários adaptados para PCD.

Afirmando estar honrado com a homenagem, o desembargador Nivio Gonçalves, que visitou o estande e o canteiro de obras acompanhado da esposa, filhas e netas, disse que se emocionou desde o telefonema dado por Paulo Octávio para propor seu nome para um dos residenciais da empresa. Já Paulo Octávio reafirmou o compromisso de realizar eventos no mês que marca a inauguração de Brasília. “São presentes de aniversário que damos à cidade que desenvolveu o Brasil. Para nós, o 21 de abril é como se fosse a data de nascimento de todos os brasilienses e dos que vivem aqui”, disse.

Mineiro de Rio Pardo de Minas, Nívio Gonçalves chegou a Brasília no final da década de 1970, para ser juiz substituto. Após passagens por várias instâncias do Poder Judiciário, em 1991 foi indicado para ocupar o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que presidiu entre 2008 e 2010. Aposentou-se do TJDF em 2011.

Apoio às artes

Fundada em 1975, a PaulOOctavio Investimentos Imobiliários foi a primeira empresa a homenagear figuras históricas da cidade, iniciativa que teve como ponto de partida o Kubitschek Plaza Hotel. Além disso, agregou a integração da arquitetura e engenharia com artes plásticas, e hoje vários de seus empreendimentos possuem painéis e esculturas de grandes artistas, como Tomie Ohtake, Betty Bettiol, Siron Franco, Francisco Brennand e Athos Bulcão, entre muitos outros.

 

STF – Barroso a Lewandowski: ‘O crime compensa para Vossa Excelência

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Além do bate-boca com Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso —que votou contra a suspeição de Sergio Moro no julgamento desta quinta (22) no STF— também teve uma discussão acalorada com Ricardo Lewandowski.

“Ministro Lewandowski, me permite: Vossa Excelência acha que o problema então foi o enfrentamento da corrupção, e não a corrupção?”, questionou Barroso ao comentar o voto do colega, favorável à suspeição de Moro.

Em resposta, como publicamos mais cedo, Lewandowski criticou as prisões preventivas “alongadas” durante a investigação e usou as mensagens roubadas de procuradores para atacar a Lava Jato.

“Mas, então, o crime compensa para Vossa Excelência”, rebateu Barroso.

 

Fonte:O Antagonista

Carinho de mãe, sabor e amor fazem parte da campanha “Sua mãe merece Aquela Parmê”

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       Aquela Parmê apresenta sugestão gastronômica para celebrar a data que inspira muito afeto entre mães e filhos

 

 

Amor de mãe se encontra em um afago, num abraço quentinho e uma comida feita com muito carinho. E para fazer parte desse momento que emana afeto, o Aquela Parmê, restaurante especializado em parmegiana de Águas Claras, lança em seu cardápio a campanha para o dia das mães “Sua mãe merece Aquela Parmê”.Em um almoço com a mamãe ou até mesmo aquele filho que quer enviar um agrado gastronômico para a rainha do seu coração, a casa traz  o combo Filé Mignon casal, acompanhado de refrigerante  de 600 ml e duas sobremesas à escolha do cliente disponíveis no cardápio,  tudo ao total de R$109,90.

 

Com o slogan: peça “Aquela” praticidade para pessoa mais especial do mundo e deixe o dia da sua mãe perfeito, o restaurante aposta como pedida para celebrar a data festiva, o carro chefe da casa que é a parmegiana de filé mignon.

 

 

O almoço do dia das mães pode ser solicitado por meio do link: https://monocard.com.br/u/restaurante               .

 

A casa está aberta de segunda a domingo, de 11 às 22h, no sistema delivery e takeaway.

 

 

 

Serviço: Carinho de mãe, sabor e amor fazem parte da campanha “Sua mãe merece Aquela Parmê”  
Endereço: Rua das figueiras número 6 loja 15 – Águas Claras, Brasília
Whatsapp: (61) 98156-9038

Instagram: @aquelaparme

 

 

Cardápio: https://monocard.com.br/u/restaurante

Dias e Horários de Funcionamento: Todos os dias das 11 às 22 (sistema delivery e take-out)

Entregas pelos aplicativos, Ifood, UberEats, Rappi e 99Food

Take-out com descontos e ofertas exclusivas pedindo pelo: https://monocard.com.br/u/restaurante

O restaurante recebe os cartões das principais bandeiras, ticket restaurante, sodexo, alelo, e PIX.

 

No DF, revendedoras de veículos usados devem informar a origem dos produtos

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Para o relator da matéria na CDC, deputado Valdelino Barcelos (PP), “o consumidor não será mais surpreendido após fechar o negócio, com um veículo que eventualmente possua um valor menor”

As revendedoras de veículos usados e seminovos precisarão informar se o veículo é oriundo de leilão, locadora, recuperado ou salvado de seguradora. A obrigação, prevista no Projeto de Lei 1.526/2020, foi aprovada pela Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara Legislativa na manhã desta quinta-feira (22). Segundo o autor da proposta, deputado Robério Negreiros (PSD), a intenção é assegurar ao consumidor o direito a informação clara e precisa acerca da procedência dos veículos colocados à venda.

De acordo com o texto, o descumprimento sujeitará o infrator ao pagamento de multa de R$ 3 mil por veículo caso não seja informada a origem. Ao argumentar pela proposta, Negreiros destaca que, além da possibilidade de o consumidor ter que efetuar reparos em pouco tempo após a aquisição de veículo adquirido nas condições citadas no projeto, a maioria das seguradoras se nega a segurar veículos nestas condições, e quando o fazem o valor do seguro é muito mais caro.

Para o relator da matéria na CDC, deputado Valdelino Barcelos (PP), “o consumidor não será mais surpreendido após fechar o negócio, com um veículo que eventualmente possua um valor menor do que os comumente negociados pela tabela FIPE, pelo fato de ser originário de leilão, locadora, recuperado ou salvado de seguradora”. Barcelos reforçou que o Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 6º, é claro ao exigir que sejam divulgados adequadamente os produtos e serviços, a fim de assegurar a liberdade de escolha do consumidor.

Antes de ir a plenário, o projeto será apreciado pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT). Participaram da reunião remota, transmitida ao vivo pela TV Web CLDF e pelo canal da Casa no Youtube, os deputados Valdelino Barcelos, Leandro Grass (Rede), Eduardo Pedrosa (PTC) e Chico Vigilante (PT).

Franci Moraes – Agência CLDF

Retrocesso no combate aos corruptos

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O STF parece enxergar que nenhum crime foi cometido pelos investigados da Lava Jato. Se for assim, de onde surgiram os R$ 4 bilhões recuperados pela Operação? Explica aí, Gilmar!

Por outro lado, num país que chama Anitta de celebridade, não me espanta chamar um ladrão de inocente.

Com esses supremos ministros indicados pelo PT e PSDB, só podia dar nisso mesmo. Pobre Brasil, que retrocede décadas no combate aos corruptos, que agora se sentem livres, leves e soltos.

Injustiça brasileira

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“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, e a ter vergonha de ser honesto”.

Rui Barbosa

Candangate: conheça o auditor do TJD-DF que comandará inquérito sobre manipulação de resultados

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Marcos Paulo LimaEsporte

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal, Vinícius Henrique Bernardes, deferiu nesta quinta-feira o requerimento do procurador geral do TJD-DF, Felipe Lacerda Soares, de instalação de inquérito para apuração de indícios de manipulação de resultados no Candangão. Como revelou o blog no último dia 16, a primeira fase da competição, na qual foram disputadas 36 partidas, pode ter sido alvo de uma máfia de apostadores. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) foi o primeiro a abrir investigação. O caso está nas mãos da Procuradoria dos Direitos do Cidadão (PDDC).

O escolhido para comandar o inquérito do TJD-DF e o auditor Fernando Silva Jr., o segundo mais antigo da casa. Ele foi designado mediante sorteio, como determina o artigo 82 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). “Deferido o pedido, o Presidente do Tribunal (STJD ou TJD) sorteará auditor processante, que terá o prazo de quinze dias para sua conclusão, prorrogável por igual período”, diz o texto. Caberá a ele elaborar a programação dos trabalhos.

Advogado com escritório em Brasília, Fernando Silva Jr. tem vasta experiência na Justiça Desportiva. É auditor do TJD-DF indicado pela seccional do DF da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Atualmente, é presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Ginástica, vinculado à Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). É vice-presidente do STJD do Ciclismo (CBC) e do Tiro com Arco (CBTARCO). Ocupa, ainda, as funções de procurador geral do STJD dos Desportos Aquáticos (CBDA), presidente do Comitê de Ética e Integridade da CBG e membro do Comitê de Ética e Integridade e prevenções de Infrações da CBC.

Fernando Silva Jr. exerceu cargo de subprocurador Geral do Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e assumiu cargo de Procurador do Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD/AD). Na esfera acadêmica, é professor de Ética e Direito Desportivo no Curso de Formação de Treinadores de Futebol realizado pela Associação Brasileira de Treinadores de Futebol (ABTF e pelo Projeto Gol. Foi professor e palestrante na Escola Nacional de Justiça Desportiva – ENJD, criada pelo STJD do Futebol.

Segundo o presidente do TJD, Vinicius Henrique Bernardes, os auditores tiveram conhecimento da possibilidade de manipulação de resultados no texto da última sexta-feira postado no blog e na reportagem publicada na edição impressa de sábado (17/4) do Correio Braziliense. O TJD pretende ouvir testemunhas e, se possível, caminhar em parceria com o MPDFT. “O tribunal preza pela transparência e fará o possível pela credibilidade do futebol candango”, afirmou.

Há suspeita de arranjo em alguns placares. Pelo menos três jogos são vistos com desconfiança. Em 2 de abril, o Formosa perdeu por 6 x 1 para o Samambaia. Uma casa de apostas prometia pagar alto por uma vitória por cinco gols de diferença. Chamam atenção, também, a goleada do Ceilândia por 8 x 1 na última rodada da primeira fase e a derrota do Samambaia, por 3 x 0, para o Santa Maria, pela quinta jornada do Candangão. Vários jogadores, alguns dirigentes e árbitros teriam sido abordados para facilitar a contaminação dos jogos mediante boa recompensa financeira. Samambaia e Formosa são times na mira da investigação.

Parcerias de grupos supostamente ricos feitas a toque de caixa, pontualmente, com times do Candangão carentes de receita também são observados com desconfiança. Uma fonte relatou ao blog que alguns dirigentes admitem, inclusive, terem se sujeitado aos acordos “para deixar de ser bobos” a fim de ter um elenco minimamente competitivo para fazer frente a times de maior investimento no Distrito Federal, como Brasiliense, Capital e Real Brasília.

A primeira fase do Candangão aconteceu 20 de fevereiro a 9 de abril. No total, foram disputadas 36 partidas. Quatro times caíram para a segunda divisão: Real Brasília, Samambaia, Sobradinho e Formosa. A segunda terminou nesta quarta-feira e definiu os classificados para o quadrangular semifinal: Brasiliense, Ceilândia, Gama e Luziânia. Os quatro jogarão entre si, em jogos de ida e volta. Dois deles decidirão o título em partida única.

Fonte: Correio Braziliense

Nota de posicionamento | Fórum de Empresa e Direitos LGBTI+

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Nesta quinta-feira (22), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deve votar um projeto de lei que visa a proibição de campanhas publicitárias com pessoas LGBTI+ ou famílias homoafetivas em todo o Estado.

O Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, como defensor da diversidade e igualdade material entre todas as pessoas, envia a nota abaixo se posicionando contra a PL 504/2020, de autoria da deputada estadual Marta Costa (PSD).

Nota do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ sobre PL 504/20 que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e que “Proíbe a publicidade, através de qualquer veículo de comunicação e mídia de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionados a crianças no Estado”.

Somos uma organização de empresas signatárias da Carta de Adesão ao Fórum e aos seus 10 compromissos com o respeito e a promoção dos direitos humanos LGBTI+. No momento, 108 presidentes assinaram a Carta representando suas empresas e a busca por colocar em prática os 10 compromissos, entre eles o compromisso de “Promover o respeito aos direitos LGBTI+ na comunicação e marketing (compromisso 6).”

Compreendemos, como está na carta com os 10 compromissos, que o Fórum “expressa nossa crença de que essa atuação articulada das empresas é essencial para fortalecer e aprimorar as práticas de cada uma e do conjunto de empresas atuantes no país, fortalecendo a construção de um ambiente empresarial socialmente responsável, ético, moderno e corresponsável por um mundo mais sustentável; constitui um espaço de produção, compartilhamento e disseminação de conhecimento e de posicionamentos, oferecendo referências e parâmetros para a conduta ética das empresas no tema do respeito aos direitos humanos LGBTI+; constituiu um espaço privilegiado para expressar o posicionamento de uma parte relevante do meio empresarial brasileiro para o diálogo com a sociedade em torno do compromisso com o respeito aos direitos humanos das pessoas LGBTI+.”

Desta forma, entendemos que a PL 504/20 representa uma proposta de prática danosa aos direitos humanos e uma influência inadequada à garantia constitucional de liberdade de expressão e liberdade econômica.

A publicidade que defendemos no Compromisso 6 do Fórum tem apreço pela diversidade como fonte de riqueza, essencial para o desenvolvimento sustentável, portanto, ela reconhece e respeita a dignidade das pessoas LGBTI+ e, ainda, deve enfrentar estereótipos, preconceitos e práticas de discriminação que ferem nossas famílias, crianças, adolescentes e toda a sociedade.

Esperamos, com nossas práticas e nossa busca por contribuir para com o respeito e a promoção dos direitos humanos LGBTI+ no ambiente de negócios do país, gerar referências positivas para toda a sociedade no aprendizado constante exigido pela valorização da nossa diversidade. É o oposto do que propõe a PL 504/20 que tramita da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

22 de abril de 2021

Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ http://www.forumempresaslgbt.com

OAB/DF – Everardo Gueiros fora da disputa

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Genro do lobista piauiense Kennedy Braga, o advogado e ex-secretário de Projetos Especiais do GDF,  Everardo Gueiros sonha ser presidente da OAB-DF.

Entretanto, apesar de estar em plena pré-campanha, Everardo não irá muito longe na busca pela direção da OAB brasiliense.

Segundo Estatuto da Advocacia da OAB-DF, Artigo 131 do Regulamento Geral, Parágrafo 3, o advogado Everardo Gueiros está impossibilitado de concorrer à eleição, uma vez que ele não tem os 5 anos ininterruptos da advocacia, pois assumiu cargo no GDF.

Portanto, Gueiros está fora da disputa.

Aras diz ao STF que não vai investigar Bolsonaro por governo ter usado Lei de Segurança Nacional

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De Gazeta Brasil

O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não vai investigar o presidente Jair Bolsonaro pelo governo ter usado a Lei de Segurança Nacional (LSN) contra difamadores.

No mês passado, a Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar o ex-governador Ciro Gomes (PDT-CE) após ele ter chamado Bolsonaro de “ladrão”. Na ocasião, o inquérito foi aberto por determinação do então ministro da Justiça, André Mendonça, atual advogado-geral da União.

O PDT, então, acionou o STF. O partido argumenta que Bolsonaro “utilizou” o cargo do ministro da Justiça para satisfazer seus próprios interesses.

Ao se manifestar na ação do PDT, Aras afirmou que não ficou demonstrado nenhum ato concreto de Bolsonaro na abertura do inquérito e que não é possível investigar o presidente por atos de seus subordinados.

“No intuito de incriminar o presidente da República, [os autores da ação] valem-se somente de termos genéricos, deixando claro que deveria ser responsabilizado penalmente pelo fato de ser superior hierárquico do ministro da Justiça e Segurança Pública”, afirmou Aras ao STF.

“Não há como se pretender, unicamente em razão do vínculo precário de agente político, responsabilizar criminalmente o presidente da República por atos praticados por seus ministros de Estado, que, caso adentrem a seara da ilicitude, devem responder de forma individual por seus atos”.

Aras disse ainda ao STF que não se pode admitir responsabilidade criminal do presidente por condutas de terceiros, sendo que os ministros de Estado têm autonomia técnica, financeira e administrativa para proceder dentro de suas esferas de competências legais.

O PGR ressaltou, na sequência, que a requisição desses inquéritos está dentro da competência do ministro da Justiça.

“Tendo em vista a inexistência de ato concreto atribuído ao presidente da República, bem como considerando que as condutas noticiadas são do conhecimento deste órgão ministerial [PGR] e estão sendo apuradas em procedimento próprio, o procurador-geral da República opina pela negativa de seguimento à petição, arquivando-se os autos”, concluiu.

Fonte: Gazeta do Brasil