A medida provisória que reforma o ensino médio (MP 746/16), flexibilizando os currículos e ampliando progressivamente a jornada escolar das atuais 800 horas
Deputado Izalci Lucas (PSDB-DF), presidente da comissão especial
para 1.400 horas, já está disponível no Wikilegis para a participação colaborativa da sociedade.
O objetivo é ampliar o debate sobre o tema, considerado polêmico, permitindo que os cidadãos interajam com os deputados e contribuam com sugestões e experiências.
De autoria do Poder Executivo, a MP, que recebeu 568 emendas dos parlamentares, foi incluída na ferramenta de participação da Câmara pelo presidente da comissão especial criada para analisar o tema, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF).
De acordo com o parlamentar, o assunto vem sendo debatido há bastante tempo no Congresso, principalmente nos últimos quatro anos, em audiências públicas com a participação de especialistas e instituições de todos os estados, e é necessário buscar um texto de consenso.
Apoiamento e sugestões
Para participar, os interessados só precisam acessar o Wikilegis e analisar a proposta. É possível apoiar ou não a íntegra do texto original ou cada parágrafo, além das contribuições inseridas pelos outros participantes. Os internautas também podem fazer uma nova sugestão de texto para artigos ou incisos da lei e comentar as propostas incluídas.
Todas as participações recebidas até o dia 25 de novembro serão encaminhadas para o deputado Izalci Lucas, que receberá um relatório consolidado para avaliação das possíveis implementações.
Essas sugestões da sociedade são ranqueadas de acordo com o maior volume de participações dos usuários da ferramenta, entre apoiamentos ou rejeições, propostas para mudanças no texto e comentários.
Assim, os deputados relacionados aos temas disponíveis para consulta pública conseguem compreender, de uma maneira bem prática, quais são os pontos mais delicados e sem consenso na visão dos cidadãos.
Foto do deputado Izalci: Marília França – Câmara dos Deputados
A ex-presidente é apontada como intermediária de recursos desviados da Petrobras. Ela é citada 18 vezes na delação da Odebrecht
Já afastada do poder por irregularidades na condução da economia e suspeita de tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato, a ex-presidente Dilma Rousseff vai ser envolvida diretamente em negociações ilícitas na delação dos executivos da Odebrecht. Fontes com acesso às investigações afirmam que ela foi citada como intermediária direta de dinheiro oriundo de caixa 2 em ao menos 18 vezes, por vários diretores da companhia. Os depoimentos mais comprometedores seriam do próprio Marcelo Odebrecht.
Marcelo detalhou três encontros pessoais com Dilma, todos no Palácio da Alvorada e sem registro na agenda oficial. Um deles teria sido logo depois da sua posse, em 2011. Outros dois, em 2014, ano da campanha à reeleição. É justamente em uma dessas ocasiões que Marcelo fala de forma mais comprometedora sobre a ex-presidente. O empreiteiro conta que ela negociou pessoalmente pagamentos via caixa dois para a campanha.
A Lava Jato já investiga a suspeita de que recursos de caixa dois da Odebrecht abasteceram a campanha presidencial petista em 2014 depois de encontrar uma planilha da empresa que indicaria repasses ao marqueteiro João Santana entre 24 de outubro e 7 de novembro de 2014 no valor de R$ 4 milhões. Santana foi o responsável pela propaganda da campanha petista naquele ano e também negocia um acordo de colaboração premiada.
Marcelo contou que, em um dos encontros, pediu a intervenção de Dilma na liberação de repasses do BNDES para a construção do porto de Mariel, em Cuba, feito pela Odebrecht com financiamento de mais de US$ 600 milhões do banco de fomento brasileiro. Dilma teria lhe prometido resolver o assunto em 24 horas. O porto já é alvo de investigações, como da Procuradoria do Distrito Federal, sob a suspeita de que Lula teria também atuado por meio de tráfico de influência junto ao BNDES para liberar os recursos.
Além desse caso, Dilma já é investigada no Supremo Tribunal Federal sob suspeita de tentar obstruir a Lava Jato por meio da nomeação do ministro do Superior Tribunal de Justiça Marcelo Navarro. O caso tem como base a delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), que afirmou que o real motivo pela indicação de Navarro era um compromisso em soltar os presos da Lava Jato, principalmente os empreiteiros.
Por último, há ainda um caso na Procuradoria do DF que investiga se Dilma cometeu ato de improbidade administrativa nas pedaladas fiscais.
Enquanto responde a essas acusações, Dilma tenta retomar sua vida longe da Presidência, com a ajuda dos correligionários petistas, os únicos que têm coragem de lhe dar emprego atualmente. Na última semana, o partido aprovou sua indicação para a presidência do conselho da Fundação Perseu Abramo, ligada à sigla. O convite partiu do atual presidente do PT, Rui Falcão, que procurava algum cargo para amparar a correligionária. Nesse, pelo menos, ela não deve interferir nas finanças e há pouca margem para a Fundação Perseu Abramo partir também para as pedaladas fiscais.
O endividamento diminuiu no Distrito Federal. O número de famílias endividadas no DF passou de 741.677 em setembro para 723.900 em outubro (queda de 17,7 mil). Significa que 77,8% da população brasiliense está endividada. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio).
O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, aponta que mesmo com esse resultado positivo, o nível de endividamento ainda é alarmante, isso porque, as famílias estão mais cuidadosas para fazer novos gastos. “O consumo está fraco no comércio, seja no DF ou no Brasil. Dessa forma, não deve haver uma recuperação nesse ano no endividamento das famílias. O desemprego e o endividamento elevado são os principais fatores de preocupação das famílias ao fazer novas compras”, ressalta Adelmir. Ainda segundo ele, até março de 2017 o endividamento deve continuar alto, depois pode haver melhora no índice.
Dentre as famílias com contas em atraso, 64,7% disseram ter condições de quitar suas dívidas parcialmente, 24,5% afirmaram que tem condições de quitar totalmente e 2,2% dos brasilienses disseram não ter condições de quitar as contas. O cartão de crédito continua sendo o maior instrumento causador de dívidas da população do DF: 90% se declararam comprometidos nesta modalidade.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários dos setores de comércio, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica para o incremento das vendas, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.
Em delação premiada, Marcelo Odebrecht diz que fez pagamentos ao ex-presidente Lula em espécie. Recursos faziam parte do montante de aproximadamente R$ 8 milhões destinados ao petista pela empreiteira
Nos últimos meses, o ex-presidente Lula foi emparedado pela Lava Jato. Virou réu três vezes por práticas nada republicanas: obstrução de Justiça, ocultação de patrimônio — ao omitir um tríplex no Guarujá —, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, organização criminosa e tráfico de influência no BNDES, em razão do esquema envolvendo a contratação de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. Ou seja, já há uma fartura de provas contra o petista, ao contrário do que costuma alardear sua defesa. Nada, no entanto, pode ser mais categórico e definitivo como conceito de corrupção, na acepção da palavra, do que o recebimento de pagamentos de propina em dinheiro vivo. Por isso, o que ISTOÉ revela agora acrescenta um ingrediente potencialmente devastador para o ex-presidente.
Recursos repassados a Lula teriam vindo do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o chamado departamento da propina
Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. Nunca uma figura pública que chegou a ocupar a presidência da República demonstrou tanta intimidade com a corrupção. Os repasses foram efetuados, em sua maioria, quando Lula não mais ocupava o Palácio do Planalto. O maior fluxo ocorreu entre 2012 e 2013. Foram milhões de reais originários do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – o já conhecido departamento da propina da empresa. Segundo já revelado pela Polícia Federal, aproximadamente R$ 8 milhões foram transferidos ao petista. Conforme apurou ISTOÉ junto a fontes que tiveram acesso à delação, o dinheiro repassado a Lula em espécie derivou desse montante.
Os pagamentos em dinheiro vivo fazem parte do que investigadores costumam classificar de “método clássico” da prática corrupta. Em geral, é uma maneira de evitar registros de entrada, para quem recebe, e de saída, para quem paga, de dinheiro ilegal. E Lula, como se nota, nunca se recusou a participar dessas operações nada ortodoxas. O depoimento agora revelado por ISTOÉ é a prova de que, sim, o petista não só esteve presente durante as negociatas envolvendo dinheiro sujo como aceitou receber em espécie, talvez acreditando piamente na impunidade. Se os repasses representavam meras contrapartidas a “palestras”, como a defesa do ex-presidente costuma repetir como ladainha em procissão, e se havia lastro e sustentação legal, por que os pagamentos em dinheiro vivo?
Na Odebrecht, as entregas de recursos a Lula sempre foram tratadas sob o mais absoluto sigilo. Não por acaso, segundo apurou ISTOÉ, logo que Marcelo Odebrecht foi preso, em junho de 2015, a empreiteira presidida por ele, naquele momento vulnerável a buscas e apreensões da Polícia Federal, acionou um esquema interno de emergência chamado de Operação Panamá. Consistia em promover uma varredura nos computadores, identificar os arquivos mais sensíveis e enviá-los para a filial da empresa no país caribenho. O objetivo não era outro, senão desaparecer com digitais e quaisquer informações capazes de comprovar transferências de recursos financeiros da Odebrecht ao ex-presidente Lula. Àquela altura, a empreiteira ainda resistia a entregar o petista, topo da hierarquia do esquema do Petrolão. Mudou de planos premida pelo instinto de sobrevivência.
Investigadores da Lava Jato vão querer saber, num próximo momento da investigação, se os repasses em dinheiro vivo ao ex-presidente guardam conexão com a operação desencadeada na última semana pela PF, sob o epíteto de Dragão. Na quinta-feira 10, foram presos os operadores Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran, cujo papel era justamente oferecer dinheiro em espécie para o sistema de corrupção. Pelo esquema, as empreiteiras contratavam serviços jamais prestados, efetuavam o pagamento a Duran e, ato contínuo, recebiam o dinheiro para pagar agentes públicos. A trama só foi desbaratado graças à colaboração de um delator da Odebrecht: Vinícius Veiga Borin. Ele contou à PF e procuradores como funcionava a engrenagem da lavagem de dinheiro criada pelas empreiteiras: as contas no exterior sob a batuta de Marcos Grillo, outro executivo da Odebrecht, alimentavam o Departamento de Propina da empreiteira. Quando havia necessidade de entregar valores em espécie no Brasil, eles recorriam a offshores, controladas por Duran. A Lava Jato suspeita que o dinheiro repassado a Lula possa ter integrado esse esquema.
Além de Marcelo Odebrecht, no corpo da delação da empreiteira Lula é citado por Emílio Odebrecht, Alexandrino Alencar, ex-executivo da empresa, e o diretor de América Latina e Angola, Luiz Antônio Mameri. Faz parte do pacote de depoimentos relatos sobre uma troca de mensagens eletrônicas entre Mameri e Marcelo Odebrecht. Nessas conversas fica clara a participação de Lula para a aprovação de projetos da empreiteira no BNDES. Em seu depoimento, o diretor confirmou as mensagens e disse que as influências de Lula e do ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, hoje preso, foram decisivas para a aprovação de projetos definidos exatamente como foram concebidos nas salas da Odebrecht, sem que fossem submetidos a nenhum tipo de checagem. Mameri citou obras em Angola e Cuba.
Nos últimos dias, a Procuradoria-Geral da República iniciou o estágio da validação dos depoimentos, em que os 50 delatores e 32 colaboradores lenientes da Odebrecht passaram a ler e confirmar o que já escreveram. Tudo será gravado. A checagem de informações pode durar até o final deste mês, uma vez que nem todos os executivos foram informados sobre a data do encontro com os procuradores.
O ALCANCE DA DELAÇÃO
OPERAÇÃO DRAGÃO: Esquema de lavagem de dinheiro foi desbaratado graças à delação de executivo da Odebrecht
No total, a empreiteira vai reconhecer que pagou algo em torno de R$ 7 bilhões em propinas no Brasil e no exterior. Marcelo Odebrecht, presidente da maior construtora do País, com 200 mil funcionários e um faturamento anual de R$ 135 bilhões, só decidiu fazer delação premiada depois de março desde ano, após ter sido condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Aos 48 anos, Marcelo se deu conta de que poderia envelhecer na cadeia. Como o empreiteiro ainda é réu em várias outras ações, seus advogados calcularam que ele poderia ser condenado a no mínimo 50 anos. Com o acordo, suas penas reduzirão a dez anos de reclusão. Como já cumpriu 1 ano e cinco meses, ficará detido até dezembro do ano que vem. Depois, passará mais dois anos e meio em prisão domiciliar e outros cinco anos em regime semi-aberto. As outras condenações que vierem estarão englobadas no acerto.
As negociações se arrastaram por seis longos meses. A Procuradoria-Geral da República só concordou com a delação para efeito de abatimento de pena com a condição de que ele e os 80 executivos da empresa relatassem crimes os quais a Justiça ainda não tinha comprovado. Além da resistência inicial em implicar Lula, os executivos impuseram outro dificultador: não admitiam que os repasses eram pagamentos de propina. Queriam limitar tudo a caixa dois, mesmo diante de provas inquívocas. A questão, no entanto, foi vencida depois que procuradores e agentes federais endureceram o jogo. Sem as confissões de propina o acordo voltaria à estaca zero, advertiram. Foi o suficiente para imprimir velocidade às tratativas.
Todas as pessoas envolvidas no acordo ouvidas por ISTOÉ são unânimes em afirmar que Lula é a estrela principal da delação. Recentemente, a Polícia Federal associou os codinomes “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO” (Emílio Odebrecht) – que aparecem em planilhas de pagamentos ilícitos apreendidas durante a Operação Lava Jato – ao ex-presidente. Foi assim que a PF conseguiu rastrear o repasse de aproximadamente R$ 8 milhões a Lula. Os pagamentos foram coordenados por Marcelo Odebrecht e por Antonio Palocci. De acordo com o delegado Filipe Pace, o dinheiro saía de uma conta corrente mantida pela Odebrecht para pagamento de vantagens indevidas. O que Pace não sabia, e a delação de Odebrecht conseguiu elucidar, era sobre os pagamentos em espécie ao petista.
Evidentemente que os depoimentos dos executivos da empreiteira não vão abarcar apenas os crimes praticados pelo ex-presidente Lula. Envolverá também Dilma Rousseff (leia mais na pág. 36), integrantes do governo do presidente Michel Temer, mais de 100 parlamentares e 20 governadores e ex-governadores. Os principais partidos atingidos pelas delações da Odebrecht serão o PT e PMDB. É certo, no entanto, que integrantes do PSDB também serão implicados pelos executivos da empreiteira.
Dinheiro era remetido às empreiteiras pelos operadores para, em seguida, ser distribuído para os agentes públicos
Para viabilizar os depoimentos, a Odebrecht utilizou serviços de 50 escritórios de advocacia de Brasília, São Paulo, Rio e Salvador, onde depôs o empreiteiro Emílio Odebrecht, pai de Marcelo. Ao todo 400 advogados acompanharam os depoimentos. Como envolve políticos com foro privilegiado, o acordo será assinado pelo ministro do STF, Teori Zavascki. A expectativa é de que a homologação saia até o dia 21. Paralelamente às delações premiadas, a Odebrecht fará um acordo de leniência com a Controladoria-Geral da União (CGU), que deverá ser o maior do mundo. O campeão até aqui era o da Siemens, celebrado com autoridades dos Estados Unidos e vários países europeus em 2008. A empresa alemã pagou US$ 1,6 bilhão em multas. Já no acordo de leniência da Odebrecht com o governo brasileiro, a empreiteira poderá pagar uma multa de R$ 6 bilhões. Com isso, a empreiteira poderá voltar a realizar obras para o governo federal, hoje proibidas.
O centro de compras se torna palco para emocionante espetáculo natalino
Marco de emoções e diversão, a chegada do Papai Noel inicia oficialmente as celebrações de Natal. O Bom Velhinho mais famoso do mundo traz sua alegria ao Taguatinga Shopping, no dia 12 de novembro de 2016, às 17h, acompanhado do Grupo Caixa Cênica. Juntos, apresentarão um emocionante espetáculo exclusivo com o tema “O Quebra Nozes e a Magia do Natal”.
No Estacionamento coberto H, o grupo apresenta uma história repleta de canções e coreografias com Clara, a pequena protagonista que embarca em uma aventura natalina e descobre o verdadeiro valor das coisas. Na trama, ela se depara com personagens incríveis, como o Quebra-Nozes mágico, a Bailarina e o Rei Ratão. O clima familiar será a pedida perfeita para se emocionar com o enredo e a trilha sonora da montagem, além de se divertir com diversas surpresas e efeitos especiais.
FOTOS: TELMO XIMENES
SERVIÇO:
Chegada Do Papai Noel – O Quebra Nozes e a magia do Natal
Data: 12.11.16 – Sábado
Horário: 17h
Local: Estacionamento H (coberto), acesso pelo 2º Piso – Taguatinga Shopping
Capacidade de público: Até 2000 pessoas
Classificação indicativa: Livre
Entrada Gratuita: Conforme disponibilidade do espaço
Informações: (61) 3451-6000
De acordo com Sincodiv-DF, emplacamento de veículos tem leve alta sobre setembro
Ao contrário de setembro, as vendas de carros zero quilômetro registraram leve alta em outubro. O setor já começou a se movimentar para o fim de ano, quando lotam os pátios das concessionárias com clientes em busca de preços mais baixos e atrativos.
A pesquisa mensal divulgada pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (Sincodiv-DF) aponta que, em outubro, foram vendidas 4.665 unidades ante 4.627 em setembro. O número representa um aumento de 0,82% em relação ao mês passado.
Se comparado com outubro de 2015, o mesmo mês deste ano apresenta redução de 7,48%, no DF. Já no Brasil, a queda foi de aproximadamente 0,57% no último mês; e 17,22%, em paralelo a igual período do ano anterior.
“O crescimento foi lento, porém significativo para o setor, que apresenta sinais de melhoria. Fechamos o mês com saldo positivo, agora é trabalhar para que as pessoas aproveitem o 13º salário para trocar o carro, o que é comum nesse período do ano”, explica Alessandro Soldi, vice-presidente do Sincodiv-DF.
Ranking – A Fiat segue na liderança das marcas mais vendidas no DF. Em outubro, foram emplacados 911 veículos, o que representa 18,73% do mercado. A GM permaneceu em segundo no ranking, com 522. Em terceiro lugar ficou a Toyota. Volkswagen e Hyundai fecham as cinco marcas mais comercializadas no último mês.
Motocicletas – Em outubro, foram emplacadas 610 motocicletas contra 663 em setembro. A Honda segue na liderança das marcas mais vendidas no DF, com 448 unidades emplacadas, o que representa 73,21% do mercado. A Yamaha continua em segundo no ranking, com 64. Em terceiro lugar, a Triumph; e a Kawasaki e a BMW fechando as cinco marcas mais vendidas no último mês.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki decidiu hoje (10) abrir inquérito para investigar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) no âmbito da Operação Lava Jato. Como a investigação está em segredo de Justiça, não é possível saber os detalhes do processo, que começou a ser apurado na Justiça Federal no Paraná e foi remetido ao Supremo porque a senadora tem foro privilegiado.
Gleisi Hoffmann já responde a um processo no Supremo no qual é ré junto ao seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Em maio, o casal foi denunciado ao Supremo sob a acusação de ter recebido R$ 1 milhão para a campanha da senadora em 2010. De acordo com depoimentos de delatores na Lava Jato, o valor é oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras. Ambos foram citados nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Rodrigo Mudrovitsch, advogado da senadora, afirmou que ainda não teve acesso ao inquérito e que vai se manifestar somente após analisar do conteúdo do material.
DF - SENADO/BOLSONARO - POLÍTICA - O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) é visto no plenário do Senado, em Brasília (DF), nesta terça-feira. 11/02/2014 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse se considerar vítima de perseguição política e que nada o impedirá de lançar candidatura à Presidência da República em 2018. “Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018”, avisou.
Bolsonaro se gabou de já ter respondido a 30 processos. “É uma perseguição atrás da outra”, reclamou. Para o deputado, o que está em jogo hoje é a tentativa de cassar o direito de expressão dos parlamentares e que continuará usando a tribuna para emitir suas opiniões. “Minha arma são as palavras, minha bomba atômica é a verdade”, afirmou.
O deputado participou da sessão do Conselho de Ética que analisa o processo por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) e negou que tenha provocado o colega no episódio da cusparada. Ele disse que renuncia ao mandato se provarem que ele provocou Wyllys no dia da sessão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
O deputado Capitão Augusto (PR-SP), conhecido por andar com a farda da Polícia Militar paulista pelos corredores da Câmara, saiu em defesa de Bolsonaro e disse que a mídia teme que ele seja candidato em 2018. “Ele é o único político que onde vai é ovacionado”, afirmou. Augusto disse que a imprensa protege Wyllys, já que até hoje não houve nenhum editorial criticando o ato do parlamentar contra Bolsonaro. “Logo mais vão dizer que o senhor (Bolsonaro) é culpado”, emendou.
Está na pauta da sessão desta tarde do conselho a votação do processo disciplinar contra Bolsonaro e a tendência é de arquivamento. Bolsonaro dedicou seu voto à favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar.
Na sessão do dia 17 de abril, Bolsonaro fez um discurso que causou revolta no plenário. “Nesse dia de glória para o povo brasileiro, tem um nome que entrará para a história nessa data, pela forma como conduziu os trabalhos nessa Casa. Parabéns presidente Eduardo Cunha. Perderam em 64, perderam agora em 2016. Pela família e pela inocência das crianças em sala de aula, que o PT nunca teve. Contra o comunismo. Pela nossa liberdade contra o Foro de São Paulo. Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff. Pelo Exército de Caxias, pelas nossas Forças Armadas. Por um Brasil acima de tudo e por Deus acima de todos, o meu voto é sim”, discursou.
No dia 13/11, o Papai Noel será esperado com atrações gratuitas para a criançada
A data mais esperada do ano, o Natal, está cada vez mais próxima. É tempo de celebrar e compartilhar momentos felizes ao lado das pessoas mais importantes para cada um de nós. E para o JK Shopping esse momento é ainda mais especial, já que em novembro o mall completa 3 anos. Por isso, o centro comercial inovou totalmente e vai trazer um Natal super ousado e diferenciado, com elementos que ressaltam a beleza e a diversidade da natureza. Na programação, muitas atrações vão proporcionar emoção, diversão e descontração para toda a família.
Esse ano, o tema escolhido foi “Natal na floresta, tem mais festa”, isso mesmo, o Papai Noel vai atender a criançada cercado por um imenso cenário verde, com árvores, moinhos e bichinhos de todas as cores e tamanhos. Tem também um laguinho, praia com tartarugas marinhas, vasos com plantas frutíferas, pássaros e até uma horta orgânica para complementar a grande paisagem, que apesar de artificial, vai encantar adultos e crianças. Tudo isso, sem fugir das cores e da magia tão característica do Natal. Por lá, as crianças vão poder passear por uma linda trilha interativa e se divertir com os brinquedos lúdicos que a decoração oferece, como um escorregador.
No dia 13/11, tem a tão esperada chegada do Papai Noel para o lançamento oficial da decoração. Nesse dia a programação, toda gratuita, começa às 12h, e só termina às 18h. Quem estiver por lá vai aproveitar um monte de atrações e brincadeiras, entre elas: cabine fotográfica, recreação infantil, algodão doce, pipoca, balão, pintura de rosto, e muito mais. A partir das 16h, tem um grande espetáculo, o clássico musical ” O Rei Leão”, com a Cia Teatral Néia e Nando. O público vai rir e vibrar com a história do pequeno leãozinho Simba, filho do rei Mufasa e da rainha Sarabi, que foi injustamente acusado da morte do pai e foge para o exílio. Distante de suas terras, o jovem animal faz amizade com o javali Pumba e o suricato Timão. Com eles, Simba aprende a filosofia do Hakuna Matata, que significa “sem preocupações”. Anos depois, ao ser descoberto por Nala, sua amiga de infância, Simba tem que decidir se deve assumir suas responsabilidades como rei ou seguir com seu estilo de vida despreocupado.
E logo depois, às 17h, o ponto alto da festa será a tão esperada chegada do bom velhinho. Acompanhado de suas noeletes e seus duendes, Noel vai fazer a alegria da garotada na Praça Central. Quem quiser vai poder tirar fotos, trocar abraços e até confidenciar o que deseja ganhar de presente.
Promoção de Natal
A expectativa para a data não poderia ser melhor. Segundo o superintendente do mall, Marcos Atayde, o crescimento esperado em vendas é de 11%, em relação ao ano anterior. Tanto otimismo assim, resultou em um investimento de 1 milhão de reais na campanha natalina com tudo que a data merece. Para entrar no clima de Natal, uma celebração que reúne família e amigos, a promoção deste ano vai premiar um único ganhador com uma viagem PARA TODA FAMÍLIA, no valor de 30 mil reais, além de um cartão de débito (sem opção de saque) no valor de 50 mil reais. Cada R$ 100 em compras poderá ser trocado por um cupom para concorrer a premiação, e clientes que possuem o cartão BRB ganham cupons em dobro.
A promoção vai de 14/11 a 07/01/2017, data na qual será realizado o sorteio.
Confira a programação:
12h00 às 20h00 – Distribuição de pipoca e algodão doce
12h00 às 20h00 – Entrega de balão na vareta com personagens caracterizados
12h00 às 20h00 – Pintura de rosto
13h00 às 17h00 – Cabine Fotográfica
12h00 às 20h00 – Animação e Recreação infantil com A Hora do Agito
15h30 às 16h00 – Teatro de Fantoches com A Hora do Agito
16h00 às 17h00 – Musical “O Rei Leão” da Cia Teatral Néia e Nando
17h00 às 17h30 – Chegada do Papai Noel
17h30 às 18h00 – Contagem regressiva para acendimento das luzes da decoração de Natal
JK SHOPPING
Endereço: Avenida Hélio Prates QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia
Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 10 às 22 e domingos e feriados das 12 às 22h
Michel Temer em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília – 27/10/2016 (Carolina Antunes/PR/Divulgação)
Defesa do ex-deputado arrolou 22 nomes como testemunhas de defesa do peemedebista, mas juiz só aceitou 19
O juiz federal Sergio Moro aceitou nesta segunda-feira pedido dos advogados do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que o presidente Michel Temer e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sejam ouvidos como testemunhas de defesa do ex-parlamentar. Em seu despacho, o magistrado responsável pelas ações da Lava Jato em Curitiba pede que um ofício seja enviado a Temer e que o presidente manifeste se deseja ser ouvido em audiência ou por escrito, como determina a Constituição. Moro pede, “respeitosamente”, que a resposta seja enviada em cinco dias, “já que há acusado preso”.
Além de Temer e Lula, Moro autorizou a oitiva de outras dezoito testemunhas arroladas por Cunha, entre elas o ex-senador Delcídio do Amaral, os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Mauro Ribeiro Lopes, o pecuarista José Carlos Bumlai e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. No caso de Lula, o juiz da Lava Jato mandou que a Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP), onde o petista mora, seja acionada para colher o depoimento do ex-presidente, “preferivelmente por videoconferência”, num prazo de 30 dias.
A defesa havia pedido 22 testemunhas, mas Moro negou a oitiva de três delas — Mary Kiyonaga, Elisa Mailhos e Luiz Maria Peneyrua – por residirem na Suíça.
Segundo o juiz, se a defesa considerar “imprescindível” a explanação das três pessoas, que eram funcionárias de bancos suíços, terá que arcar com as despesas de trazê-los ao país.”Querendo, faculto à defesa que traga, as suas expensas, as referidas testemunhas para depoimento no Brasil ou que colha delas depoimentos por escrito e que poderão ser juntados aos autos para avaliação conjunta com as demais provas”, escreveu Moro.
As primeiras testemunhas a prestarem depoimento serão o ex-gerente da área Internacional da Petrobras Eduardo Musa e o auditor da Petrobras Rafael de Castro da Silva, arrolados pela acusação, em audiência marcada para o dia 18 de novembro.
Cunha está preso preventivamente na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde o dia 19 de outubro por decisão de Moro. O ex-parlamentar é acusado formalmente de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas por manter contas ilegais na Suíça que teriam sido abastecidas com propina do esquema na Petrobras.
Confira a lista completa de testemunhas de defesa que serão ouvidas na ação penal contra Cunha:
1 – Michel Miguel Elias Temer Lulia
2 – Felipe Bernardi Capistrano Diniz
3 – Henrique Eduardo Lyra Alves
4 – Antônio Eustáquio Andrade Ferreira
5 – Mauro Ribeiro Lopes
6 – Leonardo Lemos Barros Quintão
7 – José Saraiva Felipe
8 – João Lúcio Magalhães Bifano
9 – Nelson Tadeu Filipelli
10 – Benício Schettini Frazão
11 – Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos
12 – Sócrates José Fernandes Marques da Silva
13 – Delcídio do Amaral Gómez
14 – Nestor Cuñat Cerveró
15 – João Paulo Cunha
16 – Hamylton Pinheiro Padilha Júnior
17 – Luís Inácio Lula da Silva
18 – José Carlos da Costa Marques Bumlai
19 – José Tadeu de Chiara