Início Site Página 2235

Marcela Temer entra em cena

0

PERFIL: A mulher do presidente Temer em uma de suas raras aparições públicas: mudança gradativa (Crédito: Foto: ANDRE COELHO/Ag. O Globo)

A primeira-dama deve comandar o programa Criança Feliz, que atende crianças beneficiárias do Bolsa Família de 0 a 3 anos

os últimos seis anos, ela fez o maior esforço para se manter incógnita, por mais tumulto que suas raras aparições públicas e poucas palavras causassem. Mas agora o período de reserva deve chegar ao fim para a discreta Marcela Temer, a primeira-dama do Brasil. O presidente Michel Temer revelou à ISTOÉ que nas últimas semanas vem conversando com sua mulher sobre o engajamento dela em uma atividade social, como é tradição das esposas de presidentes, governadores e prefeitos no País e no exterior (ver quadro). O casal discutiu a ideia e a jovem advogada paulista de 33 anos expressou sua predileção por realizar algum trabalho envolvendo crianças carentes. Alguns dias antes da votação definitiva do impeachment, Temer pediu que o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, apresentasse à sua mulher o programa “Criança Feliz”, que deve ser uma das bandeiras da nova gestão. Terra detalhou à Marcela que o projeto vai atender menores entre 0 e 3 anos e 11 meses, todos beneficiários do Bolsa Família. Explicou que, quando estiver em pleno funcionamento, cerca de 70 mil funcionários farão visitas às casas de ao menos até 50% das 4 milhões de famílias para prestar orientações ligadas à saúde e psique. Falou da importância de cuidar da primeira infância, período em que são desenvolvidas as funções cognitivas, decisivas para o desenvolvimento adequado e intelectual dos jovens  e adultos.

“Apesar de animada com a ideia de desenvolver um trabalho
social, a discreta advogada está preocupada com sua exposição”

Marcela saiu entusiasmada da conversa. E, por enquanto, a ideia é que ela seja uma espécie de embaixadora do “Criança Feliz”. Até hoje, Temer procurou restringir as aparições da mulher a ocasiões consideradas fundamentais, como, por exemplo, às cerimônias da posse presidencial de 2011 e de 2015, quando ela se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter mundial. O curioso é que quando ele próprio foi empossado presidente, na última quarta-feira 31, ela não compareceu. De acordo com assessores, a deliberada ausência teve o objetivo de não caracterizar o evento como uma festividade. A advogada também não acompanhou o marido na abertura das Olimpíadas, onde muitos chefes de Estado estavam ladeados de suas esposas.

Missão número 1

O programa Criança Feliz, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, no qual a primeira-dama Marcela Temer irá se envolver, vai atender menores entre 0 e 3 anos e 11 meses – todos beneficiários do Bolsa Família. Quando estiver em pleno funcionamento, cerca de 70 mil funcionários farão visitas às casas de ao menos até 50% das 4 milhões de famílias para avaliação médica, pedagógica e psicológica. O programa, que deve ser lançado na terceira semana de setembro, começará a ser implantado em dez cidades. Para 2017, está previsto um orçamento de R$ 300 milhões. Mas este valor poderá chegar a até R$ 800 milhões. Haverá, também, capacitação de gestores

Desde 2003, com Ruth Cardoso (1930-2008), mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o Brasil não tem uma primeira-dama atuante (leia quadro). Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dedicou-se com mais afinco às causas políticas durante o período de militância petista desde a fundação do Partido dos Trabalhadores. Entretanto, durante os oito anos de governo Lula, preferiu se dedicar à família e aos cuidados da casa.

Mudança de rotina

Apesar de animada com a ideia de desenvolver um trabalho de cunho social, Marcela Temer está preocupada com sua exposição. E não é só porque terá de enfrentar a própria timidez. A nova primeira-dama está temerosa por lançar-se sem experiência ao ainda tão inflamado ambiente político. Para tentar driblar esse obstáculo, a pretensão é que ela vá assumindo a agenda pública aos poucos. Hoje, a esposa do peemedebista não tem ajudante de ordens nem assessores, quadro que pode mudar caso realmente se engaje em questões de governo. Marcela é advogada por formação, mas não chegou a exercer a profissão. Durante todo o tempo de vice-presidência do marido, ela optou por morar em São Paulo com o filho, praticamente restringindo aos finais de semana os encontros com ele. Lá, ela permanecia longe da política, dos holofotes e acabava ficando mais perto da mãe, da irmã e de algumas amigas. Cuidava do filho, da casa e ia à academia.


Quando Temer assumiu como presidente interino, em maio, ela se mudou para Brasília. Apesar de estranhar um pouco a cidade, ficou encantada com a horta orgânica cultivada no Palácio do Jaburu. Ela pouco sai de casa e uma de suas raras amizades é com a mulher de um jovem ministro da base aliada. Nos próximos dias, quando Dilma desocupar o Palácio da Alvorada, a primeira-dama vai pessoalmente conhecer as dependências do imóvel.

Débora Bergamasco – IstoÉ

PERDA DO MANDATO, POSSE DE TEMER, DISCURSOS E REPERCUSSÃO NO BRASIL E NO MUNDO

0

Às 13h34 desta quarta-feira (31), Dilma Rousseff (PT) sofreu impeachment e encerrou seu mandato frente à Presidência da República. Em discurso após a votação no Senado, Dilma disse que sofreu um segundo golpe e prometeu uma oposição “firme e incansável”. Às 16h49, Michel Temer (PMDB) deixou a vice-presidência oficialmente e foi empossado presidente. Mais tarde, na primeira reunião ministerial, respondeu aos opositores, prometendo não levar “desaforo para casa”: “golpista é você”.

Perda do mandato
Após 73 horas, o julgamento do impeachment no Senado terminou com o veredicto de condenação de Dilma por crime de responsabilidade, pelas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e por ter editado decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional. Foram 61 a favor e 20 contrários ao impeachment, sem abstenções. Saiba como votou cada senador. Em uma segunda votação, os senadores decidiram manter a possibilidade de Dilma disputar novas eleições e assumir cargos na administração pública.

Governistas surpresos com a segunda votação prometeram recorrer. Segundo o colunista Gerson Camarotti, a divisão foi costurada entre PT e PMDB para aliviar Dilma. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) decidiu entregar o cargo, mas Temer não aceitou. O senador Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992, criticou: “dois pesos, duas medidas”.

Discurso de Dilma


Em seu primeiro pronunciamento, a agora ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que a decisão é o segundo golpe de estado que enfrenta na vida e que os senadores que votaram pelo seu afastamento definitivo rasgaram a Constituição. Ao lado de aliados, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi enfática: “Ouçam bem: eles pensam que nos venceram, mas estão enganados. Sei que todos vamos lutar. Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer.”

Posse de Temer


Três horas após o afastamento de Dilma Rousseff, Michel Temer foi empossado o novo presidente da República. A cerimônia durou apenas 11 minutos. Ao apertar a mão de Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse a ele: “Estamos juntos”.

Na primeira reunião ministerial do governo, Temer afirmou que agora a cobrança sobre o governo será “muito maior” e rejeitou a acusação de que o impeachment foi um golpe. “Golpista é você, que está contra a Constituição”, afirmou dirigindo-se a Dilma.

O novo presidente embarca para a China, onde participa, nos dias 4 e 5, em Hangzhou, da Cúpula de Líderes do G20, grupo das 20 principais economias do mundo. Temer afirmou que vai “revelar aos olhos do mundo que temos estabilidade política e segurança jurídica.” Durante a ausência, assume provisoriamente a Presidência o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara.

Repercussão e manifestações


Após a votação final do impeachment, houve protestos a favor e contra Temer pelo país. Na Avenida Paulista, um grupo protestava contra o impeachment, enquanto outro comemorava com bolo e champagne.

Repercussão internacional


A rede norte-americana CNN deu grande destaque à notícia em seu site e afirmou que a decisão é “um grande revés” para Dilma, mas “pode não ser o fim de sua carreira política”. O argentino “Clarín” afirma que o afastamento de Dilma marca “o fim de uma era no Brasil”. O “El País”, da Espanha, chamou a atenção para a resistência da ex-presidente, que decidiu enfrentar o processo até o final, apesar das previsões de que seu afastamento seria concretizado.

Do G1

Senado aprova impeachment, Dilma perde mandato e Temer assume

0

Presidente afastada perdeu mandato por 61 votos favoráveis e 20 contrários.
Oficiais de justiça notificarão Dilma; sessão do Congresso dará posse a Temer.

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

A decisão foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário.

A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores irão apreciar se Dilma deve ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Até a última atualização desta reportagem, a segunda votação ainda não havia sido realizada.

Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercício Michel Temer sobre o resultado do julgamento.

Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara.

Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.

Processo de impeachment
A condenação de Dilma se deu após seis dias de julgamento no Senado. Até o impeachment, houve sete votações no Congresso.

O primeiro parecer foi aprovado na comissão especial da Câmara, em 11 de abril de 2016, por 38 a 27 (veja todas as etapas do processo).

A autorização para a abertura do processo foi dada em 2 de dezembro de 2015, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que a bancada do PT decidiu votar pela continuidade do processo de cassação contra ele no Conselho de Ética.

Em 12 de maio, o Senado decidiu afastar Dilma, e Temer assumiu a Presidência interinamente. Desde então, o processo de impeachment passou a ser conduzido pelo presidente do Supremo.

Condenação
O pedido de impeachment contra Dilma, apresentado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo, apontou que ela cometeu crime de responsabilidade ao editar três decretos de créditos suplementares sem autorização do Legislativo e ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais”, que consistiram no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil por subsídios agrícolas referentes ao Plano Safra.

Segundo os juristas – e agora o Congresso – Dilma descumpriu a Lei Orçamentária de 2015 e contraiu empréstimo com instituição financeira que controla – o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Aliados da petista e seus advogados argumentaram, ao longo de todo o processo, que Dilma não cometeu ilegalidade e que não houve dolo ou má-fé na abertura de créditos suplementares. Além disso, que as chamadas “pedaladas” não são empréstimos, mas prestações de serviços cujos pagamentos foram regularizados após orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).

A defesa da ex-presidente afirmou ainda que o processo de impeachment foi aberto como ato de “vingança” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por não ter recebido apoio da bancada do PT para barrar o processo de cassação contra ele.

Gustavo Garcia, Fernanda Calgaro, Filipe Matoso e Laís LisDo G1, em Brasília

Senado decide nesta quarta se afasta Dilma definitivamente da Presidência

0

Antes da votação, 2 senadores a favor e 2 contra poderão falar na tribuna.
Presidente do STF também vai ler resumo da acusação para decisão final.

Após seis dias de julgamento, o Senado decide nesta quarta-feira (31) se a presidente afastada Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e deve ser afastada definitivamente do cargo.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que também comanda o julgamento do impeachment, marcou para as 11h desta quarta a votação final do processo de impeachment da petista. O horário foi definido após acordo com senadores na sessão desta terça (30).

Para o impedimento definitivo de Dilma, são necessários ao menos 54 votos entre os 81 senadores.

Antes da votação, outros 4 senadores poderão se manifestar, sendo 2 a favor do impeachment e 2 contra, por no máximo 5 minutos cada um. O tempo poderá ser dividido por mais senadores, se houver acordo entre eles.

Diferentemente de votações sobre propostas legislativas, os líderes partidários não poderão orientar os parlamentares como votar.
“O voto de cada Senador deverá exprimir a respectiva convicção de foro íntimo”, conforme diz o roteiro do julgamento.
O último ato antes da votação é a leitura, por Lewandowski, da seguinte pergunta:

“Cometeu a acusada, a Senhora Presidente da República, Dilma Vana Rousseff, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União e à abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional, que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?”

Os senadores a favor do impeachment deverão votar “Sim” e os senadores contrários “Não”. A votação será aberta e cada senador terá a opção registrada no painel eletrônico.

Após o fim da votação, Lewandowski escreve e lê a sentença e pedirá que todos os senadores a assinem. O documento será publicado na forma de uma resolução. A acusação e a defesa serão informadas oficialmente do resultado e o presidente interino Michel Temer comunicado.

Se Dilma for absolvida, ela será imediatamente reabilitada ao mandato, do qual está afastada desde maio. voltando ao exercício do cargo. Se for condenada, ficará inelegível por oito anos a partir de 2018, ano em que ela encerraria o segundo mandato.

Renan Ramalho
Do G1, em Brasília

Brasil tem mais de 206 milhões de habitantes, estima IBGE

0

O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta terça-feira, 30, as mais novas estimativas sobre a população brasileira feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelos novos números, o País já conta com mais de 206 milhões de habitantes, número superior aos 204 milhões registrados ano passado.

Entre outros objetivos, as estimativas são usadas para o cálculo das cotas do Fundo de Participação de Estados e municípios. Os dados têm data de referência em 1º de julho e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios. Clique aqui e veja a íntegra do documento.
Estadão Conteúdo

Festa do Morango mobiliza a capital do país

0

Começa na próxima sexta-feira (2) em Brazlândia o evento que reúne milhares de pessoas e promove uma das culturas mais ricas do Distrito Federal

A safra de morangos no Distrito Federal pode alcançar 4,6 mil toneladas neste ano – em torno de 15 milhões de caixinhas. Os morangos produzidos na capital federal abastecem a mesa de brasilienses e de brasileiros em quase todo o país. O DF disputa o sexto lugar da produção nacional entre os Estados produtores da fruta. Para celebrar essa significativa atividade econômica, fruto do esforço de produtores e técnicos, acontece, a partir da próxima sexta-feira (2), a 27º Festa do Morango, em Brazlândia, principal polo produtor.

Além da tradicional Morangolândia — o espaço onde cerca de 30 bancas oferecerão geleias, doces, bolos, licores e várias outras iguarias, além do próprio morango in natura —, a festa contará também com mostra agrícola, encontro técnico para os produtores, programação musical, premiação do concurso de receitas e uma novidade: a excursão turística “Colha e Pague”, onde os participantes visitarão uma propriedade e poderão comprar morangos diretamente do produtor (veja programação completa abaixo).

Histórico — A produção de morangos de Brazlândia começou na década de 1970. Os japoneses que migraram para a região com o objetivo de cultivar e fornecer produtos agrícolas à capital trouxeram as primeiras mudas. De início o cultivo era tímido e rudimentar. Naquela década, os riscos eram maiores, pois os agricultores não contavam com as técnicas e com a tecnologia empregadas hoje. Atualmente a fruta tem um excelente preço e muitos produtores se dispõem a enfrentar os desafios de cultivá-la.

Na década de 1980, o número de agricultores dispostos a produzir a fruta aumentou. A Emater-DF capacitou técnicos para apoiá-los e a cultura começou a evoluir. Nos anos 90, os japoneses não eram mais os únicos a plantar morango. Agricultores brasileiros que migraram de diversas partes do Brasil também começaram a cultivar o produto na região de Brazlândia. Como a rentabilidade das hortaliças teve uma queda, o morango passou a ser visto como uma boa alternativa para estes que se arvoraram no plantio da fruta.

A Emater-DF tem assessorado e vem buscando capacitar os produtores de morango da região e a produção tem crescido, assim como a qualidade da fruta, que tem melhorado a cada ano. Hoje, 5,1 milhões de pés de morango são plantados na região agrícola de Brasília. A grande mudança no cultivo dessa fruta ocorreu nos últimos dez anos. O uso de túneis que protegem a planta das chuvas, os sistemas de irrigação, fertirrigação e, principalmente, a introdução de novas variedades da fruta morango, contribuíram para a popularização do produto. Essas mudanças fizeram com que o morango produzido na região do Distrito Federal seja referência nacional.


27ª Festa do Morango
2/9 (sexta)

19h – Abertura oficial
21h – Concurso da Rainha do Morango

4/9 (domingo)
14h30 – Premiação do 12º Concurso de Receitas com Morango

10/9 (sábado)
14h30 – Excursão Experimental “Colha e Pague” em propriedade produtora

3 a 20/9
12º Encontro Técnico do Morango – dia especial e palestras técnicas

2 a 9/9
3ª Florabraz – Feira de Floricultura e Jardinagem de Brazlândia

9 a 11/9
27ª Exposição Agrícola de Brazlândia

Processo de impeachment chega hoje à fase final

0

A presidente afastada, Dilma Rousseff, faz sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado – 29/08/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Na etapa da discussão, acusação e defesa falarão a senadores. Na sequência, parlamentares poderão discursar. Votação deve ocorrer na madrugada

O processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff chega nesta terça-feira à etapa derradeira: os senadores finalmente apresentarão seus votos – e decidirão se Dilma será condenada por crime de responsabilidade, sendo definitivamente apeada do cargo. A previsão, contudo, é que a votação se dê apenas na madrugada ou manhã de quarta. Isso porque a sessão de hoje abrigará as manifestações da defesa e da acusação, além dos discursos dos parlamentares inscritos.

Iniciada a sessão, acusação e defesa têm 1h30 para se manifestar. Trata-se da chamada fase de discussão. Há uma hora para réplica e outra para tréplica. Encerrada essa etapa, cada senador terá a palavra, na ordem da inscrição. Os parlamentares terão 10 minutos cada um para se manifestar. Na sequência, o presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, lerá aos senadores um relatório resumido do julgamento, com os argumentos da acusação e da defesa. Depois, dois senadores favoráveis ao impeachment e dois contrários poderão falar por atpe 5 minutos cada. Somente encerrada essa fase o painel de votação será aberto.

Questões de ordem ou manifestações pela ordem podem ser feitas a qualquer momento, por até 5 minutos. O mesmo tempo é concedido para argumentação contrária. O presidente da sessão decide sobre as questões de ordem, não cabendo recurso ao plenário. Pelo acordo estabelecido entre Lewandowski e os senadores, as questões de ordem devem ser apresentadas no início da sessão e, em seguida, o presidente do STF deve decidir acerca de cada uma delas.

Ao longo das horas em que falou, Dilma foi dura com o Congresso e chegou até mesmo a responsabilizar os parlamentares por ter inviabilizado seu governo, com a colocação de pautas-bomba em votação. Como de praxe, nenhum mea-culpa de fato – nem para tentar sensibilizar os senadores. Em alguns dos momentos mais tensos da sessão, Dilma esteve frente a frente com os tucanos Aécio Neves (MG), derrotado por ela nas eleições de 2014, e José Aníbal (SP), seu companheiro de luta armada e a quem conhece há 50 anos. Se com Aécio trocou alfinetadas sobre o pleito, a Aníbal a petista disse estar “estarrecida” com o fato de ele ter antecipado que votará pelo impeachment.

A tropa de choque de Dilma também não perdeu a oportunidade de subir à tribuna. Em um dos mais inflamados discursos, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a política não veste saias. “Ela ainda é um ambiente misógino”. E prosseguiu: “O que nos dá o direito de julgá-la, de apontá-la os dedos, se a crise econômica que assola esse país teve muito desse Congresso?”. Já Lindbergh Farias (PT-RJ) culpou Temer e Cunha pelo processo – e se referiu à sessão da Câmara que aceitou a denúncia como “assembleia de bandidos”.

O presidente em exercício Michel Temer acompanhou o discurso da petista no Palácio do Jaburu, acompanhado do ministro da Casa Civil Eliseu Padilha. Interlocutores de Temer classificaram a fala de Dilma como “fraca politicamente” e avaliam que o discurso não tem o poder de mudar votos. Ainda cedo, chegaram à residência oficial de Temer os ministros da Secretaria Geral, Geddel Vieira Lima, o interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, e o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz. Assessores palacianos avaliam que Dilma mostrou nas respostas aos congressistas a sua “crônica incapacidade de verbalizar e construir suas ideias”. Todos se dizem convencidos de que os votos computados anteriormente estão “totalmente preservados”.

Também nos bastidores senadores petistas afirmam que a participação de Dilma foi importante para o registro histórico, mas dificilmente mudará o placar da votação final. Dilma precisa de 28 votos para barrar o impeachment. Na votação que a tornou ré, obteve apenas 21. Aliados do presidente em exercício calculam que cerca de 60 dos 81 senadores vão votar pelo afastamento definitivo da petista.

Veja.com

Inspeção aponta série de falhas no asfalto novo de Águas Claras

0

Após inspeção nas duas principais vias de Águas Claras, o corpo técnico do Tribunal de Contas do Distrito Federal constatou várias irregularidades na execução do asfalto novo da cidade. Nesta segunda-feira, dia 29 de agosto de 2016, o presidente do TCDF, Conselheiro Renato Rainha, e uma equipe de auditores fizeram uma nova visita à cidade. “Isso tudo vai ser recuperado! É uma obra recente e obras de asfalto têm que ter durabilidade. A ideia do Tribunal é fazer a fiscalização no momento em que a obra está sendo feita ou um pouquinho depois para garantir a qualidade para a população”, afirmou o presidente da Corte.

O relatório produzido pelo Núcleo de Fiscalização de Obras (NFO) do TCDF apontou falhas graves no recapeamento asfáltico das Avenidas Araucárias e Castanheiras. Entre os erros estão afundamentos profundos nas pistas. Em alguns trechos, a base foi mal executada, não suportou a carga dos carros que transitam pelo local e cedeu.

Também foram encontrados buracos e fissuras; desnivelamento das vias; remendos fora dos parâmetros definidos pelas normas técnicas; indícios de compactação inadequada e problemas na usinagem do concreto.

Os auditores do Tribunal identificaram ainda a falta de sinalização horizontal. Em vários pontos, não havia pintura na via, incluindo aí as faixas de pedestre. O Código Brasileiro de Trânsito (Lei nº 9.503/97) estabelece que nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente. A medida serve para garantir as condições adequadas de segurança na circulação.

O secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), Antônio Coimbra; o diretor da Novacap, JúlioMenegotto; fiscais da obra e representantes das empresas também participaram a fiscalização e receberam cópias do relatório. “Vamos exigir que as correções que forem por erro das empresas terão que ser refeitas por elas dentro da garantia contratual”, ressaltou o secretário.  O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Maurício Ludovice, também estava presente. A Caesb foi convidada porque as intervenções realizadas pela companhia para fazer as adequações necessárias nas redes de água e esgoto causaram danos à capa asfáltica de Águas Claras.

Todos esses integrantes do Governo do DF terão de apresentar um cronograma de correção das falhas apresentadas pela Corte. “No final desse período, nós vamos retornar para verificar se foi tudo corrigido e com qualidade. Nossa fiscalização vai ser permanente. Vamos também conversar com a Agefis e com as Administrações Regionais para que as companhias particulares – construtoras, empresas de telefonia, etc – responsáveis por danos no asfalto sejam notificadas e, se for o caso, autuadas e multadas, chamadas a ressarcir o prejuízo que causem em obras públicas”, afirmou o presidente do TCDF, Conselheiro Renato Rainha.

Quem deve governar o País?

0

Resignada com o próprio infortúnio político, a presidente afastada Dilma Rousseff acalentou uma última aspiração nos dias antecedentes à derradeira votação do impeachment: ela não gostaria de terminar como Fernando Collor, em 1992. Cortejado por meia dúzia de auxiliares, o ex-presidente foi compelido a deixar o Palácio do Planalto por uma porta lateral, de onde seguiu até o helicóptero presidencial debaixo de vaias. Ao piloto da Aeronáutica, Collor arriscou emitir uma última ordem. Como resposta, recebeu um rotundo “não”. Pressentira ali o epílogo de sua melancólica passagem pelo poder.

DOBRO DO APOIO EM 100 DIAS
O protocolo do adeus e as circunstâncias políticas atuais podem até impedir a reprise do episódio, mas – como Collor – Dilma não deixará saudades. A maioria dos brasileiros continua a apoiar o impeachment, prefere o presidente em exercício Michel Temer a ela e vislumbra um horizonte de esperança a partir da saída da petista do poder. São as principais conclusões de um levantamento realizado entre os dias 20 e 24 de agosto pelo instituto Paraná Pesquisas, a pedido da revista ISTOÉ . Às vésperas do último ato no Senado para o afastamento definitivo, a pesquisa exibe um cenário tétrico para Dilma. Segundo a amostragem, 65,5% dos brasileiros, se fossem senadores e tivessem de comparecer à sessão marcada para terça-feira 30, votariam pelo “Fora, Dilma”. Apenas 29,5% diriam “não” à cassação. Confrontada em outra pergunta com a única opção em jogo durante a apreciação do impeachment, ou seja, se quem deve governar o País dali em diante é Dilma ou Temer, a maioria optou pelo presidente em exercício do PMDB: 41,2%. A petista aparece com 21,9%. Ou seja, em 100 dias de governo, Temer já ostenta quase o dobro da preferência dos brasileiros para governar no País em relação à Dilma Rousseff.

“Acho que Temer faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o nome dele de maneira muito positiva” Ana Paula Henkel, 44 anos, ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira

Espontaneamente, 34,7% responderam “nenhum dos dois”. O pior índice de Dilma foi registrado na região Sul: 17,7%. O melhor no Nordeste: 32,3%. Mesmo assim, ela não bateria Temer na região, tradicional reduto petista. O peemedebista teria a preferência de 34,7% dos nordestinos. Já Temer obteve o melhor desempenho nas regiões Norte/Centro-Oeste: 46,2%.

Em sintonia com a consolidação de uma maioria favorável ao “Fora, Dilma” e com a preferência por Temer, o levantamento indica um otimismo com o novo Brasil a emergir no pós-cassação. Face à pergunta “Depois que a presidente Dilma Rousseff foi afastada do cargo, o sr. diria que o Brasil retomou a confiança e a esperança?”, 51,6% dos brasileiros disseram “sim”, contra 45,1% “não” e 3,4% que não responderam. O pulsar das ruas evidencia que este é um sentimento cada vez mais crescente entre os brasileiros. A aposentada Berta Ofenhejm, 89 anos, de São Paulo, é uma das otimistas por um Brasil melhor com a saída definitiva de Dilma do Planalto. Ela conta já ter visto tudo na política, mas nunca presenciou uma crise como a legada por Dilma. Para Berta, Temer pode levar o País a um caminho mais próspero. “Não tenho dúvidas de que o Brasil vai melhorar muito com ele. O presidente interino já mostrou com as medidas que tomou que viveremos um crescimento na economia. A saída de Dilma nos dá esperança”, diz. Pertencente a uma outra geração, o estudante de engenharia civil Rafael Barbar, 20 anos, de São Paulo, compartilha da mesma opinião. “Acho que o impeachment traz uma ótima expectativa para nós. Poderemos ter um governo com novas ideias, que faça o Brasil voltar a ser aquele País de oportunidades.” O jovem defende a convocação de novas eleições. Mas, em sua avaliação, Temer representa o primeiro passo para os brasileiros voltarem a sentir confiança. “Ele tem tomado medidas importantes no campo econômico. No médio prazo, vamos sentir os efeitos.”

“O impeachment também é uma mensagem política para o País, porque é um sinal de que a população não aceita um governante que faz o que quer, como a Dilma fez, como o Lula sempre fez” Rafael Cossi, 26 anos, consultor estratégico

Para a atriz e apresentadora Luísa Mell, 38 anos, a corrupção desenfreada e institucionalizada pelo PT é o motor da insatisfação nacional. “Se a Dilma não sabia de tudo que está sendo mostrado na Lava Jato, isso também é trágico porque mostra que ela é incompetente para o cargo. Acho muito sério também o fato de ela ter tentado obstruir a justiça colocando o Lula como ministro para ele ter foro privilegiado. O problema não se encerra na Dilma e no Lula. A investigação tem que continuar.” A veterinária Samira Franco Ferreira, 56 anos, faz coro. Para ela, a corrupção é um dos fatores a impulsionar o “Fora, Dilma”. “A ideia do impeachment é tirá-la do comando para recolocar o País nos trilhos. Com ela isso não vai acontecer. Principalmente com os escândalos que todos nós conhecemos bem.”

A corrupção esteve entre os temas abordados pelo instituto Paraná Pesquisas. Embora tenha se esforçado para emplacar a fictícia narrativa do “golpe”, que de maneira conveniente limita o seu afastamento a motivações políticas impulsionadas por “meras falhas contábeis”, a mandatária afastada aparece pela primeira vez associada pelos brasileiros aos malfeitos. Pior: como líder de uma quadrilha. Ante a pergunta espontânea sobre “quem seria o chefe da quadrilha que roubou o Brasil nos últimos anos”, 5,3% da população cravaram Dilma Rousseff na resposta. Neste quesito, a petista figura em segundo lugar, só ficando atrás de Lula, apontado por 38,2% dos entrevistados como o grande comandante do esquema de corrupção no País.

IMAGEM MANCHADA
O dado é um indicativo de que as recentes delações de personagens envolvidos no Petrolão, apontando que Dilma não só sabia como participou diretamente das operações de caixa 2 e pagamentos de propina durante a campanha eleitoral, contribuíram para a deterioração de sua imagem. O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi mencionado por 3,8%, FHC 3%, PT 2,6% e empreiteiros 2,1%. Do total, 34,5% não souberam responder. A corrupção, aliás, – ao lado da Saúde – constitui-se na principal preocupação dos brasileiros, de acordo com o instituto Paraná Pesquisas. Entre os entrevistados, 26% consideraram o combate à corrupção e os investimentos na Saúde como a “prioridade máxima” do próximo presidente do Brasil. Em seguida, aparece o Emprego (22,5%) , a Educação (15,8%) e a Segurança (7,7%). Para o comediante Marcelo Madureira, 58, anos, Temer terá de adotar algumas prioridades para conquistar a confiança do brasileiro. “Se ele tiver juízo, fará um baita ajuste no setor público. Vai ter que abrir o baú de maldades e também dar início a algumas reformas estruturais”, defendeu.

Em setembro do ano passado, o empresário e dono das lojas Riachuelo, Flávio Rocha, 58 anos, foi a público dizer que o governo de Dilma havia perdido o controle e a única saída seria o impeachment. Um ano depois, ele está esperançoso com os frutos a serem colhidos com a efetivação de Michel Temer. “O que estamos assistindo hoje é uma troca na forma de ver o mundo. Vamos ter um País normal e próspero, com uma combinação de democracia com livre mercado. Já vimos as sinalizações da confiança do investidor e do consumidor”, diz. O economista Cláudio Vourof, 66 anos, de Curitiba, comunga das mesmas idéias. Para ele, o impeachment trará uma lufada de esperança, principalmente para a economia. As expectativas, segundo ele, são as mais positivas. “A confiança dos empresários vai melhorar e eles devem investir mais. O impeachment cria um clima de otimismo e isso produzirá uma retomada econômica”, afirma. O médico Daniel Barhtolo Hyppolito, 36 anos, acompanhou todas as discussões em torno do impeachment e rechaça a narrativa do golpe, entoada por petistas e congêneres. “As acusações têm fundamento e estão de acordo com a Constituição”, diz. Apesar de Temer não ser seu candidato, ele acredita na capacidade do peemedebista de comandar a nação. “Temer e Dilma eram aliados. Ainda assim, acho que ele será melhor dirigente do que ela. Entendo que ela cometeu um crime e deve ser punida.”

Assim como Hyppolito, a ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira, Ana Paula Henkel, 44 anos, analisou com acuidade a situação da presidente Dilma antes de defender um posicionamento. “Não era contra nem a favor, estava apenas observando. Mas, após o relatório do senador Antonio Anastásia (PSDB-MG), vi que não tem como fugir do impeachment. Houve um crime de responsabilidade fiscal”, afirma. A ex-jogadora afirma não ter votado na chapa PT-PMDB em 2014, mas alimenta expectativas com a alternância de poder. “Acho que ele (Temer) faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o seu nome de maneira muito positiva. Sinto que é o que nós precisamos nesse momento.” Apesar de não apoiar Michel Temer, a atriz Julia Ianina, 33 anos, demonstrou preocupação com a paralisia do governo Dilma. Para ela, legítima representante dos que não querem nem Dilma nem Temer, o País poderá tomar um novo rumo quando forem convocadas novas eleições. “Dilma dificilmente conseguiria uma situação boa para governar. Então, o ideal seria ter uma nova eleição”. Trata-se de um cenário inviável, uma vez que a convocação de um novo pleito teria de ser aprovado por pelo menos 2/3 de um Congresso hoje alinhado com o atual governo. Num cenário hipotético de novas eleições, Dilma dificilmente teria condições de influir na disputa. Pelo contrário. O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas traduz a fragilidade política da petista, a manquitolar sem perspectivas eleitorais. Um percentual semelhante (63,7%) àquele favorável ao afastamento definitivo da presidente afastada não votaria de jeito nenhum num candidato apoiado por Dilma nas eleições municipais de outubro. Apenas 19,6% admitiriam votar num nome indicado pela presidente afastada. Se é incapaz de transferir votos, inepta para pavimentar maiorias parlamentares, como poderia nutrir planos políticos para si própria ou para outrem?
Istoé
Fotos: FELIPE GABRIEL/ag. istoé; Karime Xavier/Folhapress

XII CONPRA reúne profissionais de administração e personalidades brasileiras para discutir o futuro do país

0

Comprovando que a melhor saída para contornar a crise econômica e política brasileira está em aliar expertise e criatividade a um bom networking, a N Produções, em parceria com o Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA DF), realiza o seminário XII CONPRA: Excelência em gestão e liderança. O evento, que reunirá nomes de peso, como William Waack, Ayres Britto, Oscar Motomura, Betânia Tanure, Edison Talarico, Pedro Mandelli, e Luciano Pires, acontece no dia 27 de setembro (terça-feira), de 8h30 às 18h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A palestra de abertura, que acontece no dia anterior (26), no mesmo local, de 18h às 22h35, contará, ainda, com participação do jornalista Caco Barcellos e do master coach Sulivan França.

De acordo com José Paulo Furtado, empreendedor e CEO da N Produções, além de atender profissionais de administração, o XII CONPRA servirá como ferramenta de união para que líderes públicos e privados possam compartilhar experiências e conhecimento. “A crise é real e afeta a todos, por isso, é importante não perder tempo se colocando no papel de vítima, mas sim, investir na busca de aliados para gerar mudanças positivas”, coloca Furtado.

Para dar início ao seminário com o pontapé de otimismo que ele merece, Caco Barcellos e Sulivan França subirão ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães no dia 26, de 18h às 22h35, para falar sobre liderança e gestão, respectivamente. “Será uma boa oportunidade de discutir motivação e formas de superar desafios, usando o mercado atual como exemplo, além de relembrar a importância de pilares como ética e da cidadania, principalmente durante esse período que o país atravessa”, aponta Barcellos.

Na manhã seguinte (27), às 8h30, a primeira participação oficial do XII CONPRA: Excelência em gestão e liderança será a do jornalista renomado William Waack, com o tema “Para onde vamos? – Cenário político e econômico, e impacto da tomada de decisão”, que tratará de política brasileira, do futuro do Brasil pós-crise e das ameaças e oportunidades que a economia oferece no momento.

Logo depois, às 9h30, o antigo ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto, o especialista em liderança Oscar Motomura e a colunista do Valor Econômico Betânia Tanure convidarão os participantes a refletirem sobre o novo padrão dos líderes do futuro e a nova gestão brasileira, em uma mesa redonda a respeito de valores, integridade e transparência.

Às 11h15, após o primeiro coffeee break, Britto, Motomura e Tanure retornam para participar de um painel de debates, mediado por William Waack, para interagir com o público discutindo os temas abordados durante o bloco anterior.

Já às 14h, depois do almoço oferecido aos participantes, será o momento do palestrante e especialista em vendas Edison Talarico dar sua contribuição ao tema “Gestão estratégica para resultados – pessoas, processos e performances”, que fará abordagens a respeito de alianças funcionais, intermediárias e estratégicas, além de estratégias para selecionar os melhores tipos de negócio e para trabalhar em ambientes colaborativos.

Na sequência, às 15h, Pedro Mandelli, professor e consultor na área de mudança organizacional, tratará do tópico “Liderança para alta performance”, que irá gerar diferentes reflexões a respeito dos limites do desempenho humano e o papel do líder no gerenciamento desses limites, além das características que afetam negativamente o desempenho de um grupo de trabalho. E para finalizar, após um novo coffee break, às 16h45, o cartunista e escritor Luciano Pires encerra oXII CONPRA com a palestra “Meu Everest”, baseada em sua experiência de viajar até o Campo Base do Everest, aliada à discussão de técnicas de gerenciamento.

Ao adquirir o convite para o evento, o participante tem direito a um combo que inclui material de apoio, certificado online, coffee break e almoço. Há descontos especiais grupos e para empresas/profissionais registrados no CRA-DF. Para mais informações, basta entrar em contato através do número: 3272-1027 ou do e-mail:  www.conpra.com.br.

 

Serviço – XII CONPRA: Excelência em gestão e liderança

Quando: 27 de setembro (terça-feira), de 8h30 às 18h

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Convites/Mais informações: 3272-1027/www.conpra.com.br