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Hospital DF Star é homenageado pelo Superior Tribunal Militar

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O Hospital DF Star, da Rede D’Or, foi condecorado com a medalha Grã-Cruz por bons serviços prestados, na solenidade em comemoração aos 217 anos da Justiça Militar da União.

A outorga das condecorações da Ordem do Mérito Judiciário Militar aconteceu nesta quarta-feira, 26 de março, no Clube do Exército, em Brasília, e contou com a presença do diretor do Hospital DF Star, Allisson Borges, e da diretora de relacionamento da Rede D’Or em Brasília, Cláudia Nazaré.

A Ordem do Mérito Judiciário Militar (OMJM) é uma honraria concedida a pessoas e instituições que tenham prestado relevantes serviços à Justiça Militar da União e ao Brasil. A Grã-Cruz, condecoração recebida pelo Hospital DF Star, é destinada às mais altas autoridades do país, como o presidente da República, os presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal, além dos ministros do STM e dos comandantes das Forças Armadas.

 

Redução de impostos sobre alimentos pode ter impacto limitado nos preços, afirma especialista

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Isenção das taxas de importação pode aliviar alguns custos, mas outros fatores econômicos influenciam o valor final dos produtos

A decisão do governo brasileiro de zerar os impostos de importação sobre determinados alimentos busca conter a alta dos preços e aliviar o impacto da inflação sobre o consumidor. A medida, no entanto, tem efeitos limitados e depende de uma série de variáveis para realmente refletir no bolso dos brasileiros. Entre os fatores que podem influenciar a redução dos preços estão a oferta e demanda no mercado interno, a variação cambial, os custos logísticos e a reação dos produtores nacionais à concorrência externa.

Para Renata Bilhim, advogada tributarista com mais de 25 anos de experiência e ex-conselheira do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), a redução dos impostos de importação pode contribuir para a queda dos preços, mas seu impacto real ainda é incerto. “Se o produto importado substituir parte da oferta nacional, pode haver uma pressão para a redução dos preços no mercado interno. No entanto, se os produtores locais reduzirem a produção devido à concorrência externa, esse efeito pode ser mitigado”, explica.

Quais produtos podem ficar mais baratos?

Entre os alimentos que podem ter redução de preços estão trigo e seus derivados, como farinha, pão, macarrão e biscoitos, uma vez que o Brasil ainda importa parte significativa do trigo consumido internamente. A isenção do imposto também pode beneficiar insumos agrícolas como milho e soja, reduzindo custos da ração animal e impactando indiretamente o preço de carnes, ovos e leite. “Caso haja um aumento expressivo na importação, a tendência é que os preços das carnes bovina, suína e de frango também sejam pressionados para baixo, pois os produtores nacionais precisarão manter a competitividade”, avalia Renata.

O leite em pó e alguns laticínios também podem ter custo reduzido, especialmente se a produção de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, se tornar mais competitiva. No entanto, produtos como arroz e feijão não devem sofrer grandes alterações, pois o Brasil já tem produção interna consolidada e importações pouco significativas. “Itens da cesta básica, como arroz e feijão, além de frutas e hortaliças, têm grande produção nacional e pouca dependência do mercado externo, o que torna o impacto da isenção desses tributos praticamente nulo”, afirma.

Apesar do potencial de alívio em alguns preços, a medida não atua diretamente em outros fatores que pressionam a inflação dos alimentos. Questões logísticas, como o custo do transporte interno e o armazenamento dos produtos importados, ainda representam uma parcela significativa do preço final pago pelo consumidor. “A tributação não é o único fator que encarece os alimentos. Frete internacional, transporte interno, armazenagem e margem de lucro de distribuidores e varejistas também influenciam diretamente o preço final”, ressalta a especialista.

Outro ponto que deve ser observado é a duração dessa política fiscal. Caso a isenção de impostos seja temporária, os preços podem voltar a subir assim que a medida for suspensa, gerando instabilidade no mercado. Para um impacto mais duradouro, Renata destaca a necessidade de combinar essa iniciativa com políticas de incentivo à produção interna e à eficiência na cadeia de distribuição. “A isenção pode ser um alívio momentâneo, mas não resolve o problema estrutural da inflação dos alimentos. Para um efeito mais duradouro, é preciso investir na competitividade da produção nacional e na redução dos custos logísticos”, conclui.

 

Sobre Renata Bilhim 

Renata da Silveira Bilhim é advogada tributarista há mais de 25 anos atuando nas áreas contenciosa e consultiva. Atuando como empresária, é sócia da Bilhim Educação e Consultoria Tributária, sócia da Bilhim Treinamentos, empresária e investidora no ramo da construção civil. Além disso, é ex-conselheira do CARF, palestrante internacional, Doutora em Finanças Públicas, Tributação e Desenvolvimento pela UERJ e professora convidada nos cursos de MBA da FGV, EMERJ, PUC e IBMEC.

É autora de inúmeros artigos e capítulos de livros, em destaque para os de sua integral autoria, como “Pragmatismo e Justificação da Decisão Judicial” e “Planejamento Tributário no CARF Pós-Zelotes”.

Para mais informações, visite o Instagram ou LinkedIn.

Voto valorizado e cobrança do eleitor, caminhos para a mudança

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Samuel Hanan*

 

É o básico, porém muitos de nossos políticos, ocupantes de cargos de comando nos poderes Executivo e Legislativo precisam ser periodicamente lembrados de que as escolhas democráticas do povo brasileiro nas urnas não terminam no dia seguinte ao de suas posses.

 

Ao contrário do que muitos deles pensam, a posse é meramente o início de suas obrigações de servir à população com ética, honestidade e competência, além do dever de prestar contas aos cidadãos que o elegeram, fazendo-o não somente durante o período eleitoral, quando se candidatam a novos mandatos.

 

Isso tudo precisa ser reavivado, de tempos em tempos, porque nossos políticos parecem se esquecer disso logo que se sentam na cadeira do poder, assim como, passados poucos meses da eleição a maioria dos eleitores sequer se lembra em quem votou como seu representante no Congresso Nacional. É grave.

 

Da mesma forma, é indefensável a permanência do fundo eleitoral, nos moldes atuais, com a grandiosidade financeira de cerca de R$ 5 bilhões para financiar as campanhas dos políticos. Trata-se de mais uma  imperfeição do sistema brasileiro, à qual se soma o Horário Eleitoral Gratuito, cuja gratuidade é apenas para os partidos e para os políticos, porque o tempo de exibição no rádio e na televisão custa caro e é custeado com recursos de tributos arrecadados de toda a população, inclusive daqueles com rendimento inferior a um salário-mínimo.

 

Hoje, o bilionário Fundo Eleitoral, baseado no cumprimento da legislação vigente, tem em seu rateio 2% distribuídos de forma igual a cada um dos 29 partidos, representando R$ 3.421.395,54 por legenda e totalizando R$ 99.230.395,54. O rateio reserva outros 35% para distribuição  proporcional ao número de votos de cada partido na Câmara de Deputados. São, atualmente, R$ 1.736.531.921,95 distribuídos por 20 partidos, pois nove não tiveram votos suficientes para garantir ao menos uma cadeira na Câmara de Deputados. E dessa parcela de 35%, a maior parte (67%) fica com os sete maiores partidos (PL, PT, União Brasil, PSD, PP, MDB e Republicanos), beneficiados com as maiores verbas em 2024.

 

Quase metade (48%) do valor do fundo, é distribuído em função das bancadas dos respectivos partidos na Câmara dos deputados (inclusive incorporações e fusões) e totalizou em 2024  R$ 2.381.529.492,96. Novamente os sete maiores partidos foram os mais aquinhoados: ficaram com R$ 1,84 bilhão, o correspondente a cerca de 78% dessa fatia.

 

Finalmente, outros 15% restantes do fundo (R$ 744.227.966,55) são definidos em função da bancada no Senado, e, pelos critérios em vigor, os mesmos sete partidos foram aquinhoados com quase 75% do total desta parcela.

 

Como pouco é divulgado no período eleitoral acerca da expressividade do valor dos fundos,  a população não se dá conta de que apenas sete partidos políticos detêm cerca de um terço (74% a 75%) do valor total. É óbvio que dificilmente os postulantes à Presidência da República, aos governos estaduais e às Prefeituras das grandes capitais serão lançados candidatos sem a aprovação dos dirigentes dos sete maiores partidos. Uma definição que remete à época da escolha dos donatários das capitanias hereditárias, nas primeiras décadas do Brasil Colônia.

 

Cabe, portanto, um apelo direto às redes de comunicação, aos profissionais de jornalismo, radialistas, redes sociais, blogueiros, e influencers: o Brasil precisa muito de todos eles para levar esclarecimento sobre essa situação às parcelas mais pobre e menos escolarizada da população, ensinando que o cidadão, quando prioriza o voto para um deputado ou senador de um determinado partido, está aumentando muito a chance de eleger um prefeito, um governador e um presidente da República daquele mesmo partido ou de sua coligação, com maior probabilidade de ele ser filiado a uma das sete grandes legendas dominantes: PL, PT, União Brasil, PSD, PP, MDB, e Republicanos.

 

É preciso valorizar mais e mais o Poder Legislativo, dignificar nossas escolhas que são tão importantes quanto à eleição do presidente da República ou de um governador. Necessária a consciência de que, ao eleger um parlamentar, está se abrindo uma grande janela para a escolha de candidato a presidente da República, governador ou prefeito das grandes capitais, pois a bancada é que dita quanto o partido recebe do fundo eleitoral.

 

Para que o Brasil tome o rumo definitivo na direção do bem-estar da sociedade, é fundamental que a população faça enfática cobrança junto aos nossos políticos pelo fim da reeleição, pela mudança legislativa para tornar imprescritíveis os crimes praticados contra a administração pública e para a volta da prisão após condenação por decisão colegiada em segunda instância. Esses são os pré-requisitos para garantir novo rumo ao país e dar o pontapé inicial na luta pelo fim da corrupção.

 

Ao contrário do que muita gente imagina, o Brasil não tem problemas financeiros capazes de incapacitar seu desenvolvimento. Este é um país rico em recursos naturais e em recursos humanos, com profissionais muito capacitados em todas as áreas, inclusive em tecnologia de ponta. Os maiores problemas brasileiros são de origem ética e política, agravados pela impunidade que transmite ao cidadão a falsa sensação de que não vale a pena ser honesto. Alterar esse quadro depende muito de um Congresso fortalecido por meio de deputados e senadores qualificados, sérios e comprometidos, com amplo apoio popular.

 

 

*Samuel Hanan é engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br

STJ reconhece incidência da prescrição intercorrente em processos administrativos sobre infrações aduaneiras não tributárias 

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A Primeira Sessão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 12 de março de 2025, no julgamento do Tema Repetitivo 1.293, que a prescrição intercorrente incide nos processos administrativos que apuram infrações aduaneiras de natureza não tributária.

Por unanimidade, foram fixadas as seguintes teses:

  1. Aplica-se a prescrição intercorrente prevista no artigo 1º, § 1º, da Lei 9.873/1999 quando o processo administrativo que apura infrações aduaneiras de natureza não tributária permanecer paralisado por mais de três anos;
  2. O crédito correspondente à sanção por infração à legislação aduaneira possui natureza jurídica administrativa, e não tributária, quando a norma infringida tem como objetivo principal o controle do trânsito internacional de mercadorias ou a regularidade do serviço aduaneiro — ainda que, de forma reflexa, contribua para a fiscalização tributária;
  3. A exceção à aplicação do artigo 1º, § 1º, da Lei 9.873/1999 ocorre apenas quando a norma descumprida, embora inserida no contexto aduaneiro, tiver como finalidade direta e imediata a arrecadação ou fiscalização de tributos incidentes sobre o negócio jurídico realizado.

Com essa decisão, o STJ reforça que as penalidades aplicadas em razão de infrações aduaneiras têm caráter administrativo — e não tributário — sempre que a norma violada estiver voltada primordialmente à organização e controle do sistema aduaneiro, e não à arrecadação fiscal.

Por ter sido proferido sob a sistemática dos recursos repetitivos, nos termos do artigo 1.039 do Código de Processo Civil de 2015, o entendimento possui caráter vinculante e deverá nortear as decisões das instâncias inferiores do Judiciário, bem como da própria Administração Pública, incluindo o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), nos processos em curso ou suspensos em razão da afetação do tema.

Importante observar que esse posicionamento do STJ contraria a atual Súmula CARF nº 11, que dispõe: “Não se aplica a prescrição intercorrente no processo administrativo fiscal.” Assim, diante da nova orientação firmada pelo STJ, é esperado que o entendimento sumulado seja revisto.

Por fim, a decisão assegura maior uniformidade jurisprudencial na aplicação da legislação infraconstitucional e abre caminho para que contribuintes solicitem o reconhecimento da prescrição intercorrente em processos administrativos paralisados há mais de três anos, desde que se refiram a infrações aduaneiras de natureza não tributária.

Serviço Geológico do Brasil reforça operações com nova frota de veículos

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Diretor-presidente Inácio Melo oficializa entrega dos primeiros veículos da nova frota do SGB em cerimônia realizada nesta terça-feira (25)

Divulgação/SGB

 

Goiânia (GO) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) passa a contar com uma frota padronizada de veículos para fortalecer suas operações em campo. Nesta terça-feira (25), durante cerimônia em Goiânia, o diretor-presidente Inácio Melo entregou os 12 primeiros carros, que serão distribuídos para unidades de todo o país.
Por uma questão de logística, a Superintendência Regional de Goiânia foi escolhida como ponto para distribuição dos novos carros que poderão ser comprados ao longo do ano. A previsão é que sejam comprados até 150 veículos.

“Esse investimento demonstra nosso olhar atento às necessidades das nossas unidades. Nós sabemos que a qualidade da infraestrutura impacta diretamente o trabalho que realizamos todos os dias”, enfatizou Melo. A nova frota segue o mesmo padrão de marca (Toyota), modelo (Hilux SR), ano (2024/2025), cor e plotagem, permitindo maior previsibilidade na manutenção, agilidade nos deslocamentos e melhor suporte às atividades de pesquisa e atuação em campo.

Divulgação/SGB

O diretor-presidente reforça que a nova frota contribuirá para fortalecer as operações, com mais segurança e eficiência, beneficiando toda a sociedade: “Os profissionais do SGB precisam de boas condições para percorrer o país, seja para mapear as áreas de risco, monitorar os rios ou fazer pesquisas que permitam a descoberta de novos depósitos minerais, por exemplo”.

Na ocasião, o chefe do Departamento de Administração de Material e Patrimônio (DEAMP), Henrique Costa de Alcântara, agradeceu a dedicação da diretoria executiva para avançar com o processo de renovação da frota. “É realmente uma conquista para todo SGB, resultado do empenho do diretor-presidente Inácio Melo e compromisso com os colaboradores. Essas são as primeiras entregas e, ao longo do ano, ampliaremos a nova frota”.

Greve de advertência teve forte adesão da categoria e cumpriu objetivo

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Rio de Janeiro – A greve de advertência, de 24 horas, realizada pelos petroleiros nesta quarta-feira, 26, teve forte adesão da categoria. Milhares de trabalhadores das bases da Federação Única dos Petroleiros (FUP) em todo o país pararam suas atividades. A paralisação foi aprovada por ampla maioria por meio de assembleias ocorridas ao longo da semana . Hoje, quinta-feira, 27, a categoria se reúne para avaliação do movimento e definição dos próximos passos.

“A greve de advertência cumpriu seu objetivo de alertar a alta administração da Petrobras no sentido de valorizar a prática de negociações coletivas com os sindicatos , evitando, assim, a implementação de medidas unilaterais que prejudiquem os trabalhadores”, disse o diretor da FUP, Paulo Neves, ressaltando que o movimento não tinha como alvo prejudicar a produção, mas sim protestar contra medidas autoritárias da empresa.

 

Também houve manifestações nas bases administrativas da empresa, demonstrando o engajamento geral da categoria. Algumas plataformas tiveram suas operações impactadas, já que não estão emitindo as Permissões para Trabalho (PT), documentos essenciais para a execução de qualquer tarefa nas áreas operacionais, mas não tiveram sua produção afetada.

 

“A forte adesão à greve demonstra que os petroleiros estão unidos em torno da defesa dos seus direitos, e que qualquer medida que prejudique a categoria será contestada. A mobilização segue como um convite à gestão da empresa para um maior compromisso com as negociações, com foco na preservação dos direitos e interesses dos trabalhadores”, completa a diretora da FUP, Cibele Vieira. Segundo ela, “a mensagem de insatisfação dos petroleiros e a demanda por mais diálogo foram claramente transmitidas”.

 

Entre as principais reivindicações dos trabalhadores – críticos da postura da gestão da Petrobras e defensores da valorização de negociações coletivas – estão a defesa do teletrabalho com regras negociadas coletivamente, a oposição à redução da remuneração variável dos empregados e a cobrança pela recomposição do efetivo de pessoal. Além disso, a greve defende maior segurança em todo o Sistema Petrobras, nas prestadoras de serviço e no período de manutenção e entrada em operação da fábrica de fertilizantes do Paraná (Fafen PR). Os trabalhadores também exigem o fim dos equacionamentos da Petros ( o fundo de previdência complementar da categoria) e a criação de um plano de cargos e salários justo e isonômico para todos.

Água é remédio

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Hidratação adequada é essencial para o funcionamento do organismo e a prevenção de doenças
Por Pollyana Cabral
No último dia 22 de março, o mundo celebrou o Dia Mundial da Água, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar sobre a importância desse recurso essencial para a vida no planeta. Mas a água não é apenas um elemento natural indispensável ao meio ambiente – ela é um componente fundamental do próprio corpo humano. Cerca de 60% do peso corporal de um adulto é composto por água, percentual que pode chegar a 75% nos recém-nascidos. No cérebro, esse número chega a 80%, evidenciando a dependência do nosso organismo por esse líquido vital.
A água participa ativamente de praticamente todas as funções do organismo. Ela é responsável pelo transporte de nutrientes e oxigênio para as células, auxilia na regulação da temperatura corporal, lubrifica articulações, melhora a digestão, favorece a eliminação de toxinas pelos rins e é essencial para a circulação sanguínea.
Conforme a coordenadora médica do Hospital Cidade do Sol (HSol), Dra. Juliana de Almeida Barros, a água pode ser considerada um verdadeiro “promotor natural” de saúde.
“A hidratação adequada é essencial para o funcionamento de órgãos, como coração, rins e cérebro. Muitas vezes, sintomas como cansaço excessivo, tontura, dificuldade de concentração e até mesmo irritabilidade estão associados à falta de água no organismo. O simples hábito de beber água pode evitar esses desconfortos e melhorar a qualidade de vida”, explica a médica.
Estudos indicam que uma leve desidratação – de apenas 1% a 2% do peso corporal – já pode comprometer o desempenho cognitivo e físico. A desidratação também pode ser uma das principais causas de dores de cabeça. “Quando há pouca água no organismo, o volume sanguíneo diminui e a circulação para o cérebro pode ser afetada, gerando dor,“ afirma a Dra. Juliana.
Hidratação e prevenção de doenças
A ingestão adequada de água também pode ajudar a prevenir doenças crônicas e metabólicas. Pesquisas mostram que beber água reduz regularmente o risco de formação de cálculos renais, melhora o funcionamento do intestino e contribui para a regulação da pressão arterial.
Além disso, a hidratação tem um papel essencial na saúde da pele. Sem água suficiente, a pele perde elasticidade, fica ressecada e mais propensa ao envelhecimento precoce. “Muitas pessoas investem em cremes caros para manter a pele saudável, mas esquecem que a hidratação começa de dentro para fora. Uma pele bonita e viçosa depende, antes de tudo, de uma boa ingestão de água”, destaca a coordenadora médica.
Quanto de água beber por dia?
A recomendação geral é de 2 a 3 litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com fatores como idade, peso, nível de atividade física e condições climáticas. “O ideal é observar sinais do corpo. A sede já é um indicativo de que o organismo precisa de reposição. Outra forma de monitorar a hidratação é pela cor da urina: quando está muito amarela ou concentrada, pode ser um sinal de que o consumo de água está abaixo do ideal”, orienta a Dra. Juliana.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), 100% SUS, está sempre alinhado com as metas de melhoria contínua para oferecer um atendimento de qualidade à população. Além de garantir assistência médica qualificada, o Instituto também prioriza a disseminação de informações confiáveis e relevantes sobre saúde, pois acredita que a prevenção é um dos pilares para uma sociedade mais saudável.
A água é mais do que um recurso natural: é um dos suportes da vida e da saúde. Pequenas mudanças de hábito, como aumentar a ingestão diária de água, podem trazer grandes benefícios para o bem-estar físico e mental.

Música e fé levam esperança aos pacientes do Hospital Cidade do Sol

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Voluntários realizam apresentação musical, emocionando pacientes e equipe do hospital
Por Pollyana Cabral
Na tarde desta segunda-feira (24), um grupo de voluntários levou música e palavras de fé aos pacientes do Hospital Cidade do Sol (HSol). A iniciativa, sem nome oficial, surgiu do desejo de amigos em espalhar esperança por meio da música gospel. A apresentação comovente emocionou pacientes, acompanhantes e profissionais do hospital, que destacaram o impacto positivo da visita.
Para o vigilante e membro do grupo, Francinaldo Legário Silva, a ideia nasceu da percepção de que muitas pessoas hospitalizadas precisam de conforto e renovação espiritual. “Vimos essa necessidade porque sabemos que aqui é um lugar com muitas pessoas carentes, precisando de uma palavra de conforto, buscando cura e renovação de forças. Entendemos que não há nada melhor do que Deus para preencher esse vazio e trazer paz”, afirmou.
O repertório escolhido foi cuidadosamente pensado para transmitir mensagens de amor, cura e milagres. Segundo Francinaldo, as canções sobre milagres tiveram um impacto especial. “Muitos pacientes se emocionaram profundamente. Percebemos que essas músicas tocam ainda mais as pessoas que estão aqui buscando forças e esperança”, completou.
O grupo, formado por amigos que se uniram para essa iniciativa, é composto por Francinaldo, Eduardo Antunes Couto (serralheiro), Elson Silva Barbosa dos Santos (promotor de vendas), Cíntia Deolindo (analista de RH do HSol) e Marcos Aurélio Deolindo (aposentado e músico sax soprano). A ideia surgiu da necessidade de levar uma palavra de conforto a quem busca tratamento e esperança no hospital.
A presença do grupo também marcou a vida de acompanhantes, como a pedagoga Maíra da Silva Santos, que estava acompanhando um paciente. Para ela, a experiência foi inesquecível. “A visita foi muito especial e restauradora. Mudou o meu dia e, com certeza, a minha vida. Nunca tinha participado de uma ação como essa, mas me senti muito bem e acredito que esse projeto deve continuar”, disse emocionada. Entre as canções apresentadas, “Recebe a Cura” foi a que mais tocou seu coração.
A iniciativa também foi recebida com entusiasmo pela equipe hospitalar. A assessora técnica do HSol, Márcia Ferreira Dias, destacou a importância de ações como essa para o bem-estar dos pacientes e dos colaboradores. “Ela faz toda a diferença, não apenas para os pacientes, mas também para os profissionais do hospital. Essas visitas trazem alegria, felicidade e amor, criando um ambiente mais acolhedor”, ressaltou. Segundo Márcia, o hospital já recebeu outras apresentações semelhantes, como uma cantata de Natal, e tem interesse em incentivar mais visitas desse tipo. “Há necessidade não só para os pacientes, mas para todo o hospital. Ver um paciente sorrir, mesmo diante das dificuldades, é gratificante”, afirmou.
A iniciativa está alinhada aos valores do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que apoia ações voltadas para a humanização e o bem-estar dos pacientes. O incentivo a atividades como essa reforça o compromisso da instituição com a melhoria contínua do atendimento, proporcionando experiências que vão além do tratamento médico e promovem um ambiente mais acolhedor e humano para todos.

Encontro de Sabores e Solidariedade na Rocinha

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Chef israelense sobrevivente do ataque terrorista do Hamas, Avishay Argentaro, se une a renomados chefs do Brasil e do Paraguai na Rocinha para um intercâmbio gastronômico e cultural

RIO – Avishay Argentaro, quer levar a pessoas do seu país e do mundo mensagens de esperança e de reconstrução da vida no Oriente Médio. Ele traz sua vivência em kibutz para a Rocinha, reunindo chefs de cozinha do Brasil e Paraguai, evento que vai acontecer no dia 1º de abril.

Antes, terá “um esquenta” junto ao público brasileiro em experiência aberta à participação da população na Praia do Leblon (domingo, dia 30).

São dois momentos de encontro da cultura e da gastronomia judaica com brasileiros, proporcionados pela Embaixada de Israel, que convidou Avishay para essa imersão no Brasil e com apoio da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ), que está organizando as agendas.

Avishay Argentaro é sobrevivente do ataque ao Kibutz Kfar Aza e quer contar a sua história de superação e levar os sabores ancestrais da culinária judaica ao mundo. Ele já percorreu Israel e países como a Alemanha. Agora, chegará ao Brasil.

Na Rocinha, estará ao lado de chefs renomados como João Vieira, Elaine Feliciano e Patricia Adorno. Argentaro compartilhará sua experiência e visão de um futuro pacífico no Oriente Médio, enquanto celebra a riqueza gastronômica de suas tradições.

AGENDA

30/03 (domingo)

17h: Chefe oferece sanduíche na praia do Leblon

Local: Quiosque Geneal

Baixo Bebê

Praia do Leblon – Posto 12

Dia 1° de Abril

Local: Biblioteca Parque da Rocinha

9h30: coffee-break

10h: palestra com chef convidados

Teremos alunos de gastronomia participando e ocorrerá no núcleo social da Biblioteca

Chefes convidados:

João Vieira

https://www.instagram.com/chefjoaovieira?igsh=aTZrNGMzZjF0bTEz

Elaine Feliciano

https://www.instagram.com/elainefelic_cp?igsh=NDJsODZmNmcwMTkx

Patricia Adorno (Chefe de cozinha de nacionalidade paraguaia)

https://www.instagram.com/pomelorossa?igsh=djQwdmdycW5oY2p6

E mais haverá mais chefes de cozinha na casa

ABRAFARMA E FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SE UNEM EM PROL DA SAÚDE FEMININA

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Parceria contempla ampliação de serviços de atendimento e Conscientização sobre saúde reprodutiva por meio dos farmacêuticos

 

A Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) uniram forças em uma parceria estratégica para ampliar a conscientização em torno da saúde sexual e reprodutiva no Brasil.

 

O acordo será oficializado no dia 26 de março (quarta-feira), com a assinatura de um Memorando de Entendimento (MdE) durante cerimônia na Casa da ONU, em Brasília (DF). O evento contará com a presença de autoridades do Poder Legislativo, representantes do governo federal e lideranças do setor farmacêutico.

 

Na ocasião, também será lançado o curso Cuidar e Informar: Farmacêuticos na Promoção da Saúde Reprodutiva, uma iniciativa voltada à capacitação de farmacêuticos para aprimorar a oferta de informações e serviços essenciais à população. O treinamento está alinhado à regulamentação que autoriza esses profissionais a prescrever contraceptivos hormonais, reforçando o papel das farmácias como pontos estratégicos de assistência à saúde.

 

“O varejo farmacêutico consolidou-se como um dos principais canais de acesso da população à saúde. Com essa parceria, avançamos mais um passo para fortalecer a atuação do setor, garantindo que as pessoas tenham informações qualificadas e contribuindo ativamente para a promoção da saúde feminina”, valoriza Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

 

As farmácias desempenham um papel essencial no acesso à saúde no Brasil. A parceria entre o UNFPA, Abrafarma e Conselho Federal de Farmácia contribui para o fortalecimento da oferta de informações de qualidade sobre o planejamento reprodutivo. Como resultado, mais mulheres e jovens podem tomar decisões informadas sobre sua saúde e seu futuro. A iniciativa tem um impacto direto na redução da gestação não intencional e na diminuição da mortalidade materna”, Florbela Fernandes, representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e diretora para o Uruguai e o Paraguai

 

A iniciativa ocorre em um momento estratégico, acompanhando a recente ampliação do programa Farmácia Popular, que passou a oferecer gratuitamente métodos contraceptivos. Além disso, a parceria reforça o compromisso do Brasil com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com foco na promoção da saúde, na igualdade de gênero e na redução das desigualdades. “O país ainda enfrenta desafios significativos no acesso do público feminino a tratamentos. Fortalecer o papel das farmácias como agentes de cuidado é uma etapa essencial para transformar essa realidade”, acredita Mena Barreto.

 

Sobre a Abrafarma

 

Fundada em 1991, a Abrafarma reúne as 29 maiores redes de farmácias do país, que contam com mais de 10,3 mil farmácias em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. As redes associadas representam cerca de 53% das dispensações de medicamentos no país. A associação tem como objetivo o aprimoramento das empresas filiadas, a preservação da imagem institucional, o relacionamento com entidades públicas, governo e fornecedores, além de apoio jurídico e pesquisa de mercado para o aperfeiçoamento das atividades.

 

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