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Ordem do Mérito Cultural 2026: sociedade civil pode indicar nomes de 31/03 a 09/04

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Com participação social, Governo do Brasil e MinC irão conceder a maior honraria pública ao setor cultural
 
A partir desta terça-feira, (31), a sociedade terá a oportunidade de participar da escolha dos homenageados da Ordem do Mérito Cultural (OMC) 2026, a maior honraria pública concedida ao setor cultural pelo Governo do Brasil e Ministério da Cultura (MinC). Até 9 de abril, o público poderá indicar nomes de personalidades, órgãos, instituições ou coletivos que contribuíram para o desenvolvimento da cultura. O formulário on-line para indicações está disponível no site, acesse aqui.
Como participar
As nomeações podem abranger os mais variados segmentos culturais, como acervo, arquitetura, artes cênicas (teatro, dança e circo), artes visuais, audiovisual, cultura digital, cultura indígena, culturas urbanas, fotografia, literatura e música. Para participar, é necessário preencher o formulário indicando, entre outras informações, o nome completo da pessoa ou entidade, o segmento cultural de atuação e a justificativa que reforça a relevância do indicado com, no mínimo, 500 caracteres, obrigatoriamente.
Os homenageados serão reconhecidos em três diferentes graus, conforme o impacto e relevância de suas contribuições: Grã-Cruz, para as maiores distinções; Comendador, para contribuições de destaque; e Cavaleiro, para contribuições relevantes em suas áreas.
Ordem do Mérito Cultural
A OMC foi instituída pela Lei n.º 8.313, de 1991. Tem por finalidade condecorar personalidades, órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, que tenham se distinguido por suas relevantes contribuições prestadas à cultura brasileira.
A honraria foi retomada em 2025 com o tema “40 anos do MinC: Democracia e Cultura” e condecorou 112 pessoas e 14 instituições. “A volta da Ordem do Mérito Cultural é um marco importante, pois valoriza aqueles que constroem a nossa cultura com dedicação e talento. É o reconhecimento da cultura enquanto alicerce para a democracia e para a construção de um país mais inclusivo e diverso”, destacou, à época, a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Rumo à universidade: seis dicas para montar um cronograma de estudos

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Professores mostram como tornar o planejamento mais efetivo e melhorar o desempenho nos vestibulares e Enem

O início do ano letivo é o momento ideal para organizar a rotina de estudos para o Enem e os vestibulares — provas decisivas na vida do estudante. Um planejamento estruturado, elaborado com antecedência, ajuda a evitar frustrações, reduz a sobrecarga decorrente do volume de disciplinas e contribui para um desempenho mais consistente ao longo do processo.

Para orientar essa organização, a coordenadora do Ensino Médio do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo, Lucimeire Fedalto, e o coordenador pedagógico do Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR), Henrique Pedrotti, reuniram orientações práticas para auxiliar estudantes na construção de uma rotina de estudos eficiente.

1. Definição de objetivos e mapeamento de provas

O primeiro passo é ter clareza sobre onde se quer chegar. Para Lucimeire, o planejamento começa com informação e estratégia. “É importante mapear as provas que o estudante deseja prestar, compreender o formato — se são objetivas, discursivas ou somatórias — e estabelecer metas de desempenho realistas. Também é essencial analisar os pesos das disciplinas em cada instituição e organizar uma planilha com essas informações”, comenta.

Pedrotti reforça que essa organização não deve ser adiada. “A preparação para o Enem e os vestibulares não começa no último bimestre. Quando o aluno se organiza desde o início do ano letivo, consegue distribuir melhor os conteúdos, estudar com mais tranquilidade e chegar às provas com mais segurança”, afirma.

2. Construção de rotina de estudos

Para os especialistas, o cronograma só funciona quando inserido em uma rotina consistente. “Mais do que quantidade de horas, é preciso disciplina e constância”, afirma a professora. “O tempo deve ser distribuído entre aprofundamento de conteúdo, revisão, resolução de questões e realização de simulados completos e cronometrados ao longo do ano”.

Pedrotti complementa: criar horários fixos transforma o estudo em hábito. “Definir uma rotina que concilie escola, descanso e lazer favorece um processo saudável. O apoio da família, ao respeitar esses horários e incentivar a disciplina, também faz diferença”, destaca.

3. Estudo baseado em questões e foco nas dificuldades

Resolver exercícios é uma das estratégias mais eficazes de aprendizagem. O coordenador do Colégio Semeador destaca que reconhecer as próprias fragilidades faz parte do processo de amadurecimento acadêmico. “Identificar quais disciplinas exigem mais atenção ajuda o estudante a direcionar melhor o tempo de estudo. Trabalhar as dificuldades ao longo do ano evita acúmulos e lacunas próximas à prova”, explica.

De acordo com Lucimeire, a orientação é resolver questões após cada conteúdo estudado e manter o controle dos erros mais frequentes, identificando padrões de dificuldade. “O aluno precisa classificar os erros — se foram por falta de conteúdo, dificuldade de interpretação, desatenção ou má gestão do tempo — porque essa análise direciona o estudo de forma muito mais eficiente”.

4. Sistema estruturado de revisão

A revisão também deve ser planejada, não improvisada. “Ela deve acontecer semanalmente, com resumos sintéticos, flashcards de fórmulas e mapas mentais objetivos, organizados conforme a incidência dos conteúdos nas provas. Revisar é consolidar o aprendizado e evitar que o conteúdo se perca ao longo do ano”, orienta Lucimeire.

O coordenador acrescenta que a prática constante fortalece a confiança do aluno. “Revisar conteúdos e praticar exercícios com frequência, especialmente no estilo do Enem e dos vestibulares, ajuda a compreender o formato das provas e a desenvolver estratégias de resolução.”

5. Treino contínuo de redação

No caso da redação, o treino precisa ser permanente. “É fundamental aproveitar cada feedback do professor para evoluir e ampliar o repertório sociocultural, dominando a estrutura dissertativo-argumentativa, especialmente no modelo do Enem”, recomenda a professora. “Produzir redações com temas contemporâneos e focar na clareza de tese, na progressão argumentativa e na proposta de intervenção bem articulada faz toda a diferença”, afirma.

6. Gestão emocional e organização administrativa

Por fim, os especialistas lembram que o desempenho não depende apenas de conteúdo. “O vestibular exige maturidade emocional e organização. É preciso planejar o calendário de inscrições e provas, cuidar da documentação e manter uma rotina equilibrada”, destaca Lucimeire.

Pedrotti reforça que saúde e rendimento caminham juntos. “Sono de qualidade, alimentação equilibrada e momentos de lazer são aliados importantes do aprendizado. Preparar-se para o Enem e os vestibulares é um processo de longo prazo que exige equilíbrio entre estudo, saúde e vida pessoal”, finaliza.

 

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 22 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe mais de 19 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

 

MPor amplia inclusão feminina na aviação com formação de pilotos e mecânicas

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Iniciativas abrem caminho para mulheres em áreas historicamente masculinas do setor aéreo

– Foto: Vosmar Rosa

 

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) tem intensificado ações para ampliar a presença feminina nas profissões da aviação civil, com iniciativas voltadas à formação de pilotas e mecânicas de manutenção aeronáutica. Conduzidos pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), os programas atuam de forma complementar para reduzir desigualdades históricas e criar oportunidades concretas para mulheres, especialmente em regiões como o semiárido nordestino.
A baixa participação feminina em funções técnicas e operacionais ainda é um desafio no Brasil. Atualmente, apenas 3% dos pilotos são mulheres frente a 64.472 homens. Entre os mecânicos de manutenção aeronáutica, a proporção se repete: 3% em um universo de mais de 30 mil profissionais. O contraste aparece na função de comissários de voo, onde elas representam 66% da categoria.
Para a secretario de Aviação Civil, Daniel Longo as iniciativas atuam de forma integrada para transformar o setor. “Estamos avançando em diferentes frentes, da formação de pilotas à qualificação de mecânicas, para garantir que mais mulheres tenham acesso a carreiras estratégicas na aviação. Isso melhora a qualidade do setor e amplia oportunidades de desenvolvimento”, destaca.
Acesso ao cockpit
Um dos eixos de atuação é voltado à formação de pilotas, ação que integra o programa Asas para Todos e apoia a capacitação de mulheres nos cursos de piloto privado e piloto comercial. A política contribui para suprir a demanda por profissionais qualificados e fortalecer a aviação regional.
Ao todo, 842 candidatos se inscreveram no processo seletivo, do qual foram escolhidos 20 participantes, com 50% das vagas para mulheres. A formação, prevista para ser concluída em dezembro de 2026, contempla 183 horas de voo, além de curso de inglês voltado à certificação internacional.
Qualificação técnica no chão de fábrica
Em outra frente, o MPor investe na formação de mecânicas de manutenção aeronáutica, com cursos voltados a áreas como célula, aviônicos e grupo motopropulsor. A iniciativa amplia o acesso de mulheres a uma carreira estratégica para a segurança operacional e o funcionamento da aviação.
Uma das alunas é Yasmin Selieli. Para ela, a oportunidade representa uma mudança de vida. “Eu sempre gostei da aviação, mas nunca tive muitas oportunidades. Me formei em enfermagem e estava perdida, sem saber o que fazer. Quando vi o curso, percebi que era a chance que eu precisava, porque não tenho condições de pagar por uma formação dessas”, afirma.
Yasmin destaca o impacto do ambiente de incentivo no início da formação. “Estou com expectativas muito altas. Me senti motivada, acolhida e com esperança de que dessa vez as coisas vão dar certo”, completa.
Ela também chama atenção para a importância de ampliar a presença feminina no setor. “A gente é maioria na população, então onde estão essas mulheres? Muitas vezes faltam oportunidades ou há medo de desrespeito. Projetos como esse são fundamentais para mudar essa realidade”, diz.

Requisitos de renda para o Green Card em 2026: o que patrocinadores precisam saber para evitar atrasos no processo

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Entenda como comprovar capacidade financeira, evitar exigências adicionais do governo americano e garantir mais segurança na solicitação

 

Estados Unidos – Para brasileiros que desejam patrocinar familiares na obtenção do green card nos Estados Unidos, a comprovação de capacidade financeira segue como uma das etapas mais críticas — e frequentemente subestimadas — do processo imigratório.
No centro dessa exigência está o Formulário I-864, conhecido como Affidavit of Support, um contrato legal firmado entre o patrocinador e o governo dos Estados Unidos com o objetivo de assegurar que o imigrante não dependerá de assistência pública e terá suporte financeiro adequado ao longo de sua permanência no país.
De acordo com Luciane Tavares, diretora e especialista em imigração da American Immigration Associates,falhas nessa etapa são mais comuns do que se imagina, mesmo em casos considerados fortes do ponto de vista jurídico. “Muitos processos são atrasados por erros evitáveis na documentação financeira. A estruturação correta do Affidavit of Support é essencial para evitar solicitações adicionais de evidências e atrasos desnecessários”, explica.
De forma geral, o patrocinador precisa comprovar renda equivalente a, no mínimo, 125% das diretrizes federais de pobreza dos Estados Unidos, considerando o tamanho total do núcleo familiar envolvido no processo. Esse cálculo inclui não apenas o patrocinador e o imigrante, mas também dependentes e até pessoas previamente patrocinadas que ainda estejam sob responsabilidade legal. Há, no entanto, uma exceção relevante: militares da ativa que patrocinam cônjuge ou filhos podem se qualificar com 100% da linha de pobreza.
Segundo a especialista, um dos erros mais recorrentes está justamente na definição do tamanho da família. “Pequenas inconsistências nesse cálculo podem gerar questionamentos e impactar diretamente a análise do processo”, alerta.
Embora os valores sejam atualizados anualmente, as estimativas atuais para 2026 indicam que uma família de duas pessoas deve comprovar renda a partir de aproximadamente US$25.550, enquanto famílias de três e quatro integrantes precisam demonstrar ganhos na faixa de US$33.000 e US$40.000, respectivamente. Ainda assim, esses números funcionam como referência geral, já que a avaliação final depende de atualizações oficiais e das particularidades de cada caso.
Análise financeira rigorosa e alternativas para comprovação de renda
Outro ponto importante é que o órgão de imigração dos Estados Unidos, o USCIS, não se limita à análise do valor declarado da renda. A consistência, a origem e a estabilidade financeira do patrocinador também são levadas em consideração. Por isso, é comum que sejam exigidos documentos como declarações de imposto de renda dos últimos anos, comprovantes de emprego e registros de pagamento recentes.
Casos que envolvem trabalho autônomo, mudanças recentes de emprego, variações de renda ou ganhos obtidos no exterior tendem a passar por um nível maior de escrutínio. Nesses cenários, a forma como as informações são apresentadas pode ser determinante. “Não basta cumprir o requisito mínimo. É fundamental demonstrar solidez e credibilidade financeira”, destaca Luciane.
Mesmo quando o patrocinador não atinge o valor mínimo exigido, isso não significa, automaticamente, a inviabilização do processo. Existem alternativas legais que podem ser utilizadas, como a inclusão de bens — a exemplo de contas bancárias, imóveis ou investimentos, o uso de um patrocinador conjunto ou até a complementação de renda por membros da mesma residência, desde que cumpram os critérios estabelecidos pela legislação.
De acordo com a especialista, essas estratégias exigem atenção técnica e conhecimento detalhado das regras. “Erros na documentação, interpretação equivocada das exigências ou uso inadequado de patrocinadores conjuntos podem comprometer todo o processo”, afirma.
Na prática, muitos dos atrasos enfrentados por solicitantes estão ligados a falhas como o uso de tabelas de renda desatualizadas, inconsistências nas informações financeiras, documentação incompleta ou dependência de rendas informais que não podem ser devidamente comprovadas. Essas situações frequentemente resultam em solicitações adicionais por parte do governo americano, o que pode prolongar a análise por meses.
Apesar de muitas vezes tratado como uma etapa burocrática, o Affidavit of Support é, na realidade, um dos pontos mais rigorosamente avaliados em todo o processo de obtenção do green card. Uma preparação adequada pode não apenas evitar atrasos, mas também fortalecer significativamente a credibilidade do pedido como um todo.
“Uma apresentação financeira bem estruturada reduz riscos, evita exigências adicionais e aumenta a previsibilidade do processo. Por outro lado, uma abordagem inadequada pode comprometer até mesmo casos sólidos”, reforça Luciane Tavares.
Embora os requisitos de renda para o green card em 2026 possam parecer simples à primeira vista, sua aplicação prática pode se tornar complexa, especialmente em situações que envolvem múltiplos dependentes, rendas variáveis ou estruturas financeiras menos convencionais. Nesse contexto, planejamento e organização documental desde o início são fatores decisivos para garantir um processo mais seguro e eficiente.

ANÁLISE: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA ASSEMBLEIA DO SINDSER NO DER-DF?

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O sindicato SINDSER realizou às pressas uma assembleia na sexta-feira (27/3) à tarde  para tratar da seguinte pauta: INCORPORAÇÃO DA GRATIFICAÇÃO RODOVIÁRIA, um tema importante que interessa a todos os servidores.  Por isso, o servidor decidiu participar.
ATENÇÃO AO QUE REALMENTE ACONTECEU
 Durante a assembleia, o que se verificou, segundo relatos, foi a tentativa de encaminhar a aprovação de uma CARREIRA DE POLICIAMENTO DE TRÂNSITO — que nunca foi aprovada em assembleia no DER/DF, se quer colocada na pauta de convocação da assembleia e esse tema beneficiará apenas cerca de 10% dos servidores. Ou seja: O tema divulgado na convocação dos servidores não foi o que efetivamente dominou a condução da assembleia.
Segundo informações que circulam entre servidores,  a convocação foi para encaminhar a Incorporação da Gratificação Rodoviária, porém: A incorporação não está sendo encaminhada; Não há chance real de aprovação neste momento.
Na prática:
Não há negociação acontecendo
Não há projeto tramitando
Não há previsão de avanço
Então surge a dúvida: Por quê chamaram uma assembleia com esse tema?  O sindicato ficou cerca de três anos sem realizar assembleias no DER/DF.  E agora convocou uma assembleia às pressas. Com um tema sem viabilidade no momento. Por que essa pauta não foi trabalhada antes?
O que pode estar por trás, entenda. Segundo críticas de servidores, o objetivo real seria aprovar o encaminhamento da carreira de policiamento de trânsito que tem ampla rejeição dos servidores.
Que beneficiará apenas 10% da categoria Veja o cenário:
– Chamou-se toda a categoria com um tema de interesse geral a Incorporação da Gratificação
– Esse tema não tem chance real de acontecer agora
– Não foi trabalhado nos últimos anos
– A assembleia é convocada de forma repentina
– E, com a participação dos servidores, tentou-se aprovar, outra proposta rejeitada pela categoria e que beneficiará apenas uma minoria.
Resumo: Usaram um tema importante de amplo alcance para chamar a categoria, a Incorporação da GR para encaminhar algo restrito e que NÃO ATENDE A CATEGORIA DO DER/DF. Qual é o problema disso?
A categoria fica dividida sendo 10% são beneficiados e 90% ficam insatisfeitos.  E isso gera enfraquecimento da categoria; Perda de união;  Dificuldade para conquistar direitos para todos Qual papel de uma liderança sindical? Uma liderança sindical deve: Ser transparente, defender toda a categoria e agir com clareza.
Quando isso não acontece, perde a confiança,  credibilidade e a condição de liderar. Os diretores deixam de agir como representantes da maioria dos servidores.E passam a defender interesses restritos Consequência:Perdem legitimidade para conduzir a categoria E a política nisso tudo? A assembleia ocorre próxima às eleições de 2026.
Políticos se aproveitam desses momentos com uma pauta sem viabilidade real, que pode gerar expectativa e depois frustração.  Isso pode servir para: Mobilizar agora e usar a insatisfação politicamente depois.
O que cada servidor deve observar:
Antes de apoiar qualquer decisão, é preciso analisar:  Isso tem chance real de acontecer? Por que só agora essa pauta apareceu? Quem realmente será beneficiado? É para todos ou para poucos? Está claro o que está sendo encaminhado? A incorporação é importante, mas não foi trabalhada pelo sindicato.
O tema da incorporação não foi autorizado pela direção do órgão. Surge de forma repentina. E pode estar sendo usado para outros objetivos. Enquanto isso, tentam encaminhar algo que atenderá poucos servidores e ainda gerar efeito político com a insatisfação da maioria.
Participar é importante, mas entender o que realmente está sendo encaminhado é essencial para não ser induzido ao erro.

Brasil atualiza regulação nuclear e cria novo modelo para escolha de locais de usinas

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A principal novidade é a criação da Licença Prévia de Local (LPL)

 

O Brasil deu um passo relevante para a modernização do seu setor nuclear com a publicação, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (30), de uma nova resolução da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear que atualiza as regras para a escolha de locais destinados à instalação de centrais nucleares.
A principal novidade é a criação da Licença Prévia de Local (LPL), um novo instrumento regulatório que permite a avaliação e aprovação de sítios nucleares antes mesmo da definição do projeto específico da usina. Na prática, a medida traz mais previsibilidade ao processo de licenciamento, ao possibilitar que áreas previamente aprovadas possam receber diferentes configurações tecnológicas no futuro.
A atualização também incorpora avanços importantes ao considerar novas tecnologias, como os pequenos reatores modulares (SMRs), tendência global no setor nuclear por sua flexibilidade, menor custo inicial e maior facilidade de implementação. Com isso, o Brasil se alinha às melhores práticas internacionais e cria condições mais favoráveis para atrair investimentos.
Outro ponto relevante é a revisão da norma que trata do licenciamento de instalações nucleares, promovendo maior clareza técnica e regulatória. A expectativa é que o novo modelo contribua para reduzir incertezas, acelerar processos e fortalecer a governança do setor.
A Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares, que acompanha de perto a evolução regulatória do setor, destaca que a atualização incorpora contribuições técnicas defendidas ao longo dos últimos anos.
“Trata-se de um movimento fundamental para dar mais eficiência e previsibilidade ao licenciamento nuclear no Brasil. A inclusão de novas tecnologias, como os SMRs, demonstra que o país está atento às transformações globais e preparado para avançar com responsabilidade e segurança”, avalia a entidade.
A ABDAN também ressalta que a nova norma é resultado de um processo de amadurecimento institucional e diálogo técnico, sendo considerada uma “primeira etapa cumprida” rumo à modernização do arcabouço regulatório nuclear brasileiro.
Com a medida, o país fortalece sua posição em um cenário internacional que tem rediscutido o papel da energia nuclear na transição energética, especialmente diante dos desafios de segurança energética, redução de emissões e estabilidade no fornecimento de eletricidade.

 

Leilão do Galeão garante R$ 2.9 bilhões e inaugura nova fase da concessão do aeroporto

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Certame na B3 reestrutura contrato, garante investimentos e acompanha crescimento da movimentação no terminal

Aena arremata aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por R$ 2.9 bilhões, valor que corresponde a um ágio de 210% – Foto: Vosmar Rosa/MPor

 

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizaram nesta segunda-feira (30), na B3, em São Paulo, o leilão de venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Antônio Carlos Jobim, o Galeão. O procedimento integra a solução consensual construída com o objetivo de readequar o contrato de concessão e garantir a continuidade das operações para um dos mais importantes portões de entrada do país. Após disputa de cerca de 1 hora e quase 30 lances de viva-voz, a concessionária Aena arrematou o terminal do Rio de Janeiro com proposta de R$ 2.9 bilhões, ágio superior a 210%.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho o leilão representa um momento histórico para o Brasil. “A gente tem aqui hoje um resultado muito positivo para a aviação nacional e para o país como um todo. Este leilão é uma demonstração clara de que as diferenças constroem as convergências e aqui tudo funcionou a favor do Galeão. É por isso que precisamos fortalecer, cada vez mais, a construção coletiva”, ressaltou. Costa Filho também enfatizou que o Brasil vem se tornando cada vez mais um grande player na economia globalizada: “aqui nós temos bons projetos, segurança jurídica e instituições que funcionam bem. Temos também o maior volume de concessões da história nacional, o equivalente a mais de R$ 300 bilhões em contratos assinados nas concessões de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, saneamento, petróleo e gás”, destacou.

Participaram do certame três grupos: a atual concessionária RIOgaleão, a espanhola Aena e a suíça Zurich Airport. A atual concessionária, a RIOgaleão é formado pela gestora brasileira Vinci Compass e pela operadora internacional Changi, de Singapura.

Modelo

O edital do leilão prevê ainda que a controladora faça uma contribuição variável correspondente a 20% do faturamento bruto da concessão até 2039, além de assumir todos os ativos, passivos, obrigações e direitos relativos ao Galeão.

A operação também formaliza a saída da Infraero da estrutura societária do aeroporto, que detinha 49% das ações da concessionária. Este novo acordo trouxe mudanças estruturais e modernização regulatória, essenciais para a sustentabilidade e o crescimento do Galeão.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Tiago Faierstein, destacou o resultado do leilão e ressaltou o trabalho conjunto dos órgãos para a realização do certame. “O que aconteceu aqui hoje foi a concretização de uma iniciativa construída em uma câmara de consenso realizada pelo Tribunal de Contas da União. O sucesso do leilão também se deve ao TCU, por ter aberto essa oportunidade de renegociação de um contrato tão importante para o país. Unindo esforços entre TCU, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o MPor, conseguimos realizar esse primeiro teste de mercado para os contratos aeroportuários do Brasil”, finalizou.

A repactuação do contrato é resultado de um processo conduzido em conjunto com o Tribunal de Contas da União (TCU), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e demais órgãos envolvidos, que buscou uma solução negociada para garantir a continuidade da concessão e preservar os investimentos já realizados no aeroporto.

Reequilíbrio e retomada

O leilão ocorre após um período de reestruturação do Galeão, que enfrentou queda na demanda nos anos seguintes aos grandes investimentos realizados para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, cenário agravado pela pandemia de Covid-19.

Nos últimos anos, medidas adotadas em conjunto por diferentes esferas de governo buscaram reequilibrar a operação aeroportuária no Rio de Janeiro. Entre elas, está o limite de movimentação no Aeroporto Santos Dumont, com o objetivo de distribuir melhor o fluxo entre os terminais e otimizar o uso da infraestrutura existente.

Os efeitos dessa reorganização já aparecem nos números. Em 2023, os aeroportos Santos Dumont e Galeão movimentaram, juntos, 18,9 milhões de passageiros. Já em 2025, o volume subiu para 23,5 milhões, indicando a recuperação da demanda e maior equilíbrio na operação entre os dois aeroportos.

Tomé Franca, secretário-executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, ressaltou a importância do certame para a aviação do Rio de Janeiro e do Brasil. “realizamos mais do que um leilão: firmamos um novo pacto de desenvolvimento para o estado e para o Brasil.

Pensamos a concessão de olho no futuro. A curva de aumento da movimentação de passageiros no Brasil é um fato que vem se consolidando nos últimos três anos e exigirá um Galeão preparado. São mais brasileiros voando, mais aeronaves pousando e decolando, fazendo nossa economia girar. E nada mais correto do que termos o maior aeroporto do Brasil apto a dar conta da demanda futura”, enfatizou.

O modelo de venda assistida permite a continuidade da concessão com novas bases contratuais, substituindo a relicitação inicialmente prevista e incorporando práticas mais recentes de regulação do setor. Entre as mudanças estão a revisão de obrigações, a exclusão de exigências como a construção de uma terceira pista e a adoção de mecanismos de reequilíbrio econômico-financeiro.

Fiscalização registra 169 infrações de trânsito no fim de semana

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Detran-DF realizou operações na Asa Norte, Jardim Botânico, Samambaia e Santa Maria
 
Jaqueline Costa
Entre sexta-feira (27/3) e domingo (29/3), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF), realizou ações de fiscalização na Asa Norte, Jardim Botânico, Samambaia e Santa Maria. Durante as operações, foram realizados 689 testes de etilômetro e registradas 169 infrações de trânsito.
As equipes autuaram 33 motoristas por dirigir sob o efeito de bebida alcoólica, 18 por não possuírem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 11 por dirigir veículo com o escapamento irregular e 107 por infrações diversas.

BRB: Celina quer o afastamento imediato de servidor ou executivo que esteja sob investigação

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Logo após tomar posse na manhã desta segunda-feira (30/3), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) anunciou que o Banco de Brasília (BRB) está sob nova diretriz.

Celina confirmou que já solicitou  ao presidente do BRB, Nelson Souza, a implementação  de uma política de transparência geral e medidas rigorosas de governança corporativa.

A principal determinação é o afastamento IMEDIATO de qualquer servidor ou executivo que esteja sob investigação (aliás, isso deveria ter sido feito logo após a operação Compliance Zero. Nenhum superintendente ou funcionário envolvido em investigação em curso poderá permanecer em cargos de supervisão ou diretoria.

A governadora foi enfática ao declarar que a credibilidade do banco é prioridade e que deve abrir processos para auditoria e controle interno.

Cerca de quase 70 pessoas ligadas ao ex-presidente Paulo Henrique Costa continuam no BRB sabe-se lá para quê, principalmente em superintendências.

“A faxina completa se faz necessária para a recuperação e sobrevivência do Banco de Brasília. A governadora Celina Leão está certa ao exigir o afastamento imediato de investigados e até mesmo pessoas ligadas ao ex-presidente Paulo Henrique Costa que continuam ocupando espaços estratégicos no banco”, afirma o jornalista Donny Silva, profundo conhecedor e defensor do BRB.

 

 

Fonte: pandoranews.com.br

Brasília recebe “Iron Maiden Symphonic”, maior tributo ao Iron Maiden do mundo  

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Superprodução que une banda e orquestra terá apresentação única no dia 18 de abril, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Brasília recebe no dia 18 de abril de 2026, sábado, às 22h, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o espetáculo Iron Maiden Symphonic. Em apresentação única, o projeto reúne a banda The Beast Experience e uma orquestra conduzida pelo maestro Fernando Mathias para interpretar os clássicos do Iron Maiden em versão sinfônica, unindo o peso do heavy metal à potência dos arranjos orquestrais em uma superprodução dedicada aos fãs da Donzela de Ferro.

Reconhecido pelo público e pela mídia especializada como um dos principais tributos ao grupo britânico, o projeto The Beast Experience – The Ultimate Iron Maiden Tribute aposta na fidelidade sonora e visual. O show conta com cenários inspirados nas turnês originais, figurinos característicos, efeitos especiais e instrumentos semelhantes aos utilizados pela formação clássica do Maiden. O repertório percorre diferentes fases da carreira da banda.

A versão sinfônica, criada em 2025, acrescenta arranjos orquestrais às músicas que marcaram gerações. A regência é do maestro Fernando Mathias, premiado internacionalmente. Nos vocais, Raphael Mendes ganhou projeção pela semelhança de timbre com Bruce Dickinson, com vídeos que repercutiram nas redes sociais e ampliaram o alcance do projeto.

“Este show é uma oportunidade única para os fãs do Iron e para os fãs de rock em geral. É o encontro do metal com o sinfônico em uma experiência singular que emociona a plateia. A banda The Beast Experience é reconhecida mundialmente por sua incrível capacidade de reproduzir o som do Maiden. O público vai se impressionar. Trata-se de um espetáculo com grande investimento, tanto na parte sonora quanto visual”, afirma Mauricio Trilha, produtor executivo do show e especialista em espetáculos tributo.

Formada em maio de 2023, a The Beast Experience é composta por Raphael Mendes, Eric Claros, Guilherme Spilack, Pedro Migliacci, Danilo Bellintani e Vinícius Barbosa. A proposta é oferecer ao público uma experiência próxima à de um show oficial, com três guitarristas e execução fiel dos clássicos da Donzela de Ferro.

Serviço:

Iron Maiden Symphonic

Data: Sábado, 18 de abril de 2026

Horário: às 22h

Local: Auditório Master – Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Endereço: SDC – Eixo Monumental, Lote 5, Brasília – DF

Ingressos:  a partir de R$ 100,80

Site de vendas: Blue Ticket

Classificação indicativa: 18 anos