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Mortes por choque elétrico e apagão reacendem no Congresso Nacional o debate sobre fiação elétrica subterrânea no Brasil

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Cabos elétricos expostos e tempestade não combinam. A prova disso foram as três vítimas que morreram eletrocutadas em PE após receberem descargas de postes e fios em meio aos diversos pontos de alagamento. Uma possível solução para proteger vidas e evitar apagões é o projeto de lei, reapresentado pelo deputado Marcelo Crivella, que pretende obrigar as concessionárias a substituírem as redes aéreas de distribuição de energia por redes subterrâneas.

O total de óbitos desde o início das chuvas em Pernambuco chegou a sete. Entre as pessoas que morreram eletrocutadas estavam,  Juan Pablo da Silva Melo, de 21 anos.  Ele foi vítima do choque elétrico enquanto caminhava por uma área alagada no Centro do Recife. O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou que ele faleceu devido a eletroplessão – termo técnico que se refere à morte ou lesão causada por uma descarga elétrica acidental.

 

Outro caso de eletrochoque resultou na morte de Valdomiro Simões da Silva Neto, de 18 anos. Ele estava retornando do trabalho quando, ao passar por uma área alagada, tocou a parede de uma casa abandonada e sofreu o choque fatal. A terceira morte ocorreu na Região Metropolitana de Recife. A vítima foi Myriam Vitória Amorim da Silva, de 24 anos. Ela voltava da padaria quando foi atingida por uma descarga elétrica ao encostar em um poste.  Essas fatalidades ocorreram por causa da queda de árvore nos fios elétricos. Os cabos soltos nos postes também causam acidentes que podem matar.

Um levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mostrou que nos últimos anos foram registradas cerca de 36 mil ocorrências envolvendo fiações da rede elétrica e de telecomunicações. Mais de 4 mil pessoas perderam a vida, enquanto outros perderam a luz dentro dos domicílios. O apagão duplo, da vida e da força,  reacendeu a necessidade de enterrar os fios da rede elétrica. Menos de 1% da fiação das ruas brasileiras é subterrânea, ou seja, enterrada. Enterrar a fiação é um projeto de lei que já tramita no Congresso Nacional e que obriga as concessionarias a substituírem  as redes aéreas de  distribuição de energia por redes subterrâneas.

A proposta foi protocolada em 2011 pelo então senador Marcelo Crivella,  mas foi arquivada pós concessionárias pedirem uma audiência pública que não aconteceu. Agora, como deputado federal, o republicano reapresentou o projeto em outubro do ano passado, pós o apagão que deixou milhões de pessoas sem energia elétrica no País. Para o parlamentar, o debate não pode ser mais adiado. “A COP será em novembro. Um ano extraordinária para que o Brasil possa tomar as providencias preventivas para ficarmos imunes as mudanças climáticas que afetam as redes aéreas de distribuição de energia elétrica e a vida das pessoas”, ressalta. Caso seja aprovada a proposta exigirá a modernização dos serviços de energia elétrica  em cidades acima de 300 mil habitantes, no prazo de 4 anos. “ Se seguirmos o exemplo dos EUA e Europa, que reduziu a fiação aérea que coloca em risco a vida das pessoas, vamos deixar um legado para próximas gerações”, comenta o parlamentar.

Especialistas garantem que a rede de energia subterrânea apresenta menor probabilidade de interrupção de energia, porque os componentes são a prova d’água,  não param de funcionar com alagamento e evita mortes por descarga elétrica. Segundo o parlamentar, tal ação evitaria “interrupções frequentes causadas por eventos climáticos, onde milhares de famílias são afetadas diretamente, com perdas de alimentos na geladeira, aparelhos eletrônicos queimados e até a vida”. Outro fator importante sobre o texto, ressaltado pelo autor, é que a fiação subterrânea traria uma “economia a longo prazo”, pois reduziria o furto de energia e de cabos. “O impacto sobre a segurança pública seria enorme, prevenindo acidentes fatais relacionados à infraestrutura aérea”, finalizou.

Cenário :

Brasil perde a “ força” no cenário internacional e é um dos apagões do mundo:

Atualmente, menos de 1% da rede elétrica no Brasil é subterrânea. São Paulo tem apenas 60 quilômetros de cabos aterrados, enquanto cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte têm 11% e 2%, respectivamente.

Enquanto na Europa, a média de tempo que as residências passaram sem luz foi de 12,2 minutos por ano em 2022 (mesmo com a crise energética causada pela guerra na Ucrânia), na maior cidade brasileira algumas famílias se queixam de mais de quatro dias sem energia.

 

Paris

Na contramão do Brasil, a rede elétrica subterrânea começou a ser instalada em 1910 na capital francesa.  A cidade tem toda a sua fiação no subsolo há mais de 60 anos, instalada em túneis subterrâneos

 

Nova York

já possui 71% de seu cabeamento enterrado. São cerca de 150 mil quilômetros de fios debaixo da terra e quase 60 mil quilômetros de cabos aéreos.

 

Buenos Aires

Avança na substituição desde a década de 1950

Ministra Luciana Santos visita sede do IMPA e reforça impacto da OBMEP e do IMPA Tech

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O Instituto de Matemática Pura e Aplicada, que é vinculado ao MCTI, é uma das mais respeitadas e reconhecidas unidades mundiais de pesquisa matemática

 

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Após anunciar o lançamento do edital do Pró-Infra 2025 voltado para a expansão e o desenvolvimento de infraestrutura de pesquisa das Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a ministra Luciana Santos, de passagem pelo Rio de Janeiro, visitou, na sexta-feira (7), a sede do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

O IMPA, que é uma organização social vinculada ao MCTI, é uma das mais respeitadas e reconhecidas unidades mundiais de pesquisa matemática. Além de possuir pós-graduação de renome internacional, com doutorado, mestrado e mestrado profissional, o Instituto ampliou sua atuação com a inauguração do programa de graduação, o IMPA Tech.

“Aqui é a expressão de uma história de que a ciência pode ser alcançada por qualquer pessoa. A ciência não é algo distante, nem muito menos a matemática. Nós temos a condição de formar milhões e milhões de brasileiros e brasileiras em qualquer área de conhecimento”, ressaltou a ministra Luciana Santos.

Uma das grandes iniciativas do IMPA, que completa 20 anos em 2025, é a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. A OBMEP é considerada a maior competição científica do país e tem o objetivo incentivar a educação e a descoberta de talentos matemáticos no Brasil, promovendo a inclusão social e a melhoria da qualidade da educação básica, por meio da difusão do conhecimento matemático.

“Uma menção honrosa na escola, uma medalha, movimenta toda a comunidade escolar”, pontuou o diretor-geral do IMPA, Marcelo Viana.

A competição é voltada para estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio de instituições públicas (municipais, estaduais, federais) e privadas. O evento reúne mais de 18 milhões de estudantes de escolas públicas e privadas de 99% dos municípios brasileiros.

“Nós temos campeãs e campeões olímpicos que passaram a ter o gosto pela matemática através da OBMEP. Essa é a maior experiência de difusão, de popularização da ciência e de aproximar a ciência das pessoas”, completou a titular do MCTI.

As inscrições para a 20ª OBMEP estão abertas e são feitas exclusivamente pelas escolas na página da Olimpíada, www.obmep.org.br até 17 de março. As unidades de ensino que desejarem participar devem preencher a ficha disponível no site da competição, informar o código MEC/INEP e criar uma senha.

IMPA Tech

No ano passado, o instituto inaugurou seu primeiro programa de graduação, o IMPA Tech. Com quatro anos de duração, o bacharelado em Matemática da Tecnologia e Inovação tem o objetivo de capacitar os estudantes para entrar de forma efetiva no mercado de tecnologia e inovação. A graduação é gratuita, financiada pelo governo federal. O processo seletivo reserva 80% das vagas para estudantes com bom desempenho em cinco olimpíadas científicas, como a OBMEP. Os outros 20% são destinados ao ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). A segunda turma aprovada para a graduação começa as aulas em março de 2025.

Centro PI

A ministra Luciana Santos aproveitou a ocasião para conhecer o Centro de Projetos e Inovação do IMPA. O objetivo do Centro Pi é resolver problemas do setor produtivo nacional por meio de projetos, pesquisa científica e formação de profissionais, atuando em áreas como Inteligência artificial, Machine learning, Dinâmica de dados e Geoestatística.

O espaço desenvolve projetos em parceria com a indústria nacional e com o poder público. São exemplos: previsão de chuvas no Rio de Janeiro, inversão sísmica, detecção do desmatamento e manutenção preditiva.

 

PULSE terá a maior estação de recarga para veículos elétricos de Chapecó e região

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Com grandes benefícios para o meio ambiente, o mercado de carros elétricos está em ascensão, e a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) prevê que 2025 será um ano de crescimento expressivo para esse segmento automotivo. Acompanhando essa tendência, o Pulse Open Mall – moderno shopping em construção no bairro Água Santa em Chapecó – oferecerá aos visitantes uma das maiores estações de recarga para veículos elétricos da região.

O projeto contará com o primeiro Eletroposto de Chapecó, equipado com um carregador de 23 kW de potência; seis carregadores de 7,4 kW de potência com plugue tipo dois, compatível com a maioria dos veículos elétricos e híbridos e, ainda, dois carregadores super-rápidos de 120kW de potência, capazes de realizar uma recarga em menos de duas horas.

Os motoristas poderão localizar a estação no complexo do Pulse Open Mall. Para fazer a reserva e acompanhar a recarga, basta baixar um aplicativo que será disponibilizado até a inauguração do espaço.

O CEO do projeto, Eduardo Bossini, destaca que “o Pulse Open Mall atenderá a todos os tipos de clientes. Quem possui um carro elétrico precisa de praticidade no dia a dia, por isso estamos desenvolvendo essa grande estação de recarga. Enquanto a pessoa faz compras, almoça ou se diverte, o carro estará sendo carregado de forma rápida e segura”.

ACESSO AO PARQUE

Conforme já anunciado, o PARQUE do o Pulse Open Mall abrirá ao público no dia 22 de fevereiro, oferecendo (sem cobrança de ingresso) completa estrutura para recreação, lazer e entretenimento e imponente presença da natureza. Um bosque nativo, integra o complexo, proporcionando uma experiência inesquecível ao visitante. Após a inauguração, o PARQUE estará disponível ao público diariamente das 7 às 21 horas, com serviço de segurança e limpeza, água e banheiros.

Hospital Cidade do Sol comemora um ano de atendimento humanizado e transforma a experiência dos pacientes na rede pública do DF

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Evento celebra 365 dias com mais de 3 mil atendimentos, tecnologia, telemedicina e iniciativas inovadoras
Por Pollyana Cabral
O Hospital Cidade do Sol (HSol), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), completa um ano de funcionamento e se consolida como referência em humanização e eficiência na saúde pública do DF. Para celebrar essa data especial, será realizado um evento na próxima segunda-feira, dia 10 de fevereiro, a partir das 16h, nas instalações do hospital.
Desde que teve sua gestão oficializada pelo IgesDF em 11 de setembro de 2024, após a sanção da Lei nº 7.552, o HSol tem apresentado resultados expressivos, como 3.122 admissões, 3.068 altas e uma taxa de ocupação média de 93%. A unidade também se destaca pelo uso da telemedicina, com mais de 800 interconsultas realizadas para auxiliar médicos de 13 UPAs e outras unidades de saúde, promovendo atendimentos mais seguros e ágeis. O índice de satisfação dos pacientes (Net Promoter Score – NPS) é de 86%, consolidando sua reputação na rede pública. A gestão definitiva do HSol foi concedida pelo IgesDF em agosto de 2024.
Além da eficiência no atendimento, o hospital se destaca por iniciativas inovadoras que tornam a experiência dos pacientes mais acolhedora. O prontuário afetivo, por exemplo, registra detalhes pessoais como apelidos e preferências musicais, proporcionando um cuidado mais humanizado. Outras atividades lúdicas incluem sessões de cinema com pipoca, o projeto “Tardezinha” com música ao vivo ao pôr do sol e dinâmicas terapêuticas promovidas pelos fisioterapeutas, como jogos e danças para pacientes internados.
A qualidade assistencial também se reflete na eficiência da gestão. O tempo médio de internação no HSol é de sete dias, bem abaixo da meta contratual de 14 dias, demonstrando um giro eficiente dos leitos. A farmácia do hospital é a primeira unidade do IgesDF a implementar integralmente um sistema de rastreabilidade de medicamentos, garantindo segurança e eficiência desde a aquisição até a administração aos pacientes.
O HSol também promove a saúde mental de seus colaboradores, com iniciativas como ioga e meditação, e projetos voltados à conscientização sobre negligência e violência contra idosos, como o “Respeito Não Envelhece”, que orienta familiares e acompanhantes sobre os direitos da pessoa idosa. A unidade também implementou a “Jornada do Paciente”, que integra equipes multidisciplinares e familiares para garantir um planejamento terapêutico eficaz e uma alta hospitalar segura.
O compromisso do HSol com a excelência em saúde está alinhado aos valores do IgesDF, que incluem governança clínica, tratamento humanizado e uma metodologia de melhoria contínua. A governança clínica assegura um padrão assistencial de alta qualidade, baseado em evidências científicas e boas práticas. O atendimento humanizado é um dos pilares da unidade, garantindo que cada paciente receba cuidado individualizado e respeitoso. Já a metodologia de melhoria contínua possibilita a adoção de estratégias para aprimorar processos e resultados assistenciais.
A comemoração de um ano do Hospital Cidade do Sol será uma excelente oportunidade para reunir autoridades, gestores de saúde, profissionais da área e a imprensa para compartilhar os resultados positivos alcançados, fortalecer parcerias e debater iniciativas para avanços futuros. Convidamos toda a população a prestigiar este momento e conhecer de perto as transformações promovidas pelo hospital na saúde pública do Distrito Federal.
Serviço: 
Evento: Aniversário de 1 ano do Hospital Cidade do Sol
Data: 10 de fevereiro de 2025
Horário: 16h
Local: Hospital Cidade do Sol, Distrito Federal
Mais informações: Ascom IgesDF – (61) 3550-8900, ramal 9281

Vereador Pedro Matos assume presidência da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Municipal de Fortaleza

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O vereador Pedro Matos (Avante) foi reeleito, nesta quinta-feira (6), presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor). O parlamentar reforçou o compromisso do colegiado com a política de incentivo à economia da cidade, com programas voltados para empreendedores e capacitação.

 

“Nosso mandato acredita que o empreendedorismo é um motor fundamental para o desenvolvimento econômico da nossa cidade e, por isso, vamos trabalhar para criar um ambiente favorável para o surgimento e crescimento de novos negócios”, destaca Pedro Matos.

 

A Comissão de Desenvolvimento Econômico é responsável por controlar e avaliar as atividades econômicas, garantindo que projetos industriais e comerciais sejam bem planejados e executados no município. Nas competências, também estão ações integradas que visam à profissionalização da população, gerando mais empregos e renda para os fortalezenses, com a elaboração de propostas que modernizam a gestão administrativa da cidade, tornando os serviços públicos mais eficientes e alinhados com as necessidades da população.

 

Comissão de Direitos do Consumidor

 

Pedro também assume mais uma vez a linha de frente na defesa dos consumidores fortalezenses contra as falhas e abusos da Enel, após ser indicado pela bancada do seu partido para ser membro da Comissão de Direitos do Consumidor.

 

Reconhecido por sua atuação na defesa dos direitos dos cidadãos, o vereador Pedro Matos liderou, em 2024, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a qualidade dos serviços prestados pela Enel em Fortaleza. Sob sua condução, a CPI revelou uma série de irregularidades, incluindo cobranças indevidas, frequentes interrupções no fornecimento de energia e a morosidade no atendimento aos consumidores.

 

“A Enel precisa entender que a população de Fortaleza exige respeito. Não vamos tolerar mais cobranças indevidas, falta de luz constante e descaso com o consumidor. A minha atuação na Comissão de Defesa do Consumidor será ainda mais incisiva,  usando a experiência da CPI para pressionar a empresa a cumprir suas obrigações e oferecer um serviço de qualidade”, afirma o vereador.

 

Com a experiência adquirida na CPI e agora à frente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Pedro Matos pretende buscar soluções que garantam  o fornecimento de energia elétrica de forma eficiente e justa, contribuindo para o desenvolvimento econômico da cidade e o bem-estar da população.

Rodada de negociações da semana resulta em acordo com a JTI

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O protocolo com a empresa JTI foi assinado na tarde da última quinta-feira (6), na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul (RS). Após a rodada de negociação no início da semana, a comissão apresentou nova proposta e a empresa reavaliou seu posicionamento e chegou a um acordo de 10,1% de aumento médio na tabela, não linear.

Com isso, a tabela da JTI garante a rentabilidade aos produtores integrados. O BO1 passa a valer R$ 23,36 o quilo. De acordo com os representantes da comissão representativa dos fumicultores, o trabalho que a empresa vem fazendo junto a comissão fez com que a negociação evoluísse.

No Burley, a proposta é de 5,19% de reajuste, linear, o que passa o B1 para R$ 21,05 o quilo, e resultou na assinatura do protocolo. A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Além da negociação com a JTI, a comissão também firmou acordo com a BAT no início da semana. Foi definido um reajuste linear de 10,55% para o tabaco Virgínia e 7,01% para o Burley na safra 2024/2025, assegurando a recomposição da variação dos custos de produção. Com isso, a BAT passará a operar com os valores de R$ 23,30/kg na classe BO1 do Virgínia e R$ 20,55/kg na classe B1 do Burley, mantendo uma tabela que garante rentabilidade aos produtores integrados.

O vice-presidente regional da Faesc e presidente do Sindicato Rural de Irineópolis, Francisco Eraldo Konkol, participou de todas as etapas das negociações e avaliou positivamente o desfecho. “Na avaliação de toda a comissão, tanto a Bat quanto a JTI mostraram que estão preocupadas com a valorização do produtor e com a continuidade do sistema integrado. A atuação das empresas em parceria com a comissão contribuiu para o avanço das negociações”, ressaltou Konkol.

 Konkol também integra a Comissão para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadec Tabaco da Faesc), representa a CNA/Faesc no Fórum Nacional de Integração do Tabaco (Foniagro) e é membro da CNA/Faesc na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco no MAPA.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, reconheceu o trabalho da comissão nas negociações e ressaltou a participação de Konkol na representação do setor. Destacou ainda o papel da comissão na condução do processo em busca de melhores condições para os produtores de tabaco e reafirmou que a Faesc seguirá atuando em defesa do setor.

*Com informações da AFUBRA

 

Tendência para 2025, calistenia pode ser aliada na perda de peso

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Especialista explica vantagens e desvantagens da prática e dá dicas para aproveitar melhor os treinos

A calistenia, prática de exercícios físicos que utiliza o peso do próprio corpo, tem recebido destaque recentemente, principalmente graças à sua acessibilidade e aos benefícios que oferece para a saúde e qualidade de vida. Os exercícios não requerem equipamentos e podem ser realizados em qualquer lugar, seja ao ar livre ou em espaços internos, tornando a atividade ideal para quem busca um treino econômico e eficaz.

Os exercícios de calistenia trabalham duas vertentes metabólicas fundamentais — as resistências anaeróbica e aeróbica. “A resistência anaeróbica foca no fortalecimento muscular e é essencial para atividades que exigem grande esforço físico, como subir montanhas ou carregar materiais pesados. Já a resistência aeróbica melhora o sistema cardiovascular, o que facilita a prática de atividades de longa duração, como corrida e ciclismo, contribuindo para um bom metabolismo e controle da pressão arterial”, detalha Zair Cândido, coordenador da UPX Sports e do curso de Educação Física da Universidade Positivo (UP).

Cuidados na prática dos exercícios

Como qualquer atividade física, a calistenia exige cuidados, principalmente para aqueles que apresentam condições médicas como hipertensão, problemas cardíacos ou de mobilidade. O especialista lembra que é fundamental realizar um check-up médico antes do início da prática, ajustando os exercícios à condição física do praticante. “Para pessoas com sobrepeso, exercícios de alto impacto, como saltos, podem ser prejudiciais para as articulações. Para pessoas com pressão alta, é importante não forçar além do ideal para não correr o risco de coágulos e trombos por causa de um eventual depósito de gordura em algumas artérias, por exemplo”, alerta. Ele também chama atenção para a importância da postura correta durante a realização dos exercícios, visto que qualquer atividade feita de forma incorreta pode provocar problemas ligamentares ou vertebrais.

O profissional ressalta, ainda, a importância de realizar alongamentos e aquecimento antes de iniciar os exercícios de calistenia, a fim de ter uma melhor performance durante as atividades e evitar lesões. “Ao fazer um aquecimento, os tendões e ligamentos ganham uma tensão maior e os músculos têm uma irrigação sanguínea maior, fazendo com que as enzimas trabalhem de forma adequada durante os exercícios.”

Principais benefícios da calistenia

Além de melhorar a resistência muscular e cardiovascular, a calistenia também tem impactos positivos no cérebro. “O aumento da concentração de ácido lático durante os exercícios de calistenia pode estimular a produção de uma miocina chamada BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que beneficia a saúde mental e melhora as conexões neurais”, explica Zair, ressaltando que a prática da calistenia melhora a oxigenação dos tecidos, fazendo com que as atividades físicas sejam feitas com menos esforço, o que consequentemente ajuda no controle da pressão arterial e da glicemia, prevenindo o desenvolvimento de diabetes.

Um dos maiores atrativos da calistenia é a acessibilidade, uma vez que os exercícios podem ser praticados em qualquer espaço, seja interno ou externo, e sem a necessidade de equipamentos. “Além disso, a flexibilidade de intensificar os exercícios conforme o progresso permite uma personalização do treino, sendo uma ótima opção tanto para iniciantes quanto para atletas mais experientes”, detalha o especialista.

A prática da calistenia sozinha já pode oferecer ótimos resultados, no entanto, Zair recomenda intercalar esses exercícios com outras atividades, como corrida e musculação. “A combinação da calistenia com outras atividades é fundamental para trabalhar novas formas de estimular o metabolismo, entregando resultados ainda mais satisfatórios a longo prazo”, finaliza.

Sobre a UP Experience

A UP Experience é o maior e mais completo complexo cultural, esportivo e científico do Brasil. Responsável pela gestão dos espaços de locação de todas as instituições do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional, a UP Experience é, hoje, parte indispensável do ecossistema de eventos e turismo do país, como um polo de acesso do grande público à cultura, esporte e conhecimento em todo o território brasileiro. upx.art.br

Sistema FAESC/SENAR lança calendário de eventos agropecuários 2025

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A programação prevê 235 feiras e exposições realizadas com o apoio do Sistema Faesc/Senar e Sindicatos Rurais

O calendário de feiras e exposições agropecuárias 2025, elaborado pelo Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) em parceria com os Sindicatos Rurais e com o apoio do Governo do Estado, promete movimentar o agronegócio catarinense. A extensa programação prevê 235 feiras e exposições em todas as regiões do Estado.

A versão digital completa já está disponível no site da Faesc (https://sistemafaesc.com.br/), e a programação mensal poderá ser acompanhada nas redes sociais do Sistema Faesc/Senar.

Além da parceria do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos Rurais filiados, os eventos terão o apoio de associações, de empresas leiloeiras, das Secretarias de Estado da Agricultura (SAR) e da Pesca (SAQ) de Santa Catarina, bem como da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca o expressivo crescimento dos eventos agropecuários promovidos com o apoio do Sistema Faesc/Senar e Sindicatos no Estado. Em 2018, as feiras e exposições contabilizaram 101 eventos. Desde então, esse número só aumentou: 107 em 2019; 110 em 2020; 118 em 2021; 161 em 2022; 189 em 2023 e 208 em 2024.

De acordo com Pedrozo, todo esse crescimento confirma a qualidade da produção catarinense. “Neste ano, teremos 235 feiras e exposições que impulsionarão ainda mais o comércio de animais, vegetais, produtos e subprodutos do Estado. Além disso, a programação fortalece as tradições regionais, estimulando a troca de conhecimentos e experiências entre as comunidades rurais e urbanas”, complementa.

O calendário também é uma ferramenta estratégica para destacar a excelência da produção agropecuária catarinense. Pedrozo ressalta a relevância de Santa Catarina como um dos maiores produtores de alimentos do Brasil, com diferenciais em sanidade animal, produtividade e defesa agropecuária. Ele ressalta, ainda, a importância da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos na modernização, na gestão e no aumento da produtividade e renda dos produtores.

O vice-presidente de finanças da Faesc, Antônio Marcos Pagani de Souza, reforça que a presença de animais de alta qualidade amplia as oportunidades de negócios nas feiras. “Nosso objetivo é auxiliar os produtores rurais a elevarem a qualidade dos animais e ajudá-los a obter melhores resultados econômicos. As feiras são uma excelente oportunidade para o produtor valorizar sua produção e agregar valor ao processo de comercialização”, conclui.

 

Lula sugere “processo educacional” da população contra preços altos, e jornalista sugere o impeachment do esquerdista

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Sem saber governar, mentindo descaradamente e gastando muito, o presidente petista diz agora que o próprio povo pode controlar o valor dos alimentos, forçando a baixa dos preços.

Durante a campanha eleitoral de 2022, Lula prometeu que o pobre comeria picanha, mas decorridos mais de 2 anos, isso não aconteceu, porque ele e sua esquipe de governo simplesmente  destruiram a economia do Brasil. O pobre está sem picanha agora sem café.

E agora Lula vem com nova proposta para o povo brasileiro: “Eu não posso comprar aquilo que está sendo exagerado o preço. Eu vou deixar na prateleira, não vou comprar, compro amanhã ou compro outra coisa, ou compro um similar. Esse é um processo educacional que nós vamos ter que fazer com o povo brasileiro”, defendeu o petista.

Há décadas que Lula não compra, com dinheiro do próprio bolso,  alimentos, gasolina, passagem aérea, hotéis e outras mordomias. O erário é quem paga, ou seja: o povo!

Lula também ressaltou que a população deve ter a “consciência” de não comprar o que considerar muito caro. “Porque assim, o estabelecimento vai ter de baixar para vender, se não vai estragar”, disse Lula, ignorando o fato de que a incompetência de seu próprio governo promoveu aumentos significativos em produtos e serviços nos últimos dois anos.

“Comprar tapetes e móveis caros para o conforto de Lula e Janja no Palácio do Alvorada pode. Viajar ao exterior e se hospedar em hotéis 5 estrelas pode, mas o cidadão trabalhador pagador de impostos não pode ter mais de um aparelho de TV em casa e agora tem de procurar outro tipo de alimento para substituir a carne e o café? Esse povinho da esquerda que atualmente ocupa o poder vive num bolha com tudo pago e por isso acham que não há crise no Brasil. O povo irá às ruas no dia 16 de março exigir o impeachment do descondenado que afunda o Brasil porque o povo não aguenta mais tanta mentira, hipocrisia e falta de respeito. Lula e seus amiguinhos do STF se acham acima de tudo e de todos, mas a verdade começou aparecer e surge uma luz no fim do túnel para o país se livrar dessa gente incompetente, incoerente, inconsequente, que ignora a Constituição e torra o dinheiro público. Já existem elementos de sobra para o impeachment de Lula, que é inevitável e urgente!”, afirma o jornalista investigativo Donny Silva, que acompanha os bastidores da política desde 1986.

 

Farmacêutico na indústria: da inteligência de mercado à produção de medicamentos

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6% dos colaboradores da Prati-Donaduzzi são profissionais da Farmácia

Pesquisa, desenvolvimento, produção, garantia e controle da qualidade: são muitas as áreas em que um farmacêutico pode atuar na indústria farmacêutica. Na Prati-Donaduzzi, em Toledo (PR), 346 dos 5.200 colaboradores são farmacêuticos. “Desde a pesquisa para desenvolver um medicamento, análise do produto, regulamentações, escolha da embalagem e dos insumos mais adequados e definição do processo de produção, há diversas oportunidades para o profissional de farmácia na indústria”, explica a diretora de Pesquisa e Desenvolvimento, Letícia Rechia. “Além disso, é preciso replicar todos esses processos na etapa de produção, controle e garantia da qualidade, bem como nos suprimentos, que ajudam a identificar as melhores matérias-primas”, complementa.

Na indústria farmacêutica, o farmacêutico pode fazer parte de departamentos como Assuntos Regulatórios, Tecnologia Farmacêutica, Analítica, Controle e Garantia da Qualidade, Farmacovigilância, Pesquisa e Desenvolvimento, Novos Negócios e Pesquisa Clínica. Sua atuação é fundamental para os processos fabris, análise de matéria-prima e produtos acabados, boas práticas de fabricação, além de processos e gerenciamento de auditorias obrigatórias por lei. Tudo para que os medicamentos disponibilizados no mercado tenham alta qualidade, segurança e eficácia.

O farmacêutico acompanha toda a cadeia produtiva do medicamento: da concepção até a chegada ao centro de distribuição, monitorando condições como temperatura e armazenamento. Esse cuidado se estende ao destino final, como farmácias, hospitais ou centros de saúde, garantindo a qualidade no momento da dispensação.

Sobre a Prati-Donaduzzi

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos. Com sede em Toledo, Oeste do Paraná, produz aproximadamente 13 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais de 5 mil empregos. A indústria possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil e desde 2019 vem atuando na área de Prescrição Médica, sendo a primeira farmacêutica a produzir e comercializar o Canabidiol no Brasil.