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Agrishow 2025: ecossistema líder do agro destaca logtech e canal de seminovos das principais marcas

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O Grupo MF Rural, com sede em Marília (SP), anuncia dois lançamentos durante a Agrishow 2025, que acontece de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP): a MF MOV, nova empresa de logística criada para integrar o ecossistema do agro, e o Canal Máquinas, desenvolvido em parceria com o Canal Rural para fomentar o mercado de seminovos com certificação e procedência.

A MF MOV foi criada para facilitar o processo de compra e venda dentro e fora do marketplace. “A plataforma permite cotação de fretes em tempo real, contratação de serviços de transporte e rastreamento de cargas, além de garantir que os milhares de produtos comercializados diariamente no MF Rural cheguem ao destino com segurança e eficiência”, explica Roberto Fabrizzi Lucas, CEO do Grupo MF Rural.

A iniciativa atende a uma demanda por soluções logísticas no agro e se soma a um ecossistema em constante expansão. “Reforçamos nosso compromisso de oferecer soluções completas, e os visitantes da Agrishow poderão conhecer todas elas in loco”, convida o CEO, que lista cada uma das frentes do grupo:

  • MF RURAL – Marketplace com mais de 2 milhões de usuários únicos, onde é possível encontrar de tudo.
  • MF PAGO – Gateway de pagamento criado para agilizar o fluxo de transações, com total segurança.
  • MF BANK – Banco digital para auxiliar na organização financeira, pagamentos, cobranças e, futuramente, financiamentos.
  • MF MOV – Primeira logtech do agro, com serviços integrados de transporte, incluindo cargas vivas.
  • MF LEILÕES – Divisor de águas no mercado de leilões rurais, pioneira em transmissões online, mais de 100 eventos por ano.
  • MF CLASS – Plataforma educacional com cursos para pecuaristas, agricultores, profissionais da área e estudantes.
  • MF TRIP – Agência de viagens técnicas com roteiros que exploram mercados estratégicos do agronegócio mundial.
  • MF CAST – Podcast líder de audiência, com foco em histórias inspiradoras de personalidades do agro, apresentado por Roberto Lucas e Walter Celani. Já ultrapassa 100 milhões de visualizações.
  • MF PLAY – Agência de marketing digital formada por produtores, veterinários, agrônomos e zootecnistas.
  • MF MAGAZINE – Revista digital com conteúdo especializado no agronegócio.

O Grupo MF Rural ainda expande sua atuação com o lançamento do Canal Máquinas, em parceria com o Canal Rural. O novo projeto oferece um espaço confiável para a realização de leilões eletrônicos de seminovos de concessionárias e revendas autorizadas, incluindo tratores, colheitadeiras e pulverizadores, todos vistoriados e certificados.

“Existem empresas sérias que comercializam equipamentos de excelente qualidade, sendo um negócio rentável tanto para concessionárias quanto para produtores”, pontua Roberto Lucas.

Sobre o MF Rural

Nascido em 2004, um ano antes da chegada do Google, o MF Rural foi idealizado por um médico veterinário visionário, o Dr. Wilson Oslis Sanches Lucas, hoje com 74 anos. Durante viagem ao exterior, conheceu uma exposição agropecuária permanente e ficou determinado em replicá-la no Brasil. Com o apoio da família, concretizou o projeto por meio da internet, tornando-se a primeira e mais completa plataforma digital do agronegócio, com mais de R$ 20 bilhões transacionados nos últimos cinco anos.

O Grupo MF Rural estreou oficialmente na Agrishow em 2019, em um espaço de 15×15 metros. Seis anos depois, ocupa um estande de 450m², estrategicamente posicionado em frente às montadoras. O espaço simula o ambiente virtual com participação de parceiros, distribuídos em espaços de 18m².

Mais informações sobre o Grupo MF Rural: www.mfrural.com.br

SP passa a exportar avocado para novos mercados internacionais

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Líder na produção nacional de abacate, SP abre vendas para importante país consumidor da fruta

A produção paulista de avocado, o abacate da variedade Hass, tem atraído interesse no mercado internacional. Maior produtor nacional da fruta, sendo responsável por mais de 40% da produção brasileira, SP está iniciando a exportação do avocado para Chile e Japão após missões estrangeiras visitarem SP, desde 2023, para validarem os requisitos fitossanitários para a importação.

 

O Chile é o 2º maior consumidor per capita de avocado no mundo, representando uma ótima oportunidade de negócio para o avocado paulista. “O consumo chileno é altíssimo, com cerca de 8kg por pessoa/ano, e vem subindo. É um país que nos gera altas expectativas. Esse ano será experimental, mas no futuro esperamos importantes ganhos”, destaca Lígia Carvalho, produtora e diretora da Jaguary, pioneira no desenvolvimento do abacate Hass no Brasil. Outra vantagem é que o Brasil está na contra-safra do avocado chileno, que produz até agosto, enquanto aqui se produz, aproximadamente, de fevereiro até junho e julho.

 

“A abertura de mercados internacionais para os produtos paulistas reforça a qualidade e a competitividade da fruticultura do Estado. São Paulo se destaca não apenas pelo volume, mas pela excelência em atender os mais rigorosos padrões fitossanitários internacionais. Esse avanço representa a atração de novos investimentos para a agricultura paulista em cenário global”, destaca o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

 

O Japão é um importante comprador de frutas frescas do mundo, sendo o maior importador de avocados da Ásia, representando um importante potencial para a expansão das vendas da fruta. Entretanto, o tamanho da exportação para o Japão ainda é uma incógnita. “A distância, a grande exigência do mercado japonês e a necessidade de envio aéreo trazem incertezas. Por enquanto, vamos aprender a atender esse mercado”, afirma Lígia.

Em 2024, o estado de São Paulo produziu mais de 223 mil toneladas de abacate, principalmente nas regiões de Ourinhos, Mogi Mirim e São João da Boa Vista, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

 

No mercado nacional, a demanda pelo avocado tem crescido, mas o Brasil ainda está distante do consumo mundial. Em média, o brasileiro consome 1,3kg de abacate – tropical e avocado – por ano. Se tratando apenas de avocado, o consumo cai para 300 gramas anuais. “Há um caminho a trilhar que envolve muitos desafios: comunicação, marketing, ensinar sobre o avocado, quais as possibilidades de consumo, e principalmente, não ter ruptura do produto no supermercado, entrando na lista de compras, na rotina dos brasileiros”, finaliza a diretora da fazenda Jaguary.

O Avocado é uma variedade surgida na Califórnia, nos Estados Unidos da América, e hoje é cultivado mundialmente por suas características, como a alta concentração de vitaminas, minerais, proteínas e fibras. Apresenta grande versatilidade, podendo ser utilizado para pratos salgados e doces, e popularizado pela culinária mexicana. O avocado tem forma mais arredondada e é um pouco menor que o abacate, que costuma ter quase o dobro de tamanho. A casca do avocado é enrugada e, ao longo do amadurecimento, se torna roxa, enquanto a do abacate costuma ser verde.

Defesa Agropecuária cumpre requisitos fitossanitários e garante exportações

A garantia do cumprimento dos requisitos fitossanitários para a exportação é realizada pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria Estadual de Agricultura. Os países importadores colocam em seus planos de trabalho a necessidade de medidas para mitigação e controle das pragas. “A certificação é feita através do acompanhamento de campo do responsável técnico habilitado, que garante o cumprimento das medidas, como inspeção, monitoramento e retirada de frutos caídos. Todo o processo é auditado pela CDA”, explica a engenheira agrônoma Cristina Abi Rached Iost, gerente do Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos Vegetais.

Com a abertura dos mercados do Japão e Chile, a Defesa Agropecuária iniciou, em 2025, os cadastros e acompanhamento do abacate variedade Hass nas propriedades e casas de embalagem que processam o fruto. Atualmente estão cadastradas 05 propriedades e 05 casas de embalagem. “A exigência vai depender do país e da praga que é restritiva, contudo, jamais é esperado o envio de vegetais ou partes de vegetais com pragas de qualquer esfera, mesmo as que não constam em requisitos fitossanitários”, completa Cristina.

 

Recorde em empregos: Agro emprega mais de 28 milhões em 2024, 26% das ocupações do Brasil

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São 278 mil pessoas empregadas a mais pelo Agro em relação a 2023; serviços e indústrias do agro se destacam, e participação feminina segue crescendo

O número de pessoas empregadas pelo agronegócio brasileiro ultrapassou 28 milhões em 2024, representando 26,02% do total de ocupações do Brasil. Em relação a 2023, houve aumento de 1%, o que representa aproximadamente 278 mil pessoas. Os dados são do Boletim Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Esse é o maior número da série histórica, iniciada em 2012.

Segundo a publicação, os agrosserviços lideraram o maior aumento de emprego de pessoas, com a ocupação de 337 mil pessoas a mais do que em 2023, um aumento de 3,4, seguido pelas agroindústrias (5,2% de aumento, ou 231,76 mil pessoas) e por insumos, que cresceu 3,6%, representando mais de 10 mil novos empregos.

 

O crescimento foi impulsionado pelo aumento no número de empregados com e sem carteira assinada, com destaque para o crescimento da participação de trabalhadores com maior formação educacional, seguindo uma tendência histórica do setor. A presença feminina também aparece em expansão, seguindo levantamentos anteriores.

 

A expansão da agroindústria aqueceu a demanda por serviços, gerando o crescimento no mercado de trabalho em uma rede complexa de atividades industriais. Os destaques da geração de empregos nas agroindústrias foram o abate de animais (7,2% ou 43.760 pessoas), massas e outros alimentos (10,4% ou 40.617 pessoas), móveis de madeira (6,6% ou 32.167 pessoas) e moagem e produtos amiláceos (14,6% ou 22.588 pessoas).

 

Distrito Federal apresenta seis propostas para obras no Novo PAC Seleções

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Segunda edição do programa federal voltado para infraestrutura recebeu mais de 35 mil projetos de 5.537 municípios brasileiros

O programa vai investir R$49,2 bilhões em 19 tipos de empreendimentos – Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

 

O Governo Federal recebeu 35.119 propostas para a segunda edição do Novo PAC Seleções 2025, enviadas por 5.537 municípios — um total que corresponde a 99,4% das cidades do país. Os projetos foram encaminhados por gestores e gestoras entre 24 de fevereiro e 31 de março. O programa vai investir R$ 49,2 bilhões em 19 tipos de empreendimentos, organizados em quatro eixos: Saúde; Educação, Ciência e Tecnologia; Infraestrutura Social e Inclusiva; Cidades Sustentáveis e Resilientes.

No Distrito Federal, as propostas envolvem três pedidos de creches e escolas de educação infantil, um combo de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS), um pedido de renovação de frota do Samu e um kit para equipamentos voltados para teleconsulta.

 


MUNICÍPIOS — Uberlândia (MG) é o município brasileiro com maior número de propostas enviadas: 34. Onze capitais também figuram entre os municípios mais participativos. Fortaleza (CE) é a principal delas, com 22 solicitações. Porto Velho (RO), Recife (PE) e Goiânia (GO) aparecem com 21 cada.

ESTADOS — Entre os estados, Minas Gerais lidera em número de inscrições (4.994), seguido por São Paulo (4.035) e Bahia (3.241). Um total de 21 das 27 Unidades Federativas apresentaram propostas.

 

Infográfico 1 | Detalhamento sobre as propostas recebidas pelo Governo Federal em 2025

 

TEMAS — Quanto aos ministérios, o da Saúde recebeu o maior número de pedidos, totalizando 19,8 mil, seguido do Ministério da Educação, com 8.782, enquanto Esporte e Cidades ficaram com 4.513 e 1.966, respectivamente.

OBJETIVOS — O Novo PAC Seleções 2025 visa melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da população brasileira por meio do aumento de investimentos em infraestrutura para ampliar e modernizar a rede de atendimento à saúde, fortalecer o direito à educação, melhorar a mobilidade urbana, garantir acessos aos direitos e promover o desenvolvimento sustentável das cidades com a participação direta dos gestores municipais e estaduais.

 

Brasil promove Semana da “Cultura Oceânica em Pauta” com foco em inovação, clima e educação

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Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação lidera ações que posicionam o país como referência internacional no avanço da Década do Oceano da ONU

Copyright: Shaun Wolfe / The Ocean Image Bank

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) realiza, entre os dias 7 e 11 de abril, em Brasília, a Semana da Cultura Oceânica, uma mobilização nacional e internacional em torno da proteção dos oceanos como parte das soluções para os grandes desafios globais.

Sob a liderança da ministra Luciana Santos, o evento coloca a ciência e a tecnologia no centro do debate e das entregas concretas do Brasil para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030), promovida pela UNESCO.

Este é o ano em que o oceano e a cultura oceânica são temas centrais nas discussões mundiais e nacionais, a semana promoverá o engajamento de diferentes públicos na temática e nas oportunidades que ocorrerão ao longo do ano, incluindo discussões para a 3a Conferência do Oceano da ONU (UNOC3) e para a COP30.

Mais do que uma pauta ambiental ou educacional, a Cultura Oceânica passa a ser apresentada como uma resposta científica e tecnológica à emergência climática e aos desafios da saúde pública, da justiça ambiental, da inovação e do combate à pobreza. Os avanços nessa área, como a inserção da temática nos currículos escolares, a formação de professores, o monitoramento da biodiversidade marinha e o desenvolvimento da economia azul, só são possíveis graças ao trabalho científico de excelência realizado no Brasil.

Sistemas de observação oceanográfica, modelagens climáticas, biotecnologia marinha, sensores, satélites, inteligência artificial e redes de pesquisa científica são as engrenagens, viabilizadas pela MCTI, que tornam viável uma política pública robusta, articulada e com impacto real no território brasileiro e em fóruns internacionais.

MCTI no centro da agenda do oceano

Reconhecido pela UNESCO como articulador de excelência da Década do Oceano, o MCTI tem sido o ponto central dessa pauta no Brasil, construindo pontes entre diversos ministérios e instituições, como o ministério da Educação (MEC), do Meio Ambiente (MMA), das Relações Exteriores (MRE), Agricultura e Pecuária, Pesca, Desenvolvimento Social, Ministério da Defesa, por meio da Marinha do Brasil, e a própria Presidência da República. Essa liderança técnica e política tem garantido ao país um papel de destaque no cenário internacional.

Durante a Semana da Cultura Oceânica, o Brasil deve oficializar seu compromisso com a Década do Oceano, com a inclusão da Cultura Oceânica nos currículos escolares, com participação de autoridades nacionais e internacionais, pesquisadores, professores e estudantes. A programação reflete o caráter transversal da pauta, que integra ciência, inovação, educação ambiental e cidadania científica.

Cultura Oceânica é mais que mar: é clima, saúde, economia, justiça e segurança alimentar

A Cultura Oceânica não trata apenas de água ou lixo marinho. É uma abordagem que compreende o oceano como regulador climático, essencial no enfrentamento das mudanças climáticas, nas estratégias de resiliência costeira, na proteção da biodiversidade, no incentivo à economia do mar, na promoção da educação científica e ambiental e na busca por justiça socioambiental.
Destaques da programação (7 a 11 de abril)

A semana contará com encontros de alto nível técnico e político, como:

  • Seminário da Estratégia Nacional de Economia Azul – evento inaugural que marcará o pontapé na elaboração de uma política pública nacional voltada à economia do mar, sob coordenação do MCTI;
  • Workshop de Divulgação Científica Oceânica e Antártica – com estudos de caso e soluções para comunicação de dados científicos à sociedade;
  • Reunião do Grupo de Experts em Cultura Oceânica da COI/UNESCO – com participação de especialistas internacionais reunidos em Brasília;
  • Fórum Internacional Currículo Azul – culminando na assinatura do termo de adesão que insere a Cultura Oceânica no currículo escolar brasileiro, com apoio do MEC;
  • Lançamento do curso nacional de formação de professores, promovido pela CAPES/MEC, como parte do esforço de capilarização da pauta educacional;
  • Oficina para o Curso de formação de professores CAPES: “Cultura oceânica e sustentabilidade” que iniciará em agosto/2025
  • Sessão solene com assinatura de protocolo de intenções com presença da ministra Luciana Santos.

ATeG Santa Catarina conquista o segundo lugar no Prêmio “Prêmio Coordenador de Excelência”

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A coordenadora estadual da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Santa Catarina, Paula Araújo Dias Coimbra Nunes conquistou o 2º lugar no “Prêmio Coordenador de Excelência”, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). A entrega ocorreu na quinta (3), em Brasília.

Além de Paula, foram premiados os coordenadores Vinícius Maline Tavares (1º lugar), do Senar do Espírito Santo e Silvio César Sepúlveda Coelho Brito (3º lugar), do Senar do Piauí.

Paula está no Senar/SC desde 2008 e atua no programa ATeG SC desde início em 2016. “Estou muito feliz com esse reconhecimento tão especial para ATeG Santa Catarina. Conquistar o 2º lugar no “Prêmio Coordenador de Excelência” demonstra o compromisso que temos com a qualidade da Assistência Técnica e Gerencial. Essa conquista é resultado de um trabalho de uma equipe altamente dedicada dos colegas do Sistema Faesc/Senar/Sindicatos, dos supervisores da ATeG, técnicos de campo e de todo apoio e confiança do nosso superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, e do presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, que valorizam e acreditam na ATeG como uma ferramenta de transformação no campo”.

Durante a cerimônia, o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, ressaltou a importância do encontro, que reuniu os 27 coordenadores de ATeG de todo o país, para debater o crescimento e os resultados da Assistência Técnica e Gerencial. “Nós trabalhamos incessantemente para a melhoria das nossas equipes. Essa premiação é uma forma de reconhecer esses profissionais por meio de critérios técnicos”, disse Carrara.

O diretor-geral entregou uma placa de reconhecimento aos três finalistas e ainda uma moto para o primeiro colocado.

 O Encontro Nacional de Coordenadores da ATeG iniciou quarta-feira (02) com a presença das 27 Administrações Regionais para discutir metas e desafios da metodologia. De Santa Catarina, além de Paula, participou também a colaboradora do Senar/SC, Josiane Gomes.

Confira como foi o Encontro Nacional dos coordenadores da ATeG:

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/senar-promove-encontro-nacional-de-coordenadores-da-assistencia-tecnica-e-gerencial-2

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/coordenadores-destacam-troca-de-experiencia-para-otimizar-processos-da-ateg

Acesse os canais de comunicação do Sistema Faesc/Senar:

Honorários advocatícios sucumbenciais no incidente de desconsideração de personalidade jurídica podem gerar debates e incertezas no combate a fraudes

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Dr. Rommel Andriotti*

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu recentemente que na ‘desconsideração de personalidade jurídica’ cabem honorários para o advogado do devedor se o incidente for julgado improcedente, ou seja, na situação de o credor denunciar um suposto abuso na gestão de uma pessoa jurídica e o Poder Judiciário entender que não houve tal utilização indevida.

 

É bom lembrar que o ‘incidente de desconsideração da personalidade jurídica’ é uma ferramenta processual empregada para responsabilizar os gestores de uma empresa por dívidas dela, ou vice-versa, responsabilizar a empresa por dívidas de seus sócios ou administradores, em situações em que há abuso na gestão daquela pessoa jurídica.

 

Esse uso indevido que justifica essa responsabilização pode ocorrer por haver desvio da finalidade da empresa para lesar credores ou por haver confusão patrimonial, ou seja, quando os bens e recursos de uma empresa acabam se misturando com os bens pessoais dos seus sócios, administradores ou com o patrimônio de outras empresas do mesmo grupo.

 

É importante deixar claro que esse precedente do STJ tem alto impacto nas ações de cobrança e no ramo de recuperação de crédito em todo o Brasil, porque o incidente de ‘desconsideração da personalidade jurídica’, que foi o objeto desse julgado do STJ, tem sido o principal instrumento de desmantelamento de fraudes patrimoniais utilizado no País.

 

Por exemplo, uma das fraudes mais corriqueiras que é resolvida com o uso desse instrumento jurídico é aquela que envolve pessoas interpostas, popularmente conhecidas como “laranjas”, que emprestam o próprio nome para comporem o quadro societário de uma empresa e, com isso, auxiliam o devedor a ocultar o seu patrimônio.

 

Então, esse tipo de incidente tem sido muito importante, porque se o credor e seus representantes investigam o devedor e descobrem que ele tem um ‘laranja’; ou ainda, que ele está escondendo bens em uma holding ou outro tipo de empresa, há a possibilidade de se socorrer do ‘incidente de desconsideração da personalidade jurídica’ para desmantelar fraudes como essas.

 

Até há pouco tempo, se esse incidente fosse julgado improcedente, ou seja, se o juiz não concordasse que havia uma fraude, o credor não era penalizado por ter feito a denúncia, porque não havia honorários advocatícios de sucumbência devidos por essa sentença. Portanto, como se costuma dizer coloquialmente, ficava na prática ‘elas por elas’.

 

Porém, a partir de agora, tudo mudou.

 

Com essa última decisão do STJ, caso o credor perca o incidente, ele terá alta chance de ser penalizado, pois o advogado da outra parte terá o direito de cobrar honorários deste credor. Normalmente, eles têm sido estipulados em 10% do valor da causa.

 

Isso muda totalmente a dinâmica sobre tomar a decisão de distribuir o incidente, pois quando um credor está cobrando uma dívida ele já está em prejuízo. Na prática, se aquela parte leva um “calote”, ela naturalmente já tem uma perda considerável que está tentando recuperar com o processo. Por essa razão, credores costumam ser muito conservadores na hora de assumir riscos. A maioria segue a lógica traduzida pelo ditado popular “não colocar ‘dinheiro bom’ em cima de ‘dinheiro ruim’”. Desse modo, credores que cobram judicialmente normalmente são muito avessos a medidas que trazem riscos para eles, pois se já é um amargo infortúnio ter tido o prejuízo de não ser pago, o caso se torna um desastre completo para o credor se, além de ter que suportar o próprio prejuízo, ainda precisar pagar honorários para o advogado da outra parte.

 

Vale trazer um exemplo para ilustrar. Imagine-se a pessoa que já ganhou um processo e está em cumprimento da sentença que já foi favorável a ela. Essa pessoa já correu o risco de ter que pagar honorários de sucumbência se ela perdesse. Mas ela se sagrou vitoriosa no processo. Só que, função dessa vitória, a outra parte blinda o próprio patrimônio. Agora o credor está na famosa situação do “ganhou, mas não levou”. Em determinado momento, essa pessoa credora percebe indícios que levam a crer que uma fraude está acontecendo. Entretanto, pela nova decisão do STJ, para denunciar essa fraude, ela precisará passar uma segunda vez pelo risco de sucumbência (ou seja, novamente correrá o risco de ter que pagar um percentual para o advogado da outra parte se a alegação não for aceita).

 

Portanto, para o credor, esta modificação tornou muito mais arriscada a decisão de usar o IDPJ. É preciso lembrar que mesmo havendo indícios de fraude, o Direito não é como uma ciência exata. Sempre há uma inerente margem para imprevisibilidade em decisões judiciais, trazendo consigo o risco de sucumbência. Um conjunto de atos que uma pessoa pode enxergar como claramente fraudulentos pode, para outra pessoa, parecerem lícitos. Nesse contexto, muitos desistirão de ingressar com o incidente, por mais que acreditem que há uma fraude acontecendo, pois não querem assumir o risco de terem que “pagar para ver”. Nesse ponto, há legítima preocupação de que a decisão do STJ possa gerar um efeito de incentivo desse tipo de fraude e de blindagem patrimonial ilícita.

 

Por outro lado, para o devedor e advogados de devedores, a decisão é altamente benéfica, pois há agora um fator fortemente desestimulante para ingressar com essa medida. Vendo dessa perspectiva, essa decisão traz algumas repercussões positivas, pois na sistemática anterior havia realmente alguns que abusavam e ingressavam com incidentes de desconsideração da personalidade jurídica “aventureiros”, ou seja, destituídos de qualquer fundamento razoável, pois se aproveitavam que não seriam penalizados de nenhuma forma se eles perdessem.

 

Essa nova orientação do STJ prestigia os devedores, que, em alguns casos, ficam na sombra angustiante de esperarem o incidente ser julgado para saberem se serão ou não responsabilizados pela dívida, muitas vezes com suas contas bloqueadas por decisões liminares. Esse precedente do STJ também prestigia os advogados dos devedores, que normalmente têm muito trabalho para preparar as defesas de seus clientes em incidentes assim.

 

Entretanto, neste ponto, a decisão do STJ não tratou com igualdade os advogados das partes, ou ao menos não o fez explicitamente. É que na decisão constou que “o indeferimento do pedido de desconsideração da personalidade jurídica, tendo como resultado a não inclusão do sócio (ou da empresa) no polo passivo da lide, dá ensejo à fixação de verba honorária em favor do advogado de quem foi indevidamente chamado a litigar em juízo” (REsp 2072206). Em outras palavras: o STJ se limitou a dizer que o advogado do devedor ganhará honorários se for vencedor, mas não disse que o advogado do credor também os ganharia se vencesse.

 

Ora, mas o advogado do credor também tem trabalho intenso para conseguir levantar todas as informações sobre as fraudes e as expor na petição do incidente de desconsideração, adicionado de toda a argumentação jurídica necessária. Então, o precedente da forma como ficou publicizado não coloca em pé de igualdade os dois advogados. Do jeito como está, interpretado literalmente, se o advogado do credor ganhar a causa e provar que teve fraude, ele não receberá nada a mais por ter vencido o arriscado incidente. No entanto, se o advogado do devedor vencer, ele ganhará honorários contra o credor.

 

Há quem diga que o advogado do credor já está sendo remunerado pelo percentual de honorários advocatícios da ação principal. Entretanto, se o argumento que prevaleceu no STJ foi o de que o incidente se caracteriza como uma demanda autônoma – com partes, pedido e causa de pedir diferentes da ação principal –, e por isso os advogados dos devedores fazem jus aos honorários, então a mesma lógica deveria servir para que advogados dos credores também tivessem acréscimo nos seus honorários, justamente por se tratar de uma demanda separada, conforme o próprio STJ reconheceu.

 

Há uma outra questão que ainda não se tem a devida clareza e precisará ser fixada com o desenrolar dos próximos processos: qual será o valor desses honorários a serem arbitrados? O Código de Processo Civil dispõe que, em regra, os honorários são arbitrados entre 10% e 20% do valor da causa, sendo que a maioria dos magistrados de 1ª instância os arbitra em 10%, podendo ser ampliado nas fases recursais. Mas, no caso do IDPJ, será que essa regra geral será seguida? Ou haverá arbitramento por equidade levando em consideração todo o exposto e visando penalizar menos os credores que tentaram denunciar uma fraude? Vale lembrar que arbitrar honorários por equidade significa que o juiz, em cada caso concreto, estipulará um valor que ele entenda ser justo diante do trabalho desempenhado pelo advogado. Talvez, já que o entendimento jurisprudencial está em evolução, fosse positivo que pelo menos essa condenação ocorresse por equidade.

 

Isso porque, em tese, a lei nem prevê de forma expressa que haveria honorários nesse incidente. O art. 85, do Código de Processo Civil, diz, muito claramente, que “a sentença condenará o vencido a pagar honorários ao advogado do vencedor”. Só que, no caso do incidente de desconsideração da personalidade jurídica, não é uma “sentença” que julga o IDPJ, mas, sim, uma decisão interlocutória. Inclusive, esse era o principal motivo pelo qual, até pouco tempo atrás, o entendimento era pacífico de que não era cabível honorários tanto nesse como em outros incidentes.

 

Aliás, isso suscita o último ponto controverso importante sobre essa decisão: a segurança jurídica.

 

Veja que milhares de credores e seus advogados distribuíram nos últimos anos seus incidentes de desconsideração da personalidade jurídica confiando na jurisprudência que era absolutamente tranquila e pacífica no sentido de que não cabiam honorários sucumbenciais em IDPJ. Esse fator pode ter sido essencial para a tomada de decisão de ajuizamento de inúmeros desses incidentes.

 

Mas, de repente, sem ter havido qualquer alteração legislativa a esse respeito, o STJ – com base nos mesmos textos de lei que para ele até pouco tempo atrás diziam uma coisa –, simplesmente alterou a interpretação anterior para outra diametralmente oposta, sem fazer qualquer ressalva ou modulação sobre os efeitos desse novo paradigma.

 

Se essa alteração tivesse vindo por lei, veja que esse problema de segurança jurídica não existiria, pois na lei poderia constar que quem distribuiu o IDPJ antes dela estaria resguardado pela lei anterior, e os próximos atos é que seriam afetados pela nova regra.

 

Acontece que, pela alteração ter vindo via Poder Judiciário, em tese eles estão interpretando a mesma lei que já existe desde 2015. Não teve alteração da lei nesse ponto. Então, todas as pessoas que ajuizaram o incidente crentes na posição anterior do STJ de que não tinham risco se perdessem, agora correm risco de serem condenados em honorários se por acaso não vencerem seus incidentes. Talvez, se soubessem de antemão sobre essa possibilidade, nem teriam distribuído o incidente, ou teriam priorizado outras medidas executórias em face do devedor. Então, é importante que o Poder Judiciário tenha sensibilidade quando começar a avaliar esses casos, pois pode ser que haja cidadãos que foram pegos totalmente de surpresa com essa mudança de entendimento.

 

Enfim, essa é uma decisão judicial recente e que vai ainda provocar muitos debates e discussões sobre a matéria. É imprescindível que os advogados de todo o País reflitam bem antes de distribuir um incidente como esse, além de ser imperativo explicar sobre os riscos para seus clientes. De todo modo, ainda haverá muitas situações em que o incidente de desconsideração da personalidade jurídica (IDPJ) precisará ser utilizado para resolver o caso, pois muitas vezes ele é a única saída para viabilizar o recebimento do que está sendo cobrado, a não ser que o credor prefira desistir do seu crédito a correr qualquer risco.

 

Nesse ponto, com essa decisão do STJ, tornou-se mais importante do que nunca a realização de uma investigação patrimonial bem feita, pois é essa investigação, realizada por especialistas, que poderá encontrar o máximo possível de provas da fraude, maximizando a chance de vencer o IDPJ, diminuindo seus riscos, e auxiliando também a encontrar potenciais outros bens, ativos e eventuais outras teses de recuperação do crédito.

 

 

 

*Dr. Rommel Andriotti é advogado, sócio fundador do escritório Rommel Andriotti Advogados Associados e especialista em investigação patrimonial, execução civil e cobrança de dívidas. Atua como professor de Direito Civil e Processo Civil na Universidade Mackenzie. Também é docente dessas disciplinas na Escola Paulista de Direito (EPD). É mestre em Direito (concentração em processo civil) pela PUC/SP (2020), mestre em Direito (concentração em Direito Civil) pela FADISP, possui pós-graduação lato sensu em Direito Civil e Processo Civil pela Faculdade Escola Paulista de Direito e é bacharel em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU, 2015).

 

Serpro amplia domínio técnico e visão estratégica em missão à China

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Missão institucional aprofunda uso da nuvem soberana, fortalece parcerias e amplia inserção internacional da tecnologia brasileira

 

Com foco no fortalecimento da soberania digital brasileira e na consolidação dos projetos da Nuvem de Governo, o Serpro realizou uma missão estratégica à China no mês de março. A agenda envolveu compromissos institucionais e técnicos que aprofundaram o conhecimento sobre as tecnologias Huawei, uma das fornecedoras das stacks adquiridas pela empresa, componente fundamental da arquitetura de nuvem soberana do Serpro.

Resultado prático e imediato

“A missão à China marca mais um capítulo da nossa jornada tecnológica rumo a uma infraestrutura capaz de suportar as demandas do Estado brasileiro. Sabemos do nosso desafio em prover uma infraestrutura soberana ao País, e estar ao lado dos técnicos que desenvolveram parte da tecnologia que adquirimos acelera nosso domínio e amplia as possibilidades de uso”, avalia o presidente do Serpro, Alexandre Amorim.

De acordo com ele, a missão viabilizou uma troca direta entre grandes especialistas de tecnologia: os técnicos do Serpro e os da Huawei. “Já estamos avaliando a aplicação prática das informações obtidas na China. Essa troca fortalece nossa autonomia técnica e reforça o papel do Serpro como referência em tecnologia pública”, reforçou o superintendente de Centros de Dados, Eduardo Salinas.

Imersão técnica: da estratégia ao bit

A equipe do Serpro foi recebida por especialistas que participaram diretamente do desenvolvimento das soluções utilizadas pela empresa. Foram conduzidas reuniões temáticas com os responsáveis pelas tecnologias de banco de dados, virtualização, disaster recovery, automação de máquinas e painéis de monitoramento. A estrutura técnica da Huawei foi mobilizada para promover uma imersão aprofundada, viabilizando um intercâmbio qualificado com os maiores nomes da empresa em cada área.

“Foi uma oportunidade única de entender, com profundidade, todas as funcionalidades e o potencial de expansão da stack que já utilizamos no Serpro. Muitas capacidades estavam disponíveis e ainda não exploradas. Saímos com um novo mapa de possibilidades técnicas e estratégicas para nossos data centers”, destacou Salinas.

A Huawei também apresentou o case do Banco da China, que migrou completamente seu ambiente de mainframe para a stack da empresa, atualmente responsável por processar dados de mais de 800 milhões de clientes. Em contrapartida, o Serpro apresentou seu ambiente de mainframe e o Estaleiro, espaço dedicado ao desenvolvimento ágil de soluções, que chamaram a atenção dos especialistas chineses pela complexidade e nível de maturidade técnica.

“Foram dias intensos de troca de experiências, em que tivemos a oportunidade de apresentar a robustez do nosso ambiente e discutir diretamente com os desenvolvedores da stack soluções sob medida para os desafios do Serpro. Voltamos com alternativas concretas para ampliar automação, escalar nossos serviços e modernizar nossos ativos tecnológicos com mais soberania e eficiência”, afirmou Sandro Ninin, gerente da Plataforma Alta do Serpro. Santiago Casado, gerente do Estaleiro, destacou como a missão abriu novas perspectivas para o ciclo de desenvolvimento ágil da empresa. “Apresentar o Estaleiro à equipe da Huawei foi uma oportunidade única de mostrar como desenvolvemos soluções digitais de forma integrada e voltada à realidade do Estado. A missão nos permitiu identificar possibilidades reais de aplicar recursos da stack diretamente no nosso processo de desenvolvimento, ganhando agilidade, qualidade e eficiência”, conta.

Aproximação institucional e inovação internacional

Em paralelo à imersão técnica, o presidente Alexandre Amorim cumpriu agendas estratégicas na Casa Brasil China, hub de negócios mantido pela ApexBrasil em Xangai. A estrutura funciona como ponte entre o Brasil e o ecossistema de negócios asiático, promovendo articulação institucional e acesso a redes internacionais de inovação.

“A ApexBrasil cumpre um papel essencial na inserção do Brasil no cenário internacional. A Casa Brasil, em Xangai, é uma iniciativa estratégica que fortalece nossa presença em um dos mercados mais relevantes do mundo. A China é um polo de inovação e um parceiro comercial de peso — manter canais ativos de diálogo nesse ambiente é fundamental para atrair investimentos e ampliar a presença de soluções brasileiras em cadeias globais de valor”, analisa Amorim.

A empresa também visitou centros de inovação tecnológica chineses, referência mundial em soluções aplicadas, inteligência artificial e cidades inteligentes. Os encontros ampliaram a visão institucional do Serpro sobre tendências globais e abriram caminhos para futuras parcerias técnicas e institucionais.

Nuvem de Governo

A Nuvem de Governo, ou nuvem soberana, garante que dados governamentais sejam armazenados e processados no Brasil, protegendo a soberania digital do país. A iniciativa assegura segurança, conformidade com a LGPD e controle estatal sobre informações sensíveis. Embora utilize equipamentos de empresas como AWS, Google e Huawei, a operação e a gestão são 100% nacionais, dentro do centro de dados do Serpro. Com investimentos de R$ 700 milhões previstos, a Nuvem de Governo moderniza a administração pública e fortalece a independência tecnológica do Brasil.

TRF-2 concede prisão domiciliar a Roberto Jefferson

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Nesta quinta-feira (3/4), o  Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) concedeu ao ex-deputado e ex-presidente do PTB, Roberto Jefferson o benefício à prisão preventiva domiciliar. A decisão, porém, não tem efeito imediato. O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá autorizar a transferência.

A decisão do TRF-2 atende a um pedido da defesa do ex-parlamentar e foi embasada por relatório da Junta Médica da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que descreve uma situação de “extrema debilidade”.

Roberto Jefferson é réu por tentativa de homicídio contra quatro policiais federais que tentavam cumprir uma ordem de prisão em 2022, no interior do Rio.

Jefferson também foi condenado pelo STF a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A decisão se soma a uma ordem de prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. A conversão da pena, no entanto, não será imediata, já que Jefferson tem uma prisão preventiva em vigor enquanto não se esgotam os recursos da defesa no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele enfrenta dois processos diferentes, nos dois tribunais.

 

Unimed Chapecó inicia parceria com o Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein por meio do Programa de Desenvolvimento de Pessoas

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SANTA CATARINA – A Unimed Chapecó possui um Programa de Desenvolvimento de Pessoas que, em 2021, definiu estratégias distintas para aprimorar as competências técnicas e comportamentais dos seus profissionais. Todos os níveis hierárquicos estão contemplados pelo mesmo programa, mas com focos específicos, que inclui colaboradores, médicos, dirigentes e conselheiros de administração.

Atrelado a essa estratégia, a partir de setembro de 2024 a cooperativa médica estabeleceu uma parceria para o desenvolvimento do programa com o Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Referência em serviços de saúde, geração de conhecimento e responsabilidade social, o mesmo integrou o ciclo referente aos anos de 2024 e 2025.

Nesse período, cinco grupos estão em desenvolvimento: conselheiros e dirigentes, composto por médicos cooperados nas posições de conselheiros de administração, coordenadores médicos e outros médicos cooperados em geral, além da Diretoria Executiva; gestores, composto por gerentes, coordenadores e supervisores; acelera, composto por profissionais diferenciados dentro do negócio; líderes em formação, composto por profissionais que desempenham liderança informal diante de pequenas equipes; e equipes, composto pelos colaboradores em geral. Todos os grupos reúnem cerca de 1700 pessoas em desenvolvimento na cooperativa.

A primeira ação de desenvolvimento para o colaborador ocorreu em setembro de 2024 durante o III Simpósio de Cultura e Segurança Unimed Chapecó, que contou com cerca de 1200 participantes. Durante o evento, os temas “Profissional do futuro” e “Letramento em saúde mental” foram ministrados pelo Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Depois, em novembro do mesmo ano, iniciaram os encontros dos demais grupos, conforme cronograma definido, que segue até o momento.

De acordo com a gerente de gestão de pessoas da Unimed Chapecó, Aline Favero, “investir na capacitação das pessoas é promover uma cooperativa ainda mais forte e inovadora, alinhada às tendências de mercado da área da saúde, com o intuito de reforçar a referência da Unimed Chapecó e consolidar boas práticas que atrelam saúde, segurança e experiência do cliente”.

            PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CONSELHEIROS E DIRIGENTES

Desenvolvido de maneira personalizada para atender às necessidades da Unimed Chapecó, o Programa de Desenvolvimento de Conselheiros e Dirigentes possui uma turma formada por 34 integrantes. O objetivo é proporcionar uma base sólida e abrangente para aqueles que já atuam como conselheiros ou que pretendem assumir a função em possíveis planos de sucessão. Além de oferecer conhecimentos e ferramentas para atuarem como membros de grupos estratégicos.

 A iniciativa busca, também, fortalecer o networking entre os participantes, promover uma visão integrada e discussão de ideias, gerar um novo olhar para o negócio e proposição de soluções, além de possibilitar uma jornada transformadora, de alta conexão, em um ambiente de troca seguro, que favoreça debates construtivos e colaborativos.

            EINSTEIN EXPERIENCE

Nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2025, os participantes do Programa de Desenvolvimento de Conselheiros e Dirigentes tiveram a primeira atividade do programa, intitulada “Einstein Experience”. A ação, uma imersão de 16 horas no Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein – Campus Cecília e Abram Szajman, em São Paulo (SP), foi voltada à gestão, inovação, estratégia e expansão dos negócios em saúde.

 Na oportunidade, foi possível conhecer a visão estratégica do sistema de saúde Einstein, a missão do conselho, além de papéis e responsabilidades dos conselheiros. Também, foram realizadas abordagens pelos gestores das áreas em temas como: Cuidado Integrado Acessível, Medicina de Precisão, Terapia Celular, Inteligência Artificial, Intervenção e Técnicas Minimamente Invasivas.

A Unimed Chapecó investe, de forma contínua, no desenvolvimento de seus profissionais, com a certeza de que esse direcionamento apoia o crescimento sustentável das pessoas e da organização.