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PL que permite farmácias dentro de supermercados avança e levanta debate sobre saúde pública

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Medida ainda aguarda sanção presidencial e levanta discussão sobre regulação e proteção à saúde

O Congresso Nacional aprovou, na última sexta-feira (12), o Projeto de Lei 2158/2023, que autoriza a instalação de farmácias dentro de supermercados em todo o país. A proposta agora segue para sanção presidencial e já provoca discussões sobre os impactos da medida para consumidores, farmácias e para o sistema de saúde.
A iniciativa busca ampliar o acesso da população a medicamentos e produtos farmacêuticos, permitindo que supermercados tenham espaços destinados à venda desses itens.
Para a especialista em Direito da Saúde, Anna Goulart “a aprovação do PL 2158/2023 representa um marco regulatório importante para o setor da saúde e do varejo no Brasil. É fundamental esclarecer que o projeto não autoriza a venda de medicamentos nas gôndolas ou prateleiras comuns dos supermercados. O texto aprovado pelo Congresso exige a instalação de uma farmácia em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo, com a presença obrigatória de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento, mantendo integralmente as exigências sanitárias da legislação vigente.”

Outro ponto que costuma gerar debate é o impacto da medida sobre a organização do mercado farmacêutico e sobre a orientação ao consumidor.

O projeto também reacende discussões sobre o uso racional de medicamentos, a facilidade de acesso pode trazer benefícios para a população, mas também exige políticas de controle e informação para evitar automedicação e uso inadequado de remédios.

Caso seja sancionado, o projeto deverá abrir caminho para novas regulamentações sobre a forma como esses estabelecimentos poderão operar e quais exigências deverão cumprir.

A advogada ressalta que, “embora já existam drogarias em complexos de supermercados, elas operam hoje como empresas juridicamente independentes, com CNPJ e alvará sanitário próprios. A mudança real é permitir que o próprio supermercado opere a atividade farmacêutica sob sua estrutura, sem constituir pessoa jurídica separada, resolvendo uma insegurança jurídica que existia há décadas. Na prática, isso reduz a burocracia e os custos operacionais para o varejo, estimula a concorrência no setor farmacêutico e amplia o acesso da população a medicamentos com preços mais competitivos, especialmente em regiões onde a oferta de farmácias é limitada, sem qualquer prejuízo à segurança do consumidor.”

Brasília será a sede do primeiro Festival do Patrimônio Brasileiro 

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O encontro será nos dias 20 e 21 de março, na Praça da Juventude, em Ceilândia, com apresentações artísticas, shows musicais e feira gastronômica

Brasília será palco de um encontro inédito dedicado à valorização das tradições culturais do país. Nos dias 20 e 21 de março, a capital federal recebe a primeira edição do Festival do Patrimônio Brasileiro, que acontece na Praça da Juventude, em Ceilândia (DF), a partir das 16h, reunindo mestres, guardiões, artistas e representantes de diferentes expressões culturais do Brasil em dois dias de celebração, reconhecimento e partilha.

O festival nasce com o propósito de valorizar o patrimônio cultural imaterial brasileiro — saberes, práticas e expressões transmitidas de geração em geração e que formam a identidade do povo. Da música à dança, do artesanato aos saberes populares, o evento celebra uma cultura viva, construída coletivamente e presente no cotidiano de comunidades.

A escolha do Distrito Federal para sediar a primeira edição reforça o caráter plural do festival. Brasília é um território de encontro entre culturas de todas as regiões do Brasil, e Ceilândia, a região administrativa mais populosa do DF, representa a força dessa diversidade. “Formada pelas histórias dos trabalhadores que ajudaram a construir a capital, a cidade tornou-se um dos principais polos de produção cultural candanga, reunindo manifestações artísticas que traduzem a riqueza cultural brasileira. Por isso, Ceilândia acaba sendo o local ideal para prestar essa grande homenagem a esses bens tão valiosos”, reforça Stéffanie Oliveira, presidente do Instituto Rosa dos Ventos, que também assina como curadora do festival.

Honraria

Um dos momentos centrais do festival será a entrega de homenagens a patrimônios culturais imateriais brasileiros registrados nos últimos anos. A cerimônia reconhece mestres, saberes e tradições que mantêm viva a cultura do país. Ao todo, 18 patrimônios serão celebrados durante o evento, entre eles: Prática das Parteiras Tradicionais; Samba de Bumbo Paulista; Marujadas do Pará; Arte Santeira do Piauí; Grafismo Huni Kuí; Saberes do Rosário – Congadas e Congados; Choro; Ofício das Tacacazeiras; Maracatu de Baque Virado; Maracatu de Baque Solto; Samba de Roda; Hip Hop; Samba Pisado; e Mamulengo.

Ainda serão homenageados quatro bens que foram reconhecidos pelo  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) mais recentemente, em 10 de março deste ano: Festa de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos de Lençóis (BA); Saberes e Práticas Tradicionais Associados aos Engenhos de Farinha de Mandioca; Registro da Pesca com Botos no Sul do Brasil; e Circo de Tradição Familiar. As honrarias entregues no evento pelo Iphan destacam a diversidade de expressões que compõem o patrimônio cultural brasileiro e reconhecem os guardiões e guardiãs dessas tradições.

“Chegamos ao Festival do Patrimônio com muito a comemorar, e não há lugar mais simbólico para isso do que Brasília, o coração do país e a síntese do Brasil. Desde 2023, expandimos nosso alcance por todo o território, reconhecendo novos bens e garantindo uma reparação histórica fundamental às matrizes indígenas e afro-brasileiras. Nossa política de preservação agora reflete melhor a verdadeira diversidade regional do Brasil. Este festival na nossa capital é o palco onde celebramos não apenas a nossa história, mas as ações concretas de valorização do nosso povo”, afirma o presidente do Iphan, Leandro Grass.

Atividades

Além da cerimônia de reconhecimento, o Festival do Patrimônio Brasileiro contará com uma programação diversa. O público poderá acompanhar apresentações artísticas e shows musicais, visitar uma feira gastronômica com sabores tradicionais de diferentes regiões do país e conhecer a feira de artesanato, que reúne produções feitas por mãos que guardam saberes ancestrais.

A programação inclui ainda o Seminário de Mestres e Mestras, que acontece no dia 21 de março, às 16h, com o tema Patrimônio Imaterial e as Leis de Incentivo. A atividade propõe um diálogo entre detentores do patrimônio cultural, representantes de instituições públicas e agentes culturais sobre os mecanismos de fomento e financiamento da cultura no Brasil.

Comprometido com o cuidado e a inclusão, o festival também contará com estruturas voltadas ao acolhimento do público. Entre elas está o Espaço Pela Vida Delas, dedicado ao apoio e à orientação de mulheres em situação de violência, assédio ou importunação sexual, com atendimento realizado por profissionais especializadas. O evento também terá recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras, estruturas adaptadas para pessoas com deficiência e abafadores auditivos para o público autista.

Mais do que um evento cultural, o Festival do Patrimônio Brasileiro se apresenta como um território de encontro e celebração da identidade nacional. Em Ceilândia, no coração do Brasil, mestres, artistas, artesãos, brincantes e o público se reúnem para celebrar a memória, a ancestralidade e a continuidade das tradições que fazem do patrimônio cultural brasileiro um dos maiores tesouros do país.

O Festival do Patrimônio Brasileiro é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Cultura e do Governo Federal. O festival conta com fomento da Lei Rouanet e patrocínio da Vale e da Caixa Econômica Federal.

Serviço – Festival do Patrimônio Brasileiro

Quando: 20 e 21 de março, das 16h à 0h

Onde: Praça da Juventude, QNN 13, Ceilândia

Instagram: https://www.instagram.com/festivalpatrimoniobrasileiro/

Gratuito

Dacruz: grande ícone das Artes Visuais em Goiás expõe trajetória de 50 anos

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“Com arte o lixo pode virar luxo” é a exposição comemorativa do artista visual e ambientalista Carlos Cesar Dacruz, com curadoria de Px Silveira. A mostra que abre na terça-feira, (17/03), a partir das 19h, no MAG – Museu de Arte de Goiânia, conta com 25 obras de geometria personalizada, reproduzidas em Fine Art e óleo sobre tela. A entrada é gratuita!

 O artesão das cores e criador do Ovalismo como estilo descrevem um dos maiores artistas visuais de todos os tempos em Goiás. Dacruz é um artista intenso, que filosofa por meio de pincéis e telas. O artista surgiu na década de 1970, consolidou-se na década de 1980 e continuou produzindo, tornando-se assim um homem do seu tempo. Possui um amor imensurável pela pintura e uma índole lírica. Acredita no poder transformador das artes visando um mundo melhor, mais igualitário e menos “quadrado e materialista”, como ele bem diz.

Dacruz explora, predominantemente, formas circulares e ovóides, volumosas, cromáticas sobrepostas e justapostas. Sua arte é capaz de provocar a “ilusão” de deslocamento dos planos. A plasticidade poética em formas ovais representa a integração entre o misticismo, a lucidez e a racionalidade. Para o artista visual, a concepção de mundo em que é preciso ter para ser precisa ser superado. A mostra é um convite para que o público saia, por meio do movimento de cores e formas muito melhor como ser-humano.

“A gente defende a ideia, do nosso Senhor Jesus Cristo, que é o da igualdade sobre tudo e todos. Ninguém é melhor do que ninguém. Esse é um pensamento lógico, que a gente tem que ter. Desde a revolução de 1964 para cá com o desenvolvimento industrial somos cercados por consumo e lixo por todos os lados”, contextualiza Dacruz.

Muitas obras do Dacruz unem os elementos da natureza: terra, ar, água e fogo. Existem outras que apresentam concepções de cidades e pessoas arredondadas, ou seja, “menos quadradas”. O trabalho artístico dele também é um convite para silenciar, observar e aquietar. “Tudo, tudo, tudo faço devagar. Porque a pressa é inimiga da perfeição. Então, vou fazer devagarinho, porque devagar a gente faz tudo muito melhor”, enfatiza.

O quadro “A dança” , por exemplo, é uma obra que Dacruz demorou quatro anos para finalizar. Entendendo tão bem o valor do tempo, o artista se deu um tempo. Está há 20 anos sem realizar uma exposição presencial, a última inclusive foi no MAG – local que irá realizar a mostra comemorativa de cinco décadas dedicadas ao trabalho artístico, em Goiás.

O projeto “Com arte o lixo pode virar luxo” foi aprovado no Edital 005/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de fomento às Artes Visuais (PNAB), do Governo do Estado de Goiás. “Essa exposição, considero uma inovação para o mercado. O público terá acesso a fotogravuras reproduzidas em Fine Art. São trabalhos criados digitalmente, partindo do original. E o resultado está muito satisfatório e acredito que o público irá gostar também”, antecipa Dacruz.

Após essa mostra gratuita em Goiânia, a exposição vai para Itapirapuã, região Oeste/Rio Vermelho de Goiás. Na capital a emoção será por rever o público apreciando sua arte, depois de um hiato de duas décadas. Na terra que vive, a expectativa é levar alunos de escolas públicas para se inspirarem e refletirem na busca por uma sociedade mais igualitária e menos materialista. “Pretendo levar alunos de escolas públicas para visitarem a exposição – o que para mim é de um valor imensurável”, finaliza.

Serviço

Assunto: Exposição | “Com arte o lixo pode virar luxo”

Quando: terça-feira (17/03), às 19h

Visitações: até 5/04 em horário comercial

Onde: MAG – Museu de Arte de Goiânia (Rua 01, 605, Setor Oeste, Goiânia-GO)

Mais informações: @crcarloscesar

Entrada franca!

 

PRTB: Perícia da Polícia Federal comprova fraude em ata que mudou comando e Amauri Pinho pode ser preso

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Documento usado para destituir diretório nacional apresenta assinaturas que não correspondem à  do então presidente do partido, Leonardo Avalanche

Uma perícia da Polícia Federal (PF) comprova que houve fraude em um documento central para a mudança de comando do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro(PRTB). O laudo técnico aponta que assinaturas atribuídas ao então presidente nacional do partido, Leonardo Alves de Araújo, não foram feitas por ele, o que comprova a fraude da ata da convenção nacional extraordinária realizada em julho de 2025.

Aliás, esse entendimento foi comprovado pelo TRE-DF que reconheceu que o laudo comprova, sem sombra de dúvidas, que o legítimo presidente é Leonardo Avalanche, e por isso ele retomou o comando do partido.

O documento analisado formalizou a destituição da direção nacional do partido e a eleição de uma nova executiva, com mandato previsto até 2028.

Assinaturas falsas em quatro páginas

Segundo o laudo pericial, a ata da convenção contém assinaturas atribuídas a Leonardo Alves de Araújo nas quatro primeiras páginas.

Após análise grafoscópica comparando o documento com amostras oficiais de escrita do dirigente, os peritos chegaram a uma conclusão preocupante: As assinaturas das quatro primeiras páginas não apresentam semelhança com os padrões gráficos de Leonardo Alves de Araújo. Diante disso, a perícia afirma que essas assinaturas  não foram produzidas por ele.

Em termos práticos, isso significa que alguém pode ter assinado o documento em nome do presidente do partido, o que abre caminho para investigação sobre falsificação documental comandada por Amauri Pinho.

Ata foi registrada em cartório

O documento investigado foi registrado no Cartório do 1º Ofício de Registro Civil e Pessoas Jurídicas de Brasília, sob protocolo nº 188400.

A ata descreve a Convenção Nacional Extraordinária do PRTB realizada em 26 de julho de 2025, encontro que decidiu:

  • destituir o diretório nacional do partido

  • eleger nova executiva nacional.

Personagens no centro da crise

Além de Leonardo Alves de Araújo, o documento também traz a assinatura de Antônio Amauri Malaquias de Pinho, identificado como secretário designado da convenção.

Outros nomes aparecem em documentos relacionados ao processo político interno do partido, entre eles:

  • Anthony Leonardo Moreira Grillo, representante da chamada Chapa Renovação do PRTB

  • Renato da Silva Noronha

  • Mariza Lopes Gonzaga

  • Janderlúcia da Silva Fernandes Noronha

  • Núbia Soares da Silva.

Possíveis crimes investigados

Embora o laudo não faça acusações formais, especialistas apontam que irregularidades desse tipo podem se enquadrar em crimes como:

  • falsificação de documento particular

  • uso de documento falso

  • falsidade ideológica

  • fraude em atos partidários.

Essas hipóteses dependem da evolução do inquérito conduzido pela Polícia Federal.

Perícia alerta para possível manipulação do documento

Outro ponto crítico destacado pelos peritos: a análise foi feita apenas com fotocópias da ata, e não com o documento original.

Segundo o laudo, cópias podem ocultar detalhes importantes da escrita e até permitir montagens, supressões ou alterações.

Por isso, a Polícia Federal recomenda que a investigação obtenha:

  • a via original do documento

  • novos padrões de assinatura do dirigente.

Ou seja: Amauri Pinho usou fotocópias junto ao Cartório (que ignorou o documento original) para poder dar legalidade ao seu plano de derrubar Leonardo Avalanche do comando nacional do PRTB. O Cartório está sendo investigado.

No ano passado, tão logo obteve êxito no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amauri correu para Brasília e “entregou”  o partido no DF ao secretário da Casa Civil Gustavo Rocha, que imediatamente designou seu próprio irmão para assumir o comando regional da sigla. O plano de Amauri era que, em troca do comando do PRTB no DF, Rocha daria “proteção” na esfera do TSE e eventualmente no STF.

Amauri Pinho derrubou Leonardo Avalanche usando métodos nada ortodoxos, segundo a PF

Mas o plano não deu certo e a justiça determinou, na semana passada, a  destituição de Amauri Pinho e o retorno imediato de Leonardo Avalanche ao comando do PRTB, que já assumiu e já fez fortes reuniões para que a sigla eleja 50 deputados federais nas próximas eleições, além de ter candidato próprio à Presidência da República.

E quanto ao advogado Amauri Pinho, o mesmo deverá ser preso a qualquer momento. Motivos não faltam.

Veterinários premiados e profissionais qualificados podem ter caminho facilitado para imigração nos EUA, avaliam especialistas

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Trajetória profissional, prêmios e reconhecimento internacional podem fortalecer pedidos de vistos como EB-2 NIW e até EB-1, categorias voltadas a talentos com impacto relevante em suas áreas

Profissionais altamente qualificados, com longa trajetória acadêmica e reconhecimento internacional, podem ter acesso facilitado a processos de imigração permanente para os Estados Unidos. Entre as alternativas disponíveis está o visto EB-2 com dispensa de interesse nacional (NIW), modalidade voltada a especialistas cujas atividades são consideradas relevantes para o país. Em casos de reconhecimento excepcional, o perfil pode inclusive se enquadrar em categorias ainda mais seletivas, como o visto EB-1.

O tema ganhou destaque após dúvidas frequentes de profissionais especializados, como veterinários e pesquisadores da área de genética animal, interessados em saber se uma carreira consolidada com décadas de atuação e prêmios nacionais e internacionais pode atender aos critérios exigidos pela imigração americana.

Segundo o advogado Daniel Toledo, especialista em Direito Internacional e fundador da Toledo e Associados, o histórico profissional é um dos elementos centrais na avaliação desses processos. “Quando um profissional apresenta mais de duas décadas de carreira, prêmios nacionais e internacionais e atuação reconhecida na sua área, isso já demonstra relevância técnica e impacto. Dependendo da documentação disponível, esse perfil pode se enquadrar não apenas no EB-2 NIW, mas eventualmente até em categorias mais exigentes, como o EB-1”, afirma.

O visto EB-2 NIW é destinado a profissionais com formação avançada ou habilidades excepcionais cuja atuação possa gerar benefícios relevantes para os Estados Unidos. Diferentemente de outras categorias, essa modalidade permite que o candidato solicite a residência permanente sem a necessidade de uma oferta formal de trabalho, desde que consiga demonstrar que sua atividade possui interesse nacional para o país.

Dados do Departamento de Estado dos Estados Unidos mostram que milhares de vistos da categoria EB são emitidos anualmente para profissionais qualificados, pesquisadores e empreendedores. O sistema migratório americano prevê diferentes subcategorias voltadas a talentos internacionais, incluindo EB-1 para indivíduos com habilidades extraordinárias, EB-2 para profissionais com alta qualificação e EB-3 para trabalhadores especializados.

No caso de áreas como medicina veterinária, pesquisa genética e criação de animais de alto desempenho, fatores como publicações científicas, premiações, participação em eventos internacionais e cobertura da imprensa especializada podem fortalecer significativamente a candidatura.

“Prêmios, estudos publicados, participação em congressos e até reportagens sobre o trabalho do profissional são evidências que ajudam a comprovar reconhecimento e impacto na área. A análise do processo leva em consideração o conjunto da trajetória, não apenas um único critério”, explica Toledo.

Além da análise curricular, o processo envolve uma estratégia jurídica detalhada, incluindo cartas de recomendação de especialistas, comprovação de contribuições relevantes para o setor e documentação técnica que demonstre a relevância do trabalho desenvolvido.

Outro ponto frequentemente questionado por estrangeiros diz respeito à permanência legal no país durante processos acadêmicos ou de formação. Estudantes com visto F-1, por exemplo, podem permanecer legalmente nos Estados Unidos enquanto mantiverem o status acadêmico ativo por meio da renovação do formulário I-20 emitido pela instituição de ensino. No entanto, especialistas recomendam que a renovação formal do visto seja feita em consulados americanos para garantir liberdade de viagem internacional e reentrada no país.

Para Toledo, o crescimento da busca por vistos voltados a talentos especializados reflete uma tendência global de mobilidade profissional. “Os Estados Unidos continuam atraindo profissionais qualificados de diversas áreas. Quem possui uma trajetória sólida, com reconhecimento comprovado, tem possibilidades reais dentro do sistema migratório, desde que o processo seja estruturado de forma técnica e estratégica”, conclui.

Com um mercado que valoriza inovação, pesquisa e desenvolvimento científico, categorias como EB-2 NIW e EB-1 permanecem entre os principais caminhos legais para profissionais que desejam transformar carreira acadêmica ou técnica em uma oportunidade de residência permanente nos Estados Unidos.

 

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com 900 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR.

Para mais informações, acesse o site.

Nova lei enrijece combate ao estupro de vulnerável e impede relativização de pena

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Advogado criminalista Amaury Andrade aponta que a lei evita que vítimas de estupro passem por novo sofrimento na Justiça

O Presidente da República  Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.353/2026, publicada em 8 de março, que altera o Código Penal para tornar expressa e absoluta a presunção de vulnerabilidade da vítima nos crimes de estupro contra menores de 14 anos e pessoas sem capacidade de discernimento.

A norma, originada do PL 2.195/2024, veda expressamente que o consentimento da vítima, sua experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento prévio com o agressor sejam usados para atenuar a punição ou afastar a tipificação do crime.

Para o advogado criminalista e professor Amaury Andrade, o impacto mais relevante da lei é tornar o julgamento mais objetivo. “A mudança impede que a condição de vulnerabilidade seja enfraquecida por argumentos externos ao núcleo do tipo penal. O Judiciário passa a ter uma barreira legal mais clara contra teses que tentem usar aspectos da vida privada da vítima para reduzir a gravidade da conduta”, explica.

Andrade destaca que, embora a lei não crie novo tipo penal nem aumente as penas existentes, ela estabelece maior segurança jurídica ao delimitar o que não pode mais ser usado para relativizar a proteção penal. “Reduz-se a margem para decisões contraditórias e reforça-se a coerência do sistema de Justiça no enfrentamento da violência sexual”, completa.

O especialista aponta ainda que a nova redação beneficia diretamente as vítimas ao diminuir o risco de revitimização durante o processo. “A discussão processual frequentemente desviava o foco da conduta do agressor para aspectos da vida privada da vítima. Agora, a resposta estatal se torna mais firme e compatível com a lógica de proteção integral, especialmente para crianças e pessoas sem capacidade válida de consentimento.”

A lei representa um avanço na proteção da dignidade sexual de pessoas vulneráveis, estabelecendo que sua condição não está sujeita a flexibilizações casuísticas no sistema de Justiça.

 

 

CNU fracassa em atrair profissionais de TI e acende alerta para transformação digital do governo

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Baixa adesão à carreira de Analista em Tecnologia da Informação do governo
federal expõe dificuldade do Estado em competir com o mercado e levanta
alerta para gestão de contratos bilionários de tecnologia

A baixa adesão à carreira de Analista em Tecnologia da Informação (ATI) no
Concurso Público Nacional Unificado (CNU) acendeu um alerta dentro da
administração pública federal. Levantamentos do Governo indicam que cerca
de 70% dos candidatos convocados ao longo das oito chamadas optaram por
não assumir o cargo, índice considerado incomum para concursos públicos
federais.

O cenário ficou ainda mais evidente após o governo anunciar a prorrogação da
validade da primeira edição do CNU, sem incluir a carreira de ATI entre as que
poderão convocar novos candidatos. Segundo o Ministério da Gestão e
Inovação (MGI), todos os aprovados no cadastro de reserva já foram
chamados, mas o número efetivo de profissionais dispostos a assumir o cargo
ficou muito abaixo do esperado: dentre 1.200 candidatos aprovados no CNU,
700 não assumiram o cargo.

O episódio expõe um paradoxo dentro do próprio governo: enquanto a
transformação digital é apresentada como prioridade estratégica, o Estado
enfrenta dificuldades para preencher os cargos responsáveis por viabilizar essa
agenda.

Para o Analista em Tecnologia da Informação e gestor de políticas públicas de
TI, Luiz Alexandre, o Estado tem dificuldade para competir com o mercado na
atração de profissionais de tecnologia.

Os números mostram que o problema

não está no concurso, mas em uma questão estrutural: hoje o Brasil não
consegue competir com o mercado de tecnologia na atração de profissionais
qualificados. Isso é ainda mais preocupante porque essa carreira supervisiona
contratos que movimentam 12 bilhões de reais todos os anos, quando essas
vagas ficam vazias, o Estado perde capacidade técnica justamente em uma
área estratégica para o país", afirma Luiz Alexandre, que também é o
presidente da Associação dos Analistas em Tecnologia da Informação (ANATI).

Uma carreira estratégica com baixa atratividade

Os ATIs são responsáveis por funções estratégicas da infraestrutura digital do
Estado. Esses servidores participam da gestão e fiscalização de contratos que
movimentam bilhões de reais por ano, além de atuar no desenvolvimento de
sistemas, governança digital e segurança da informação em mais 200 de
órgãos federais. Apesar da relevância estratégica da área, a carreira enfrenta,
há anos, dificuldades para atrair e reter profissionais. Durante as convocações do CNU, em 2025 e 2026, o problema ficou ainda mais evidente e os números ajudam a dimensionar o cenário.

De acordo com o site da da Escola Nacional de Administração Pública (Enap),
responsável pela organização do curso de formação das turmas de ATIs, foram
formadas três turmas para o Curso de Formação de Analistas em Tecnologia
da Informação (ATIs). Em 2025, quase 500 candidatos foram convocados para
preencher 300 vagas iniciais. Desses, 217 iniciaram o curso e, ao final do
processo, apenas 169 efetivamente entraram em exercício no cargo.

Em 2026, outras duas grandes convocações foram realizadas, chamando mais de 700
candidatos que estavam no cadastro de reserva. Ao todo, foram ofertadas 420
vagas, mas somente 237 candidatos demonstraram interesse e iniciaram o
Curso de Formação.

Segundo a Associação Nacional dos Analistas de Tecnologia da Informação (ANATI), o alto índice de evasão entre os convocados indica que parte dos candidatos aprovados opta por seguir outras carreiras no serviço público ou aceitar oportunidades no setor privado.

De acordo com a entidade, dois fatores ajudam a explicar a baixa adesão: a remuneração e o modelo de ingresso na carreira. A ANATI aponta que há diferença significativa entre os salários pagos pelo governo federal e aqueles praticados no mercado de tecnologia, onde
profissionais com perfil semelhante podem receber, em média, até três vezes
mais. A associação também destaca a distância salarial em relação a outras
carreiras do próprio serviço público federal.

Segundo a entidade, a remuneração inicial do cargo de Analista de Tecnologia da Informação (ATI) pode ser até duas vezes menor do que a de carreiras consideradas equivalentes em nível de especialização e responsabilidade.

Outro ponto citado é o formato do processo seletivo. Atualmente, os candidatos
convocados precisam participar de um curso de formação presencial em
Brasília, com dedicação integral durante três a quatro meses. Nesse período,
recebem cerca de R$ 5 mil mensais, valor correspondente a aproximadamente
metade da remuneração inicial do cargo.

Para profissionais que já atuam no setor de tecnologia, muitas vezes com salários mais altos e possibilidade de trabalho remoto, a exigência de participação presencial no curso de formação pode representar um obstáculo adicional. A mudança temporária para Brasília e a necessidade de interromper vínculos profissionais durante o período do curso também são fatores mencionados pela entidade.

Discurso digital x realidade

A dificuldade de preencher vagas na carreira de Analista em Tecnologia da Informação ocorre em um momento em que o governo federal reforça a agenda de transformação digital e a ampliação de serviços públicos digitais. Nos últimos anos, a administração pública também tem ampliado iniciativas relacionadas ao uso de inteligência artificial e à implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), dentro da estratégia de modernização dos serviços oferecidos à população.

Para o analista em tecnologia da informação do Ministério de Minas e Energia, Marlon Prudente, o cenário revela um descompasso entre as iniciativas de digitalização e a política de gestão de pessoas voltada à área de tecnologia. “Nos últimos anos, o governo federal
ampliou iniciativas de digitalização de serviços públicos e de transformação digital da administração pública. No entanto, a política de gestão de pessoas para a área de tecnologia ainda não acompanha essa prioridade estratégica”, afirma.

Diante do risco de novas saídas, entidades representativas da carreira defendem a adoção de medidas para evitar a evasão também entre os profissionais que ingressaram recentemente no serviço público. Entre as propostas apresentadas estão a revisão da estrutura remuneratória da carreira, a regulamentação e aceleração da progressão funcional e o reposicionamento de servidores em níveis mais avançados da carreira, como forma de ampliar a retenção de profissionais.

Para o curto prazo, especialistas apontam a necessidade de discutir uma reestruturação mais ampla da carreira, especialmente em relação à remuneração inicial, com o objetivo de tornar o cargo mais competitivo em relação ao mercado de tecnologia. “Caso contrário, o risco é que novos concursos reproduzam o mesmo cenário observado no CNU: um grande
número de candidatos inscritos, mas poucos profissionais dispostos a assumir
as vagas.

INVESTIR EM FUNDOS OU FAZER A PRÓPRIA SELEÇÃO DE ATIVOS?

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ESCOLHA É FUNDAMENTAL PARA LIDAR COM VARIAÇÕES BRUSCAS DO MERCADO, AFIRMA PRIVATE DA INVESTSMART XP NO SMART SUMMIT 2026

Executivo falou sobre eventos extremos e impactos no mercado financeiro durante a nona edição da maior feira de negócios, economia e investimentos do Rio de Janeiro

 

A internet propaga eventos extremos com muito mais rapidez e intensidade. Esta foi a conclusão de Lucas Rego, Private da InvestSmart XP, durante o painel “O impacto dos eventos extremos no mercado financeiro”, apresentado pelo executivo hoje (13 de março), na 9ª edição do Smart Summit, a maior feira de negócios e investimentos do Rio de Janeiro.

 

Apresentado no Palco Melhor Investimento, o painel contou com a participação de Beto Saadia, economista-chefe da NOMOS, que definiu o conceito de “evento extremo”. “É tudo aquilo que ultrapassa os desvios padrões. São eventos que, em uma análise de mercado em tempos de globalização, estão cada vez mais frequentes”, explicou ele. Como exemplos, o executivo citou o tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e a pandemia de COVID-19, movimentos aos quais os mercados reagiram de forma muito aguda.

 

Segundo Saadia, a tecnologia e o volume de informações de hoje podem contribuir para uma sensação de volatilidade. Sua visão é compartilhada por Lucas Rego, da InvestSmart XP. “Nesse cenário, a análise que precisa ser feita pelo investidor é: ‘o que é ruído e o que é um evento que de fato faz você tomar uma decisão e mudar sua carteira?’”, pontuou.

 

Para o executivo, a diversificação hoje é um desafio. Saadia afirma que os ativos estão cada vez mais relacionados e, quando há queda, todos caem ao mesmo tempo e, por isso, segundo Lucas, a diversificação de mercados passou a funcionar menos. “Quando você tem ouro, bitcoin e ativos que estão nas carteiras de todo mundo – o que não é errado – todo o mercado reage de forma negativa a uma queda”, afirmou Saadia.

 

Lucas afirmou que a definição entre o investimento em fundos ou uma seleção própria de ativos é fundamental para lidar com as variações do mercado. “Por exemplo, quando o investidor opta por fundos de investimento, ele pode estar mais exposto em momentos de variações bruscas de mercado, diferentemente daqueles que fazem seleções próprias de ativos, como o trader, que, apesar de perfis mais agressivos, acompanham diariamente a seleção e podem ajustar a carteira diante dessas mudanças bruscas. O importante é escolher um risco que combine com você”, concluiu o executivo.

 

Sobre a InvestSmart XP

A InvestSmart XP é o maior escritório de investimentos do Rio de Janeiro, com mais de 100 escritórios pelo Brasil e 2 mil pessoas. Eleito pela XP Investimentos o Maior Escritório da Região Sudeste e Maior Expansão do Brasil, possui R$ 30 bilhões sob custódia, 12 anos de existência e mais de 200 mil clientes.  Saiba mais sobre a InvestSmart XP aqui.

Câncer de intestino já é o terceiro mais comum no DF

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Hospital de Base realiza cerca de mil atendimentos por ano e campanha Março Azul-Marinho reforça prevenção e diagnóstico precoce
Por Giovanna Inoue
Cláudio tinha 59 anos quando começou a sentir fortes dores abdominais. Ao procurar atendimento médico, precisou passar por uma cirurgia de emergência. Após a retirada de um tumor e a realização de biópsia, veio o diagnóstico: câncer de intestino. Durante sete meses, ele realizou quimioterapia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Foi um grande susto. É o tipo de coisa que você pensa que nunca vai acontecer com você”, lembra.
O câncer colorretal, conhecido popularmente como câncer de intestino, afeta o intestino grosso (cólon) ou o reto e é o terceiro tipo de câncer mais frequente no DF, atrás apenas dos tumores de mama e de próstata, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). No Hospital de Base, referência em atendimento oncológico na rede pública do DF, são realizados cerca de mil atendimentos especializados por ano relacionados à doença.
Apesar da incidência elevada, muitos diagnósticos ainda ocorrem em fases avançadas, já que o tumor costuma se desenvolver de forma silenciosa e pode permanecer por anos sem provocar sintomas perceptíveis.
Prevenção e diagnóstico precoce
Durante todo o mês de março, a campanha Março Azul-Marinho busca ampliar a conscientização da população sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer colorretal. Dados do Inca indicam que o Distrito Federal registra uma taxa de incidência de 19,42 casos para cada 100 mil habitantes, a sexta maior do país.
A proctologista Ana Rosa Melo, da equipe do Hospital de Base, explica que o tumor geralmente se desenvolve a partir de pólipos, pequenas lesões benignas que surgem na parede do intestino, e podem evoluir lentamente. Como o intestino é um órgão oco, essas alterações podem crescer durante anos sem provocar sinais claros.
“O câncer colorretal costuma crescer de forma gradual. Quando aparecem sintomas como sangramento nas fezes, mudança do hábito intestinal, perda de peso ou anemia, muitas vezes o tumor já está em estágio mais avançado”, afirma.
Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento do câncer estão o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, ingestão de álcool, obesidade, sedentarismo e tabagismo. A adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico ajudam a reduzir riscos.
A recomendação é começar os exames de prevenção a partir dos 45 anos. A frequência deve ser definida pelo médico, de acordo com o histórico e os fatores de risco de cada paciente.
Vida após o tratamento
Cláudio encarou o processo como uma etapa necessária para recuperar a saúde. “Nunca enxerguei aquilo como o fim da linha, mas como um obstáculo. Se era preciso fazer quimioterapia, eu faria e ficaria bem. Sempre tive fé de que seria algo passageiro”, relata.
Ele lembra que a jornada foi longa e cansativa, marcada por efeitos colaterais como perda de cabelo, enjoos, dormência nas mãos e perda de peso. Ao longo desse período, perdeu 24 quilos. O apoio da equipe de saúde fez diferença durante todo o processo. “As enfermeiras sempre estavam sorrindo e nos motivando. Não sei como conseguem manter tanta energia”, conta.
Desde o fim da quimioterapia, em 2013, Cláudio decidiu aproveitar mais a vida. Realizou o sonho de dar a volta ao mundo e já visitou mais de 85 países. Hoje, aos 74 anos, continua viajando e descobrindo novos destinos.
Neste mês de março, ele segue na estrada rumo ao Chile, em uma viagem de motorhome pela América do Sul.
Apesar das dificuldades relacionadas ao diagnóstico tardio, o câncer colorretal apresenta boas chances de cura quando tratado adequadamente. “Com o tratamento correto, que pode incluir cirurgia e quimioterapia, as chances de recuperação são bastante elevadas”, destaca a médica.
Atendimento na rede pública
Em caso de sintomas suspeitos, a orientação é procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). O paciente passa por avaliação na Atenção Primária, onde podem ser solicitados exames iniciais e encaminhamento para acompanhamento especializado.
O acesso aos serviços de maior complexidade ocorre por meio da regulação da rede pública de saúde. Após a avaliação inicial na Atenção Primária, o paciente pode ser encaminhado para unidades de referência, como o Hospital de Base do Distrito Federal, conforme a necessidade clínica identificada pela equipe de saúde.

FRANCIMAR NAVA SE FILIA AO MOBILIZA-DF

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São Sebastião apresenta ao Distrito Federal uma de suas importantes lideranças políticas: Francimar Nava, que agora passa a integrar os quadros do MOBILIZA-DF (33), antigo PMN.

Ex-candidato a deputado federal, com quase 4 mil votos, Francimar se coloca à disposição do partido e da população do Distrito Federal como pré-candidato a deputado distrital nas eleições de 2026.

A filiação acontece sob indicação do padrinho Agaciel Maia, uma das lideranças políticas mais experientes do Distrito Federal, que reconhece em Francimar Nava um nome preparado e comprometido com as demandas da população.

O MOBILIZA (33) segue fortalecendo seus quadros e ampliando sua base política no Distrito Federal. O partido já demonstrou força para eleger dois Deputados Distritais e agora avança com o objetivo de eleger três representantes para a Câmara Legislativa Distrito Federal.

A chegada de Francimar Nava reforça especialmente a presença do partido em São Sebastião, cidade que conhece sua trajetória e seu compromisso com a comunidade.