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Liliane Roriz é condenada a pagar R$ 317,5 mil por desfiliação do PRTB

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Brasília(DF), 04/09/2015 - Fachadas dos prédios públicos em Brasília - Na foto a Câmara Legislativa do Distrito Federal, CLDF - Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

Ana Viriato – Especial para o Correio /

Ed Alves/CB/D.A Press
O Conselho Especial do TJDF colocou os cinco deputados distritais no banco dos réus por corrupção passiva
Os distritais alvos da Operação Drácon não sofrerão, a curto prazo, consequências políticas da admissão da denúncia por corrupção passiva no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) — ao menos se depender da Mesa Diretora da Câmara Legislativa e das Executivas Regionais dos partidos aos quais integram. Mesmo após a decisão dos desembargadores de torná-los réus, os presidentes das legendas na capital federal mantiveram o discurso de parcimônia, garantiram apoio aos envolvidos e minimizaram os impactos da situação na corrida eleitoral de 2018.
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Os parlamentares Celina Leão e Raimundo Ribeiro — ambos do PPS — terão tranquilidade para responder à ação penal. O presidente da legenda no DF, Chico Andrade, afirmou que o partido deixará que a Justiça conduza o processo e, politicamente, não tomará atitudes em desfavor dos distritais. “Nos concentraremos em formar alianças para 2018. Qualquer pessoa pública está condicionada a ser questionada judicialmente. Isso não significa uma condenação”, argumentou.
Chico Andrade acrescentou que a conjuntura em nada denigre a imagem do PPS ou impõe dificuldades às costuras políticas do partido que, há pouco mais de um mês, rompeu, oficialmente, com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). “Buscamos trabalhar com o máximo de transparência e lisura perante a sociedade. Temos história e não será difícil formatar boas alianças. Continuamos com o ideal de promover mudanças e encontraremos apoio, seja para assumir o protagonismo, ou não”, pontuou.
Para o PR/DF, da mesma forma, nada muda. O presidente da legenda, Salvador Bispo, disse que a sigla não tomará atitudes com relação ao deputado Bispo Renato depois da decisão do TJ. “Nosso partido é liberal e sempre dá oportunidade para a defesa. Basta dizer que é político para aparecer denúncia, a gente não pode prejulgar”, comenta Salvador. “A Justiça está aí para isso, não vou contestar um direito que o povo deu. Se houver condenação, tudo bem. Antes, não seria prudente tomar nenhuma providência. Não sou eu que vou dizer quem é pecador”, acrescenta.
Já o presidente da Regional do PSD e deputado federal, Rogério Rosso, afirmou que o partido avaliará a condição do distrital Cristiano Araújo em breve. “Temos conselhos regionais e nacionais. Uma vez que o princípio da ética é quebrado, os procedimentos são instalados automaticamente”, explicou. Ainda assim, Rosso não emitiu juízo de valor sobre o caso. “Ao mesmo tempo em que o partido preza pela transparência e boa conduta, é necessário abrir margem para a ampla defesa e o contraditório. Tornar-se réu não significa ser condenado. Não cabe a nós fazer um prejulgamento”, ponderou. Procurado pelo Correio, Wanderley Tavares, presidente da Executiva Regional do PRB, partido do distrital Julio Cesar, não retornou às ligações da reportagem.
Pressão

Se, por um lado, os parlamentares contarão com a complacência dos presidentes de seus respectivos partidos e dos colegas de Legislativo local, por outro, enfrentarão o desconforto de entidades sociais e diversos partidos políticos. Como a Mesa Diretora da Câmara deixou claro que não pretende dar andamento aos 11 processos por quebra de decoro parlamentar, sobrestados no ano passado, contrários aos envolvidos na Drácon, líderes de outros segmentos já trabalham na produção de novas representações.
Enquanto isso, o Conselho Especial do TJDFT julga, na próxima terça-feira, o mandado de segurança apresentado no ano passado pelo PT/DF, que pode obrigar a cúpula da Câmara Legislativa a retirar o processo por quebra de decoro contrário a Celina Leão das gavetas. “O que estão fazendo pode ser considerado prevaricação”, apontou o presidente da sigla no DF, Roberto Policarpo.
À época, o partido apresentou a representação referente apenas à ex-presidente da Câmara por acreditar que os indícios mais fortes relativos à denúncia estavam diretamente ligados a ela. Agora, a legenda estuda protocolar novas representações contra todos os envolvidos na Drácon. A ONG Adote um Distrital, do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), fará o mesmo.
Fonte: Correio Braziliense

Liliane Roriz é condenada a pagar R$ 317,5 mil por desfiliação do PRTB

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Por Ian Ferraz/Daniel Ferreira/Metrópoles – 24/03/2017 – 08:19:01
A troca de partido no curso do seu mandato na Câmara Legislativa saiu caro para a deputada distrital Liliane Roriz (PTB). Ela foi condenada pela 17ª Vara Cível de Brasília a pagar a quantia de R$ 317.580,49 por ter se desfiliado do PRTB em 2016. Em valores atualizados, a parlamentar pode ter que desembolsar mais de R$ 400 mil.

A sentença foi publicada no dia 2 de março. Liliane Roriz oficializou a troca de partido em 17 de fevereiro de 2016. Em 22 de setembro do mesmo ano, a direção do PRTB entrou com duas ações na Justiça. Uma contra a distrital e outra questionando a desfiliação do deputado distrital Juarez Oliveira, o Juarezão, que migrou para o PSB, em 25 de fevereiro de 2016.

Nas duas ações, o partido pediu o pagamento de multa no valor de R$ 317.580,49. Liliane arcará ainda com as custas e despesas do processo, assim como honorários de advogado, no valor de 10% da condenação, totalizando R$ 31.758,04.

A justificativa da ação proposta pelo PRTB é de que ambos os deputados assinaram termo de compromisso para cumprir o estatuto do partido. Entre os termos, estão previstas a contribuição mensal de 10% do salário bruto à sigla e multa equivalente a 12 vezes o vencimento, caso deixassem a legenda.
A colaboração mensal de 10% do salário bruto e a multa para deixar a legenda estão previstas no Artigo 74, Inciso I, e no Artigo 85, Inciso X, do Estatuto Partidário.

A defesa da deputada entrará com recurso de apelação na próxima segunda-feira (27/3), prazo final para adotar tal medida. Ezikelly Barros, uma das advogadas de Liliane Roriz, não quis comentar a sentença “para não comprometer o processo.” O deputado Juarezão disse que aguarda o andamento do processo. “Nós entramos com recurso e agora é aguardar. Eu não sei como vou pagar, não ganhei esse dinheiro nem como deputado”, disse.

Cada distrital recebe atualmente salário de R$ 25,3 mil. As verbas de gabinete chegam a R$ 184 mil por mês. Liliane Roriz é a única representante do PTB na Câmara Legislativa.

CLDF espera novos pedidos de cassação contra investigados da Drácon

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Por Suzano Almeida, Metrópoles Foto: Reprodução/Divulgação/Metrópoles – 23/03/2017 – 09:28:36

A decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) de aceitar denúncia contra os deputados distritais investigados pela Operação Drácon não servirá de combustível para a Mesa Diretora mover os 10 pedidos de abertura de processo por quebra de decoro contra eles na Casa. Desde o ano passado, eles estão sobrestados, ou seja, à espera de um posicionamento do Judiciário sobre as investigações. Mesmo após os desembargadores tornarem os cinco parlamentares réus, tudo indica que as representações ficarão engavetadas.

 

Se depender do vice-presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (PMDB), o assunto está encerrado. “Essa matéria foi discutida pela Mesa (na legislação passada) e está arquivada. O Tribunal se posicionou por manter os mandatos dos deputados. Por isso, acredito que esse tema está ultrapassado”, disse.

 

Nesta terça-feira (21/3), se tornaram réus no processo da Drácon Celina Leão e Raimundo Ribeiro, ambos do PPS; Julio Cesar (PRB); Cristiano Araújo (PSD); e Bispo Renato Andrade (PR). Os políticos são suspeitos de negociar a aprovação de emendas para a área de saúde em troca de propina. No entanto, por 16 votos a 1, o pleno do TJDFT decidiu mantê-los na CLDF.

 

A sociedade vem cobrando um posicionamento da Casa e não é de hoje. Em setembro do ano passado, um mês depois de deflagrada a Drácon, a Câmara Legislativa recebeu pedidos do PT e de organizações sociais para que fossem abertos processos de cassação contra os cinco distritais. O presidente da Casa, Joe Valle (PDT), acredita que outros devem ser encaminhados agora que o TJDFT acatou a denúncia de corrupção passiva contra os réus.

 

“A sociedade está acompanhando de perto o assunto. Acredito que outras representações virão e terão de ser analisadas, por conta da decisão do TJDFT”, afirmou Joe. Ele garante que vai provocar a discussão na Mesa Diretora sobre uma possível reabertura dos pedidos que já tramitam na CLDF.
Segundo-secretário da Mesa, Robério Negreiros (PSDB) preferiu não se manifestar diretamente sobre os colegas. Assim como Joe, ele acredita que novas provocações da sociedade podem reabrir o debate sobre o assunto, uma vez que os 10 processos foram arquivados na legislação passada.
Na berlinda, Sandra Faraj (SD), primeira-secretária da Mesa, também se esquivou de uma emitir opinião sobre os investigados pela Drácon. Disse que, por não conhecer o processo, “poderia cometer uma injustiça com os colegas”. Nesta quarta-feira (22), a representação contra ela avançou da Mesa Diretora para a Corregedoria. Sandra é acusada de desviar R$ 150 mil de verba indenizatória concedida pela Casa.

 

Terceiro-secretário e réu no processo da Drácon, Raimundo Ribeiro (PPS) também defende que a decisão dos desembargadores do TJDFT é um sinal de que não cabe à Câmara Legislativa discutir o afastamento dos denunciados. “A Mesa vai analisar com calma os processos. O TJDFT demonstrou apreço pelo mandato popular. Não apenas por quem o exerce, mas a quem o postula”, afirmou o deputado.

 

Para a ONG Adote um Distrital, agora que o TJDFT aceitou a denúncia contra os cinco distritais, não existe mais desculpa para o sobrestamento das representações. A entidade não planeja entrar com novos pedidos de cassação, pelo menos por enquanto.

 

“O que devemos fazer é uma atualização, já que eles (distritais) se tornaram réus. Mas não há mais justificativa para que os processos fiquem sobrestados”, destacou Olavo Santana, coordenador da Adote um Distrital.

 

O presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Casa, deputado Ricardo Vale (PT), defende as investigações. “Acredito que é bom para a Câmara Legislativa e para os parlamentares. Pois ficam o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a imprensa com as informações e nós sem sabermos o que está realmente acontecendo”, afirmou.

Roupa de Homem Outono/Inverno 2017 – Tendências

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Será que teremos dias frios mesmo? Tá tão quente que eu nem estou acreditando haha Apesar do nosso Brasilzão ser loucura nessa questão de Clima, as próximas estações estão aí e precisamos saber o que é Tendência, né? O que está em alta? O que é destaque para a Moda Masculina nesse Outono/Inverno 2017? O que está pegando nas Semanas de Moda, nas Ruas, enfim, no Mundão?!?

Então separei abaixo, no detalhe pra vocês TIME, 6 destaques para a Roupa de Homem de Inverno 2017, pros dias mais frios. Bora rolar a barra e ver AGORA? GO \o

01) Referências dos Anos 90
Como já comentei aqui no Blog, no Canal, no Insta, enfim, os Anos 90 estão em alta!!! Peças com Modelagem Oversized, mais amplas, com Logos Estampados, o Xadrez como ótima opção de Estampa, Itens com detalhes Rasgados, pegada Grunge no Visual, tudo isso ganhou força e aparece MUITO bem na Moda Masculina de Outono/Inverno 2017. Que tal, vocês curtem?

Essa foto acima é um bom Norte pra esse Destaque dos Anos 90, com Xadrez, Peças mais Amplas, cheirinho Grunge no ar, em uma estética atual.
Camisa Xadrez Flanelada aberta com Camiseta Estampada por baixo, os Tons das Estampas se conversaram muio bem, Calça com detalhes Rasgados e Tênis Cano Médio. Boa \o
Xadrez Amplo, na modelagem Oversized, Camiseta Estampada por baixo, Calça Rasgada e Bandana na Cabeça, boa inspiração anos 90 também! Dou destaque ainda pro Zíper na barra da Cala, animal!
Xadrez e Calça Rasgada <3
Xadrez nos Acessórios <3
Jaquetas Oversized, mais amplas e Estampadas, boa \o
Como falei no post das Camisetas Masculinas pra 2017, os Logotipos Estampados, Grandes, se destacando no Visual, voltam com força a figurar nas Peças. Quem curte?
Camiseta Estampada e Calça Rasgada, boa!
Vamos ver também MUITO do Visual Esportivo em nosso dia a dia, já falo logo abaixo do Athleisure, pra inspirar vocês também.

02) Jaqueta com Forro de Pelo
O “Shearling”, os Pelos Sintéticos, imitando Pelo de Carneiro, voltam a ter Destaque agora pra 2017. Os modelos de Jaquetas com forro nesse material foram os queridinhos das últimas Semanas de Moda espalhadas pelo Mundão e estão sendo MUITO usados nas Ruas. Eu já tenho uma Jaqueta nessa pegada, torcendo para que o Inverno 2017 Brasileiro nos permita usar esse tipo de Peça, né? haha

E o Forro de Pelo aparece em vários tipos de Jaquetas: Mais Pesadas, mais Leves, Jeans, de Couro, Sintética, de Veludo, etc.

03) Athleisure
Como já falei muitas vezes nos últimos meses por aqui, o Athleisure, Visual Esportivo incorporado no nosso Lifestyle, chega forte para o Outono Inverno também. Aí temos os Itens com Tecnologia de Performance aplicados pro nosso dia a dia, em um Shape, em um Visual mais Casual. Principalmente pro Streetweat, essa tendência anda em paralelo total às referências e à estética dos anos 90, ao Sportswear, e pode sair uma conversa muito boa desse mix.

O Mix de Peças com pegada mais Esportiva e outras mais Casuais ou Alinhadas pode ficar muito massa no Look, à exemplo dessa foto acima, com o Conjunto em Moletom contrastando com a Jaqueta, boa!
Logo Estampado no Moletom e Calça Jogger!
As Meias Levantadas, mais esportivas e aparentes, se destacando no Visual, ganham força, principalmente no Streetwear, contrastando com o resto do Visual.
Na foto acima, mistura TOTAL de Peças com pegada mais Esportivas com outras mais Casuais. Eaí? Curtem TIME?

04) Peças Camufladas
E olha o Camuflado por ai, hein! A gente gosta, né? haha Deem uma voltinha pelas Lojas nos Shoppings, pra vocês verem que o Camuflado JÁ chegou nas vitrines, já chegou nas Ruas, está nas Semanas de Moda, está em todo lugar haha Calça, Camiseta, Camisa, Jaqueta, enfim, podemos apostar na Estampa para 2017 sem medo!

Jaqueta Bomber Camuflada <3
O Camuflado como detalhe no Visual, mas mesmo assim ele se destaca, né? 🙂
E pode ter Camuflado pra um Visual mais Alinhado também? Claro!

05) Verde Militar
E Andando em paralelo com o Camuflado e o Greenery, que é a cor de 2017, o Verde Militar ganha MUITO destaque nas Peças Masculinas para o Outono/Inverno 2017, como já tinha adiantado e comentado com vocês por aqui no Blog. Vamos encontrar MUITAS opções de Peças nesse Tom de Cor nos próximos meses, viu!

Esse Tom de Verde aparece como Opção para o Visual inteiro, em Jaquetas, Camisas, Camisetas, Blusas, Calças, Sneakers, etc, etc, etc haha
Jaqueta Bomber Verde Militar <3

06) Destaque pra Parte de Cima
E pra fechar os destaques de hoje, as Jaquetas, Casacos e Blusas como peças Principais do Look, combinadas com os outros Itens mais Sóbrios pro resto do Visual. Foco total na parte de cima, podendo ser uma Jaqueta mais Ampla, Oversized, Estampada, com Detalhes, Aplicações em Tecido, Logos, etc. Se inspirem um pouco abaixo TIME \o

O Camuflado no All Black se destaca DEMAIS, né? \o
À esquerda, Cardigan com detalhes trançados, dando destaque e foco total pra Peça.
O Coat mais Longo, em cor diferente das outras Peças, boa!!!
Fonte:MachoModa

Integrantes da CUT fecham Rodoviária do Plano Piloto

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Cerca de 120 manifestantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) fecharam parte da Rodoviária do Plano Piloto na tarde desta quarta-feira (22/3). Segundo informações da Polícia Militar, alguns rodoviários também fizeram parte do movimento.

Eles ocuparam a plataforma inferior da rodoviária por volta das 16h. Um ônibus que conduzia os manifestantes foi abandonado próximo a via S1, obstruindo o trânsito no local. No entanto, a PM disse que, após intervenção dos militares, a situação foi controlada. Segundo relatos, o trânsito ficou totalmente parado na altura do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, causando grande congestionamento.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
Contra terceirização, CUT fecha S1. Trânsito já foi normalizado
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Câmara remarca para esta quarta votação de projeto sobre terceirização
De acordo com Jorge Farias, presidente do Sindicato dos Rodoviários do DF, a reivindicação do movimento é contrária ao projeto que regulamenta a terceirização em empresas privadas e no serviço público, que está em discussão na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22).
“Entendemos a importância do ato realizado pela CUT e resolvemos aderir”, disse.

A Polícia Militar informou que a manifestação se encerrou por volta das 17h30. Tanto a via S1 quanto a Rodoviária do Plano Piloto foram liberadas.

Processo de cassação de Sandra Faraj avança na Câmara Legislativa

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Por Suzano Almeida-Michael Melo/Metrópoles – 22/03/2017 – 11:28:36
Um dia depois de a Justiça acatar denúncia contra cinco distritais e torná-los réus por corrupção passiva, a Mesa Diretora da Câmara Legislativa decidiu nesta quarta-feira (22/3) dar prosseguimento ao pedido de cassação da deputada Sandra Faraj (SD).

Alvo de investigação por suspeita de usar verba indenizatória irregularmente, a parlamentar é acusada de não repassar à empresa Netpub R$ 150 mil referentes à prestação de serviços de tecnologia, mesmo tendo ela sido ressarcida pelos cofres públicos. A representação foi protocolada pela ONG Adote um Distrital logo depois que as denúncias vieram à tona.

A matéria segue para o corregedor da Casa, deputado Juarezão (PSB), que deverá apresentar parecer sobre o pedido e enviá-lo à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. “Todo o trâmite legal foi seguido e, agora, estamos terminando a parte burocrática para notifica-la”, disse o presidente da Câmara, Joe Valle (PDT).
A decisão foi tomada em um clima de tensão. A reunião, prevista para começar as 9h, teve um atraso de 50 minutos. Antes, Joe Valle recebeu os advogados da parlamentar em seu gabinete.

Na segunda (20), os deputados acataram pedido da defesa da parlamentar, que alegou precisar de mais tempo para juntar novos documentos ao processo. Sandra Faraj questionou a autenticidade da nota fiscal entregue à Netpub ao seu gabinete. O comprovante foi utilizado para o pedido de ressarcimento da verba indenizatória pela parlamentar. Mas, quando consultado nos bancos de dados da Receita Federal, não consta como emitido.

Sandra, agora, quer receber o mesmo tratamento dado aos deputados investigados pela Operação Drácon. A Casa suspendeu temporariamente (sobrestou) os pedidos de cassação contra Celina Leão e Raimundo Ribeiro (PPS), Julio Cesar (PRB), Cristiano Araújo (PSD) e Bispo Renato (PR).

Na época, os parlamentares preferiram aguardar posicionamento da Justiça sobre a denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Nesta terça (21), o Conselho Especial do TJDFT tornou os cinco distritais réus. Eles vão responder pelo crime de corrupção passiva.

Carimbo falsificado
A situação da deputada Sandra Faraj se agravou com outra acusação: de que uma das notas fiscais apresentadas por sua defesa como paga teria um carimbo falsificado, dando o “recebido” da Netpub. Sócio da empresa e ex-funcionário de Sandra, Filipe Nogueira identificou carimbo falso: “Não carimbamos a última nota justamente para pressionar o pagamento”, contou ao Metrópoles. De acordo com ele, a assinatura também não confere.

Sandra Faraj nega que tenha a dívida com a empresa. Alega que todos os pagamentos foram realizados em dinheiro, apesar de o contrato com a Netpub definir que eles deveriam ser feitos por meio de boletos. Diante das denúncias, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também abriu uma investigação contra a parlamentar, que já prestou depoimento espontâneo aos promotores.
Na história da Câmara Legislativa, três distritais foram cassados. O primeiro foi Carlos Xavier, em 2004, condenado pela Justiça por mandar matar um jovem. Em 2010, Eurides Brito, flagrada colocando dinheiro na bolsa durante a Operação Caixa de Pandora, perdeu o mandato. No mesmo ano, foi a vez de Raad Massouh, após denúncias de desvio de recursos públicos por meio de emenda parlamentar.

Semana decisiva. Meia dúzia de distritais estão na berlinda

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Por Kelly Almeida e Suzano Almeida/Rafaela Felicciano/Metrópoles – 20/03/2017 – 08:45:26
A semana será decisiva para seis deputados distritais, que precisam se defender e segurar os seus mandatos na Câmara Legislativa (CLDF). A primeira a entrar na berlinda é Sandra Faraj (SD). Na manhã desta segunda-feira (20/3), a Mesa Diretora decide se arquiva ou dá andamento ao processo de cassação contra ela por suspeita de desvio de verba indenizatória. No dia seguinte, é a vez de outros cinco deputados enfrentarem o Conselho Especial do Tribunal de Justiça. Os desembargadores decidem se tornam o grupo réu por denúncias no âmbito da Operação Drácon.

De atestado médico desde que foram divulgadas as denúncias do empresário Filipe Nogueira, a acusando de embolsar R$ 174 mil de verba indenizatória por meio de um contrato com a Netpub Agência de Comunicação e Tecnologia, Sandra Faraj não deve participar da reunião da Mesa Diretora.
A decisão da CLDF sobre o futuro da parlamentar foi adiada da semana passada para esta segunda.Caso os distritais aprovem a continuidade do processo, o pedido de cassação feito pela ONG Adote um Distrital segue para a Corregedoria da Câmara. Lá, Sandra tem 10 dias para prestar esclarecimentos sobre a denúncia. Depois disso, o corregedor Juarezão (PSB) terá 15 dias para encaminhar um parecer à Comissão de Ética.

Chegando à comissão, a distrital pode apresentar defesa no prazo de um mês. Feito isso, o presidente do colegiado, Ricardo Vale (PT), terá até 60 dias para elaborar um parecer sobre a continuidade ou não do processo. O texto, então, será votado pelos integrantes da Comissão de Ética.

Se aprovado, o caso seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida por Reginaldo Veras (PDT). Ali, serão analisados os aspectos constitucionais, jurídicos e legais da denúncia. Só a partir do parecer da CCJ um processo de cassação pode ser votado no plenário da Câmara Legislativa.

O Metrópoles entrou em contato com a equipe da deputada para saber das expectativas de Sandra Faraj para a reunião da Mesa Diretora de segunda-feira. Até a publicação dessa reportagem, ninguém havia se pronunciado.

Drácon
A situação não é delicada apenas para Sandra Faraj. Os também distritais Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Raimundo Ribeiro (PPS), Bispo Renato Andrade (PR) e Julio Cesar (PRB) terão de enfrentar os 21 desembargadores do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) para saber como será o futuro político de cada um.

Denunciados pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) por corrupção passiva, os cinco parlamentares estão no centro da investigação que apura um suposto esquema de desvio de verbas na área de saúde, por meio de emendas parlamentares que somam R$ 30 milhões.

O Conselho Especial vai decidir se aceita a denúncia oferecida pelos promotores e torna os distritais réus. Caso isso ocorra, os desembargadores terão entendido que as provas apresentadas até agora são suficientes para que seja aberta uma ação na Justiça. Ou seja, responderão criminalmente pela acusação.

O relator do caso no Conselho Especial é o desembargador José Divino de Oliveira. Em outubro do ano passado, ao analisar um recurso apresentado por Celina e Raimundo Ribeiro, que pediam para retornar ao comando da Câmara Legislativa, José Divino deu parecer favorável aos deputados. O julgamento, no entanto, foi concluído com destinos diferentes para a dupla: Celina teve o afastamento mantido, por 11 votos a 9, e Ribeiro foi autorizado a voltar à Mesa Diretora da CLDF, por 11 a 10.

Os votos diferentes podem se repetir nesta terça, fazendo com que os distritais tenham destinos distintos mais uma vez. Entre os deputados, há quem acredite que os desembargadores possam desmembrar a votação e aceitar a denúncia só para alguns.

Mas, ainda que o Conselho os torne réus, os distritais não ficarão impedidos de continuar exercendo os mandatos na Câmara Legislativa. Eles só são cassados se, assim como no caso de Sandra Faraj, a Casa abrir um processo e houver decisão em plenário.

Defesa
Em suas defesas, os distritais apontam contradições na investigação do MPDFT. Para os parlamentares, os promotores não têm argumentos suficientemente comprobatórios de que houve crime. Eles acusam o Ministério Público de ter alterado peças que fazem partes dos autos, e estão anexadas ao processo.

Uma dessas peças são os áudios apresentados por Liliane Roriz (PTB) acusando o grupo. Para a defesa de Celina Leão, no mesmo material que é usado para lhe acusar há a prova de sua inocência. Fato não aceito pelos promotores.

A materialidade do crime também é questionada. Principal nome da acusação dos parlamentares, o empresário Afonso Assad mudou pelo menos duas vezes suas versões em depoimentos. Ele teria se encontrado por duas vezes com os distritais Julio Cesar e Bispo Renato Andrade em restaurantes de Brasília, onde teria sido convidado para participar do esquema e rejeitado a proposta. Entretanto, em dezembro do ano passado, ele mudou seu argumento e disse não ter tido os encontros, o que pode pesar na decisão do Conselho Especial do TJDFT.

Escutas ambientais
Em 10 dias de gravações das escutas ambientais instaladas nos gabinetes dos deputados, foram colhidas mais de 700 horas de conversas. Os advogados de Cristiano Araújo e Celina Leão tentaram, no Supremo Tribunal Federal (STF), acesso às conversas captadas nos gabinetes, mas o ministro Ricardo Lewandowski negou o pedido.

Na decisão, o ministro do STF argumentou que o MPDFT havia deixado de anexar as escutas ao processo da Drácon, por não haver tempo hábil para a degravação de todo o material. Por isso, não haveria a necessidade de o material ser liberado.

Procurada pelo Metrópoles para comentar uma possível aceitação da denúncia pelo Conselho do TJDFT, a Presidência da Câmara informou, por meio da assessoria de imprensa da Casa, que “não manifesta posições sobre hipóteses.”

Cabuloso!!! Bruno vira ídolo e é tietado por crianças e mulheres em Minas

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Isso mesmo negada… Aconteceu na cidade de Varginha no estado de Minas Gerais.

Fala serio, o cara é condenado por assassinato e apos sua soltura começa a aparecer em mídias digitais como ídolo. Observe essa foto… Não precisa ser nenhum gênio para saber que o ex condenado esta fazendo campanha para limpar sua imagem.

Me pergunto… Será se ele acha que somos burros, idiotas etc… Se você tiver um tempinho e um pouco de estomago sobrando dê uma espiadinha, nesse link aqui abaixo:

http://epoca.globo.com/brasil/noticia/2017/03/o-idolo-infantil-errado-como-pequena-cidade-de-varginha-recebeu-o-goleiro-bruno.html

Uma palhaçada imagine você que é pai conseguir engolir uma dessas, eu pai de duas lindas meninas, jamais aceitaria…

Ministério da Agricultura afasta 33 funcionários

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Trinta e três funcionários do Ministério da Agricultura foram afastados por causa das investigações. O secretário-executivo do ministério disse que a população pode confiar no sistema de vigilância da qualidade dos produtos e no selo SIF.

Agentes da Polícia Federal foram ao Ministério da Agricultura logo cedo e recolheram documentos.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne do mundo, só perde para os Estados Unidos. É o maior exportador mundial de carne bovina.

Em 2016, o Brasil exportou para 150 países. Os que mais compram a carne brasileira: China, Hong Kong, Arábia Saudita, Rússia e Japão. O total exportado em 2016 foi de US$ 14 bilhões entre frango, carne bovina e suína.

“Agora é hora de tentar remediar as perdas, garantindo que a gente vai tomar ações necessárias para melhorar essa fiscalização, tentando minimizar o montante de carne que vem tendo problemas em relação ao total das nossas exportações que é gigantesco. Esse problema certamente não afetou toda essa produção. É o momento de identificar, isolar o problema e tentar garantir o mercado”, disse Juliano Cortinhas, do Instituto de Relações Internacionais da UnB.

A Confederação da Agricultura e Pecuária defendeu em nota que os fatos envolvendo frigoríficos e fiscais agropecuários sejam apurados com rigor e que, se comprovados, possam levar à punição dos envolvidos.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, cancelou uma licença de dez dias do cargo. Na segunda-feira (20), ele vai se reunir com o representante da União Europeia que pediu o encontro. Em Cuiabá, ele reconheceu o estrago, mas tratou como um fato isolado.

“São 33 funcionários que estão sendo acusados, estão sendo apontados como responsáveis por essas fraudes, num total de 11 mil funcionários que nós temos no Ministério na Agricultura. É um número muito pequeno, mas que causa um estrago bastante grande à imagem da agricultura, da pecuária brasileira no exterior e traz intranquilidade aos consumidores brasileiros também”, disse.

Os 33 fiscais envolvidos no esquema investigado pela Polícia Federal foram afastados. Eles são suspeitos de fiscalização irregular de frigoríficos e de liberar licenças fora dos padrões sanitários.

À tarde, numa longa entrevista, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, deu explicações sobre os impactos da operação.

O secretário começou afirmando que, desde a posse do atual governo, mudanças foram feitas no ministério para evitar esse tipo de fraude. Ele disse que o sistema de fiscalização é robusto.

“Primeiro, eu preciso aqui reforçar o seguinte, o sistema de vigilância sanitária do Brasil hoje é um sistema consolidado, robusto e aprovado por inspeções internacionais, ou seja, o nosso sistema funciona. Agora, nenhum sistema está livre de má índole”, disse.

E disse que apenas três unidades de duas empresas foram interditadas.

Repórter: O senhor disse que são só quatro grupos econômicos e 21 estabelecimentos. Mas não são os quatro maiores?

Novacki: O que hoje temos que deixar claro, quando se fala de um grupo econômico, não quer dizer que todas as unidades desse grupo têm problema. É que na verdade é o que acontece: são três. A BRF da unidade de Mineiros, Goiás, aves, interditada. Peccin Agroindustrial, Jaguará do Sul, Canta Catarina, e Curitiba, Paraná. Esses são embutidos, salsicha e mortadela. Existe a suspeita desses demais estabelecimentos de frigoríficos de carne e de ração animais. Desses três, carnes de aves, mortadelas e salsichas. BRF unidade de Mineiros é frango; e Peccin Agroindustrial é de embutidos. Está sendo recolhido, parou a produção e a empresa está interditada”, disse Eumar Novacki.

E afirmou que outros 21 frigoríficos serão investigados:

“O que vamos começar na segunda é uma força-tarefa mapeando todas as unidades que estão sob suspeita”.

O Jornal Nacional apurou que a Peccin Agroindustrial nas unidades de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, e Curitiba, produz embutidos como salsicha, linguiça e presunto com carnes de aves, bovina e suína da marca Italli.

A outra empresa interditada, a BRF, em Mineiros, Goiás, faz produtos usando frango e peru como matéria-prima, e é detentora das marcas Sadia e Perdigão. Mas a empresa não esclareceu quais produtos e de que marca são produzidos nessa fábrica.

O secretário disse que o consumidor pode confiar no selo SIF – Serviço de Inspeção Federal – nos produtos.

“O selo SIF, quando se encontra nos produtos comestíveis, significa que a população pode ter tranquilidade de estar consumindo um produto atestado. Se houver incongruências, nós estamos prontos para agir e ele precisa saber que o ministério tem essa disposição de fazê-lo”, disse Eumar Novacki.

Apesar disso, o secretário disse que conta com a ajuda da população no dia a dia.

“Quando você pega uma carne na prateleira do supermercado, essa carne apresenta algum aspecto que não está de acordo, ou seja, o tipo, a aparência, ou o cheiro, automaticamente ao acionar o sistema de vigilância, o Ministério da Agricultura toma todas as providências e de modo muito energético. Eu tenho certeza que nenhuma empresa séria quer passar por um processo desse mais apurado de fiscalização porque o dano à imagem é irreparável e uma empresa, uma vez detectada com produto irregular, dificilmente reconquista de novo essa fatia do mercado”.

Eumar Novacki disse que não vai mudar os hábitos dele.

“Eu vou comprar, eu vou comprar carne naturalmente e obviamente eu vou olhar e vou ver se tem alguma irregularidade”.

As respostas

A JBS declarou que a qualidade é a sua maior prioridade e a razão de ter se transformado na maior empresa de proteína do mundo. Acrescentou que exporta para mais de 150 países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. E que é auditada por missões sanitárias internacionais e por clientes.

A empresa afirmou que, no Brasil, há dois mil profissionais dedicados exclusivamente a garantir a qualidade dos produtos JBS e das marcas Friboi e Seara. E que 70 mil funcionários têm treinamento obrigatório nessa área todos os anos.

A JBS também declarou que, no despacho da Justiça, não há menção a irregularidades da empresa, que nenhuma fábrica dela foi interditada e que nenhum executivo da companhia foi alvo de medidas judiciais, ao contrário do que chegou a ser divulgado. A empresa acrescentou que um funcionário da unidade de Lapa, no Paraná, foi citado na investigação, mas afirmou que não compactua com desvios de conduta e que tomará as medidas cabíveis.

Por fim, a JBS declarou que reforça o comprometimento com a qualidade de seus produtos e que reitera seu compromisso com o aprimoramento das práticas sanitárias.

A BRF declarou que está colaborando com as autoridades no esclarecimento dos fatos. Afirmou que cumpre normas e regulamentos referentes à produção e à comercialização de seus produtos, que possui rigorosos processos e controles. E que não compactua com práticas ilícitas.

A empresa acrescentou que assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e que garante que não há riscos para os consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.

A BRF também reiterou que a gravação em que funcionários da empresa se referem a papelão numa de suas fábricas é um claro e gravíssimo erro da Polícia Federal, pois, segundo a nota enviada pela BRF ao Jornal Nacional, o funcionário estava se referindo às embalagens do produto e não ao seu conteúdo. E que isso fica claro quando ele disse que vai ver se consegue colocar em papelão, pois esse produto é normalmente embalado em plástico.

A Central de Carnes Paranaense, dona das marcas Master Carnes, Novilho Nobre e Souza Ramos, declarou que acredita que a investigação é de suma importância para a concorrência leal no mercado e que continuará colaborando com as investigações. E afirmou que seus produtos seguem à risca as exigências de qualidade.

O Grupo Argus também declarou que acredita na investigação e está à disposição das autoridades. E que obedece às observações sanitárias e de qualidade determinadas. Afirmou ainda que sustenta de maneira irrestrita instalações plenamente administradas pelo Sistema de Inspeção Federal e seus técnicos, sem interferir nem solicitar favorecimentos.

O frigorífico Rainha da Paz negou envolvimento em quaisquer atos ilícitos e disse que está colaborando com as investigações. A empresa afirmou que mantém rigoroso controle de qualidade e de higiene e que adquire somente matérias-primas selecionadas e com procedência. Declarou ainda que repudia veementemente a comercialização de produtos impróprios, alterados e inadequados para o consumo.

O frigorífico Larissa não quis se manifestar. E o JN não conseguiu contato com o Peccin e os outros frigoríficos citados.

A Associação Brasileira de Proteína Animal, que representa os frigoríficos brasileiros, declarou que o Brasil é reconhecido internacionalmente pela qualidade e pelo status sanitário de seus produtos. Afirmou que falhas que venham a ser comprovadas são exceção em um modelo que é referência para o mundo. A associação acrescentou que condena quaisquer práticas comprovadas que impactem negativamente o consumidor do Brasil e do exterior. E que todos os problemas detectados vão ser rapidamente corrigidos pelo setor, intensificando os cuidados em prol da qualidade.

A defesa de Roney Nogueira afirmou que o cliente está fora do Brasil, mas que está providenciando o retorno e que tem interesse em colaborar com as investigações. O advogado de Dinis Lourenço disse que a suspeita contra ele não tem comprovação, e que não se vai se sustentar depois do depoimento dele. O JN não conseguiu contato com as defesas de Flávio Cassou, Maria do Rocio e Daniel Gonçalves Filho.

O PMDB declarou que desconhece o teor da investigação e que não autoriza ninguém a falar em nome do partido. O PP também afirmou que desconhece o teor das denúncias. E acrescentou que apoia uma investigação minuciosa e o esclarecimento rápido dos fatos.

A empresa Peccin Agroindustrial citada pelo secretário-executivo do Ministério da Agricultura tem o mesmo nome de outra empresa que atua no mercado de doces e chocolates: a Peccin Sociedade Anônima, do Rio Grande do Sul, que não foi afetada nem está sendo investigada pela Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

Fonte: globo.com

Vídeo mostra ex-funcionário invadindo gabinete de Sandra Faraj na Câmara

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A invasão ao gabinete de Sandra Faraj ocorreu em 8 de outubro do ano passado, um sábado: flagrante
Ex-chefe de gabinete da distrital Sandra Faraj (SD), Manoel Carneiro de Mendonça entrou ilegalmente na sala da parlamentar, na Câmara Legislativa, em meados de outubro do ano passado. Como revelam filmagens do circuito interno da Casa, às quais o Correio teve acesso, ele deixou o escritório com documentos em mãos. Cinco meses após o episódio, Manoel aparece como testemunha principal na denúncia do sócio da Agência de Comunicação e Tecnologia Netpub e ex-comissionado da deputada Filipe Nogueira Coimbra. O empresário a acusa de embolsar R$ 150 mil em verba indenizatória, valor que deveria ser repassado à empresa pela prestação de serviços de publicidade ao longo de um ano.

O episódio ocorreu em um sábado, 8 de outubro de 2016. À época, Carneiro estava afastado do Legislativo local desde 3 de outubro sem quaisquer justificativas. No vídeo, o ex-funcionário de Faraj, de bermuda e camiseta, tenta abrir a porta do gabinete com a chave usual — a fechadura, entretanto, havia sido trocada. Sem sucesso, deixa o local e volta, minutos depois, com um chaveiro, sem a autorização da Coordenação da Polícia Legislativa. Momentos após invadir a sala, com a ajuda do profissional e de uma lanterna do celular, ele sai com documentos em mãos.

A partir desta data, Carneiro emendou dois atestados médicos — um de 19 de outubro a 2 de dezembro de 2016, e outro de 3 de dezembro do ano passado a 12 de fevereiro de 2017. Após sucessivas ligações sem retorno, Faraj o exonerou, em 3 de janeiro deste ano, antes mesmo do fim da licença médica. Fontes do Correio disseram que a tensão entre o ex-chefe de gabinete e a parlamentar havia chegado ao ápice em 20 de outubro, quando o Diário Oficial do DF apresentou a exoneração do então secretário adjunto de Justiça e Cidadania, José Carlos Carneiro de Mendonça Filho Neto, filho de Manoel Carneiro. Procurada pela reportagem, a distrital preferiu não se pronunciar, porque “aguarda a finalização da investigação conduzida pela Polícia Legislativa”.

Carneiro coleciona histórias inusitadas no meio político. Em 2012, o, à época, administrador de Águas Claras gastou R$ 1 milhão dos cofres públicos com a confecção de 250 mil gibis e CDs infantis — o montante, a princípio, deveria ser investido na infraestrutura da cidade. O episódio levou à queda dele. Desavenças também são usuais: o ex-chefe de gabinete de Sandra Faraj brigou seriamente com os colegas e ex-deputados Eurides Brito e Olair Francisco.

Denúncia

A filmagem integra o conjunto de provas analisadas pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) em relação à denúncia contra a distrital. O órgão iniciou a investigação dias após a veiculação das denúncias de Filipe Coimbra. De acordo com o sócio da Netpub, Sandra Faraj repassou à empresa o equivalente a apenas 10 boletos no valor de R$ 2.655, ou seja, R$ 26.550, e embolsou o restante do valor estabelecido em contrato — um total de R$ 174 mil.

No último dia 13, o Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) determinou que a deputada quitasse o débito em três dias. A parlamentar, porém, interpôs embargos à execução, sob a justificativa de que os valores foram pagos em espécie, com o dinheiro que mantinha em casa, conforme declaração disponível no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o fechamento desta edição, a juíza responsável pelo processo, Luciana Correa Torres de Oliveira, não havia emitido decisão sobre o recurso.

Fora da Corte, Faraj tem outro embate: a Mesa Diretora da Câmara Legislativa analisará, na próxima segunda-feira, se arquiva ou se dá andamento ao processo por quebra de decoro parlamentar contrário a ela, redigido pela ONG Adote um Distrital, do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC). Caso a representação seja levada a diante, a distrital corre o risco de perder o mandato.

corrio Brasiliense