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Detran-DF flagra condutores alcoolizados e recupera veículo com apoio aéreo no fim de semana

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Operações ocorreram em cinco regiões administrativas do Distrito Federal
Valquíria Cunha/Ascom Detran-DF
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou ações de fiscalização entre sexta-feira e domingo (22 a 25/1) nas regiões de Samambaia, Águas Claras, Vicente Pires, Taguatinga e Brazlândia. As operações resultaram em 28 flagrantes de alcoolemia, sendo um de natureza criminal, além de diversas infrações relacionadas à documentação e às condições dos veículos.
Durante as abordagens, foram identificados 13 condutores inabilitados, sete com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida e um motorista dirigindo veículo em categoria diferente da qual é habilitado. As equipes também registraram sete infrações por alterações no sistema de iluminação, seis por escapamento irregular, uma por lacre rompido e outra por prática de manobras perigosas com motocicleta, além de 51 autuações por motivos diversos.
Destaques
Um dos principais registros do fim de semana ocorreu na manhã de domingo (25/1), quando a tripulação do helicóptero Sentinela 01, da Unidade de Operação Aérea (UOPA) do Detran-DF, localizou um veículo suspeito abandonado em uma área de mata na DF-097 (EPAC), na altura da Colônia Agrícola 26 de Setembro. Após consulta aos sistemas, foi confirmado que o automóvel possuía registro de furto/roubo.
Durante o patrulhamento, a equipe aérea identificou uma viatura da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) a cerca de um quilômetro do local e, por meio de coordenação tática e sinalização aérea, direcionou os policiais em solo até o ponto exato onde se encontrava o veículo, um Chevrolet Celta preto. A ocorrência foi concluída com a entrega do automóvel à PCDF, responsável pelos procedimentos de perícia e posterior restituição ao proprietário.
Ainda na noite de domingo, as equipes de fiscalização atuaram na Operação 5º Mandamento, no Paranoá, uma ação conjunta e permanente de segurança pública realizada no Distrito Federal, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com foco na redução de crimes contra a vida e na diminuição da criminalidade em áreas estratégicas.
Na sexta-feira (23), o Detran-DF também participou da Operação CAISP, em Brazlândia, no Setor Tradicional, próximo ao Lago Veredinha. A iniciativa integra o Comitê de Áreas Integradas de Segurança Pública do Distrito Federal e reúne órgãos como a Polícia Militar do DF (PMDF), a Polícia Civil do DF (PCDF), o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), a DF Legal e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), com foco na redução da criminalidade, no reforço do policiamento ostensivo e no aumento da sensação de segurança da população.
As fiscalizações fazem parte das estratégias permanentes do Detran-DF para coibir infrações, prevenir sinistros de trânsito e garantir mais segurança viária em todo o Distrito Federal.
Ações preventivas
Além das ações de fiscalização, durante o fim de semana, equipes do Detran-DF atuaram no controle do tráfego em eventos como a implosão do Hotel Torre Palace, na Asa Norte, a Rua do Lazer do Guará e a Corrida de Reis Mirim, no Parque da Cidade.
Os agentes também foram destacados para o controle do tráfego durante o treinamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) nos escombros do Hotel Torre Palace, em pontos de demonstração em Santa Maria e durante uma manifestação popular no Gama.

Empreendimento na Asa Sul integra medicina, ambientes corporativos e tecnologia em um conceito inédito na capital federal

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Empreendimento na Asa Sul integra medicina, ambientes corporativos e tecnologia em um conceito inédito na capital federal

O Distrito Federal se prepara para receber um novo marco em infraestrutura corporativa, saúde e inovação. No próximo dia 27 de janeiro, será oficialmente lançado o Ether Nexus, o primeiro hub integrado de saúde e negócios do DF, concebido para reunir em um único espaço profissionais da saúde, empreendedores, empresas e iniciativas voltadas à tecnologia e ao desenvolvimento profissional.

Localizado na Asa Sul, uma das regiões mais estratégicas de Brasília, o Ether Nexus surge como um centro de excelência empresarial alinhado às novas dinâmicas do mercado, que demandam ambientes inteligentes, conectados e voltados à colaboração.

Um novo conceito de hub corporativo e de saúde

Diferente dos modelos tradicionais de prédios comerciais ou centros médicos, o Ether Nexus foi idealizado como um ecossistema integrado, onde saúde, negócios, inovação e relacionamento profissional coexistem de forma estratégica. O empreendimento conta com uma estrutura moderna de 6 pavimentos e aproximadamente 7.000 m² de área construída, projetada para oferecer flexibilidade, conforto e funcionalidade a diferentes perfis de usuários.

O espaço abriga:

  • Consultórios médicos e de saúde integrativa

  • Salas corporativas e executivas

  • Ambientes para startups e empresas

  • Estúdios criativos e de produção de conteúdo

  • Áreas destinadas a eventos, educação e networking

Infraestrutura pensada para inovação e conexões

Entre os principais diferenciais do Ether Nexus está sua infraestrutura completa, pensada para estimular a troca de experiências, o desenvolvimento profissional e a geração de negócios.

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O hub conta com:

  • Auditório com capacidade para mais de 100 pessoas, ideal para eventos, palestras e congressos

  • Salas de reuniões executivas, equipadas com tecnologia de ponta

  • Estúdio de podcast, atendendo à crescente demanda por produção de conteúdo profissional

  • Galeria de arte, reforçando a integração entre negócios, cultura e criatividade

  • Amplo estacionamento com mais de 788 vagas, oferecendo praticidade e conforto a profissionais e visitantes

Essa combinação posiciona o Ether Nexus como um espaço preparado para atender um público exigente, que valoriza experiência, tecnologia e conexões de alto nível.

Visão estratégica e liderança empresarial

O projeto é liderado por um conselho formado pelos empresários Rafic Junior, Gilson Neves, Isabella Capuzzo, Sofia Agreli, Alexandre Ribeiro e Ian Ulian, que compartilham a visão de criar um ambiente diferenciado para Brasília, capaz de integrar múltiplos setores em um único ecossistema.

Segundo os idealizadores, o Ether Nexus nasce com um propósito claro:

“O Ether Nexus foi concebido para ser mais do que um espaço físico. Ele é um ponto de encontro entre conhecimento, inovação e relacionamento profissional, pensado para atender um público exigente que busca estrutura, tecnologia e conexões de valor em um único lugar.”

Saúde, negócios e tecnologia em um só ecossistema

Mais do que um endereço corporativo, o Ether Nexus se posiciona como um hub de conexões estratégicas, onde saúde, educação, negócios e tecnologia caminham juntos.

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A proposta é fomentar:

  • Crescimento sustentável de profissionais e empresas

  • Integração entre diferentes áreas do conhecimento

  • Ambientes que favoreçam inovação e colaboração

  • Networking qualificado e geração de oportunidades

Esse modelo reflete uma tendência global de espaços híbridos, que vão além do uso tradicional e passam a atuar como plataformas de desenvolvimento econômico e profissional.

Localização estratégica no coração de Brasília

A escolha da Asa Sul como sede do Ether Nexus reforça o posicionamento do empreendimento como uma nova referência em excelência e modernidade no Distrito Federal.

A localização oferece:

  • Proximidade com os principais eixos da cidade

  • Fácil acesso a centros empresariais e institucionais

  • Conectividade com regiões estratégicas de Brasília

Esse fator amplia o potencial do hub como ponto de encontro para profissionais de diferentes áreas e regiões.

Um novo marco para o Distrito Federal

Com proposta inovadora, infraestrutura moderna e visão estratégica, o Ether Nexus inaugura um novo capítulo na forma como saúde e negócios se relacionam no Distrito Federal. O lançamento oficial no dia 27 de janeiro marca não apenas a abertura de um novo espaço físico, mas o início de um ecossistema colaborativo, preparado para atender às demandas do presente e às transformações do futuro.

Encerrando janeiro com oportunidades: CIEE oferece 520 vagas de estágio no DF

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As oportunidades ampliam a inserção de estudantes no mundo do trabalho, com destaque para administração, ensino médio, educação, direito e contabilidade

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e empregabilidade jovem da América Latina, está com 520 vagas de estágio abertas no Distrito Federal, disponíveis em empresas privadas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros. As áreas com maior número de oportunidades são administrativa (120 vagas), ensino médio (91), educação (61), campo do direito (39) e contabilidade (28).

Também há vagas em setores como informática, marketing, comunicação, construção civil, saúde, design, psicologia, arquitetura e urbanismo, além de áreas técnicas, ampliando as possibilidades para estudantes de diferentes perfis e níveis de formação que buscam iniciar a trajetória profissional.

Em todo o país, o CIEE reúne mais de 5,8 mil oportunidades de estágio e aprendizagem, com destaque para São Paulo, Distrito Federal e Bahia, que concentram a maior demanda por jovens em processo de inserção no mercado de trabalho.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo portal www.ciee.org,br ou presencialmente nas unidades da instituição.

CIEE 61 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltadas à promoção do conhecimento e ao fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Pix recebido por engano deve ser devolvido e não gera direito a recompensa, alerta advogada

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Rita de Cássia Biondo, especialista em direito trabalhista explica quando há obrigação legal de devolução, os riscos de exigir gratificação e em quais casos o consumidor pode buscar indenização

Com a popularização do Pix, também se tornaram mais frequentes os casos de transferências realizadas de forma equivocada. Diante dessas situações, uma dúvida comum surge: quem recebe um Pix por engano pode exigir recompensa para devolver o valor? Segundo a advogada trabalhista Rita de Cássia Biondo, sócia do escritório D&B Advogados Associados, a resposta é clara: a devolução é obrigação legal e não dá direito a qualquer tipo de prêmio.

“Quem recebe um valor que não lhe pertence tem o dever jurídico de devolvê-lo. O simples crédito em conta não transfere a propriedade do dinheiro”, explica a especialista. De acordo com ela, a legislação brasileira não prevê recompensa ou remuneração pelo ato de restituir um Pix indevido, já que se trata apenas do cumprimento de um dever legal.

Apesar disso, é relativamente comum que o pagador, por iniciativa própria, ofereça uma gratificação como forma de reconhecimento. Nesses casos, a prática só é considerada legítima quando a recompensa não é exigida nem condicionada à devolução. “Quando a restituição passa a depender de vantagem financeira, a conduta pode deixar de ser lícita e, a depender do caso, caracterizar ilícito civil e até penal”, alerta Rita de Cássia Biondo.

O cenário jurídico muda quando o erro não é do consumidor, mas da própria instituição financeira. Nessa hipótese, aplica-se o Código de Defesa do Consumidor, que impõe responsabilidade objetiva aos bancos por falhas na prestação do serviço. “Se o Pix indevido decorre de erro sistêmico ou falha operacional, o consumidor não pode ser penalizado”, destaca a advogada trabalhista.

Segundo ela, bloqueios indevidos, demora injustificada na solução, negativação ou outros transtornos relevantes podem fundamentar pedidos de indenização. Em situações mais graves, como retenção prolongada de valores essenciais ou prejuízos financeiros relevantes, a jurisprudência admite inclusive indenização por danos morais.

O Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para mitigar esses conflitos, não exclui o dever das instituições financeiras de agir com eficiência, transparência e boa-fé. “Em síntese, a devolução do Pix é obrigação legal; a recompensa não é direito; e o erro bancário que gera prejuízo ao consumidor pode, sim, fundamentar pedido de indenização”, conclui Rita de Cássia Biondo, sócia do D&B Advogados Associados.

Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB): o que muda para o seu imóvel, seus impostos e seus aluguéis

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Nos próximos anos, muitos proprietários de imóveis vão começar a sentir mudanças
relevantes na forma como seus imóveis são identificados, avaliados e tributados no Brasil.

Essas mudanças decorrem da criação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), instituído
pela Lei Complementar no 214/2025, no contexto da reforma tributária. Embora o tema
ainda seja pouco comentado fora dos círculos técnicos, seus efeitos alcançam diretamente
quem possui imóveis urbanos ou rurais, especialmente aqueles utilizados como
moradia, fonte de renda por aluguel ou investimento patrimonial.

O CIB funciona como um número único nacional para cada imóvel, semelhante a um CPF
do bem imobiliário. A proposta é integrar, em uma base nacional, informações que hoje
estão espalhadas entre cartórios, prefeituras, Receita Federal, INCRA e outros órgãos
públicos. Na prática, isso significa que dados como matrícula, área do imóvel, valor venal,
valor de mercado, histórico de transações e informações fiscais passam a ser cruzados de
forma automática e permanente.

Um dos primeiros reflexos dessa integração aparece na tributação municipal, especialmente no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Hoje, muitos imóveis são tributados com base em valores venais defasados, que não correspondem ao preço real de mercado. Com o CIB, os municípios passam a ter acesso a dados mais precisos e atualizados, o que pode levar à revisão da base de cálculo do IPTU. Não se trata, necessariamente, de aumento de alíquota, mas de atualização do valor sobre o qual o imposto incide. Para o proprietário, isso pode significar um IPTU mais caro ao longo do tempo, caso o imóvel esteja subavaliado nos cadastros atuais.

O ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) também entra nesse radar. Em
transmissões de imóveis por compra e venda, a tendência é que o valor de referência
utilizado pelo município se aproxime cada vez mais do valor real de mercado, reduzindo
discussões sobre subdeclaração e aumentando a fiscalização sobre as operações. Para
quem pretende comprar, vender ou transferir imóveis, o planejamento prévio passa a ser
ainda mais importante.

Outro ponto sensível é o impacto sobre os aluguéis. Com a consolidação de valores de
referência oficiais, o mercado tende a ter parâmetros mais claros sobre o valor dos imóveis.

Isso pode influenciar negociações entre locadores e locatários e também ações judiciais derevisão de aluguel. Proprietários que mantêm aluguéis muito abaixo do valor de mercado
podem se ver pressionados a revisar contratos, enquanto aqueles que alugam imóveis
poderão obter maior transparência e menos margem para distorções.

Além dos tributos e dos aluguéis, o CIB traz à tona a necessidade de regularização
imobiliária. Imóveis com divergência de área, ausência de matrícula, inconsistências entre
registro e cadastro municipal ou pendências ambientais tendem a enfrentar mais
dificuldades. Essas inconsistências tornam-se mais visíveis com o cruzamento de dados.
Para o proprietário, isso pode impactar financiamentos, vendas, inventários, partilhas e
até o uso do imóvel como garantia.

Para servidores públicos, por exemplo, que historicamente investem em imóveis como
forma de segurança patrimonial e construção de renda futura, esse novo cenário exige
atenção redobrada e atuação preventiva. O imóvel permanece como um ativo sólido e
relevante, mas passa a demandar não apenas organização documental e acompanhamento
tributário, como também planejamento jurídico especializado, capaz de antecipar riscos,
corrigir inconsistências cadastrais e estruturar decisões patrimoniais de forma segura. A
atuação do advogado, nesse contexto, torna-se essencial para orientar a regularização do
imóvel, avaliar impactos fiscais, revisar contratos e evitar exposições desnecessárias.

Quem se antecipa, com assessoria jurídica adequada, compreende as mudanças e atua de forma estratégica tende a proteger melhor seu patrimônio, preservar valor e evitar surpresas fiscais no futuro.

O Cadastro Imobiliário Brasileiro não deve ser visto apenas como mais um cadastro
governamental. Ele representa uma mudança na forma como o Estado enxerga, avalia e
tributa os imóveis. Para os proprietários, a informação e o planejamento passam a ser as
principais ferramentas de proteção patrimonial.

Entender o CIB hoje é uma forma de preservar valor, evitar riscos e tomar decisões mais conscientes sobre o próprio patrimônio amanhã.

Dra. Jennifer Morete
Advogada Especialista em Direito Imobiliário
Vice-Presidente do Observatório Nacional de Direito Imobiliário (ONDI)
Contato: contato@moretelimaeoliveira.adv.br

Colégio Vitória Régia pede orações para Rodrigo Castanheira, aluno agredido por um piloto de Fórmula Delta

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Bastante conhecido, querido  e respeitado na cidade de Vicente Pires, o  Colégio Vitória Régia postou em suas redes sociais pedidos de orações para o estudante vítima de covarde agressão na última sexta-feira (23) na Rua 6 em Vicente Pires.

Por motivo torpe, o piloto de Fórmula Delta, Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, desferiu um soco contra o adolescente de 16 anos que bateu a cabeça em um veículo e teve traumatismo e outras sérias lesões. Houve rompimento de artéria que teve que ser drenado do crânio do rapaz.

Pedro Arthur pagou fiança de R$ 24 mil e vai responder o processo em liberdade, enquanto o jovem espancado luta pela vida. O piloto havia sido preso em flagrante na sexta-feira (23/1).

Morador de Águas Claras, Pedro Arthur Turra Basso exibe um estilo de vida de alto padrão nas redes sociais, com postagens que incluem carros de luxo, como uma Ferrari, além de viagens internacionais para destinos europeus, como França e Itália. A 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) está à frente das investigações.

A vítima é Rodrigo Castanheira, 16 anos,  aluno de uma das unidades do colégio desde 2017 e muito querido e admirado na escola. Ele passou por cirurgia e segue entubado na UTI do hospital, com ventilação mecânica e sem previsão de transferência para um quarto. O estado dele é considerado grave.  “É um aluno muito querido por todos: colegas, professores e colaboradores, e sua história está profundamente ligada à nossa escola”, diz um trecho da postagem feita pelo colégio.

CONFIRA A PUBLICAÇÃO

Nossa comunidade escolar está unida em oração e intercessão pela vida do nosso aluno Rodrigo Castanheiras, que se encontra internado em estado grave.

Neste momento, estamos reunidos na Unidade 2, clamando a Deus pela restauração de sua saúde. Cremos no poder do milagre, na misericórdia do Senhor e na Sua soberania sobre todas as coisas.

Rodrigo faz parte da família Vitória Régia desde 2017, tendo estudado nas Unidades 1, 3 e 4, e no último ano cursou o 2º ano do Ensino Médio. É um aluno muito querido por todos: colegas, professores e colaboradores, e sua história está profundamente ligada à nossa escola.

Convidamos toda a comunidade a se unir a nós nesta corrente de oração, intercedendo por sua vida, por sua recuperação e também pelo conforto, força e paz de Deus sobre sua família.

Seguimos confiantes de que Deus continua no controle, e que Sua graça se manifestará neste tempo.

COLÉGIO VITÓRIA RÉGIA

 

Fonte: donnysilva.com.br

Encontro das associações de grandes tragédias em Brumadinho cria movimento “Unidas por Justiça” e resulta em carta inédita ao Judiciário e à sociedade

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Reunião integrou agenda dos sete anos da tragédia-crime da Vale e discutiu formas de articulação conjunta em nível nacional

Realizado no Memorial Brumadinho como parte dos atos que marcam os sete anos da tragédia-crime da Vale, o painel que reuniu associações e movimentos de vítimas de grandes crimes no Brasil se transformou em um espaço de escuta, partilha e construção política. A atividade representou um passo decisivo rumo à articulação nacional entre grupos que, apesar de atravessarem contextos distintos, compartilham dores semelhantes e um sentimento comum de injustiça. Como resultado do encontro, os participantes elaboraram coletivamente a Carta à Justiça e ao Brasil, documento inédito no país, que sintetiza denúncias, aprendizados e reivindicações construídas a partir da experiência direta das vítimas.

Na abertura do encontro, a diretora da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem da Mina Córrego do Feijão, AVABRUM, Kenya Lamounier, destacou a relevância da reunião. Ao acolher os participantes, afirmou que as trajetórias ali presentes se cruzam não por escolha, mas por imposição da injustiça. “A dor nos encontrou em lugares diferentes, mas a injustiça nos impôs o mesmo caminho. Estar aqui é reconhecer nossas histórias e afirmar um novo começo coletivo”, afirmou.

O representante dos familiares das vítimas do incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo, o Ninho do Urubu, Darlei Pisetta – pai do jovem Bernardo, que era jogador do clube – falou sobre os desafios de buscar justiça em um caso atravessado pela dimensão do futebol como paixão nacional. Ele ressaltou que a construção conjunta fortalece a luta por memória e responsabilização. “A gente vem pela memória dos meninos e pela justiça. Essa união mostra que nossas dores dialogam e precisam ser enfrentadas com seriedade”, disse.

Pela Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria, AVTSM, Flávio Silva destacou o impacto prolongado da perda e a ausência de respostas efetivas do sistema de justiça no caso da Boate Kiss. Ele ressaltou o desgaste emocional imposto às famílias ao longo dos anos. “Além de perder nossos filhos, precisamos lutar para que o próprio Judiciário reconheça que houve crime. Isso também adoece”, afirmou.

A experiência do crime da mineração em Maceió foi apresentada por Rikartiany Cardoso, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Em sua fala, ela destacou que os crimes não começam no momento do colapso visível, mas resultam de processos históricos prolongados de exploração e silenciamento. “Esses crimes vêm de décadas de violações. A nossa resposta precisa ser coletiva, porque só assim conseguimos enfrentar o silenciamento imposto às comunidades”, disse.

Ainda sobre Maceió, Cássio Araújo, do Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB), destacou que os diferentes desastres no país compartilham uma mesma lógica de fundo. Ele apontou o modelo econômico predatório como elemento comum entre as tragédias. “Esses crimes acontecem porque se prioriza a liberdade de explorar ao máximo, mesmo que isso custe vidas e territórios. O lucro vem antes da segurança e da dignidade”, afirmou. Para Cássio, a flexibilização do licenciamento ambiental e o avanço do autolicenciamento aprofundam os riscos e tornam novas tragédias previsíveis, o que reforça a urgência de ampliar a articulação e a denúncia pública expressa na Carta.

O encontro também contou com representantes das famílias vitimadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana. Mauro Marcos, do Movimento dos Atingidos pelo Desastre da Samarco, Vale e BHP, compartilhou a experiência de quem convive há anos com a repetição da dor e da negligência institucional. Ele chamou atenção para a inversão de papéis que marca esses processos. “Em muitos espaços, as vítimas acabam tratadas como réus. Essa união mostra que juntos somos mais fortes para enfrentar um sistema que insiste em nos ignorar”, afirmou.

O debate também avançou sobre os caminhos jurídicos e políticos da luta por justiça. Paulo Carvalho, diretor jurídico da Associação de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), que representa familiares das vítimas da Boate Kiss, destacou a importância de precedentes recentes de responsabilização e do fortalecimento da atuação no sistema internacional de direitos humanos. “Quando o Estado brasileiro é questionado fora do país, ele se constrange. Isso fortalece todos os casos e pressiona por respostas reais”, afirmou, apontando que a Carta também se dirige às instâncias internacionais como instrumento político e jurídico.

A equipe jurídica que assessora a AVABRUM reforçou que a luta das vítimas não se limita às decisões judiciais finais. O advogado Danilo Chammas destacou que o direito à participação e à informação é parte central da busca por respostas justas. “Saber o que acontece nos processos, quem decide e com base em quê também é uma forma de justiça”, afirmou.

A presidenta da AVABRUM, Nayara Porto, chamou atenção para a forma como as sanções financeiras aplicadas às empresas responsáveis por grandes crimes têm sido conduzidas no Brasil. Segundo ela, as multas acabam fortalecendo apenas o próprio sistema de justiça, sem retorno direto às vítimas. “Hoje, os recursos das multas ficam concentrados no Ministério Público, enquanto as associações seguem sem estrutura. Uma pesquisa do PoderData mostra que a sociedade defende a destinação desses valores às vítimas. É preciso garantir que ao menos um percentual chegue a quem foi diretamente atingido”, afirmou.

Na sequência, Maria Regina Silva, diretora da AVABRUM, destacou a indignação das comunidades ao verem empresas seguirem lucrando nos territórios devastados pelas tragédias. Para ela, a permanência das atividades econômicas sem contrapartidas aprofunda a sensação de injustiça. “As mineradoras continuam ganhando dinheiro nos locais onde causaram destruição e morte. Isso gera revolta. Precisamos discutir mecanismos que revertam esse lucro pós-tragédia para as associações ou para ações reais de reparação”, defendeu.

A também diretora da AVABRUM, Edi Tavares, reforçou que a luta por justiça também passa pela preservação da memória e pela responsabilização pública das empresas envolvidas. Ela alertou para o risco de apagamento histórico e para a importância de nomear os responsáveis. “É fundamental dizer quem causou cada crime. Vale, Samarco, BHP, Braskem precisam ser citadas. A memória é uma ferramenta de justiça e impede que essas violações sejam naturalizadas”, afirmou.

Encerrando o painel, a diretora da AVABRUM, Josiane Melo, leu a Carta à Justiça e ressaltou o caráter histórico da Carta à Justiça e ao Brasil e o significado político da articulação construída em Brumadinho. “Esse documento nasce da dor compartilhada, mas também da nossa maturidade coletiva. Pela primeira vez, vítimas de diferentes tragédias falam juntas ao país e ao sistema de justiça. A união transforma o luto em ação e afirma que não aceitaremos mais a repetição desses crimes”, concluiu.

Dia Nacional do Aposentado: conheça a trajetória do pesquisador Julio Vicente Lombardi no Instituto de Pesca

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Neste sábado, 24 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional dos Aposentados, uma data dedicada a reconhecer profissionais que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento de suas áreas de atuação. Para o Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a data é uma oportunidade para homenagear importantes profissionais que passaram pela instituição.

Neste ano, todos são representados pelo pesquisador aposentado Julio Vicente Lombardi, cuja trajetória científica e institucional deixou um legado importante para o IP, a pesquisa, inovação e formação de profissionais na aquicultura brasileira.

Formado em Ciências Biológicas pela Universidade de Guarulhos (UNG) e doutor em Zoologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Lombardi atuou na instituição como pesquisador científico, além de docente do Programa de Pós-Graduação do IP. Ao longo de sua carreira, exerceu também funções estratégicas na gestão institucional, como Diretor do Laboratório de Limnologia, Assessor de Diretoria e Diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT).

Com mais de 50 artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais, cinco capítulos de livros e mais de cem trabalhos apresentados em eventos científicos e tecnológicos, Lombardi construiu uma carreira sólida, com destaque nas áreas de Carcinicultura e Ecotoxicologia Aquática, além de ter sido membro da World Aquaculture Society (WAS) e autor do livro Recomendações Técnicas para a Criação do Camarão de Água Doce.

Julio Lombardi atuando no IP

Trajetória no Instituto de Pesca

A trajetória do pesquisador no IP teve início ainda durante a graduação em ciências biológicas, em 1987, quando ingressou na instituição como estagiário. Ao longo dos anos, atuou como bolsista de iniciação científica, assistente técnico de pesquisa e, a partir de 1994, como pesquisador científico.

Ao relembrar esse percurso, Lombardi descreve como foi sua vivência no Instituto: “fui muito privilegiado por viver em um ambiente de trabalho bastante positivo onde, além de desenvolver a parte profissional, com muita seriedade, também me diverti muito com os amigos, dei muita risada e desfrutei de momentos agradabilíssimos, seja dentro de laboratórios, seja no campo ou no mar. Se tivesse que voltar no tempo, faria tudo de novo, da mesma forma.”

Julio Lombardi participando da Festa Tem Peixe na Vila

Legado e contribuição para a aquicultura

Ao refletir sobre o legado deixado na instituição, o pesquisador destaca as contribuições tecnológicas e ambientais para a aquicultura, a formação de profissionais que hoje atuam no setor e a valorização das relações humanas construídas ao longo da carreira. “Em termos tecnológicos, juntamente com meus colegas colaboradores de pesquisa, acredito ter deixado um legado bastante importante aos aquicultores, principalmente aos produtores de camarões, com publicações de técnicas apuradas voltadas para o desenvolvimento da atividade.”

Lombardi se aposentou em 2021 e, para as novas gerações de pesquisadores e estudantes, deixa a seguinte mensagem: “mantenha sempre o foco no seu objetivo, não desvie muito dele. Tenha, essencialmente, respeito e reconhecimento do valor humano em todas as instâncias de convivência e compartilhamento de trabalho, dividindo as glórias com os colegas e confortando os tropeços dos mesmos.”

Por Andressa Claudino

Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca é uma instituição de pesquisa científica e tecnológica, vinculada à Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que tem a missão de promover soluções científicas, tecnológicas e inovadora para o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor da Pesca e da Aquicultura.

Quando o sigilo vira regra e a Constituição vira exceção

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Por Ives Gandra

Quero trazer hoje aos amigos leitores uma situação que tem me preocupado muito como professor de Direito Constitucional.

Inicialmente, transcrevo o artigo 37 da CF/88, que prevê os fundamentos maiores da Administração Pública:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (…) (grifo meu)
Estes são, pois, os cinco princípios fundamentais da Administração.

A moralidade administrativa é um princípio básico, pois governos imorais não representam o povo. A legalidade exige que tudo seja feito conforme a lei, e não segundo a vontade de quem está no Poder. A eficiência impõe que o recurso público seja gerido com zelo, não pro domo sua, para interesses privados ou benefício pessoal.

Ora, especialmente o princípio da publicidade (ou transparência) se justifica porque, como cidadão administrado pelo governo — e considerando que foram os cidadãos que o elegeram e pagam como contribuintes para que os governantes lá estejam —, quero saber o que está sendo feito em meu nome. Todos os cidadãos têm o direito de saber como seus representantes estão governando.

O sigilo deveria ser a exceção absoluta, como manda a Constituição Federal, mas, hoje, ele parece ter se tornado a regra. Observamos no Congresso Nacional a imposição de sigilo inclusive sobre emendas parlamentares que envolvem valores elevados. Da mesma forma, sob a gestão do presidente Lula, a falta de transparência impera: não se pode obter informações sobre os gastos de dinheiro público em viagens internacionais dele e da primeira-dama. O que deveria ser público é tratado sob segredo.

No Poder Judiciário também: não se pode dizer, por exemplo, para onde viajaram os aviões da FAB que, aliás, são pagos por nós, contribuintes.

O mesmo ocorre em relação a inúmeros processos. De repente, ações judiciais que deveriam ser do conhecimento do povo por envolverem corrupção — algo fundamental para que ela seja efetivamente combatida —, entram em sigilo, razão pela qual, repito: o que deveria ser a exceção absoluta passou a ser a regra.

Sendo assim, a eficácia das leis que determinam transparência — tais como a Lei Complementar nº 131/2009, que obriga a divulgação em tempo real das receitas e despesas públicas, bem como a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), que regulamenta o direito constitucional dos cidadãos de acessar informações dos órgãos públicos, estabelecendo que “acesso é a regra e o sigilo é a exceção”, de modo a fortalecer o controle social, a boa gestão, o conhecimento e o acesso à informação —, praticamente deixou de existir, porque tudo entra no campo do sigilo, no s Três Poderes.

Por fim, pelo princípio da impessoalidade, sempre entendi que o agente público jamais agiria em nome próprio, ou seja, não deveria haver interesses pessoais por parte daqueles que compõem a Administração Pública.

Por essa razão, quando meu filho, Ives Gandra da Silva Martins Filho, tornou-se ministro do Tribunal Superior do Trabalho, afirmei que jamais voltaria a atuar em questões trabalhistas, visando manter a impessoalidade que a Constituição Federal impõe a todos os que exercem o poder.

Como professor que acompanhou o debate do artigo 37 da CF/88 durante os 20 meses da Assembleia Constituinte, dialogando permanentemente com Bernardo Cabral e Ulysses Guimarães — relator e presidente da Constituinte, respectivamente —, tinha a sensação de que aqueles cinco princípios significavam que, a partir de então, tudo seria transparente: viveríamos, pois, em uma democracia na qual o povo governaria por meio de seus representantes, razão pela qual deveria saber tudo o que acontece dentro do governo e no âmbito dos Três Poderes.

Afinal, os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência representam o que o legislador constituinte estabeleceu como pilares fundamentais da democracia brasileira, para que todos vivam plenamente, com liberdade de expressão para dizer o que pensam e criticar o Poder, se entenderem que este não está agindo de acordo com a Constituição Federal.

Tenho a sensação de que, ou eu já não sei mais ler a Constituição, ou o que nela consta já não vale para os atuais dirigentes do País e seus três Poderes. Por outro lado, resta-nos — a nós, advogados e representantes do povo — continuar lutando para que prevaleça o artigo 37 e seus cinco princípios fundamentais.

Diante desse cenário, percebe-se um distanciamento preocupante entre o espírito democrático de 1988 e a prática institucional contemporânea. A erosão da transparência não apenas fere a letra da lei, mas desfigura a própria relação entre o Estado e o cidadão, transformando a coisa pública em um reduto de decisões inacessíveis ao verdadeiro detentor do poder: o povo. Além de faltar com o respeito aos princípios constitucionais, tal postura compromete o alicerce da nossa República.

É, portanto, uma situação difícil para um professor de Direito Constitucional. Reconheço-me como um modesto professor provinciano, pois São Paulo não passa de uma província se comparado a Brasília, que é quem manda no Brasil, sendo que os Estados são provincianos e não têm força nenhuma. Em Brasília, todos são autoridades. Vivemos, portanto, como na Idade Média, época em que havia os senhores feudais e a plebe.

Eu, um velho professor — nada além de um advogado e professor universitário —, venho compartilhando com meus leitores aquilo que presenciei: como os Constituintes prepararam o terreno para restabelecer a democracia no Brasil, como a Constituição foi escrita e como ela não vem sendo cumprida pelos Três Poderes.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

 

Detran-DF está de Volta às Aulas com orientações e fiscalização viária

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ais e transportadores devem estar atentos às regras de circulação nas imediações das escolas a fim de garantir um ir e vir seguro
Zélia Ferreira
As aulas nas escolas particulares já estão de volta e o Departamento de Trânsito do Distrito Federal trabalha para que o ir e vir dos alunos aconteça de forma segura. Para isso, foram instalados vários painéis de mensagens próximo a escolas com alerta sobre a importância de escolher um transporte escolar regularizado e algumas regras básicas de circulação para veículos e pedestres.
Com a volta às aulas, o fluxo de pedestres e de veículos aumenta bastante, principalmente nos horários de entrada e saída de turnos. Por isso, estão programadas atividades educativas na porta das escolas, onde os educadores de trânsito recebem os pais e alunos entregando material informativo para reforçar as medidas de segurança tanto para quem vai às aulas quanto para quem transporta os alunos. Travessia na faixa, uso do cinto de segurança ou dispositivo de retenção de acordo com a idade da criança, não parar em fila dupla e não bloquear a via são cuidados essenciais destacados pelos educadores.
“Se todos respeitarem as regras de circulação, nossas crianças irão à escola e voltarão para casa em segurança. Para isso, nossas equipes estão trabalhando na orientação de pais, alunos e transportadores, mas também na fiscalização do cumprimento dessas regras. Não podemos permitir que descuidos ou irresponsabilidades coloquem a vida dos alunos em risco!”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.
Fiscalização
Ações de policiamento e fiscalização de trânsito também estão programadas para as duas próximas semanas em Pontos de Demonstração (PDs) nas imediações das escolas. Os agentes de trânsito estarão de olho nas travessias de pedestres, na fluidez do trânsito e no embarque e desembarque de passageiros, além do estacionamento de veículos em local que possa trazer riscos ao tráfego e outras irregularidades que comprometam a segurança viária.
Além disso, haverá Blitz Escolar para coibir transporte escolar irregular, com verificação da documentação dos veículos e dos condutores desses veículos. Quem transporta escolares sem a devida autorização comete infração gravíssima, prevista no inciso XX do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro, sujeitando-se à multa de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH, além da remoção do veículo ao depósito.
Cronograma
DATA/HORÁRIO
ESCOLA
26/1 (segunda-feira)
Das 11h às 14h
ESCOLA ADVENTISTA – SOBRADINHO
26/1 (segunda-feira)
Das 12h às 14h
INSTITUTO EDUCACIONAL SANTO ELIAS – SOBRADINHO
27/1(terça-feira)
Das 11h30 às 14h
COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA – ASA SUL
27/1(terça-feira)
11h30 às 14h
COLÉGIO LA SALLE – ASA SUL
28/1 (quarta-feira)
Das 11h às 14h
COLÉGIO SANTA MARIA – CL 218 DE SANTA MARIA
28/1 (quarta-feira)
Das 11h às 14h
COLÉGIO OBJETIVO DE SANTA MARIA – CL 418
29/1 (quinta-feira)
Das 11h30 às 14h
COLÉGIO MARISTA CHAMPANGNAT – QDS TAGUATINGA
30/1 (sexta-feira)
Das 12h às 13h30
COLÉGIO OBJETIVO DE ÁGUAS CLARAS
No sábado (24), das 12h às 16h, os educadores do Detran-DF também estarão no Venâncio Shopping (Setor Comercial Sul) falando dos comportamentos seguros na Volta às Aulas. Na próxima semana, a ação no Venâncio Shopping se repetirá na quinta (29) e sexta (30), das 11h às 14h.