Início Site Página 2246

Juro do cartão sobe e atinge 471,3% ao ano, patamar recorde

0

Taxa do cheque especial subiu para 311% ao ano, maior desde 1994.
Já o juro do cartão de crédito rotativo avançou para mais de 470% ao ano.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cheque especial e com cartão de crédito rotativo avançaram em maio deste ano e voltaram a bater recorde histórico, segundo números divuglados nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central.
No caso do cheque especial, os juros subiram de 308,7% em abril para 311,3% ao ano em maio – a maior taxa desde o início da série histórica, em julho de 1994, ou seja, em quase 22 anos.

Na parcial deste ano, a taxa subiu 24,3 pontos percentuais e, em 12 meses até maio, 79,3 pontos percentuais.

Cartão

Se a taxa de juros é alta para o cheque especial, ela pode ser considerada proibitiva para o cartão de crédito rotativo. Segundo o Banco Central, os juros médios cobrados pelos bancos nestas operações ficaram em 471,3% ao ano em maio, contra 452,4% ao ano em abril.

Trata-se da modalidade de crédito mais cara do mercado.

No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, houve um aumento de 39,9 pontos percentuais nos juros do cartão de crédito rotativo e, em doze meses até maio, uma alta de expressivos 111 pontos percentuais.

Os juros do cartão de crédito rotativo e do cheque especial estão entre os mais altos do mercado. Esses empréstimos, alertam os especialistas, só devem ser utilizados em momentos de emergência e por um prazo curto. A recomendação de economistas é que os clientes bancários paguem toda a sua fatura do cartão no vencimento, não deixando saldo devedor.

Consignado, pessoal e veículos

No caso das operações de crédito pessoal para pessoas físicas (sem contar o consignado), a taxa média de juros cobrada pelos bancos somou 129,9% ao ano em maio, contra 130,8% em abril.

Nesse caso, houve uma queda de 0,9 ponto percentual em maio, mas, no ano, ocorreu um aumento de 12,2 pontos percentuais.
Ainda segundo o BC, a taxa média de juros cobrada pelas instituições financeiras nas operações do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) somou 29,6% ao ano em maio – o que representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a abril (29,7% ao ano).

No ano, a taxa para o consignado subiu 3,5 pontos percentuais e, em doze meses, 5,5 pontos percentuais.

Segundo o BC, a taxa média de juros para aquisição de veículos por pessoas físicas, por sua vez, somou 26,3% ao ano em maio, contra 26,8% ao ano em abril. Neste caso, houve uma queda de 0,5 ponto percentual no mês passado e uma alta de 1,5 ponto percentual em doze meses.

Taxas de juros no Brasil

Reportagem publicada pelo jornal norte-americano “The New York Times”, no fim de 2014, informou que os juros praticados em algumas linhas de crédito no Brasil “fariam um agiota americano sentir vergonha”, citando os cartões de crédito.

Estudo da consultoria Economática, divulgado em março de 2016, informa que a mediana da Rentabilidade sobre o Patrimônio (ROE) de todos os bancos brasileiros de capital aberto no ano de 2015 foi de 10,78%, contra 7,92% dos bancos dos Estados Unidos.

Quando se considera apenas os bancos com ativos acima de US$ 100 bilhões (Itau-Unibanco,Bradesco, Banco do Brasil e Santander), a mediana da rentabilidade sobre o patrimônio dos bancos brasileiros foi maior ainda: de 20,06% em 2015.

Médica morre após ser baleada na cabeça durante tentativa de assalto no Rio

0

Crime aconteceu no fim da noite de sábado (25).
Ela foi baleada na cabeça.

Do G1 Rio

Uma mulher morreu após ser baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na saída da via Dutra, acesso para a Linha Vermelha, pista sentido Centro do Rio, no fim da noite deste sábado (25). A vítima estava sozinha em seu carro e o crime aconteceu na altura da Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, a médica Gisele Palhares Gouvêa, de 34 anos, foi socorrida e levada para o hospital Adão Pereira Nunes, mas não resistiu. Ainda segundo a corporação, o veículo da vítima, que não foi levado após o crime, foi perfurado por pelo menos dois disparos.

Segundo o comando do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), equipes que faziam o patrulhamento na Linha Vermelha receberam informações da tentativa de roubo, mas encontraram a vítima ferida a tiros por criminosos quando chegaram ao local. A PM afirma que imediatamente o BPVE iniciou um cerco na região, que conta, desde janeiro, com o reforço no policiamento com apoio Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE) . O comando da Unidade determinou que, além de buscas pelos suspeitos, fossem realizadas operações de blitiz no trecho do crime já retomadas neste domingo desde as 5h.

Em sua página do Facebook, por volta das 14h, Gisele informou que, à tarde, participou da inauguração do Centro de Atendimento ao Deficiente de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Gisele era diretora médica da Clínica da Família 24 horas do bairro Vila de Cava. Em nota, o secretário de saúde de Nova Iguaçu afirmou que o acontecimento “deixou a todos estarrecidos”. “Esperamos que o crime seja esclarecido o mais rapidamente possível. Neste momento, nos solidarizamos com a família de Gisele, que era uma excelente profissional, dedicada, comprometida com a Saúde de Nova Iguaçu e que fará imensa falta a todos nós”, diz o texto, assinado pelo secretário Emerson Trindade.

Na rede social, amigos e parentes da médica compartilharam suas fotos com textos de protesto. “Essa jovem mulher profissional cheia de sonhos e projetos se foi hoje vitima de assalto no Rio de Janeiro! O Rio não é um bom lugar p se viver; p se passear; p trabalhar! O Rio é dos bandidos!!! A violência tomou conta da cidade e cada dia tenho menos vontade de estar na capital…”, disse uma delas.

Insegurança em vias expressas do Rio

A morte da médica Gisele Palhares põe em xeque a segurança nas principais vias expressas do Rio de Janeiro. No início do mês passado, Ana Beatriz Frade, de 17 anos, foi morta por um tiro durante um arrastão próximo à Linha Amarela, na altura do bairro de Del Castilho, Zona Norte do Rio de Janeiro. O crime aconteceu depois que o viaduto de acesso à via expressa foi fechado por homens armados.

A adolescente estava no banco do carona de um utilitário que era conduzido pelo padastro dela quando o veículo foi atingido. Ainda havia outra criança numa cadeirinha no banco traseiro, que nada sofreu. Durante o arrastão, o veículo de uma policial também foi roubado, mas a agente conseguiu sair do carro antes da chegada dos criminosos. Eles acabaram levando o carro, com armamento e farda.

Cinco suspeitos de integrar a quadrilha de assaltantes responsável pela morte de Ana Beatriz foram presos. Após o crime, o secretário estadual de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, prometeu o uso de motos para reforçar o policiamento, promessa que já havia sido feita anteriormente.

O patrulhamento das vias expressas também é uma preocupação durante os jogos olímpicos. O governo Estadual pediu inclusive ajuda ao federal nesse sentido. Segundo Beltrame, o comitê executivo de segurança integrada regional apresentou ao ministério um plano de utilização de parte do contingente do Exército que estará disponível para os Jogos: são 15 mil homens, que a princípio ficariam aquartelados e pelo plano apresentado ao ministério reforçarão o patrulhamento em vias expressas, aeroportos, rodoviária Novo Rio e no bairro de Deodoro, que já é área militar, liberando policiais militares para o policiamento ostensivo em outras regiões da cidade.

Em nota nesta domingo, o BPVE informou que realiza dez operações diárias nas vias expressas do Rio. Desde janeiro, a unidade efetuou, nas três vias, 264 prisões e 39 apreensões de arma, sendo cinco fuzis. Somente na Linha Vermelha foram apreendidos, até o mês de maio, um total de 1.813 veículos em situação irregular – 914 motos e 527 carros.

Teori envia à Justiça Federal de Brasília denúncia contra Lula

0

Rodrigo Janot, da PGR, queria enviar caso a Sérgio Moro, de Curitiba.
Para ministro do Supremo, maior parte dos delitos ocorreu em Brasília.

Mariana Oliveira
Do G1, em Brasília

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (24) o envio para a Justiça Federal de Brasília de denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela suposta tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Também são alvos da mesma denúncia o senador cassado Delcídio do Amaral, o banqueiro André Esteves e outras quatro pessoas.

Os sete são acusados de obstrução à Justiça, por suposta tentativa de atrapalhar a delação de Cerveró na Operação Lava Jato. Procurada, a defesa de Lula informou que não vai se manifestar sobre a decisão.

Para Teori Zavascki, “tais fatos não possuem relação de pertinência imediata com as demais investigações relacionadas às fraudes no ‘ambito da Petrobras'”. Por isso, ele entendeu que deve ser considerado o local onde o suposto crime foi consumado, em Brasília.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo que o caso fosse remetido para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná, por entender que havia conexão dos fatos com o esquema de corrupção na Petrobras. Segundo Janot, alguns dos denunciados, como o empresário José Carlos Bumlai, o filho dele Maurício Bumlai e o próprio Cerveró já são alvos de processo no Paraná.

Advogados de defesa dos acusados, no entanto, contestaram o pedido de envio ao Paraná. O banqueiro André Esteves, um dos denunciados, argumentou que o suposto crime foi cometido em Brasília. Já o ex-presidente Lula afirmou que o caso deveria ir para Justiça Federal de São Paulo porque fatos narrados ocorreram naquele estado.

O ministro Teori Zavascki reconheceu que o que permitia que o inquérito seguisse no Supremo era o foro privilegiado de Delcídio. Mas, depois que ele foi cassado, o caso deve continuar na primeira instância, frisou o ministro.

Mas ele entendeu que o próprio Supremo já decidiu que não há a chamada “prevenção” para o que não se referir especificamente à corrupção na estatal. Segundo o ministro, a definição do juízo que deve tocar o caso deve ser feita conforme o local onde o crime foi cometido.

Conforme o ministro, os delitos ocorreram no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília, “com preponderância desta última porque onde desempenhava o ex-parlamentar sua necessária atividade”.

Teori Zavascki também frisou que foi em Brasília que o filho de Cerveró, Bernardo, gravou a conversa que deu origem à descoberta da trama.

Denúncia
Para denunciar Lula e os outros seis, a Procuradoria usou as delações premiadas do senador cassado Delcídio do Amaral e do chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, e apresentou extratos bancários, telefônicos e passagens aéreas.

Para Janot, há provas de que Lula se juntou ao amigos, o pecuarista José Carlos Bumlai, e que eles pagaram R$ 250 mil para comprar o silêncio de Cerveró.

Na denúncia, a Procuradoria afirmou que Lula “impediu e/ou embaraçou investigação criminal que envolve organização criminosa , ocupando papel central , determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Bumlai” e pede a condenação dos denunciados por obstrução da Justiça.

Após delação, Nestor Cerveró deixa a prisão para cumprir pena em casa

0

diretor da Petrobras estava detido no Paraná desde janeiro de 2015. 
Ele foi condenado a 27 anos de prisão e é réu em 2 ações da Lava Jato.

 

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, que estava detido desde 2015 pela Lava Jato, deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) por volta das 8h40 desta sexta-feira (24) e passa a cumprir a pena em casa.

O benefício de prisão domiciliar foi obtido graças ao acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF), e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki.

Da carceragem da PF, o ex-diretor seguiu para o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. A aeronave decolou às 10h40 e seguiu em direção ao Aeroporto Tom Jobim. A previsão de chegada é por volta das 12h. O ex-diretor vai ficar em Itaipava, na casa da família.

Ao G1, o advogado Igor Arthur Rayzel disse que Cerveró está aliviado com o novo regime prisional, mas que tem consciência que a progressão não significa a liberdade. “Ele está muito tranquilo e, apesar disso, as colaborações continuam e os processos também”, relatou Rayzel.

Cerveró, conforme o advogado, terá que cumprir regras para não perder o benefício como sair de casa somente em casos de emergências médicas e audiências na Justiça, e não deixar o país. Durante o período, que deve durar cerca de um ano e meio, ele será monitorado por uma tornozeleira eletrônica. O equipamento foi instalado na quinta-feira (23).

Ex-diretor embarcou em um voo comercial para o Rio de Janeiro (Foto: Andressa Almeida / RPC)

Cerveró já foi condenado pela Lava Jato em duas ações penais a 27 anos e quatro meses de prisão e responde por crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Contudo, por conta da delaçao, ele poderá cumprir no máximo 25 anos. O ex-diretor é reú em outros dois processos.

O acordo de delação prevê que o ex-diretor devolva mais de R$ 17 milhões aos cofres públicos em razão dos crimes cuja autoria assumiu durante as investigações da Lava Jato.

De acordo com a Polícia Federal (PF)  e com o MPF, Cerveró, na condição de diretor Internacional da Petrobras, se beneficiou do esquema de fraude, corrupção e desvio de dinheiro, recebendo propinas milionárias em virtude de diferentes contratos da Petrobras e também na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

A deleção dele foi homologada após a divulgação de uma gravação feita numa reunião do senador Delcídio do Amaral com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho de Cerveró, Bernardo. Diogo Ferreira teve a prisão temporária convertida para preventiva.

 

Proximidade com políticos

Cerveró declarou no depoimentos de delação, em dezembro de 2015, que mantinha proximidade com Delcídio desde quando o senador trabalhava na Petrobras. Durante o governo de Fernando Henrique Cardosox, Delcídio chegou a ocupar a diretoria de Gás e Energia.

Segundo o delator, o senador recebeu propina em pelo menos dois contratos firmados entre multinacionais e a estatal brasileira.

O ex-diretor da Petrobras disse que em uma das oportunidades recebeu entre US$ 600 mil e US$ 700 mil de propina. Ele acredita que Delcídio tenha recebido uma propina maior, já que era superior hierárquico na diretoria de Gás e Energia.

A proximidade entre os dois permaneceu com a eleição de Delcídio para o Senado e com a ascensão de Lula à presidência. Segundo Cerveró, em 2006 o senador o procurou para lhe ajudar a angariar US$ 2,5 milhões de propina. O valor seria usado para a campanha de Delcídio o governo de Mato Grosso do Sulx.

No dia do depoimento, a defesa do senador Delcídio Amaral preferiu não se manifestar sobre o assunto.

 

Confira os valores que Cerveró terá que devolver

Veja abaixo o que o ex-diretor da Petrobras se comprometeu a devolver aos cofres públicos:

– R$ 825 mil que estão em fundos de investimento (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);

– Transferência imediata de 10.266 ações da Petrobras à empresa;

– 1 milhão de libras esterlinas em contas em Londres (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);

– US$ 495 mil em contas sob controle da offshore Russel em Nassau, Bahamas (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);

– R$ 6 milhões em dinheiro (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até o dia 1º de janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;

– R$ 400 mil em dinheiro (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até 30 de junho de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá duzentos e vinte e dois hectares da Fazenda Serra da Estrela, em Teresópolis (RJ);

– R$ 2,4 milhões (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um segundo imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;

– R$ 700 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até 1º de janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um terceiro imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;

– R$ 200 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União). Caso não cumpra o prazo, perderá um terreno de 1 mil m² quadrados no Rio de Janeiro;

– R$ 900 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União). Caso não cumpra o prazo, perderá um quarto imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro.

Por Adriana Justi

Do G1 PR

 

 

 

“Experiência Alphaville” terá test drive e evento gastronômico

0

Evento acontece no Alphaville dia 25 de junho

Para quem ainda não conhece o Alphaville de Brasília, no dia 25 de junho, de 9h30 às 18h, acontecerá o “Experiência Alphaville”, evento onde o público poderá conhecer esse empreendimento e suas oportunidades. Durante todo o dia serão realizadas diversas atividades para apresentar o bairro planejado aos interessados, localizado na DF-140, no km 13,5 a 20 minutos da Ponte JK.

Durante a manhã, haverá um brunch especial, no período da tarde, o público poderá aproveitar o evento “Comidas de Boteco”, que servirá aperitivos e bebidas aos presentes. As crianças também terão um espaço. Serão realizadas diversas atividades especialmente preparadas para os pequenos, das 9h30 às 18h. E mais: em parceria com a Alphaville Urbanismo, a Champion, concessionária Volvo, possibilitará durante todo o evento que os presentes dirijam seus mais novos veículos em um test drive pelo empreendimento.

Os Alphaville Residenciais 1 e 2 são privilegiados pela sua localização, a poucos minutos da capital, em uma aposta da Alphaville Urbanismo no crescente potencial da região metropolitana do Distrito Federal. São lotes a partir de 450 m² localizados no bairro planejado na Rodovia DF 140.

Durante o “Experiência Alphaville”, os clientes poderão adquirir o seu lote com condições especiais por parcelas mensais a partir de R$ 599. Mais informações pelo telefone 0800 600 6904.

Alphaville de Brasília – A Alphaville Urbanismo é referência em empreendimentos horizontais no Brasil e tem apostado cada vez mais no potencial de expansão da região metropolitana do Distrito Federal, onde lançou os residenciais Alphaville 1 e 2.

Com 281.901 m² de áreas verdes, o Alphaville de Brasília proporciona um maior contato com a natureza e, consecutivamente, mais saúde aos seus moradores. Os tratamentos paisagísticos dos residenciais 1 e 2 priorizam espécies do Cerrado.

O residencial possui ainda áreas que integram atividades empresariais, comerciais, educacionais e de lazer. Essa integração possibilita a redução da distância casa-trabalho.

As opções de lazer dos empreendimentos são vastas e oferecem tranquilidade e diversão por meio de clubes completos de aproximadamente 26.600 m² para o Alphaville Residencial 1 e 31.000 m² para o Alphaville Residencial 2. As estruturas contam com trilha para caminhada, ciclovia, salão de festas com bar, sala de ginástica, playground, piscina infantil, deck seco, solarium, deck molhado, piscina adulto, piscina adulto com raias, salão de jogos, quadra de tênis, quadra de peteca, quadra de squash, campo de futebol society, quadra poliesportiva, espaço kids, cinema, sauna e estacionamento.

Sobre Alphaville Urbanismo –  Com mais de 40 anos de atuação, a Alphaville Urbanismo leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. A Alphaville Urbanismo possui mais de 110 empreendimentos já lançados em 22 estados do Brasil e Distrito Federal, que representam mais de 76 milhões de metros quadrados urbanizados.

Paulo Bernardo, ex-ministro de Lula e Dilma, é preso pela PF

0

Paulo Bernardo foi preso em desdobramento da 18ª fase da operação.
PF cumpriu mandado de busca na casa dele e da mulher, Gleisi Hoffmann.

Adriana Justi e Camila BomfimDo G1 PR e da TV Globo em Brasília

O ex-ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma, Paulo Bernardo, foi preso nesta quinta-feira (23) em um desdobramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília. Ele é marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência do governo Dilma, também foi alvo. Ele foi levado em condução coercitiva, que é quando a pessoa é obrigado a prestar depoimento na delegacia.

Outro mandado de condução coercitiva foi para o jornalista Leonardo Attuch, que administra o blog ‘Brasil 247’. Ele já havia aparecido nas investigação da Lava Jato como suspeito de ter recebido dinheiro por serviços não executados.

Policiais federais também estão na sede do PT no centro de São Paulo. Os presos e o material apreendido serão encaminhados à sede da Polícia Federal, na capital paulista.

No Recife, pelo menos duas pessoas foram presas. Até a última atualização desta reportagem, a PF não havia informado quem eram os presos na cidade. Também há três mandados de busca e apreensão na capital pernambucana.

A operação foi batizada de “Custo Brasil” e cumpre 65 mandados judiciais em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.

Do total de mandados nesta quinta, 11 são de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14  de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a prestar depoimento. Um dos mandados de busca foi cumprido na casa de Bernardo e Gleisi, no bairro Água Verde, em Curitiba.

A defesa de Paulo Bernardo disse que desconhece as razões da prisão, e que estranha, porque o ex-ministro sempre se colocou à disposição das autoridades.

A PF informou que o objetivo da operação é apurar o pagamento de propina referente a contratos de prestação de serviços de informática no valor de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Há indícios de que o MPOG direcionou a contratação de uma empresa de prestação de serviços de tecnologia e informática para a gestão do crédito consignado na folha de pagamento de funcionários públicos federais com bancos privados, interessados na concessão de crédito consignado, de acordo com as investigações.

“Segundo apurou-se, 70% dos valores recebidos por essa empresa eram repassados a pessoas ligadas a funcionários públicos ou agentes públicos com influência no MPOG por meio de outros contratos – fictícios ou simulados”, diz a PF.

Os crimes investigados na operação são de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de 2 a 12 anos de prisão.

Outros mandados

A PF cumpriu ainda dois mandados em Porto Alegre, um de busca e apreensão e outro de prisão, e também dois mandados de busca e apreensão em Londrina (PR). Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem eram os alvos desses mandados.

Histórico

Paulo Bernardo e Gleisi haviam sido indiciados pela PF em março por suspeitas de que dinheiro desviado da Petrobras abasteceu em 2010 a campanha ao Senado da parlamentar.

A PF afirma ter indícios suficientes contra o ex-ministro e a senadora. As conclusões da Polícia Federal foram anexadas ao inquérito 3979, que tramita no Supremo Tribunal Federal , na Operação Lava Jato.

Um dos delatores da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef, afirmou em sua delação premiada ter recebido determinação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para entregar R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi Hoffman do Paraná.

Isso teria sido feito em um shopping de Curitiba. A quantia teria sido entregue pessoalmente por Yousseff a um homem. Youssef afirmou que Gleisi sabia de todo o esquema. E que  Paulo Bernardo pediu um “auxílio” na campanha da mulher.

Depoimentos

Em depoimentos à Polícia Federal em abril do ano passado, a senadora Gleisi Hoffmann e o marido dela e ex-ministro Paulo Bernardo negaram irregularidades na arrecadação para a campanha da petista ao Senado em 2010.

Gleisi e Bernardo negaram, ainda, solicitações de doações ao doleiro Alberto Youssef. À PF, Paulo Bernardo disse que não fez qualquer pedido de “auxílio” a Costa para a campanha de Gleisi.

Questionado sobre as anotações “PB” e “1,0”, encontradas na agenda de Paulo Roberto Costa apreendida pela Polícia Federal, o ex-ministro disse não ter conhecimento das anotações.

Em depoimento à Justiça, Costa afirmou que as anotações diziam respeito ao valor de R$ 1 milhão repassados a Paulo Bernardo para a campanha da petista ao Senado.

Em seu depoimento, Gleisi Hoffmann também disse desconhecer as anotações na agenda de Costa. Ela afirmou ainda que o empresário Ernesto Kugler participou de alguns eventos da campanha de 2010, mas que năo atuou na captação de recursos.

Temer diz que não traiu ‘ninguém’ e critica proposta de novas eleições

0

Presidente em exercício concedeu entrevista ao programa Roberto D’Avila.
Ele disse que aceitou ser vice de Dilma em 2014 por ‘circunstâncias’ políticas’.

O presidente em exercício, Michel Temer, afirmou nesta terça-feira (21), em entrevista exclusiva ao programa Roberto D’Avila, da GloboNews, que não traiu “ninguém” para chegar à Presidência da República. Ele deu a declaração ao ser questionado pelo jornalista sobre o discurso da presidente afastada, Dilma Rousseff, de que foi vítima de um “golpe” e as acusações da petista de que ele seria um dos principais articuladores do impeachment.

Na entrevista exibida nesta terça, Temer também criticou a proposta defendida por parte da oposição de novas eleições para presidente caso Dilma consiga barrar o processo de impeachment no Senado.

No dia 10, Dilma defendeu, em entrevista à TV Brasil, uma “consulta popular” para verificar a opinião dos eleitores a respeito dos rumos do mandato, caso ela consiga retornar ao comando do Palácio do Planalto, dando a entender que apoiaria um plebiscito para avaliar a antecipação das eleições presidenciais. Na ocasião, a petista afirmou que essa seria a única maneira de “lavar” o que ela chamou de “lambança do governo Temer”.

Rreportagem do jornal “O Globo” publicada em 3 de junho mostrou que Dilma já aceitou uma proposta de parlamentares petistas de convocar um plebiscito para consultar a sociedade sobre a antecipação das eleições presidenciais. Emissários de Dilma no Senado, como a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ex-ministra da Agricultura, têm feito sondagens a parlamentares sobre a hipótese de fazer o plebiscito junto com as eleições municipais, a respeito da interrupção do mandato e da convocação de novas eleições em 90 dias, informou a publicação.

“Eu não acho útil para a senhora presidente [fazer novas eleições]. Porque, no instante em que ela diz que aceita um plebiscito para eleições, é porque ela deseja voltar para depois não governar. Não é útil porque, se vai voltar para depois convocar eleições, então é porque não quer governar”, ressaltou Temer na entrevista à GloboNews.

“Muitas vezes dizem que houve golpe. E golpe é ruptura em relação à Constituição. E aquilo que está havendo é obediência estrita ao texto constitucional.  Eu não traí a ninguém. Na verdade, o que houve foi um processo de impedimento. Eu não fiz nenhum movimento em relação a isso. E o impedimento se deu, convenhamos, até por uma maioria muito significativa”, complementou o peemedebista.

Na entrevista a Roberto D’Avila, Temer foi questionado sobre o motivo de, mesmo tendo tido uma relação conturbada com Dilma durante o primeiro mandato da petista, aceitou voltar a ser o candidato a vice nas eleições de 2014.

Segundo Michel Temer, a decisão de se candidatar mais uma vez como vice de Dilma se deu por “circunstâncias políticas”. Ele disse, entretanto, que logo após ser reeleito ao lado da petista, cobrou dela que deixasse de ser um “vice decorativo”.

“Logo que nós nos elegemos pela segunda vez, eu fui a ela e disse: ‘Presidente, eu vou ser muito franco com a senhora. A senhora sabe que eu fui um vice decorativo no primeiro mandato. Eu não quero repetir essa fórmula no segundo mandato. Espero que a senhora leve em conta isso, porque a senhora sabe que tenho um partido atrás das minhas costas'”, relatou o presidente em exercício.

Reforma da previdência

Na entrevista a Roberto D’Avila, Temer revelou que só tratará da reforma da Previdência se o Senado confirmar o impeachment de Dilma, o que o transformaria de presidente interino em presidente efetivo. Em 13 de junho, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, havia dito que a proposta de reforma seria encaminhada ao Congresso em julho, antes do prazo previsto para o fim do processo de impeachment, o que não deve ocorrer antes de agosto.

Temer argumentou que, “na prática”, tem agido como se fosse efetivo, mas que após a decisão do Senado, “abre-se um campo muito mais vasto para a governabilidade”.

“Então certas questões que neste momento ainda não deu tempo de tratar, eu tratarei depois. A questão da reforma da Previdência [por exemplo]. Acho que eu só poderei pleitear uma reforma da Previdência se tiver a efetivação [de seu mandato como presidente]”, disse o peemedebista.

LegitimidadeMichel Temer foi categórico ao afirmar durante a entrevista que não será candidato à Presidência em 2018. Ele também rechaçou a tese de que seu governo é “ilegítimo” já que, segundo ele, também foi eleito pelo voto popular.
“Inteiramente [legítimo]. Não é que eu me sinta. A Constituição é que diz que tenho legitimidade. […] Nós nos elegemos juntos. Muita gente votou porque eu era candidato. Então, essa coisa de que eu não fui eleito é um pouco exagerada”, reclamou.

Lava Jato

Durante a entrevista à GloboNews, Temer foi questionado, em diversas situações, sobre os desdobramentos da Operação Lava Jato. Desde que ele assumiu o comando do Palácio do Planalto, há 39 dias, três ministros de seus ministros foram exonerados após terem sido citados nas investigações do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

“Os que saíram do ministério pediram-me para sair. Eu ia fazer uma avaliação, mas antes que eu fizesse avaliação, pediram para sair”, destacou o peemedebista, que disse não acreditar que mais algum ministro venha a deixar o cargo.

O peemdebista saiu em defesa do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM). Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal tornou público um documento em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aponta suspeitas de pagamento de propina de R$ 100 mil pela construtora UTC, em 2014, para a campanha de reeleição para a Câmara dos Deputados do hoje ministro.

Mendonça afirma que interlocutores da construtora lhe ofereceram R$ 100 mil em doação oficial, mas que os orientou a fazer o repasse ao partido. Temer reiterou a versão durante a entrevista.

“Sabe como ele está sendo atingido [pelas investigações]? Mandaram R$ 100 mil para o DEM, o DEM mandou R$ 100 mil para ele [Mendonça] e acho que foi o [ex-presidente da Transpetro Sérgio] Machado que disse, ‘olha esses R$ 100 mil é dinheiro indevido’. Coitado do Mendonça, francamente.”

Além das baixas de integrantes do primeiro escalão, o próprio Temer também foi sugado nos últimos dias para o turbilhão da Lava Jato. Em sua delação premiada, Sérgio Machado disse que o presidente em exercício pediu a ele doações eleitorais para a candidatura, em 2012, do ex-deputado federal Gabriel Chalitaà Prefeitura de São Paulo. O delator também contou ao Ministério Público que Temer assumiu a presidência do PMDB para controlar a destinação de recursos doados pela JBS a políticos do partido para campanhas eleitorais.

Indagado sobre se tem tido “pesadelos” com a Lava Jato, o presidente em exercício negou: “Não, estou tranquilo. Não tenho problema nenhum. O que está havendo é a criminalização das doações eleitorais que eram feitas no passado. É muito provável que algumas tenham sido objeto de uma atividade ilícita. Mas na sua maior parte eu não acredito que tenha sido assim”, declarou.

“Acho difícil [fazer previsões políticas com os desdobramentos da Lava Jato]. Mas acho que não se deve pensar em paralisar a Lava Jato. A Lava Jato exerce o seu papel. [Tem] Vida própria. Exerce o seu papel por meio do Ministério Público, Judiciário, com auxílio da Polícia Federal e, portanto, deve prosseguir. E de vez em quando até dizem que o Temer vai paralisar a Lava Jato. Eu não faria isso no plano pessoal mas no plano institucional é muito mais grave. […] O Executivo jamais poderia interferir no Poder Judiciário”, disse Temer.

Temer também criticou a citação a seu nome na delação de Sérgio Machado. Ele, porém, negou que pretenda processar o ex-presidente da Transpetro. “O que ele [Machado] mais deseja é isso. […] Ele quer polarizar com o presidente da República. Eu não vou dar esse valor a ele. Eu não falo para baixo”, afirmou o peemedebista.

Ao comentar a situação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi afastado da presidência da Câmara dos Deputados por decisão do Supremo Tribunal Federal, Temer disse que o correligionário “está se defendendo como pode” e que é “batalhador no campo político e no campo jurídico.”

Avião para Dilma

Temer foi questionado por Roberto D’Avila se não teria sido “mesquinho” ao restringir o uso de avião oficial por Dilma Rousseff . O presidente em exercício argumentou que a petista “utiliza o avião, ou utilizaria, para ir fazer campanha denunciando o golpe”, que ele chamou de “uma situação um pouco esdrúxula.”

“A senhora presidente tem o palácio da Alvorada, tem o palácio do Torto, tem avião para se locomover para o seu estado. Sim, porque, convenhamos, [Dilma] não está no exercício da presidência, portanto não tem atividades de natureza governamental [que exijam um avião governamental para se deslocar para outros locais].”

Em tom de brincadeira, o presidente em exercício disse também que “jamais faltou comida” para a presidente afastada.

Impostos

O presidente em exercício disse também que não pensa em aumentar a carga tributária “ainda”. Segundo Temer, a possibilidade de estabelecimento de um teto para os gastos públicos, que o governo anunciou em 15 de junho, permitiu frear a discussão por enquanto.

“Mas eu não estou falando em aumentar impostos ainda, primeiro ponto. Ainda. Estou segurando isso exatamente e precisamente porque, primeiro, o acordo que nós fizemos relativo com o teto que nós mandamos um projeto lá formatado pela Fazenda e pelo Planejamento vai ser algo muito útil para o país”, afirmou.
Do G1, com informações da GloboNews

Número de endividados no DF cai pelo quarto mês consecutivo

0

O número de famílias endividadas no Distrito Federal teve a sua quarta queda consecutiva em 2016, passou de 728.383 em maio para 719.072 em junho (queda de 9,31 mil) e atingiu o índice de 77,8%, menor número registrado durante este ano. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, explica que a queda mostra que o consumidor está se precavendo com a crise e com o cenário menos favorável do mercado de trabalho. “O consumidor percebe que as empresas não estão contratando, o que faz com que ele tenha cautela e evite criar novas dívidas”, explica Adelmir. “Outros fatores responsáveis por esse cenário são o baixo crescimento da renda das famílias e o aumento da inflação, além da insegurança no ambiente de trabalho”, completa.

De acordo com a pesquisa, do total de famílias endividadas, 88,5% se declararam comprometidas com o cartão de crédito. Dentre as famílias com contas em atraso, 33,5% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 66,5% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente. Do universo de endividados, apenas 2,3% dos brasilienses disseram não ter condições de quitar as contas e 3,7% não sabem dizer se conseguirão ou não quitar o montante.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários dos setores de comércio, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica para o incremento das vendas, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

Faculdade Projeção agora é Centro Universitário

0

Às vésperas de completar 40  anos – o que ocorrerá em 2017 – o Grupo Projeção vive um dos mais importantes momentos de sua história. Portaria do Ministério da Educação publicada hoje, 22, confirma a transformação da Faculdade Projeção, em  Centro Universitário. Nasce, portanto, o UniPROJEÇÃO, o mais novo Centro Universitário da Capital da República.  Como Centro Universitário, o UniProjeção ganha inéditos patamares de autonomia em relação à legislação educacional e consolida-se, em definitivo,  como uma das instituições  de ensino superior mais respeitadas do Distrito Federal. O Presidente do Grupo Projeção, professor Oswaldo Saenger, divulgou nota oficial  na manhã desta quarta-feira, celebrando uma conquista que é de todos os alunos, professores e colaboradores. Leia na íntegra:

“Na vida existem momentos onde o sonho e a realidade se confundem, onde a emoção e a razão ficam harmonizadas, pois tudo converge para um único fim, um objetivo comum, uma meta alcançada, uma conquista de todos…

O dia de hoje traz consigo estas dimensões, em especial para aqueles que fizeram e fazem parte da história do Projeção. Acabamos de tomar conhecimento, através do Ministério da Educação, que a Faculdade Projeção foi transformada em Centro Universitário.  PORTARIA NÚMERO 523 DO DIA 21 DE JUNHO DE 2016.

“Agora somos UNIPROJEÇÃO!   

Neste momento tão importante queremos homenagear a todos os nossos  alunos,  que escolheram a  Faculdade  Projeção, como parceira para  construir a sua  carreira profissional, fazendo parte integrante  da sua história e das suas conquistas. 

Aos professores que participaram da consolidação da Faculdade Projeção como uma Instituição séria e de qualidade na Educação Superior do Distrito Federal, nossos agradecimentos reconhecendo o diferencial do desempenho de cada um. 

Destaco a seguir, como se olhasse para mim mesmo, a importância dos Diretores, Coordenadores, Gestores e de todos os Auxiliares Técnicos Administrativos,  que não mediram esforços para alcançarmos este objetivo, ser Centro Universitário. 

O Projeção vai completar 40 anos de prestação de serviços em educação em 2017, com uma história marcada pelo trabalho e superação das dificuldades, tendo sempre como foco a Educação. Hoje, mais do que nunca nos sentimos confirmados e reconhecidos com novos motivos para continuar a missão.   

O CENTRO UNIVERSITÁRIO PROJEÇÃO é o resultado do trabalho, da participação e do comprometimento de todos!  Assim, retribuímos com o nosso reconhecimento e com a nossa gratidão. 

Muito obrigado e PARABÉNS! “

3 a 2: CCJ aprova proposta que impede contratação de Organizações Sociais

0

Após muita polêmica, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO nº 43/2016) que impede a contratação e gestão das Organizações Sociais (OSs) no DF. Desde o início da manhã desta terça-feira (21), cerca de duzentos servidores manifestaram-se, nas cercanias da Casa, favoráveis à proposta e contra a terceirização dos serviços públicos de saúde. Representantes de seis sindicatos e conselhos de saúde acompanharam a votação da CCJ, concluída no início da tarde.

O deputado Ricardo Vale (PT), autor da matéria, argumentou que as OSs não são eficazes como modelo de gestão dos serviços públicos e representam a privatização do sistema de saúde. Vale citou que o Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, estado que adota o modelo, constatou irregularidades em nove de dez organizações em que foram realizadas auditorias. Alegou ainda que o Conselho Nacional de Saúde, em documento aprovado pelos delegados, é contrário à terceirização dos serviços.

Por três votos contrários e dois favoráveis, foi rejeitado o parecer do deputado Chico Leite (Rede), que alegou ser inconstitucional a proposta. Chico disse ser contra a gestão de Organizações Sociais, mas argumentou que a matéria é inconstitucional, daí seu parecer contrário. A presidente da comissão, deputada Sandra Faraj (SD), votou favoravelmente ao parecer de Chico Leite, não apenas pela inconstitucionalidade, mas também por “não estar convicta que as OSs venham a piorar o atendimento”, afirmou.

Votaram contrários ao parecer de Leite os deputados Robério Negreiros (PSDB), bispo Renato Andrade (PR) e Raimundo Ribeiro (PPS). “Estamos vivendo tempos de angústia, a saúde no DF está caminhando para o cemitério, e esta Casa precisa dar respostas”, afirmou o deputado Raimundo Ribeiro. Robério Negreiros, ao justificar seu voto, defendeu o sistema de saúde público, universal e democrático. O deputado Renato Andrade disse ser a “favor do povo” e da saúde pública de qualidade.

Por Franci Morais

Foto: Rinaldo Morelli/CLDF