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Banco do Brasil terá 50% de mulheres em cargos de liderança até 2030, diz Tarciana Medeiros em evento da Esfera Brasil

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Declaração da presidente do banco foi dada durante a 4ª edição do Prêmio Mulheres Exponenciais da Esfera Brasil; homenageadas destacaram a importância de lideranças femininas incentivarem outras mulheres

 

Da esq. à dir., Aninha Funaro, Mayara Noronha, Ana Toni, Jamille Rosa, Lilian Esteves, Karla Marques, Alcione Albanesi, Esther Dweck, Camila Funaro Camargo Dantas e Ana Estela Haddad – Crédito: Divulgação/Esfera Brasil

 

O fortalecimento da liderança feminina e a construção de um futuro com mais diversidade foram destaques na 4ª edição do Prêmio Mulheres Exponenciais, idealizado pela Esfera Brasil. O evento foi realizado na noite desta segunda-feira, 31, em São Paulo, e premiou sete mulheres de destaque em diferentes áreas. Em um momento em que se busca cada vez mais diversidade, o Prêmio Mulheres Exponenciais reconhece não apenas as conquistas das homenageadas, mas também o poder que elas têm de moldar um futuro mais justo, igualitário e inclusivo.

 

A CEO da Esfera Brasil, Camila Funaro Camargo Dantas, lembrou que, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), só haverá equidade de gênero no mundo daqui a 134 anos. “Uma pesquisa sobre paridade de gênero feita pelo Instituto Esfera de Estudos e Inovação apontou que a melhor solução para esse problema de desigualdade é colocar a mulher dentro do orçamento. Quantas mulheres exponenciais não perdemos no Brasil por falta de políticas públicas eficientes? Isso é complexo e, por isso, precisamos, também, nos aliar aos homens, pois as mulheres representam apenas 18% do Congresso Nacional e menos de um quarto dos ministérios do governo federal”, disse Camila.

Em um painel sobre Mulheres que Transformam o Brasil, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destacou as iniciativas do banco para ampliar a presença de mulheres em cargos de liderança. Primeira mulher a presidir o Banco do Brasil, Medeiros disse que, até 2030, a instituição deve ter 50% de lideranças femininas. “Até eu ser indicada presidente, o banco havia tido apenas uma mulher vice-presidente. E aí eu entendi que diversidade gera diversidade, ou seja, se eu não trouxesse outras mulheres comigo, não seria possível levar adiante um projeto de equidade. Hoje, no conselho diretor do banco, temos 45% de representatividade. Vamos buscar equidade de gênero nos cargos de liderança até 2030”, disse.

A secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e CEO da COP30, Ana Toni, recebeu o prêmio na categoria Sustentabilidade, entregue por André de Angelo, CEO da Acciona. Ana Toni também reforçou a mensagem de mulheres que incentivam outras mulheres. “Adoro o nome do prêmio, exponenciais, passa a sensação de que a gente nunca está sozinha, sempre sendo puxada ou puxando outras mulheres”, disse. Ao destacar a preparação do Brasil para sediar a COP30, Ana Toni deixou uma mensagem em prol de um “mutirão por ações climáticas”, isto é, ações práticas para combater as mudanças climáticas: “A COP30 em Belém pode se tornar um símbolo da importância do multilateralismo climático. A mudança do clima só vai ser resolvida se todos os países se comprometerem. Não tem outra solução a não ser uma concertação internacional.”

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, também ressaltou a importância de as lideranças femininas incentivar outras mulheres a alcançar cargos mais altos. Ela recebeu o prêmio da categoria Gestão Pública das mãos da Tarciana Medeiros. “Uma mulher em cargo de liderança tem que puxar outras mulheres. É esse exemplo que eu carrego desde que entrei no setor público”, disse a ministra.

Outra homenageada da noite foi a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, premiada na categoria Inovação e Tecnologia. O troféu foi entregue por Eloísa Bonfá, diretora da Faculdade de Medicina da USP. Em seu discurso, Ana Estela aproveitou para homenagear todas as trabalhadoras da área da saúde: “As mulheres são 74% da força de trabalho do setor e, na maioria das vezes, estão na linha de frente dos serviços.”

Ainda no setor público, a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, recebeu das mãos da CEO da Esfera Brasil o prêmio na categoria Compromisso Público. Ela destacou seu trabalho na criação do cartão Prato Cheio, que ajuda muitas mulheres em situação de vulnerabilidade social no Distrito Federal. “Parece pequeno uma primeira-dama fazendo uma ação social, mas foi por isso que hoje temos o maior programa de segurança alimentar do país. Foi por meio de uma escolha e de muita coragem, pois as mulheres sempre têm que se provar mais.”

Na iniciativa privada, uma das premiadas da noite foi Karla Marques, vice-presidente do Grupo Cimed. A homenagem na categoria Empreendedorismo foi entregue pelo publicitário Nizan Guanaes. Em seu discurso, Karla Marques destacou a importância de as mulheres terem redes de apoio e também sobre as dificuldades que as executivas enfrentam diariamente. “Cresci com uma referência de liderança, a minha mãe. Não é fácil ser mulher executiva e eu escolhi isso para a minha vida. Para o meu pai, eu poderia até ser dona de casa, não me faltaria nada, mas eu fiz questão de seguir o caminho da minha mãe. E agora a minha filha está trilhando o mesmo caminho”, afirmou.

Lilian Esteves, conselheira do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli) recebeu das mãos de Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, a honraria na categoria Educação, e fez questão de destacar que, no Instituto, a maioria das lideranças são femininas: “Esse prêmio não é só meu. Sou uma grande apoiadora do Inteli e das mulheres maravilhosas que tocam o dia a dia do Instituto com muita competência e paixão. São elas que fazem esse sonho se tornar realidade e são motivo de muito orgulho.”

O último prêmio foi entregue pelo CEO do Magazine Luiza, Frederico Trajano, para a aniversariante do dia Alcione Albanesi, fundadora da ONG Amigos do Bem, que foi homenageada na categoria Impacto Social. Emocionada, ela relembrou o início de sua trajetória à frente da ONG e o trabalho realizado no sertão nordestino. “Desde 1993, quando eu ainda era jovem, fiz minha primeira viagem ao sertão nordestino, e não imaginava que, de uma viagem, viria tanta transformação e que tantas vidas passassem a ter mais dignidade”, disse Albanesi. “Quando vejo tantas mulheres cheias de propósitos recebendo prêmios, me dá muito orgulho.”

Todos os anos o prêmio também homenageia uma mulher com Síndrome de Down, pelo Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março. Nesta edição, foi homenageada a influenciadora digital Jamille Rosa. A assistente de cabeleireiro e maquiadora representa o Instituto Simbora Gente, que trabalha o desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual, o seu empoderamento, a convivência na diversidade, a busca do autoconhecimento e da autonomia.

A escolha das homenageadas é feita a partir de uma análise conjunta da direção e do conselho consultivo da Esfera Brasil, que leva em consideração, em cada uma das áreas, a relevância dos trabalhos de destaque ao longo do ano anterior. O prêmio surgiu por iniciativa da própria Camila Funaro Camargo Dantas para motivar mais as mulheres a participar das discussões de política e economia realizadas pela Esfera Brasil.

Sobre a Esfera Brasil

A Esfera Brasil é uma organização criada para fomentar o pensamento e o diálogo sobre o Brasil e um think tank independente e apartidário que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Nosso objetivo é gerar debates que permitam a construção de um país melhor por meio da promoção de diálogo entre empresas, governos e instituições para busca de soluções viáveis para as principais barreiras de desenvolvimento do país. Desde a fundação em 2021 por João Camargo, hoje presidente do Conselho, o grupo organizou encontros com diversas autoridades, entre elas ministros, governadores, prefeitos, os presidentes da Câmara e do Senado, do Banco Central, do BNDES e dos principais partidos políticos do Brasil. A CEO da Esfera Brasil é Camila Funaro Camargo Dantas.

O que Fazer Quando Seu Parceiro é Irresponsável Financeiramente?

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Lidar com questões financeiras dentro de um relacionamento pode ser um grande desafio, especialmente quando um dos parceiros demonstra comportamento irresponsável com o dinheiro. Essa situação pode gerar tensão, desconfiança e até afetar a estabilidade da relação. Mas o que fazer quando seu parceiro é financeiramente irresponsável? Como lidar com a questão sem prejudicar o relacionamento?

Entendendo a Irresponsabilidade Financeira

A irresponsabilidade financeira pode se manifestar de diversas formas: gastar mais do que se ganha, acumular dívidas, não planejar o futuro financeiro, ignorar orçamentos e até ter hábitos de consumo compulsivo. Quando um dos parceiros assume esse tipo de comportamento, pode ser difícil para o outro lidar com a pressão de manter as finanças equilibradas.

É importante lembrar que a irresponsabilidade financeira nem sempre é intencional. Muitas vezes, isso pode ser resultado de falta de educação financeira, dificuldades emocionais ou até mesmo um reflexo de padrões de comportamento aprendidos na infância. Porém, independentemente da causa, as consequências podem ser sérias para a estabilidade do relacionamento e para o bem-estar financeiro do casal.

Passos para Lidar com a Situação

  1. Comunique-se de Forma Aberta e Respeitosa A comunicação é a base para resolver qualquer conflito em um relacionamento. Em vez de acusar ou culpar seu parceiro, tente expressar suas preocupações de forma calma e construtiva. Use frases do tipo “Eu me sinto preocupado(a) quando vejo essas dívidas acumulando”, em vez de “Você nunca pensa no futuro!”. Isso ajuda a abrir um espaço para o diálogo sem que a outra pessoa se sinta atacada.

  2. Entenda a Causa do Comportamento Antes de tomar qualquer atitude, é importante entender por que seu parceiro está agindo dessa forma. Pergunte sobre suas atitudes financeiras e tente entender suas motivações. Muitas vezes, a irresponsabilidade pode estar relacionada a questões emocionais, como inseguranças ou uma relação de consumo compulsivo. Se for esse o caso, buscar ajuda profissional, como terapia financeira ou psicológica, pode ser uma opção válida.

  3. Estabeleça Metas Financeiras Conjuntas Uma maneira de lidar com a irresponsabilidade financeira é definir objetivos financeiros em conjunto. Criar um orçamento, estabelecer prioridades e definir metas claras, como economizar para uma viagem ou quitar dívidas, pode ajudar ambos a se sentirem responsáveis e comprometidos com as finanças do casal. Quando as metas são estabelecidas em conjunto, há mais motivação para seguir um plano.

  4. Eduque-se Financeiramente Juntos Caso o problema seja a falta de conhecimento sobre finanças pessoais, procurar aprender juntos pode ser uma excelente solução. Existem muitos recursos, como livros, cursos online e consultorias, que podem ajudar os dois a entender melhor como gerenciar o dinheiro de forma responsável. Aprender juntos pode também fortalecer o relacionamento e criar uma sensação de parceria.

  5. Defina Limites e Divida Responsabilidades Se a situação não melhorar, pode ser necessário definir limites financeiros mais claros. Isso pode incluir ter contas separadas para garantir que as finanças de cada um não se misturem, ou definir claramente quem é responsável pelo quê dentro do orçamento doméstico. Em casos mais extremos, pode ser necessário manter certos recursos financeiros em uma conta separada para evitar que o parceiro tome decisões impulsivas.

  6. Estabeleça Consequências Se, apesar dos esforços, a irresponsabilidade financeira continuar, pode ser necessário estabelecer consequências claras. Isso não significa punir seu parceiro, mas sim entender que o comportamento tem um impacto direto na saúde financeira do casal. Consequências podem incluir não compartilhar certas despesas ou até mesmo reavaliar se a convivência financeira será mantida sob as mesmas condições.

  7. Procure Aconselhamento Profissional Quando o comportamento financeiro irresponsável está profundamente enraizado e não há avanço na resolução do problema, a ajuda profissional pode ser essencial. Consultores financeiros ou terapeutas especializados em finanças podem ajudar a identificar padrões prejudiciais e encontrar soluções viáveis para mudar a dinâmica financeira do relacionamento.

Como Evitar Que a Situação Afete o Relacionamento

A falta de responsabilidade financeira não precisa ser um fator de ruptura em um relacionamento com Skokka, mas exige paciência, compreensão e muito diálogo. Se ambos os parceiros estiverem comprometidos em resolver o problema, é possível superar a situação. Lembre-se de que o mais importante é manter uma comunicação aberta, estabelecer metas realistas e, se necessário, procurar ajuda externa.

É fundamental também que ambos os parceiros se sintam responsáveis pelo bem-estar financeiro do casal. A falta de responsabilidade de um pode impactar a vida de ambos, e é necessário encontrar formas de trabalhar juntos para garantir que as finanças estejam equilibradas.

Conclusão

Quando seu parceiro é irresponsável financeiramente, a situação pode ser desafiadora, mas não precisa ser o fim do relacionamento. A chave para resolver o problema está na comunicação, no estabelecimento de metas comuns e, se necessário, na busca por educação financeira e apoio profissional. Enfrentar essa situação de forma madura e com empatia pode transformar um desafio em uma oportunidade de crescimento e fortalecimento do relacionamento.

Canção Nova apresenta livros sobre práticas quaresmais e caixinha infantil da “Via-sacra”

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Os materiais religiosos estão disponíveis no site loja.cancaonova.com

Para quem busca mais proximidade com Deus nesta Quaresma, a Canção Nova tem dicas de conteúdos específicos para essa época. São produtos para ajudar na preparação para a Festa da Páscoa, data litúrgica mais importante na Igreja Católica, quando recorda-se a ressurreição de Cristo.

Ninguém fica de fora com os produtos selecionados! O primeiro destaque é voltado ao público infantil. De forma simples e lúdica, a caixinha “Via-sacra – Um encontro com o amor de Deus” é uma oportunidade para as crianças conhecerem o caminho que Jesus fez até o calvário; entenderem a Vigília Pascal e celebrarem de maneira mais significativa a Páscoa, dia de alegria e de festa. O material é em formato de ‘cartinhas’, com ilustrações para recortar e montar.

Os títulos “Práticas de Jejum”, “Confessar-se – Como? Por Quê?” e “Retiro da Boa Morte – Viver bem cada dia”, todos escritos por padre Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, compõem um kit montado para auxiliar os cristãos neste tempo quaresmal. Numa linguagem fácil e didática, o sacerdote traz conteúdos esclarecedores, como: quatro modalidades de jejum e a importância de se tomar o café da manhã antes de iniciar a prática, para não aumentar a acidez do estômago e não ter dor de cabeça.

O leitor também terá em mãos um pequeno guia sobre o ato da confissão, com um roteiro para o exame de consciência, antes de confessar-se. E conhecerá um pouco da experiência do padre Jonas Abib, desde a infância, com o “Retiro da boa morte”, uma pedagogia, utilizada por Dom Bosco, que propõe organizar ‘por dentro e por fora’: “se não presta, jogue fora; aquilo vai ajudar alguém, doe; nossa vida precisa ser investida naquilo que vai permanecer, é estar preparado para ‘bem morrer’”, ensina o sacerdote.

No site loja.cancaonova.com estão disponíveis esses e outros materiais de evangelização relacionados à Quaresma. Para acompanhar a Loja Canção Nova nas redes sociais é só digitar @lojacancaonova e começar a seguir.

Serviço
Produto: Caixinha “Via-sacra – Um encontro com o Amor de Jesus”
Formato: 60 cartas
Autora: Rosení Valdez
Editora: Canção Nova
Faixa etária: 4 a 8 anos
Preço: R$ 31,41 (trinta e um reais e quarenta e um centavos)

Produto: Kit “Quaresma com padre Jonas Abib”
Livros: “Práticas de Jejum”,  “Confessar-se – Como? Por Quê?” e “Retiro da Boa Morte – Viver bem cada dia”
Autor: Padre Jonas Abib
Editora: Canção Nova
Preço: R$ 24,00 (vinte e quatro reais)

Site: loja.cancaonova.com
Instagram e facebook: @lojacancaonova

Escassez de mão de obra desafia setor de serviços e facilities no Brasil

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Falta de profissionais impacta o setor e exige novas estratégias e modernização para atrair trabalhadores


Limpeza de vidro – Foto Divulgação Febraf

A escassez de mão de obra no setor de serviços e facilities tem se tornado um desafio crescente no Brasil. Empresas enfrentam dificuldades para contratar profissionais em áreas como limpeza, segurança, manutenção predial e apoio administrativo, impactando diretamente a qualidade dos serviços prestados. Para especialistas, o problema é resultado de uma combinação de fatores econômicos, culturais e estruturais.

De acordo com Edmilson Pereira, presidente da Federação Brasileira das Empresas Prestadoras de Serviços de Facilities (Febraf), a escassez de profissionais qualificados é um reflexo da desvalorização dessas profissões no mercado. “O setor de serviços e facilities é essencial para o funcionamento de qualquer empresa, mas, infelizmente, muitas dessas carreiras ainda são vistas como subempregos. Isso reduz o interesse de novos profissionais em ingressar na área”, afirma.

As causas da escassez de mão de obra

O problema tem múltiplas causas, sendo a principal delas a desvalorização das profissões ligadas ao setor. Os serviços de limpeza, segurança e manutenção muitas vezes recebem pouca atenção e reconhecimento, o que leva a uma baixa procura por qualificação nessas áreas.

Outro fator relevante é a mudança no perfil demográfico. Com uma população cada vez mais envelhecida e uma queda na mão de obra jovem, a reposição de trabalhadores se torna mais difícil. Além disso, a falta de formação específica para o setor também contribui para a escassez de profissionais qualificados.

Edmilson Pereira, presidente da Febraf

“A educação técnica no Brasil ainda não está plenamente alinhada às necessidades do mercado. Precisamos de mais cursos e programas de treinamento voltados para o setor de serviços e facilities. Os sindicatos do setor tomaram essa iniciativa oferecendo cursos de formação nessa área. Muitos deles, abriram institutos específicos para esse tipo de formação, mas ainda não é o suficiente. É necessário um engajamento por parte do Governo Federal”, explica Pereira.

Consequências para o mercado

A falta de mão de obra qualificada impacta diretamente as empresas e consumidores. Além disso, empresas acabam tendo que pagar salários mais altos ou recorrer a contratação temporária, o que eleva os custos operacionais. Outro problema é a alta rotatividade no setor, por vezes os trabalhadores tendem a migrar para outras áreas, aumentando os gastos com recrutamento e treinamento. “Sem estabilidade, prejudica o cenário de trabalho, o que gera um efeito cascata no setor”, alerta Pereira.

Possíveis soluções

Diante desse cenário, a Febraf defende uma série de medidas para minimizar os impactos da escassez de mão de obra. A primeira delas é a valorização dos profissionais da área, com melhores condições de trabalho, salários compatíveis e programas de qualificação. Outra iniciativa é o investimento em formação técnica. “É essencial que empresas e instituições de ensino criem parcerias para capacitar profissionais e alinhar as demandas do mercado à formação disponível”, destaca Pereira.

A tecnologia também pode ser uma aliada. A automação de processos e o uso de soluções digitais podem ajudar a reduzir a dependência de mão de obra intensiva, aumentando a eficiência do setor. Para Pereira, a solução passa por um esforço conjunto entre governo, setor privado e sociedade. “Precisamos mudar a percepção sobre essas carreiras e criar oportunidades reais de crescimento. São profissões essenciais para o funcionamento de qualquer cidade, e merecem ser tratadas com a devida importância”, finaliza.

A discussão sobre a escassez de mão de obra no setor de serviços e facilities segue como uma das prioridades da Febraf, que continua promovendo debates e buscando soluções para fortalecer o mercado.

Sobre a Febraf – A Febraf (Federação Brasileira das Empresas de Facilities) representa empresas que atuam na gestão de serviços integrados em todo o Brasil. Fundada originalmente como Febrac, a entidade ampliou sua atuação ao longo dos anos, para se tornar uma referência no mercado de facilities.

Com esta transição, a Febraf reafirma sua legitimidade e compromisso com a inovação e representatividade no setor de facilities, consolidando-se como uma entidade moderna e conectada com o futuro.

A Febraf é uma entidade filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Para mais informações, acesse:

Site: http://www.febraffacilities.org.br

Redes sociais: @febraf.facilities

Câncer Infantil no Brasil: A luta contra o tempo pela vida

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Prestes a comemorar 26 anos de impacto no Brasil, Instituto Ronald McDonald reforça a importância do diagnóstico precoce e de políticas públicas voltadas para a oncologia pediátrica

“A cada dia, milhares de crianças no Brasil enfrentam a dura batalha contra o câncer, e o tempo pode ser o fator decisivo entre a vida e a morte”. A afirmação é do Dr. Renato Melaragno, oncologista pediátrico com mais de 40 anos de experiência e membro da Comissão Médica do Instituto Ronald McDonald, reflete uma realidade alarmante: o câncer infantojuvenil é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a cada ano, aproximadamente 8.000 novos casos são diagnosticados. Apesar disso, a falta de informação e o diagnóstico tardio ainda são os maiores desafios para a cura — que pode ultrapassar 80% quando a doença é identificada precocemente e tratada em hospitais especializados.
Especialistas defendem que a oncologia pediátrica deve ser tratada dentro das políticas de saúde infantil e adolescente, garantindo a atenção necessária para essa realidade específica.

Câncer Infantojuvenil: Um desafio para a saúde pública

Os tipos de câncer mais comuns na infância são leucemias, tumores do sistema nervoso central e linfomas. Como os sintomas podem ser confundidos com doenças comuns, é essencial que médicos e pais estejam sempre atentos. Quando a doença é diagnosticada de forma precoce, as chances de cura podem ultrapassar 80%, como nos países de alta renda. Um dos fatores que contribui para o atraso na detecção da doença é a falta de informação direcionada aos profissionais de saúde.

“O câncer infantojuvenil deveria ser abordado dentro das políticas de saúde voltadas para a infância e adolescência, em vez de estar inserido na política geral do câncer. Como representa apenas 2% dos casos em adultos, acaba sendo menos valorizado”, explica Dr. Melaragno, reforçando que a atenção primária tem um papel essencial na identificação precoce do câncer infantil: “Capacitar profissionais da rede básica de saúde para reconhecer sinais de alerta e encaminhar os casos suspeitos para especialistas pode fazer toda a diferença na sobrevida e qualidade de vida das crianças”.

A desigualdade no acesso à saúde também impacta significativamente o tratamento do câncer infantil no Brasil. “A jornada de uma criança com câncer não pode ser determinada pelo local onde ela nasce. No Norte do Brasil, a taxa média de sobrevivência é de 50%, enquanto no Sul alcança 75%, evidenciando uma disparidade inaceitável. O Instituto se dedica incansavelmente a reduzir essas desigualdades”, afirma Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald.

Avanços no diagnóstico e tratamento

Nos últimos anos, houve um avanço significativo no diagnóstico e no tratamento do câncer pediátrico. Hoje, é possível realizar diagnósticos muito precisos com base em alterações genéticas e moleculares, permitindo tratamentos mais adequados e menos agressivos. “As novas terapias chamadas de terapia-alvo tratam essas anormalidades moleculares com menos efeitos colaterais, garantindo mais qualidade de vida às crianças”, destaca Dr. Renato.

Além disso, programas como o Diagnóstico Precoce do Instituto Ronald McDonald têm feito a diferença. “Uma pesquisa com centros apoiados pelo programa mostrou uma redução significativa no tempo de diagnóstico, de 13 para 5 semanas”, explica Danielle Basto, gerente da área de operações e impacto social do Instituto.

A partir de 2025, uma nova fase do programa permitirá um monitoramento ainda mais próximo dos casos suspeitos e confirmados, ampliando a análise do impacto da iniciativa. Com 26 anos de atuação e mais de R$ 422 milhões investidos na oncologia pediátrica, o Instituto Ronald McDonald já impactou mais de 15 milhões de vidas. O Programa Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil capacitou mais de 44 mil profissionais e estudantes da saúde e sensibilizou professores de mais de 300 escolas, contribuindo diretamente para a detecção mais ágil da doença.
Acolhimento e suporte às famílias

O impacto do câncer infantojuvenil vai além da criança diagnosticada, afetando toda a família. Muitas mães precisam deixar o trabalho para acompanhar o tratamento dos filhos, e em muitos casos, as famílias precisam viajar longas distâncias para buscar atendimento especializado. Nesse contexto, iniciativas como os Programas Casa Ronald McDonald e Espaço da Família Ronald McDonald desempenham um papel essencial.
“Nas Casas Ronald McDonald, cerca de 72% das famílias vivem com até 1 salário-mínimo por mês. Nos Espaços da Família, essa média é de 53,7%. Muitas dessas famílias enfrentam grandes desafios, e proporcionar um ambiente acolhedor faz toda a diferença”, afirma Danielle Basto. Segundo ela, cerca de 95% das famílias atendidas afirmam ter se sentido acolhidas e mais seguras para seguir com o tratamento.
Um desses exemplos é Larissa Santos, que veio de Emboguaçu, no Paraná e utiliza o Espaço da Família Ronald McDonald localizado no hospital do ITACI, em São Paulo. “A gente senta, conversa, fala um pouco da família, toma café, tenho acolhimento. O espaço é muito importante para mim e para outras mães”. O espaço, com capacidade para 18 pessoas, oferece sala de estar, copa, espaço para refeições, cadeiras de massagem, computador para uso dos familiares, além de livros e jogos como dominó, dama, tabuleiro e mais. Ao todo, em operação no Brasil, o Instituto Ronald McDonald conta com 9 unidades do Programa Espaço da Família Ronald McDonald em vários estados.
Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Ronald com os atendidos revelou que 84,7% das famílias hospedadas nas sete unidades do Programa Casa Ronald McDonald afirmam que não teriam alternativa de moradia durante o tratamento. “Muitas famílias que atendemos vivem em situação de vulnerabilidade e não teriam condições de custear estadias prolongadas em outra cidade. Nosso compromisso é garantir que nenhuma criança abandone o tratamento por falta de condições”, reforça Danielle.
A inspiração para esse acolhimento vem da Dra. Audrey Evans, oncopediatra americana que foi pioneira na criação das Casas Ronald McDonald na década de 70. “Ela chegou a abrir as portas da própria casa para abrigar famílias que não tinham onde ficar enquanto seus filhos recebiam tratamento”, lembra Danielle. “Seu legado continua vivo aqui no Brasil. No último ano, conseguimos atender cerca de 9.500 famílias, proporcionando apoio em um momento tão difícil.”
O futuro da Oncologia Pediátrica

Embora o câncer infantil tenha hoje altas taxas de cura – ultrapassando 80% dos casos -, garantir acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado ainda é um desafio. Para os especialistas, é essencial que as políticas públicas da oncologia pediátrica sejam elaboradas de forma independente da oncologia geral e com a participação ativa dos oncologistas pediátricos de todo o Brasil, considerando as diferenças regionais.
“O câncer infantil, que no passado era visto como uma sentença de morte, hoje tem chances de cura cada vez maiores. Mas para isso, precisamos continuar avançando em políticas públicas que valorizem a oncologia pediátrica, capacitar profissionais e garantir que todas as crianças tenham acesso ao tratamento adequado no tempo certo”, conclui Dr. Renato.
Danielle Basto reforça a importância do Instituto Ronald McDonald nessa luta. “Nosso trabalho não se limita apenas ao diagnóstico precoce e acolhimento. Buscamos constantemente inovação para ampliar o impacto positivo na vida das crianças e famílias atendidas. Acreditamos que, ao fortalecer essa rede de suporte e conhecimento, podemos contribuir significativamente para aumentar as taxas de cura e qualidade de vida dos pacientes.”
Fique atento aos sinais de alerta do câncer infantil:

  • Palidez e cansaço excessivo
  • Febres persistentes
  • Dores ósseas
  • Caroços pelo corpo
  • Manchas roxas sem explicação
  • Alterações no comportamento

A luta contra o câncer infantil exige rapidez, conhecimento e solidariedade. O tempo é um fator determinante — e cada diagnóstico precoce representa uma nova chance de vida.

Sobre o Instituto Ronald McDonald

Organização sem fins lucrativos, o Instituto Ronald McDonald há mais de 25 anos atua para promover a saúde e bem-estar de crianças e adolescentes, aumentando as chances de cura do câncer infantojuvenil. Para atingir esse objetivo, o Instituto Ronald McDonald trabalha promovendo programas ligados à capacitação de profissionais e estudantes de saúde ao diagnóstico precoce, estruturação de hospitais especializados, a hospedagem para famílias que residem longe dos hospitais, e projetos que visem a disseminação de conhecimento sobre a causa. A ONG faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House Charities (RMHC), presente em mais de 60 países, coordenando os programas globais: Casa Ronald McDonald, voltado para a hospedagem, transporte e alimentação dos pacientes; e o Programa Espaço da Família Ronald McDonald, que torna menos desgastante o dia a dia das famílias durante o tratamento. No Brasil, há ainda outros dois programas locais: Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com ações específicas de combate ao câncer infantojuvenil. O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre os programas e as instituições beneficiadas emwww.institutoronald.org.br.

 

Pós-Carnaval de Rainha: Carla Prata revela seus segredos para manter o corpo e a saúde em dia

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Depois de brilhar como Rainha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, Carla Prata já retomou sua rotina de cuidados intensivos com o corpo, a saúde e a pele.

Apaixonada por Carnaval e pelo que faz, Carla revela os bastidores do pós-folia e os cuidados que a mantêm ativa, saudável e pronta para os próximos desafios. “A rotina intensa de ensaios e desfiles exige atenção redobrada com o corpo e a mente. E eu faço tudo com amor, porque é parte de quem eu sou”, afirma.

Diagnosticada com condromalácia, ela realizou infiltrações nos dois joelhos com os médicos Dr. José Machado e Dr. Cláudio Ghomia, para aliviar dores e preservar sua qualidade de vida.

Não escondo os meus desafios, porque acredito que posso inspirar outras pessoas. Sou uma mulher normal, com limitações como qualquer um, mas que escolheu não abrir mão de seus sonhos”, destaca a apresentadora, que é uma apaixonada por Carnaval e enfrenta de frente os obstáculos para fazer algo que se ama e entrega de todo o coração.

Nos cuidados estéticos, a bela dos olhos azuis deu um toque de frescor ao rosto com botox e segue firme com o Round Glúteo, tratamento que estimula o tônus e realça o contorno dos glúteos.

Além disso, Carla Prata mantém uma rotina de alimentação funcional e treinos personalizados voltados para fortalecimento e mobilidade.“Cuidar de mim é um ato de amor. E viver o que eu amo é o que me move. Quero que as pessoas saibam que, mesmo com obstáculos, é possível realizar. E o brilho que levo para a avenida é também o reflexo dessa escolha diária por mim mesma.

 

 

Cinco cooperativas catarinenses são destaques do Prêmio ANEEL de Satisfação do Consumidor

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Cooperativas catarinenses estão entre as melhores distribuidoras de energia do Brasil

SANTA CATARINA – Duas cooperativas catarinenses do setor de energia elétrica foram campeãs do Prêmio ANEEL de Satisfação do Consumidor (Iasc), edição 2024. Outras três também ocuparam o pódio com segunda e terceiras colocações. As vencedoras foram a Cooperativa Aliança (Cooperaliança), sediada em Içara, e a Cooperativa Geradora de Energia Elétrica e Desenvolvimento Santa Maria (Codesam), com sede em Benedito Novo.

O prêmio, concedido anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), reconhece as distribuidoras que mais se destacaram em qualidade percebida pelos consumidores de energia elétrica em todo o Brasil.

A Cooperaliança obteve o 1º lugar na categoria “Acima de 30 mil e até 400 mil unidades consumidoras”. “Este prêmio reafirma o compromisso da Cooperaliança, representada por nossa diretoria e colaboradores, com a excelência e a busca constante por melhorias, consolidando nossa posição como referência no setor de energia elétrica no Brasil”, ressalta o presidente da Cooperaliança, Dedê de Jesus.

Já a Codesam foi vencedora na categoria “Permissionárias com até 10 mil unidades consumidoras”. “Pelo terceiro ano consecutivo, recebemos o prêmio de melhor permissionária do Brasil. Eu estava refletindo durante esta premiação, dessa forma, conseguimos ser mais competitivos, atender melhor nosso público e, com nossa equipe, nos fortalecer cada vez mais. Agradeço a todos, desde a diretoria, colaboradores e especialmente aos nossos associados, por fazerem parte desta conquista incrível. Sem o esforço e a dedicação de cada um, isso não seria possível”, declara o presidente da Codesam, Lorivald Beyer.

A premiação é baseada na pesquisa Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (Iasc), que avalia critérios como qualidade do fornecimento de energia e dos serviços prestados, atendimento ao cliente e confiança na distribuidora. As entrevistas com os consumidores foram realizadas entre julho e novembro de 2024. No total, foram ouvidos 29.275 consumidores em 637 municípios.

O presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta, destaca que o reconhecimento é fruto do compromisso das cooperativas catarinenses com a excelência nos serviços prestados. “Esse prêmio é um reflexo direto do modelo cooperativista, que prioriza a gestão participativa, a proximidade com os cooperados e o foco no desenvolvimento das comunidades. A Cooperaliança e a Codesam são exemplos de como a energia cooperativa gera valor para toda a sociedade”, afirma Zanatta.

COOPERATIVAS CATARINENSES NO PÓDIO DE PREMIAÇÕES

Além dos primeiros lugares conquistados em duas categorias, outras três cooperativas catarinenses ocuparam o pódio entre as melhores do Brasil. Figuraram em posições de destaque a Cegero, Coopermila e Coopercocal.

A categoria “permissionárias até 10 mil unidades consumidoras” foi conquistada inteiramente por cooperativas catarinenses. Além do primeiro lugar, Santa Catarina foi destaque com a Cegero e a Coopermila, que ficaram respectivamente em 2° e 3° lugar na categoria.

“Hoje a Cegero é reconhecida em nível nacional e para nós isso motivo de orgulho. Temos que parabenizar o Conselho de Administração e todos os funcionários. A Cegero investe muito em treinamento e temos um pessoal muito qualificado, pessoas competentes, que vestem a camisa da empresa e que nos deram este conceito de excelência”, destaca o presidente da Cegero, Francisco Niehues Neto.

O presidente da Coopermila, Alcimar De Brida, comemorou a posição entre as melhores distribuidoras do Brasil pelo 11º ano consecutivo. “E um grande orgulho para a Coopermila. Desde que a categoria foi incluída no prêmio, em 2014, nos mantemos no pódio. Esse reconhecimento vem diretamente dos nossos associados, que avaliam positivamente os serviços prestados, e reforça o compromisso da nossa equipe em oferecer um serviço de qualidade”, comemora De Brida.

Já a Coopercocal conquistou o 3º lugar entre as “permissionárias acima de 10 mil unidades consumidoras”. “Para nós, é uma grande vitória figurar entre as melhores do Brasil mais uma vez. Essa colocação é o reflexo da confiança e da satisfação dos consumidores com o nosso trabalho. Agradecemos aos nossos associados e a toda equipe, que diariamente se dedica a oferecer um serviço de qualidade”, pontua o presidente da Coopercocal, Altair Lorival de Mélo.

As conquistas reforçam o sólido compromisso do cooperativismo catarinense com a excelência também no setor de energia. A premiação foi recebida pelos presidentes no dia 19 de março, em Brasília.

Edutainment: como unir educação e entretenimento para revolucionar o treinamento corporativo

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Metodologia que combina storytelling e formatos criativos aumenta engajamento e retenção de conhecimento em capacitações corporativas, apontam especialistas

 

São Paulo – Em um cenário de constantes transformações no mercado de trabalho, empresas buscam formas inovadoras de capacitar colaboradores com eficiência e alto engajamento. Uma das tendências que ganha força é o edutainment – metodologia que integra educação e entretenimento por meio de formatos como webséries, stand-ups e videoaulas com narrativa cinematográfica.

“O treinamento tradicional, muitas vezes engessado, não consegue competir com a demanda por dinamismo e praticidade do mundo moderno. O edutainment surge como solução porque humaniza o aprendizado, conecta emocionalmente e garante que o conhecimento seja absorvido de forma natural e duradoura”, explica Eduardo Mitelman, especialista em educação corporativa e CEO da DNA Conteúdo Digital, empresa pioneira na aplicação da metodologia no Brasil.

O mercado global de e-learning deve crescer 8% ao ano até 2026 (Global Market Insights), e o edutainment se consolida como um dos principais vetores dessa expansão. Para Mitelman, a metodologia é um caminho sem volta: “O Brasil só será competitivo se investir em capacitação de forma criativa. O futuro do treinamento corporativo está na experiência do colaborador – não apenas na transmissão de conteúdo.”

Com essa sistemática, a empresa tem transformado seus treinamentos em verdadeiras experiências eficazes e engajadoras para profissionais de empresas como Azul Linhas Aéreas, Heineken e do Banco do Nordeste. O diferencial é o formato do conteúdo, que é desenvolvido a partir do perfil de cada público que irá consumi-lo. O treinamento pode ser desde uma videoaula, até uma apresentação de stand-up dentro de uma fábrica. Também utilizamos webséries e videoaulas com storytelling cinematográfico.

“O Brasil só será verdadeiramente competitivo se investir na capacitação de sua mão de obra. O nosso trabalho vai muito além do treinamento tradicional, pois criamos conteúdos que emocionam e educam, garantindo que os nossos colaboradores não apenas concluam os cursos, mas também absorvam o conhecimento de forma prática e duradoura”, ressalta o CEO da DNA Conteúdo Digital, Duda Mitelman.

Impactos da educação corporativa

Estudos revelam que empresas com programas de treinamento robustos apresentam maior retenção de talentos, aumento na produtividade e melhores resultados financeiros.

Dados da Harvard Business Review mostram que empresas que investem em treinamentos criativos têm 24% mais produtividade e 34% retêm mais talentos, segundo outra pesquisa.

A DNA Conteúdo Digital, por sua vez, tem sido um agente ativo nessa transformação, desenvolvendo treinamentos corporativos e trilhas de aprendizagem, que alinham as necessidades das empresas às expectativas dos colaboradores.

Expectativas promissoras

Para 2025, a DNA Conteúdo Digital planeja expandir sua atuação para outras regiões do país, como a Nordeste, a fim de fortalecer parcerias e levar o edutainment a mais empresas. “Acreditamos que a educação corporativa é a base para um país mais preparado e competitivo. Estamos prontos e preparados para seguir inovando e contribuindo com o mercado de educação corporativa digital”, conclui o CEO, Duda Mitelman.

Sobre a DNA Conteúdo Digital

A DNA Conteúdo Digital é uma consultoria estratégica e especializada em soluções educacionais digitais para grandes empresas. Combinando storytelling, design instrucional e formatos criativos, a empresa destaca-se no mercado pela aplicação da edutainment, metodologia que combina entretenimento e educação, com o objetivo de tornar o processo de aprendizagem mais envolvente, extrovertido e prazeroso. 

Secretaria de Agricultura de SP destaca papel da ciência e da tecnologia para alimentação equilibrada

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Perfil @comercomcienciaoficial no Instagram, idealizado pelo Ital, completa em abril um ano divulgando conteúdos didáticos para escolhas alimentares conscientes

O papel da ciência e da tecnologia de alimentos para uma alimentação equilibrada para todos é destacado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo nesta segunda-feira (31), Dia da Saúde e Nutrição, com o perfil comercomcienciaoficial no Instagram, que completa um ano no ar no próximo dia 15 sob curadoria do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-Apta), em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag).

“A ciência e tecnologia de alimentos é importante para garantir a produção de alimentos saudáveis, com qualidade, seguros e sustentáveis, considerando que a população mundial para 2025 está estimada em 9,7 bilhões de pessoas”, resume Vera Sônia Nunes da Silva, química, mestre e doutora em Alimentos e Nutrição, e pesquisadora do Centro de Ciência e Qualidade de Alimentos (CCQA) do Ital, que aproveitou seu vídeo de estreia no Comer Com Ciência, em colaboração com o perfil agriculturasp, para citar exemplos de processos tradicionais que fazem parte do dia a dia das pessoas, como o tratamento térmico, a defumação e a refrigeração.

Dedicado à comunicação direta, clara, imparcial e aberta ao diálogo sobre alimentos, bebidas, ingredientes e embalagem, o comercomcienciaoficial é a semente do projeto Comer Com Ciência lançado há cinco meses para mostrar a realidade de processos e a importância da indústria, destacar a relação de alimentos processados com a saúde e reforçar a credibilidade da pesquisa científica e dos órgãos certificadores e reguladores de alimentos para que o consumidor faça escolhas mais conscientes priorizando qualidade, segurança, saudabilidade e sustentabilidade.

Com uma média de oito publicações por mês, o perfil no Instagram abordou de forma didática assuntos como comida de rua no Carnaval, saudabilidade dos alimentos industrializados, processamento de alimentos e desinformação sobre produtos alimentícios. Além disso, já está confirmada a participação do projeto na 19ª Feira de Alimentação Saudável, Suplementos, Produtos Naturais e Saúde (Naturaltech), de 11 a 14 de junho.

Sobre o Ital

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é uma instituição líder em ciência aplicada na América Latina. Desde 1963, desempenha um papel central na inovação das áreas de ingredientes, alimentos, bebidas e embalagens.

Com sede em Campinas/SP, o Ital oferece suporte ao setor produtivo por meio de pesquisa, desenvolvimento de novos produtos e processos, análises laboratoriais, assistência técnica especializada, capacitação profissional e difusão do conhecimento.

Certificado na ISO 9001 com parte dos ensaios acreditados na ISO/IEC 17025, o Instituto é credenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e congrega dezenas de laboratórios e plantas-piloto distribuídos em centros especializados em carnes, laticínios, bactérias lácticas, cereais, confeitos, chocolates, frutas, hortaliças, ciência e qualidade de alimentos, além de sistemas de embalagem.

Para mais informações, visite o site oficial: www.ital.agricultura.sp.gov.br

Lei nº 7.462/2024 impede participação de condenados por violência doméstica em concursos públicos no DF

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Presidente da Comissão de Concursos Públicos da OAB-DF, Max Kolbe, destaca retornos importantes para a sociedade com a implementação da lei

A partir de setembro deste ano, candidatos condenados por violência doméstica estarão impedidos de se inscrever em concursos públicos no Distrito Federal. A determinação faz parte da Lei nº 7.462/2024, promulgada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) após a derrubada do veto do governador Ibaneis Rocha. A norma também prevê mudanças nas provas e exigências adicionais para candidatos e servidores em carreiras que envolvem porte de arma.

Além da proibição de inscrição, a legislação estabelece que as provas objetivas em novos concursos passem a incluir, no mínimo, três questões sobre a Lei Maria da Penha. Segundo o especialista e presidente da Comissão de Concursos Públicos da OAB-DF e advogado, Dr. Max Kolbe, a lei impõe critérios mais rígidos para ingresso no serviço público. “As novas normas podem ajudar a garantir que os futuros servidores atendam a requisitos compatíveis com o exercício da função pública, especialmente no que diz respeito à idoneidade moral”, afirma.

Para os aprovados em carreiras que exigem porte de armas, a norma determina participação em um programa de prevenção à violência doméstica e avaliações psicológicas periódicas. “Esse tipo de medida reforça a necessidade de controle sobre aqueles que terão acesso a armamento no desempenho de suas funções”, pontua o presidente.

A lei também estabelece punições para servidores já em exercício que forem condenados por violência doméstica. Além da restrição à progressão funcional por cinco anos, aqueles que não cumprirem o acompanhamento psicológico determinado poderão ter o período de impedimento dobrado para dez anos ou, em

casos mais graves, serem exonerados. O especialista explica que: “a norma prevê mecanismos para fiscalizar o cumprimento das penalidades e garantir que servidores condenados passem pelo devido acompanhamento, reforçando a aplicação das sanções previstas no regime jurídico”.

A legislação também cria programas educacionais sobre violência de gênero em escolas de governo, tornando a participação obrigatória para todos os servidores públicos. A ausência será considerada falta, conforme a Lei Complementar nº 840/2011. Os órgãos públicos deverão ainda oferecer apoio psicológico sigiloso para mulheres vítimas de violência e seus filhos.

Outra novidade é a capacitação de ouvidorias para receber denúncias sobre violência doméstica e encaminhá-las às autoridades competentes. O advogado ressalta que estas medidas podem colaborar com a proteção da mulher, “o fortalecimento dessas estruturas dentro dos órgãos públicos contribui para a proteção das vítimas e para a efetividade da lei”, conclui.