Início Site Página 2153

Presidente Bolsonaro na ONU enfatizou a economia, defendeu o livre comércio e liberdade religiosa.

0
Presidente Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro, discursa durante a abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas

O discurso do presidente Jair Bolsonaro na 74ª Assembleia das Nações Unidas também enfatizou a economia e defendeu o livre comércio, além da liberdade religiosa.

De acordo com Bolsonaro, não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. O presidente lembrou que o livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.

“A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de produtividade são objetivos imediatos do nosso governo”, comentou.

O Brasil, segundo ele, está abrindo a economia e se integrando às cadeias globais de valor. Ressaltou que em apenas oito meses, o país concluiu os dois maiores acordos comerciais da história, firmados entre o Mercosul e a União Europeia e entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA. “Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses”, afirmou.

O Brasil também está pronto para iniciar o processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Já estamos adiantados, adotando as práticas mundiais mais elevadas em todo os terrenos, desde a regulação financeira até a proteção ambiental”, disse o presidente.

Direitos Humanos

Bolsonaro disse que o Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade, de expressão, religiosa e de imprensa. “É um compromisso que caminha junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira”, enfatizou.

Presidentes socialistas antecederam Bolsonaro

Bolsonaro também lembrou dos governantes que todos os anos na ONU faziam discursos descompromissados, com temas que nunca atenderam aos reais interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial e, mesmo assim, eram aplaudidos.

“Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto”, frisou. “Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sérgio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública”, acrescentou.

Criminalidade

Algo a respeito dos quase 70 mil homicídios e dos crimes violentos que, anualmente, massacravam a população brasileira precisava ser feito no país, disse Bolsonaro.

“A vida é o mais básico dos direitos humanos. Nossos policiais militares eram o alvo preferencial do crime. Só em 2017, cerca de 400 policiais militares foram cruelmente assassinados. Isso está mudando”.

Em meio ano de governo, o Brasil viu seus índices de homicídios serem reduzidos em  foram tomadas e conseguimos reduzir em mais de 20%. As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde. “Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro”.

Perseguição religiosa

Outro assunto que ganhou destaque no discurso do presidente foi a perseguição religiosa, que ele chamou de flagelo que devemos combater.

“Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, destacou.

O que preocupa o governo brasileiro, em particular, é a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.

“É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé”, declarou.

O Brasil em construção

Antes de embarcar para NY, o presidente havia dito que seu discurso iria mostrar ao mundo o Brasil em construção.

Para isso, destacou alguns marcos do governo até agora:

A viagem para Davos, em janeiro, que mostrou programa de reformas brasileiro para investidores de todo o mundo; A visita à Washington em março, onde lançou parceria com governo dos Estados Unidos para a coordenação política e cooperação econômica e militar; Ainda em março, visita ao Chile, onde foi lançado o PROSUL, iniciativa para garantir que a América do Sul se consolide como um espaço de democracia e de liberdade; Depois, a visita a Israel, que identificou inúmeras oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e segurança.

De acordo com Bolsonaro, neste ano ainda serão visitados importantes parceiros asiáticos, tanto no Extremo Oriente quanto no Oriente Médio.

“O Brasil que represento é um país que está se reerguendo, revigorando parcerias e reconquistando sua confiança política e economicamente”.

Ideologia e politicamente correto

O presidente falou também sobre como a ideologia se instalou na cultura, na educação, na mídia, dominando meios de comunicação, universidades, escolas e famílias.

Também frisou que o politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de clichês e pelas palavras de ordem.

“A ONU pode ajudar a derrotar o ambiente materialista e ideológico que compromete alguns princípios básicos da dignidade humana. Essa organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas e o progresso social com liberdade, conforme o preâmbulo de sua Carta”. E enfatizou: “Esta não é a Organização do Interesse Global, É a Organização das Nações Unidas. E assim deve permanecer!”, enfatizou.

O presidente finalizou dizendo que o mundo poderá contar com o novo Brasil que hoje ele apresentou.

Bolsonaro denuncia Foro de São Paulo na ONU

0
presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro iniciou seu discurso histórico na 74ª Assembleia Geral da ONU lembrando que o já Brasil esteve à beira do socialismo.

Ele falou de como o PT e a esquerda destruíram o país, lembrando que em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao país 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. “Foram impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime”.

Enfatizou que era um trabalho escravo, respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU e que antes mesmo de ele assumir o governo, quase 90% destes médicos deixaram o Brasil, por ação unilateral do regime cubano.

Disse ainda: “O socialismo está dando certo na Venezuela: todos estão pobres e sem liberdade.”

O ápice do discurso foi quando o chefe do executivo brasileiro DENUNCIOU o Foro de São Paulo: “Organização criminosa, criada em 90, por Fidel Castro, Lula e Chavez, para difundir e implementar o socialismo na América Latina, ainda continua vivo e tem que ser COMBATIDO”.

O presidente ainda defendeu o livre-mercado, condenou o socialismo, defendeu a soberania nacional e denunciou o indigenismo manipulador de organizações estrangeiras.

Acidentes e vítimas caem com suspensão do uso dos radares da PRF

0
PRF

Os dados estão alinhados com as metas da Década de Ações para a Segurança Viária

Em 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS), endossada pela Organização das Nações Unidas (ONU), recomendou a criação de uma campanha mundial pela redução dos acidentes de trânsito. E foi assim que nasceu a Década de Ações para a Segurança Viária. O objetivo estabelecido foi o de reduzir, dentro do período entre 2011 e 2020, o número de acidentes e vítimas em todo o mundo. E a Polícia Rodoviária Federal (PRF) abraçou a causa como representante do governo federal no âmbito das rodovias federais. Melhor ainda, tem conseguido atingir os objetivos da campanha.

Os números dizem muito

A partir do ano de 2011 ficou fácil perceber o declínio nos índices de acidentes nas rodovias federais que cortam todo o país. Não foram só os acidentes, mas, principalmente, o número de vítimas vem despencando. Há um dado que preocupa muito mais que o total de acidentes registrados no país; a soma de vítimas mortas. E este fator tem caído de maneira expressiva também. No início da década, mais precisamente em 2011, o total de mortos computados nas rodovias federais brasileiras chegou a 8.675. Passados oito anos, o número de óbitos caiu para 3.568, até a metade de setembro de 2019. Desde o dia 15 de agosto último que a PRF não está mais utilizando os seus radares portáteis. A partir daí, surgiram dados interessantes. Quando comparamos os trinta dias seguintes à suspensão do uso dos equipamentos com o mesmo período do ano anterior, constata-se que o número de mortos e acidentes graves reduziu. O total de óbitos caiu de 488 para 395, o que representa queda de 19%. Quando o assunto é acidentes graves, que são aqueles em que há o registro de, pelo menos, uma vítima com ferimentos graves ou óbito, percebe-se que também houve decréscimo. A PRF registrou, entre 15 de agosto a 15 de setembro de 2019, 1.552 acidentes graves. Já no mesmo período de 2018, foram anotadas 1.561 ocorrências. O fenômeno foi o mesmo para o total de feridos, que oscilou de 6.796, no ano passado, para 6.628, em 2019.

Vencendo a guerra

Caso o total de acidentes e vítimas acompanhasse o crescimento da frota nacional de veículos, estaríamos passando por uma situação muito mais grave no cenário brasileiro. Este fato é bastante curioso. Pouca gente tem a real noção do tamanho da frota que circula atualmente no país. Esta passou de 65 milhões, lá em 2011, para cerca de 100 milhões nos dias atuais. São 35 milhões de veículos a mais circulando por aí em pouco mais de sete anos. E, ora; quanto mais carros circulando, mais acidentes, feridos e mortos; pelo menos, é assim que a maioria das pessoas tendem a pensar. Só que as estatísticas apresentadas anteriormente contrariam, felizmente, essa lógica. Por isso, a redução de acidentes e vítimas ganha muito mais importância quando fazemos esta comparação entre a frota de veículos circulante e os resultados obtidos. Ainda não dá para comemorar, mas, estamos no caminho certo. Resta continuarmos atuando de maneira incisiva nos pontos mais críticos de nossas rodovias e, ao mesmo tempo, lutando pela transformação do comportamento brasileiro nos seus mais diversos papéis no trânsito brasileiro, seja como motorista, motociclista, ciclista ou pedestre.

 * Fonte: Polícia Rodoviária Federal

O pacote anticrime de Moro vai voltar!

0
pacote anticrime
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Fernando Moro pacote anticrime

A bancada de Sergio Moro pretende reverter na CCJ e no plenário as derrotas sofridas pelo pacote anticrime.

Capitão Augusto disse para o UOL:

“Nunca um líder do governo foi me visitar no grupo de trabalho. Eu estou sozinho ali. O governo errou. Sou aliado do Bolsonaro e amigo dele, considero que administrativamente ele está indo bem, mas o relacionamento com o Legislativo é uma lástima. São derrotas sucessivas.”

Ele acrescentou, porém, que as derrotas devem ser provisórias:

“São 305 deputados na nossa bancada, a maior da Casa. Se eles retirarem todos os pontos do pacote, no plenário a gente reverte.”

Sem apoio do governo na Câmara, o pacote anticrime foi flagelado pelo grupo de trabalho, que reduziu os prazos de progressão de regime de crimes contra a vida.

O texto proposto por Sergio Moro fixava o cumprimento 4/5 da pena para o benefício quando o crime resulta em morte. Os deputados atenuaram para 3/5 e 2/3 se o condenador for reincidente.

Felipe Francischini, presidente da CCJ da Câmara, vai se reunir nesta semana com os deputados do grupo de trabalho que analisa o pacote anticrime de Sergio Moro.

O objetivo é discutir quais pontos do pacote que foram rejeitados podem ser recuperados por meio de outras propostas que tramitam na comissão.

Em uma resposta a Gloria Perez, autora de novelas da TV Globo, que lamentou, no Twitter, a autorização dada pela Justiça para o assassino do garoto João Hélio a cumprir o restante da pena em casa, Sergio Moro defendeu a aprovação do pacote anticrime.

Na postagem, Gloria Perez escreveu: “Que venha o pacote do Moro, para que nunca mais a extrema crueldade contra uma criança seja premiada com a impunidade!”.

Moro, então, publicou:

“Responsável por assassinato brutal de criança, embora condenado a 39 anos de prisão, foi, na prática, libertado após dez anos. Barata a vida humana no Brasil. Em outros países, seria perpétua. O projeto de lei anticrime, se aprovado, impediria essa vergonhosa injustiça.”

O brutal assassinato foi cometido em fevereiro de 2007. Carlos Roberto da Silva assaltou, com outros criminosos, uma família na zona norte do Rio.

Mãe e filha conseguiram deixar o carro em que estavam, mas João Hélio, de apenas 6 anos, ficou preso no cinto de segurança, pendurado do lado de fora do veículo.

O garoto foi arrastado por sete quilômetros e morreu. Quatro bandidos foram condenados.

A Ordem dos Advogados do Brasil entregou em maio/19 a Rodrigo Maia um estudo que manifesta “expressa oposição” aos principais pontos do pacote anticrime de Sergio Moro propostos para vencer a impunidade.

A OAB quer derrubar, por exemplo, a prisão em segunda instância e a prisão em primeira instância por homicídios dolosos após condenação pelo Tribunal do Júri.

A entidade também se manifestou contra:

  • a restrição dos embargos infringentes (recursos na própria segunda instância);
  • a ampliação do conceito de legítima defesa por policiais;
  • a restrição das hipóteses de prescrição;
  • endurecimento de regras para progressão de regime;
  • pena maior para o crime de resistência (opor-se a uma prisão);
  • criação do confisco alargado (perda de bens de criminosos);
  • acordo penal (confissão do crime para evitar processo); e
  • gravação de conversa entre advogado e cliente preso.

Em relação a todos esses pontos, a OAB diz que houve “unanimidade das críticas dos pareceristas e associações que aportaram seus estudos”, “com indicação praticamente consensual pela rejeição das propostas”.

Ibaneis Rocha pede desculpas à população do DF por onda de violência

0
padre casemiro

Em evento sobre cibersegurança, promovido pelo Metrópoles e pela revista Época, governador do DF lamentou assassinato do padre Casemiro

governador Ibaneis Rocha (MDB) pediu desculpas à população “por essa onda de violência”, ao se referir ao assassinato do padre Casemiro, na noite de sábado (21/09/2019), estrangulado por arame durante assalto à igreja Nossa Senhora da Saúde, na 702 Norte.

A declaração foi dada no evento tech talk “Cibersegurança: usuários, corporações e nações sob ataque”, promovido pelo Metrópoles e pela revista Época, nesta segunda-feira (23/09/2019), no Parque Tecnológico do Biotic.

De acordo com o emedebista, “por mais que a gente tenha se esforçado para melhorar a segurança do DF” ainda não foi possível conter a criminalidade na capital do país. Após participar da abertura do evento, o governador foi ao enterro do religioso, na paróquia da Asa Norte.

No domingo (22/09/2019), por meio de nota, o governador disse que o enfrentamento da violência demanda mobilização conjunta da sociedade cívil e da polícia: “O assassinato do padre Casimiro, um homem de paz, amado e admirado por todos, não só choca como nos leva a refletir sobre a sensação de insegurança que recai sobre todos nós. Expõe uma dura realidade que precisamos enfrentar com determinação. Por mais preparada e equipada que esteja a polícia, por mais rigorosas que sejam as leis, a criminalidade violenta expõe sua face onde e quando menos esperamos”.

Ibaneis decretou três dias de luto. Para ele, “o combate à criminalidade deve ser encarado como prioridade, daí a necessidade de unirmos forças. A sociedade precisa de paz. Não iremos tolerar que o cidadão ou cidadã se torne refém de criminosos dentro de sua própria casa. Que Deus receba a sua alma, conforte os seus familiares e paroquianos e nos ilumine nesse esforço de garantir a tranquilidade da população”.

padre casemiro

Padre Casemiro, como era conhecido, foi encontrado com os pés e as mãos amarrados, e com um arame envolto ao pescoço. O religioso também tinha uma lesão na cabeça, segundo a polícia. O corpo estava do lado de fora da casa paroquial, que fica nos fundos da igreja.

Kazimierz Andrzej Wojno desembarcou no Brasil há cerca de quarenta anos para cumprir a vocação ao sacerdócio da Igreja Católica. Aos 71 anos de idade e 46 de batina, tinha como maior realização a construção da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, na 702 Norte. E foi justamente na área do templo ao qual se dedicou grande parte da vida onde foi brutalmente assassinado no último sábado (21/09/2019)

Uma das maiores dificuldades iniciais do religioso quando chegou a Brasília era se fazer compreender, devido ao forte sotaque. Para se aproximar da comunidade “aportuguesou” seu nome, tornando-se o padre Casemiro. “No começo, ele tinha problemas com o português. Por isso, celebrava as missas com anotações. Ele tinha dificuldade de falar e nós de entender, mas seguimos em frente. E no final até que ele estava falando muito bem”, conta o paroquiano José Mário dos Santos.

A obstinação do sacerdote era um traço marcante de Casemiro, contam os fiéis. Com a ajuda de doações, principalmente da família na Europa, ele construiu a igreja da 702 Norte com as próprias mãos. “Era o padre engenheiro, o padre peão”, lembrou Santos. Durante a construção do templo, Casemiro não apenas coordenava os trabalhos, como também colocava a mão na massa.

Uma das histórias que o clérigo contava era de que, certa vez, um caminhão foi entregar material de construção. Como ele estava trabalhando, coberto de cimento, o entregador perguntou: “Onde está o padre?”. O sacerdote respondeu: “Está falando com ele”. O homem não acreditou. “Seu peão, diga onde está o padre.” Com toda paciência, Casemiro desceu da obra e esclareceu a situação.

Fotografia

Casemiro também era adepto de tecnologia e um de seus hobbies era fotografar. A família chegou a comprar uma câmera de ponta para ele. Ao receber o presente, sorriu. “Olha o manual da máquina. Parece uma bíblia”, brincou. Logo depois, o equipamento foi furtado da Igreja. O pároco ficou três dias abatido quando soube que o item estava sendo revendido em uma feira.

Segundo os paroquianos, o religioso tinha um perfil duro, mas acolhedor. “Ele sempre foi sério. Andava com sandálias de padre. No último sábado, pela primeira vez, vi que ele celebrou a missa de tênis”, comentou a paroquiana Marlene Barroso.

Segundo a fiel, na última celebração, no sábado, momentos antes de ser assassinado, o pároco fez uma profunda reflexão sobre a falta de segurança. “No final, ele falou muito da preocupação com a violência em nossa cidade, no mundo. Parece que estava prevendo”, desabafou.

A paróquia era muito frequentada por pessoas carentes e moradores de ruas. Casemiro não fazia doações para ajudá-los, mas costumava conversar e oferecer oportunidade de emprego, inclusive na própria obra da Igreja. “Ele era um europeu, duro, mas era querido por todo mundo”, concluiu Tania Maria, ministra da Eucaristia.

Deputados distritais almoçam com objetivo de aproximação das bancadas

0
Telma Rufino

Evento foi realizado na casa de Telma Rufino (Pros) e contou com a presença de 16 dos 23 integrantes da CLDF

A deputada distrital Telma Rufino (Pros) recebeu 16 dos 23 parlamentares no tradicional almoço realizado nesta segunda-feira (23/09/3019), na casa dela – localizada em Arniqueira. O grupo reuniu base e oposição ao governo Ibaneis Rocha (MDB), além do subsecretário de relações parlamentares, Bispo Renato. O presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Rafael Prudente (MDB), também esteve presente.

O menu foi a já conhecida rabada preparada pelo cozinheiro Raul, que trabalha para a distrital. Desde a legislatura passada, os eventos organizados por Telma são prestigiados. Desta vez, o objetivo foi aproximar os distritais de diferentes linhas ideológicas.

Os almoços oferecidos por Telma já viraram um costume na CLDF, desde a legislatura passada. A recente edição é a primeira após a posse dos atuais deputados distritais. No fim do ano passado, a parlamentar recebeu os então eleitos para o primeiro encontro dos atuais legisladores.

 

ORCRIM usa Ágatha Felix contra o pacote anticrime de Moro

0
Ágatha Felix

A tragédia de Ágatha Felix está sendo usada pelos membros da ORCRIM para torpedear o pacote anticrime de Sergio Moro, como se uma coisa tivesse a ver com a outra.

O propósito do pacote anticrime, claro, é o oposto: prender os criminosos e salvar vidas.

No primeiro semestre de 2019, houve 6.082 assassinatos a menos do que em 2018.

Essa é a única maneira de impedir tragédias como a da menininha Ágatha.

A Folha de S. Paulo usou as cartas dos leitores para imputar a Sergio Moro a morte da menininha Ágatha Felix:

“Como sempre, os pretos, de tão pobres, e os pobres, de tão pretos, que são a carne mais barata, sempre pagam o pato. O ministro Sergio Moro deveria ter vergonha, pois é um dos principais apoiadores desse desgoverno que prega a violência. Witzel também deveria ser defenestrado do cargo. Impeachment já.”

E também:

“O extermínio de populações faveladas pelos facínoras Sergio Moro, Jair Bolsonaro e Witzel só está começando.”

Gilmar Mendes, ardoroso defensor dos direitos humanos, foi ao Twitter comentar a morte da menina Agatha:

 

 

 

 

 

 

 

 

No Twitter, Sergio Moro se pronunciou sobre a morte de Ágatha Felix, de 8 anos, e disse que “não há nenhuma relação possível do fato com a proposta de legítima defesa constante no projeto anticrime”.

“Lamentável e trágica a morte da menina Agatha. Já me manifestei oficialmente. Os fatos têm que ser apurados”, afirmou.

Rodrigo Maia citou a morte da menina e disse que o caso exige “uma avaliação muito cuidadosa e criteriosa sobre o excludente de ilicitude” em discussão no Congresso.

Felipe Francischini, presidente da CCJ na Câmara, lamentou no Twitter a morte de Ágatha Felix e disse que o caso não pode ser usado para “prejudicar o debate sobre o pacote anticrime na questão da excludente de ilicitude”.

“O projeto é bastante claro quanto às hipóteses e limites. Não há carta branca para matar. LEIAM O PROJETO E DEIXEM DE MÁ-FÉ”, afirmou.

Rodrigo Maia disse que a morte da menina reforça a necessidade de “avaliação muito cuidadosa e criteriosa sobre o excludente de ilicitude que está em discussão no Parlamento”.

Em nota, o governo do Rio de Janeiro se manifestou neste domingo sobre a morte de Ágatha Felix, de 8 anos, atingida por um tiro de fuzil quando voltava para casa no Complexo do Alemão.

“O Governo do Estado lamenta profundamente a morte da menina Ágatha, assim como a de todas as vítimas inocentes, durante ações policiais. O trabalho realizado pelas polícias, que têm como principal objetivo localizar criminosos e apreender armas e drogas, é pautado por informações da área de inteligência e segue protocolos rígidos de execução, sempre com a preocupação de preservar vidas”, diz trecho da nota.

G44 Brasil, como funciona?

0
g44

Basicamente, a G44 Brasil funciona por meio de uma holding empresarial.

Esse é um modelo de gestão que as mais bem-sucedidas empresas do mundo utilizam. O termo holding, vem do inglês, e quer dizer “controlar, manter e segurar.

É um tipo de organização em que uma empresa controla outras, porque detém majoritariamente as ações de uma outra companhia.

Os principais segmentos de atuação são com tecnologia de criptomoedas e mineração de metais e pedras preciosas, além disso presta certo serviços.

A G44 Brasil é uma sociedade aberta, isto é, permite que outras pessoas sejam sócias dos emprendimentos dela. Para isso basta um aporte financeiro, que dará a participação nos lucros e resultados, de modo que os que ingressam por esse meio são “sócios participativos”.

Esse procedimento é confiável?

Numa perspectiva organizacional, é possível considerar que a confiança age como um instrumento crucial para a diminuição do risco.

Dito sem rodeios: uma empresa do tamanho da G44 tem muitas responsabilidades, e se torna confiável quando é capaz de se preparar para o mercado. Assim, consegue prever, reduzir e controlar os efeitos negativos de algum evento inesperado.

Para aumentar o controle sobre os riscos não-sistemáticos, o grupo G44 decidiu estar sólido em dois setores relativamente distantes, mas cheios de oportunidades e desafios próprios:

• Preparar um parque tecnológico para permitir negociações entre usuários de criptomoedas
• Construir uma planta industrial para mineração de ouro e esmeraldas no rico solo brasileiro.

Mas, para você confiar em alguém ou em algo, antes você precisa conhecer…

filhos de bombeiros e policiais mortos em serviço terão assistência

0

O governador Ibaneis Rocha (MDB) determinou, nesta terça-feira (17/09/2019), que a equipe jurídica do Palácio do Buriti elabore um estudo que garanta uma série de benefícios para filhos de integrantes das forças de segurança do Distrito Federal que perderam a vida em serviço.

Uma das medidas adiantadas pelo emedebista ao Metrópoles é a que prioriza a matrícula em escolas públicas, incluindo as militarizadas, de crianças e adolescentes descendentes de bombeiros, PMs e policiais civis mortos em missão.

A medida, segundo o chefe do Executivo local, também se estenderá àqueles que ficaram inválidos cumprindo o ofício de manter a paz e a ordem na capital do país.

“Nós precisamos encontrar uma solução para garantir um futuro próspero aos filhos de quem lutou bravamente pelo Distrito Federal, porque é mais do que justo que o Estado dê um olhar especial à família de quem dedicou a vida por nossa cidade”, disse à coluna.

Ibaneis planeja também reservar outros tipos de assistências aos órfãos de integrantes das corporações que tenham perdido a vida durante o trabalho ou que se feriram gravemente e não puderem retornar às atividades.

Fatalidade

Marizelli Dias foi morta enquanto tentava apagar um incêndio florestal na QNL 2, em Taguatinga Norte, na manhã de domingo (15/09/2019). Investigações levam a crer que uma árvore teria caído sobre a cabeça da soldado, mas há também uma linha de apuração que enxerga a possibilidade de a vítima ter sido eletrocutada por fios de alta-tensão.

Após tomar conhecimento sobre a fatalidade, o governador decretou luto oficial no DF por três dias.

Bolsonaro vai receber alta médica nesta segunda-feira

0

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) receberá alta médica na tarde desta segunda-feira (16) e seguirá sua recuperação em Brasília. “O presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física”, diz boletim médico desta segunda.

O presidente está internado no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, onde foi submetido no dia 8 à quarta cirurgia desde que sofreu uma facada durante um ato de campanha, em setembro de 2018.

A interinidade do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) na chefia do Executivo federal foi estendida em um dia e Bolsonaro deve reassumir o cargo na quinta-feira (19).

Segundo o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a medida foi adotada por orientação médica para que o presidente possa descansar e ter uma recuperação mais rápida.

Barros confirmou que Bolsonaro participará da Assembleia Geral da ONU em 24 de setembro e afirmou que o presidente embarcará para Nova York no dia 23.

Segundo o porta-voz, Bolsonaro deixará Nova York e seguirá para o estado americano do Texas, onde se reunirá com industriais, empresários e oficiais das Forças Armadas dos EUA. A estadia no país foi encurtada em um dia e o presidente voltará ao Brasil no dia 25, disse Barros.

Também foi confirmada a viagem de Bolsonaro para a Ásia no final de outubro, onde passará por Japão, China, Emirados Árabes, Qatar e Arábia Saudita.

O presidente continua com alimentação cremosa e a evolução do quadro de saúde está de acordo com o esperado pela equipe médica, afirmou Antônio Antonietto, diretor médico do hospital.

“Ele [Bolsonaro] ainda tem um pouco de gás no intestino delgado e então nos pareceu perigoso evoluir para uma dieta geral e de repente a coisa complicar. A dieta cremosa tem calorias suficientes para sustentá-lo, em torno de 2.000 calorias por dia”, disse o cirurgião-chefe, Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo.

Ele informou que irá a Brasília na próxima sexta-feira (20) para acompanhar exames de sangue e de imagem de Bolsonaro no hospital DF Star, da mesma rede do Vila Nova Star.

De acordo com Macedo, “a alta aconteceu em função da melhora dos exames, da melhora do trânsito intestinal, da melhora dele como um todo”.

O porta-voz da Presidência comentou ainda que nos últimos dias Bolsonaro já percorreu mais de 3.000 metros em caminhadas pelo corredor do oitavo andar do hospital.

No último dia 8, os médicos corrigiram uma hérnia que surgiu na região do abdômen em decorrência das múltiplas incisões feitas no local nos últimos meses. A operação durou cinco horas e foi considerada bem-sucedida.

Logo após a cirurgia, Bolsonaro vestiu uma cinta elástica para pressionar o abdômen operado e ajudar no processo de recuperação. O surgimento da chamada hérnia incisional já era esperado pelos médicos que atendem o presidente, em razão da série de intervenções feitas na região da barriga do paciente para tratar os danos provocados pela facada.

A hérnia ocorreu porque, em virtude do enfraquecimento da parede muscular do abdômen, uma parte do intestino passou por uma cavidade desse tecido. As sucessivas incisões (cortes) na barriga fragilizaram o músculo, o que fez com que a porção do órgão e uma camada de gordura rompessem a membrana, criando uma saliência sob a pele.

O então candidato a presidente foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira em 6 de setembro de 2018. O autor do crime está preso desde então.

Neste último final de semana, o organismo do presidente reagiu bem à introdução da dieta cremosa —com papinhas e sopas mais espessas.

Segundo o porta-voz, os médicos saíram do quarto do presidente “vivamente impressionados” com o quadro de evolução de Bolsonaro, que está acompanhado da esposa, Michelle, do filho Carlos e de assessores próximos.