Início Site Página 2174

Rollemberg sobre déficit de R$ 3 bi: “Eles fizeram uma especulação”

0


Governador disse nesta sexta (21/12) que GDF iniciará o ano de 2109 com R$ 600 milhões em caixa e não com rombo, como afirmou Paco Britto

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) agiu rápido e, na manhã desta sexta-feira (21/12), concedeu entrevista para dar sua versão sobre como vai deixar o caixa do GDF. De acordo com o chefe do Executivo distrital, os cofres locais iniciarão o ano de 2109 com R$ 600 milhões. A previsão de fechamento apresentada é de situação orçamentária com déficit estrutural zerado, ou seja, com as despesas obrigatórias como folhas de pagamento, dívida pública e precatórios atendidas.

A equipe de seu sucessor, Ibaneis Rocha (MDB), se mostrou preocupada com a possibilidade de receber a chave do Palácio do Buriti com a estimativa de um déficit de R$ 3 bilhões. O valor da “herança maldita” foi divulgado pelo grupo de transição, comandado pelo futuro vice-governador, Paco Britto (Avante), nessa quinta (20).

“Eles fizeram uma especulação da dívida que receberiam. Me surpreendeu a declaração. Não sei com que base e números ele [Britto] está tratando. Estamos com total transparência”, rebateu Rollemberg.

MAIS SOBRE O ASSUNTO

Derrotado nas urnas, o socialista afirmou que o cenário é bem diferente: O novo governo terá cerca R$ 680 milhões disponíveis nos primeiros dias de janeiro, após pagar os servidores”. Ele disse ainda que vai entregar o DF em situação de normalidade. “Deixaremos R$ 1,5 bilhão de recursos já contratados, prontos para serem utilizados”, completou.

O secretário de Fazenda, Wilson de Paula, foi na mesma linha do governador. “Não sabemos de onde eles tiraram esses dados e não fomos procurados pela transição para falar sobre esses R$ 3 bilhões”. O titular da Casa Civil, Sérgio Sampaio, garantiu que todos os esclarecimentos foram prestados à equipe de Ibaneis: “Também foram liberados servidores para ajudar no que fosse necessário. Não há nenhuma informação que deixamos sem resposta. Até o dia 27 publicaremos no Diário Oficial o que ainda resta”.

Quanto aos precatórios, outra preocupação de Paco Britto, Rollemberg disse que foi liberado todo o montante previsto para 2018: “Temos uma certidão do TJDFT (veja abaixo) que vale até o dia 31 de dezembro deste ano mostrando que estamos em dia com os pagamentos. Foram R$ 379 milhões apenas em 2018″.

Reprodução

REPRODUÇÃO

De acordo com o vice-governador eleito e coordenador-geral da transição, Paco Britto, o rombo foi calculado somando “todas as áreas”. “Nas nossas contas, vai beirar R$ 3 bilhões. Se não passar, porque ainda há contas como os precatórios que não foram pagos, foram arrolados. Isso sem mencionar as outras [despesas] que não foram contabilizadas”, ressaltou.

Entram nas contas, por exemplo, as dívidas com empresas que prestam serviços para o GDF. “Tem prestadores que não receberam ou receberam atrasados”, disse. Britto pontua, entretanto, que confia na palavra de Rodrigo Rollemberg, que teria prometido entregar as chaves do Palácio do Buriti com a folha de fornecedores em dia.

Segundo o futuro vice de Ibaneis Rocha, o valor deficitário não prejudicará os projetos da próxima gestão. Isso porque a equipe de transição angariou em torno de R$ 1 bilhão com o governo federal. “Proporcionalmente, conseguimos mais dinheiro do que toda a gestão Rollemberg”, declarou.

Jaqueline Silva: “Sempre Acreditei Que A Justiça Seria Feita”

0

Silva teve a candidatura validada quase dois meses após população ir às urnas


AP Alexandre de Paula
(foto: Divulgaçã0)
O caso de Jaqueline Dias surpreendeu o meio político. Na terça-feira, o TSE decidiu, com um placar de 6×1, validar o registro da candidatura dela, que havia sido barrada pelo TRE por não apresentar dados de filiação partidária. O julgamento estava paralisado com o placar de 5×1 contra Jaqueline, mas houve mudança nos votos. Em decisão monocrática, o ministro Og Fernandes estendeu a decisão a outros candidatos do PTB no DF.
Empresária e moradora de Santa Maria, Jaqueline tentou se eleger para a Casa em quatro ocasiões.

Cinco perguntas para Jaqueline Silva (PTB-DF)

Como a senhora se sentiu com essa insegurança sobre a validação ou não da candidatura desde a campanha até agora, que impediu inclusive a diplomação na terça-feira?

Na verdade, se eu dissesse que foi confortável, seria mentira. Essa é minha quarta disputa. Nunca tive cargo político. Eu sou uma comerciante de uma cidade-satélite. A gente passa por essa votação, consegue o número suficiente de votos… Então, se eu disser que não queria muito comemorar, estaria mentindo. O sentimento de ganhar e não poder levar é muito difícil. Mas tentei levar tudo com muito equilíbrio.

Ficou alguma mágoa com a direção anterior do partido por algum erro que possa ter cometido?

Sou muito liberta de mágoas. Não carrego nenhuma mágoa. Doeu, foi difícil. Mas a gente foi penalizado por um erro do sistema. O partido enviou a lista. A gente não tem de ficar procurando culpados agora. Eu sempre acreditei que a justiça seria feita. Eu me filiei dentro do prazo; então, acreditava que isso prevaleceria.

Qual será a sua bandeira na Câmara Legislativa caso a posse se confirme?

Quero ouvir muito a comunidade. As nossas grandes bandeiras são a questão social e a questão de ajudar os empresários locais. A gente tem um projeto que é o carro-chefe, que é o incentivo às compras governamentais. O Estado compra muito, mas não compra dos empresários de Brasília. Comprar dos comerciantes daqui significa arrecadar impostos, deixá-los na cidade e gerar empregos no DF. Também queremos fazer um papel de ser fiscais para a sociedade.

O governador Ibaneis fez contato com a senhora?

Ele me ligou me parabenizando na terça, mas a conversa, por enquanto, foi só sobre isso.

A senhora foi procurada por algum dos distritais? Houve alguma conversa sobre a eleição da Câmara?

Graças a Deus, a gente sempre teve muitos amigos na política. A gente conhece esse meio, apesar de eu não ter sido eleita antes. Então, alguns ligaram, sim. Ainda não falamos sobre eleição. As ligações foram mais para me parabenizar mesmo.
Fonte: Correio Braziliense

Diploma De Telma Será Cancelado E Jaqueline Silva Confirmada Distrital

0

TRE-DF anunciará mudança ainda nesta quarta-feira (19) e Câmara Legislativa vai ser informada sobre troca nas cadeiras

FACEBOOK
Suzano Almeida

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) vai cancelar o diploma concedido nessa terça-feira (18/12) à deputada distrital Telma Rufino (Pros). A decisão será informada ainda nesta quarta (19) à Câmara Legislativa. A medida foi tomada depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) homologou a candidatura de Jaqueline Silva (PTB). Com 13 mil votos, ela tomará a cadeira da atual parlamentar na próxima legislatura. O caso está aos cuidados do desembargador Daniel Paes Ribeiro.

Após dois pedidos de vista e três sessões, o ministro Og Fernandes reformou seu entendimento, sendo seguido pela maioria dos magistrados. Ele acatou um documento no qual constava, antes do dia 5 de abril deste ano – seis meses antes do prazo para concorrer às eleições –, informação que confirmava a filiação de Jaqueline.

Ele justificou a mudança: “A candidata não poderia ser prejudicada por problemas do partido. Documento protocolado no sistema do TSE no dia 12 deste mês mostra que a candidata do PTB aparecia como filiada ao partido desde 5 de abril”.

Na última semana, a Corte eleitoral havia formado maioria de 5 a 1 contra ela. Entretanto, um pedido de vista da presidente Rosa Weber abriu novo prazo para análise, o que resultou na mudança da decisão dos demais ministros. Apenas Admar Gonzaga manteve posição contrária.

Telma Rufino decidiu deixar “nas mãos de Deus” o destino que a Justiça Eleitoral guarda para ela. “Deixo nas mãos Dele. Tudo o que faço, o meu mandato, minha vida, é de Deus. E se Ele achar que não é para eu ficar, vou entender que Ele tem algo melhor à minha espera”, disse, logo após a solenidade de diplomação.

MPE-DF
Segundo entendimento do Ministério Público Eleitoral (MPE-DF), o PTB não teria realizado as filiações no prazo definido por lei, impedindo seus membros de terem os votos contabilizados no pleito de outubro.

O PTB foi punido por não ter homologado, no sistema eletrônico da Justiça Eleitoral, dentro do prazo previsto em lei, as filiações dos então futuros postulantes. Em sua defesa, ainda no TRE-DF, o partido argumentou que enfrentou problemas no sistema. A Corte não aceitou e defendeu a exclusão do nome de 31 candidatos das eleições de deputados distritais e federais.

Posteriormente, o próprio TRE-DF liberou que os concorrentes mantivessem as campanhas e os nomes nas urnas, sem poder fazer uso do horário político nem da verba pública de campanha. Ainda assim, a candidata Jaqueline Silva alcançou mais de 13 mil votos.

Confusão nas inscrições
O período de inscrições foi encerrado em 13 de abril deste ano. Segundo Alírio Neto, ex-presidente da sigla no DF, o PTB esperou até o último momento porque tinha a intenção de trazer mais candidatos. O processo de homologação deveria ter sido feito por uma secretária do partido em 13 de abril, mas apenas no dia 16 ela percebeu que os nomes não estavam registrados no sistema eleitoral.

Na época, Alírio disse que a sigla seguiu recomendações para entrar com recursos individuais, e quatro postulantes tiveram as candidaturas homologadas. Porém, não foi o que ocorreu com os demais 31, entre eles a atual presidente do PTB-DF, Jaqueline Silva.

Mesmo com as restrições, como não puderam usar o horário eleitoral ou recursos do Fundo Eleitoral, os candidatos do partido chegaram a ter os nomes incluídos nas urnas. No entanto, os votos dados a eles não foram computados à época da votação.

 

 

 

 

Fonte: Metrópoles

TSE homologa filiação de Jaqueline Silva e Telma Rufino está ameaçada

0

Agora, o relator do caso, ministro Og Fernandes, terá que acolher, também, a inscrição de outros 30 petebistas que participaram das eleições

Após dois pedidos de vista e três sessões de julgamento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta terça-feira (18/12), acatar por 6 a 1 o recurso de Jaqueline Silva (PTB), que pedia a validação de sua filiação, realizada fora do prazo. Com a decisão, a composição da Câmara Legislativa poderá ser alterada, com Jaqueline Silva assumindo a vaga de Telma Rufino (Pros).

Para isso, entretanto, o relator do caso, ministro Og Fernandes, terá que acolher, também, a inscrição de outros 30 petebistas que participaram das eleições, para que os votos sejam somados e aplicado o quociente eleitoral. A decisão deve ser tomada, monocraticamente, ainda nesta terça.

Em relação à Jaqueline Silva, Og Fernandes reformou seu entendimento, sendo seguido pela maioria dos ministros. Ele justificou a mudança: a candidata não poderia ser prejudicada por problemas do partido. Documento protocolado no sistema do TSE, no dia 12 deste mês, mostra que a candidata do PTB aparecia como filiada ao partido desde 5 de abril.

Na última semana, a Corte eleitoral havia formado maioria de 5 a 1 contra ela. Entretanto, um pedido de vista da presidente Rosa Weber abriu novo prazo para análise, o que resultou na mudança da decisão dos demais ministros. Apenas Admar Gonzaga manteve posição contrária.

A defesa de Telma Rufino afirmou que apenas a certidão de Jaqueline Silva foi homologada e que somente se todos os votos forem somados é que a petebista pode ser considerada eleita. Informou, ainda, que a deputada distrital participará da diplomação na noite desta terça, uma vez que haverá prazo para recurso.

O caso
Segundo entendimento do Ministério Público Eleitoral (MPE-DF), o PTB não teria realizado as filiações no prazo definido por lei, impedindo seus membros de terem os votos contabilizados no pleito de outubro. O ministro relator, primeiramente, seguiu a decisão. Na sequência, Admar Gonzaga pediu vista.

No voto de Admar, o ministro acompanhou o relator e afirmou que foi encontrada uma relação de filiação interna do PTB-DF emitida no dia 5 de abril, que foi produzida unilateralmente, podendo ser editável e, por isso, não configuraria em prova válida. Isso porque, para ser aprovada, a lista de filiados deve estar salva no sistema da Justiça Eleitoral.

O PTB foi punido por não ter homologado, no sistema eletrônico da Justiça Eleitoral dentro do prazo previsto em lei, as filiações dos então futuros candidatos. Em sua defesa, ainda no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), o partido argumentou que enfrentou problemas no sistema. A Corte não aceitou e defendeu a exclusão do nome de 31 candidatos das eleições de deputados distritais e federais.

Posteriormente, o próprio TRE-DF liberou que os candidatos mantivessem as campanhas e os nomes nas urnas, sem poder fazer uso do horário político nem da verba pública de campanha. Ainda assim, a candidata Jaqueline Silva alcançou mais de 13 mil votos, o que daria a ela cadeira na Câmara Legislativa no lugar de Telma Rufino.

Confusão nas inscrições
O período de inscrições foi encerrado em 13 de abril deste ano. Segundo Alírio Neto, ex-presidente da sigla no DF, o PTB esperou até o último momento porque tinha a intenção de trazer mais candidatos. O processo de homologação deveria ter sido feito por uma secretária do partido em 13 de abril, mas apenas no dia 16 ela percebeu que os nomes não estavam registrados no sistema eleitoral.

Na época, Alírio disse que a sigla seguiu recomendações para entrar com recursos individuais, e quatro postulantes tiveram as candidaturas homologadas. Porém, não foi o que ocorreu com os demais 31, entre eles, a atual presidente do PTB-DF, Jaqueline Silva.

Mesmo com as restrições, como não puderam usar o horário eleitoral ou recursos do Fundo Eleitoral, os postulantes do partido chegaram a ter os nomes incluídos nas urnas. No entanto, os votos dados a eles não foram computados.

“Temos Uma Dívida De Gratidão Com O Povo”, Diz Ibaneis Em Diplomação”

0

Além do governador eleito, outros 39 políticos participam, nesta terça-feira (18), da cerimônia realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral

FÁBIO PINHEIRO/TRE
Isadora Teixeira
Caio Barbieri

Primeiro a ser diplomado na solenidade organizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) quebrou o protocolo e fez um rápido discurso para o público de 1,5 mil convidados, no Auditório Pedro Calmon, no Quartel-General do Exército.

Em sua fala, o emedebista enalteceu a Justiça Eleitoral, cumprimentou os advogados e direcionou homenagem especial ao presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado Joe Valle (PDT), pela condução dos trabalhos da Casa. “É um deputado que vai fazer falta na política do DF”, disse.

Mesmo não estando presente, Ibaneis também não deixou de dirigir palavras a Rodrigo Rollemberg (PSB), dando sinais de uma reaproximação. “Tenho consciência de que o governador fez de tudo em seu mandato para ajudar Brasilia. Agora espero contar com todos que foram eleitos, para que, juntos, possamos trabalhar por nossa cidade.”

Antes de terminar, o emedebista seguiu nos agradecimentos. “Somos frutos da esperança dos povos do Distrito Federal e do Brasil, que estão sofridos, amargurados e sem esperança. Temos uma dívida de gratidão com todos, inclusive com Deus, que só será paga com a devolução de trabalho e de serviços para a comunidade do DF.”

Constrangimento
Manifestações contrárias e favoráveis ao Partido dos Trabalhadores causaram tumulto na cerimônia. Após um lado da plateia levantar faixa vermelha para parabenizar a deputada federal reeleita Erika Kokay (PT), parte dos presentes começou a gritar “fora PT”.

Os apoiadores da petista, então, retrucaram com gritos de “Lula livre”, em referência ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba (PR). A confusão só acabou quando a presidente do TRE-DF, desembargadora Carmelita Brasil, interferiu. “Nós não podemos admitir no recinto nada além de palmas”, alertou.

Veja o momento dos gritos:

Logo após o ocorrido, Erika Kokay afirmou que esperava a reação do público. Ao Metrópoles, a parlamentar lembrou do ocorrido durante acerimônia de São Paulo, na qual também houve agressões verbais entre grupos políticos. “Vivemos num momento em que a democracia está completamente ameaçada. O evento desta noite seria para comemorar a vontade das urnas, mas infelizmente há quem insista em ignorar isso. Viveremos dias muito difíceis.”

Primeiro deputado distrital eleito pelo PSol, o ativista Fábio Felix aproveitou o momento da diplomação para fazer um protesto silencioso. O futuro integrante da Câmara Legislativa usou uma camiseta preta com os dizeres “quem mandou matar Marielle”. A frase remete ao assassinato da vereadora carioca – o crime ainda não foi desvendado pela polícia.

Distensionamento
Após as hostilidades entre os grupos antagônicos, um momento quebrou a tensão do ambiente. Ao ser chamada para receber o diploma, a deputada federal eleita Paula Belmonte (PPS) foi seguida pelos três filhos pequenos – o menor com 3 anos –, que fizeram questão de cumprimentar todos os integrantes da Mesa. Após o sucesso entre a plateia, outros diplomados repetiram o ato com os filhos.

Assista:

Impugnação
O artigo 253 da Resolução nº 23.554, de 18 de dezembro de 2017, prevê que o mandato eletivo pode ser impugnado pela Justiça Eleitoral após a diplomação, em um prazo de 15 dias. Para isso, é preciso ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

Ibaneis, por exemplo, responde a processo de abuso movido pelo atual governador, Rodrigo Rollemberg. Em 12 de novembro, os advogados do emedebista apresentaram defesa em mais de 40 páginas, nas quais argumentam que a promessa de reconstruir casas derrubadas pela Agência de Fiscalização (Agefis) com o próprio dinheiro feita pelo emedebista na campanha não caracterizaria crime eleitoral.

Contas não aceitas
Entre os 24 deputados distritais eleitos, Agaciel Maia (PR), Reginaldo Veras (PDT) e Chico Vigilante (PT) tiveram as contas de campanha desaprovadas pelo TRE-DF.

Dos oito escolhidos para a bancada do Distrito Federal na Câmara dos Deputados, apenas Luis Cláudio Miranda (DEM) teve os registros de campanha rejeitados pela Corte.

A reprovação das contas pode ser revista após recurso – logo, não é suficiente para impedir o recebimento do documento, conforme explicou o TRE-DF. “O eleito só terá consequências em seu mandato após esgotados todos os recursos possíveis”, destacou o órgão. A discussão sobre o mérito das decisões pode ser requerida ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por meio de assessoria de imprensa, Veras informou ter entrado com embargos de declaração pedindo revisão da decisão. “Toda documentação já foi acrescentada aos autos. Estou tranquilo”, ressaltou o parlamentar.

Conforme justificativa de Miranda por meio de nota, os erros na prestação de contas foram causados por falta de experiência e não houve nenhum ato ilícito. O parlamentar eleito afirmou, ainda, que irá recorrer da decisão.

Maia espera ter a situação revertida ainda no TRE-DF. “O relator deve levar em consideração a jurisprudência do TSE, que tem aprovado as contas de vários candidatos quando a diferença encontrada na prestação de contas é inferior a 10%. No meu caso, foi uma diferença inferior a 1%”, argumentou.

Confira todos os eleitos em 2018 no Distrito Federal:

Governador
Ibaneis Rocha (MDB)

Vice-governador
Paco Britto (Avante)

Senadores
Leila do Vôlei (PSB)
Izalci Lucas (PSDB)

Suplentes
De Leila:
Ivonete Nascimento (PCdoB)
Leany Lemos (PSB)

De Izalci:
Luís Felipe Belmonte (PSDB)
André Filipe (PR)

Deputados federais
Flávia Arruda (PR)
Erika Kokay (PT)
Bia Kicis (PRP)
Julio Cesar (PRB)
Professor Israel (PV)
Luis Miranda (DEM)
Paula Belmonte (PPS)
Celina Leão (PP)

Deputados distritais
Martins Machado (PRB)
Delegado Fernando Fernandes (Pros)
Professor Reginaldo Veras (PDT)
Rafael Prudente (MDB)
Delmasso (PRB)
Chico Vigilante (PT)
Robério Negreiros (PSD)
Agaciel Maia (PR)
José Gomes (PSB)
Arlete Sampaio (PT)
Claudio Abrantes (PDT)
Jorge Vianna (Podemos)
Iolando (PSC)
Eduardo Pedrosa (PTC)
João Cardoso Professor-Auditor (Avante)
Roosevelt Vilela (PSB)
Telma Rufino (Pros)
Hermeto (PHS)
Fábio Felix (PSol)
Valdelino Barcelos (PP)
Daniel Donizet (PRP)
Júlia Lucy (Novo)
Reginaldo Sardinha (Avante)
Leandro Grass (Rede)

 

 

Fonte: Metrópoles

ATO SEM VERGONHA! Distritais Legislam Em Causa Própria E Da Odebrecht

0

Pelo menos 13 dos 24 deputados distritais estão “prontos e conversados” para aprovarem nesta segunda feira (17/12), um projeto de lei de autoria do deputado Robério Negreiros que tem o fito de beneficiar as construtoras Odebrecht e Via Engenharia e de contrapartida, empresas de vigilância e conservação como a Brasfort e Multserv, por exemplo, que pertence à família do distrital, autor da proposta

Por Toni Duarte//RADAR-DF

A Câmara Legislativa se reúne hoje pela manhã, às 10 horas, em caráter extraordinário, para aprovar um projeto de lei pra lá de imoral.

O ato sem vergonha tem o propósito de beneficiar a Odebrecht e a Via Engenharia, empresas que formam o consórcio que construiu o Centro Administrativo de Taguatinga (Centrad), obra investigada por um braço da Lava Jato sob a acusação de superfaturamento, lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a políticos do DF.

A “singela” proposta de autoria de Robério Negreiros,  que pede o tempo todo transparência,  se antecipa aos fatos para abocanhar a terceirização de serviços no problemático e confuso consórcio (Odebrecht /Via Engenharia), caso o futuro governo Ibaneis resolva assinar o convenio para a utilização do Centrad.

Os 14 prédios distribuídos em um terreno de 182 mil metros quadrados, sem habite-se ou alvará serviriam para abrigar secretarias, autarquias e empresas de economia mista que fazem parte da estrutura do governo com  um custo  de R$ 276 milhões por ano.

O contrato seria por 22 anos e o governo terá que gastar ainda R$ 235 milhões para a compra de mobiliarios,  já que o contrato não contempla essa obrigação.

Além do mais, o GDF terá que quitar uma dívida no valor de R$ 1,3 bilhão que a PPP (Parceria Público Privado) tem com Caixa Econômica.

É nesse emaranhado de custos altíssimos, pagos pelo contribuinte brasiliense, que o projeto de lei do empresário deputado Robério Negreiros entra na parada para tirar mais um pedaço dos cofres públicos. O projeto sugeri uma falsa transparência.

O projeto de lei, que pode ser aprovado nesta manhã de segunda-feira, obriga o GDF a repassar os recursos para bancar os serviços de vigilância e conservação, cabendo o consórcio (Odebrecht/Via Engenharia) contratar sem licitação.

Seria uma mão lavando a outra e as duas lavando tudo. Resta saber quais os deputados distritais da “gaiola das loucas” que estão dispostos a votar a favor da proposta. O Radar está ligado!

Jaqueline Silva Assume Presidência Do PTB-DF

0

Nova Executiva partidária toma posse e assume importante apoio às mudanças propostas pelo governador eleito Ibaneis Rocha

Sob o comando da deputada Jaqueline Silva e com o prestigio de mais 400 lideranças, a nova Comissão Executiva do Partido Trabalhista Brasileiro no Distrito Federal tomou posse, neste sábado (15), em solenidade realizada no Hotel Nacional. A nova diretoria, com 21 membros, unifica ex-candidatos nas eleições de 2018, que juntos somaram quase 70 mil votos. Jaqueline Silva foi a 13ª deputada distrital mais bem votada no DF, com 13.044 votos. A nominata do PTB-DF já está sendo procurada por diversos parlamentares que desejam voos mais altos em 2022.

 

 

 

 

 

 

 

 

Além da presidente Jaqueline Silva, formam o novo quadro Jafé Torres, como vice-presidente, Luiz Gustavo Cunha, secretário-geral e Todi Moreno, tesoureiro-geral. Lucas Marques, delegado Pablo Aguiar, Washington Mesquita, Professor Jordenes, Índio da Soberana e Daniel Corrêa também compõem o novo quadro.  Fizeram parte da mesa e prestigiaram o novo PTB-DF os deputados federais Vitor Paulo, Brunny Gomes, Bia Kicis e Paula Belmonte. 

 

 

 

 

 

 

Jaqueline Silva agradeceu a acolhida e confiança do PTB-DF para presidir a sigla e reforçou o compromisso a partir de agora: “Farei o meu melhor como presidente do PTB-DF. Temos a responsabilidade, desde agora, pelo recomeço e por uma politica correta. Queremos estar em todas as cidades do DF”. Jafé Torres, vice-presidente, endossou o discurso de Jaqueline: “Estamos num período de renovação para o PTB-DF, olhando para o futuro com o nome de Jaqueline Silva que foi prontamente acatado por todos do partido”.

Representando a Executiva Nacional, o primeiro-secretário Jurídico do PTB, Luiz Gustavo, em nome do presidente Roberto Jefferson, também desejou boas-vindas a Jaqueline Silva como mandatária no DF, além de reforçar seu perfil de líder no Distrito Federal, o que foi demonstrado nas urnas como a 13ª candidata mais votada para a Câmara Legislativa, com mais de 13 mil votos.

TSE julga recurso do PTB

Na última quinta (13), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, pediu vista mais uma vez ao processo que julga a validade das filiações dos candidatos do PTB-DF que participaram das eleições. Apesar do placar desfavorável, o PTB-DF ainda acredita numa reviravolta. O julgamento será retomado nesta terça (18).

Nasce Mateus, O Terceiro Filho Do Governador Eleito Ibaneis Rocha

0

Nasceu na manhã deste sábado (15/12), às 10h27, o terceiro filho do governador eleito Ibaneis Rocha (MBD). Mateus Rocha veio ao mundo pesando 3,255 quilos e medindo 49 centímetros. A companheira de Ibaneis e mãe da criança, a advogada Mayara Noronha, deu à luz na Rede D’Or São Luiz.

O parto, uma cesária, transcorreu tranquilamente. Mãe e filho passam bem. O governador eleito celebra vida nova. Mateus se junta aos irmãos Caio e João Pedro Rocha, 20 e 13 anos, respectivamente. Os dois são fruto do primeiro casamento do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Distrito Federal (OAB-DF).

DF economizou mais de R$ 2 milhões com versão eletrônica do Diário Oficial

0

A publicação do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em formato digital economizou cerca de 2,2 bilhões aos cofres do GDF. A versão 100% digital foi adotada em dezembro de 2016.

Quando ainda circulava na versão impressa, o diário custava aos cofres públicos cerca de R$ 2 milhões por ano. Os gastos incluíam, por exemplo, a contratação de serviço gráfico para impressão.

“Hoje, nossos custos giram em torno de R$ 900 mil [por ano]. Não temos mais que fazer a distribuição em administrações regionais e outros órgãos públicos. Com isso, economizamos combustível, pessoal e tempo”, explica o subsecretário de Atos Oficiais da Casa Civil, Guilherme Hamu.

Entre 2001 e 2016 havia uma versão digital, mas em formato simples e sem validade de documento oficial, que servia, portanto, apenas para consulta. Com mudanças, o acesso ao portal passou de 118 mil visualizações em 2016 para 520 mil em 2018 — um aumento de 440%.

A modernização também acarretou em benefícios ambientais. Desde o fim de 2016, cerca de duas toneladas de papéis foram poupadas. Diariamente, eram rodadas mil edições do DODF.

Com a economia, foi possível investir mais em tecnologia. Cada edição do DODF possui um código de autenticidade informado no rodapé das páginas

Além de redução dos gastos, a medida diminuiu a burocracia e facilitou procedimentos.

Para publicar minutas de portarias ou avisos de licitação, por exemplo, os órgãos precisavam protocolar os pedidos com documento físico, presencialmente, na sede do Diário Oficial do DF, que funciona no térreo do Anexo do Palácio do Buriti.

Agora, as demandas são enviadas rapidamente por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI).

Para o subsecretário, a versão digital também é destaque porque facilita o uso como documento comprobatório. “Já presenciei cerca de 50 funcionários da Educação há mais de uma hora na fila querendo comprar um jornal. Antes, o servidor precisava levar o material impresso com o seu nome para pedir aposentadoria ou abrir uma conta bancária”, conta.

Mais segurança

Com a economia, atualmente, os recursos são voltados para segurança e aperfeiçoamento do sistema. Cada edição possui um código de autenticidade informado no rodapé das páginas.

Essa certificação digital é feita pela Imprensa Nacional e supervisionada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP). “Isso nos garante um sistema totalmente seguro em termos de tecnologia da informação”, acrescenta Hamu.

Confraternização da Administração Regional do Recanto das Emas

0

Mais um ano repleto de trabalho e conquistas profissionais chega ao fim. Como de costume, a Administração Regional do Recanto das Emas presenteou seus colaboradores com uma animada festa de confraternização organizada por Rogerio Vasconcellos

A festa é a oportunidade dos funcionários da administração se reunirem em um só ambiente.

Para esta edição, Rogerio convidou DJ e Banda, que animou a confraternização com os hits do momento, do pop internacional ao funk carioca, e uma playlist saudosa, passando pelos clássicos do rock das décadas de 1970 e 1980 até sucessos das boy bands dos anos 1990. Muito animado mesmo!