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Morre deputado José Schiavinato (PP-PR)

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Lamentavelmente informamos que o  deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR) não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19. Ele estava internado desde 03 de março no hospital Sírio Libanês, em Brasília, mesmo hospital onde sua esposa, Marlene de Fátima, faleceu em 12 de março, depois de lutar três anos contra um câncer.

O perfil do deputado no facebook trouxe há pouco a informação. “Esperávamos um milagre. ele não veio. Ou aconteceu de uma forma que agora não sabemos compreender. José Carlos Schiavinato acabou de falecer na noite desta terça-feira”, dizia o post.

Schiavinato, 66 anos, engenheiro civil, foi prefeito de Toledo (PR) por dois mandatos e deputado estadual por quatro anos e, em 2018, foi eleito deputado federal, com mais de 75 mil votos.

Schiavinato é o terceiro deputado a falecer por complicações decorrentes da covid, outros dois foram Gil Viana (PSL-RJ) e Caio Nárcio (PSDB-MG).

 

 

 

Aprovado PL 5546/2020

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Foi aprovado o relatório de autoria do senador Alvaro Dias referente ao PL 5546/2020, na sessão online do Senado de hoje (13/04).

O projeto de autoria do senador Oriovisto Guimarães altera o Código Civil para autorizar a realização de assembleias, reuniões e votações por meios eletrônicos em associações, fundações e organizações religiosas.

 

A honestidade do ex-vereador Kajuru em xeque

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Ex-ministra do TST, Rosa Weber é ré em ação trabalhista de R$ 1 milhão

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Diego Escosteguy

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

A ministra do Supremo Rosa Weber, que foi juíza do trabalho por 35 anos e ocupou uma vaga no Tribunal Superior do Trabalho, é ré numa ação trabalhista movida pela ex-cuidadora da mãe dela. Estela Maris Machado trabalhou cinco anos na casa de Dona Zilah Pires, a mãe da ministra. Dormia ao menos cinco dias por semana na residência dela em Porto Alegre. Não tinha carteira assinada.

O processo, ao qual o Bastidor teve acesso, começou a tramitar na Justiça do Trabalho de Porto Alegre em março do ano passado. Estela Machado moveu a ação contra Zilah Pires e dois filhos dela: a ministra Rosa Weber e José Roberto Weber.

A cuidadora diz que foi contratada pela ministra em janeiro de 2015, quando Dona Zilah tinha 97 anos. Estela Machado diz ter pedido, sem sucesso, que sua carteira fosse assinada. Afirma que trabalhava de domingo a sexta na casa de Dona Zilah, em jornadas diárias “extenuantes” de “no mínimo” 19 horas. Dormia na residência da mãe da ministra. Assegura que ficava à disposição de Dona Zilah nas madrugadas.

Ela cobra férias, adicionais noturnos, horas extras, entre outros pontos. Também pede indenização moral e existencial. Ao todo, são R$ 1,08 milhão em verbas indenizatórias.

Em sua petição inicial, Ângelo Diel, o advogado da cuidadora, argumenta que as jornadas descritas como exaustivas e alongadas tornam o caso especialmente grave: “A exposição do empregado a jornada extenuante de trabalho, em desacordo com os limites previstos na legislação, é um dos fatores que levam à caracterização do trabalho escravo”.

Em 2017, Rosa Weber suspendeu uma portaria do governo Temer que regulamentava o combate ao trabalho escravo. Na opinião da ministra, os conceitos de trabalho escravo contidos na portaria eram “sobremodo restritivos”. Disse que a “escravidão moderna é mais sutil e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos”. Rosa Weber argumentou, entre outros pontos, que a portaria minimizava a relevância das jornadas exaustivas na definição do trabalho análogo à escravidão.

A defesa da família de Rosa Weber contesta os argumentos da ex-cuidadora. Segundo os advogados, foi Estela Machado que não quis assinar carteira. Alegou, de acordo com a defesa, que teria outro trabalho com carteira assinada. Não há, porém, registro de qualquer contratante na carteira da ex-cuidadora enquanto ela prestava serviços à mãe da ministra. (A carteira de trabalho foi anexada aos autos.)

Os advogados da ministra dizem que Estela Machado não era “cuidadora” de Dona Zilah. Afirmam que ela era tão somente uma “acompanhante”, uma “dama de companhia” sem maiores obrigações além de servir o jantar e ver TV com a mãe da ministra. Mantêm que ela foi contratada diretamente por Dona Zilah, então aos 97 anos, sem participação da ministra, como afirma a ex-funcionária.

A defesa reconhece que Estela trabalhava sem carteira e por cinco dias na semana – e não seis dias. Mas refuta a acusação indireta de trabalho escravo. “Não há como comparar os serviços de acompanhante de uma senhora idosa e gentil, realizados num ambiente cordial, numa residência confortável, em rotina que não consumia mais do que oito horas diárias de atividades (o resto do tempo a autora estava repousando ou dormindo), com a triste condição de escravidão”, dizem os advogados. “É com surpresa que as reclamadas veem a comparação dos serviços prestados pela reclamante à condição análoga a de escravo, inclusive com citação ao artigo 149 do Código Penal na petição inicial. A autora sempre demonstrou, por meio de gentilezas e mimos, a notável felicidade com a qual prestou serviços à 1a reclamada.”

Em agosto do ano passado, os advogados da ministra ofereceram R$ 120 mil para encerrar o caso. A cuidadora queria R$ 800 mil. O juiz Jorge Alberto Araújo sugeriu R$ 300 mil. Sem acordo, ele marcou uma audiência para cinco de maio próximo. Nela, as partes apresentarão provas e suas testemunhas. O juiz decidirá em seguida quem tem razão no caso.

Há uma segunda ação trabalhista que envolve os cuidados à mãe da ministra. A doméstica Andrea Gislaine Cardoso Rosa afirma que trabalhou como cuidadora de Dona Zilah por dois anos, entre 2017 e 2019, também sem carteira assinada. Cobra R$ 19,3 mil. Nesse caso, a ministra não é parte. Segundos os autos, a doméstica trabalhava apenas duas vezes por semana. Seria, portanto, uma diarista – o que, em tese, não configuraria um vínculo de trabalho.

A reportagem perguntou aos advogados da ministra e de sua família se a defesa desejava prestar esclarecimentos adicionais acerca do caso. Não houve resposta.

Leilão de aeroportos foi um sucesso

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Vivaldo José Breternitz

Finalmente uma boa notícia nestes tempos de tormenta: o sucesso no leilão que transfere para a iniciativa privada a administração de 22 terminais aeroportuários em 12 Estados.

Os vencedores administrarão esses terminais por 30 anos e deverão desembolsar imediatamente, a título de outorga, R$ 3,3 bilhões; pagarão também um valor variável, a partir do quinto ano de contrato até o fim da concessão. Também deverão investir nos aeroportos que assumiram, um valor estimado em R$ 6,1 bilhões, para melhoramentos.

O valor mínimo da outorga previsto no edital que fixava as regras do leilão era muito baixo, R$ 186,2 milhões, refletindo as preocupações do governo com relação a uma possível ausência de interessados, preocupados com a crise que vivemos.

Tudo considerado, pode-se considerar ter sido o leilão um grande sucesso: o governo, quebrado e notoriamente um mau administrador, deixa de precisar aportar recursos para manutenção dos aeroportos, e também são minimizados riscos de corrupção e apadrinhamento.

Este foi o segundo leilão de aeroportos realizado por este governo: no anterior, realizado em março de 2019, foram arrecadados R$ 2,3 bilhões à vista, a título de outorga, com a transferência de 12 aeroportos para a iniciativa privada.

Os aeroportos leiloados agora foram divididos em três blocos, Norte, Central e Sul, dos quais fazem parte alguns aeroportos bastante importantes, como Manaus, Goiânia, Curitiba, Navegantes e Joinville.

Evidentemente, leilões não são a solução para todos os problemas do Brasil; há casos de sucesso, como o das telecomunicações, que abriu caminho para que os serviços telefônicos chegassem praticamente à toda população e também insucessos, como a privatização do aeroporto de Viracopos, que provavelmente será objeto de novo leilão.

Deste leilão fica a lição que, a despeito da crise atual e dos potenciais efeitos de médio prazo da pandemia sobre a economia como um todo e sobre o setor aeroportuário de forma específica, o futuro pode e deve ser encarado com otimismo.

Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Sobre a Universidade Presbiteriana Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está na 103º posição entre as melhores instituições de ensino da América Latina, segundo a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação. Possui três campi no estado de São Paulo, em Higienópolis, Alphaville e Campinas. Os cursos oferecidos pelo Mackenzie contemplam Graduação, Pós-Graduação Mestrado e Doutorado, Pós-Graduação Especialização, Extensão, EaD, Cursos In Company e Centro de Línguas Estrangeiras.
Em 2021, serão comemorados os 150 anos da instituição no Brasil. Ao longo deste período, a instituição manteve-se fiel aos valores confessionais vinculados à sua origem na Igreja Presbiteriana do Brasil.

Câmara está há 600 dias sem votar urgência do projeto que acaba com supersalários no serviço público

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Deputado Luís Miranda garante urgência a projeto que livra ambulâncias e viaturas de multas

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A Câmara dos Deputados acaba de aprovar um requerimento que considera como urgente a análise do projeto de lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, anulando penalidades e infrações cometidas por veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, de polícia, de fiscalização e operação de trânsito e em ambulâncias (Projeto de Lei n° 5222, de 2020).

A proposta é de autoria do deputado Luis Miranda (DEM-DF), que lembrou a importância de cada minuto de trabalho destes profissionais em um momento de pandemia. “São heróis que estão na luta pela vida. Não podemos fazer com que estes profissionais percam um tempo precioso elaborando defesas por multas recebidas quando atuam para salvar o semelhante”, argumentou.

Unanimidade

Aprovado por unanimidade, o requerimento dará celeridade à tramitação da proposta. De acordo com o autor, a matéria receberá atenção especial, pois trata de um tema de grande relevância. “Nesse sentido, ao suprimir as penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro às infrações cometidas em veículos de segurança pública, de fiscalização de trânsito e de ambulância no exercício de suas atividades, a proposta busca a eficiência dos serviços prestados, de modo a garantir a proteção aos direitos individuais do cidadão, do patrimônio e da segurança da sociedade em geral”, diz trecho da proposta.

Foto: Pablo Valadares/CD

Acusado de vários crimes, em 2013 Arthur Lira foi à Disney com namorada usando passaporte diplomático

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O novo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL) é homem cujo nome aparece sempre envolvido em algum escândalo de corrupção.

Em 2013 e já separado de Julyenne Lins, o parlamentar viajou aos Estados Unidos acompanhado da então namorada, Ângela Maria Gomes de Almeida para um passeio romântico pela Disney.

Mas o que chamou atenção no casal, foi o fato de a namorada de Lira ter viajado aos EUA usando passaporte diplomático! A emissão do passaporte especial determina que quem solicita ou recebe tal documento deve estar “desempenhando ou deverá desempenhar missão ou atividade continuada de especial interesse do país, para cujo exercício necessite da proteção adicional representada pelo passaporte diplomático”.

Feliz, o casal postou fotos na internet entre os brinquedos mais famosos do mundo. Nesta história, ficou comprovado que Lira não costuma gostar de seguir regras e leis, e que acha que tudo pode fazer.

Arthur Lira é acusado de agressão à ex-mulher, formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional.

Mesmo com toda essa “bagagem” de processos nas costas, Lira conseguiu ocupar a cadeira de presidente da Câmara dos Deputados, mas segundo informações, ele mantém certos hábitos nada republicanos que poderão lhe custar até a cassação do mandato. Lira corre o sério risco de ser catapultado da cadeira assim como ocorreu com o ex-presidente Eduardo Cunha.

A contagem regressiva já começou, e o alagoano Arthur Lira (assim como Fernando Collor)  logo descobrirá que Brasília não é para amadores.

Mandato não é eterno.

 

Casamento comunitário está com inscrições abertas até quarta

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Reprodução

Está aberta até quarta-feira (14) as inscrições para o casamento comunitário as inscrições devem ser feitas no site da  Secretaria de Justiça.

A  cerimonia será realizada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) , no dia 30 de maio, um casamento comunitário no Museu da República, em Brasília. Assim que encerrar as inscrições para o evento, será realizada a análise dos documentos, no período de 14 a 23 de abril. Os habilitados serão anunciados no dia 26 deste mês pela Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial.

No dia 27 de maio, em horário a ser divulgado, os casais participarão de um encontro preparatório, destinado ao fortalecimento de vínculos, esclarecimentos quanto às regras de segurança sanitária e ensaio geral do casamento.

 Como participar?

1) Acessar e preencher o formulário.

2) Baixar as declarações de hipossuficiência e de veracidade dos documentos de registro digital. Preencher, assinar e enviar juntamente com os demais documentos solicitados no ato de inscrição:

  • Cópia da carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • Original da certidão de nascimento;
  • Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Comprovante de residência original do último mês de referência ou declaração de residência de próprio punho;
  • Declaração de hipossuficiência de renda;
  • Declaração de veracidade dos documentos de registro digital;
  • Original da carteira de identidade (RG) ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das testemunhas.

Programa Para Sua Segurança recebe Dr Divino Valero

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Nesta segunda-feira (12/04) ,o Programa Para Sua Segurança, transmitido pela TV Web:Tv DF Comunitária, recebeu o Subsecretário de Saúde e Presidente  do Comitê do COVID-19 , Dr. Divino Valero, para falar sobre a Logística de Vacinação no DF.

Num bate-papo bastante informativo e esclarecedor para a população brasiliense . A condução do programa ficou por conta do Sgt. Eliomar Rodriguês e Ribamar do Recanto.

Acompanhe na integra a entrevista:

http://www.facebook.com/watch/live/?v=322868072508957&ref=search