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FNP AGUARDA DEFINIÇÃO DO CONGRESSO NACIONAL PARA DECIDIR SE TERÁ CHAPA PARA COMITÊ GESTOR DO IBS

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Anúncio foi feito pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, que será novo presidente da entidade, durante 87ª Reunião Geral, em Brasília

 

A Frente Nacional de Prefeitos e Prefeitas (FNP) vai aguardar uma definição pela audiência pública convocada pelo senador Eduardo Braga para discutir esta semana o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) para decidir se lançará chapa para a eleição do Conselho Superior do novo órgão.

O anúncio foi feito pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, durante a 87ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos e Prefeitas (FNP), ocorrida hoje. Paes será homologado e empossado nesta segunda-feira como novo presidente da entidade para o biênio abril/25 a abril/27. O senador Eduardo Braga é o relator do PLP 68/204, que finaliza a regulamentação da reforma tributária no Senado Federal e cria o Comitê Gestor.

 

“Confiamos na intermediação e encaminhamento que será dado pelo senador Eduardo Braga na intermediação desse entendimento”, afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes. “Esse conselho precisa ter legitimidade e representatividade para tomar as decisões que precisam tomar”, completou ele.

 

O Comitê Gestor do IBS será o responsável por coordenar a arrecadação, a fiscalização, a cobrança e a distribuição do tributo que substituirá o ICMS e o ISS. O Conselho Superior do CG-IBS terá 54 integrantes, sendo 27 dos estados e 27 dos municípios. A FNP e a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) foram as duas entidades homologadas para realizar conjuntamente a eleição para os 27 representantes municipais. Porém, divergências nas regras que vão orientar essa eleição gerou um impasse, colocando em risco a implementação da reforma tributária.

 

Dos 27 representantes municipais, 14 serão escolhidos por maioria, com base nos votos de cada prefeito. O grupo de 13 representantes titulares (e 26 suplentes) restantes será escolhido a partir de votos ponderados pelas respectivas populações de cada município — quanto maior a população, maior o peso do voto. Durante a discussão da reforma tributária, ficou pactuado que a CNM lançaria a nominata para 14 assentos e a FNP, para os outros 13. Porém, a CNM agora quer lançar chapa para os dois grupos, colocando em risco a representatividade das capitais e cidades com mais de 80 mil habitantes na instância decisória sobre o novo imposto.

 

“Se não há acordo, não tem regra. Se não tem regra, não dá para ter eleição. Essa eleição é muito séria, não é uma eleição de grêmio escolar”, alertou Paes. “Como é que vai lançar uma eleição se não há regra do jogo? O importante é o interesse da população. Sem a reforma tributária, quem paga essa conta é o cidadão, que está esperando na fila do SUS. A Frente não abrirá mão de fazer valer o que nós construímos juntos”, reforçou o prefeito de Porto Alegre (RS), Sebastião Melo, que também fará parte da nova diretoria da FNP, como 1º vice-presidente.

 

Para discutir as regras do pleito, a FNP e a CNM integram uma comissão eleitoral. Segundo o prefeito Eduardo Paes, essa comissão eleitoral não se reunirá mais até que ocorra a audiência convocada pelo senador Eduardo Braga para debater a questão e o impasse. “Vamos caminhar na direção daquilo que o senador Eduardo Braga encaminhar, auxiliando na busca desse entendimento. Só então vamos definir, em diálogo com os integrantes da FNP, a nossa chapa”, explicou o prefeito do Rio.

 

Estão entre os pontos de divergências o sistema de votação eletrônica remota, a regra de formalização das prefeituras às chapas concorrentes e os critérios para definir os perfis de integrantes do comitê, além da criação de um calendário eleitoral viável. A FNP defende que as regras reforcem a segurança jurídica do pleito.

 

Para garantir a votação pessoal e intransferível de prefeitas e prefeitos, a FNP defende a utilização de métodos como a certificação digital e o sistema Gov.br como procedimentos únicos e complementares para a votação. A CNM, no entanto, quer fazer a votação por senha enviada aos e-mails ou SMS, o que não garante que o voto foi efetivamente dado pelos chefes do executivo municipal em exercício. A Frente também acredita que o apoio às chapas indicadas ao pleito só pode ser formalizado após tornar pública a relação de todos os seus integrantes.

 

“Não me parece adequado que uma instituição que vai cuidar de uma arrecadação de R$ 1 trilhão possa ter os seus representantes apontados por pessoas que não são legitimadas pelo voto popular. Me causaria enorme desconforto saber que tem representante dos municípios (no CG-IBS) que não foi eleito por prefeitos em mandato”, afirmou Paes. A FNP é formada apenas por prefeitos e prefeitas em exercício de mandato – já a CNM tem entre seus associados ex-chefes de Executivo municipal.

 

A FNP alerta que a ausência de solução para os impasses compromete a composição integral do Conselho, que poderá até ser instalado sem a representação municipal, inviabilizando seu funcionamento uma vez que as deliberações somente serão consideradas aprovadas se obtiverem, cumulativamente, os votos de estados e municípios.

 

Também participaram nesta segunda-feira do painel ‘Comitê Gestor do IBS, um novo espaço estratégico’ o ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Novaes, que está deixando a presidência da FNP nesta segunda-feira; a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão; a ex-prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro; e Douglas Martello e Taka Yamauchi, prefeitos de Alvorada (RS) e Diadema (SP) que representam a FNP na comissão eleitoral para conduzir o pleito para o Conselho Superior do Comitê Gestor.

 

A 87ª Reunião Geral da FNP é patrocinada por Aprende Brasil Educação, Fundação Dom Cabral, Tecno IT, Sebrae, Banco do Brasil, Caixa e Governo Federal.

 

SOBRE A FNP

A FNP é a única entidade municipalista nacional dirigida exclusivamente por prefeitas e prefeitos em exercício dos seus mandatos. Fundada em 1989, a Frente reúne todas as capitais e os municípios com mais de 80 mil habitantes. Com tendência crescente, são 415 médias e grandes cidades, onde vivem 61% dos brasileiros e são produzidos 74% do Produto Interno Bruto (PIB) – dados de 2021 – do país.

“Covarde, falastrão”, diz Malafaia sobre general Mourão

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O senador Hamilton Mourão chamou o pastor Silas Malafaia de “falastrão” depois de este ter dito que os integrantes do Alto Comando do Exército eram “frouxos e covardes”. A fala ocorreu durante o ato pró-anistia no domingo (6/4) na Avenida Paulista.

Líder evangélico, o pastor Silas Malafaia foi ao “X” e mandou uma resposta direta (e pública) ao senador Mourão. Confira:

“RESPOSTA AO TRAÍRA DO GENERAL MOURÃO: Você nunca foi leal e fiel a quem te promoveu na vida política que o foi o presidente Bolsonaro . Sempre omisso , em cima do muro e fazendo jogo duplo . Não vi você em nenhuma manifestação para defender Bolsonaro e agora na questão da anistia. Você é tão e covarde como seus coleguinhas do alto comando . O ministro da defesa de Lula , José Múcio que é civil , mais corajoso que vocês todos . Ele disse : NÃO EXISTIU GOLPE ! Vou repedir mais uma vez . Cambada de frouxos , covardes e omissos . Não honram a farda que vestem . MOURÃO, você perdeu uma oportunidade de ficar calado . Está apanhando muito nas redes sociais . COVARDE FALASTRÃO !”, afirma o líder evangélico.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

ROUBO DE CARGAS DE MEDICAMENTOS NO RADAR DO CONGRESSO NACIONAL

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O presidente executivo da ABRADIMEX – Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares, Paulo Maia, se reúne com parlamentares em Brasília (DF) nesta terça-feira (dia 8), para pedir mais rigor na punição ao roubo de cargas farmacêuticas no Brasil. Ele defende acelerar os trâmites de aprovação do Projeto de Lei 4.104/24, de autoria do senador Jayme Campos (MT). A proposta prevê endurecer as penas para esse tipo de crime, com reclusão de três a oito anos.

 

Do total de R$ 1,2 bilhão de perdas projetadas pela NTC&Logística – Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística, 25% são relativos a medicamentos. Recente estudo da ABRADIMEX, em parceria com a Deloitte e a plataforma de gerenciamento de riscos Overhaul, aponta que essas ocorrências geraram prejuízos estimados de R$ 283 milhões para as distribuidoras responsáveis pelo transporte. As empresas associadas à entidade distribuem mensalmente cerca de 100 milhões de unidades a 15 milhões de instituições de saúde em todo o país

 

Sobre a ABRADIMEX

 

Fundada em 2007, a ABRADIMEX – Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalaresreúne as 15 maiores empresas do setor no país. Juntas, elas respondem por quase 75% do volume de vendas dessa categoria para o chamado mercado institucional – que agrega hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde e instituições ambulatoriais das redes pública e privada. Seu objetivo principal é defesa dos interesses do comércio atacadista de medicamentos de especialidades, promovendo trocas de informações sobre o aprimoramento da distribuição e o aperfeiçoamento do sistema nacional de abastecimento desses produtos.

10 Sinais de que Ele(a) Está Interessado(a): Descubra Se É Recíproco

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Sabe aquela dúvida que bate no peito e martela a cabeça: “Será que ele(a) está afim de mim mesmo?” Pode ser aquele crush novo, alguém que você já conhece há um tempo, ou até alguém com quem a relação está começando a ganhar outros contornos… Mas, ainda assim, o coração vacila.

A boa notícia é que, embora ninguém venha com manual de instruções, o corpo, os gestos e as atitudes de uma pessoa interessada costumam dizer muito mais do que as palavras. E se você estiver minimamente atento(a), vai conseguir perceber os sinais.

Então chega de quebrar a cabeça e ficar lendo nas entrelinhas de mensagens no WhatsApp. Aqui vão 10 sinais claros (e alguns bem sutis) de que ele(a) está, sim, interessado(a) em você.

1. Ele(a) Arruma Tempo (Mesmo com a Agenda Cheia)

Aquela máxima do “quem quer dá um jeito” continua verdadeira. Quando alguém está interessado, o esforço aparece. Pode ser entre compromissos do trabalho, mesmo cansado(a), mesmo na correria: a pessoa vai dar um jeito de te ver, mandar mensagem, perguntar como foi seu dia. Interesse se mostra na presença — física ou virtual.

Se você percebe que a pessoa encontra formas de estar perto, mesmo quando não é tão conveniente assim, é um sinal forte de que você ocupa um espaço importante na mente (e no coração) dela.

2. A Comunicação É Constante (E com Genuíno Interesse)

Uma coisa é mandar um “e aí, sumida(o)?” só pra não perder o contato. Outra, completamente diferente, é manter uma conversa ativa, com perguntas sinceras sobre sua vida, seus gostos, seus medos e seus sonhos.

Se ele(a) se mostra curioso(a) sobre você — e não apenas sobre seu corpo — pode ter certeza: o interesse vai além da superfície.

3. O Olhar Entrega Mais do Que Mil Palavras

O olhar é um dos primeiros traidores do coração. Quem está interessado(a), olha com mais frequência, mais intensidade e por mais tempo. Pode ser um olhar que se perde em você quando você está falando ou aquele brilho que aparece nos olhos quando vocês se encontram.

Repare também na linguagem corporal: corpo inclinado na sua direção, sorriso fácil, toques sutis… O corpo fala quando o coração grita.

4. Ele(a) Lembra de Coisas Que Você Nem Esperava

Você comentou que gosta de café com canela há duas semanas e, do nada, ele(a) aparece com um? Contou de um problema no trabalho e dias depois ele(a) pergunta se melhorou?

Esses pequenos detalhes são grandes indicadores de interesse. Porque quem está afim presta atenção, se importa e guarda o que é importante para você.

5. Ele(a) Te Inclui nos Planos (Mesmo os Mais Simples)

Nem precisa ser viagem a dois ou planos de casamento. Às vezes, o convite para assistir a uma série juntos, te chamar pra um aniversário da família ou comentar “quando for ao cinema, vou te levar” já mostra que você faz parte dos planos futuros.

Alguém que vê você como uma possibilidade real, quer você por perto — não só hoje, mas amanhã também.

6. Demonstra Cuidado (Mesmo nas Pequenas Coisas)

Se ele(a) se preocupa com sua segurança, com o seu bem-estar, se te manda mensagem só pra saber se você chegou bem… Isso é cuidado. E cuidado é uma forma linda de demonstrar interesse.

Quem cuida, sente. Quem sente, se importa. E quem se importa… já está meio caminho andado para amar.

7. Há Um Interesse Genuíno em Te Conhecer Por Inteiro

Ele(a) quer saber sobre seu passado, suas amizades, suas paixões, sua família… não por ciúmes, mas por interesse verdadeiro.

Quer te conhecer não só pela aparência, mas pelo que você é por dentro. Pergunta, ouve com atenção, valoriza suas experiências — mesmo aquelas que não envolvem ele(a). Isso é sinal claro de que o interesse vai além da superfície.

8. Ele(a) Respeita Seu Tempo e Seus Limites

Interesse de verdade não força, não pressiona, não cobra. Pelo contrário, respeita seu tempo, seus limites, suas pausas. Sabe que cada um tem seu ritmo, e se adapta a ele.

Se ele(a) te respeita em todos os sentidos — inclusive quando você precisa de espaço — é porque entende que o verdadeiro interesse exige maturidade emocional.

9. Há Esforço em Te Impressionar (Mas Sem Fingimentos)

Você sente que ele(a) quer causar uma boa impressão? Seja se vestindo melhor, falando sobre assuntos que você curte, ou até tentando aprender algo novo só pra compartilhar com você?

Esse tipo de esforço não precisa ser exagerado nem forçado. Pelo contrário: o interesse verdadeiro quer te conquistar com autenticidade, sem precisar virar outra pessoa.

10. Você Sente Que Existe Algo Especial

Por fim, e talvez o mais importante: você sente. Pode não saber explicar, pode nem ter provas concretas, mas a intuição fala. Algo ali é diferente. O jeito como ele(a) te olha, te escuta, te toca… não é casual.

O interesse verdadeiro não precisa de promessas grandiosas. Ele se manifesta no cotidiano, nos gestos simples, na forma como a pessoa escolhe te tratar todos os dias.

E Se Não For Recíproco?

Nem sempre os sinais são claros. E às vezes, infelizmente, a outra pessoa pode dar sinais confusos ou agir de forma ambígua com  Bellacia — o famoso “morde e assopra”. Nesse caso, o melhor caminho é o da clareza. Pergunte. Converse. Dê nome ao que você sente e ouça o que o outro tem a dizer.

Evite alimentar expectativas onde só há incertezas. Interesse de verdade não deixa dúvidas.

Conclusão: Interesse Se Mostra, Não Se Esconde

Relacionamentos não deveriam ser enigmas a serem decifrados. Quando alguém quer estar com você, você sente. Quando não quer, você também sente — mas às vezes insiste em negar. A verdade é que o interesse verdadeiro não joga, não confunde, não deixa você se perguntando todos os dias se é suficiente.

Então, confie nos sinais, sim. Mas confie também na sua intuição. Se algo parece errado, talvez esteja. E se tudo aponta para o mesmo caminho — cuidado, presença, carinho, respeito — abrace. Porque o amor, quando é real, se revela até no silêncio.

Presidente Lula é vacinado na abertura da campanha nacional contra a gripe

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Meta para 2025, reforçada no Dia Mundial da Saúde, é imunizar 90% dos grupos prioritários. Governo Federal adquiriu 73,6 milhões de doses

 

Presidente Lula sendo vacinado durante evento em Montes Claros: exemplo e aposta na imunização. Foto: Ricardo Stuckert / PR

 

No Dia Mundial da Saúde e em um gesto de incentivo à imunização e ao início da campanha nacional de vacinação contra a influenza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi imunizado nesta segunda-feira, 7 de abril, durante participação em um evento em Montes Claros (MG).
“Hoje é Dia Mundial da Saúde e a data marca o início da campanha nacional de vacinação contra a gripe! E é claro que eu não ia ficar fora dessa. Já estou com meu cartão atualizado. E tem mais! Agora, a vacina da gripe estará disponível o ano inteiro!”, afirmou o presidente Lula em postagem em seu perfil nas redes sociais.

A solenidade marcou o anúncio de expansão da empresa Novo Nordisk, fornecedora de insulina e medicamentos para o tratamento de hemofilia para o Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a agenda, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também foram vacinados.
Para 2025, o Governo Federal adquiriu 73,6 milhões de doses. A meta é vacinar 90% dos grupos prioritários, que incluem crianças, gestantes e idosos, com estimativa de público-alvo em cerca de 50 milhões de pessoas.
“Entre as coisas mais importantes para salvar a vida de uma pessoa está o cuidado adequado com a saúde e a vacinação. Estar nesse Dia Mundial da Saúde ao lado do presidente e de trabalhadores e trabalhadoras da saúde é significativo. O Brasil tem essa característica: a produção de insumos em saúde está diretamente combinada ao acesso da população à assistência de qualidade”, afirmou Alexandre Padilha.
35 MILHÕES DE DOSES – Em março, o Ministério da Saúde começou a distribuir 35 milhões de doses da vacina. No primeiro semestre, serão distribuídas 67,6 milhões para as quatro regiões. No segundo, mais 5,9 milhões de doses para a região Norte, alinhando a estratégia de imunização com o período de maior circulação do vírus em cada região. O valor total do investimento é de R$ 1,3 bilhão. O público-alvo total é de 81,6 milhões de pessoas. A campanha fica dividida em dois momentos:
Primeiro semestre: vacinação nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste

Segundo semestre: vacinação na região Norte, durante o chamado “Inverno Amazônico”, quando há maior circulação do vírus
PROTEÇÃO – A vacina contra a gripe é capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos. A vacina trivalente, usada em 2025, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e tipo B. Ela é segura, eficaz e pode ser administrada junto a outras vacinas do Calendário Nacional de vacinação. É contraindicada apenas para crianças menores de 6 meses e pessoas com histórico de anafilaxia grave após doses anteriores.
PÚBLICO-ALVO – Para além dos grupos prioritários que já fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos, o público-alvo da estratégia também é formado por:
Trabalhadores da Saúde

Puérperas

Professores dos ensinos básico e superior

Povos indígenas

Pessoas em situação de rua

Profissionais das forças de segurança e de salvamento

Profissionais das Forças Armadas

Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade)

Pessoas com deficiência permanente

Caminhoneiros

Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso)

Trabalhadores portuários

Funcionários do sistema de privação de liberdade

População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
ESTRATÉGIA EFICAZ – A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente. Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.
PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES – A política de vacinação é responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o Governo Federal disponibiliza gratuitamente noSistema Único de Saúde – SUS 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas.
CONDIÇÕES CLÍNICAS ESPECIAIS – Essas vacinas incluem tanto aquelas presentes no calendário nacional de vacinação quanto as indicadas para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com HIV ou indivíduos em tratamento de algumas doenças (câncer, insuficiência renal, entre outras), aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). O processo inclui ainda as vacinas COVID-19 e outras administradas em situações específicas.

Brasil é um dos países que mais mata no trânsito, mas não oferece qualquer seguro aos acidentados

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Apesar do Brasil ocupar o terceiro lugar no ranking mundial de países com mais mortes no trânsito, com mais de 33 mil óbitos por ano (de acordo com a última estatística, de 2022), na América do Sul somos o único país que não tem seguro obrigatório para dar apoio aos acidentados. No Peru, Equador, Colômbia ou Venezuela, por exemplo, eles são cobertos pelo SOAT (Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito), que cobre despesas médicas e hospitalares, independentemente de quem seja o culpado pelo acidente.

Para Lucio Almeida, presidente da ONG Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, é urgente a criação de um seguro que seja 100% voltado para indenizar as vítimas de acidentes, mas sem fatiar o que for arrecadado com o Governo. “Seja motorista, entregador, passageiro ou pedestre, todos têm direito a um respaldo digno em caso de acidente. Mas como o Governo já possui outros mecanismos de arrecadação para a Saúde e para a Educação no Trânsito, este deve ser destinado integralmente às vítimas”, alega Almeida.

De acordo com o presidente da ONG, com as indenizações as vítimas terão opções de tratamento na rede particular sem onerar o SUS, possibilitando a reabilitação física e profissional, até retornarem a suas atividades da vida diária. “Uma boa parcela das vítimas é formada por pessoas das classes C e E, justamente quem mais depende de um auxílio. Durante a recuperação, muitos ficam completamente desamparados, sem ter de onde conseguir recursos para o atendimento necessário e até mesmo o mínimo para sobreviver”, completa.

Criado em 1974 com o objetivo de indenizar vítimas de acidentes de trânsito, independentemente da culpa, em casos de morte, invalidez permanente e despesas médicas, o DPVAT teve sua arrecadação extinta em 2020 durante o governo Bolsonaro, uma medida que gerou críticas e preocupações sobre a falta de assistência às vítimas de acidentes. Desde então, elas passaram a ser indenizadas com um fundo do próprio DPVAT. No entanto, em abril de 2023, o governo Lula apresentou uma proposta de criação do SPVAT (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito). Mas, em dezembro de 2024, ela foi revogada.

Abril Azul: “Nem tudo é autismo”, alerta nutricionista

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No mês da conscientização do TEA, especialista destaca a importância de investigar comorbidades e deficiências nutricionais que podem agravar os sintomas que não fazem parte, necessariamente, do transtorno

Abril é o mês da conscientização do autismo, período em que debates sobre inclusão, respeito e a importância de compreender melhor o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ganham destaque. A campanha global, criada pela ONU em 2007 e marcada especialmente pelo Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril, busca derrubar preconceitos e ampliar o conhecimento sobre as diferentes formas de ser e existir das pessoas autistas.

Neste contexto, um alerta importante vem da área da nutrição funcional: “nem tudo é autismo”. A afirmação é da nutricionista brasiliense Carla de Castro, especialista no atendimento de pessoas com TEA, e chama a atenção para a necessidade de olhar além do diagnóstico e investigar comorbidades que muitas vezes são negligenciadas no acompanhamento de crianças e adultos no espectro.

“Importante reforçar que nem tudo é autismo. Questões como alterações gastrointestinais, seletividade alimentar, alergias e deficiências nutricionais não são, necessariamente, manifestações do transtorno. Muitas vezes, são comorbidades que coexistem e que exigem avaliação cuidadosa e tratamento individualizado.” destaca.

Segundo Carla, sintomas como irritabilidade, distúrbios do sono, agressividade ou autolesão podem estar diretamente ligados a dores físicas ou quadros inflamatórios – muitas vezes ignorados. “É comum vermos famílias perdidas sem saber por que a criança está tão agitada, arredia, com comportamentos desafiadores. A resposta pode estar no intestino, na alimentação, na deficiência de vitaminas e minerais. Mas é preciso investigar com profundidade”.

A nutricionista reforça que a nutrição deve ser vista como base para o tratamento do TEA, já que pode contribuir diretamente na qualidade de vida e no desenvolvimento das pessoas autistas. “Quando ajustamos a alimentação de forma individualizada e funcional, os ganhos são perceptíveis: melhora na cognição, no sono, no comportamento e na disposição. É um passo fundamental no cuidado com o ser humano, e não apenas com o diagnóstico”.

No mês em que o mundo se veste de azul para celebrar a diversidade e reforçar a importância da inclusão, o convite da nutricionista é claro: “entenda, respeite e abrace – mas também investigue, acolha e trate além do rótulo”.

Sobre Carla:

Carla de Castro é nutricionista clínica funcional, pioneira na área de transtornos do neurodesenvolvimento no Brasil. Professora, palestrante e especialista em autismo, TDAH e saúde mental. Sócia-fundadora da Clínica Sallva – Nutrição e Saúde Mental, em Brasília, Carla desenvolve projetos voltados para a melhoria da qualidade de vida de pacientes de todas as idades. É também criadora e apresentadora do podcast Doses de Atipicidade, que vai ao ar semanalmente às terças-feiras, às 12h30. O programa é um espaço de informação, acolhimento e escuta ativa sobre neurodivergências, com foco em saúde, comportamento e inclusão. Assista no canal do YouTube: youtube.com/@dosesdeatipicidade.

Uber: CADE cobra mais transparência e investiga possíveis ameaças a motoristas banidos

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) intensificou sua investigação sobre a falta de transparência da Uber no desligamento de motoristas da plataforma. Como parte do inquérito, o órgão enviou um ofício à Federação dos Motoristas por Aplicativos do Brasil (Fembrapp) solicitando informações sobre possíveis ameaças feitas pela Uber a motoristas que utilizam aplicativos como o GigU (antigo StopClub). O CADE quer saber se a Fembrapp tem conhecimento de motoristas que receberam alertas sobre um possível banimento por usarem ferramentas que auxiliam na gestão de corridas e ganhos. Caso haja conhecimento de tais práticas, a entidade deve apresentar provas, como capturas de tela, e-mails ou mensagens trocadas entre a Uber e os motoristas.

 

Essa solicitação faz parte de uma investigação mais ampla sobre possíveis práticas anticompetitivas da Uber. A empresa é acusada de restringir o uso de ferramentas que proporcionam maior previsibilidade de ganhos aos motoristas e de adotar critérios pouco transparentes para exclusões da plataforma. O inquérito também busca apurar se a Uber abusa de sua posição dominante no mercado para impedir a inovação no setor.

 

O tema da transparência nos desligamentos ganhou destaque recentemente após uma decisão da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que determinou que a Uber indenize um motorista banido sem aviso prévio. O profissional, que tinha mais de 3.900 corridas e uma avaliação de 4,85 no aplicativo, foi desativado após uma denúncia de uma passageira, sem chance de defesa. O TJMG entendeu que a empresa não ofereceu justificativa clara nem meios de contestação, condenando-a ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais.

 

Para Luiz Gustavo Neves, CEO e cofundador do GigU, a decisão do CADE em ampliar a investigação é essencial para garantir um ambiente mais justo para os motoristas. “A transparência nos bloqueios é fundamental para que os motoristas saibam quais são seus direitos e tenham meios de defesa. O CADE já sinalizou que quer mais clareza da Uber sobre os critérios de banimento, e agora quer entender se motoristas estão sendo intimidados para não usarem ferramentas que melhoram sua previsibilidade de ganhos”, afirma.

 

A exigência do CADE por mais transparência pode levar a novas regulamentações para o setor de transporte por aplicativos. A divulgação de informações detalhadas sobre bloqueios e exclusões pode influenciar futuras políticas, garantindo mais direitos aos motoristas sem comprometer a segurança dos passageiros.

 

Sobre o GigU

Criado em 2017 e anteriormente conhecido como StopClub, o GigU é uma fintech social focada em apoiar motoristas de aplicativo por meio de ferramentas colaborativas que ajudam esses trabalhadores em seus desafios diários. Entre suas missões está a criação de uma comunidade unida e crescente, que ofereça soluções de segurança e financeiras personalizadas de acordo com as necessidades de cada motorista. Atualmente, a GigU é a maior comunidade de trabalhadores de aplicativo do Brasil, com mais de 250 mil usuários compartilhando experiências e conhecimentos.

07 de Abril – Dia do Jornalista: Reflexões sobre os direitos, desafios e proteções jurídicas da profissão

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 Por Karina Gutierrez

 

O Dia do Jornalista é uma data para refletirmos sobre a importância do trabalho da imprensa, que desempenha um papel fundamental na democracia ao informar, educar e promover a transparência na sociedade. No entanto, esse trabalho, essencial para o funcionamento de uma sociedade justa e equilibrada, enfrenta desafios cada vez mais complexos, especialmente no que tange à proteção dos direitos dos jornalistas e à preservação da liberdade de expressão.

No Brasil, durante as eleições municipais de 2024, a Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) identificou mais de 37.000 postagens ofensivas contra jornalistas nas redes sociais, evidenciando um ambiente digital hostil e um cenário preocupante para a liberdade de imprensa e os direitos dos jornalistas

 

 Os direitos dos jornalistas e as implicações jurídicas

 

Os jornalistas, enquanto profissionais que exercem a função de informar a sociedade, têm direitos garantidos pela Constituição, com destaque para a liberdade de expressão e o direito à informação. O artigo 5º da Constituição Federal brasileira, em seu inciso IV, assegura que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, e o inciso IX garante “a liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Esses dispositivos são fundamentais para o trabalho dos jornalistas, pois asseguram que possam desempenhar suas funções sem temor de represálias ou censura.

 

No entanto, o contexto jurídico da profissão é permeado por desafios que precisam ser enfrentados com vigilância. No Brasil, a Lei de Imprensa, que vigorou por décadas, foi revogada em 2009, mas muitos ainda questionam os limites entre a liberdade de imprensa e os direitos individuais. O direito à privacidade, à proteção, à honra e à imagem das pessoas, e o direito à informação conflitam muitas vezes com o poder da imprensa de expor situações de interesse público. O jornalismo investigativo, em especial, desempenha um papel fundamental ao revelar casos de corrupção, abusos de poder e violação de direitos humanos. Nessas situações, os profissionais, muitas vezes, enfrentam ações judiciais como forma de silenciamento, o que coloca em risco sua liberdade de atuação. É essencial, portanto, que o ordenamento jurídico continue a proteger esses profissionais contra abusos legais, garantindo que o direito à informação prevaleça.

 

A liberdade de expressão e os direitos dos jornalistas

 

A liberdade de expressão é um direito fundamental, essencial para o exercício do jornalismo, e está diretamente ligada ao direito à informação, outro princípio basilar da democracia. Entretanto, não é um direito absoluto e pode ser restringido em situações de discurso de ódio, incitação à violência ou difamação. É precisamente aí que entra a importância de uma regulamentação adequada e uma jurisprudência sólida, que reconheçam e equilibrem o direito do jornalista de informar e o direito do indivíduo à proteção de sua honra e imagem.

 

Em muitas nações, o jornalista que denuncia práticas de corrupção ou outros abusos de poder pode enfrentar represálias não só de figuras políticas e econômicas, mas também de grupos organizados ou de grandes corporações. A proteção dos direitos dos jornalistas não se resume a garantir sua segurança física, mas também a garantir que possam exercer seu trabalho sem o medo constante de sofrer consequências jurídicas, como processos por calúnia, difamação ou, em casos mais graves, prisões políticas.

 

A proteção jurídica da profissão e a garantia da liberdade de imprensa

 

O direito de acesso à informação, garantido pela Constituição e por tratados internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é um dos principais instrumentos legais que assegura a liberdade de imprensa. Em muitos países, incluindo o Brasil, a Constituição prevê que a imprensa é livre para se manifestar, desde que não ultrapasse os limites da lei, como no caso de conteúdos que possam prejudicar gravemente os direitos fundamentais de outras pessoas.

 

Além disso, o direito à proteção contra agressões físicas e psicológicas é essencial. A violência contra jornalistas, muitas vezes perpetrada por agentes do Estado ou grupos organizados, é uma preocupação crescente em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, onde jornalistas que cobrem questões de segurança pública ou política enfrentam situações de risco. Nesse cenário, as leis de proteção aos jornalistas, como a Lei de Acesso à Informação (LAI), ajudam a garantir que a profissão possa cumprir sua função de fiscalização do poder público e outras instituições sem sofrer censura ou represália.

 

O desafio das fake news e a responsabilidade dos jornalistas

 

Nos dias atuais, um dos maiores desafios enfrentados pela profissão jornalística é a propagação das fake news. As notícias falsas distorcem a realidade, além de prejudicarem a confiança da sociedade nas instituições, afetam a saúde pública, manipulam eleições e causam danos irreparáveis à imagem de pessoas e empresas. O papel dos jornalistas é, mais do que nunca, o de ser a linha de frente na batalha contra a desinformação. No entanto, com a popularização das redes sociais e a facilidade de disseminação de conteúdos, os jornalistas se veem diante de um ambiente virtual em que é difícil distinguir o verdadeiro do falso.

 

A legislação tem se adaptado para penalizar a disseminação de fake news, com algumas propostas de leis específicas para coibir a prática, como o PL 2630/2020, conhecido como “PL das Fake News”. O desafio, contudo, está em encontrar o equilíbrio entre a regulação do conteúdo falso e a preservação da liberdade de expressão, evitando que medidas excessivas possam comprometer a atuação dos jornalistas e a liberdade de imprensa.

Karina Gutierrez é advogada no escritório Bosquê & Grieco advogados

ExpoRingo, em Sergipe, marca expansão da VPJ pelo Nordeste, a nova fronteira da pecuária nacional

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Referência nacional na seleção genética das raças Brangus, Aberdeen Angus e Ultrablack, a VPJ Pecuária, sediada em Jaguariúna (SP), estreou na pecuária nordestina com a sensação de missão cumprida.

O 1º Leilão VPJ Nordeste e o 4º Leilão Bezerra de Futuro, realizado em 29 de março, durante a ExpoRingo 2025, em Lagarto (SE), movimentaram R$ 1,25 milhão, com a oferta de 96 touros e fêmeas, além de pacotes de embriões.

A média geral dos 56 lotes ofertados ficou em R$ 22,2 mil, marcando a participação de investidores de vários estados, sendo quinze da região Nordeste. Quase toda a bateria de touros Ultrablack foi arrematada pelo empresário Geraldo Majela, fundador do Complexo FJ, sede da ExpoRingo. A estrutura é considerada o maior centro equestre do Nordeste, onde está instalada a primeira arena coberta de vaquejada do Brasil.

O investimento marca o início de um novo projeto voltado à produção da “boiada preta” que tem elevado o nível das competições. “O complexo, realmente, é uma estrutura fantástica. Nunca vi nada parecido em território nacional. Fazer parte de um projeto como este, contribuindo com genética de qualidade, é uma honra para nós”, afirmou Valdomiro Poliselli Júnior, presidente do Grupo VPJ.

Já o maior lance partiu do criador sergipano Pierre Cavalcante, titular da Angus Rio Doce, que pagou R$ 360 mil por VPJ Rusk Decision FIV 1498. O animal é considerado o melhor touro jovem Aberdeen Angus do sumário Promebo, figurando entre os 1% superiores nas cinco principais características econômicas avaliadas.

“Os animais do leilão impressionam pela qualidade genética e escore corporal. Só o fato de o touro que adquiri ser líder de sumário diz tudo. Que venham outras edições para acelerar a presença dessas raças no Nordeste”, destacou Cavalcante.

Modernizando a pecuária nordestina

Após anos atendendo às demandas da região, a VPJ Pecuária fortalece sua conexão com os pecuaristas nordestinos por meio de um novo projeto. Poliselli anunciou, durante a Exporingo, que está adquirindo fazendas no semiárido para implantar um núcleo de pecuária extensiva, com foco no Brangus, hoje, considerada a raça pura mais indicada ao mercado local. “Acredito que o Nordeste será a nova fronteira de produção de bezerros do País e estamos dando acesso às três raças bovinas mais valorizadas na produção de carne de qualidade”, informa o presidente do Grupo VPJ.

Para fomentar a cadeia produtiva local, o empresário “costura” parcerias para comprar a produção, desde que atenda aos padrões técnicos de sua indústria, a VPJ Alimentos. Além disso, o empresário destacou outras oportunidades para os criadores locais, como o acesso aos programas de bonificação por qualidade de carcaça, a exportação de boi em pé e a crescente demanda pela boiada preta na vaquejada.

Sobre a VPJ Pecuária

Pioneira na produção de carne de qualidade desde 1995, a VPJ Pecuária alia tradição, tecnologia e genética de ponta. A empresa mantém um núcleo avançado de melhoramento genético no Texas (EUA) e adota ferramentas de última geração, como genômica, ultrassonografia de carcaça e testes de adaptabilidade, para produzir touros e matrizes com alta eficiência na produção de carne premium. Além disso, o grupo conta com reprodutores em coleta nas principais centrais de inseminação do país. À frente da operação, Valdomiro Poliselli Júnior destaca-se por antecipar com precisão as demandas da pecuária moderna, reafirmando o protagonismo da marca no setor.

Para mais informações, acesse https://vpjalimentos.com.br/