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Transição da Reforma Tributária: tecnologia ajuda empresas a lidar com “conflito” de legislações

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 Com interfaces intuitivas e operações em tempo real, ferramentas tecnológicas garantem segurança e otimização fiscal das organizações 

Imagem: freepik

A Reforma Tributária no Brasil tem sido amplamente debatida nos últimos anos, e um dos maiores desafios está em lidar com a sobreposição de legislações durante o período de transição. As mudanças são complexas, as normas fiscais estão em fase de atualização e as diferentes regras de cada esfera do governo criam um cenário de incerteza para as organizações, que precisam se adaptar sem prejudicar as operações.

Nesse cenário, a tecnologia se torna uma grande aliada, auxiliando empresários a reduzir erros e cumprir as obrigações fiscais com mais precisão — como explica Paulo Zirnberger, CEO da Omnitax, empresa especializada em tecnologia para gestão tributária. “Com o avanço das soluções digitais, como sistemas de gerenciamento de tributos, inteligência artificial e automação, as organizações podem navegar por esse mar de mudanças de forma mais eficiente”, afirma.

 

Por exemplo: os sistemas de gestão tributária mais recentes permitem que as empresas integrem diferentes esferas de tributação e acompanhem, em tempo real, as mudanças nas legislações. Isso facilita a adaptação às novas exigências sem que seja necessário realizar atualizações manuais de normas ou consultar vários órgãos para garantir a conformidade. A automatização da coleta de dados fiscais evita erros humanos e acelera o processo de apuração e pagamento de impostos.

 

Outra grande dificuldade enfrentada é o “conflito” entre as legislações antigas e as novas. Muitas vezes, as normas anteriores à Reforma não desaparecem de imediato, o que acaba criando uma sobrecarga de regras que precisam ser interpretadas e aplicadas ao mesmo tempo. Nesse contexto, a tecnologia pode ser a solução, automatizando a atualização das alíquotas, regimes fiscais e dos documentos exigidos pelos fiscos federal, estadual e municipal.

 

Ferramentas
Por sorte, as taxtechs estão atentas a essas e outras demandas do mercado e já disponibilizaram ferramentas para agilizar tantas questões. Recentemente, foi lançado o Motor da Reforma Tributária, que promete facilitar a adaptação das empresas aos desafios impostos pela nova legislação brasileira. Desenvolvido em nuvem e baseado em APIs, o sistema da Omnitax foi projetado para integrar os dois regimes tributários vigentes durante os dez anos de transição da Reforma, garantindo eficiência, segurança e conectividade.

 

“Com uma interface intuitiva, a solução dispensa a necessidade de desenvolvedores ou aditivos contratuais, dando mais independência às empresas para gerenciar suas regras tributárias. Sua infraestrutura em nuvem garante integração direta com sistemas amplamente utilizados no mercado, reduzindo custos e assegurando a longevidade da solução”, explica Paulo. Outro grande benefício é a rastreabilidade dos eventos, que são controlados por chaves únicas, assegurando a segurança de todas as operações.

 

Em um cenário de transição, como o da Reforma Tributária, onde a dinâmica das leis pode causar grande impacto financeiro e operacional, a tecnologia não é apenas um facilitador, mas uma necessidade para garantir que as empresas mantenham sua competitividade no mercado.

 

“A agilidade na adaptação às novas regras e a precisão nos processos fiscais são elementos-chave para que as organizações possam continuar a crescer e prosperar, mesmo diante de um contexto jurídico e tributário em mudança”, conclui.

 

Sobre a Omnitax

A Omnitax oferece tecnologia de software de última geração para ajudar na gestão das complexidades tributárias atuais e das que virão com a Reforma na próxima década, durante a transição de modelos. A empresa possui soluções adaptadas às necessidades do DNA tributário de cada cliente. Na Omnitax, a inteligência tributária está presente em todas as etapas, desde o pedido de compra e de venda, passando pela a emissão dos documentos eletrônicos, até a rastreabilidade, a conciliação dos eventos financeiros e do crédito tributário, os pagamentos e a contabilização em tempo real.

 

Orçamento de 2025 escancara a rendição do Executivo ao Congresso e a fragilidade das prioridades do governo

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Aprovado com atraso, o orçamento revela o enfraquecimento do governo Lula na articulação política e a supremacia do Congresso na definição de gastos — com cortes em áreas estratégicas e reforço de emendas parlamentares

A aprovação tardia do Orçamento Federal de 2025, concluída apenas em março, é mais do que uma questão administrativa: é uma demonstração explícita da fragilidade do governo Lula frente ao poder político do Congresso Nacional. A votação só avançou após o Executivo aceitar liberar emendas parlamentares represadas de anos anteriores, transformando o orçamento em um instrumento de barganha institucionalizada.

 

O novo texto prevê um superávit primário de R$ 15 bilhões — uma guinada em relação à meta de déficit zero. A equipe econômica justifica a mudança com base em um aumento esperado da arrecadação. Porém, o próprio governo deixou de incluir despesas significativas, como os R$ 13 bilhões necessários para financiar o programa Pé de Meia. Na prática, esse “superávit” nasce comprometido, sustentado mais por esperança política do que por responsabilidade fiscal.

 

As emendas parlamentares seguem como peça central no xadrez orçamentário: R$ 50 bilhões estão previstos, sendo quase R$ 39 bilhões de execução obrigatória. Os outros R$ 11,5 bilhões, vinculados às chamadas emendas de comissão, ficaram sob controle direto de comissões estratégicas — muitas agora presididas por parlamentares da oposição.

 

Na Câmara, comissões como a de Saúde (PL) e de Integração Nacional (União Brasil) concentram os maiores orçamentos. O PL sozinho controla quase R$ 4 bilhões na Saúde. Já o PT ficou com comissões de menor poder orçamentário, como Direitos Humanos, presidida pelo deputado Reimont (PT-RJ), e outras com menor capacidade de articulação política. No Senado, a oposição também ocupa postos de destaque: a Comissão de Direitos Humanos, por exemplo, está nas mãos da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

 

O resultado é claro: enquanto a base governista controla espaços simbólicos, a oposição e o Centrão controlam os recursos. Isso significa que, mesmo com um orçamento aprovado, a governabilidade segue condicionada ao humor do Congresso.

 

O programa Pé de Meia, principal novidade do governo na área social, teve apenas R$ 1 bilhão reservado — menos de 10% do necessário. E áreas como educação, ciência e assistência social sofreram cortes combinados de quase R$ 9 bilhões. A promessa de remanejamento futuro, feita por lideranças do governo, soa como improviso de quem perdeu o comando da prioridade orçamentária.

 

Por outro lado, programas com maior apelo eleitoral foram reforçados. O Auxílio Gás teve seu orçamento triplicado, chegando a R$ 3,6 bilhões. O reajuste de 9% para o funcionalismo, que custará R$ 22 bilhões, foi mantido, bem como o salário mínimo em R$ 1.518. São acenos importantes a setores estratégicos, mas que não escondem a fragilidade geral do planejamento.

 

O orçamento de 2025 retrata um Executivo encurralado, sem margem de manobra nem domínio sobre a alocação de recursos. Mais do que uma peça técnica, ele se tornou o símbolo de um governo que cede à pressão para sobreviver, abrindo mão de prioridades estruturantes em nome da permanência institucional. O custo político dessa equação poderá ser cobrado já em 2026 — pelas urnas e pela história

 

Greve de advertência é aprovada e petroleiros param no próximo dia 26

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Rio de Janeiro  – A categoria petroleira decidiu, em assembleias realizadas nas unidades operacionais e administrativas da Petrobras, pela convocação de uma greve de advertência de 24 horas, marcada para esta quarta-feira, 26 de março. O movimento é um protesto contra a postura da atual gestão da empresa, que tem esvaziado os fóruns de negociação coletiva e desrespeitado o princípio negocial.

 

A pauta unificada de luta traz uma série de reivindicações essenciais para a categoria. Entre os principais pontos está a defesa da Remuneração Variável, com a exigência de que os valores não sejam reduzidos, especialmente considerando que a redução de 31% nos montantes apresentados pela empresa nos simuladores de dezembro do ano passado é considerada inaceitável, enquanto a companhia repassa 207% dos lucros para os acionistas. A Remuneração Variável é o pagamento adicional ao salário base que varia de acordo com o desempenho do funcionário ou da empresa.

 

Outras demandas incluem a defesa do Teletrabalho, com a suspensão do cronograma de mudanças pretendido pela Petrobrás e do termo de adesão individual, e a abertura de negociações coletivas sobre novas regras que contemplem os impactos sobre os trabalhadores. A categoria também cobra uma solução definitiva para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) do Plano Petros, de previdência, e a criação de um plano único e integrado de cargos, carreira e salário, que valorize a negociação coletiva, corrija distorções passadas e garanta progressões justas na carreira.

 

Além disso, a reposição do efetivo de pessoal se destaca como prioridade, com a convocação de concursados e a abertura de novos concursos, considerando a drástica redução no número de trabalhadores após a Lava-Jato. A greve de advertência também exige a garantia da integridade física dos trabalhadores e a retomada da produção de fertilizantes na unidade do Paraná (Fafen-PR) com segurança adequada. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram 731 acidentes de trabalho no setor de óleo e gás em 2024, com 78 feridos graves. Houve 6 mortes no ano.

A categoria petroleira também reivindica melhores condições de trabalho e segurança para os prestadores de serviços, com ênfase na melhoria da fiscalização dos contratos e a eliminação da escala 6×1, que prejudica esses trabalhadores. Por fim, a greve exige a igualdade de direitos entre os trabalhadores antigos e novos, incluindo os adicionais de transferência e ajuda de custos.

 

O movimento visa garantir direitos, segurança e melhores condições de trabalho para todos os trabalhadores do Sistema Petrobras. A paralisação foi aprovada por unanimidade ou ampla maioria nas unidades operacionais e administrativas da Petrobras em todo o país, por meio de assembleias.

 

Alto preço do Cacau transforma o mercado na Páscoa

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Criatividade e inovação são necessárias para superar a crise do cacau e garantir uma Páscoa lucrativa

Se adaptar ao novo momento pode ser a grande oportunidade para consolidar um negócio e fidelizar clientes

A Páscoa de 2025 chega com desafios inéditos para consumidores e empreendedores. O preço do cacau disparou 189% nos últimos 12 meses devido às mudanças climáticas e a um surto de vírus que afetou as lavouras no Brasil e nas principais regiões produtoras da África Ocidental. Quem já foi às lojas e supermercados sentiu o impacto dessa crise nas prateleiras, com os preços dos chocolates subindo mais de 16% e uma redução na produção de ovos de Páscoa, que caiu 22% em relação ao ano passado.

Mas, em um período que mexe tanto com a memória afetiva dos brasileiros, deixar a Páscoa passar em branco não é uma opção. Pequenos empreendedores precisam reinventar suas estratégias e inovar para garantir que a data continue sendo sinônimo de sabor e oportunidade de lucro. Além de adaptar a forma de produção, o momento também exige um olhar mais atento para novas parcerias e para o fortalecimento das pequenas chocolaterias artesanais, que podem oferecer alternativas mais acessíveis e personalizadas em comparação com as grandes marcas.

“Alternativas criativas podem ajudar a driblar os altos custos do cacau e manter as vendas aquecidas. Uma tendência é que as cascas estejam mais finas e os recheios sejam sobremesas como mousses, bolos e pudins, por exemplo. A criatividade vale muito neste momento para poder oferecer os tradicionais ovos, sem gastar tanto com o chocolate, mas ao mesmo tempo oferecer uma experiência gastronômica diferente para os clientes”, explica Gabriela Muniz, gerente de marketing da rede Estrela do Lar.

Outra estratégia que pode equilibrar os custos e ampliar as oportunidades é a busca por chocolates de produtores menores, que muitas vezes conseguem oferecer preços mais competitivos do que as grandes indústrias. Chocolaterias artesanais vêm crescendo no Brasil e podem ser uma excelente opção para confeiteiros que desejam qualidade sem comprometer tanto a margem de lucro. O mercado também apresenta um movimento de substituição parcial do chocolate por ingredientes alternativos, como cacau 100% nacional, que ainda se mantém competitivo, além de opções sem chocolate, como ovos de colher recheados com brigadeiro de frutas, ovos de gelatina coloridos e caixas personalizadas com biscoitos artesanais decorados.

“A forma como os produtos são apresentados pode fazer toda a diferença no poder de venda. O conceito de exclusividade e sofisticação se tornou um fator decisivo para a compra e empreendedores que souberem apostar em uma apresentação diferenciada podem garantir uma margem de lucro maior mesmo com a alta dos preços”, ressalta Muniz.

É aqui que a Estrela do Lar entra como um aliado importante para quem deseja transformar criatividade em oportunidade. A empresa oferece uma linha completa de embalagens sofisticadas, formas para ovos e acessórios que permitem criar doces únicos e encantadores com um acabamento profissional. Modelos em acetato com detalhes requintados, laços de cetim, caixinhas personalizadas e suportes especiais fazem com que até o mais simples dos doces se torne um presente memorável. Além disso, trabalhar com embalagens diferenciadas pode agregar valor aos produtos, permitindo que pequenos confeiteiros e chocolaterias artesanais se destaquem mesmo em meio às oscilações de preço do mercado. “Diante de tantas opções, nossa expectativa para o período é um crescimento de 27% nas vendas em relação ao ano passado. A demanda tem se mostrado positiva e esperamos que nossos produtos especializados atendam a cada vez mais empreendedores que buscam se destacar nesse mercado”, afirma a gerente de marketing da rede.

Segundo Muniz, investir em personalização e estratégias de valor agregado pode ser a chave para o sucesso nessa Páscoa. “Cestas personalizadas, kits temáticos e até workshops de confeitaria são opções para conquistar clientes e aumentar a percepção de exclusividade. Parcerias com outros pequenos negócios também podem fortalecer as vendas reunindo diferentes produtos em combos que ofereçam mais do que apenas chocolate, mas sim uma experiência completa de Páscoa. Se adaptar ao novo momento pode ser a grande oportunidade para consolidar um negócio e fidelizar clientes que buscam não apenas chocolate, mas sim algo especial para celebrar a data”, finaliza.

 

Quando o governante “se acha”

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Ricardo Viveiros*

 

 

Vivemos em um mundo no qual a informação está ao alcance de um clique, mas ainda há quem insista em fechar os olhos para o aprendizado contínuo. Esse fenômeno, popularmente explicado pelo “Efeito Dunning-Kruger”, descreve a tendência de pessoas com pouco conhecimento superestimarem as próprias capacidades. Essa dinâmica, quando transposta para esferas de poder, como o governo em seus três níveis, pode ser desastrosa. Gestores públicos que se comportam como os “sabe-tudo” perpetuam velhas soluções ineficazes para problemas modernos, comprometendo o bem-estar, o desenvolvimento e, em especial, os direitos da sociedade.

Um exemplo gritante dessa mentalidade está na persistência em utilizar fórmulas desgastadas para combater problemas crônicos como as enchentes urbanas. Governos repetem estratégias que já provaram ser insuficientes, recusando-se a explorar abordagens inovadoras. Isso se traduz em um drama contínuo que caminha em círculos nas cidades brasileiras. Ano após ano, elas enfrentam tragédias previsíveis durante os períodos de chuva. E a culpa, nesses episódios, vai sempre para um indefeso “São Pedro”. Não seria hora de admitir que essas soluções estão obsoletas e buscar novas perspectivas?

A resposta, infelizmente, parece óbvia apenas para aqueles que enxergam de fora. Contudo, o ciclo da autoconfiança e da vaidade infundadas do poder público perpetua a resistência a mudanças. Líderes que acreditam dominar todas as nuances de seus cargos evitam ouvir especialistas, ignoram dados e menosprezam a ciência, em nome de uma suposta competência que, muitas vezes, é apenas arrogância.

Governar exige mais do que repetir discursos ou aplicar fórmulas prontas. Exige também humildade intelectual para reconhecer que nem sempre se tem as respostas certas. Quando essa consciência falta, as consequências podem ser devastadoras. Contratações e promoções baseadas em confiança pessoal ou pressão política de aliados, em vez de competência comprovada, criam equipes desalinhadas e despreparadas. A resistência ao feedback dificulta ajustes necessários e perpetua erros. E o mais grave: decisões equivocadas impactam diretamente a população, agravando desigualdades e comprometendo recursos públicos.

Em muitas administrações públicas, o “sempre fizemos assim” é um mantra. Tal mentalidade sufoca a inovação e impede a implementação de soluções adaptadas às demandas atuais. No caso das enchentes, investe-se em obras paliativas enquanto a urbanização desordenada e a falta de infraestrutura de drenagem continuam sendo ignoradas.

A necessária mudança começa pela valorização do conhecimento efetivo, não do “achismo”. Governos devem adotar uma postura de aprendizado contínuo, na qual as decisões são baseadas em dados concretos e consultas a especialistas. Algumas ações práticas podem incluir: políticas públicas que devem ser avaliadas de maneira rigorosa, considerando resultados e impactos reais, não apenas métricas superficiais; governantes e servidores com a responsabilidade de aceitar treinamentos e programas que ampliem sua compreensão de problemas complexos; consulta a quem tem expertise e incorporação de inovações tecnológicas são fundamentais para avanços; e, por fim, envolver a sociedade no processo decisório trazendo perspectivas diferentes, capazes de enriquecer o debate e promover soluções inteligentes, inovadoras, viáveis e com resultados concretos.

Líderes que reconhecem suas limitações e buscam ouvir opiniões diversas têm mais chances de implementar políticas efetivas e duradouras. Admitir que não sabemos tudo é libertador. É o primeiro passo para abrir espaço para aprender e evoluir. Governos e gestores que adotam essa postura são capazes de transformar desafios em oportunidades, em contrapartida, aqueles que insistem na autossuficiência perpetuam erros e causam imobilismo que custam caro à sociedade.

A verdadeira liderança não se mede pela quantidade de respostas prontas, mas pela disposição de fazer as perguntas certas e buscar as melhores soluções. Falar menos, ouvir mais são boas práticas. Somente assim poderemos superar o traiçoeiro “efeito Dunning-Kruger”, que tantas vezes impede o progresso em nosso País, e acreditar na canção do mestre Tom Jobim: “São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração”.

*Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura; autor, entre outros, de A vila que descobriu o Brasil (Geração), Justiça seja feita (Sesi-SP) e Memórias de um tempo obscuro (Contexto).

Construção civil impulsiona economia e geração de empregos no DF

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Investimentos em infraestrutura e crescimento industrial fortalecem o mercado local

Créditos: Foto de SevenStorm JUHASZIMRU – Pexels

O Distrito Federal tem vivenciado um período de expressivo crescimento no setor da construção civil, refletindo diretamente na economia local e na geração de empregos. Desde 2019, diversas obras públicas têm sido executadas, transformando a capital em um verdadeiro canteiro de obras e proporcionando oportunidades para milhares de trabalhadores.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em maio de 2024, o setor da construção civil registrou 79.788 postos de trabalho, um aumento de 2 mil vagas em relação a janeiro do mesmo ano. O secretário de Obras do DF, Valter Casimiro Silveira, destacou que, desde 2019, as obras públicas geraram mais de 20 mil empregos na capital federal. Além disso, o setor responde por 51,3% do PIB da indústria no DF, movimentando bilhões de reais anualmente.

O crescimento das obras também impacta positivamente a indústria de materiais de construção, impulsionando empresas que fornecem insumos essenciais para os projetos. Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens, ressalta a importância desse cenário para o setor. “O crescimento das obras públicas e privadas no Distrito Federal tem impulsionado significativamente o setor de material de construção. Temos observado um aumento na demanda por nossos produtos, o que reflete o aquecimento do mercado e a confiança dos investidores na região”, afirma Janine.

Para atender a essa demanda crescente, a Pinheiro Ferragens tem investido em estoque e logística, garantindo que as construtoras e profissionais tenham acesso a materiais de qualidade. “Nosso objetivo é fornecer materiais de qualidade e contribuir para o desenvolvimento das obras que estão transformando o DF. Estamos comprometidos em apoiar tanto os grandes empreendimentos quanto as pequenas reformas, garantindo que todos tenham acesso aos insumos necessários para concretizar seus projetos,” conclui Janine.

O avanço da construção civil também tem gerado um impacto positivo na formação profissional. Com a alta demanda por mão de obra qualificada, cresce o interesse por cursos técnicos e de engenharia. A busca pela capacitação reforça a necessidade de inovação e eficiência no setor, garantindo que o mercado continue aquecido nos próximos anos.

Com investimentos bilionários em infraestrutura urbana previstos até 2033, o setor da construção civil no DF segue em expansão, beneficiando tanto a economia quanto a população. Empresas como a Pinheiro Ferragens desempenham um papel fundamental nesse crescimento, fornecendo materiais essenciais para obras que transformam a paisagem da capital e impulsionam o desenvolvimento sustentável da região.

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Rede CT recebe inscrições para mentoria em projetos esportivos

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Iniciativa atua nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste em prol da descentralização de recursos concedidos pela Lei de Incentivo ao Esporte

A Rede CT, Capacitação e Transformação, recebe inscrições de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), que tenham iniciativas ligadas a projetos esportivos. O objetivo da iniciativa é qualificar empreendedores sociais para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até esta sexta-feira (28/03), pelo site da Rede CT.

A Rede CT busca descentralizar o acesso aos recursos da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. O intuito é oferecer um aprendizado estruturado, garantindo assim que mais organizações das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste possam estruturar projetos e captar investimentos.

Em 2024, a Rede CT – Capacitação e Transformação atendeu projetos em todos os estados das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, destacando 18 iniciativas no Estado de Goiás. As organizações atuam em diferentes setores, aliando esporte, educação, cultura, meio ambiente e direitos sociais, atendendo públicos diversos, como crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, mulheres, idosos, pessoas com deficiência, povos originários e LGBTQIAPN+.

Segundo a gerente do Projeto CT, Gigi Favacho, no primeiro ano do projeto a Rede CT capacitou mais de 320 organizações que atuam no impacto social nas três regiões de foco. Foram 577 agentes sociais esportivos, que transformaram a vida de mais de 170 mil pessoas em suas comunidades. “Ampliar as formações do CT, significa para a gente contribuir com a mudança de perspectivas de vida de pessoas em sua maioria em vulnerabilidade social. Democratizar e descentralizar o acesso às leis de incentivo e com isso contribuir também com o desenvolvimento de territórios ainda à margem das políticas públicas de desenvolvimento social”, complementa.

O projeto é o maior programa de formação na Lei de Incentivo ao Esporte no Brasil. Ele nasceu em 2024, e é uma iniciativa do Instituto Futebol de Rua, Nexo Investimento Social e Rede Igapó, além do patrocínio do Itaú e da B3 a bolsa de valores brasileira.

Critérios de participação

Podem concorrer ao edital Organizações da Sociedade Civil com projetos esportivos que tenham sede nas regiões Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe). São oferecidas duas vagas por organização.

Serviço
Assunto: Inscrições para capacitação da Rede CT – Capacitação e Transformação
Onde:
site da Rede CT
Quando: próxima sexta-feira (28/03)
Inscrições gratuitas!

Simulado de evacuação testa preparação das UPAs de Vicente Pires e São Sebastião

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Treinamentos reforçam segurança e aprimoram protocolos de emergência nas unidades de saúde do DF
Por Pollyana Cabral
Nos dias 14 e 20 de março de 2025, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Vicente Pires e São Sebastião realizaram simulados de emergência visando testar a eficácia dos protocolos de evacuação e preparação das equipes para situações de risco. As atividades fazem parte da estratégia de melhoria contínua do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que busca garantir a segurança dos pacientes e profissionais em todas as unidades da rede.
A UPA de Vicente Pires foi a primeira a realizar o treinamento, com a coordenação de Etiene dos Santos Macário, Técnica em Segurança do Trabalho; Jackson Alves, Gerente da UPA; José Lucas A. Borges, Engenheiro de Segurança do Trabalho; e Thays Christina Floriano da Silva, Brigadista. Durante o simulado, foram testadas respostas a incêndios e acidentes com múltiplas vítimas, garantindo que todos os profissionais soubessem como agir rapidamente em situações críticas.
“Preparar os profissionais para agir sob pressão é essencial para a segurança de todos, e o treinamento é um reflexo da nossa preocupação constante com a qualidade do atendimento em situações extremas”, destacou Macário.
Seis dias depois, a UPA de São Sebastião também realizou seu simulado, sob a organização de Jorge Pereira de Brito, Técnico de Segurança do Trabalho, com o apoio da gerência da unidade, liderada por Marcelo, além de José Lucas A. Borges e Thays Christina Floriano da Silva. O evento reforçou a necessidade de treinamentos contínuos para assegurar a eficiência das equipes em situações de emergências.
“A preparação constante é fundamental para garantirmos que todos saibam exatamente como agir em situações extremas. O simulado foi uma excelente oportunidade para reforçarmos a integração entre as equipes e testarmos nossos procedimentos de forma eficaz”, afirmou Jorge Pereira de Brito.
A brigadista Thays Christina Floriano da Silva enfatizou o papel dos brigadistas no sucesso dessas atividades. “A participação no simulado permite que todos estejam mais familiarizados com os protocolos e saibam como agir rapidamente em caso de incêndio ou outro tipo de emergência”, explicou.
Para José Lucas A. Borges, Engenheiro de Segurança do Trabalho, a prática reforça o compromisso das unidades com a segurança. “A experiência prática é a melhor forma de preparar as equipes. A participação ativa de todos, seja na UPA de Vicente Pires ou em São Sebastião, mostra que estamos no caminho certo para proporcionar um ambiente seguro e eficiente, tanto para os profissionais quanto para os pacientes.”
O gerente de Saúde e Segurança no Trabalho do IgesDF, Lúcio Flávio de Marins, destacou que essas ações estão alinhadas à melhoria contínua promovida pelo instituto. “O IgesDF tem como compromisso aprimorar constantemente os serviços oferecidos para garantir um atendimento de qualidade na saúde pública do DF. A realização desses simulados demonstra nosso empenho em manter as unidades preparadas para qualquer eventualidade.”
Os simulados reforçam o compromisso do IgesDF, instituição 100% SUS, em promover um atendimento seguro e eficaz para a população do Distrito Federal. Com a capacitação contínua das equipes e a implementação de boas práticas, as unidades de saúde seguem aprimorando seus serviços para oferecer mais qualidade e segurança a todos.

Representantes da Tafácil Consignados se reúnem para debater nova modalidade de Crédito Consignado para CLT

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O CEO da Tafácil Consignados, Paulo Cirilo, e o Gerente de Consignado Privado da empresa, Thiago Moreira, participaram de uma importante reunião corporativa para analisar as novidades do crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) no Brasil. O encontro acontece em um momento estratégico, logo após o anúncio do governo, que lançou um sistema para impulsionar essa modalidade de crédito, via Medida Provisória.

 

A expectativa do governo é que a iniciativa amplie a oferta de financiamento mais acessível para cerca de 42 milhões de trabalhadores formais, incluindo empregados de empresas privadas e trabalhadores domésticos. Hoje, o crédito consignado é amplamente utilizado por servidores públicos e aposentados do INSS, mas enfrenta desafios burocráticos no setor privado, uma questão que a Tafácil Consignados está atenta para facilitar e expandir o acesso ao crédito.

 

O debate promovido por Paulo Cirilo e Thiago Moreira reforça o compromisso da Tafácil em acompanhar as inovações do mercado financeiro e oferecer as melhores soluções para seus clientes.

‘Não vou entrar em atrito com Bolsonaro’, diz coach e influenciador Pablo Marçal no CNN Entrevistas

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Candidato a prefeito de São Paulo em 2024 afirmou que o ex-presidente é o maior nome de direita hoje no país; conversa foi conduzida pelos jornalistas Pedro Venceslau e Clarissa Oliveira e vai ao ar neste sábado (22), às 21h

Marçal concedeu entrevista à CNN Brasil nos estúdios no canal em São Paulo (SP); na foto, da esq. para a dir. os analistas Clarissa Oliveira e Pedro Venceslau e o coach e influenciador (foto: Divulgação/CNN Brasil)

O coach e influenciador Pablo Marçal afirmou que não entrará em atrito com o ex-presidente Jair Bolsonaro caso ambos sejam candidatos ao mesmo cargo eletivo. “Não faz sentido. Ele construiu uma esperança, é o maior nome de direita que o Brasil tem”, enfatizou aos analistas Clarissa Oliveira e Pedro Venceslau durante CNN Entrevistas deste sábado (22), às 21h.

Marçal disse acompanhar Bolsonaro desde seus sucessivos mandatos como deputado federal. “Eu acreditei nele, acompanhava as falas no parlamento, achava ele bem ‘da hora’”, contou. “Só que ele não teve postura republicana nem nobre quando teve a oportunidade”.

O coach e influenciador também analisou o cenário político no Brasil e as opções da direita para 2026. “De todo mundo que é conservador, o Tarcísio [Gomes de Freitas, governador de São Paulo] é o único que agrada a esquerda. Ele dialoga bem. Ele jamais ganharia o governo se Bolsonaro não tivesse o abençoado, então, ele está numa sinuca de bico.”

Candidato a prefeito de São Paulo em 2024, Marçal disse achar que perdeu votos de eleitores indecisos após a divulgação de laudo falso contra o adversário Guilherme Boulos (PSOL), às vésperas do pleito. “Acredito que o [eleitor] de última hora pode ter escolhido o mais confortável, a opção emocionalmente mais estável naquela hora, porque foi forte a comoção”, afirmou.

Serviço:

CNN Entrevistas

Sábados, às 21h (horário de Brasília), na CNN Brasil
Na TV: Canal 577 nas principais operadoras, como Claro, Sky, Vivo e Oi
No YouTube: youtube.com/c/CNNBrasil