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Sistema FAESC/SENAR lança calendário de eventos agropecuários 2025

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A programação prevê 235 feiras e exposições realizadas com o apoio do Sistema Faesc/Senar e Sindicatos Rurais

O calendário de feiras e exposições agropecuárias 2025, elaborado pelo Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) em parceria com os Sindicatos Rurais e com o apoio do Governo do Estado, promete movimentar o agronegócio catarinense. A extensa programação prevê 235 feiras e exposições em todas as regiões do Estado.

A versão digital completa já está disponível no site da Faesc (https://sistemafaesc.com.br/), e a programação mensal poderá ser acompanhada nas redes sociais do Sistema Faesc/Senar.

Além da parceria do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos Rurais filiados, os eventos terão o apoio de associações, de empresas leiloeiras, das Secretarias de Estado da Agricultura (SAR) e da Pesca (SAQ) de Santa Catarina, bem como da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca o expressivo crescimento dos eventos agropecuários promovidos com o apoio do Sistema Faesc/Senar e Sindicatos no Estado. Em 2018, as feiras e exposições contabilizaram 101 eventos. Desde então, esse número só aumentou: 107 em 2019; 110 em 2020; 118 em 2021; 161 em 2022; 189 em 2023 e 208 em 2024.

De acordo com Pedrozo, todo esse crescimento confirma a qualidade da produção catarinense. “Neste ano, teremos 235 feiras e exposições que impulsionarão ainda mais o comércio de animais, vegetais, produtos e subprodutos do Estado. Além disso, a programação fortalece as tradições regionais, estimulando a troca de conhecimentos e experiências entre as comunidades rurais e urbanas”, complementa.

O calendário também é uma ferramenta estratégica para destacar a excelência da produção agropecuária catarinense. Pedrozo ressalta a relevância de Santa Catarina como um dos maiores produtores de alimentos do Brasil, com diferenciais em sanidade animal, produtividade e defesa agropecuária. Ele ressalta, ainda, a importância da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos na modernização, na gestão e no aumento da produtividade e renda dos produtores.

O vice-presidente de finanças da Faesc, Antônio Marcos Pagani de Souza, reforça que a presença de animais de alta qualidade amplia as oportunidades de negócios nas feiras. “Nosso objetivo é auxiliar os produtores rurais a elevarem a qualidade dos animais e ajudá-los a obter melhores resultados econômicos. As feiras são uma excelente oportunidade para o produtor valorizar sua produção e agregar valor ao processo de comercialização”, conclui.

 

Lula sugere “processo educacional” da população contra preços altos, e jornalista sugere o impeachment do esquerdista

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Sem saber governar, mentindo descaradamente e gastando muito, o presidente petista diz agora que o próprio povo pode controlar o valor dos alimentos, forçando a baixa dos preços.

Durante a campanha eleitoral de 2022, Lula prometeu que o pobre comeria picanha, mas decorridos mais de 2 anos, isso não aconteceu, porque ele e sua esquipe de governo simplesmente  destruiram a economia do Brasil. O pobre está sem picanha agora sem café.

E agora Lula vem com nova proposta para o povo brasileiro: “Eu não posso comprar aquilo que está sendo exagerado o preço. Eu vou deixar na prateleira, não vou comprar, compro amanhã ou compro outra coisa, ou compro um similar. Esse é um processo educacional que nós vamos ter que fazer com o povo brasileiro”, defendeu o petista.

Há décadas que Lula não compra, com dinheiro do próprio bolso,  alimentos, gasolina, passagem aérea, hotéis e outras mordomias. O erário é quem paga, ou seja: o povo!

Lula também ressaltou que a população deve ter a “consciência” de não comprar o que considerar muito caro. “Porque assim, o estabelecimento vai ter de baixar para vender, se não vai estragar”, disse Lula, ignorando o fato de que a incompetência de seu próprio governo promoveu aumentos significativos em produtos e serviços nos últimos dois anos.

“Comprar tapetes e móveis caros para o conforto de Lula e Janja no Palácio do Alvorada pode. Viajar ao exterior e se hospedar em hotéis 5 estrelas pode, mas o cidadão trabalhador pagador de impostos não pode ter mais de um aparelho de TV em casa e agora tem de procurar outro tipo de alimento para substituir a carne e o café? Esse povinho da esquerda que atualmente ocupa o poder vive num bolha com tudo pago e por isso acham que não há crise no Brasil. O povo irá às ruas no dia 16 de março exigir o impeachment do descondenado que afunda o Brasil porque o povo não aguenta mais tanta mentira, hipocrisia e falta de respeito. Lula e seus amiguinhos do STF se acham acima de tudo e de todos, mas a verdade começou aparecer e surge uma luz no fim do túnel para o país se livrar dessa gente incompetente, incoerente, inconsequente, que ignora a Constituição e torra o dinheiro público. Já existem elementos de sobra para o impeachment de Lula, que é inevitável e urgente!”, afirma o jornalista investigativo Donny Silva, que acompanha os bastidores da política desde 1986.

 

Farmacêutico na indústria: da inteligência de mercado à produção de medicamentos

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6% dos colaboradores da Prati-Donaduzzi são profissionais da Farmácia

Pesquisa, desenvolvimento, produção, garantia e controle da qualidade: são muitas as áreas em que um farmacêutico pode atuar na indústria farmacêutica. Na Prati-Donaduzzi, em Toledo (PR), 346 dos 5.200 colaboradores são farmacêuticos. “Desde a pesquisa para desenvolver um medicamento, análise do produto, regulamentações, escolha da embalagem e dos insumos mais adequados e definição do processo de produção, há diversas oportunidades para o profissional de farmácia na indústria”, explica a diretora de Pesquisa e Desenvolvimento, Letícia Rechia. “Além disso, é preciso replicar todos esses processos na etapa de produção, controle e garantia da qualidade, bem como nos suprimentos, que ajudam a identificar as melhores matérias-primas”, complementa.

Na indústria farmacêutica, o farmacêutico pode fazer parte de departamentos como Assuntos Regulatórios, Tecnologia Farmacêutica, Analítica, Controle e Garantia da Qualidade, Farmacovigilância, Pesquisa e Desenvolvimento, Novos Negócios e Pesquisa Clínica. Sua atuação é fundamental para os processos fabris, análise de matéria-prima e produtos acabados, boas práticas de fabricação, além de processos e gerenciamento de auditorias obrigatórias por lei. Tudo para que os medicamentos disponibilizados no mercado tenham alta qualidade, segurança e eficácia.

O farmacêutico acompanha toda a cadeia produtiva do medicamento: da concepção até a chegada ao centro de distribuição, monitorando condições como temperatura e armazenamento. Esse cuidado se estende ao destino final, como farmácias, hospitais ou centros de saúde, garantindo a qualidade no momento da dispensação.

Sobre a Prati-Donaduzzi

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos. Com sede em Toledo, Oeste do Paraná, produz aproximadamente 13 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais de 5 mil empregos. A indústria possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil e desde 2019 vem atuando na área de Prescrição Médica, sendo a primeira farmacêutica a produzir e comercializar o Canabidiol no Brasil.

Entenda a lesão que vai afastar Pedro Sampaio dos palcos no Carnaval

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Em vídeo nas redes sociais, o artista anunciou que a lesão no joelho piorou e que ele precisará fazer uma cirurgia

O DJ e produtor Pedro Sampaio anunciou que não poderá se apresentar no Carnaval 2025. Após ser internado por conta de uma lesão no joelho em janeiro, o cantor revelou que exames recentes mostraram um agravamento do quadro, levando sua equipe médica a antecipar a cirurgia. Com isso, todos os shows programados para a folia foram cancelados.

Como ocorreu o acidente?

O acidente aconteceu ainda na segunda música do show, quando Pedro, ao descer de uma estrutura metálica para um degrau mais baixo, acabou sofrendo uma entrose do joelho e caindo no chão. Ele precisou ser carregado para fora do palco pelos dançarinos, mas retornou pouco tempo depois com o apoio dos bailarinos, sentado em uma cadeira, para finalizar a apresentação. Mesmo com o joelho imobilizado, o artista fez questão de continuar o show, embora tenha precisado abrir mão de suas tradicionais coreografias e performances animadas.

“Foi uma noite diferente, mas o público me deu força para continuar”, declarou Pedro, em tom otimista. Em comunicado posterior, ele tranquilizou os fãs:“Me resguardei nos últimos dias para vir aqui dar notícias mais completas pra vocês. No sábado (11), enquanto fazia um show, rompi o ligamento do meu joelho, que já estava um pouco afetado após eu me machucar nas férias. Fui para o camarim receber atendimento e logo voltei pro palco para continuar o show. Após o final do show, fui para o hospital tomar as medidas necessárias. Quero tranquilizar todos vocês que estou bem e minha agenda de shows segue normal. A cirurgia não tem urgência para ser feita e irei tomar todos os cuidados para não agravar a situação. Obrigado por todas as mensagens de carinho.”

 

Entenda a lesão

Para esclarecer o tipo de lesão, o ortopedista Isaías Chaves, especialista em joelho e quadril, explicou: “Pelos vídeos presentes na internet, observamos um mecanismo de entorse comum que leva a lesão do ligamento cruzado anterior do joelho. A ruptura deste ligamento habitualmente proporciona uma instabilidade no joelho, e esta instabilidade relatada pelo paciente é que define a necessidade de cirurgia para reconstrução do ligamento. Em muitos casos, esse tipo de lesão está associado também a danos nos meniscos e cartilagens. O fato mais importante é que a dor com poucas semanas nao é mais uma queixa do paciente, a instabilidade do joelho é que permanece levando a necessidade de cirurgia. Quando o paciente é ativo e opta por não operar a lesão do ligamento, o joelho sofre sobrecarga em outras estruturas proporcionando uma série de lesões que levarão esse paciente a um quadro de artrose precoce e dor crônica no joelho”, afirma Isaías.

 

Sobre o processo de recuperação, ele completou: “A recuperação de uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho, especialmente quando há danos nos meniscos, exige paciência. O tratamento geralmente começa com uma cirurgia para reconstruir e reparar as estruturas lesionadas. Após a operação, o paciente passa por um período de reabilitação, que pode durar de seis a nove meses. A fisioterapia é essencial nesse processo para restaurar o movimento, força muscular e equilíbrio, com aproximadamente 4 meses o paciente já se sente plenamente recuperado, mas o tempo de cicatrização do ligamento é de no mínimo 6 meses. O retorno aos hábitos de vida diária são gradativos e em último estágio o retorno total às atividades de impacto e esportes”, conclui o médico

Governo do Piauí apresenta projeto de IA com base de dados em português

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MCTI vai investir R$23 bilhões no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial até 2028

 

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

 

Nesta quinta-feira (6), a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, acompanhada do secretário de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital, Henrique Miguel, recebeu uma comitiva do Piauí, liderada pelo governador Rafael Fonteles, para apresentar o projeto SoberanIA, uma plataforma de inteligência artificial (IA) com base de dados (LLM) em português.

A ferramenta, desenvolvida por especialistas, poderá servir comercialmente para governos estaduais, municipais e empresas públicas que tenham interesse. O projeto estima que a plataforma tenha 100 milhões de palavras em português, um modelo de LLM 100% soberano. Atualmente, o Estado já está capacitando os servidores públicos com programas sobre IA, conforme explicou o governador.

“Eu sou fã de tecnologia e ciência. Nosso objetivo é tentar reduzir os custos, melhorar os serviços prestados pelo Governo do Estado”, disse o governador acrescentando que, atualmente, 120 mil alunos de escolas públicas do Piauí têm aulas sobre inteligência artificial. “É uma disciplina. Faz parte do currículo escolar”, completou.

Foram apresentados projetos com o uso de IA para a área de saúde, integrando todos os dados do SUS do Estado. O Piauí é o único estado do Brasil que tem uma secretaria de inteligência artificial.

O governador pontuou que pretende lançar a ferramenta em uma cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Luciana Santos. “Nós queremos contribuir também com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). Nós temos um time de especialistas nessa área com representantes da academia e startups. A IA é muito veloz e nós queremos ajudar”, pontuou o governador.

PBIA

A ministra Luciana Santos explicou que o PBIA possui cinco eixos com 31 ações em diferentes áreas como saúde, agricultura, meio ambiente, indústria, comércio e serviços, educação, desenvolvimento social e gestão do serviço público. A previsão é de um investimento na ordem de R$ 23 bilhões até 2028.

“O projeto de vocês é muito avançado e impressionante. Nós precisamos da ajuda de vocês também”, disse a ministra.
O PBIA tem como premissa ser uma ferramenta de IA para ajudar em política públicas de combate à fome e desigualdades; inclusão social; preservação e geração de empregos; e desenvolvimento de políticas para minimizar o impacto da IA no mercado de trabalho.

“O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), vai colocar o país de vez nessa corrida tecnológica, garantindo o domínio dessas ferramentas. Com esse plano, nós estamos plantando hoje as sementes para o Brasil do amanhã e queremos muito a contribuição do trabalho realizado por vocês”, finalizou a ministra.

Altas taxas de juros ainda são um desafio para PMEs que buscam crédito para crescer

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O acesso ao crédito segue como um dos maiores desafios para pequenas e médias empresas (PMEs) no Brasil, especialmente diante da alta demanda por capital de giro e investimentos em um mercado cada vez mais competitivo.

Prova disso é que em 2024, a demanda por crédito empresarial cresceu significativamente, com destaque para as PMEs, que registraram aumento de 13,1% nas solicitações em comparação ao ano anterior, segundo o Indicador de Demanda por Crédito da Serasa Experian.

Adicionalmente, a abertura de 1,46 milhão de empresas no segundo quadrimestre de 2024, conforme o Boletim do Mapa de Empresas do governo federal, e o fechamento de 830 mil empresas no mesmo período, 11,7% acima de 2023, também reflete o dinamismo do mercado, a alta competitividade e a dificuldade de manter operações sustentáveis sem acesso facilitado a recursos financeiros.

Entre as principais barreiras enfrentadas por elas estão as altas taxas de juros, como a média nacional de 42,49% para microempresas em 2024, e a exigência de garantias dificultam o acesso a financiamentos em bancos tradicionais. A partir daí uma série de outros problemas adicionais surgem, como as altas taxas de inadimplência, dificuldades burocráticas e limitações na análise de crédito tradicional.

Foi justamente esse cenário que motivou o surgimento de soluções inovadoras no mercado financeiro: empresas que utilizam tecnologia para oferecer modelos mais acessíveis e eficazes, tornando o crédito mais inclusivo para pequenos e médios negócios.

Um exemplo é a M3 Lending, de Minas, que oferece crédito com taxas de juros 22% menores que as praticadas por bancos convencionais, além de proporcionar uma experiência digital e desburocratizada. “Nossa missão é facilitar o acesso ao crédito para empresas já consolidadas, permitindo que invistam em novos projetos ou aproveitem oportunidades vantajosas no mercado”, explica Gabriel César, CEO da fintech.

A plataforma opera de forma ágil: as empresas interessadas inserem seus dados e documentos online, e a M3 realiza uma análise detalhada de crédito. Caso aprovada, a oferta é apresentada a investidores, que têm até sete dias para decidir sobre o aporte. Os valores disponíveis variam de R$ 50 mil a R$ 500 mil, com taxas de juros a partir de 1,4% ao mês e prazos de pagamento de até 24 meses.

César destaca que muitos empreendedores desistem de seus negócios devido às condições desfavoráveis oferecidas por instituições tradicionais. “Altas taxas de juros e exigências como garantias patrimoniais comprometem a viabilidade de pequenas empresas e colocam em risco o patrimônio pessoal dos empresários”, alerta.

Além de taxas competitivas, a fintech busca equilibrar a relação entre risco e retorno, oferecendo rentabilidade média de 2,8% ao mês para investidores. “Esse modelo cria um ciclo positivo: investidores têm retorno acima da média, enquanto empresas conseguem crédito mais acessível para crescer e fortalecer suas operações”, explica o CEO.

Trata-se de um estímulo ao crescimento econômico. Com o acesso facilitado ao crédito, as PMEs podem investir em projetos que ampliem seus negócios e gerem impacto econômico direto. “Nosso objetivo é justamente fomentar o desenvolvimento dessas empresas, fundamentais para o crescimento da economia brasileira”, diz César. “Afinal, elas são responsáveis por mais de 52% dos empregos formais no setor privado”, conclui.

SOBRE A M3 LENDING

Fundada em Belo Horizonte (MG), a M3 Lending iniciou suas operações em 2021. A fintech faz a conexão de pequenas e médias empresas em busca de crédito a investidores, que, em sua maioria, são pessoas físicas, e que desejam destinar capital para essas empresas. Com apenas R$ 250, é possível se tornar investidor na M3 Lending.

Mais informações em: https://m3lending.com.br

‘Hoje Lula não ganharia de Bolsonaro’, diz Ciro Nogueira, presidente do PP e senador pelo Piauí, no CNN Entrevistas

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Ministro-chefe da Casa Civil de 2021 a 2022, congressista destacou alta na rejeição ao presidente da República, evidenciada em pesquisas recentes; conversa foi conduzida pelos jornalistas Gustavo Uribe e Jussara Soares e vai ao ar neste sábado (8), às 21h

Nogueira concedeu entrevista à CNN Brasil nos estúdios do canal em Brasília (DF); na foto, da esq. para a dir. o senador, o âncora Gustavo Uribe e a analista Jussara Soares (foto: Divulgação/CNN Brasil)

Fevereiro de 2025 – Com rejeição em alta, hoje o presidente Lula não seria vencedor de uma nova eleição contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, na avaliação do senador e presidente do PP (Progressistas), Ciro Nogueira, que conversou com o âncora Gustavo Uribe e a analista de política Jussara Soares no CNN Entrevistas que vai ao ar neste sábado (8), às 21h, na CNN Brasil (cnnbrasil.com.br).

“Como um homem com 49% de rejeição pode ganhar uma eleição? Isso não existe, é inviável. Se houvesse uma eleição hoje, Lula não seria candidato. Ele sabe e não vai manchar sua história com uma derrota no seu último mandato”, afirma Nogueira.

O senador também afirma haver uma crise de renda entre a população brasileira, que, a despeito do pleno emprego, convive com alta no preço dos alimentos. “As pessoas têm acesso a trabalho, mas não a comprar meios de subsistência. […] Hoje, sofrem com a inflação por conta do excesso de despesa em Brasília, e parece que ele [Lula] não quer ver isso”, diz o ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro de 2021 a 2022. “Ninguém consegue enfrentar inflação aumentando despesa”.

Secretaria de Agricultura de SP apresenta ações para as 645 prefeituras paulistas durante evento ‘Diálogo com municípios’

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No Palácio dos Bandeirantes, Pasta participou de ação com todas as Secretarias Estaduais; todos os municípios paulistas foram convidados

Com o objetivo de desenvolver o agronegócio no interior do estado, por meio dos programas da Pasta, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento participou do evento “Diálogo com municípios”, promovido pelo governo paulista para as 645 prefeituras do estado de São Paulo no Palácio dos Bandeirantes nesta quinta-feira (06/02).

 

“É importante falar um pouco do cenário e dos principais programas de governo para começar essa aproximação. Queremos estar ao lado dos municípios, das prefeituras, para levar à população a melhor gestão possível. Sei que são muitas as demandas municipais e a gente tem que entender os cenários para trabalharmos em conjunto”, explicou o governador Tarcísio de Freitas.

 

A Secretaria de Agricultura levou alguns de seus programas à sede do governo paulista. Foram apresentadas as ações de regularização fundiária com o Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), os kits de combate à incêndio com o Agro SP + Seguro, o programa Município Agro e o projeto Cozinhalimento, além de um novo programa de logística rural e um catálogo de compostagem orgânica sustentável.

 

“O Governo de SP está ao lado dos municípios, aqui estamos com uma plataforma digital para que as prefeituras conheçam programas da Secretaria de Agricultura e possam definir quais são os principais problemas da produção agropecuária de suas cidades”, destacou o secretário Executivo de Agricultura e Abastecimento, Edson Fernandes.

No âmbito da regularização fundiária, SP promoveu as maiores ações na história do Estado. São 3,4 mil propriedades regularizadas desde 2023, uma média de cinco regularizações por dia. Os esforços do governo paulista para garantir a paz no campo e gerar desenvolvimento regional somaram mais de 130 mil hectares de terra regularizados em 2024.

 

O Cozinhalimento, que gera segurança alimentar e capacitação, já conta com 251 cozinhas espalhadas pelo estado, capacitando 24 mil pessoas. A meta é alcançar 305 cozinhas até o final de 2026. Já o programa Município Agro, que premia as melhores iniciativas municipais na agropecuária, disponibilizou R$ 5 milhões para 117 cidades no ano de 2024.

 

As prefeituras também puderam conhecer ações de vigilância, prevenção e combate a queimadas em áreas rurais, com kits de combate à incêndios, com caminhões e tanque multiuso; um novo programa de agrologística para melhorar a infraestrutura rodoviária rural e um catálogo de compostagem, com equipamento capaz de gerar 300 quilos de adubo por dia, de forma sustentável.

 

BTG Pactual anuncia patrocínio e naming rights do Prêmio da Música Brasileira

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Premiação passa a se chamar Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira e reforça a trajetória de valorização da cultura e da indústria criativa dos parceiros

 

Prêmio BTG Pactual da Música brasileira anuncia data e local: 04 de junho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

 

São Paulo – O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, anuncia o patrocínio e aquisição dos naming rights do Prêmio da Música Brasileira, uma das mais prestigiadas celebrações da diversidade cultural do país. A partir de 2025, a premiação terá o nome de Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. A parceria busca ampliar a valorização do legado e da excelência da música brasileira, além de reconhecer novos talentos e aproximar o público para criar experiências, reforçando a conexão com a indústria criativa.

O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira 2025 acontecerá no dia 04 de junho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
 

Nova marca: Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira

 

Este ano, o Prêmio também faz história ao homenagear a dupla Chitãozinho & Xororó, reconhecendo sua contribuição no cenário musical e o impacto transformador do sertanejo na cultura brasileira. Criado em 1987 por Zé Maurício Machline, o Prêmio é um marco na promoção da nossa música e de seus criadores, contemplando gêneros, artistas e manifestações musicais de todas as regiões do Brasil. Com mais de 1.500 artistas premiados ao longo de suas 31 edições, registrou no último ano um recorde de inscrições: mais de 12 mil artistas de todos os estados brasileiros.

 

A 32ª edição do agora Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira anunciará seus indicados no dia 9 de abril, em um evento em São Paulo. Os vencedores são selecionados por uma curadoria criteriosa, com júri especializado, reforçando o compromisso com a qualidade e a diversidade cultural.

 

Chitãozinho & Xororó serão os homenageados do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira em 2025 – foto Marcos Hermes

 

“A música é uma das maiores forças culturais do Brasil. Patrocinar um prêmio de tamanha relevância é mais do que um gesto de apoio do BTG Pactual, é um compromisso genuíno com o impacto transformador da cultura nacional. A ideia é nos tornarmos o banco da música brasileira”, afirma André Kliousoff, CMO do BTG Pactual.

 

Além do patrocínio, o banco apoiará outros projetos em 2025, com foco em empreendedorismo musical, democratização do acesso à cultura e fomento de artistas.

 

“São mais de 40 anos dedicados à música. São 36 anos fazendo o Prêmio da Música Brasileira, onde já tivemos muitas parcerias. Agora, com o BTG Pactual, teremos oportunidades de fazer muito mais pela música e por nossos artistas. Nossos passos são ambiciosos, mas nosso horizonte é absolutamente promissor”, destaca Zé Maurício Machline.

 

Ao longo de sua história, o Prêmio consolidou-se como um importante marco na valorização da arte e na promoção de novas gerações de artistas, com homenagens para grandes ícones da música brasileira, como Tom Jobim, João Bosco, Lulu Santos, Ary Barroso, Gal Costa, Jackson do Pandeiro, Rita Lee, Milton Nascimento, Elis Regina, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga e Vinícius de Moraes.

 

 

Sobre o BTG Pactual
O BTG Pactual (BPAC11) é o maior banco de investimentos da América Latina e atua nos mercados de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Asset Management, Wealth Management e Banking. O BTG Pactual se consolidou como uma das plataformas de investimentos mais inovadoras do País, com um banco transacional completo para apoiar o momento de vida e a construção da história de seus clientes. Além disso, é pioneiro na agenda ESG, com produtos financeiros que apoiam a transição para uma economia mais verde e sustentável. A instituição é reconhecida e premiada internacionalmente, e conta com mais de 7 mil colaboradores no Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Peru, México, Estados Unidos, Portugal e Luxemburgo.
Sobre o Prêmio

Estabelecido em 1987, o Prêmio da Música Brasileira (PMB) é uma das mais importantes celebrações da riqueza e diversidade da música nacional. O PMB homenageia artistas, compositores, produtores e todos os profissionais que contribuem para a excelência da música brasileira. Dedicado a preservar e promover nossa herança cultural, o PMB celebra a história da música enquanto investe em seu futuro, oferecendo uma plataforma de soluções envolvendo a promoção da música brasileira.

Além de sua renomada premiação anual, o PMB também se dedica à produção de programas como “Por Acaso” e “Casa PMB”, que oferecem experiências musicais únicas e aproximam artistas e público. Por meio desses e de outros projetos, o PMB continua a enriquecer o cenário musical brasileiro, promovendo a criatividade e a inovação, e fornecendo uma ampla plataforma de soluções para a produção de formatos e apresentação musical.

Desde sua criação, o PMB tem sido um palco para celebrar talentos consagrados e emergentes, e suas produções visam não apenas reconhecer a excelência artística, mas também fomentar diálogos e oportunidades para os criadores. Junto a parceiros estratégicos, como uma referência na indústria musical, o PMB trabalha continuamente para inspirar e promover um ambiente vibrante para criadores e amantes da música.

A Reforma Tributária e a Lei Complementar nº 214/2025: o que todo empresário precisa saber

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A recente publicação da Lei Complementar nº 214/2025 (LC), que regulamenta a primeira parte da Reforma Tributária, trouxe uma série de mudanças significativas para o sistema tributário nacional. Esta reforma visa, principalmente, à simplificação do sistema de tributos sobre o consumo, promovendo uma série de modificações que afetam diretamente a gestão fiscal das empresas e o comportamento do mercado.

Diante desse cenário, é natural que as empresas busquem entender como a Reforma Tributária impactará seus negócios. Para isso, é essencial formular as perguntas certas, de modo a compreender a aplicação prática das novas regras. Algumas das questões principais a serem consideradas incluem:

  1. Como será a transição do regime atual para os novos tributos?
  2. Quais os pontos mais importantes a respeito dos novos tributos
    criados pela reforma?
  3. O que se espera em termos de simplificação de processos?
  4. Como ficam os créditos tributários e os benefícios fiscais?
  5. As empresas no Simples Nacional serão afetadas?
  6. Quais as perspectivas sobre a carga tributária para a minha
    empresa?

Neste artigo, abordaremos algumas dessas questões, e, para um esclarecimento mais detalhado, estamos à disposição para ajudá-lo.
Incidência da Reforma Tributária

A principal alteração trazida pela Lei Complementar nº 214/2025 (LC) é a extinção de uma série de tributos – como o ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI* – e a introdução de novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Essa mudança tem como objetivo criar um sistema mais simples e eficiente, com uma tributação única para o consumo, evitando a complexidade do sistema atual.

Outro ponto relevante da Lei Complementar é a adoção de novos princípios orientadores que serão fundamentais na implementação da reforma. Entre esses princípios, destacam-se a Simplificação, a Redução de Litigiosidade e a Desoneração de Investimentos e Exportações. Estes princípios visam reduzir a burocracia e facilitar a adaptação das empresas às novas regras, além de estimular a competitividade e o desenvolvimento econômico do país.

A reforma não será implementada de forma abrupta, pois foi estabelecido um Período de Transição que começará em 2026 e se estenderá até 2032. Durante esse período, as empresas terão tempo para se adaptar às novas regras tributárias, ajustando suas operações e sistemas fiscais. A transição gradual permitirá que os empresários planejem de forma estratégica a adaptação às novas alíquotas e aos novos tributos.

Período de Transição

O Período de Transição previsto na LC compreenderá a coexistência dos dois sistemas tributários, com tributos antigos e novos recolhidos paralelamente. Veja abaixo uma linha do tempo:

2026 – “Fase de Teste”, o IBS terá alíquota de 0,1% e a CBS de 0,9%, com dedução dos valores devidos de PIS/COFINS.

2027 a 2029 – Início da cobrança da CBS na sua alíquota plena e extinção do PIS/COFINS; redução das alíquotas do IPI a zero como regra geral; início da cobrança do IS; O IBS será cobrado à alíquota estadual de 0,05% e municipal de 0,05%, e a CBS será reduzida em 0,1%.

2029 a 2032 – Alíquotas do ICMS e do ISS serão reduzidas gradativamente; benefícios ou incentivos de ICMS e ISS serão reduzidos nas mesmas proporções das reduções das alíquotas desses impostos até 2032, último ano de suas existências.
2033 – Adoção plena do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Alíquotas

A Reforma estabelece uma alíquota padrão para todos os bens e serviços, ressalvados os regimes diferenciados, que a reduzem em 30%, 60% ou 100%.
A alíquota padrão prevista na Lei Complementar nº 214/2025 será de aproximadamente 28% (conforme declarações veiculadas na imprensa pelo Secretário Extraordinário da Reforma Tributária), com uma redução gradual ao longo dos próximos anos. Até 2033, espera-se que a alíquota seja reduzida pelo Poder Executivo para um patamar igual ou inferior a 26,5%, o que pode representar uma economia significativa para as empresas, especialmente aquelas que lidam com margens de lucro mais apertadas.
Regimes específicos para setores especiais

Um dos impactos mais relevantes da nova reforma diz respeito à criação de regimes tributários específicos para determinados setores, como o de bares e restaurantes, hotelaria, transporte coletivo de passageiros e agências de turismo, Sociedade Anônima do Futebol (SAF), entre outros.
Com regras bastante significativas, destacam-se os setores de combustíveis (monofásico), serviços financeiros, operações com bens imóveis (reduções de alíquota de 50% até 70%) e planos de saúde (reduções de alíquota de até 60%).
Estes setores terão um tratamento diferenciado, considerando suas particularidades econômicas e operacionais. A introdução de regimes específicos pode representar uma redução na carga tributária para alguns segmentos, proporcionando um alívio fiscal importante.
O Impacto para empresas do Simples Nacional

Outro ponto de destaque é a possibilidade dos contribuintes pelo Simples Nacional escolherem entre dois regimes de tributação para IBS/CBS: i) único, não sendo permitida a apropriação de créditos do IBS e da CBS e com direito a crédito na próxima etapa da cadeia pelo adquirente no mesmo montante do valor cobrado; ou ii) regime regular não cumulativo.
A mudança abre novas possibilidades de planejamento tributário para essas empresas, que podem se beneficiar da flexibilidade trazida pela Reforma Tributária, além de garantir um tratamento mais eficiente de suas obrigações fiscais.
Dentre outros incentivos fiscais e regimes fiscais favorecidos na LC, destacam-se as regras de crédito para o setor automotivo; novas regras de suspensão, redução de alíquota a zero e concessão de créditos presumidos para a Zona Franca de Manaus (ZFM) e Áreas de Livre Comércio (ALC); alíquotas específicas para biocombustíveis e hidrogênio de baixa emissão de carbono; e regimes aduaneiros especiais, com regra geral de suspensão do pagamento do IBS e da CBS.
Conclusão: oportunidades e desafios para os empresários

A Reforma Tributária traz consigo uma série de desafios, mas também muitas oportunidades. Com a simplificação do sistema tributário e a criação de regimes específicos para setores estratégicos, as empresas terão a chance de otimizar sua carga tributária e se adequar a um novo cenário fiscal.
Entretanto, o sucesso dessa adaptação dependerá de um planejamento cuidadoso e da orientação de profissionais qualificados, que possam ajudar os empresários a navegar por essas mudanças e aproveitar ao máximo as oportunidades que surgem.
Entre em contato conosco na Cerveira Advogados e garanta uma assessoria jurídica completa na implementação das novas regras tributárias.

 

*Daniel Cerveira, sócio do escritório Cerveira, Bloch, Goettems, Hansen & Longo Advogados Associados. Autor dos livros “Shopping Centers – Limites na liberdade de contratar”, São Paulo, 2011, Editora Saraiva, e “Franchising”, São Paulo, 2021, Editora Thomson Reuters Revista dos Tribunais, prefácio do Ministro Luiz Fux, na qualidade de colaborador. Consultor Jurídico do Sindilojas-SP. Colunista do site “Central do Varejo” e do Portal “Sua Franquia”. Integrante da Comissão de Expansão e Pontos Comerciais da ABF – Associação Brasileira de Franchising. Pós-Graduado em Direito Econômico pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV/SP) e em Direito Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como Professor de Pós-Graduação em Direito Imobiliário do Instituto de Direito da PUC/RJ, MBA em Gestão em Franquias e Negócios do Varejo da FIA – Fundação de Instituto de Administração e Pós-Graduação em Direito Empresarial da Universidade Presbiteriana Mackenzie.