Início Site Página 2236

PF indicia ex-presidente Lula, Marisa e mais três em processo da Lava Jato

0

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-primeira-dama, Marisa Letícia (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Indiciamento foi protocolado no sistema da Justiça Federal nesta sexta (26).
Entre os crimes, estão corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua esposa Marisa Letícia e mais três pessoas foram indiciados pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (26).

Eles foram indiciados por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro por suspeita de irregularidades na aquisição e na reforma de um apartamento tríplex do Edifício Solaris, em Guarujá, litoral de São Paulo, e no depósito de bens do ex-presidente.

Os outros três indiciados pela PF são: o ex-presidente da OAS, José Adelmario Pinheiro Filho (conhecido como Léo Pinheiro); o arquiteto Paulo Gordilho; e o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto.

Veja os crimes pelos quais cada um será investigado:

Lula – corrupção passiva, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro;
Marisa Letícia – corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Léo Pinheiro – corrupção ativa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro;
Paulo Gordilho – corrupção ativa e lavagem de dinheiro;
Paulo Okamotto – corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de capitais.

“Foi possível apurar que o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Letícia Lula da Silva foi beneficiário de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançam R$ 2.430.193,61 referentes as obras de reforma no apartamento 164-A do Edifícios Solaris, bem como no custeio de armazenagem de bem do casal”, diz o delegado federal Márcio Adriano Anselmo, que assina o indiciamento.

Adriana Justi, Bibiana Dionísio e Alana Fonseca – Do G1 PR

Impeachment: senadores favoráveis querem impugnar testemunhas de Dilma

0

Acusação pedirá suspeição de testemunhas de Dilma

Os aliados do governo de Michel Temer vão tentar impugnar as seis testemunhas de defesa da presidente afastada Dilma Rousseff. De acordo com o líder do Democratas, senador Ronaldo Caiado (GO), o mesmo argumento utilizado para colocar em suspeição o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Julio Marcelo de Oliveira, poderá ser também adotado para as testemunhas arroladas pela defesa.

“Veja o caso dessa testemunha, essa Esther [Dweck, ex-secretária de Orçamento Federal], que nossa assessoria levantou a vinculação dela com o gabinete da senadora Gleisi Hoffmann. Ela foi lotada inicialmente na Comissão de Assuntos Econômicos e transferida para o gabinete da senadora Gleisi Hoffmann”, disse Caiado.

Oliveira foi rebaixado da condição de testemunha a informante porque havia se manifestado anteriormente em ato a favor da rejeição das contas de Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União. Para Caiado, outras testemunhas de defesa vão se enquadrar na mesma linha de argumentação.

“Temos também o caso do economista [Luiz Gonzaga] Beluzzo, que encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um manifesto pedindo o encerramento do processo contra a presidente Dilma. Então você vê que, na verdade, eles não apresentaram nenhuma testemunha. Eles simplesmente trouxeram aqui alguns militantes para tentar trazer uma versão que é muito mais partidária e ideológica do que fazer uma narrativa dos fatos”, disse Caiado.

Tentativa anterior

O senador tentou impugnar o depoimento dessas testemunhas anteriormente, mas o presidente do julgamento, ministro Ricardo Lewandowski, pediu que a questão de ordem fosse formulada somente no momento em que as testemunhas forem começar a ser ouvidas. Por isso, ele deverá aguardar o fim da oitiva das testemunhas da acusação – depois de Julio Marcelo falará o auditor do TCU Antônio Carlos Costa D’Ávila.

O advogado de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, rebateu os argumentos que pedem a impugnação de suas testemunhas. Segundo ele, o que difere o caso do procurador Julio Marcelo de Oliveira dos demais é que a tese da defesa não é embasada apenas no depoimento dessas testemunhas.

“Nenhuma das nossas testemunhas formulou as teses da defesa, apenas participou de fatos ou de processos, nenhum foi o mentor de tudo. Julio Marcelo é o mentor da tese da acusação. Ele é citado do começo ao fim no relatório do senador Antonio Anastasia, todas as ideias estampadas na acusação vêm da ideia jurídica de Julio Marcelo”, disse.

Testemunha suspeita

Para Cardozo, a decisão de Lewandowski de colocar o procurador em suspeição foi “muito importante”, porque corrobora com as alegações da defesa de que ele esteve empenhado pessoalmente em condenar a presidenta.

“Fica claro que tudo aquilo que o procurador Julio Marcelo disse é uma situação de uma testemunha considerada, à posteriori, suspeita. Então tem que ser olhado com esta questão. E como testemunha suspeita, nem o compromisso de dizer a verdade ele tem”, disse.

O advogado de defesa alegou ainda que todo o processo foi contaminado por ter sido parcial e disse que “no momento certo, nós iremos, se necessário for, para as instâncias necessárias”. “Se os direitos da presidenta e daqueles que a elegeram forem lesados, nós iremos ao Supremo Tribunal Federal e a todas as instâncias que possam reconhecer o absoluto descomprometimento com o Estado de Direito e com a democracia que esse processo representa”, disse.

 

Senac oferece pela primeira vez curso de barbeiro

0

Novidade na programação do Senac, o curso de Barbeiro está com inscrições abertas na unidade de Ceilândia. Com carga horária de 220 horas, os alunos aprenderão a aparar e modelar barbas, massagear a face, fazer diversos tipos de cortes de cabelo masculino, além de pintar o cabelo, fazer reflexo, hidratação e recuperação dos fios. As aulas terão início em 12 de setembro, das 18h30 às 22h30. O investimento é de R$ 1.320, valor que pode ser dividido em até três vezes de R$ 440,00 no boleto bancário ou em nove vezes de R$ 146,66 no cartão de crédito. Para participar é preciso ter idade mínima de 18 anos e ensino fundamental completo.

A matrícula pode ser feita até a data de início das aulas, enquanto houver vaga disponível. Para efetuá-la, os interessados devem comparecer à Central de Relacionamento da unidade, das 9h às 21h, levando os seguintes documentos e as respectivas cópias: RG, CPF, comprovante de escolaridade e comprovante dos demais requisitos do curso escolhido. A unidade está localizada na QNN 1, conjunto D, lotes 4/6, Avenida Hélio Prates. Mais informações: 3313-8877.

Bancada do DF busca saída para crise na segurança

0

A bancada do DF no Congresso Nacional decidiu intensificar os contatos com membros do Governo Federal com o intuito de encontrar uma saída para a crise na segurança pública do DF a partir do impasse nas negociações entre o GDF e os Policiais Civis, que buscam manter a paridade salarial com a Polícia Federal.

Em reunião na tarde desta quarta com a participação de seis dos oito deputados federais do DF – nenhum dos três senadores compareceu – foi decidida a solicitação de audiências com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e, em seguida, com o presidente em exercício, Michel Temmer. “A tomada de decisões da bancada é suprapartidária e queremos ajudar a tirar o DF desse impasse que fragiliza a nossa segurança pública”, disse o coordenador da bancada, deputado Izalci (PSDB).

Participaram ainda da reunião os deputados Laerte Bessa (PR), Augusto Carvalho (SD), Rogério Rosso (PSD), Ronaldo Fonseca (PROS) e Erika Kokay (PtT). Rogério Rosso salientou a importância dos recursos do Fundo Constitucional para o custeio da segurança pública do DF e a necessidade de que a aplicação desses recursos seja acompanhada pela bancada.

A questão das derrubadas de casas em condomínios também foi abordada na reunião.  Os parlamentares lembraram que na campanha de 2014 o então candidato Rodrigo Rollemberg participou de diversas reuniões com moradores de condomínios e prometeu regularizar esses locais. “O governador precisa urgentemente criar uma força tarefa para evitar novas construções, mas , também é urgente que comece a regularizar os condomínios”, sugeriu Augusto Carvalho.

Impeachment de Dilma: Senado começa a julgar hoje

0

Julgamento de Dilma Rousseff tem início na manhã desta quinta-feira.
Etapa inicial será de depoimentos; Dilma deve falar na próxima segunda.

Gustavo Garcia – G1, em Brasília

O Senado inicia nesta quinta-feira (25) o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. A abertura da sessão está prevista para as 9h sob o comando do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também preside o processo de impedimento da presidente afastada.

No primeiro momento da sessão, Lewandowski responderá às chamadas “questões de ordem” – questionamentos de senadores sobre procedimentos do julgamento e etapas do processo.

Depois disso, começarão a ser ouvidas as testemunhas. São oito ao todo, duas escolhidas pela acusação e seis pela defesa.

Todas elas estão isoladas, individualmente, em quartos de um hotel na região central de Brasília – sem acesso à Internet, televisão, telefone e visitas – à espera do momento em que serão interrogadas pelos senadores.

Testemunhas da acusação
As primeiras testemunhas a serem ouvidas nesta quinta são as de acusação. Os autores da denúncia – os juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo – selecionaram o procurador Júlio Marcello de Oliveira, representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU); e o auditor de fiscalização do TCU Antônio Carlos Costa D’ávila. Eles serão ouvidos nessa ordem.

Ambos já foram ouvidos pela Comissão Especial do Impeachment do Senado, durante a segunda etapa do processo, chamada de “pronúncia”, que concluiu que Dilma deveria virar ré e ser julgada pelo plenário da Casa.

Na ocasião, Júlio Marcello disse que o governo da presidente afastada praticou “fraude” nas contas públicas e fez “contabilidade destrutiva”. Na mesma linha, Antônio D’ávila afirmou que os atos da gestão Dilma Rousseff contrariavam a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Não há um prazo pré-determinado para a duração dos depoimentos das testemunhas. Isso dependerá do número de senadores que farão questionamentos.

Testemunhas da defesa
Ouvidas as testemunhas de acusação, será a vez dos depoimentos das pessoas convocadas pela defesa de Dilma Rousseff. De acordo com o andamento da sessão, esses depoimentos podem ter início nesta quinta ou ficar para o dia seguinte.

A defesa relacionou seis testemunhas:
– o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa:
– o economista Luiz Gonzaga Belluzzo;
– o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa;
– a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck;
– o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) Ricardo Lodi Ribeiro;
– o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Prado.

Eles responderão aos questionamentos nessa sequência.
Somente Belluzzo não prestou depoimento na Comissão Especial do Impeachment. Os demais apresentaram ao colegiado argumentos a fim de descaracterizar a prática de crime de responsabilidade por parte de Dilma Rousseff.

Roteiro da sessão
A sessão desta quinta tem dois intervalos programados. O primeiro deles das 13h às 14h. O segundo, de 18h a 19h.
Depois disso, a sessão poderá ser interrompida por 30 minutos a cada quatro horas ou a critério de Lewandowski.

A expectativa de técnicos do Senado é que o magistrado suspenda a sessão por volta das 22h e a retome às 9h de sexta para dar continuidade aos depoimentos.

A intenção do STF é finalizar a fase das testemunhas na sexta-feira, mas é possível que os depoimentos avancem pelo final de semana, mas sem ultrapassar o domingo (veja o cronograma completo do julgamento).

Isso porque, na segunda-feira (29), está prevista a participação de Dilma Rousseff no julgamento. Ela terá 30 minutos prorrogáveis por tempo indeterminado para fazer um pronunciamento e depois responderá às perguntas dos senadores.

Acusações e defesa
Dilma é acusada de ter cometido crimes de responsabilidade ao editar três decretos de crédito suplementar sem a autorização do Congresso Nacional e ao atrasar pagamentos, da União para o Banco do Brasil, de subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra, as chamadas “pedaladas fiscais”.

Para a acusação, a edição dos decretos comprometeu a meta fiscal, o que é vedado pela Lei Orçamentária Anual.

Os denunciantes também dizem que as “pedaladas” configuram tomada de empréstimo pela União com instituição financeira que controla, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Já a defesa, comandada pelo ex-ministro José Eduardo Cardozo, sustenta que a edição dos decretos foi um remanejamento de recursos, sem impactos na meta fiscal.

Cardozo também alega que não houve má-fé da presidente na edição dos decretos. Com relação às “pedaladas”, a defesa diz que não são empréstimos, mas sim prestações de serviços e que Dilma não teve participação direta nos atos.

Votos
Para que o impeachment seja aprovado são necessários os votos de pelo menos 54 senadores. Nesse caso, a petista será afastada definitivamente da Presidência da República e ficará inelegível por oito anos, a partir de 2019.

Caso o placar de 54 votos a favor do impeachment não seja alcançado, o processo é arquivado e Dilma Rousseff reassume a Presidência de imediato.

O processo
O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) informou que havia autorizado a abertura do processo de impeachment de Dilma na Câmara no dia 2 de dezembro de 2015.

A defesa de Dilma diz que a decisão de Cunha foi uma “vingança”, uma vez que, naquele mesmo dia, o PT havia anunciado que votaria contra Cunha no processo de cassação do seu mandato no Conselho de Ética da Câmara.

O peemedebista deu andamento a denúncia de Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo que diz que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos e ao praticar “pedaladas”. A denúncia dos juristas foi protocolada no dia 21 de outubro do ano passado.

Desde a decisão de Cunha, Dilma sofreu sucessivas derrotas no processo que chega à última etapa nove meses após a autorização da abertura do processo pelo deputado.

BALADA INSIGHT, UMA BALADA DE PROPÓSITO

0

Evento une gastronomia, cultura e palestras com grandes nomes como Roberto Shinyashiki

O empresário e produtor Luis Otávio Calvino, da Lomoving Procuções, ao lado de Silvia Folha e Emoções Esportes, prepara-se para lançar o que acredita ser o projeto de sua vida. Balada Insight é o nome do evento pioneiro que levará ao público muito mais que diversão. Marcada para o dia 27 de agosto, no Espaço Vila Mix, a Balada Insight envolverá os participantes, durante seis horas, em uma programação inovadora, reunindo coaching, gastronomia, bebidas especiais, performances e atrações musicais. O evento foi pensado para todas as faixas etárias, podendo até crianças e adolescentes participarem, desde que acompanhadas pelos responsáveis.

“Acredito que estamos proporcionando a Brasília a balada do futuro. Este será o primeiro de muitos eventos temáticos, então estamos plantando uma semente e apontando um caminho para quem quer sair da zona de conforto e dar um verdadeiro propósito à própria vida, com planos, projetos e realização de sonhos a partir da reprogramação da mente. Pensei em Balada como festa e Insight como fichas que caem, ideias que surgem. Trata-se de uma festa que agrega mais que entretenimento à existência das pessoas. Nossa missão é inspirar e transformar”, explica o idealizador do evento.

Um dos diferenciais da Balada Insight está em seu ciclo de palestras. Estão confirmadas para subir ao palco personalidades reconhecidas internacionalmente como o Roberto Shinyashiki, médico, professor e escritor que apresentará a palestra “Mente Campeã – o segredo da alta performance”. Também estão confirmados Luiz Paulo Machado,  master coach, trainner e  diretor da FEBRACIS Brasília com a palestra “A maior crise de todas” e o jovem empreendedor e coach Gabriel Manzoni, com “Caminho para a vida extraordinária”.

Na sequência, a balada em si, com gastronomia, vinhos e cervejas com rótulos de todo o mundo (ver box abaixo), performances com tecido acrobático, djs e atrações musicais. “Na parte musical teremos a Banda Vital, composta pelos integrantes da banda Capitão do Cerrado e Surf Sessions e uma outra atração da MPB de renome que será uma surpresa. Apesar de a música ser parte importantíssima da Balada, ela não é o ponto de partida, pois nosso objetivo é envolver os participantes no contexto geral do evento e não seduzi-lo para uma atração, isoladamente. Mas o que posso adiantar é que a programação é de primeiríssima linha”, esclarece Luis.

A ideia para estruturar o Balada Insight foi amadurecida no último ano, depois de Luis Otávio ter se formado Coach pela Febracis, maior empresa do segmento da América Latina. “A vida é um presente e deve ser vivida, celebrada e ninguém pretende, aqui, limitar a liberdade ou a alegria de ninguém. Muito ao contrário: a proposta é agregar valor ao que já existe proporcionando conhecimento, aprendizado, compartilhando histórias”, revela. A ideia já conquistou parceiros, a exemplo do CREF (Conselho Regional de Educação Física), que viu no evento a ocasião perfeita p ara festejar, antecipadamente, o aniversário da entidade. Também foi fechada a parceria com o Sindac (Sindicato das Academias), Correio Braziliense e Runway Academia.

A Balada será montada na parte interna do Vila Mix, com área destinada às palestras, shows, praça de alimentação, área de massagem, stands de empresas parceiras e venda de livros. A ambientação será alto astral, com ambientação assinada por Luiz Otávio e Virgínia D’arc Decorações e Eventos.

PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO 
O público poderá se esbaldar com as opções da praça de alimentação. Serão sete food trucks: Ribs on the Truck (parrilhadas e churrasco uruguaio); Delucca (macarrao, polpetones e lasanhas); Operação Pizza (pizzas); Petiscando (risotos); Naked (saunduíches de costela de porco); Zagaia (sorvetes artesanais) e Sem Nome (comida vegana).
Na parte de cervejas especiais serão cerca de 20 rótulos de todo o mundo, entre eles: Weiheinstephaner (a mais antiga cervejaria do mundo, produzida na Alemanha desde 1040); Lund (cervejaria de Ribeirão Preto com os estilos Pale Ale, Hefeweissbier, Wilber, American IPA e Pilsen); Colorado (cervejaria de Ribeirão Preto que mistura ingrediente bem brasileiros); Rótulo (Appia, IPA, Cauim e Demoiselle); Schorstein (cervejaria de Santa Catarina premiadíssima com IPA, Weiss, Bock, Imperial Stout e Pilsen) e chopps artesanais. Entre os vinhos, destaque para a Winematic, espécie de “chopeira” para servir vinhos em taça, conservando as características do vinho mantido a temperatura e em ambiente ideais. Serão 5 rótulos em taça: Cava Negra Malbec, Cava Negra Merlot e Vinho tinto Suzin Cabernet Sauvignon.

Serviço:
Balada Insight
27 de agosto
18 horas
Espaço Villa Mix– SCEN trecho 2, conjunto 5- Vila Planalto, Brasília
Ingressos: 1º lote- R$197,00/ 2º lote- R$247,00/ 3ºlote- R$277
Ingressos: http://www.baladainsight.com.br/ e Bilheteria Digital
Classificação indicativa: 18 anos
Mais informações: (61) 98134.6203/ 98417.2058 contato@baladainsight.com.br
*Meia entrada mediante doação de 1 KG de alimento não perecível ou apresentação da carteirinha de estudante.
Facebook e Instagram : Baladainsight

Dilma ao negar renúncia: “Não vou dar esse presente para eles”

0

A três dias do início do julgamento final de seu processo de impeachment no Senado, a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) afirmou na madrugada desta segunda-feira, 22, em entrevista ao Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), que não tem a menor intenção de renunciar ao mandato.

“Não tenho a menor intenção de, em nenhum momento, renunciar. Não dou esse presente para eles”, afirmou a petista na entrevista, em referência ao grupo do presidente em exercício Michel Temer (PMDB), a quem chamou de “usurpador golpista”.

Embora aliados de Dilma digam que ela já dá seu impeachment como certo, a presidente afastada declarou que lutará “até o fim” para se manter no cargo. “Realisticamente, lutarei até o fim”, disse. “Jamais eu jogo a toalha”.

Dilma afirmou que tem conversado com senadores e vê a possibilidade de conseguir os 28 votos para se salvar. Para ela, o grupo de Temer trabalhou para antecipar a votação final do impeachment, porque tem “medo” de alguma delação premiada que mostre o “grau de comprometimento” do governo interino.

Ela, que promete ir pessoalmente ao Senado para fazer sua defesa, afirmou ser uma pessoa “extremamente tranquila” quando enfrenta situações adversas. O julgamento final do impeachment está previsto para começar na próxima quarta-feira, 24, e pode se estender por cinco dias.

Defesa

Dilma voltou a dizer que não cometeu nenhum crime que justifique seu impeachment, mas reconheceu que cometeu “vários erros”. “Inclusive o de não perceber que iria ser traída do jeito que fui”, afirmou. “Achei também que era possível fazer um ajuste (fiscal) rápido para sair da crise”, acrescentou.

Citada em delações feitas no âmbito da Operação Lava Jato, como a do ex-líder do governo dela no Senado e senador cassado, Delcício Amaral, a presidente afastada voltou a se defender dessas acusações e disse que não teme ser condenada e presa. “Eu sei o que eu fiz”, declarou.

A presidente afastada disse que “nenhum empreiteiro” pode afirmar que deu alguma contribuição financeira para ela. “Pode dizer que deu para minha campanha”, afirmou. Ela ressaltou que a relação dela com Marcelo Odebrecht, que negocia processo de delação premiada, foi “bastante profissional”.

Lealdade

A petista afirmou que tem uma lealdade “pessoal” e “política” ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para ela, Lula está “só no início (da luta política) outra vez”, por três fatores: a força política dele, o fato de ele ter sido, na avaliação dela, um bom presidente e pela disposição do petista.

A presidente da República afastada disse também achar uma “temeridade” a Justiça eventualmente determinar a prisão de Lula. “Principalmente porque tenho certeza que ele é absolutamente inocente daquilo que está sendo acusado”, afirmou.

Dilma ainda negou que esteja se sentido abandonada por seu partido desde que foi afastada temporariamente do mandato pelo Senado, em maio deste ano. “De maneira alguma. É o PT que me acompanha diariamente aqui (no Palácio da Alvorada, onde mora e despacha)”, disse. (Igor Gadelha)

Polícia cumpre mandados de busca e apreensão na Câmara do DF

0

Viaturas policiais em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: Natália Godoy/TV Globo)

Foram expedidos 15 mandados judiciais; ação apura pagamentos de propina.
Ação ocorre uma semana após policiais coletarem documentos no Buriti.

Gabriel Luiz, do G1 DF

A Polícia Civil cumpre nesta terça-feira (23) 15 mandados de busca e apreensão na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A investigação policial busca apurar as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), sob suspeita de articular um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI. Os principais alvos são os membros da Mesa Diretora: Celina Leão, Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio César (PRB) e Bispo Renato Andrade (PR). Também é alvo o deputado Cristiano Araújo (PSD).

A ação policial ocorre quase uma semana depois de a corporação buscar documentos e computadores no Palácio do Buriti, em uma investigação para apurar suspeitas de extorsão contra a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

Nos áudios feitos por Liliane, Celina fala sobre mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, o repasse acabou beneficiando deputados da Mesa Diretora.

Em entrevista exclusiva à TV Globo, Liliane detalhou parte do suposto “acordo”. Segundo ela, a negociação tratava de uma “sobra orçamentária” de R$ 30 milhões, destinada originalmente à reforma de escolas e unidades de saúde.

No começo de dezembro, os distritais aprovaram uma mudança no texto, direcionando o aporte para pagar dívidas do Palácio do Buriti com prestadoras de serviço em UTIs. Pela denúncia, o esquema envolveria repasse aos deputados de 7% sobre o valor das emendas.

Celina negou irregularidades e disse que Liliane mentiu porque sente “inveja” dela. Ela também adiantou que vai encaminhar documentos ao Ministério Público para provar que não agiu de forma ilegal na destinação de recursos de emendas parlamentares.

“A acusação é falha porque a emenda é da deputada. A emenda é dela, da vice-presidente. Ela que propôs. Se existe ilegalidade, ela que remoque responder”, afirmou Celina. Segundo ela, o termo “projeto” se refere ao texto da emenda.

Liliane seria julgada pelo Tribunal de Justiça naquela quarta em um processo que poderia cassar a possibilidade de ela se reeleger. A audiência foi adiada por falta de quórum. “No dia do julgamento, ela tenta criar esse circo, colocando suspeição sobre os deputados. Se ela tinha percepcao de ilegalidade, por que ela propôs isso? Todo o trâmite tem que ser respondido por ela.”

Ação no Buriti

Na última quarta-feira (17), a Polícia Civil recolheu documentos e computadores no Palácio do Buriti em uma operação que investiga suposto esquema de pagamento de propina no governo. Foram expedidos pelo menos dez mandados de busca e apreensão.
A operação buscou documentos em casas de servidores comissionados e em salas da Secretaria de Planejamento (Seplag), divididas entre o anexo do Palácio do Buriti e o prédio da Codeplan.

A ação, em conjunto com o MP, é fruto das denúncias apresentadas pela presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, que relatou um esquema de extorsão por parte de servidores para liberar contribuições sindicais.

Em nota, a Seplag informou que em 24 de junho deste ano entregou à Polícia Civil um ofício em que descrevia denúncia sobre o suposto pagamento de propina. “Trata-se, portanto, de investigação de iniciativa do próprio governo de Brasília, uma vez que o encaminhamento da denúncia aos órgãos especializados antecede os áudios noticiados pela imprensa, o que ocorreu a partir da segunda quinzena de julho”, diz a pasta.

Moro X Lula

0

Ex-presidente petista não consegue escapar das mãos de Sérgio Moro e, cada vez mais, vê o cerco se fechar contra ele

Em família O pecuarista José Carlos Bumlai reforça as suspeitas de que o ex-presidente, o filho Lulinha e a ex-primeira-dama Marisa Letícia ocultaram a propriedade do sítio em Atibaia reformado por empreiteiras do Petrolão

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou os últimos meses como um lutador de boxe cambaleante à espera do soar do gongo. A interlocutores, admitiu que o pior dos mundos para ele seria cair nas mãos do juiz Sérgio Moro, a quem atribui a coleção de desventuras jurídicas e políticas acumuladas por ele nos últimos tempos. Na terça-feira 16, em um novo round desta batalha, o petista sofreu o golpe de misericórdia. Moro negou um pedido da defesa do morubixaba petista para que os inquéritos contra ele fossem transferidos do Paraná para São Paulo. Rejeitou os argumentos de que as suspeitas contra o ex-presidente não guardariam relação com os desvios na Petrobras e lembrou que Lula não só foi o mentor do esquema que lesou a estatal, como se beneficiou com as fraudes. “Essa hipótese investigatória, que atribui ao ex-presidente responsabilidade criminal pelo ocorrido na Petrobras e vincula às benesses aos crimes cometidos contra a estatal, é suficiente, nessa fase, para determinar a competência deste Juízo”, decidiu, em despacho.

Procuradores e delegados federais possuem robustas provas de que o petista recebeu dinheiro do Petrolão por meio de palestras e de que com a ajuda de familiares ocultou as propriedades de um tríplex no Guarujá e um sítio no interior paulista, reformados com recursos de empreiteiras. Apesar das suspeitas, o clã Lula prefere se refugiar no silêncio. Na última semana, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e um dos filhos do casal Fábio Luis Lula da Silva simplesmente se recusaram a depor à Polícia Federal nas investigações sobre a propriedade do sítio. Os advogados da família juram que não há desrespeito, afronta ou temor. Não é o que parece. Aos agentes da PF, os familiares do ex-presidente poderiam esclarecer, por exemplo, as graves acusações feitas naquele mesmo dia pelo pecuarista amigo de Lula José Carlos Bumlai, preso no Petrolão. Em depoimento, ele disse que, a pedido de dona Marisa, escalou um engenheiro de sua usina para tocar as obras de ampliação do sítio. Dias depois, recebeu um telefonema do assessor de Lula Rogério Aurélio Pimentel, para deixar a obra. Com a seguinte justificativa: uma construtora assumiria a reforma para acelerar os trabalhos. Documentos e depoimentos indicam que os serviços foram bancados e realizados por empreiteiras envolvidas no Petrolão, como a Odebrecht e a OAS.

Desrespeito às instituições
No caso do sítio e de outras investigações, o ex-presidente Lula, familiares e aliados investem no discurso desesperado da vitimização. Dizem-se perseguidos pelo Judiciário, por procuradores e delegados federais. Um enredo que de tão criativo chega a fantasiar que o juiz Sérgio Moro faria, como alegaram os advogados do petista na ONU, parte de uma trama política com propósitos eleitorais. Acusações que o PT tenta espalhar pelo mundo com cartilhas traduzidas para quatro idiomas e que de tão infundadas fazem o partido cair em contradição. Nos documentos, alegam que Lula não é réu de nenhum processo. Neste caso, faltam com a verdade. Pelas mãos de Moro, realmente, ainda não. Mas, em julho, outro magistrado aceitou uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o líder petista e outros acusados por tentarem obstruir as investigações da Operação Lava Jato e comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Ou seja, em prejuízo à narrativa, o petista é réu, sim.

Na ONU, Lula afirma ser vítima de perseguição, como se fosse alvo de um processo político. Só mostra o descaso com que trata as instituições e a soberania do País

Desde que foi levado coercitivamente a depor na 24ª fase da Operação Lava Jato em março, o ex-presidente Lula não fazia outra coisa senão manobrar para não ser julgado pelo juiz Sérgio Moro. Chegou até a ser nomeado dias depois ministro da Casa Civil pela presidente afastada Dilma Rousseff em uma jogada de altíssimo risco. Pretendia, com isso, ganhar foro privilegiado e escapar de um eventual pedido de prisão. O plano virou um tiro no pé com a divulgação de interceptações telefônicas da Lava Jato. Nos diálogos, Lula e sua sucessora tratavam o termo de posse como um salvo-conduto contra as investigações do Petrolão. Foi a primeira das tentativas desesperadas. Houve ainda o recurso ao STF e o apelo à Organização das Nações Unidas (ONU) por pretensa violação aos Direitos Humanos. Ao órgão internacional, o petista se diz vítima de perseguição, como se fosse alvo de um processo político, o que definitivamente não é o caso. As iniciativas não só não lograram êxito, como evidenciaram como Lula e parte de seus aliados tratam com descaso as instituições e a soberania do País, governado pelo PT por mais de treze anos. A tentativa de politizar as acusações pode até adoçar a boca de simpatizantes do PT, ávidos por um discurso para chamar de seu, mas não tem o condão de resolver a situação do ex-presidente frente a um técnico judiciário.

ISTOÉ

Dia Nacional do Ciclista

0
* Por Izalci Lucas

No dia 19 de agosto de 2006, Pedro Davison, um estudante prestes a se graduar em Biologia, foi morto em pleno Eixo Rodoviário do Distrito Federal. Pedro tornou-se vítima fatal de um motorista irresponsável. O motorista que atropelou o estudante, em faixa proibida à circulação de veículos automotores, não deu assistência à vítima e fugiu. Só foi preso graças a um motoqueiro que anotou a placa do carro e avisou a polícia. Sua carteira de habilitação estava vencida.

Infelizmente, casos como o ocorrido com o jovem Pedro Davison se repetem no país. Motoristas transgressores, que dirigem alcoolizados e em alta velocidade, matam pessoas, destroem famílias e geram prejuízos milionários à Nação. Apesar de tanta violência no trânsito, o número de ciclistas no Brasil ultrapassa 50 milhões de usuários que, em sua esmagadora maioria, é formada por trabalhadores, que dependem da bicicleta para ir trabalhar diariamente.

Mas a tristeza e a dor da ausência dos familiares e amigos do ciclista Pedro Davison foi transformada em luta pela tolerância e respeito às leis de trânsito. Sou um dos parlamentares signatários do Projeto de Lei construído pela ONG Rodas da Paz, em parceria com o Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara Federal (CEDES), que pretende oficializar, em breve, o dia 19 de agosto como Dia Nacional do Ciclista, uma data que já é celebrada em todo o país.

A Câmara Federal e o Senado precisam reafirmar a importância de se combater a impunidade, assegurar o respeito aos diferentes modais e as conquistas dos últimos anos relacionadas à mobilidade urbana e à paz no trânsito.

Passeio ciclístico Roda da Paz
Neste domingo (21) o Dia Nacional do Ciclista será comemorado com a realização do 14º Passeio Ciclístico Rodas da Paz. O tradicional passeio terá como tema “Todo dia é Dia do Ciclista”. A concentração começa a partir das 8h, no Museu Nacional, com saída prevista para as 9h. O percurso do passeio se estenderá até a Ponte JK.

*Izalci Lucas é Deputado Federal (PSDB/DF)