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Bloco do Pretinho 2026 transforma o Varjão em palco de cultura, respeito e identidade

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Criado de forma independente, bloco que nasceu na Quadra 6 volta às ruas no dia 7 de fevereiro reafirmando a luta contra o racismo, o preconceito e a exclusão social, com festa, consciência e pertencimento.

O Varjão já sabe: quando o Bloco do Pretinho ocupa as ruas, não é apenas carnaval é história sendo escrita. Criado em 2024 de maneira simples, dentro de um estabelecimento comercial na Quadra 6, o bloco surgiu carregado de significado e identidade. O que era para ser um evento pequeno ganhou proporções inesperadas, viralizou rapidamente e foi imediatamente abraçado pela comunidade local, que se reconheceu naquele movimento.

Desde o início, o Bloco do Pretinho mostrou que sua força ia além da música. A mistura de ritmos, a energia contagiante e, principalmente, o sentimento de pertencimento transformaram o bloco em símbolo cultural do Varjão. A comunidade não apenas participou se viu representada.

Em 2025, no segundo ano de existência, veio um marco histórico: o Bloco do Pretinho foi contemplado no chamamento público de fomento, garantindo sua participação oficial no carnaval. Mas o caminho não foi fácil. Faltando apenas quatro dias para o evento, o bloco enfrentou uma mudança inesperada de local, além de outras barreiras estruturais. Ainda assim, resistiu. Contra todas as adversidades, saiu com sucesso na entrada da cidade, reafirmando seu compromisso com o território e com seu povo.

A edição de 2025 entrou para a história como o ano da resistência. Ao som de piseiro, funk, som automotivo e DJs que levantaram o público, o Bloco do Pretinho mostrou que carnaval também é espaço de fala, consciência e transformação. Durante o evento, palavras de ordem contra o racismo, o preconceito e a violência doméstica ecoaram entre os foliões, transformando a festa em um verdadeiro ato coletivo de afirmação de direitos.

Agora, em 2026, o Bloco do Pretinho volta às ruas com a mesma essência e ainda mais força. O bloco segue levantando bandeiras importantes, denunciando injustiças e celebrando a cultura periférica como motor de desenvolvimento social. Mais do que alegria e diversão, o evento gera emprego, movimenta a economia local, dá visibilidade ao Varjão e fortalece a autoestima coletiva da comunidade.

O lema que atravessa a multidão resume tudo: “Nossa paixão merece respeito.” É esse grito que move foliões, organizadores e moradores, transformando cada edição em um ato de amor, resistência e identidade.

Idealizado e fundado por Sanderson Brito, que novamente concorre ao fomento da Secretaria de Cultura, o Bloco do Pretinho prova que o apoio institucional é importante — mas não define sua existência. Com ou sem fomento, o bloco está garantido nas ruas, porque é do povo e para o povo. No dia 7 de fevereiro, a partir das 17 horas, na entrada do Varjão, o Bloco do Pretinho promete mais uma edição histórica, com entrada franca e aberta a toda a comunidade.

“O Bloco do Pretinho não é apenas carnaval. É cultura viva, resistência e identidade em movimento. É o Varjão ocupando seu lugar com orgulho e respeito.”

Cartão Uniforme Escolar: BRB conclui entrega de 152 mil cartões e amplia impacto social no DF

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O BRB concluiu ontem (21/1) a entrega de 152.868 cartões do Programa Cartão Uniforme Escolar aos estudantes da rede pública do Distrito Federal. O benefício, que garante crédito anual de R$ 282,99 por aluno para compra de uniformes em malharias credenciadas, promove igualdade de acesso, autonomia às famílias e estímulo direto à economia local.

Instituído por lei em outubro de 2025, o programa teve sua primeira etapa executada em 22 pontos de distribuição definidos pela Secretaria de Educação, com apoio da BRB Serviços.

“O Cartão Uniforme Escolar é uma política de dignidade que alivia o orçamento das famílias, fortalece o comércio local e cria um ciclo virtuoso de desenvolvimento. Cada cartão entregue representa uma criança com uniforme completo, mais autoestima e mais permanência na escola. Ao mesmo tempo, representa renda e previsibilidade para costureiras, malharias e pequenos lojistas do DF. Como banco público, nosso compromisso é transformar eficiência operacional em valor social”, afirma Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB.

O crédito é concedido de forma universal, sem critério de renda, e reúne em um único cartão o valor destinado a todos os estudantes sob responsabilidade de uma mesma família. As compras podem ser realizadas em mais de 90 malharias credenciadas, em processo contínuo conduzido pela Sedes-DF. A logística de entrega segue modelo simplificado, com retirada presencial em postos espalhados pelo DF e consulta dos locais no portal GDF Social.

A primeira fase de distribuição iniciou em 22 de dezembro e, embora tenha alcançado a maior parte dos beneficiários, aproximadamente 28% do total de cartões permanece pendente de retirada. Para assegurar que todas as famílias recebam o benefício, está sendo avaliada a prorrogação do calendário, com previsão de retomada das entregas em 2 de fevereiro, por um período estimado de duas semanas. O novo cronograma será divulgado nos canais oficiais da Secretaria de Educação.

O novo modelo substitui a antiga distribuição centralizada de uniformes, aumenta a autonomia das famílias, desburocratiza processos e fortalece fornecedores locais. A iniciativa integra a rede de proteção social do DF e se soma a outros benefícios operados pelo BRB, como o Cartão Material Escolar e diversos programas de transferência de renda.

Desde 2019, o BRB já operacionalizou mais de 30 programas sociais, beneficiando centenas de milhares de famílias e movimentando quase R$ 3 bilhões em pagamentos, sendo R$ 722 milhões apenas em 2025, em 2,89 milhões de transações, consolidando-se como o principal agente financeiro das políticas sociais do Distrito Federal.

Carnes e café impulsionam Valor da Produção Agropecuária de São Paulo em 2025

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Levantamento indica o valor financeiro de tudo o que é produzido pela agropecuária paulista ao longo do ano, com base na produção e nos preços recebidos pelos produtores

 

O Valor da Produção Agropecuária (VPA) do Estado de São Paulo alcançou R$171,61 bilhões em 2025, segundo estimativa preliminar divulgada pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA). O resultado representa alta real de 0,55% em relação a 2024 e reflete, principalmente, o forte desempenho das cadeias de carnes e do café.

 

Entre os destaques positivos do ano estão a carne bovina, que registrou crescimento expressivo de produção e preços, alcançando R$ 22,64 bilhões, com alta de 20,76% em relação ao ano anterior, e o café beneficiado, que apresentou um dos melhores desempenhos do período, com R$ 9,60 bilhões em valor de produção e crescimento de 47,09%. A valorização do café foi impulsionada pelas cotações internacionais e pela maior demanda global.

 

“O resultado mostra a força e a capacidade de resposta da agropecuária paulista, especialmente em cadeias estratégicas como carnes e café. São setores altamente competitivos, que geram emprego, renda e fortalecem a economia do Estado, mesmo em um cenário de oscilações de mercado”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.

 

O desempenho das carnes também reflete o aumento do consumo interno e a recuperação da renda, além do papel fundamental da sanidade, da defesa agropecuária e dos investimentos em tecnologia e gestão produtiva. Para Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). “O avanço da carne bovina no VPA evidencia a consistência da produção paulista e o ambiente favorável construído ao longo da cadeia. São Paulo reúne produção, indústria e logística e, como segundo maior exportador de carne bovina do país, amplia o alcance dessa produção, conectando o desempenho interno às oportunidades de mercado e sustentando renda e emprego no Estado”, acrescenta.

 

Já o café se beneficiou de um cenário internacional favorável, com restrições de oferta em outros países produtores e maior valorização do produto brasileiro. Para o pesquisador do Instituto de Economia Agrícola Celso Vegro, além de problemas de fornecimento de concorrentes brasileiros, principalmente Vietnã e Colômbia, o Brasil não teve safras muito cheias, o que gerou um consumo acelerado de estoques e um início de pressão de preços que se mantém até o momento. “A expectativa é que os preços desacelerem até o fim de 2026, principalmente porque há previsão de maior produção na safra brasileira de café, comparada a anos anteriores”, destaca.

 

Panorama geral da produção

 

A estimativa preliminar considera as 50 principais cadeias produtivas do Estado, que apresentaram, no conjunto, estabilidade no ranking de participação do VPA. A liderança segue com a cana-de-açúcar, seguida por carne bovina, laranja para indústria, carne de frango, café beneficiado, soja, ovos, leite, laranja de mesa e milho.

 

Outros produtos também apresentaram variações relevantes no período, com registros de crescimento e retração, reflexo das condições climáticas, do comportamento dos preços e das dinâmicas de mercado ao longo do ano.

 

Elaborado desde 1948, o VPA é um dos principais indicadores econômicos da agropecuária paulista e serve de base para análises setoriais, planejamento e formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do setor.

 

Programa de capacitação para mulheres de baixa renda alcança mais uma região do DF

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As inscrições para os cursos já estão abertas e podem ser feitas on-line ou presencialmente

 

As flores do cerrado são diversas e simbólicas, famosas por serem vibrantes, como os Ipês. E assim também são as mulheres que produzem moda, costura e artesanato, no DF. A partir do trabalho desenvolvido, dão brilho à cidade e impactam na economia local.

 

Por esse motivo, o projeto Flores do Cerrado capacitou, de graça, diversas mulheres das regiões do Sol Nascente, Estrutural, Brazlândia, São Sebastião, Varjão, Samambaia e, agora, Taguatinga.

 

As inscrições estão abertas para as oficinas de Corte e Costura e Bordado.

 

Para o curso de Corte e Costura, as aulas começam na próxima segunda-feira (26/01). Já para Bordado, as aulas iniciam em 23/02.

 

As inscrições podem ser feitas presencialmente ou de forma on-line, através do link. Cada semana, um módulo novo se inicia, sendo uma atividade diferente para cada região.

 

Ao todo, são 20 vagas divididas no turno vespertino. As aulas serão de segunda a sexta-feira, sempre no horário das 14h às 18h (vespertino).

 

Impacto

 

Mais de 400 aprendizes já tiveram as vidas transformadas através dos cursos fornecidos pelo Flores do Cerrado, nas áreas de empreendedorismo, corte e costura, técnicas de artesanato e bordado.

 

Todo o material será disponibilizado, incluindo máquinas de costura e tecidos. O projeto também oferece área kids com monitores capacitados para cuidar dos filhos das participantes durante todo o período das oficinas.

 

O objetivo do curso é capacitar e recolocar mulheres de baixa renda no mercado de trabalho. Assim, a iniciativa promove a inclusão social e profissional, oferecendo ferramentas para conquistar autonomia e oportunidades no mercado de trabalho.

 

Dessa maneira, o público feminino é inspirado a pensar fora da caixa e a usar a inovação e a ousadia para vencer dificuldades do mercado de trabalho.

                              

O produtor executivo do Flores do Cerrado, Fábio Barrera, afirma que a iniciativa tem tido um retorno para os participantes e para a população, porque as mulheres retornam para fazer mais módulos.

 

Diferencial

 

O Flores do Cerrado também conta com um grande diferencial: assistência para mães que não têm onde deixar os filhos no período em que estão em aula.

 

Sendo assim, o projeto oferece um espaço para que as crianças também façam atividades educativas enquanto as responsáveis estão aprendendo uma nova profissão.

 

O Flores do Cerrado é uma iniciativa da CEDHuC – Comissão Especial de Direitos Humanos, com apoio do Ministério da Cultura.

 

Grade curricular

 

A iniciativa será dividida em dois módulos, ministrados por profissionais das áreas de Moda/Corte e Costura e em técnicas de Artesanato (Bordado).

 

    • Curso I – Corte e Costura: visa ensinar aos alunos técnicas de corte e costura, modelagem de peças de vestuário e noções básicas de desenho para produção de roupas.

    • Curso II – Bordado: tem como finalidade lecionar técnicas de artesanato voltadas para o bordado e as possibilidades de personalização de peças.

 

Carga Horária:

 

– Módulo I – Corte e Costura/ Moda – 60 horas

– Módulo II – Bordado – 20 horas

 

Serviço

 

Projeto social: Flores do Cerrado

Duração do curso: 26/01 a 13/02 (Costura) e 23/02 a 27/02 (Bordado)

Número de vagas: 20

Local:  Centro de Convivência COSE – Bernardo Sayão, QNM 36/38 AE, M Norte, Taguatinga – DF

Horário: 14h às 18h

Custo: totalmente gratuito

 

Mais informações podem ser acessadas pela página no Instagram do projeto: @floresdocerrado.df

Link para cadastro: https://docs.google.com/forms/d/15ag-gq_uMn9UTKXIrwGTJZKc7AqrSH_cUlN2KrWxmZ4/viewform?edit_requested=true

MEIs excluídos do Simples Nacional têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e voltar ao regime simplificado

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Procedimento é necessário para que o empreendedor possa voltar a atuar formalmente como MEI no ano-calendário vigente

Acompanhamento do pedido deve ser feito diariamente nos sistemas oficiais, Foto: Divulgação

 

Os microempreendedores individuais que foram excluídos do Simples Nacional e, consequentemente, desenquadrados do Simei, têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e solicitar o retorno ao regime simplificado. O procedimento é necessário para que o empreendedor possa voltar a atuar formalmente como MEI no ano-calendário vigente.
O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no Portal do Simples Nacional. Caso conste como “não optante pelo Simples Nacional” e “não enquadrado no Simei”, é fundamental identificar os motivos da exclusão. Em geral, o desenquadramento ocorre por débitos tributários ou outras pendências junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.
SITUAÇÃO FISCAL – Após a identificação das pendências, o microempreendedor deve regularizar sua situação fiscal, o que pode incluir o pagamento à vista ou o parcelamento de débitos. A verificação e a regularização devem ser feitas no e-CAC da Receita Federal, com acesso por meio da conta Gov.br. Somente após a regularização completa é possível avançar para a etapa seguinte.
REENQUADRAMENTO – Concluída a regularização, o empreendedor deve solicitar a opção pelo Simples Nacional no portal oficial do regime. Uma vez deferida essa opção, é necessário realizar, em seguida, o pedido de reenquadramento no Simei. As solicitações são analisadas de forma sequencial, e o enquadramento como MEI depende, obrigatoriamente, da aprovação prévia no Simples Nacional.
ACOMPANHAMENTO DIÁRIO – O Ministério do Empreendedorismo reforça que o acompanhamento do pedido deve ser feito diariamente nos sistemas oficiais, já que eventuais pendências identificadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal. Caso o pedido não seja feito até 31 de janeiro, o retorno ao Simples Nacional e ao Simei somente poderá ser solicitado no próximo ano.

Flamengo vence Vasco no Cariocão 2026

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Nesta quarta-feira (21/1), o Flamengo venceu o Vasco por 1 x 0 no Maracanã, pela 3ª rodada do Campeonato Carioca.  O autor do gol da vitória foi o meia colombiano Jorge Carrascal.  No início do segundo tempo, Cauan Barros foi expulso com cartão vermelho direto após falta no próprio Carrascal.

Com este resultado, a equipe comandada por Felipe Luís sobe para a 3ª colocação do Grupo B, agora com quatro pontos em quatro jogos, visto que já jogou de forma adiantada a 5ª rodada. Com a mesma pontuação de que seu rival, o Cruzmaltino fica em terceiro do Grupo A.

 

Editais dos primeiro bloco de leilões portuários de 2026 são publicados

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Certame na B3 vai oferecer áreas em Macapá, Natal, Recife e Porto Alegre; previsão é de atrair R$ 229 milhões em investimentos e ampliar capacidade logística e turística das regiões

Leilão de quatro terminais portuários nas regiões Norte, Nordeste e Sul – Foto: Divulgação/MPor

 

O calendário de concessões portuárias de 2026 já tem data marcada para começar. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) publicou os editais do leilão de quatro terminais portuários localizados nas regiões Norte, Nordeste e Sul do país. O certame será realizado em 26 de fevereiro, na B3, em São Paulo. Ao todo, os quatro arrendamentos devem gerar cerca de R$ 229 milhões em investimentos.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, com os leilões, o governo está consolidando a estratégia de atrair a iniciativa privada para modernizar a infraestrutura nacional. “A publicação dos editais já no início do ano mostra que o Governo Federal mantém um ritmo consistente na agenda de concessões portuárias. Esses quatro terminais são estratégicos para suas regiões e para o Brasil e fazem parte de um planejamento que busca ampliar a capacidade logística, atrair investimentos e gerar desenvolvimento regional com segurança jurídica”, afirmou o ministro.

Para o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, o processo transmite a segurança e transparência necessárias. “A publicação dos editais segue rigorosamente o cronograma, transmitindo previsibilidade e confiança aos investidores. Temos ativos maduros e uma modelagem contratual sólida. A expectativa é de um certame competitivo na B3, pois o mercado sabe que o setor portuário brasileiro é um porto seguro para investimentos de longo prazo”, disse.

Os ativos que vão a leilão apresentam vocações distintas, atendendo desde o escoamento de safras e minerais até o turismo, com prazos contratuais e metas de investimento ajustados à realidade de cada operação.

No Porto de Santana (AP), o Terminal MCP01 tem investimentos estimados em R$ 150,2 milhões e contrato de 25 anos. O terminal desempenha papel importante para o estado do Amapá e para o Arco Norte e a área é destinada especialmente ao escoamento da produção de grãos e de cavaco de madeira.

O Terminal NAT01, no Porto de Natal (RN), é focado no escoamento de granéis minerais, especialmente minério de ferro. O local terá concessão de 15 anos e previsão de aporte de R$ 55,17 milhões. O projeto reforça a movimentação portuária no Nordeste e é fundamental para a economia potiguar.
Já em Porto de Porto Alegre (RS), o Terminal POA26, destinado à movimentação e armazenagem de granel sólido vegetal, receberá R$ 21,13 milhões em investimentos, com arrendamento válido por 10 anos. O leilão do POA26 contribui diretamente para a modernização dos portos na região Sul do país.

No Porto de Recife (PE), o terminal marítimo de passageiros TMP Recife tem previsão de investimentos de R$ 2,3 milhões e prazo de 25 anos de concessão. O projeto visa fortalecer o circuito de cruzeiros do Nordeste, integrando Recife aos terminais de Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Salvador (BA), consolidando a vocação natural da região para o turismo.

Próximos passos

Com a publicação dos editais, o processo entra na fase de interação com o mercado. Até o início de fevereiro, os interessados poderão apresentar pedidos de esclarecimentos, conforme os prazos estabelecidos no cronograma oficial. As respostas serão consolidadas e divulgadas pela Antaq antes da realização do certame, garantindo transparência e previsibilidade aos investidores.

A sessão pública do leilão está marcada para 26 de fevereiro de 2026, na sede da B3, em São Paulo, quando serão recebidas e classificadas as propostas econômicas dos arrendamentos. Na mesma data, será divulgada a ordem de classificação das propostas, que também ficará disponível nos sites do Ministério de Portos e Aeroportos e da Antaq.

Descomplicando a Reforma Tributária: o que muda, quando muda e como as empresas devem se preparar

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Principais mudanças, prazos e impactos da Reforma Tributária para as empresas.

 

A Reforma Tributária, implementada pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, marca uma das maiores transformações do sistema fiscal brasileiro nas últimas décadas. O novo modelo altera profundamente a lógica da tributação sobre o consumo e exige que empresas iniciem, ainda em 2026, um processo estruturado de adaptação para evitar riscos jurídicos, financeiros e operacionais.

O principal eixo da reforma é a substituição de cinco tributos — PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI — por dois impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Também foi criado o Imposto Seletivo, destinado a produtos considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. O Brasil passa, assim, a adotar o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), alinhado às práticas internacionais.

Atualmente, o país convive com 92 tributos vigentes. A multiplicidade de normas, somada à interpretação variável do Fisco e do Judiciário, gera insegurança jurídica, altos custos de conformidade e disputas recorrentes. Para os especialistas da RZ3, a reforma surge como resposta direta a esse ambiente considerado um dos mais complexos do mundo, mas sua implementação exigirá planejamento rigoroso e decisões estratégicas antecipadas.

IBS e CBS: simplificação com impactos relevantes

Inspirado no modelo europeu de IVA, o IBS unifica tributos federais, estaduais e municipais e passa a incidir sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia produtiva, eliminando a cobrança de imposto sobre imposto. A proposta reduz burocracia, mas não garante, necessariamente, diminuição da carga tributária.

Estimativas indicam que a alíquota do IBS pode alcançar até 25%, enquanto a CBS deve girar em torno de 12%, com possibilidade de tratamentos diferenciados para setores como saúde e educação. Empresas intensivas em mão de obra podem sentir variações significativas nos custos, dependendo da alíquota final e do aproveitamento de créditos tributários.

Transição começa em 2026

Embora a transição plena esteja prevista para 2027, 2026 será um ano decisivo. Já nesse período, as notas fiscais deverão destacar IBS e CBS em alíquotas-teste — 0,1% para o IBS e 0,9% para a CBS. Segundo a RZ3, esse será o momento-chave para testar sistemas, revisar processos e ajustar contratos.

 Impactos setoriais e reflexos trabalhistas

No setor de logística, responsável por cerca de 13,7% do PIB brasileiro, a expectativa é de redução de burocracia. No entanto, há preocupação com possível aumento da carga tributária. O setor defende o creditamento de combustíveis e alíquotas diferenciadas conforme o modal de transporte.

A reforma também traz reflexos trabalhistas relevantes. A possibilidade de geração de créditos tributários sobre benefícios como vale-alimentação, vale-transporte e plano de saúde, desde que previstos em acordos coletivos, tende a devolver protagonismo aos sindicatos. Ao mesmo tempo, especialistas alertam para o risco de elevação da contribuição previdenciária patronal, que já supera 28% em determinados setores.

Preparação deixa de ser opção

Para os profissionais da RZ3, a maior armadilha da reforma é a falsa sensação de que os impactos ocorrerão apenas em 2027. A adaptação exige, desde já, revisão tecnológica, jurídica, financeira e de governança. Atualização de sistemas fiscais, capacitação de equipes, simulações de cenários e revisão de contratos passam a ser medidas estratégicas, não operacionais.

“A reforma não é apenas tributária. Ela impacta preços, margens, relações trabalhistas, contratos e competitividade. Quem se preparar antes, atravessa a transição com segurança. Quem adiar, corre riscos reais de autuação e perda de mercado”, avaliam os especialistas da RZ3.

A preparação antecipada é apontada como essencial para que a consolidação do novo modelo, em 2027, ocorra sem rupturas e com previsibilidade jurídica.

Fim de linha para Will Bank

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O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21), a liquidação extrajudicial da empresa Will Bank com sede em São Paulo, que faz parte do conglomerado do banco Master. Advinha quem era o garoto propaganda do banco? Ele mesmo! Luciano Huck

Cerca de 12 milhões de clientes acordaram com contas bloqueadas e cartões de crédito suspensos, após a retirada da fintech do sistema financeiro.

Advinha quem era o garoto propaganda do banco? Ele mesmo! Luciano Huck

 

Pedra nos rins aumentam até 30% durante o verão

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Desidratação e consumo excessivo de proteínas e bebidas açucaradas elevam risco de cálculo renal

Com as altas temperaturas, o verão traz um alerta que vai além dos cuidados com a pele e a exposição solar. Nessa época do ano, a incidência de cálculo renal, popularmente conhecido como pedra nos rins, aumenta significativamente nos prontos-socorros. Embora se estime que 15% da população mundial enfrente o problema e que 1,5 milhão de brasileiros vivam com alguma disfunção renal, é nos meses mais quentes que a situação se agrava. Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem, de São Paulo, aponta um salto de até 30% nos atendimentos a pacientes com essa condição durante a estação.

Impacto da temperatura e dos hábitos

A relação entre o aumento da temperatura e as crises renais não é por acaso. De acordo com o médico nefrologista e coordenador do Serviço de Transplantes Renais do Hospital Universitário Cajuru, Alexandre Bignelli, o fenômeno ocorre devido a uma combinação perigosa: desidratação acentuada — seja pelo excesso de suor ou pela baixa ingestão de água —, aumento no consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas e dieta inadequada, comum nesse período.

O maior consumo de proteínas e de alimentos muito salgados e açucarados atua como um catalisador para o surgimento do problema. “Nesse cenário, os rins são obrigados a concentrar a urina para regular a quantidade de água no corpo, o que favorece a cristalização e a formação de pedras”, explica.

Dor silenciosa e sinais de alerta

Um dos maiores desafios do cálculo renal é o seu desenvolvimento discreto. Na maioria das vezes, a formação das pedras é assintomática e passa despercebida até que já estejam formadas e ocorra a migração dos cálculos pelas vias urinárias. Quando isso acontece, surgem obstruções que podem ser temporárias ou exigir intervenção cirúrgica, inclusive com a possível colocação de cateteres para drenagem.

Segundo o especialista, o principal sinal de alerta é a cólica renal, que pode se manifestar como uma dor aguda ou um desconforto na região lombar, no baixo abdome ou na genitália. Em quadros mais graves, a condição exige internação e uso de medicamentos endovenosos. “Ao sentir dores agudas nessas regiões, o paciente deve procurar um pronto-socorro imediatamente e, após o diagnóstico, agendar uma consulta com um nefrologista para realizar o tratamento adequado”, alerta Bignelli.

Grupos de risco e como se prevenir

Embora qualquer pessoa possa desenvolver cálculos renais, alguns grupos são mais vulneráveis no verão. Entre eles, estão indivíduos com histórico familiar da doença, obesos, portadores de diabetes e pessoas com ácido úrico elevado, além de trabalhadores que atuam em ambientes quentes, praticantes de exercícios ao ar livre e idosos. Este último grupo requer atenção especial, já que, com o avanço da idade, a percepção de sede tende a diminuir, o que leva a uma ingestão de água insuficiente.

A prevenção passa por medidas simples e acessíveis de mudança de hábitos. A principal recomendação é manter um volume urinário de cerca de dois litros por dia. “Para isso, além da água, o consumo de sucos ricos em citrato, como limão, melão e laranja, que ajudam a proteger os rins, também é importante. Em contrapartida, deve-se evitar o excesso de sal e reduzir o consumo de proteínas animais, chocolates, chá preto e alimentos açucarados”, finaliza o nefrologista.

 

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.