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Ministro Silvio Costa Filho assina contrato de dragagem do Porto do Recife, que passará a receber navios maiores

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Obra de R$ 100 milhões moderniza o acesso aquaviário e amplia a capacidade operacional do complexo portuário

 

Obra representa investimento de R$ 100 mi para ampliação do calado e aumento da movimentação no complexo – Foto: Eduardo Oliveira/MPor

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, assinou nesta sexta-feira (30), no Recife (PE), o contrato para a execução da obra de dragagem de readequação da infraestrutura aquaviária do Porto do Recife, iniciativa que representa um investimento estimado em R$ 100 milhões e que está prevista na licitação homologada em 26 de janeiro de 2026.
O contrato contempla a dragagem de manutenção e a readequação do acesso aquaviário do complexo portuário, com profundidade mínima de 12 metros, calado operacional de 10,7 metros, canal de acesso com 240 metros de largura e bacia de manobra de 500 metros de diâmetro, permitindo que o Porto do Recife passe a operar navios de até 210 metros de comprimento, o que amplia a eficiência logística e reforça a segurança das operações.

Durante a assinatura, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que a obra está em sintonia com a estratégia do governo federal para o crescimento econômico e o fortalecimento da infraestrutura logística do país. “Esse investimento em uma obra aguardada há mais de dez anos reforça o compromisso do governo do presidente Lula com o desenvolvimento regional, a ampliação da capacidade dos portos brasileiros e a geração de emprego e renda. Ao permitir a chegada de navios maiores, o Porto do Recife amplia suas operações, reduz custos logísticos e se consolida como um ativo estratégico para economia de Pernambuco e do Nordeste”, afirmou.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, destacou a importância da parceria com o governo federal para viabilizar obras estruturantes no estado. “Essa dragagem e os investimentos anunciados são resultado de uma parceria fundamental com o governo do presidente Lula, representado aqui pelo ministro Silvio Costa Filho, que tem sido decisiva para destravar obras sonhadas há muito tempo por Pernambuco. Estamos fortalecendo a logística, ampliando a competitividade dos nossos portos e criando condições reais para gerar desenvolvimento, emprego e mais qualidade de vida para a população”, afirmou.
Investimentos

Os recursos destinados à obra incluem R$ 54,1 milhões empenhados em 2025 e R$ 45,8 milhões previstos para 2026, com início das obras programado para até março de 2026 e conclusão estimada para maio de 2027. A iniciativa integra o conjunto de investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) voltados à modernização da infraestrutura portuária e ao fortalecimento da logística nacional.
O presidente do Porto do Recife, Guilherme Cavalcante, destacou que a obra representa um avanço estratégico para o terminal. “Esse investimento é fundamental para modernizar a infraestrutura do Porto do Recife. Com o aumento do calado e a melhoria do canal e da bacia de manobra, vamos receber navios maiores, reduzir custos logísticos, ampliar a competitividade e melhorar também a operação de cruzeiros e a experiência dos turistas”, afirmou.
A dragagem do Porto do Recife se soma a outras ações estruturantes em andamento em Pernambuco, reforçando o papel do estado como eixo estratégico da navegação de cabotagem e do comércio exterior no Nordeste.

Atividade física sem preparo eleva risco de lesões e problemas cardíacos

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Falta de avaliação médica e pressa por resultados podem comprometer articulações e sobrecarregar coração

Sair do sedentarismo é uma decisão vital, e o início do novo ano costuma trazer um impulso extra para quem quer começar a se movimentar mais. Estudos mostram que pessoas fisicamente ativas vivem mais, e qualquer nível de movimento já contribui para reduzir os riscos cardiovasculares.

No entanto, o início da prática esportiva traz um alerta que vai além da simples vontade de suar a camisa — a transição abrupta do repouso para o esforço físico, sem o preparo adequado, pode elevar significativamente a incidência de problemas cardiovasculares e ortopédicos. Embora o exercício seja um dos principais aliados da longevidade, quando realizado sem critério, pode transformar uma iniciativa de saúde em um novo problema médico.

Avaliação do risco e saúde do coração

A relação entre sedentarismo e riscos no início da atividade física exige cautela. De acordo com o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci Marques, a avaliação médica é fundamental para identificar fatores de risco ocultos. Caminhadas leves costumam ser incentivadas sem grandes restrições, mas exercícios mais intensos ou de caráter competitivo exigem um check-up prévio. “Se for praticar uma atividade física regular e mais pesada, é importante fazer essa avaliação para detectar se não há nenhuma condição silenciosa, especialmente quando a pessoa não está muito ativa”, alerta.

O cuidado deve ser redobrado em pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas, principalmente com casos de morte súbita, já que condições genéticas podem se manifestar durante o esforço.

Impacto nas articulações e nos músculos

Um dos maiores desafios para quem retoma as atividades é a fragilidade da estrutura muscular. Distensões, estiramentos e lombalgias aparecem com frequência quando não há orientação adequada. Segundo o ortopedista do Hospital Universitário Cajuru, Eduardo Novak, isso ocorre porque o corpo é submetido, de forma repentina, a um esforço para o qual não estava preparado. “O sistema muscular funciona como a suspensão de um carro: assim como os amortecedores protegem o veículo, os músculos protegem as articulações. Em pessoas sedentárias, essa musculatura está enfraquecida e, ao segurar uma carga, o centro de gravidade muda, o que pode sobrecarregar o sistema osteoarticular”, detalha.

Sinais de alerta e como se prevenir

Durante a prática, o corpo emite sinais claros que não devem ser ignorados. Do ponto de vista cardiovascular, dor no peito e falta de ar indicam que a atividade deve ser interrompida imediatamente. “O principal ponto é conhecer o próprio limite. Por isso, é fundamental estar com os exames em dia e seguir um plano de treino personalizado, adequado ao biotipo”, orienta o cardiologista.

Já na parte ortopédica, a prevenção começa com o aquecimento adequado. Para reduzir o risco de lesões, a recomendação é iniciar com cargas leves e avançar gradualmente, respeitando o tempo de adaptação do corpo. O aquecimento prepara as articulações e “calibra” os músculos, enquanto a orientação profissional adapta o exercício às necessidades do indivíduo. “Resultados positivos rápidos não existem. A pressa pode transformar um sedentário em um sedentário lesionado”, finaliza Novak.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

 

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

 O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Leilão surpreende com oferta de máquinas agrícolas seminovas de grandes marcas, com isenção de comissão e pagamento em até 48 parcelas

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Com promoção da MF Leilões, empresa do Grupo MF Rural, o Leilão de Máquinas Agrícolas Seminovas da MAQNELSON, que será realizado nos dias 5 e 6 de fevereiro, ofertará 44 lotes de grandes marcas como John Deere, Massey Ferguson, Valtra, New Holland, Case Ih, Stara, Jacto e muitas outras. Entre o maquinário disponível estão colheitadeiras, tratores e pulverizadores.

“Além da excelente qualidade das máquinas, os grandes diferenciais do leilão estão nas condições de pagamento: isenção da comissão de compra, onde o comprador já economiza entre 5 e 6% que seriam cobrados sobre o valor total do investimento, e o parcelamento em até 48 vezes. O comprador que der pré-lance ainda ganha 300 km de frete gratuito, um verdadeiro combo de vantagens para o produtor”, explica José Roberto Domingos de Oliveira, gerente administrati vo da MF Leilões.

Hoje, a MAQNELSON é considerada uma das maiores revendedoras John Deere do Brasil, sendo eleita pela própria marca a concessionária “Classe Mundial” e “Leaders Club” de 2025. Possui sede em Uberlândia (MG) e 12 lojas espalhadas pelos estados de Minas Gerais e Goiás. No entanto, outro ponto forte deste leilão da MAQNELSON é a oferta de maquinários multimarcas, tanto leves como pesados.

“O destaque não fica somente por conta das colheitadeiras, pulverizadores e tratores da John Deere. Teremos modelos Valtra, Massey Ferguson, Case Ih, New Holland, Stara e Jacto, atendendo a produtores de todos os portes, gostos e perfis”, complementa Matheus dos Santos Teixeira, consultor de vendas da MF Leilões. O leilão possui grande variedade de colheitadeiras, com plataformas de 15, 25, 35 e 40 pés, voltadas a terrenos ondulados, íngremes, planos e chapadões.

Quanto aos tratores, há modelos com motores de 80 cv a 110 e 190 cv, na linha média, e aqueles com mais tecnologia embarcada e cavalaria na casa de 353 ou 375 cv; cabinados ou não e com rodados para diferentes tipos de cultura. Os pulverizadores à venda também atendem um público diverso, contemplando dos modelos mecânicos e autopropelidos às linhas mais avançadas do mercado.

Investimento estratégico
Matheus dos Santos ressalta que o seminovo é uma decisão estratégica. Uma máquina zero quilômetro custa caro. Também pesa no bolso o fato do crédito estar escasso e os juros nos mais altos patamares da última década. “As máquinas disponíveis no leilão representam um investimento menor ao agricultor e possuem condições de pagamento atrativas. Os equipamentos têm ano de fabricação recente, estão em ótimo estado de conservação, preço dentro da média de mercado, parte mecânica em ordem e todos saem do pátio prontos para operação”, lembra.

Mesmo se tratando de máquinas seminovas e prontas para uso, o consultor recomenda a manutenção preventiva. “Semelhante a comprar um carro seminovo, é importante realizar a troca de lubrificantes e substituir os filtros para que se possa ter seu próprio histórico de manutenção”, conclui, reforçando para que os interessados consultem as condições de pagamento do leilão: colheitadeiras serão negociadas em dez parcelas à vista e 38 mensais. Tratores e pulverizadores vão ser vendidos em 36 parcelas, sendo oito no ato da batida do martelo e 28 mensais.

Nova CNH: mais de 3 mil exames teóricos foram realizados no Distrito Federal

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Candidatos podem agendar a prova por meio do Portal de Serviços do Detran-DF
 
Jaqueline Costa
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) aplicou, no período de 12 a 29 de janeiro, 3.032 exames teóricos no modelo do novo processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme estabelecido pela Resolução nº 1.020, de 1° de dezembro de 2025, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
De acordo com a legislação, antes de realizar a prova é necessário fazer o curso teórico, que pode ser feito por meio do aplicativo CNH do Brasil, em autoescolas, Escolas Públicas de Trânsito (EPTs), Instituições de Ensino de Trânsito (IETs) ou em órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito.
O exame teórico é composto por questões de múltipla escolha, com quatro alternativas de resposta e apenas uma correta. A prova contém 30 questões que são extraídas do Banco Nacional de Questões, organizado e mantido pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). A duração do exame é de 80 minutos, com tempo dobrado para candidatos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou transtorno do espectro autista (TEA). Para a aprovação, o candidato deverá alcançar, no mínimo, vinte acertos.
Marcação do exame teórico 
O Detran-DF disponibiliza, por meio do Portal de Serviços, o agendamento eletrônico para o exame teórico, permitindo que o próprio candidato, escolha a data, o local e o horário para a realização da prova. O sistema libera o agendamento após o registro da conclusão do curso teórico.
Segundo a diretora de Controle de Veículos e Condutores do Detran-DF, Bruna Pacheco, a ferramenta atende à exigência nacional de padronização e eficiência nos exames de trânsito, além de permitir que o cidadão tenha maior autonomia e agilidade na realização do serviço. “O agendamento eletrônico é um passo crucial para garantir que o processo de habilitação no Distrito Federal seja mais transparente e acessível. Ao permitir o agendamento direto pelo candidato após a formação, otimizamos e agilizamos o fluxo de atendimento”, destaca.
Para agendar a prova teórica, o candidato deve acessar o Portal de Serviços do Detran-DF, em https://portal.detran.df.gov.br/, clicar na aba CNH e, em seguida, em Marcação de Exames CNH, confirmando os dados pessoais. Na sequência, é possível optar por uma das unidades do Detran-DF onde o exame é aplicado – Aeroporto, Asa Sul, Gama, Paranoá, Sobradinho e Taguatinga -, selecionar a data e o horário e, por fim, gerar o comprovante de marcação.

“O Flores do Cerrado faz a gente renascer; ele me tirou da depressão”, afirmam ex-alunas e atuais professoras do projeto social do DF

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Em ação desde 2023, o curso de costura, corte e bordado impacta diretamente no desenvolvimento econômico e social da região

 

Miriam Bezerra, 59 anos, é moradora da Ceilândia (DF) e entrou para o projeto social Flores do Cerrado em 2024. Porém, desde os 12 anos de idade, Miriam já tinha curiosidade em costura.

 

Quando decidiu se inscrever no curso, estava passando por um período de vida muito difícil: havia perdido a mãe e estava desempregada.

 

Mas, ainda em estado depressivo, foi impactada por um post no Instagram, sobre o curso de Corte, Costura e Bordado do projeto Flores do Cerrado, que acontece anualmente no Distrito Federal. “Não pensei duas vezes para me inscrever e, felizmente, fui contemplada. Depois disso, minha vida mudou completamente”, explica.

 

[Eu descobri um dom durante as aulas, que, antes, parecia estar enterrado.]

 

“Durante o curso, fiz prendedores de cabelo, panos de prato e bolsas, até que comecei a vender minhas produções e portas foram se abrindo”, reforça.

 

Meses depois de ingressar, ela recebeu a oportunidade de ser auxiliar de costura. “Eu a agarrei com unhas e dentes; e foi aí o pulo do gato, em que encontrei forças para continuar”, revela.

 

Após um tempo, Miriam foi promovida a dar aulas e segue lecionando para 20 alunos. “Agradeço a todo mundo do projeto, porque ele realmente salva vidas”, destaca.

 

O projeto Flores do Cerrado capacitou, de graça, diversas mulheres das regiões do Sol Nascente, Estrutural, Brazlândia, São Sebastião, Varjão, Samambaia e, recentemente, Taguatinga.

 

Ao todo, foram 20 vagas preenchidas e divididas no turno vespertino. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h.

 

O curso de costura teve início em 26/01 e segue até dia 13/02, enquanto o de bordado começa em 23/02 e termina em 27/02.

 

Decisão transformadora

Moradora da Estrutural (DF), Leudenir Ferreira, 66 anos, também estava em depressão profunda.

 

Antes mesmo de conhecer o Flores do Cerrado, passava semanas sem socializar e mal conseguia dialogar com os próprios filhos.

 

Mas, certo dia, encontrou uma conhecida na padaria, com quem conversou rapidamente e recebeu um conselho modesto, sem saber que seria uma decisão transformadora: “Gostaria de que fizesse sua inscrição no projeto Flores do Cerrado para aprender a costurar, cortar e a bordar”.

 

De início, Leudenir relutou. Mas a colega insistiu até o ponto em que Leudenir topou conhecer as aulas.

 

“Assisti às práticas por dois dias e, no terceiro, tive uma crise depressiva em meio à aula. Foi então que o Toni Regis, professor do curso, me acolheu e não me deixou desistir”, enfatiza.

 

Após retornar, ela conseguiu fazer as aulas até criar amor pelo Flores. “Naquele momento, o curso era a minha vida. Sempre ia dormir já pensando na aula do dia seguinte. Fui uma aluna bastante dedicada e, sem que eu percebesse, toda a angústia que eu vinha sentindo desapareceu. Ele realmente transforma vidas”, pontua.

 

Só do curso, a atual professora afirma que já saíram quatro alunas para prestar serviço para confecção de uniforme hospitalar. “Apesar de ter tido a mesma oportunidade, quando aluna, optei por seguir com o Flores. Para onde ele fosse, eu queria estar junto”, afirma.

 

[O que aprendi com o Flores desejo ensinar para todas as mulheres. Se ele fosse um jardim, eu moraria dentro dele.]

 

Leudenir entrou como aluna, foi auxiliar e hoje é professora de costura, corte e bordado. “No início, não fiz renda alguma. Mas, à medida em que fui aperfeiçoando meu trabalho, comecei a vender meus itens. Já fiz tapete, bolsinha, necessaire, presilha de cabelo e touca de cetim”, destaca.

 

A docente aproveita, então, para agradecer a quem não a deixou desistir de uma das melhores decisões da vida dela: “Muito obrigada, Toni, Fábio e a todos que me incentivaram”, finaliza.

 

Impacto

 

Mais de 400 aprendizes já tiveram as vidas transformadas através dos cursos fornecidos pelo Flores do Cerrado, nas áreas de empreendedorismo, corte e costura, técnicas de artesanato e bordado.

 

Todo o material do curso é disponibilizado, incluindo máquinas de costura e tecidos. O projeto também oferece área kids com monitores capacitados para cuidar dos filhos das participantes durante todo o período das oficinas.

 

O objetivo do curso é capacitar e recolocar mulheres de baixa renda no mercado de trabalho. Assim, a iniciativa promove a inclusão social e profissional, oferecendo ferramentas para conquistar autonomia e oportunidades no mercado de trabalho.

 

De acordo com o fundador do projeto social, Fabio Barrera, a iniciativa é mais que um projeto de capacitação; é um projeto motivacional. “Por meio da costura e do bordado, nós mostramos para as mulheres que elas são capazes; que elas precisam acreditar nelas mesmas”, assegura.

 

Não por acaso, o slogan do curso é “A arte de transformar”, que sintetiza a essência da ação. “Nós buscamos que elas sejam agentes de mudança da vida delas. Assim, o Flores é capacitação, saúde mental, acolhimento e promoção de relações interpessoais”, finaliza.

 

O Flores do Cerrado é uma iniciativa da CEDHuC – Comissão Especial de Direitos Humanos, com apoio do Ministério da Cultura.

 

Serviço

 

Projeto social: Flores do Cerrado

Duração do curso: 26/01 a 13/02 (Costura) e 23/02 a 27/02 (Bordado)

Local:  Centro de Convivência COSE – Bernardo Sayão, QNM 36/38 AE, M Norte, Taguatinga – DF

Horário: 14h às 18h

Custo: totalmente gratuito

 

Para acompanhar o progresso do curso, basta acessar a página no Instagram do projeto: @floresdocerrado.df

Instituto de Pesca avalia o uso de tanques-rede de grande volume na piscicultura continental

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Pesquisadores atuando no projeto

 

O Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, desenvolve, há mais de uma década, pesquisas voltadas ao uso de tanques-rede de grande volume na piscicultura continental, com ênfase na qualidade da água e na produção de tilápias.

 

Os estudos são realizados desde 2017 pela Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento do Pescado Continental do IP, localizada em São José do Rio Preto (SP), em parceria com a empresa Fisher Piscicultura Água Vermelha. Os experimentos ocorrem em tanques-rede de grande volume instalados na área aquícola da empresa, no reservatório de Água Vermelha, enquanto as análises dos parâmetros ambientais e produtivos são realizadas na unidade do Instituto.
Cultivo em tanques-rede

 

Os tanques-rede de grande volume são estruturas flutuantes, geralmente confeccionadas com materiais resistentes, como duralumínio e telas de aço inox, utilizadas para o cultivo intensivo de peixes em escala comercial. Podem ser instalados em reservatórios de usinas hidrelétricas, lagos e outros corpos hídricos com grande volume e circulação de água.
Entre as principais vantagens do sistema destacam-se a alta produtividade, o melhor aproveitamento do fluxo natural da água, a facilidade de manejo e despesca, além da redução de impactos ambientais. O sistema também permite flexibilidade operacional e cultivo escalonado ao longo do ano.
A área monitorada pelo IP é composta por mais de 70 tanques-rede de 450 m³, povoados com aproximadamente 2,1 milhões de tilápias. As coletas de dados ocorrem mensalmente na área aquícola, em três pontos estratégicos: 300 metros a montante, no centro da área de cultivo, e 300 metros a jusante dos tanques-rede.

 

São avaliados parâmetros como temperatura da água, oxigênio dissolvido, pH, turbidez, condutividade elétrica e transparência, além de nutrientes e compostos nitrogenados, como fósforo total, nitrito, nitrato e amônia, analisados em laboratório também no IP.

 

Os resultados indicaram que os valores de qualidade da água permaneceram dentro de faixas consideradas adequadas para a piscicultura (CONAMA nº 375/2005 e 413/2009), com variações naturais associadas às estações do ano e ao nível do reservatório. De modo geral, não são observadas diferenças expressivas entre os pontos de coleta, possivelmente devido à influência das correntes naturais do reservatório, que favorecem a dispersão e a renovação da água.
De acordo com a pesquisadora do IP e responsável pelo estudo, Daniela Castellani, “as pesquisas conduzidas pelo Instituto de Pesca reforçam o papel da ciência aplicada no fortalecimento da aquicultura nacional, promovendo inovação, sustentabilidade e competitividade no setor. Em 2026 será iniciado um novo projeto também com tanques-rede de grande volume no Reservatório de Itaipu, ampliando ainda mais a pesquisa nessa área”.
Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca é uma instituição de pesquisa científica e tecnológica, vinculada à Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que tem a missão de promover soluções científicas, tecnológicas e inovadora para o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor da Pesca e da Aquicultura.

Vestido de Rainha: Lua Castanho transforma afeto, resistência e feminino em estreia potente

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Álbum de estreia da cantora será lançado em 02 de fevereiro, com participações especiais e uma sonoridade que atravessa o Cerrado com forró, samba e ritmos afro

Depois de duas décadas de trajetória na música, Lua Castanho prepara o lançamento de Vestido de Rainha, seu primeiro álbum. Com oito faixas que nascem do encontro entre memória, território e força feminina, o disco propõe uma escuta sensível e vibrante, costurando poesia, ritmos genuinamente brasileiros com forte influência afro  e um gesto artístico que é, ao mesmo tempo, íntimo, político e coletivo.

Com lançamento marcado para 02 de fevereiro, Vestido de Rainha chegará às principais plataformas de streaming musical como uma estreia madura e consistente. O álbum é atravessado pelas vivências da artista nas águas do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, território que inspira tanto a sonoridade quanto a poética do trabalho.

As canções, os arranjos e a produção musical são assinados por Conrado Pera, parceiro de longa data da artista. A sonoridade do disco transita com liberdade entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos de matriz africana, alinhavados por arranjos orgânicos, pulsantes e atentos aos ciclos da natureza e do tempo.

Mais do que um lançamento musical, Vestido de Rainha se apresenta como uma celebração da mulher como centro criador: sensível, potente e consciente de sua história. O álbum aborda temas como amor, pertencimento, resistência e transformação, propondo a ocupação de espaços a partir da delicadeza, da coragem e da memória.

“Esse disco nasce do que foi vivido de verdade. Ele fala de vulnerabilidade, de força e de se reconhecer inteira. Vestido de Rainha é um estado de espírito, um convite para ocupar o próprio lugar com coragem e afeto”, destaca  Lua Castanho

O álbum contará com participações especiais que ampliam e aprofundam sua paleta sonora, entre elas a cantora Carla Casarim, o violonista Gabriel Selvage, o sanfoneiro Nonato Lima e o violoncelista Federico Puppi. As participações surgem como camadas vivas que transitam do intimismo à pulsação rítmica coletiva.

Faixa a faixa: caminhos que se abrem

A abertura do álbum acontece com “Kryptonita”, uma canção que quase ficou de fora do repertório, mas acabou encontrando seu lugar com precisão. Em formato voz, violão e violoncelo, a faixa inaugura o disco em clima íntimo, falando de amor, afeto e vulnerabilidade. A Kryptonita surge como metáfora do ponto fraco: aquilo que atravessa, desarma e revela.

Na sequência, “Detona” mete o pé na porta. É a canção mais incendiária do disco, trazendo rasgos sociais e uma letra de resistência que convoca nomes e histórias fundamentais, como Marielle e Dandara. Com refrão forte e direto, a música evoca a força da transformação.

“Giram Sóis”, segundo single do álbum, reúne muitas das mensagens centrais do projeto. A canção fala de movimento, do giro do universo e da vida em constante transformação, com arranjos marcantes e a sanfona de Nonato Lima em destaque.

Em “Baobá”, a mistura brasileira ganha corpo e alegria, celebrando influências africanas, indígenas e populares. “Debaixo de Sete Mares” mergulha em um território mais introspectivo, enquanto “Adubo” apresenta um samba-canção profundo e emotivo, que fala de amor, saudade e transcendência.

O forró ganha protagonismo em “Forró das Majestades”, uma celebração do empoderamento feminino que saúda mestras, compositoras, cantoras e lideranças que marcaram a história do gênero. A participação especial de Carla Casarim reforça o caráter coletivo da faixa.

Encerrando o disco, “Vestido de Rainha” coroa toda a alma do projeto. A canção fala de um empoderamento que nasce de dentro, do reconhecimento da própria história e do valor que se carrega. Um fechamento afirmativo, pulsante e cheio de vida.

Sobre a artista

Embora Vestido de Rainha marque sua estreia em álbum, Lua Castanho construiu uma trajetória sólida ao longo de mais de 20 anos de atuação artística. Sua caminhada inclui passagens por importantes festivais e eventos culturais, como a Virada Cultural de São Paulo e o Encontro de Culturas, além da integração em projetos como Viajarte, Flores d’Água e Chapada Samba Clube.

Ao longo de sua carreira, a artista realizou colaborações e feats com diversos músicos e coletivos, entre eles o Pé de Cerrado, contribuindo ativamente para a cena musical do Cerrado e do Brasil. Em 2022, Lua Castanho recebeu a Medalha ao Mérito dos Saberes e Fazeres da Cultura Cerratense, concedida pela Academia de Letras e Artes do Nordeste Goiano.

Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

SERVIÇO | Lançamento do álbum Vestido de Rainha de Lua Castanho

Data: 02 de fevereiro.

Disponível nas principais plataformas de streaming musical.

Acesso em http://tratore.ffm.to/vestidoderainha

Formato: Álbum digital (8 faixas)

Vestido de Rainha marca a estreia fonográfica de Lua Castanho, reunindo canções que transitam entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos afro-brasileiros, com produção musical de Conrado Pera. O álbum propõe uma escuta sensível, potente e contemporânea, colocando o feminino, o território e a memória como centro da narrativa artística.

Novo aplicativo da Rede D’Or simplifica a jornada do paciente

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Ferramenta facilita marcação de consultas e exames. Somente em 2025, o grupo registrou 5,7 milhões de consultas agendadas online

 

A Rede D’Or acaba de lançar seu novo aplicativo, desenvolvido para centralizar e agilizar a jornada de cuidado do paciente em um único ambiente digital, de forma simples, segura e intuitiva. A ferramenta amplia o relacionamento com os usuários, facilita o acesso aos serviços de saúde e reforça a estratégia do grupo de oferecer um cuidado contínuo, integrado e personalizado. O lançamento da ferramenta marca uma nova etapa na evolução dos serviços digitais da Rede, que já vem registrando resultados expressivos com a assistente digital Dora, uma das primeiras soluções e mais completas voltada ao relacionamento em saúde no país.

 

Entre as principais funcionalidades do app está o acesso rápido e seguro aos resultados de exames realizados nas unidades da Rede D’Or, incluindo atendimentos de emergência e internações. A ferramenta funciona também como um histórico de saúde digital, possibilitando o armazenamento de laudos de exames realizados externamente, por meio do carregamento de documentos, garantindo que o paciente tenha todas as informações reunidas em um só lugar, a qualquer hora e em qualquer local. Pacientes que buscam o primeiro atendimento em uma unidade da Rede D’Or já podem utilizar o aplicativo para agendar consultas, exames e vacinas. Após a realização do atendimento inicial em uma unidade, o usuário passa a ter acesso completo a todas as funcionalidades da ferramenta.

 

Assim como a Dora, o app foi idealizado visa facilitar a vida do paciente, para que ele não tenha dificuldade na hora de fazer agendamento. “Por isso idealizamos um aplicativo com navegação intuitiva e totalmente integrada aos sistemas da Rede D’Or. O programa permite que o paciente agende consultas e exames com poucos cliques, acesse resultados de exames, laudos e imagens a qualquer momento, acompanhe o histórico de atendimentos e receba notificações importantes sobre sua saúde”, explica Kleber Linhares, vice-presidente executivo.

 

O agendamento de consultas e exames foi desenhado para ser prático. Ao acessar a funcionalidade, o paciente não precisa digitar dados da carteirinha, que já aparecem automaticamente, além de contar com a priorização das unidades favoritas. O aplicativo também disponibiliza orientações e preparos necessários para os exames, ajudando o paciente a escolher o melhor dia e horário para o atendimento.

 

Outros destaques são os alertas e notificações, exibidos na tela do celular ou na central de notificações do dispositivo, que informam sobre a liberação de resultados de exames, lembretes de consultas e exames pendentes de agendamento ou confirmação, entre outras comunicações relevantes para o cuidado com a saúde. O aplicativo também permite que o paciente vincule médicos de sua confiança, autorizando o acesso aos seus resultados disponíveis no app, independentemente de qual profissional solicitou o exame, o que contribui para um acompanhamento mais integrado e eficiente.

 

A crescente digitalização dos serviços de saúde e a preferência dos pacientes por soluções online reforçam um cenário de expansão contínua. Em 2025, a Rede D’Or registrou cerca de 47,2 milhões de exames entregues de forma digital, um crescimento de 73% em relação ao ano anterior. No mesmo período, 5,7 milhões de consultas foram agendadas online, um aumento de 41%, e 2,1 milhões de exames foram marcados de forma digital, o que representa 35,5% do total de exames agendados no ano. “Com a nova plataforma, também reforçamos o nosso compromisso com inovação, conveniência e qualidade no cuidado com a saúde, colocando a tecnologia a serviço de uma experiência mais integrada, ágil e centrada no paciente”, ressalta Linhares.

Eduardo Pedrosa quer punição mais dura por maus-tratos a animais

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O deputado distrital Eduardo Pedrosa  (União Brasil) apresentou, nessa quarta-feira (28/1), um projeto de lei que endurece as sanções para maus-tratos no Distrito Federal. A proposta, protocolada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), prevê, entre outros pontos, a responsabilização de pais ou responsáveis legais quando o crime for praticado por menores de idade.

Segundo Eduardo Pedrosa, embora maus-tratos estejam previstos em lei, a ausência de regras claras na legislação distrital sobre a responsabilidade dos responsáveis legais acaba limitando a atuação do poder público.

 

Briga de lorota em Brasília

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Dois políticos de Brasília, Pra se fazerem notar, Montaram uma briga forjada Que ficou no blá-blá-blá, E o máximo que fizeram Foi um ao outro xingar.

II O povo querendo ir lá Para ver a confusão De Miranda com Vicenzo, Esperando um safanão, Mas só ficaram falando E apontando o dedão.

III O povo queria ver Quem daria primeiro a banda: Vicenzo sem os cabelos, Com os quais faz propaganda, Mas também dando dedada No fiofó de Miranda.

IV Mas ficou só na promessa, Numa grande encenação: Vicenzo mostrando o dedo, Miranda mostrando a mão, Querendo o voto do povo Pra ganhar a eleição.