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Da primeira escovação à melhor idade: diferentes fases da vida, diferentes cuidados indispensáveis

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Smile a while. Close up of a womans sparkling teeth

 

No Dia Mundial da Saúde Bucal, especialistas reforçam que hábitos simples e acompanhamento regular podem evitar problemas e garantir qualidade de vida em todas as idades

Celebrado em 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Bucal reforça um alerta que atravessa gerações: prevenir é o caminho mais eficaz para manter dentes e gengivas saudáveis, impactando alimentação, fala, autoestima e saúde geral.

Embora as recomendações básicas — escovação adequada, uso diário do fio dental e visitas periódicas ao dentista — sejam válidas para todos, cada etapa da vida apresenta necessidades específicas que merecem atenção.

Infância: onde tudo começa

Os cuidados devem começar nos primeiros meses, com uma suave higienização das gengivas uma vez ao dia, evoluindo para a escovação diária com escova infantil e creme dental com flúor assim que o primeiro dentinho nasce. “A saúde bucal na infância vai além de evitar cáries. Cuidados precoces ajudam no desenvolvimento da fala, mastigação e autoestima”, explica a dentista e diretora da Neodent, Priscila Cordeiro. “Além disso, a amamentação possui papel fundamental no desenvolvimento da face e pode até evitar o interesse da criança por chupeta”.

A infância é o momento de formar hábitos que tendem a acompanhar o indivíduo por toda a vida, por isso, o acompanhamento com o dentista, desde o pré-natal odontológico, é essencial.

Adolescência: mudanças hormonais e novos desafios

Transformações hormonais podem deixar a gengiva mais sensível e propensa a inflamações, tornando sangramentos durante a escovação sinais de alerta. Além disso, estudos recentes do Sistema Único de Saúde (SUS), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mostraram que 60% dos adolescentes brasileiros possuem cárie dentária. Por isso, é uma fase importante para reforçar a importância de se manter hábitos adequados de alimentação e higiene.

É nessa fase da vida que muitos adolescentes iniciam o tratamento ortodôntico, e, nesses casos, alinhadores transparentes são uma alternativa que facilita a higiene e favorece a manutenção da saúde bucal durante o tratamento. Segundo a dentista especialista em Ortodontia da ClearCorrect, Ana Alvoledo, os alinhadores oferecem diversos benefícios “Além de serem esteticamente discretos, permitem maior conforto e higiene em comparação aos aparelhos fixos. Eles possibilitam que o paciente mantenha uma rotina normal de escovação e uso do fio dental, contribuindo para um tratamento mais saudável e previsível”.

Vida adulta: rotina intensa e riscos silenciosos

Entre 20 e 65 anos, a rotina atribulada faz com que muitos procurem o dentista apenas diante da dor. “Muitos problemas bucais se desenvolvem silenciosamente. Consultas periódicas identificam precocemente cáries, gengivite, periodontite e até câncer bucal e outras condições que afetam todo o corpo. Prevenir é sempre mais seguro e eficaz”, reforça Priscila.

A especialista explica que há uma associação entre doenças bucais e condições sistêmicas, como diabetes e enfermidades cardiovasculares, o que reforça que saúde bucal e saúde geral caminham juntas. O tabagismo, por exemplo, é importante fator de risco para câncer bucal e outras alterações graves. Manter consultas preventivas periódicas e atenção aos sinais do corpo é essencial para evitar tratamentos complexos no futuro.

Melhor idade: saúde bucal e qualidade de vida

A partir dos 65 anos, o envelhecimento traz alterações naturais, como a diminuição da produção de saliva, que, quando combinada a outros fatores, pode favorecer o desenvolvimento de cáries e infecções. Muitos idosos utilizam próteses ou implantes, que contribuem muito para a qualidade de vida e exigem higienização cuidadosa e acompanhamento profissional. “Os implantes dentários não apenas substituem dentes perdidos, mas ajudam a manter a estrutura óssea e a estabilidade da mordida, permitindo que os idosos mastiguem de forma mais eficiente e desfrutem de uma alimentação equilibrada. Além disso, contribuem para a autoestima e a confiança ao sorrir, impactando positivamente a qualidade de vida nessa fase da vida”, comenta a diretora da Neodent.

Compromisso que atravessa gerações

O cuidado deve ser contínuo. Escovar os dentes corretamente pelo menos três vezes ao dia, usar fio dental diariamente, manter alimentação equilibrada e realizar visitas regulares ao dentista são atitudes simples, mas decisivas.

Cuidar da boca desde a infância até a melhor idade não é apenas preservar o sorriso. É proteger a saúde, o bem-estar e a longevidade.

 

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Sobre a ClearCorrectA ClearCorrect é uma das principais marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. A integrante do grupo suíço Straumann está presente no Brasil desde 2018, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.

ELEIÇÕES 2026: Veritá Aponta Favoritismo de Celina e Michelle

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Nesta quinta-feira (19), Pesquisa do Instituto Veritá divulgada aponta a vice-governadora Celina Leão (PP) na frente na corrida ao Palácio do Buriti, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) lidera a disputa por uma das duas vagas do Senado.

Na disputa pelo Governo do Distrito Federal (GDF), Celina aparece com 32,7% das intenções de voto no cenário estimulado, consolidando vantagem sobre Leandro Grass (PT), que soma 25,1%, e José Roberto Arruda (PSD), com 20,7%. Mais distantes, Ricardo Cappelli amarga meros  6,2%.

No cenário espontâneo, a vice-governadora também aparece à frente, seguida por Grass e Arruda. Ainda assim, o cenário é marcado por incerteza: 89,6% dos eleitores afirmam não ter candidato definido.

Senado

Para o Senado, Michelle Bolsonaro lidera com 33,5%, abrindo vantagem sobre Erika Kokay (PT), que aparece com 26,3%. Na sequência, Ibaneis Rocha (MDB) tem 12,6%, tecnicamente empatado com Bia Kicis (PL), com 12,5%. Outros nomes como José Reguffe, Leila Barros e Sebastião Coelho aparecem mais atrás.

O cenário muda no segundo voto, ampliando a competitividade: Bia Kicis assume a liderança com 24,8%, seguida por Michelle Bolsonaro (19,5%) e Leila Barros (17,6%), enquanto Reguffe soma 13,9%. Já na rejeição, Erika Kokay aparece com o maior índice (34%), à frente de Ibaneis Rocha (26%) e Michelle Bolsonaro (18,2%).

 

Metodologia

O levantamento foi realizado entre 13 e 19 de março, com 1.221 entrevistados com 16 anos ou mais. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Dia Mundial da Infância reforça importância da proteção e do cuidado nos primeiros anos de vida

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 Celebrada em 21 de março, data destaca avanços como o Marco Legal da Primeira Infância e o papel da sociedade na garantia de direitos para crianças de zero a seis anos

Créditos: Freepik

Celebrado em 21 de março, o Dia Mundial da Infância chama atenção para a importância de proteger e promover o desenvolvimento integral das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida. A data também convida a sociedade a refletir sobre políticas públicas, cuidados familiares e iniciativas sociais que garantam um futuro mais saudável e seguro para as novas gerações.

No Brasil, um dos principais avanços nessa área foi a criação do Marco Legal da Primeira Infância, instituído pela Lei nº 13.257/2016. A legislação estabelece princípios e diretrizes para a formulação de políticas públicas voltadas às crianças de zero a seis anos, reconhecendo essa fase como decisiva para o desenvolvimento humano e para a construção das bases cognitivas, emocionais e sociais ao longo da vida.

Para Raissa Nogueira, psicóloga do programa Família Acolhedora do Grupo Aconchego, iniciativas de cuidado e proteção são essenciais para assegurar que cada criança tenha a oportunidade de crescer em um ambiente seguro e afetivo. “Quando a sociedade investe na infância, está investindo no futuro. Toda criança precisa de cuidado, afeto e proteção para se desenvolver plenamente. Programas de acolhimento familiar mostram que é possível garantir esse direito, oferecendo um ambiente seguro enquanto a família de origem passa por acompanhamento e fortalecimento”, afirma.

A norma, que completou dez anos em março de 2026, ampliou a compreensão de que o cuidado com a infância deve envolver diferentes áreas, como saúde, educação, assistência social e convivência familiar. O objetivo é assegurar condições adequadas para o crescimento e a proteção das crianças, fortalecendo o princípio constitucional da prioridade absoluta à infância.

Apesar dos avanços institucionais, especialistas ressaltam que garantir uma infância protegida ainda exige a mobilização contínua de famílias, organizações sociais e do poder público. Programas voltados ao acolhimento e ao fortalecimento de vínculos familiares têm papel fundamental nesse processo, sobretudo para crianças em situação de vulnerabilidade.

A data reforça que cuidar da infância vai além de garantir direitos básicos. Significa reconhecer que os primeiros anos da vida representam uma janela única de desenvolvimento, na qual experiências positivas podem influenciar de forma duradoura a saúde, a aprendizagem e as relações sociais ao longo da vida.

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Lula sanciona PLP de incentivos à competitividade da indústria química; setor ganha medida que levará a aumento de produção e manutenção de empregos

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Redução de PIS/Cofins em 2026 para aquisição de matérias primas e investimentos impulsiona produção nacional e inserção do Brasil em cadeias globais. Presiq, que inicia em 2027, deve elevar a arrecadação em R$ 65,5 bilhões.

A indústria química brasileira vê como um avanço relevante para sua competitividade e para o desenvolvimento econômico do país a sanção, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Projeto de Lei Complementar nº 14/2026, que reduz alíquotas de PIS e COFINS sobre insumos da indústria química e petroquímica, nesta quinta-feira (19), durante agenda pública em São Paulo (SP).

O ato também foi assinado pelo Vice-presidente e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Durante o evento, ele ressaltou que o apoio à indústria química e petroquímica, estimado em R$ 3,1 bilhões, ocorre em um momento relevante para o setor, diante da elevação dos custos de matéria-prima, como o gás natural, em função do cenário internacional. Segundo o ministro, a redução de tributos federais sobre esses insumos contribui para melhorar a competitividade, estimular investimentos e avançar em inovação e eficiência energética.

 

Para a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as medidas marcam um novo momento na agenda industrial do país, ao consolidarem instrumentos voltados ao estímulo à produção local e ao fortalecimento de um setor estratégico para diversas cadeias produtivas. Destaca, ainda, que a construção dessa agenda reflete um processo de diálogo técnico e institucional entre setor produtivo e governo, com foco em soluções estruturantes para desafios históricos da indústria nacional.

 

Com faturamento anual de US$ 167,8 bilhões, a indústria química brasileira é a sexta maior do mundo e ocupa posição central na economia, ao fornecer insumos essenciais para segmentos como agronegócio, saúde, energia, construção civil e bens de consumo. O setor gera cerca de 2 milhões de empregos diretos e indiretos, possui um dos maiores salários médios da indústria de transformação e está entre os principais contribuintes tributários do país. Ainda assim, de acordo com a entidade, o setor opera com ociosidade, enfrenta crescimento acelerado das importações, perda de participação no mercado interno e pressão estrutural de custos, sobretudo com energia, gás natural e matérias-primas.

 

REIQ 2026

 

Para o Presidente-executivo da Abiquim, André Passos Cordeiro, o REIQ remodelado, no âmbito do PLP 14/2026, representa instrumento fundamental dentro de uma política industrial mais ampla, alinhada à inovação, à sustentabilidade e à ampliação da competitividade. “Esperamos recuperar a produção em plantas, hoje ociosa, por meio da ampliação da aquisição de insumos. Somado à exigência de manutenção de empregos, isso deve gerar mais renda e arrecadação adicional de tributos.”

 

“Em um ambiente global marcado por intensa disputa econômica, reforçamos que iniciativas dessa natureza são essenciais para preservar e expandir o papel do Brasil como produtor de tecnologia e insumos estratégicos”, completa Passos.

 

O Presiq

 

O Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq), já sancionado no ano passado, estrutura uma política industrial voltada à modernização produtiva, à ampliação da capacidade instalada e à transição para uma química de menor carbono. Entre os impactos estimados, o programa pode adicionar R$ 112 bilhões ao PIB, gerar cerca de 1,7 milhão de empregos diretos e indiretos e elevar a arrecadação em R$ 65,5 bilhões. A lei entra em vigor a partir de 2027 e se estende até 2031.

 

A iniciativa combina incentivos fiscais e metas ambientais, com estímulos à substituição de matérias-primas fósseis, uso de biomassa e insumos recicláveis, além de investimentos em inovação e eficiência energética.

 

Ao mesmo tempo, o programa fortalece a produção local de insumos estratégicos e reduz a dependência externa em cadeias críticas, posicionando o Brasil de forma mais competitiva no cenário internacional e alinhada às exigências globais de descarbonização.

 

Que Brasil a química ajuda a construir?

 

A Abiquim ressalta que o fortalecimento da produção nacional ganha relevância estratégica em um cenário global de reorganização das cadeias produtivas e de crescente competição entre países. Ao ampliar a capacidade de produzir insumos essenciais internamente, o Brasil reduz vulnerabilidades externas, fortalece sua base industrial e avança na construção de uma economia mais resiliente e competitiva.

 

Esse movimento tem implicações diretas para a soberania nacional, ao garantir maior autonomia no atendimento de demandas críticas das cadeias produtivas, especialmente em contextos de instabilidade internacional e restrições comerciais.

 

Do ponto de vista ambiental, o país também reúne vantagens importantes. Com uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo — 82,9% de fontes renováveis —, a indústria química nacional emite cerca de 50% menos CO₂ por tonelada produzida em comparação a concorrentes internacionais, reforçando o potencial do Brasil para crescer de forma sustentável. Ampliar a produção química no Brasil não é apenas uma estratégia industrial, mas também uma contribuição concreta para a agenda climática global, ao deslocar a produção para uma base energética mais limpa e eficiente.

Lideranças discutem decisões mais justas e seguras no cuidado em saúde

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Evento aborda como análise de processos e responsabilidade compartilhada contribuem para a segurança do paciente e a qualidade no atendimento
Por Ivan Trindade
Em um ambiente onde o cuidado exige mais do que técnica, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) propõe um momento de reflexão sobre responsabilidade, erro e justiça. Com esse foco, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reuniu lideranças, nesta quinta-feira (19), para a palestra “Cultura Justa ou Injusta”, realizada no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS).
A proposta do encontro foi discutir a chamada cultura justa, abordagem que incentiva a análise das situações de forma mais ampla, considerando não apenas o erro em si, mas também os fatores que contribuem para que ele aconteça. O objetivo é promover decisões mais equilibradas, que fortaleçam o aprendizado institucional e a segurança do cuidado.
A iniciativa, organizada pela Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos (SUMEC), convidou os participantes a revisitar práticas do dia a dia da saúde, com foco na melhoria contínua do atendimento, o encontro ampliou o debate ao considerar também os processos, o ambiente e as condições de trabalho envolvidos nas situações analisadas.
O superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos, Clayton Sousa, destaca que a cultura justa propõe uma análise mais completa das situações. “A partir dessa análise, é possível tomar decisões mais equilibradas e justas. Historicamente, muitas instituições de saúde trataram essas situações de forma punitiva e desigual, sem uma metodologia clara para avaliar responsabilidades”, pontua.
Segundo Clayton, a falta de critérios bem definidos ao longo do tempo contribuiu para práticas de punição automática ou, em alguns casos, de omissão diante de falhas. Nesse cenário, a cultura justa se apresenta como uma forma de diferenciar problemas relacionados ao sistema de situações que envolvem comportamentos imprudentes ou negligentes.
Gestores mais preparados para os desafios
Para o gerente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vicente Pires, Jackson Alves, discutir o tema é essencial para qualificar a atuação das lideranças. “Falar sobre cultura justa em ambientes de saúde, onde as decisões impactam diretamente a vida das pessoas, é fundamental. Nós entendemos que não se deve sair punindo por falhas que acontecem, mas sim buscar as causas, identificar problemas e, a partir disso, tomar decisões mais conscientes e extrair lições aprendidas para o dia a dia da gestão”, avalia.
No IgesDF, esse processo conta com processos e orientações definidos para avaliação de eventos adversos, com comissões responsáveis por analisar os casos e orientar as decisões institucionais. Esse modelo contribui para tornar as análises mais transparentes, consistentes e alinhadas às boas práticas de gestão da qualidade.
Nesse contexto, a gerente de Inovação em Saúde da DIEP, Paloma de Medeiros, reforça a importância do envolvimento institucional em iniciativas como essa. “A participação da DIEP apoiando a disseminação de temas tão relevantes reafirma o nosso compromisso em incentivar ações colaborativas que contribuam para o desenvolvimento profissional, científico e humano. Parcerias como essa ampliam horizontes, promovem a troca de conhecimentos e fortalecem iniciativas voltadas à inovação, ao ensino e à pesquisa, gerando impacto real na sociedade”, destaca.
Para Clayton Sousa, capacitar lideranças é essencial para consolidar essa mudança de cultura na instituição. “Os gestores precisam compreender essa perspectiva para que possamos evoluir sempre para um ambiente que valorize o aprendizado, a melhoria dos processos e a segurança do paciente”, afirma.
Comitê contribui para decisões mais equilibradas
Criado há cerca de um ano e meio, o Comitê de Cultura Justa do IgesDF tem papel estratégico na consolidação dessa abordagem. O grupo reúne representantes de áreas como qualidade, recursos humanos, compliance, controladoria e corregedoria, atuando de forma integrada na análise de casos registrados nas unidades.
A atuação do comitê contribui para decisões mais equilibradas e transparentes, baseadas em critérios técnicos. “A iniciativa fortalece a governança institucional e assegura que as decisões sejam tomadas com base em critérios claros, transparentes e alinhados às boas práticas de gestão. A segurança do paciente é uma dimensão do caráter institucional”, finaliza o superintendente.

Governança Pública: lançamento de norma nacional reúne autoridades no TCU 

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A ABNT NBR 17265:2026, norma técnica que estabelece um sistema estruturado de governança para o setor público brasileiro, será na terça-feira, 24 de março

 

O evento que apresenta oficialmente a ABNT NBR 17265:2026 será realizado no Auditório Pereira Lira, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU), das 14h às 16h, reunindo representantes da alta administração pública, dirigentes institucionais, imprensa e especialistas que atuam na construção e implementação da agenda de governança no país. Promovido pela Rede Governança Brasil (RGB), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), com apoio do TCU, o lançamento marca a formalização pública da norma, que passa a consolidar um referencial técnico nacional para a governança no setor público.

 

Na solenidade de abertura, estão confirmadas a presença de importantes lideranças institucionais, entre elas: o presidente do TCU, Vital do Rêgo; o ministro Augusto Nardes (TCU); o presidente da ABNT, Mario William Esper; e a presidente da Rede Governança Brasil (RGB) e Cristiane Nardes Farinon.

 

Programação

Após a abertura, haverá o lançamento simbólico da norma, seguido de apresentação técnica conduzida por Paulo Alves,  diretor presidente da Companhia Brasileira de Governança (CBG) e  coordenador da Comissão de Estudos de Governança Pública da ABNT, responsável por detalhar os fundamentos e a estrutura da norma.

 

A programação inclui ainda o Ciclo de Diálogos sobre Governança Pública, com o tema “Desafios e Oportunidades na Implementação da Norma ABNT NBR 17265:2026”. O painel reunirá Fernanda Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Bruno Reis, prefeito de Salvador (BA), Renata Carvalho, especialista em governança pública do TCU, e Eloisa Aquino, especialista em gestão pública, com moderação de Bruno Ferola, especialista em governança e integrante da comissão técnica responsável pela elaboração da norma na ABNT.

 

Ao final do encontro, os participantes receberão exemplares da norma, marcando simbolicamente o início de um novo ciclo de consolidação da governança como instrumento de aprimoramento da gestão pública no Brasil. 

 

A ABNT NBR 17265:2026

Mais do que diretrizes conceituais, a norma estabelece requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão da Governança, estruturando práticas relacionadas à estratégia, integridade, gestão de riscos e mecanismos de controle. O modelo busca fortalecer a responsabilização da alta administração, ampliar a previsibilidade institucional e contribuir para a melhoria da entrega de políticas públicas.

 

Serviço: Lançamento da ABNT NBR 17265:2026 – Governança Pública
Data: 24 de março de 2026, das 14h às 16h
Local: Auditório Pereira Lira – Sede do Tribunal de Contas da União (TCU), Brasília/DF

 

Socorro Neri lidera debate em Brasília sobre uso do Enamed como exame de proficiência para médicos

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Presidente da FPeduQ, deputada acreana conduziu encontro com parlamentares, governo e especialistas sobre impactos na formação médica

 

A deputada federal Socorro Neri (PP-AC) liderou, nesta quarta-feira (18), em Brasília, um debate sobre a adoção do Exame Nacional de Avaliação da Educação Médica (Enamed) como exame de proficiência para o exercício da medicina no Brasil. Presidente da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), a parlamentar acreana conduziu o encontro que reuniu representantes do Congresso, do governo federal e especialistas da área.

 

A iniciativa teve como objetivo discutir os impactos do Enamed na formação dos profissionais de medicina e no processo de regulação dos cursos no país. Durante o encontro, Socorro Neri destacou a importância de avaliar mecanismos que garantam a qualidade da formação médica e a segurança da população.

 

“Estamos tratando de um tema estratégico para a saúde pública. Avaliar o Enamed como exame de proficiência é avançar na garantia de que os profissionais estejam preparados para atuar com qualidade e segurança”, afirmou a deputada.

 

O debate contou com a participação de parlamentares como Adriana Ventura (Novo-SP), Ismael dos Santos (PSD-SC), Ana Pimentel (PT-MG), Jorge Solla (PT-BA), Geraldo Resende (PSDB-MS) e da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), além de representantes do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Saúde.

 

Entre os participantes do governo federal estiveram Marta Abramo, da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC); Arthur Chioro, presidente da Ebserh; e Felipe Proenço, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

 

Socorro Neri também ressaltou a importância do diálogo institucional na construção de políticas públicas. “A participação de diferentes atores permite avançar em propostas equilibradas, com foco na qualificação da educação médica e na proteção da sociedade”, destacou.

 

O encontro reforça o protagonismo da parlamentar acreana no debate nacional sobre educação e saúde, especialmente em temas estratégicos que impactam diretamente a formação de profissionais e a qualidade dos serviços prestados à população.

Após debate sobre Erika Hilton, influenciadora trans diz que polêmica sobre mulheres trans também existe fora do Brasil

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“No Reino Unido, as pessoas falam de forma mais direta, mesmo quando é desconfortável”, afirma Suellen Carey

Créditos: @suellencarey.uk | @hilton_erika – CO Assessoria

 

Nos últimos dias, discussões sobre identidade de gênero voltaram a ganhar força nas redes sociais no Brasil após a eleição da deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, fato que gerou reações dentro e fora do Congresso. A repercussão foi ampliada por falas públicas e decisões judiciais recentes envolvendo o tema, além da circulação de comentários nas redes sociais questionando o reconhecimento de mulheres trans como mulheres, o que intensificou a polarização sobre identidade, representação e espaço social.

Nesse contexto, a influenciadora trans Suellen Carey, de 38 anos, brasileira radicada em Londres, afirma que esse tipo de debate não é exclusivo do país e também faz parte do cotidiano em outras regiões.

Segundo ela, no Reino Unido a discussão sobre identidade de gênero tem ganhado espaço não apenas nas redes sociais, mas também em debates políticos e decisões judiciais, especialmente em temas ligados a definições legais e acesso a espaços femininos. Para a influenciadora, a principal diferença está na forma como as opiniões são expressas.

“Aqui também existe essa discussão, principalmente quando envolve leis, direitos e definição de identidade. A diferença é que as pessoas falam isso de forma mais direta, mesmo quando é desconfortável”, afirma, ao comparar com o ambiente brasileiro, onde o tema muitas vezes ganha maior repercussão nas redes.

Suellen relata que o debate ultrapassa o campo teórico e já impactou sua própria rotina. Em Londres, ela afirma ter vivido um episódio ao utilizar o banheiro feminino em um espaço público, quando foi alvo de reações de outras pessoas no local. Segundo ela, a situação envolveu olhares, questionamentos e comentários ofensivos, o que, para ela, evidencia como o tema ainda provoca reações diretas no cotidiano. “Teve um momento em que eu fui usar o banheiro e algumas pessoas começaram a me questionar e a falar coisas ofensivas. Foi uma situação desconfortável, mas que mostra que esse debate também existe aqui fora”, relata.

De acordo com a influenciadora, a diferença entre os países está menos na existência do debate e mais na forma como ele se manifesta e no peso que assume em diferentes esferas. Enquanto no Brasil o tema se intensifica nas redes sociais, no Reino Unido ele também aparece em decisões institucionais, o que amplia o alcance da discussão. Ela afirma que essa combinação entre política, justiça e sociedade torna o debate mais visível e constante.

A influenciadora também lembra que conseguiu permanecer no Reino Unido após comprovar ter sido vítima de perseguição e violência no Brasil, o que resultou na concessão de um visto de proteção. Segundo ela, essa experiência reforça que o tema não está restrito a um único país, mas faz parte de um debate mais amplo sobre identidade e reconhecimento. “Eu precisei provar o que vivi no Brasil para conseguir ficar aqui. Isso mostra que existem leis que reconhecem essa realidade, mas o debate continua acontecendo. Não é algo resolvido”, afirma.

Para Suellen, viver fora do país ajudou a compreender que a discussão sobre identidade de gênero ocorre em diferentes níveis e contextos. “O que muda é que aqui isso também passa pela lei e não só pelas redes. Mas o questionamento existe do mesmo jeito”, conclui.

Corte menor à vista: Petróleo e Fed reduzem ritmo percentual de corte da Selic

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“A combinação de alta do petróleo, maior incerteza geopolítica e juros elevados nos Estados Unidos reduz o espaço para um início mais agressivo dos cortes da Selic” , Peterson Rizzo, Gerente de R.I da Multiplike

       “O início não deve ser adiado, mas poderá haver impacto na intensidade do corte, que deve ser de 0,25 p.p e não de 0,50 p.p. A combinação de alta do petróleo, maior incerteza geopolítica e juros elevados nos Estados Unidos reduz o espaço para um início mais agressivo dos cortes da Selic. Esse ambiente externo mais pressionado tende a manter o Banco Central cauteloso, já que pressiona câmbio e expectativas de inflação. Caso os juros permaneçam elevados por mais tempo no Brasil, o efeito natural é uma desaceleração do crescimento em 2026, com impacto direto sobre crédito, investimento e consumo”, Peterson Rizzo, Gerente de R.I da Multiplike

“O Copom deve postergar um corte mais agressivo da Selic diante de um cenário que combina pressão inflacionária vinda do petróleo e restrição externa com o Fed mantendo juros elevados. Isso mantém o crédito tradicional mais caro e reduz a velocidade de concessão. Por outro lado, abre espaço para soluções estruturadas, como FIDCs, que conseguem oferecer capital com melhor eficiência e retorno ajustado ao risco. Em 2026, a economia pode desacelerar, mas a demanda por crédito alternativo tende a crescer como resposta a esse ambiente “,Gustavo Assis, CEO da Asset Bank.

“O cenário atual reforça a probabilidade de o Copom reduzir 0.25 p.p da Selic, diante da alta do petróleo, que pressiona expectativas de inflação, e de um ambiente externo mais restritivo. A manutenção dos juros pelo Fed entre 3,50% e 3,75% reduz o espaço para flexibilização no Brasil, já que qualquer movimento antecipado pode gerar pressão cambial e desancoragem das expectativas. Com isso, a tendência é de juros elevados por mais tempo, o que impacta diretamente o custo de capital, o consumo e os investimentos. Esse cenário pode, sim, desacelerar o crescimento econômico em 2026, exigindo mais preparo técnico de profissionais e empresas para navegar um ambiente mais exigente e seletivo”, Fabio Louzada, CEO da B7 Business School.

       “As decisões da Super Quarta de hoje chegam em um momento de máxima tensão: o que era consenso de corte de 0,50 ponto na Selic virou dúvida real, o mercado migrou majoritariamente para 0,25 ponto, após a disparada do petróleo com o conflito no Oriente Médio reacender o temor inflacionário. Nos EUA, o Fed deve manter os juros entre 3,50% e 3,75%, sem sinalizar cortes no horizonte próximo, o que estreita ainda mais o espaço do Banco Central brasileiro para agir com mais ousadia. O Focus já revisou a Selic para 12,25% ao fim de 2026 e o IPCA para 4,10%, sinalizando que juros elevados por mais tempo são o cenário base. Para quem decide investimentos e expansão, o recado é claro: não espere alívio rápido do custo de capital. O ritmo do ciclo de cortes importa tanto quanto o corte em si, e o tom do comunicado do Copom amanhã será tão relevante quanto o número”, André Matos, CEO da MA7 Negócios.


“O adiamento dos cortes mais agressivos da Selic pode representar uma consequência direta no  cenário que combina pressão inflacionária e restrição global de liquidez. Com o Fed mantendo juros elevados, o custo de captação segue alto e exige estruturas mais eficientes para manter o fluxo de crédito. Nesse contexto, operações via securitização e FIDCs ganham protagonismo ao conectar empresas à liquidez de forma mais estratégica. Em 2026, a economia tende a crescer em ritmo mais moderado, mas com maior sofisticação nas soluções financeiras utilizadas pelas empresas”, Gabriel Padula, CEO do Grupo Everblue.


       “A expectativa do mercado é de maior cautela na trajetória da Selic, com dúvidas sobre o ritmo dos cortes diante do cenário externo. A alta do petróleo e a postura do Fed tendem a reduzir a previsibilidade no curto prazo. Nesse contexto, investidores podem buscar ativos que ofereçam maior estabilidade e previsibilidade de retorno, especialmente em um ambiente em que os juros devem permanecer elevados por mais tempo”, Pedro Ros, CEO da Referência Capital


       “Com o Fed mantendo juros entre 3,50% e 3,75% e o petróleo pressionando a inflação, o Copom pode manter uma postura mais conservadora e adiar cortes mais agressivos da Selic. Esse cenário reduz a liquidez global e torna o capital mais seletivo. Para o ecossistema de startups, isso significa menos espaço para crescimento baseado em rodada e mais foco em eficiência operacional. Em 2026, a desaceleração pode ser natural, mas também tende a consolidar empresas mais sólidas e preparadas para ciclos mais sustentáveis”, Antonio Patrus, Diretor da Bossa Invest.

“A combinação de petróleo em alta com juros americanos estáveis reforça a necessidade de cautela do Copom, o que pode adiar o início dos cortes da Selic. Esse cenário mantém o diferencial de juros como peça-chave para o fluxo de capital, especialmente para estruturas como FIDCs, que se beneficiam de taxas elevadas. Com juros altos por mais tempo, vemos uma migração natural para crédito estruturado, enquanto a economia real tende a desacelerar gradualmente em 2026, refletindo o custo mais elevado do dinheiro”, Edgar Araújo, CEO da Azumi Investimentos.


       “O cenário externo ficou mais pressionado com a alta do petróleo, mas o mercado ainda projeta corte de 0,25 ponto na Selic, com cerca de 70% de probabilidade, segundo o mercado de opções. O que mudou foi o balanço de riscos, que reduz o espaço para movimentos mais agressivos e deve levar o Banco Central a adotar um tom mais cauteloso. Com o Fed mantendo juros entre 3,50% e 3,75%, o custo global de capital segue elevado, limitando cortes mais rápidos no Brasil. Se esse cenário persistir, a tendência é de juros altos por mais tempo, com impacto sobre crédito, consumo e crescimento em 2026”, Sidney Lima, Analista da Ouro Preto Investimentos.


       “O ambiente atual aumenta a chance de o Copom adiar o ciclo de cortes da Selic, principalmente com a pressão inflacionária vinda do petróleo e o cenário externo mais desafiador. A manutenção dos juros pelo Fed entre 3,50% e 3,75% reduz o espaço para cortes no Brasil sem gerar volatilidade cambial. Com isso, a economia tende a conviver com juros elevados por mais tempo, o que pode desacelerar o crescimento em 2026, ao mesmo tempo em que reforça a importância de estratégias de investimento mais estruturadas e de longo prazo”, Fábio Murad, Economista e CEO da Super-ETF Educação.


“A expectativa para essa Super Quarta é de um ajuste de rota, não de aceleração. O mercado passou a precificar um ciclo de juros mais lento, o que muda completamente a lógica de crescimento das empresas. Com o capital global ainda caro por causa do Fed, startups deixam de crescer com base em funding e passam a depender de eficiência e receita. Se esse cenário persistir, 2026 tende a ser um ano de consolidação, não de expansão acelerada”, João Kepler, CEO da Equity Group. 

ASSEFE realiza Dia de Limpeza da Orla em ação que comemora Dia Mundial da Água

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Evento reúne, no próximo sábado, 21/3, mobilização ambiental, equipes aquáticas, arte com materiais descartados, plantio de árvores e lançamento da ASSEFE Energia em uma iniciativa inédita em prol da sustentabilidade e cuidado com a orla do Lago Paranoá

 

Em sintonia com as celebrações do Dia Mundial da Água (22 de março), a Associação dos Servidores do Senado Federal (ASSEFE) promove no próximo sábado, 21 de março, o seu primeiro Dia de Limpeza da Orla, uma ação voltada à preservação ambiental, à mobilização coletiva e ao fortalecimento de uma cultura de sustentabilidade dentro e fora da associação. A programação reúne limpeza do lago, participação de mergulhadores e equipes de canoagem, exposição artística com materiais descartados, falas de conscientização, plantio simbólico e o lançamento da ASSEFE Energia, em uma programação que conecta cuidado ambiental, engajamento e visão de futuro, das 9h às 15h.

O evento marca o início de uma agenda ambiental da associação e reforça a proposta de transformar a sustentabilidade em prática concreta, envolvendo associados, parceiros, convidados e instituições comprometidas com a preservação dos recursos naturais. A iniciativa busca chamar a atenção para os impactos do descarte inadequado de resíduos e para a importância do cuidado contínuo com áreas de convivência às margens do lago.

“A proposta é mostrar, de forma prática e visível, que a preservação ambiental precisa fazer parte da rotina e da consciência coletiva. Queremos que este seja o primeiro de muitos movimentos em favor do cuidado com a água, com a orla e com o futuro”, explica Joberto Mattos de Sant’ Anna, presidente da ASSEFE.

A ação contará com uma estrutura operacional formada por 20 mergulhadores e três canoas de apoio, com capacidade para até cinco pessoas cada. A limpeza será realizada a partir da orla, avançando cerca de 20 metros lago adentro, em dois sentidos: um em direção à marina da ASSEFE e outro em direção à ponte da associação, sempre com saída e retorno a partir do local de encontro das canoas da entidade. Tudo com apoio da Marinha do Brasil com atuação voltada à segurança do evento.

Além da ação de limpeza, o evento contará com a participação do Instituto Cerrados e da Cooperativa Renoove, ampliando o debate sobre preservação ambiental, descarte correto de resíduos e os impactos do lixo sobre o ecossistema. Outro destaque da programação será a exposição artística de Eddy Urquidi, com obras produzidas a partir de materiais descartados, propondo uma reflexão sobre consumo, reaproveitamento e responsabilidade ambiental.

A programação inclui ainda um plantio de árvores, como gesto de renovação e compromisso com o futuro, e o lançamento da ASSEFE Energia, iniciativa que reforça o alinhamento da associação com soluções sustentáveis e inovação. Mais do que uma ação pontual, o primeiro Dia de Limpeza da Orla nasce como um marco de conscientização, pertencimento e compromisso coletivo com a preservação ambiental.

Serviço: Primeiro Dia de Limpeza da Orla da ASSEFE
Data: sábado, 21 de março de 2026
Horário: das 9h às 15h
Local: Clube da ASSEFE – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 1 Lote 07 – Asa Sul

Mais informações: 61 99558-9377 (Brenda – ASSEFE)