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Alunos da Estrutural visitam CLDF pelo projeto Cidadão do Futuro

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) retomou as visitas guiadas para estudantes da rede pública de ensino, nesta segunda-feira (14), pelo projeto ‘Cidadão do Futuro’, que atendem alunos do ensino fundamental. “Recebemos, com satisfação, hoje, os alunos da Cidade Estrutural, que vieram conhecer a Casa e compreender o funcionamento dos três Poderes”, explicou a presidente da Câmara Legislativa do DF, deputada Celina Leão.

Hoje (15), serão atendidos alunos do ensino médio, por meio do projeto ‘Jovem Cidadão’. O retorno das visitas ocorre graças a uma portaria conjunta entre a CLDF e a Secretaria de Educação do DF.

Para Celina Leão, a retomada dos projetos dá oportunidade aos alunos de estar próximos às atividades legislativas. “E por meio do conhecimento de funcionamento dos Poderes, trabalhar sua compreensão às funções de cada um, inclusive o papel dos parlamentares”, explicou a deputada.

Celina Leão recebeu os alunos ao lado do secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, no auditório da Casa, onde as crianças participaram de uma palestra, com direito a perguntas e respostas de um consultor técnico-Legislativo da Escola do Legislativo (Elegis). Os estudantes também conheceram o funcionamento da Casa e visitaram a galeria do Plenário.

Os dois projetos da CLDF atendem a visitação cívica em dias e turnos distintos. Nas tardes de segunda e quarta-feira, estão reservadas para o ‘Cidadão do Futuro’. Já nas terças e quintas, pela manhã, será a vez dos alunos do ensino médio pelo ‘Jovem do Cidadão’. As escolas participantes são escolhidas pela Secretaria de Educação, sendo a visita reconhecida como atividade extra-curricular. À Câmara Legislativa cabem os custos de transporte e alimentação dos estudantes.

A execução dos projetos foi interrompida no ano 2000, e foram retomados em 2008, com a instalação da Escola do Legislativo (Elegis), com a finalidade de contribuir para o reforço ou a formação de valores inerentes à democracia; favorecer a compreensão dos estudantes sobre as funções do Poder Legislativo e do parlamentar; contribuir para a formação de consciência política para o exercício da cidadania; favorecer a reflexão sobre a relação direta entre o Poder Legislativo e a democracia; contribuir para a formação política de crianças e jovens do DF, assim como favorecer a aproximação da Câmara Legislativa com a sociedade.

Os projetos têm conteúdos relacionados aos três Poderes e ênfase nas funções do Poder Legislativo e do Parlamentar, como pilares da democracia, relacionando à importância da participação, da representação, do debate de ideias e da responsabilidade da escolha, fatos que são apresentados durante as palestras.

Crianças entusiasmadas – Mas foram as crianças que puderam falar sobre o que viram e ouviram com espontaneidade e pureza. O tímido João Paulo Macedo de Souza, 12 anos, aluno do CEF 12, respondeu com habilidade às perguntas da palestra e recebeu muitas palmas dos colegas. “Esse projeto que trouxe a gente aqui é muito bom”, resumiu. Já Daniel Araújo da Silva, 12 anos, falou com convicção. “Foi muito bom a minha escola poder participar dessa visita à Câmara. Eu tinha vontade de saber como era aqui dentro e eu só ouvia falar na televisão. Agora eu sei mais”, afirmou o menino. Em seguida, a pequena Nicole Araújo Oliveira, 9 anos, estudante do 4º ano do ensino fundamental explicou o que representa a visita. “Esse programa é muito bom para nós, pois vou poder contar para o meu pai e para a minha mãe o que aprendi hoje. Vou levar para casa mais conhecimento”, concluiu.

Secretário de Cultura apresenta propostas para Lei Orgânica do setor ao governador

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A reunião ocorreu na Residência Oficial de Águas Claras. Pasta recebeu 1.341 contribuições para a nova legislação. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
Por Amanda Martimon – O secretário de Cultura, Guilherme Reis, e equipe apresentaram ao governador Rodrigo Rollemberg, acompanhado da esposa Márcia Rollemberg, propostas para o texto da Lei Orgânica da Cultura. A nova legislação é necessária para que Brasília possa aderir ao Sistema Nacional de Cultura — instrumento de gestão do governo federal pelo qual serão feitos os repasses de recursos para a área e o controle de políticas públicas, por exemplo.

No processo de construção da lei em discussão no Executivo, a pasta recebeu 1.341 contribuições da população. Além de duas consultas públicas e 47 entrevistas a lideranças culturais, foram realizados 24 encontros dos Diálogos Culturais, com 953 participantes.

O secretário destacou que o tema tem sido discutido por muitos anos com a comunidade do setor. “É uma entrega fundamental que a gente fará à população com essa nova legislação que será um instrumento de continuidade de uma política de Estado e não de um governo e que mudará a cada gestão”, avaliou. A futura Lei Orgânica da Cultura englobará o Plano de Cultura do DF — que vai estruturar as políticas públicas culturais em Brasília ao longo de dez anos.

Também participaram da reunião a secretária-adjunta, Nanan Lessa Catalão; a subsecretária de Políticas de Desenvolvimento Cultural, Mariana Soares; o subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural, Thiago Rocha Leandro; e a assessora especial em políticas culturais da Subsecretaria de Políticas de Desenvolvimento Cultural Daniela Diniz, todos da pasta de Cultura, além da assessora especial da Casa Civil Mariana Salles.

Manifestação deste domingo é maior do que das Diretas Já

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Manifestantes vão a Esplanada dos Ministérios contra a corrupção e pela saída da presidenta Dilma Rousseff  – Wilson Dias/Agência Brasil

Por Heloísa Cristaldo – Com o Hino Nacional cantado em coro, foi encerrada em Brasília a manifestação em apoio ao combate à corrupção e a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, realizada na Esplanada dos Ministérios. Ao final do hino, os manifestantes gritaram “Fora, PT”.

Segundo a Polícia Militar, 100 mil pessoas participaram da manifestação. Não houve ocorrência de atos violentos, segundo a PM, apenas registro de extravio de documentos e atendimento de pessoas com mal-estar. O percurso dos manifestantes começou no Museu da República e foi até o Congresso Nacional, em um total de dois quilômetros.

Para o estudante Douglas Santana, de 20 anos, o movimento é histórico para o país. “Pedimos fora ao PT porque é perceptível que o país não está estável. Realmente precisa mudar e esse é o partido que está no poder”. Segundo o estudante, o ato deve ser mantido também contra outros políticos, de outros partidos, sob investigação pela Polícia Federal.

Vários manifestantes vestem camisas com a foto do juiz Sérgio Moro e usam adesivos em apoio ao juiz que comanda o processo de julgamento dos crimes relativos à corrupção em contratos da Petrobras, investigados no âmbito da Operação Lava Jato, pela Polícia Federal.

Em meio ao povo, estava o senador Álvaro Dias (PV-PR), que não falou aos manifestantes publicamente. Ele, no entanto, conversou individualmente com alguns manifestantes e parou para tirar fotos. Dias migrou do PSDB para o PV no início de janeiro, após vários meses de negociação. Também participou do ato em Brasília o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Vestido com uma camiseta com a frase “Direita Já”!, o parlamentar tirou selfies com o público.

Neste momento, as pessoas estão se dispersando, a maioria em direção à Rodoviária do Plano Piloto, terminal de ônibus na área central de Brasília.

As pessoas começaram a se concentrar perto do Museu da República ainda às 9h. Entre o público, havia várias famílias. A maioria das pessoas estava vestida de camiseta verde e amarela. Em frente ao Congresso Nacional, alguns manifestantes fizeram uma moldura com o próprio corpo para escrever a frase “Fora, Dilma”. Em vários momentos, os manifestantes fizeram uma ola em defesa da “limpeza”, que defende a saída de políticos corruptos. Nominalmente, eles citaram o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e de Dilma.

Desempregada desde outubro, Roberta Born, de 34 anos, fez parte de vários movimentos que já acamparam no gramado do Congresso, disse acreditar que o Brasil está sofrendo com o governo atual. Para ela, o governo é uma “facção criminosa”. Vinda de Porto Alegre, Roberta se considera de direita e afirmou que só volta para sua cidade quando a presidenta Dilma sair da Presidência.

Para o servidor público, da Justiça Federal, Fábio Freitas, de 51 anos, a corrupção começou no país em 1500, desde o descobrimento do Brasil. “Sou um dos milhares de brasileiros indignados com a corrupção”, disse. Ele, entretanto, afirmou que a corrupção não é privilégio de apenas um partido. “O Brasil precisa se reinventar. O que se está pedindo não é solução. O necessário seria convocar uma nova Constituinte”.

Cerca de 2 mil policiais foram destacados para garantir a segurança nas ruas de Brasília, neste domingo.

Audiência pública faz reflexão sobre rede de saúde do DF

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Secretário de Saúde ouviu cobranças em plenário. Foto: Bruno Dornelas

A discussão sobre o realinhamento da Lei Orçamentária Anual (LOA/2016) para a área da saúde, realizada em plenário na noite desta quinta-feira (10), foi um momento de reflexão sobre o atual quadro da saúde do Distrito Federal. Durante a audiência, proposta pela presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT), parlamentares, secretários do GDF, sindicatos e usuários da rede pública debateram saídas para aprimorar o atendimento no DF.

Em seu pronunciamento, Celina Leão destacou a importância do tema, apostando que o encontro contribuirá para que, por meio de um debate, se chegue a um consenso. “Creio que este seja o caminho para se discutir um tema tão especial e se chegar a soluções efetivas para que os cidadãos que dependam da saúde pública tenham mais atenção ao recorrerem às unidades de saúde do DF”. Já o deputado Agaciel Maia enfatizou a falta de condições de trabalho para os profissionais da saúde.

O secretário Humberto Fonseca observou que já identificou os pontos centrais de reorganização da Secretaria para que a pasta atenda melhor a população. Ele destacou a falta de padronização de medicamentos. “Hoje, a média de medicamentos essenciais no DF é de 790, portanto, quase o dobro dos medicamentos apontados pelo Ministério da Saúde”. Ele complementou dizendo que os recursos para a Saúde são limitados. “A distribuição tem de ser bem feita, assim como o controle de estoques”, avaliou.

Humberto Fonseca reconheceu que os profissionais da Saúde precisam de melhores condições de trabalho e garantiu que está iniciando estudos sobre as UPAs, entre outras medidas. “Peço um voto de confiança”, solicitou o secretário.

Durante a audiência, mais de trinta pessoas relataram falta de condições de atendimento, ausência de medicamentos e equipamentos – especialmente dos pacientes renais crônicos -, as péssimas de condições de trabalho para os profissionais, entre outros temas.

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues cobrou o fim das horas extras. “É preciso acabar com as horas extras, ampliar os contratos de 20 para 40 horas e convocar mais concursados”.

Modelo – O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) destacou que o modelo aplicado na Secretaria de Saúde é falido. “É preciso descentralizar a Saúde com autonomia para que se possa atender com eficiência. Não adianta aumentar o, orçamento, porque não vai resolver. O que falta é um novo modelo de gestão” cobrou Delmasso.

O secretário de Fazenda, João Antônio Fleury, apresentou as dívidas da pasta. “A saúde era a maior devedora do governo, na troca de governo em 2014. Devia-se mais de um bilhão e 50 milhões de reais. Já pagamos R$ 600 milhões”, contabilizou.

Participaram ainda do evento o secretário-adjunto do Planejamento e Orçamento, Renato Brown, assim como o presidente do Conselho de Saúde do DF, Helvécio Ferreira, e o diretor executivo do Fundo de Saúde do DF, Ricardo Cardoso dos Santos.

O capítulo 2 da delação de Delcídio explode no colo de Dilma

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Por Ricardo Noblat – Pedro Collor não apresentou uma só prova para detonar o irmão, o então presidente Fernando Collor. A entrevista que concedeu à VEJA desencadeou a tempestade quase perfeita encerrada com a deposição do primeiro presidente da República eleito pelo voto popular depois de 21 anos de ditadura.

Roberto Jefferson muito menos provou o que disse à Folha de S. Paulo sobre o mensalão. Acusou o governo de subornar deputados para que votassem na Câmara como ele queria. Jefferson poupou Lula. Disse apenas que ele chorou quando ouviu falar do mensalão. Mais tarde, tudo o que Jefferson disse acabou provado.

Tudo indica que Delcídio Amaral, ex-líder do governo Dilma no Senado, pretende seguir os exemplos de Pedro e de Jefferson. Algumas provas ele diz que tem. Mas aposta que sua copiosa delação feita ao Procurador Geral da República se provará assim que começar a ser investigada.

A revista IstoÉ divulgou na semana passada o primeiro capítulo da delação. E ontem, quando começou a circular outra vez, o segundo capítulo. Esse explodiu como uma bomba no colo de Dilma. E explica por que ela convocou jornalistas para dizer que não renunciará ao cargo. Ninguém havia lhe perguntado isso.

A certa altura da entrevista, Dilma se disse vítima de denúncias seletivas. E mencionou a de Delcídio sem citar o nome dele. Os jornalistas pensaram que ela se referia ao capítulo 1. Não sabiam da existência do capítulo 2. Dilma sabia. Fora procurada pela revista. Correu a defender-se antes da IstoÉ cair nas redes sociais.

Dilma jamais conseguirá se sustentar no cargo caso se confirme o que Delcídio revelou. O mais provável, contudo, é que caia antes, vítima do pedido de impeachment PMDB, PSDB, DEM, PPS, PRB, PSB e partidos menores estão de acordo em despachar Dilma, substituindo-a por seu vice Michel Temer.

Lula é suspeito de levar itens Palácio do do Alvorada que não era dele

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Há relatos de que no dia da mudança, d. Marisa mandou colocar em caminhões de mudança até objetos de adorno do jardim do Alvorada. Caso de um pilão de madeira, presenteado a d. Sarah Kubitscheck por fazendeiro de Goiás, durante o governo JK

O ex-presidente Lula enfrenta a suspeita de apropriação de objetos do Palácio da Alvorada que pertenceriam à União. No café da manhã com senadores, quarta-feira (9), Lula desdenhou disso e fez uma revelação espantosa: além dos itens encontrados pela Polícia Federal no sítio em Atibaia, na 24ª fase da Lava Jato, “tem umas 400 caixas” da sua mudança em imóvel do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. O número de caixas pode ser exagerado, mas a revelação pode provocar novas diligências.

Objetos que pertencem à União teriam sido levados nos espantosos 11 caminhões de mudança de Lula e Marisa, no fim do seu governo.

Aos senadores, Lula disse ter ganho “muitos presentes”. Ele ignora que itens avaliados em mais de cem reais passam ao patrimônio da União.

Há relatos de que no dia da mudança, d. Marisa mandou colocar em caminhões de mudança até objetos de adorno do jardim do Alvorada. Caso de um pilão de madeira, presenteado a d. Sarah Kubitscheck por fazendeiro de Goiás, durante o governo JK.

Provocado por requerimento de Ronaldo Caiado (DEM-GO), o Senado pediu a investigação do eventual sumiço de objetos do Alvorada. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

MP quer estipular data para prender Lula e utilização de força policial

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Promotores querem realizar prisão do ex-presidente pessoalmente

O grupo de promotores que pediu a prisão do ex-presidente Lula por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro na investigação do triplex no Guarujá querem fixar uma data para a execução e cumprimento dos mandados que podem levar o político à cadeia.

O pedido de prisão foi divulgado publicamente nesta quinta-feira (10), e não tem prazo para ser analisado pela Justiça de São Paulo.

Os promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique de Moraes Araújo apontam que “Em caso de deferimento, que os mandados sejam entregues em mãos a um dos promotores de Justiça subscritores da denúncia, a fim de que sejam posteriormente cumpridos na forma a ser estabelecida pelo Ministério Público, inclusive com uso de força policial, caso necessária, com evidente respeito à legislação vigente, tudo a fim de obter a melhor forma de operacionalização das medidas, evitando violação dos direitos fundamentais dos denunciados. As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo.

A justificativa para o pedido de prisão é a possiblidade de continuidade nos crimes e na destruição de provas acerca do caso.

Tsunami de delações deve atingir todos os partidos

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Por Vera Magalhães – Com o cerco se fechando, como ficou evidente nesta semana com as condenações pesadas a empreiteiros e ex-diretores da Petrobras, ninguém quer ser o único a cumprir pena cheia.

Avançaram as negociações para que o núcleo da Odebrecht colabore com a força-tarefa, bem como o casal João Santana e Monica Moura.

Nos depoimentos já em curso, os primeiros vazamentos das delações da Andrade Gutierrez e da OAS atingem a campanha de Dilma Rousseff em 2014, como antecipou o Radar da última edição de Veja, mas também uma miríade de políticos de todos os partidos.

A delação de Delcídio do Amaral, à espera da homologação de Teori Zavascki, também promete espalhar o mar de lama para outros políticos, inclusive da oposição.

Mais lenha na fogueira para os protestos de domingo. Resta saber se algum político terá coragem de dar as caras na rua.

Galinha Pintadinha comemora a Páscoa em Brasília

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A “Páscoa da Galinha Pintadinha” vai invadir o Taguatinga Shopping, de 12 a 30 de março, com atrações gratuitas e pagas

A Galinha Pintadinha promete tornar a Páscoa deste ano inesquecível. De 12 a 30 de março, a personagem amada pela criançada vai levar o evento “Páscoa da Galinha Pintadinha” para o Taguatinga Shopping, numa promoção da Flap Live Marketing. Com uma estrutura lúdica e atividades recreativas, as crianças serão transportadas para o universo mágico e colorido da simpática personagem.

Diversão não vai faltar. Serão duas estações diferentes montadas no shopping. Na Praça de Vidro, no 3º piso, as atrações serão gratuitas. O espaço vai contar com a oficina de pintura Pintando o Sete com o Pintinho Amarelinho e o Cineminha da Galinha Pintadinha, que vai exibir clipes da personagem.

E claro, a foto com a Galinha Pintadinha não poderia ficar de fora da programação.
Na Foto com a Galinha Pintadinha será realizada em dias e horários específicos: Sábados (12, 19 e 26/03) e domingos (13, 20 e 27/03), às 13h, 14h30, 16h, 17h30 e 19h.

Já no 1º piso do shopping, a estação com bilheteria contará com o pula-pula da Dona Aranha; a Cozinha da Borboletinha, que será composta por uma casinha com um cenário de cozinha; a Toca do Coelhinho, um brinquedo com labirinto e escorregador. Para mergulhar e se jogar, a Lagoa do Sapo Cururu será formada por uma piscina de bolinhas.

Para soltar a voz, os pequenos vão poder participar do Karaokê do Pintinho Amarelinho. Uma TV vai passar os clipes da Galinha Pintadinha e as crianças vão poder acompanhar as músicas. A Professora Fli-Flai vai oferecer a oficina de pintura Mão na Massa; enquanto a personagem Pombinha vai ensinar a fazer a coleta seletiva e colocar o lixo no local certo.

SERVIÇO:

Oficina de Pintura e Cineminha
Onde: Praça de Vidro 3º piso
Quando: De 12 a 30 de março. De segunda a sexta, das 13h às 22h. Sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 20h.
Quanto: Gratuito

Encontro com a Galinha Pintadinha
Onde: Praça Central 1º piso e Praça de Vidro 3º piso
Quando: Sábados (12, 19 e 26/03) e domingos (13, 20 e 27/03), às 13h, 14h30, 16h, 17h30 e 19h.
Quanto: Gratuito

Área Recreativa de Páscoa da Galinha Pintadinha
Onde: Praça Central 1º piso.
Quando: De 12 a 30 de março. De segunda a sexta, das 13h às 22h. Sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 20h.
Quanto: R$ 20 (a cada 30 minutos). R$ 5 (a cada 10 minutos adicionais ou fração). R$ 50 para o ingresso Day Use, que dá direto ao passe livre durante um dia.

Classificação indicativa: Recomendado para crianças de 0 a 10 anos, acompanhados pelos pais ou responsáveis. Menos de 04 anos deverão entrar no evento, obrigatoriamente, acompanhados de um responsável.

Concessionários emplacam 5.302 automóveis em fevereiro

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O setor automotivo no Distrito Federal vem sofrendo as consequências do cenário econômico brasileiro. No último mês, as concessionárias fecharam o caixa com um encolhimento da demanda por veículos zero. Em contrapartida, as vendas de motocicletas registraram aumento de 4,59%.

De acordo com balanço mensal divulgado pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (Sincodiv-DF), em fevereiro, foram comercializadas 5.302 unidades ante 5.729 em janeiro. O número representa uma retração de 7,45% em relação ao mês anterior. Os dados nacionais apontam redução de 5,47%.

Ao comparar as vendas de fevereiro deste ano com as de 2015, registra-se uma queda de 24,99%. No Brasil, a baixa foi de aproximadamente 21,06%. “As pessoas estão mais preocupadas com o custo-benefício de manter um carro. Por isso, estamos debatendo alternativas que possam ser implementadas a fim de aprimorar o conhecimento das equipes de vendas do setor automotivo”, comenta Alessandro Soldi, vice-presidente do Sincodiv-DF.

Ranking – A Fiat segue na liderança das marcas mais vendidas no DF em janeiro. Foram emplacados 896 veículos, o que representa 18,27% do mercado. A Volkswagen continua em segundo no ranking, com 701. Em terceiro lugar, a GM; com a Hyundai e a Honda, que saiu do sexto para quinto lugar; fechando as cinco marcas mais vendidas do último mês.

Motocicletas – Em fevereiro, foram emplacadas 819 motocicletas contra 783 em janeiro. A Honda segue na liderança das marcas mais vendidas no DF fevereiro. Foram emplacadas 575 motocicletas, o que representa 71,72% do mercado. A Yamaha continua em segundo no ranking, com 107. Em terceiro lugar, a BMW; com a Kawasaki e a Triumph, fechando as cinco marcas mais vendidas no último mês.