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Principais festas da cidade preparam edições no Calçadão da Asa Sul

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O Calçadão da Asa Sul, nome carinhoso dado pelos brasilienses à Orla do Lago Paranoá, vai receber a Ocupação Sonhos de Verão. De 27 de janeiro a 15 de fevereiro, o local terá uma grande pista de dança que reunirá as principais baladas da cidade.

“Já que virada foi difícil e muita gente não viajou, a ideia vem atender vontades e trazer uma proposta despojada de verão para o brasiliense, que poderá curtir os coletivos mais legais da cidade numa vibe à beira do Lago”, conta Miguel Galvão, um dos produtores do Sonhos de Verão.

Confira a programação:

27/1: Picnik Boutique
28/1: 5uinto
3/2: Traxx
4/2: Play
10/2: Bloco em Tempos de Crise
11/2: Acqua
12/2: Piratas Paranoá
13/2: Festa Surpresa
17/2: Madre
18/2: Limbo
24/2: Boogie
25/2: Sintra

Família procura homem de 34 anos desaparecido desde o último dia 9

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Parentes de Alex Pinto Moraes, 34 anos, estão desesperados. De acordo com a esposa do servente, a garçonete Milia Maria da Silva, 25, o homem é usuário de crack e saiu de casa, no último dia 9, após ter tido uma recaída e vendido todos os móveis da residência, no Recanto das Emas.

Essa não é a primeira vez que Alex some sem dar notícias. Segundo Milia, as recaídas do esposo são frequentes. “Ele é muito trabalhador, bom pai e bom marido, mas quando o vício vem, acaba com tudo”, afirma a esposa. “Ele já teve várias recaídas, mas nunca sumiu assim”, explica.

Milia e Alex são casados há sete anos. Eles têm um filho de 2 anos e ela está grávida. O casal discutiu na virada do ano e Milia disse ao esposo que iria embora. “Depois que ele vendeu nossos móveis, eu não tenho mais nada. Vim morar em um abrigo para não passar necessidade, mas ainda não desisti dele”, diz.

A mulher passou uma semana procurando o marido no Recanto das Emas, mas não encontrou nenhuma pista. A última notícia obtida foi de que Alex estaria em Santo Antônio do Descoberto (GO), no Entorno. “A dona da casa onde moramos durante um tempo disse que viu ele na segunda-feira (15). Ele estava com um grupo de moradores de rua, todo sujo”, relata.

Ele não é ruim, não é um bandido, só tem um vício. Eu o amo de uma forma como nunca amei ninguém na vida. Não quero perder minha família. Onde ele estiver eu vou buscá-lo. Ele não perdeu a família

Milia Maria da Silva, esposa de Alex

Quem tiver alguma informação sobre Alex pode entrar em contato com a família por meio dos seguintes telefones: (61) 9 965-1870 (Milia), (61) 9 9940-5770 (mãe) ou (61) 9 9936-2875 (amiga da família).

Recursos para contratação dos servidores do sistema socioeducativo e dos novos agentes penitenciários do Distrito Federal.

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Após articulação da deputada distrital Telma Rufino, o plenário da Câmara Legislativa aprovou a emenda que assegura os recursos para contratação dos servidores do sistema socioeducativo e dos novos agentes penitenciários do Distrito Federal. Conforme o acordo firmado com o Executivo, o cronograma de contratações será divulgado até o dia 19 de janeiro.

“Essa é uma grande conquista para os aprovados. Tenho acompanhado a luta das duas carreiras de perto e já fizemos diversas reuniões para garantir as primeiras nomeações, realizadas no final do ano passado, assegurar os novos recursos para o exercício de 2018 e para a definição de um cronograma de contratações. Muito obrigado pela confiança. Espero poder comemorar a nomeação de vocês em breve”, afirmou.

O plenário da Câmara Legislativa aprovou emenda de 148 mil reais da deputada distrital Telma Rufino para implantação da nova Administração Regional do Recanto das Emas.

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O espaço funcionará no antigo salão comunitário entre as Quadras 206 e 300, possibilitando uma maior participação da população nas decisões da cidade.

De acordo com a parlamentar, trata-se de uma antiga reivindicação da comunidade que está sendo atendida. “A atual sede da administração fica muito afastada do centro da cidade, o que dificulta o acesso dos moradores. O novo prédio ficará na avenida Recanto das Emas, facilitando a vida dos moradores”, explicou.

A previsão é que o novo prédio seja entregue à comunidade no mês de março.

Operação tapa buracos no Recanto das Emas

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Em pleno sábado foi possível testemunhar o belo trabalhos da administração regional do Recanto das Emas nas ruas da cidade. Funcionários da ADM taparam buracos que incomodavam a população a bastante tempo.

O novo Administrador Josué Loiola  e sua equipe estão de parabéns.

Pelo visto Josué Loyola indicado pela Deputada distrital Telma Rufino (PROS) chegou com garra, liderança e determinação.

A comunidade do Recanto das Emas ganhou um presentão de ano novo.

A deputada distrital Telma Rufino visitou as quadras 605/805 do Recanto das Emas

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Acompanhada pelo administrador regional, Josué Loiola. A parlamentar escutou as reivindicações da população e falou de seu trabalho para que todos tenham as escrituras de suas casas e das emendas destinadas para a cidade, a fim de melhorar a vida da população.

História do Mercado Forex

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Forex é o acrônimo de Foreign Exchange, algo como “mercado de câmbio” ou “mercado de divisas”. Uma fatia do imenso mercado financeiro, baseado em uma estrutura descentralizada e destinado a fomentar transações de câmbio de moedas em pares. A primeira ideia de um mercado como esse nasceu por volta dos anos 1800, com a adoção do sistema monetário Padrão-ouro – ou Estalão-ouro -, que destacava a relação entre moeda e nível de preços, em um parâmetro que serviu de base para os conceitos de inflação e deflação na Economia contemporânea. Antes deste modelo, os países basicamente usavam o ouro e a prata como forma de pagamento universal entre transações comerciais.

O Padrão-ouro, desta feita, carregava a ideia de que os governos, a partir do século XIX, convertiam o preço de suas moedas tradicionais em ouro, ou seja, as reservas de ouro desses sistemas políticos eram atreladas sempre às moedas fiduciárias. Com o passar dos anos, a taxa de câmbio foi assim medida pela diferença de preço entre esses dois ativos. Daí o primeiro modelo de “Forex” da história, incluído neste paradigma o conceito, mesmo que vago, de spread usado no Forex até hoje, significando a diferença entre as taxas de duas moedas diferentes utilizadas no mercado cambial. Este modelo de Padrão-ouro vigorou até a primeira década do século XX, na esteira da iminente Primeira Guerra Mundial.

Primeira Guerra Mundial e crise do pós-Guerra 

Com a volatilidade e a especulação crescente na nova forma de intercâmbio de moedas a partir do início do século XX, trocou-se o ouro pelas moedas convencionais, no período que se seguiu durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), pois somente o ouro não era capaz de suprir a grande demanda de armamentos e víveres dos soldados das nações envolvidas após a deflagração do conflito, a escassez começara a se abater nos mercados e era preciso buscar uma reestruturação das finanças mercadológicas atreladas à política monetária internacional.

Em 1929, oriunda a partir do crash da Bolsa de Nova York, chega a Grande Depressão nos Estados Unidos e consigo a crise do pensamento econômico americano, calcada em uma crítica ao Liberalismo clássico, baseado no conceito de “mão invisível”, cunhado por Adam Smith, em detrimento à ascensão do Keynesianismo, constituído pela afirmação dos Estados como agentes indispensáveis ao controle econômico a partir de ações intervencionistas, especialmente após o nascimento da ideia de welfare state ou estado de bem-estar social.

Acordos de Bretton Woods: o dólar vira referência monetária para o mundo

Em fins da Segunda Guerra Mundial, a Liga das Nações, embrião do que viria a ser a ONU, reuniu os países mais industrializados do mundo, em 1944, na cidade de Bretton Woods, em New Hampshire, EUA, a fim de definir regras para a condução das relações financeiras e comerciais entre países desenvolvidos, especialmente os que sagra-se-iam vencedores do conflito. Nascia aí a Conferência de Bretton Woods. Ali, se definiu que o ouro perderia o posto de maior representante nas negociações econômicas mundiais em detrimento da moeda americana, visto que os EUA se transformavam na maior potência econômica, após financiar a reconstrução da Europa e do Japão devastados pela guerra.

Desta feita, o dólar americano se tornou a moeda de reserva do mundo inteiro, usurpando um papel que pertenceu à Inglaterra até o início do século XX – em especial quando da criação do BIRD, fracionado tempos depois entre o Banco Mundial e o FMI. O dólar, a partir de então, converteu-se no novo “padrão-ouro”, se firmando como a moeda de maior poder de compra do mundo. Ademais, a ideia de um fluxo livre de comércio estava entre os principais pontos das reuniões de Bretton Woods, aliada a um sistema internacional de pagamentos que facilitaria transações no intuito de prevenir flutuações nos valores ou possíveis desvalorizações.

No centro do acordo, porém, havia ainda o consenso de que as taxas de câmbio entre os países que participaram da conferência seriam automaticamente atreladas ao dólar, o que queria dizer que as outras moedas seriam convertidas em dólar, e este fixado a uma taxa equivalente a U$35/onça – unidade de medida de massa do ouro. Logo, à medida em que as outras moedas do mundo estavam atreladas ao dólar, as transações mundiais passaram a ser fixadas especificamente em USD, desencadeadas em essência pelo clima geopolítico do pós-guerra e consequente consolidação dos Estados Unidos como superpotência.

Anos Dourados à Década Perdida

Com o aumento vertiginoso do comércio na década de 1950, capitaneado pela escalada econômica após a reconstrução dos países europeus, houve a expansão das transferências de capital, tornando as taxas do Acordo de Bretton Woods cada vez mais instáveis, convertendo a nova conjuntura global a níveis de instabilidade. Nesta época, os EUA executaram uma miríade de déficits na balança de pagamentos a fim de continuar a ser a moeda de reserva mundial, o que durou até a década de 1970.

Nessa época o presidente Richard Nixon, um ortodoxo econômico à moda de Keynes, enfrentava uma séria crise econômica no país, pois desde o fim dos anos 1960 as reservas de ouro da América estavam quase esgotadas a ponto de o Tesouro americano não conseguir cobrir os bancos centrais estrangeiros com o dólar, haja vista a imensa dívida pública que abrangia empréstimos contraídos pelo país junto a instituições financeiras públicas e privadas.

Por conseguinte, na noite de 15 de agosto de 1971, Nixon anunciou mudanças econômicas no país, entre elas a de que a moeda dos EUA não seria mais conversível em ouro: o presidente retirou o poder de conversão do dólar em ouro e congelou preços. Suas medidas ficaram conhecidas como “Choque Nixon”. Este evento marcou o fim de Bretton Woods, ratificado posteriormente pela Crise do Petróleo, em 1973, passando assim a vigorar o regime de câmbio flutuante tal qual o conhecemos, usados como “modus operandi” no Forex.

Este mercado de câmbio moderno, que inclui o Forex, nasceu durante a década de 1970. Durante trinta anos o Acordo de Bretton Woods estabeleceu restrições e normas para as relações comerciais e financeiras entre os países industrializados. Assim, as taxas de câmbio flutuantes do regime cambial anterior, permaneceram fixas até a queda de Bretton Woods. As características após a dissolução do acordo foram: a elevação da liquidez com a maior classe de ativos do mundo, operação contínua funcionando 24h por dia, exceto fins de semana, a variedade de fatores que afetam taxas de câmbio a níveis baixos em comparação a mercados de renda fixa, o fator de alavancagem a fim de aumentar a margem de lucro nos spreads, etc. todos com forte relação ao que conhecemos hoje como mercado Forex.

Nos anos 1980, outro marco histórico compreendeu o desenvolvimento do Forex, o Acordo de Plaza. Este encontro, celebrado em Nova York pelo chamado “Grupo dos Cinco”, visava interferir nos mercados cambiais a fim de baixar a cotação do dólar americano e permitir a valorização de outras moedas (libra esterlina, iene, etc) em relação à moeda-chave. Na reunião, pela primeira vez, discutiu-se a intervenção dos bancos centrais de outros países e a influência de moedas estrangeiras para atender demandas globais. Esse acordo democrático permitiu a cotação de moedas em pares no mercado financeiro. Estas intervenções dos mercados cambiais a favor da redução do dólar, aliadas ao marco da flutuação cambial que ocorrera desde a década de 1970 são mecanismos utilizados até hoje para a relação de troca de moedas em pares utilizadas pelo mercado Forex.

Por Lucas Feat – da Agência G44 Brasil, Brasília-DF

https://www.g44.com.br

Na saúde. A lógica que vale é dinheiro em caixa e a população no caixão?

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Em 2013, o Ministério Público do DF ajuizou a ação civil pública 2013.01.1.136980-0, com pedido liminar, para barrar os processos seletivos simplificados da Secretaria de Saúde e obrigar o GDF a realizar imediatamente o concurso público. “A alegada falta de profissionais não pode ser resolvida com a mera contratação de temporários, mas passa por medidas fiscalizatórias e eficientes da frequência dos servidores e a realização de concurso público, que é a forma de ingresso em cargo público prevista na Constituição Federal e na Lei Orgânica do DF”, explicou a promotora de Justiça Marisa Isar.

A ação a nosso ver é correta do ponto de vista jurídico. Os contratos temporários viraram uma farra com o dinheiro público. O Distrito Federal, diante da decisão, deveria realizar concursos públicos e incrementar a fiscalização de controle de ponto dos servidores. Era o que o Ministério Público e a sociedade esperavam. Não foi, contudo, o que aconteceu e a população, no meio da queda de braço, está perdendo.

O que se viu, depois da ação, é que o Distrito Federal, em meio a uma crise econômica sem precedentes encontrou óbice na Lei de Responsabilidade Fiscal para realizar contratações. O controle de frequência, a implantação do controle digital de pontos, e maior rigor na concessão de atestados médicos encontraram e encontram obstáculos produzidos por alguns sindicalistas com formação no “quanto pior melhor”. A população, de seu turno, passou a enfrentar barreiras intransponíveis para ser atendida. A falta de profissionais tornou-se um problema crônico e letal.

Recentemente, o promotor de Justiça Jairo Bisol, se viu obrigado a implorar que médicos anestesistas participassem de cirurgias no Paranoá. Os médicos atenderam o apelo e cerca de 60 intervenções cirúrgicas foram atendidas. Outras tantas, no entanto, não foram realizadas por falta de profissionais. A Secretaria de Saúde, impossibilitada de realizar contratações temporárias, não possui meios de solucionar o problema.

No meio da crise vemos crianças com síndrome de Down sofrendo um gravíssimo problema de desatenção básica. Os profissionais que atendem no Crisdown são em número insuficiente. A fila de espera é enorme e cresce. Crianças estão recebendo alta antes da hora para fazer com que a fila ande. Várias profissionais estão grávidas e a insuficiência de pessoal tende a aumentar. Sem poder contratar profissionais temporários, o prejuízo às crianças é inevitável.

À sombra de uma decisão judicial necessária sob o ponto de vista patrimonialista do Estado, conquanto inoportuna sob o prisma da atenção básica da saúde da população, o descaso cresce e a população sofre.

A contratação temporária é a única solução a curto prazo. Mas o governador Rodrigo Rollemberg parece não ter interesse em derrubar a proibição de realizar tais contratos. A palavra de ordem na gestão é economizar. Contratar profissionais, na ótica governamental, é ir de encontro ao desejo crescente de economizar.

Imploramos a Deus que ilumine alguns deputados distritais, sindicalistas, conselheiros do Tribunal de Contas, promotores de Justiça e procuradores, juízes e desembargadores para que reflitam sobre o assunto: proibir a realização de contratos temporários protege os cofres públicos, mas deixa a população desatendida. Qual o interesse preponderante: a economia ou a vida de quem depende do SUS?

O mais razoável é que as contratações temporárias pudessem retomar, fixando-se, no entanto, prazo razoável para que concursos públicos fossem realizados e os aprovados nomeados. O que não podemos mais tolerar é a continuidade da carnificina produzida pela falta de profissionais e de atenção à população. A discussão do tema precisa chegar a sociedade.

Mitos e verdades sobre o Bitcoin

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Confira os mitos e verdades sobre o Bitcoin:

Este mês a RTTNews noticiou que o presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, durante um evento em SP, comparou a moeda Bitcoin a um esquema de pirâmide, gerando alvoroço na mídia especializada ao redor do globo. No dia seguinte, Chris Burniske, um analista da Placeholder Venture Capital, condenou o argumento do presidente do Bacen dizendo que “se o Bitcoin é um esquema Ponzi, a sociedade também é um Ponzi”.

Tais diálogos reacenderam debates e dúvidas acerca da moeda digital mais poderosa do mundo. O Bitcoin nasceu em 2008 pelas mãos de Satoshi Nakamoto, pseudônimo para um japonês quarentão ou um grupo de programadores que estariam por trás da criação da moeda. Naquele ano foi publicado um documento que continha o conceito e protocolo do Bitcoin em um grupo de discussões do The Cryptography Mailing. No ano seguinte, foi iniciada a rede e a mineração das primeiras moedas.

De maneira conceitual, Bitcoin é uma moeda que é usada para transações comerciais, não existindo fisicamente como o dólar, o euro ou o real. Seu código, protegido por uma Blockchain, permite operações financeiras de modo seguro, asseguradas por criptografia. Seu propósito inicial era oferecer uma moeda sem intervenção governamental e ganhar valorização por transações sem intermediários.

Além do mais, o Bitcoin é descentralizado, o que quer dizer que não existe um local físico – como um servidor específico, banco convencional ou casa de emissão de moedas onde são criadas. Qualquer um, com conhecimento prévio em programação e certo tempo de estudo acerca de seu código-fonte, aliado a hardwares potentes (e caros) pode acessar a rede e minerar Bitcoins.

Mitos e verdades

A partir da supervalorização do Bitcoin este ano, as moedas digitais têm despertado interesse crescente nos brasileiros. A partir de taxas de pesquisas do Google Trends é possível verificar um crescimento de 130% nas buscas por este tipo de investimento, em detrimento de palavras como “mercado financeiro” (latu sensu) ou “tesouro direto”, por exemplo. Abaixo, listamos alguns mitos e verdades sobre a moeda:

Minerar moedas digitais é só para programadores

Não é verdade. Qualquer um pode minerar bitcoins. Contudo, não é barato. Até 2012, era possível minerá-las de sua própria casa. Atualmente tal investimento não suporta um CPU convencional, sendo necessário hardwares ultrapotentes – Avalon ASIC, Buttlerfly Labs, etc – pois o gasto com computadores e energia elétrica não cobre o custo de mineração.

É possível ganhar Bitcoins gratuitamente

Em alguns sites espalhados pela rede existe o que se conhece popularmente por faucets ou “torneiras de Bitcoin”. Estes são sites que prometem satoshis – frações de uma moeda completa – em troca de preenchimento de códigos captcha. Todavia, o valor de satoshis é irrisório pelo custo-benefício do tempo gasto ao preencher tais formulários.

Os governos vão acabar com o Bitcoin

Atualmente os países estão pensando em como lidar com a moeda. O Brasil, como se viu no início do texto, ainda está perdido no que tange ao mercado de criptomoedas. Recentemente o Japão criou um marco regulatório para empresas que usam o Bitcoin, a fim de liberá-lo para o uso no dia-a-dia. Na esteira, países mais desenvolvidos da Europa, Ásia e América do Norte têm ampla aceitação da moeda no mercado consumidor.  

O Bitcoin vai acabar

Certa vez, um executivo do JP Morgan disse que o Bitcoin iria acabar. Porém, como constatado, não existe uma forma de acabar com a moeda ou encerrar o sistema. É uma tecnologia que funciona 24h por dia, sem qualquer falha de programação, desde 2009. Devido à sua natureza distributiva e de segurança a partir da Blockchain, já testada pela engenharia computacional atual, dentre outros métodos correlatos, é uma tecnologia e realidade das ciências econômicas sem qualquer chance de retorno, apesar de seu código ter sido programado para minerar um volume máximo de 21 milhões de Bitcoins – marca a ser atingida em torno do ano de 2140.

O Bitcoin não é seguro

Bitcoin é uma nova forma de fazer transações financeiras, pois não é só aceito na internet – outra dúvida comum entre iniciantes e curiosos no assunto. Atualmente, no Brasil, mais de 15 mil estabelecimentos aceitam a moeda como forma de pagamento. As técnicas de segurança são inovadoras, utilizando-se da já citada Blockchain, que registra todas as transações envolvendo Bitcoins em uma espécie de livro-razão imutável e criptografado. Muitas instituições financeiras estão utilizando a tecnologia para segurança da informação. Além destas, o sistema está se expandindo em outras frentes como a segurança nas eleições, a proteção de banco de dados de universidades, o mercado imobiliário e de seguros, a gestão de cadeia de suprimentos, o armazenamento em nuvem, a cybersegurança em geral, dentre outros.

 

Saiba mais: www.g44.com.br

Veja nove causas do mau odor na região íntima e como evitar o problema

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Muitas mulheres sofrem com o mau cheiro na região íntima feminina, um odor forte e incômodo que persiste apesar das tentativas de higienizar e perfumar a região. O problema é tão constrangedor que muitas mulheres têm vergonha até de conversar sobre o assunto com o ginecologista. Mas não deveriam, já que o odor desagradável na vaginal pode indicar possíveis doenças, como infeção vaginal ou candidíase.

Os corrimentos que apresentam uma cor branca ou amarela e têm um cheiro ruim indicam problemas na região íntima, como infecções. A vaginose bacteriana, que se caracteriza por um desequilíbrio da flora bacteriana vaginal, provoca corrimento com um cheiro forte que lembra o de peixe, assim como a tricomoníase, que é um problema causado por um parasita transmitido por meio da relação sexual.

Mas afinal, além de doenças, o que pode pode causar o mau cheiro? Hábitos como higiene excessiva ou falta de higiene, vestir roupas muito apertadas ou de tecido sintético e até certas substâncias químicas presentes nos produtos de higiene íntima podem alterar o equilíbrio da flora vaginal e, consequentemente, causar odores desagradáveis.

 De acordo com a ginecologista e obstetra Heloisa Brudniewski, é completamente natural que a vagina elimine secreções. Compostas por células mortas e produtos da degradação do meio, estas secreções costumam ter um leve odor, que não é motivo de preocupação. O cheiro natural da vagina é suave, muitas vezes quase imperceptível, e pode mudar de acordo com cada fase do ciclo menstrual. No entanto, quando ele estiver forte demais, diferente do habitual e causando incômodo, é sinal de anormalidade e é preciso buscar ajuda médica.

A maioria dos ginecologistas concorda que para fazer a higiene da região íntima basta lavar com água e sabonete neutro. Outro conselho dos especialistas é não usar produtos que prometem mascarar o mau cheiro, que podem até proporcionar algum alívio no curto prazo, mas elevam os riscos de contrair vaginose bacteriana, candidíase ou doenças pélvicas inflamatórias.

Se o seu médico já descartou a possibilidade de alguma doença, e mesmo assim o mau cheiro persiste é hora de mudar algumas atitudes no seu dia a dia. Veja a seguir dez hábitos e situações que causam o odor desagradável da vagina. Veja a seguir quais hábitos podem alterar a saúde da sua região íntima e, consequentemente, causar cheiro ruim.

Roupa justa – Os tecidos justos impedem a respiração da região e facilitam a impregnação de fungos e bactérias nocivos. Para evitar, opte por peças mais larguinhas e feitas de algodão.

Higiene excessiva – Pelos e secreções são essenciais para a proteção da região. Ao lavá-la muito, a tendência é que as bactérias e o fungos que antes viviam em harmonia, se proliferem desregradamente e causem doenças. Para evitar, faça a higienização normal durante o banho – dois por dia é suficiente.

Higiene insuficiente – Ao mesmo tempo, deixar de higienizar a região também é um problema, já que o suor e a secreção em excesso pode causar coceira e outras doenças. Para evitar, lave todas as dobras com cuidado durante o banho utilizando sabonete neutro, sem cheiro e sem cor.

Sabonete inadequado – Sabonetes que limpam excessivamente podem causar irritações. Para fazer uma higiene adequada da região vaginal o melhor é usar um sabão com PH neutro e água morna. Sabonetes perfumados contêm muitos produtos químicos que podem fazer com que a vagina produza mais corrimento com odor.

Ducha vaginal – Lavar o canal é arriscado porque altera toda a região, além de causar microlesões. As duchas podem alterar o equilíbrio das bactérias saudáveis na sua vagina, fazendo com que as bactérias que causam o mal cheiro se reproduzam. Para evitar, faça a higienização apenas por fora porque a vagina é capaz de se autorregular.

Absorvente diário – O produto abafa a região. Para evitar, utilize apenas no fim da menstruação. No dia a dia prefira as calcinhas de algodão, pois favorecem a ventilação da região íntima.

Outras fatores, que não têm relação com hábitos diários, também podem influenciar no odor da região, como:

Transpiração excessiva – para evitar, troque as peças íntimas com frequência e opte por tecidos frescos de algodão.

Vazamento de urina – antes de tomar qualquer atitude é necessário investigar a causa dos escapes. Para evitar, seque sempre a vulva e sempre troque a calcinha molhada.

Excesso de peso – Pessoas acima do peso transpiram mais, inclusive na na região íntima, que fica a maior parte do dia ‘abafada’. As dobrinhas formadas na pele também podem causar o problema. Para evitar, lave e seque com cuidado a região e, após o banho, fique um tempo sem roupa. (Com informações do Bolsa de Mulher e Mulher.com.br)