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Primeira etapa das obras do Aeroporto de Guarujá será inaugurada nesta segunda (14)

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Ministro Silvio Costa Filho e secretário de Aviação Civil, Tomé Franca, participam do evento; aeroporto deverá começar a operar a partir de 2026

O ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) participa, nesta segunda-feira (14), da entrega das obras da primeira fase do Aeroporto de Guarujá (SP). O empreendimento recebeu recursos no valor de R$ 20,5 milhões provenientes do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal). Participam também do evento o secretário Nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, e o prefeito da cidade de Guarujá, Farid Madi.

 

Nesta primeira etapa, serão entregues a reforma e adequação da pista de pousos e decolagens, as pistas A, B e C de taxiamento e o sistema de drenagem do aeroporto. As obras da cerca operacional também foram concluídas. A Infraero é a empresa responsável por realizar a gestão operacional e aeroportuária da infraestrutura.

 

O Aeroporto de Guarujá foi projetado para atender aeronaves do tipo 2C (ATR 72) e contará com pista de 1.390m x 45m. O terminal de passageiros terá arquitetura modular, de formato retangular, sendo 495,28 m² de área construída e 286,41m² de área útil. Após o final das obras, o aeroporto deve passar por processo de homologação junto aos órgãos competentes e deverá passar a operar regularmente no início de 2026.

 

Porto & Mar
Ainda nesta segunda-feira (14), às 14h, o ministro Silvio Costa Filho participa do 1º Encontro Porto & Mar 2025, que ocorre na Câmara Municipal de Santos. O Evento é promovido pelo Grupo Tribuna e reúne autoridades e especialistas do setor para discutir infraestrutura portuária, planejamento das cidades e mobilidade urbana e portuária.

 

O ministro Silvio vai participar do painel sobre o Tecon Santos 10 – Relação com o Brasil, economia e o porto, ao lado do secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, e do presidente da Autoridade do Porto de Santos, Anderson Pomini.

 

Credenciamento de imprensa
Ao final da cerimônia no Aeroporto de Guarujá, o ministro Silvio Costa Filho atenderá os profissionais da imprensa presentes. Os interessados em acompanhar o evento deverão solicitar o credenciamento pelo endereço do e-mail ascom@mpor.gov.br. No corpo da mensagem, é necessário informar nome, número do RG e CPF.

Serviço
O que: Entrega das obras da primeira fase do Aeroporto de Guarujá
Onde: Av. Castelo Branco, s/n – Jd. Cunhambebe, em Vicente de Carvalho
Quando: Segunda-feira, 14 de abril
Horário: 15h

Quanto tempo uma empresa precisa para alcançar o sucesso?

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Iniciar um negócio é um grande desafio, e muitos empreendedores se perguntam quanto tempo levará até que ele se torne bem-sucedido. A resposta varia de acordo com o setor, o mercado e as estratégias adotadas, mas, em média, um negócio pode levar de três a cinco anos para se consolidar e alcançar estabilidade financeira. 

O caminho para o sucesso empresarial não acontece da noite para o dia. Empreender é um processo contínuo de aprendizado, resiliência e adaptação. De acordo com Guy Peixoto Neto, empreendedor e investidor, um negócio pode levar de três a cinco anos para alcançar estabilidade financeira. “Muitos empreendedores buscam resultados imediatos, mas o crescimento sustentável exige tempo, estratégia e execução disciplinada”, explica Guy.

Nos primeiros anos, o desafio é validar a ideia e garantir a sobrevivência. “O primeiro ano é de ajustes e aprendizado, o segundo visa expandir a base de clientes e otimizar processos, enquanto o terceiro foca na sustentabilidade do negócio e na ampliação da operação. No quarto ano, a empresa já deve estar pronta para escalar”, detalha Guy.

Ele destaca que, para alcançar esse crescimento, é essencial seguir etapas estratégicas bem definidas. “Desde a criação de um plano robusto e validação da ideia, até a consolidação, expansão e rentabilidade. A otimização de custos e a definição precisa da precificação são cruciais para maximizar a margem de lucro”, afirma. Além disso, explorar novos mercados, fortalecer a equipe e implementar automação são passos-chave para aumentar a eficiência operacional. “A consolidação da marca e a construção de autoridade no setor são fundamentais para solidificar a posição da empresa.”

O Nubank é um exemplo clássico desse processo. Fundado em 2013, a fintech passou seus primeiros anos conquistando clientes, ajustando sua oferta e validando sua proposta de valor antes de se consolidar como um gigante do setor financeiro. “Nenhuma empresa de sucesso começou gigante. Todas enfrentaram desafios, mudanças e evoluções”, observa Guy.

Ele próprio percorreu esse caminho. Aos 22 anos, fundou a OPERALOG, transportadora que atingiu 100 milhões de reais em faturamento, firmando parcerias estratégicas com grandes empresas como Ambev e Nacional Gás. Atualmente, seus negócios abrangem setores como combustíveis, tecnologia, hotelaria, gastronomia, logística e transportes, com um faturamento superior a 250 milhões de reais.

“Sucesso empresarial está diretamente ligado à consistência e à capacidade de adaptação. Quem entende isso, persiste e busca constantemente por conhecimento, tem muito mais chances de construir um negócio sólido”, conclui Guy, que compartilha sua experiência no livro “101 Princípios Essenciais do Empreendedorismo”. Com uma formação em instituições renomadas como Insper, Esade, Stanford, MIT, Wharton e Harvard, ele atua como investidor, mentor e CEO, ajudando empresas a crescerem de forma estratégica.

Bronquiolite é a principal causa de internação por infecção respiratória em crianças menores de um ano de idade

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Especialista do HRSM alerta sobre os sintomas, riscos e formas de prevenção da doença que preocupa pais e profissionais de saúde
Jurana Lopes
Com a chegada das estações mais frias, os atendimentos por doenças respiratórias em crianças disparam, lotando emergências pediátricas em todo o país. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a realidade não é diferente.
De janeiro a 10 de abril de 2025, o pronto-socorro infantil da unidade registrou 8.960 atendimentos – a maioria, por problemas respiratórios. Apenas nos primeiros dez dias de abril, foram 903 crianças atendidas na unidade. Entre as doenças mais comuns neste cenário está a bronquiolite, que hoje lidera as causas de internação por infecções respiratórias em crianças menores de um ano, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma infecção das vias respiratórias inferiores que atinge, principalmente, os bronquíolos – estruturas pequenas e terminais dos pulmões. Acomete com mais frequência bebês com até dois anos, sendo mais comum entre dois e seis meses de vida. Na maioria dos casos, é provocada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
“O vírus causa inflamação e acúmulo de muco nos bronquíolos, o que dificulta a passagem de ar. Em bebês, que já têm vias aéreas naturalmente mais estreitas, isso pode rapidamente evoluir para quadros mais graves”, explica o infectologista pediátrico do HRSM, Dr. Pedro Bianchini.
Sintomas e sinais de alerta
Os primeiros sintomas da bronquiolite costumam ser parecidos com os de um resfriado comum: coriza, tosse seca e febre baixa. Mas o quadro pode evoluir com rapidez. A criança passa a apresentar respiração acelerada (taquipneia), chiado no peito (sibilância), dificuldade para mamar ou se alimentar, tiragem intercostal e batimento de asas nasais — sinais de esforço respiratório.
“É fundamental que pais e cuidadores fiquem atentos. A febre em bebês com menos de três meses, a recusa persistente de alimentos, a dificuldade respiratória, episódios de apneia (pausas na respiração), cianose (coloração azulada na pele ou lábios) e sonolência excessiva são sinais de alerta. Nesses casos, o atendimento médico deve ser imediato”, orienta o especialista.
Tratamento e cuidados
O tratamento da bronquiolite é, na maioria das vezes, de suporte. Isso inclui hidratação, controle da febre e, quando necessário, oxigenoterapia. “Não há benefício comprovado no uso rotineiro de broncodilatadores, corticosteroides ou antibióticos, a menos que o quadro clínico exija”, afirma Dr. Pedro.
Uma das estratégias mais eficazes nos casos moderados a graves é o uso da cânula nasal de alto fluxo (HFNC), que ajuda a melhorar a oxigenação e diminuir o esforço respiratório. Em situações mais graves, pode ser necessário o uso de suporte ventilatório em UTI pediátrica.
A decisão pela internação leva em conta o estado clínico da criança, principalmente quando há desconforto respiratório acentuado, dificuldade para se alimentar, hipóxia (baixa oxigenação do sangue), apneias ou doenças pré-existentes.
Fatores de risco
Segundo o infectologista, alguns fatores aumentam o risco de quadros graves de bronquiolite, como ausência de aleitamento materno exclusivo, prematuridade (especialmente abaixo de 32 semanas), idade menor que seis meses durante o período de circulação do VSR, presença de doenças cardíacas, pulmonares ou neuromusculares, e imunodeficiências.
“Além disso, o convívio com muitas pessoas, como em creches ou lares com muitos familiares, favorece a propagação do vírus. Por isso, a prevenção é essencial e passa por medidas simples: lavar as mãos com frequência, manter ambientes ventilados, evitar contato com pessoas gripadas e higienizar brinquedos e superfícies com regularidade”, destaca.
Vacinação: um avanço na prevenção
Uma importante novidade no combate à bronquiolite é a incorporação da vacina Abrysvo, da Pfizer, ao SUS. Aprovada pela Anvisa em 2024, ela é aplicada em gestantes entre a 24ª e a 36ª semana de gravidez, protegendo o bebê por meio da transferência de anticorpos pela placenta. A vacinação foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e começará a ser aplicada nas campanhas sazonais a partir de 2026.
Além da vacinação materna, o Brasil já conta com duas formas de imunização passiva contra o VSR. O anticorpo monoclonal Nirsevimabe (Beyfortus™), disponível na rede privada desde 2023, é aplicado em dose única e protege os recém-nascidos durante os cinco meses de maior risco. Já o Palivizumabe (Synagis®), que requer doses mensais, está disponível gratuitamente pelo SUS nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) e é indicado apenas para grupos de alto risco.
“Essas estratégias vêm somar às vacinas tradicionais contra doenças respiratórias, como gripe, pneumocócica conjugada, pentavalente e covid-19. Todas juntas têm contribuído significativamente para reduzir as hospitalizações e mortes por infecções respiratórias na infância”, reforça o médico.
Dr. Pedro Bianchini também lembra que a vacina da gripe diminui o número de internações e complicações associadas ao vírus influenza, enquanto as vacinas pneumocócicas previnem doenças como pneumonia, otite e meningite, além de ajudar a reduzir o uso de antibióticos e a resistência bacteriana.
“A bronquiolite pode assustar, mas informação e prevenção são nossas maiores aliadas. Vacinar, amamentar, higienizar e saber quando buscar ajuda médica são atitudes que fazem toda a diferença na saúde dos nossos pequenos”, conclui o especialista.
Fotos: Divulgação/IgesDF

Greve de auditores da Receita passou do limite suportado pela sociedade, alerta o Ciesp

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’Os brasileiros não podem continuar reféns da discórdia’

A prolongada greve dos auditores fiscais da Receita Federal, que se estende por meses, ultrapassou todos os limites do razoável e do bom senso, colocando em risco a economia, as empresas e os trabalhadores. O alerta é do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), que reforça a urgência de uma solução para o impasse entre a categoria e o Governo Federal. “Independentemente de quem tenha razão, a sociedade não pode continuar refém da discórdia e arcando com seus ônus”, afirma Rafael Cervone, presidente da entidade e primeiro vice da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

As consequências nocivas da paralisação estão escalando, com atrasos na liberação de cargas, documentos retidos e processos aduaneiros estagnados por dias. Setores que dependem de agilidade, como o farmacêutico e o de alimentos perecíveis, são os mais afetados, mas os prejuízos espalham-se por todas as cadeias produtivas. Empresas enfrentam custos operacionais mais altos, perda de competitividade e risco de desabastecimento, em um momento no qual a estabilidade econômica é prioritária. O comércio exterior também é muito impactado.

Em dezembro de 2024, o Ciesp já havia encaminhado ofício ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pedindo solução e apontando os danos causados pelo movimento. Desde então, a situação só piorou. Nos terminais de carga, o acúmulo de mercadorias ameaça levar o sistema ao colapso. As empresas ficam sem alternativas, tendo de esperar – até 15 dias, em vários casos – pela liberação de produtos, inclusive itens essenciais.

A greve entrou em uma fase ainda mais crítica com a operação “Desembaraço Zero”, iniciada em 31 de março e que deverá prosseguir até 11 de abril. A manobra, para quase todas as liberações aduaneiras, repete uma ação semelhante à realizada em fevereiro último, quando mais de 75 mil remessas ficaram retidas. Desta vez, os efeitos podem ser ainda piores: a desorganização da cadeia de suprimentos tende a pressionar os preços, com estimativa de aumento de até 2,1% no valor final dos produtos, com reflexos diretos na inflação no período da Páscoa.

Se não for resolvida já, a greve pode transformar um problema pontual em uma crise estrutural no comércio exterior brasileiro e nas cadeias de valor. “Por isso, reforçamos o apelo por uma solução imediata, com a promoção do diálogo e do entendimento entre os auditores e o governo. E, para ontem, é premente atender às demandas urgentes, como a liberação de medicamentos, insumos produtivos e mercadorias perecíveis, antes que os prejuízos se tornem irreversíveis”, enfatiza Cervone.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO CIESP

STF valida mudança em concursos públicos e permite que Governo Federal, estados e municípios definam seus próprios regimes de contratação de servidores

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 O especialista e Presidente da Comissão de Concursos Públicos da OAB-DF, Max Kolbe, avalia que decisão reforça autonomia administrativa sem acabar com concursos públicos

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a validade de um trecho da Emenda Constitucional 19/1998 que permite a estados, municípios, Distrito Federal e União maior liberdade para organizar seus regimes de contratação de servidores públicos. Na prática, a obrigatoriedade do Regime Jurídico Único (RJU) foi afastada, e cada ente poderá instituir regras próprias para novas admissões, com exceção das chamadas carreiras típicas de Estado, como a diplomacia e a advocacia pública, que continuam regidas pelo RJU.

O novo entendimento vale apenas para servidores contratados após a decisão, em novos editais, sem afetar os atuais quadros. Também não substitui a exigência de concursos públicos, que permanece como forma obrigatória de ingresso no serviço público.

Isso significa que, além do regime estatutário, tradicional no serviço público e baseado em leis específicas para servidores, com estabilidade e regras próprias de aposentadoria e disciplina, será possível adotar o regime celetista, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o mesmo aplicado à iniciativa privada. Na prática, isso pode resultar em vínculos mais flexíveis, com contratos de trabalho semelhantes aos da iniciativa privada, mas sem perder a exigência de concurso público.

Para o advogado e presidente da Comissão de Concursos Públicos da OAB-DF, Max Kolbe, a decisão traz impactos significativos à gestão pública. “A flexibilização abre espaço para novas formas de contratação e pode permitir maior eficiência administrativa, especialmente nos municípios que enfrentam dificuldades estruturais. Mas é preciso cautela: o concurso público continua sendo uma conquista constitucional que garante igualdade e impessoalidade no acesso aos cargos”, afirma.

A possibilidade de adoção do regime celetista para futuros servidores públicos já estava prevista desde 1998, mas sua aplicação prática foi paralisada após uma liminar concedida pelo STF em 2007. Agora, com a retomada do julgamento, o entendimento majoritário da Corte é de que não houve irregularidade no processo de aprovação da emenda.

“Essa decisão não representa precarização do serviço público, mas sim a chance de repensar estruturas engessadas e promover modelos mais adequados às necessidades locais. Contudo, é essencial que os novos regimes mantenham garantias mínimas aos servidores e respeitem os princípios da administração pública”, ressalta o advogado.

O julgamento encerra um impasse jurídico que durava quase duas décadas e reforça a autonomia dos entes federativos para definir suas políticas de pessoal. A decisão foi acompanhada pela maioria dos ministros da Corte, restando vencida a corrente que apontava vício formal no trâmite da emenda.

Campanha Compartilha Amor arrecada roupas, calçados e brinquedos para comunidades vulneráveis do DF

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Ação permanente da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF foi lançada nesta quarta-feira (9), com mais de 20 pontos de coleta disponíveis para doações em todo o Distrito Federal

A partir desta quarta-feira (9), a população do Distrito Federal pode contribuir com a transformação social por meio do lançamento da campanha Compartilha Amor, uma ação permanente, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). Com pontos de coleta espalhados em mais de 20 locais, a campanha recebe roupas, calçados e brinquedos destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade no DF.

As doações podem ser feitas diretamente nas caixas personalizadas da campanha, que estarão disponíveis por cerca de 30 dias nos pontos participantes. As caixas passam por vistorias semanais para garantir a integridade das doações e a continuidade da arrecadação.

Mesmo no primeiro dia de campanha, a mobilização da comunidade já começou. A moradora da Asa Sul, Elisabete Helena Ferreira, se mostrou animada com a iniciativa e afirmou que fará questão de participar. “Já estou separando as roupas em bom estado que eu e minha família não usamos mais para doar. É uma forma simples de ajudar quem precisa e ainda dar um novo propósito para o que está parado em casa”, contou.

Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ações como essa mostram o poder da empatia coletiva. “Essa iniciativa exemplifica como a solidariedade pode transformar realidades e melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta dificuldades. A campanha Compartilha Amor reforça o compromisso do GDF com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma Passamani.

Campanha permanente e brechós solidários

Com apoio de mais de vinte parceiros, a campanha conta com a atuação da Coordenação de Voluntariado (Coorvol), da unidade de Projetos Sociais da Sejus-DF, que realiza a coleta dos materiais. Após o recolhimento, os itens são separados por categoria, higienizados e contabilizados. Apenas doações em bom estado são reaproveitadas — itens danificados ou que não atendem aos padrões de qualidade são descartados.

O Compartilha Amor é uma campanha permanente que recebe doações da comunidade e organiza brechós solidários, oferecendo a pessoas em situação de vulnerabilidade a oportunidade de escolher até cinco itens (roupas, calçados ou acessórios) de forma gratuita.

Esses brechós ocorrem durante as ações do GDF Mais Perto do Cidadão, que percorre diversas regiões administrativas do DF, levando acolhimento, serviços e cidadania. Em cada edição, são distribuídas mais de 700 peças, impactando positivamente a vida de centenas de pessoas.

Confira os pontos de coleta:

Supermercado Big Box
• Asa Sul: 211, 310, 314, 402, 413, 503, 508 e 512
• Asa Norte: 106, 208, 211, 310, 314, 402, 408
• Sudoeste: 105, 301
• Noroeste
• Lago Sul: QI 11
• Lago Norte: CA 01, QI 05, QI 09
• Taguatinga: C1 e CNB12

Up Grade Nutrição Esportiva
• Asa Sul: CLS 415, Loja 34, Bloco B

Restaurante Naturalle
• 306 Sul

Peça Rara – Vicente Pires
• St. Hab. Vicente Pires (Taguatinga)

Centro Universitário de Brasília (CEUB)
• Unidades da Asa Norte e Asa Sul

Ceará se destaca no cenário nacional de crédito consignado privado, movimentando mais de R$ 100 milhões em transações

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Estado ocupa a 7ª colocação no ranking nacional, com 20.973 contratos negociados e um volume total de R$ 110,2 milhões em crédito

O Ceará tem se destacado no cenário nacional de crédito consignado privado. Dados recentes do Governo Federal, através do programa Crédito do Trabalhador, revelam que o Estado ocupa a 7ª colocação no ranking de transações realizadas, com um total de 20.973 contratos negociados entre os dias 21 de março e 3 de abril.

Durante esse período, os trabalhadores cearenses movimentaram um montante de R$ 110,2 milhões em crédito, com uma média de R$ 5 mil por contrato. Nacionalmente, foram concedidos R$ 3,3 bilhões em crédito consignado, com um valor médio de R$ 6.209,65 por transação.

Segundo Paulo Cirilo, CEO da Tafácil Consignados, o bom desempenho do Ceará no mercado de crédito consignado privado demonstra a confiança dos trabalhadores cearenses nessa modalidade de crédito, que oferece taxas de juros mais baixas e prazos de pagamento mais longos.

A região Sudeste lidera o ranking nacional, com 234.863 empréstimos e um volume de crédito de R$ 1,44 bilhão. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste (111.081 empréstimos), Sul (88.174 empréstimos), Centro-Oeste (49.303) e Norte (49.170).

FUP e Petrobras avançam nas negociações para retomada da Fafen-PR

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Expectativa é que a fábrica de fertilizantes volte a operar até junho

 

Rio de Janeiro – Após dois anos de paralisação, a Fábrica de Fertilizantes de Araucária (Fafen-PR), no Paraná, poderá voltar a operar até o início de junho. Esta é a expectativa da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que se reuniu nesta terça-feira, 8, com o diretor de Processos Industriais da Petrobras, William França, para dar continuidade às negociações sobre o efetivo e as condições operacionais da fábrica, o efetivo de mão-de-obra e as condições operacionais da unidade.

 

A reunião, que segue o movimento iniciado pela greve nacional de advertência no dia 26 de março, teve como destaque o compromisso de garantir a retomada das operações, com ênfase na segurança operacional. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Petroquímica do Paraná (Sindiquímica-PR) e do Sindicato dos Petroleiros do Paraná (Sindipetro-PR) também participaram do encontro.

A reabertura da Fafen-PR é considerada fundamental não apenas para o setor petroquímico, mas também para a economia nacional. A unidade tem um papel estratégico na produção de fertilizantes nitrogenados, reduzindo a dependência de importações. O Brasil, atualmente quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, importa cerca de 85% dos produtos que utiliza.

A reunião também abordou questões cruciais sobre a segurança da unidade, especialmente no contexto da parada de manutenção e da retomada das operações. A FUP e o Sindiquímica-PR destacaram a necessidade urgente de reposição de efetivos para garantir a continuidade das operações com segurança e eficiência. “A falta de pessoal é um dos principais desafios”, pontua Deyvid Bacelar, coordenador-geral da FUP.

 

A FUP ressaltou ainda a relevância da unidade para a segurança alimentar do país. “A reabertura da Fafen-PR não só representa uma oportunidade de geração de empregos e renda, mas também está diretamente ligada à segurança alimentar da população brasileira”, pontuou Bacelar.

Também seguem pendentes questões relacionadas ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), como a implantação do Plano de Cargos e Salários e a situação previdenciária dos petroquímicos, que ainda não têm acesso ao Plano Petros (plano de previdência privada da Petrobrás), em descumprimento ao acordo firmado com o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

 

Outro ponto relevante debatido foi a incorporação da Fafen-PR ao Sistema Petrobras. Rodrigo Maia, coordenador do Sindiquímica-PR, reforçou que essa é uma reivindicação histórica da categoria, que visa garantir que a fábrica permaneça sob o controle da Petrobrás, preservando os direitos dos trabalhadores e assegurando os empregos.

A Fafen-PR, que operava desde 1982, era responsável pela produção de 30% do mercado brasileiro de ureia e amônia e de 65% do Agente Redutor Líquido Automotivo (ARLA 32), aditivo para veículos de grande porte que atua na redução de emissões atmosféricas. Ou seja, a “hibernação” da Fafen-PR fez com que o país deixasse de produzir por dia 2 mil toneladas de ureia e 1.300 toneladas de amônia, utilizados na fabricação de fertilizantes.

Dólar dispara e mercados desabam: estratégias de investimento em tempos de turbulência econômica

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Leonardo Fernandes, assessor de investimentos e líder comercial da Blue3 Investimentos, analisa o cenário atual e destaca a importância da diversificação internacional

Brasília –  Nas últimas semanas, o mercado financeiro global enfrentou uma de suas maiores turbulências recentes. O dólar norte-americano ultrapassou a marca de R$ 5,80, fechando a R$ 5,8350, refletindo uma valorização expressiva em relação ao real brasileiro. Paralelamente, os preços internacionais do petróleo registraram uma queda superior a 6%, atingindo os níveis mais baixos desde 2021. Nos Estados Unidos, as bolsas de valores sofreram perdas significativas, com o S&P 500 caindo 6% e o Dow Jones recuando 5,5% .

Esses movimentos foram impulsionados por recentes tensões comerciais. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma tarifa “recíproca” de 10% sobre produtos brasileiros, enquanto a China retaliou com uma tarifa de 34% sobre produtos americanos. Estas medidas intensificaram os temores de uma guerra comercial global e seus impactos nas economias emergentes, como a brasileira.

Diante desse cenário desafiador, Leonardo Fernandes, assessor de investimentos e líder comercial da Blue3 Investimentos, enfatiza a relevância da diversificação internacional nos portfólios de investimento. “Em momentos de alta volatilidade e incertezas econômicas, é fundamental que os investidores considerem a diversificação geográfica de seus ativos. Isso não apenas mitiga riscos associados a oscilações cambiais, mas também permite aproveitar oportunidades em mercados que podem estar em ciclos econômicos diferentes do nosso”, destaca Fernandes.

Fernandes também ressalta a dependência do Brasil em relação ao dólar e como isso afeta diversos setores da economia. “Muitos dos nossos custos são dolarizados, desde insumos industriais até produtos do dia a dia. Uma alta expressiva do dólar impacta diretamente a inflação e o poder de compra da população. Portanto, proteger parte dos investimentos em ativos atrelados ao dólar pode ser uma estratégia eficaz para preservar o patrimônio em tempos de instabilidade”, explica.

Quanto às projeções para a moeda norte-americana, o assessor aponta que, embora seja desafiador prever com precisão os movimentos cambiais, as atuais tensões comerciais e políticas tendem a manter o dólar em patamares elevados no curto prazo. “É essencial que os investidores estejam atentos aos desdobramentos globais e busquem orientação profissional para adequar suas estratégias de acordo com o cenário em constante evolução”, aconselha Fernandes.

Em tempos de incerteza, a orientação de especialistas e a construção de um portfólio diversificado e alinhado aos objetivos individuais tornam-se ainda mais cruciais para a proteção e o crescimento do patrimônio dos investidores.

Sobre Leonardo Fernandes {Assessor de investimentos e líder comercial da Blue3 Investimentos} – É assessor de investimentos desde 2008 e sócio cofundador da LH, um escritório de investimentos vinculado à XP desde 2009. Pioneiro no movimento de desmistificação do mercado financeiro, Leonardo tem dedicado sua carreira a ajudar os brasileiros a investir melhor, contribuindo para a melhoria de suas vidas financeiras. Ao longo dos anos, esteve envolvido em negociações e fusões, e atualmente é sócio da Blue3 Investimentos. Busca sempre falar sobre o mercado financeiro para apoiar investidores a prosperarem em seus negócios.

Deputado Federal Átila Lira é eleito vice-presidente da FPeduQ na Câmara

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O deputado federal Átila Lira (PP-PI) assumiu a vice-presidência da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) na Câmara dos Deputados. O parlamentar substitui Socorro Neri (PP-AC), que agora ocupa a presidência da Frente. A escolha foi realizada nesta quarta-feira (9), em encontro realizado pela FPeduQ, no Congresso Nacional, em Brasília.

Com vasta experiência na educação e histórico de atuação em pautas voltadas para o fortalecimento do ensino, Átila Lira reforça o compromisso da FPeduQ com a melhoria da qualidade educacional e a inclusão no setor privado. Sua gestão na vice-presidência visa ampliar o diálogo com diferentes atores da educação para promover políticas eficazes e sustentáveis.

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) visa discutir, no Congresso Nacional, melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

 

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.