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São Paulo moderniza a emissão de guias do transporte agropecuário

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Nova funcionalidade do GEDAVE permite pagamento antecipado de taxas para emissão de guias de transporte animal e vegetal (GTA e PTV)

O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, lançou uma nova funcionalidade no Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE), usado para autorizar o transporte de animais e produtos vegetais, trazendo mais praticidade e menos burocracia para o dia a dia do produtor rural. A partir desta quarta-feira, 14 de janeiro, passa a ser possível pagar antecipadamente as taxas necessárias para a emissão das guias de transporte. A novidade vale tanto para a Guia de Trânsito Animal (GTA) quanto para a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV).

Até então, o pagamento precisava ser feito no momento da emissão da guia. Agora, o produtor pode se organizar com antecedência, deixando as taxas quitadas para utilizar quando for emitir o documento no sistema.

“A medida foi pensada para facilitar a vida do produtor, dar mais agilidade aos processos e reduzir entraves no dia a dia do campo. Muitas emissões acontecem fora do horário comercial, e essa mudança traz mais autonomia, sem comprometer o controle sanitário”, afirma o secretário de Agricultura de SP, Geraldo Melo Filho.

Mais flexibilidade para o produtor

A nova funcionalidade funciona por meio da geração de aquisições, que nada mais são do que pagamentos feitos antecipadamente. O produtor escolhe a quantidade de aquisições que deseja, realiza o pagamento das taxas e, depois, utiliza essas aquisições quando for emitir as guias de transporte.

As aquisições ficam disponíveis no sistema e podem ser vinculadas às GTAs ou PTVs no momento do cadastro, tornando o processo mais rápido e simples.

Regras de uso

Cada aquisição só pode ser utilizada para a finalidade escolhida no momento do pagamento. Além disso, as aquisições têm validade apenas dentro do ano vigente, não podendo ser utilizadas no ano seguinte.

Para guias de trânsito destinadas ao abate, o pagamento antecipado estará disponível apenas para aves. Para as demais espécies, o pagamento continua sendo feito no momento da emissão, já que o valor da taxa depende do número de animais informado.

A nova funcionalidade, pensada para atender os agentes do agronegócio que trabalham 24 horas todos os dias da semana, já mostra resultados e atende as expectativas a partir das mais de 1000 aquisições já adquiridas em cerca de 24h de funcionamento.

“A Defesa Agropecuária trabalha incansavelmente pela sanidade do agronegócio e em breve disponibilizará mais ferramentas e um sistema ainda mais moderno, menos burocratico, com mais transparência para que o produtor consiga ter mais agilidade nos serviços e nos registros necessarios para formalização do seu negócio”, comenta Luiz Henrique Barrochelo, médico-veterinário e diretor da Defesa Agropecuária.

A iniciativa reforça o compromisso do Governo de São Paulo e da Defesa Agropecuária em modernizar serviços, simplificar processos e aproximar o sistema da realidade do produtor rural, garantindo eficiência, segurança sanitária e melhor atendimento ao setor produtivo.

Para mais informações, acesse: https://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br

Ineficiência na gestão pública custa US$ 68 bilhões por ano ao Brasil

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O debate sobre a eficiência da gestão pública ganha força em um momento em que estudos nacionais e internacionais apontam que o Brasil perde entre 4% e 20% do PIB por má alocação de recursos, processos ultrapassados e baixa qualidade do gasto.

Uma estimativa do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostra que o país pode desperdiçar até US$ 68 bilhões ao ano, considerando ineficiências diretas e indiretas na administração pública. Pesquisas recentes da Fundação Dom Cabral sugerem que o impacto pode ser muito maior quando se incluem perdas de produtividade e oportunidades não aproveitadas.

Para o atual secretário de Planejamento de Santa Catarina, Fabrício Oliveira, discutir gestão pública é discutir futuro: “Não é apenas sobre gastar menos. É sobre gastar melhor. Cada real mal aplicado significa menos escola, menos saúde, menos dignidade para o cidadão”, afirma.

O diagnóstico é reforçado por órgãos de controle. A Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União vêm identificando anualmente prejuízos que somam bilhões de reais em contratos, compras, convênios e obras públicas. Embora parte desses valores seja recuperada, o quadro revela um sistema que ainda funciona abaixo do seu potencial.

Segundo Fabrício, o desafio é estrutural: “O Brasil tem gestores talentosos, mas opera dentro de modelos criados para outra época. A máquina pública precisa ser redesenhada para entregar velocidade, transparência e impacto real. Não basta administrar: é preciso planejar, antecipar e liderar transformações”.

O tema ganhou centralidade após o lançamento do livro “Planeje o excelente, governe o possível e entregue o inimaginável”, em que Fabrício — gestor público e empresário — revisita a própria trajetória e os bastidores das decisões que transformaram Balneário Camboriú em uma das cidades mais valorizadas do país.

Na obra, ele narra desde a criação do Programa Abraço, referência no enfrentamento à depressão e ao suicídio, até a inédita abertura de um hospital público em 45 dias durante a pandemia. Também relata a liderança na maior obra de alargamento de praia da América Latina, realizada em plena crise sanitária.

Gestão pública não é sobre perfeição; é sobre propósito. Governar é cuidar. É imprimir identidade, pertencimento e amor naquilo que fazemos”, afirma.

Para além das conquistas, Fabrício destaca que a transformação só acontece quando o gestor entende o papel humano do serviço público: “Uma cidade não muda apenas com obras. Muda quando o cidadão se sente visto, ouvido e protegido. É por isso que eficiência não é um conceito técnico — é um compromisso moral”.

Em meio ao cenário nacional de gastos mal aproveitados e sistemas complexos, a reflexão ganha relevância. O debate sobre planejamento, liderança e responsabilidade pública não pertence apenas a governos, mas à sociedade como um todo. “O Estado precisa ser capaz de entregar aquilo que promete. E, quando isso não acontece, quem paga a conta é sempre o mesmo: o cidadão”, conclui Fabrício.

Fator vulnerabilidade afeta a relação dos jovens com IA, revela pesquisa da Demà e da Nexus

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Levantamento expõe dificuldades do grupo para se familiarizar com novas tecnologias, mas reforça o interesse de dominar as ferramentas
 

A relação dos jovens com as novas tecnologias, em especial a inteligência artificial (IA), é uma tendência cada vez mais crescente no Brasil. Esse contato, no entanto, tende a ser comprometido a depender das condições sociais e econômicas de cada indivíduo ou família. Pesquisa da Demà e da Nexus aponta que a condição de vulnerabilidade afeta diretamente a familiaridade, o conhecimento e as expectativas quanto às novas ferramentas em comparação com os jovens que não se enquadram nesse perfil.

Para esta análise, foram considerados em situação de vulnerabilidade os entrevistados ou alguém que resida na mesma residência esteja cadastrado no CadÚnico, o principal instrumento do estado brasileiro para identificar esta parcela. Assim, o entrevistado ou alguém de sua família que receba algum benefício social (como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada – BPC) foi referido nesta condição.

A pesquisa da Demà e da Nexus mostra que 84% dos jovens em situação de vulnerabilidade têm conhecimento sobre inteligência artificial, enquanto 16% não possuem. A taxa é nove pontos abaixo quando se comparado à juventude fora dessa condição, na qual 93% têm familiaridade com as novas ferramentas e apenas 7% não conhecem.

Outra situação é quanto ao contato com as ferramentas de IA. Dos jovens em situação de vulnerabilidade, 63% têm convívio diário, 15% algumas vezes por semana e 3% por mês. Outros 10% raramente utilizam, enquanto 7% não sabem e 2% não souberam responder. O principal dado, de contato diário, é também o mais discrepante quando comparado à juventude fora da situação de vulnerabilidade: 73% acompanham quase todo dia, 12% algumas vez por semana, 3% por mês, 6% raramente e 4% nunca veem – apenas 1% não soube ou não respondeu.

“Os números expõem claramente que não apenas o acesso à tecnologia, mas o próprio conhecimento, embora não seja mais tão restrito como já foi num passado mais elitista, ainda não é o ideal quando comparamos indicadores sociais e econômicos”, frisa analisa Juan Carlos Moreno, Diretor da Demà.

PERCEPÇÃO E UTILIZAÇÃO SÃO ATÉ MAIORES
Se por um lado a vulnerabilidade interfere na familiaridade e nos conhecimentos quanto à IA, por outro ela não afeta tanto na percepção dos grupos quanto ao uso da tecnologia em múltiplas aplicações. Isso porque os jovens em situação de vulnerabilidade reconhecem essas ferramentas tal qual, ou até mais, do que aqueles fora desta condição.

Um exemplo é quanto às assistentes de voz em smartphones, como Siri e Alexa: 94% da juventude em condição de vulnerabilidade percebe a utilização de IA, enquanto 5% não reparam e 1% não sabem ou não responderam. É um número maior que o de jovens fora dessa situação, onde 92% reconhecem e 8% não percebem.

Quanto indagados sobre a utilização da IA, são aqueles em situação de vulnerabilidade que mais utilizam para fazer pesquisas no Google: 85%, três pontos a mais do que aqueles que não estão nesta situação. O mesmo vale para a tradução de textos (72% a 69%). Em compensação, quem não está na situação de vulnerabilidade utiliza a IA mais para preparar apresentações ou relatórios (54% a 48%), criar imagens (64% a 60%) e gerar novas ideias para alguma atividade (67% a 65%) do que quem se encontra em condição mais adversa.

INTERESSE, O PONTO FUNDAMENTAL
O impacto da IA na futura carreira profissional é um ponto de importância mais reconhecida pelos jovens em situação de vulnerabilidade: 66% analisam que o domínio dessas ferramentas será essencial para seu desenvolvimento profissional, enquanto que os entrevistados fora dessa condição estão no patamar de 62%.

O grupo mais desfavorecido também avalia que as ferramentas de IA podem ajudar no processo de aprendizagem: 72% têm esta visão, enquanto 22% acham que as tecnologias podem prejudicar e 6% não souberam ou não responderam. Entre os que estão fora da situação, 68% veem como benéfica ao aprendizado, 24% avaliam que prejudica e 7% não sabem ou não souberam responder.

É também na população em condição de vulnerabilidade que reside o maior interesse em realizar cursos de IA. Do total, 71% pretendem se atualizar, enquanto 27% não desejam e apenas 1% não soube ou não respondeu. Por sua vez, 61% dos jovens fora dessa situação quem se atualizar – uma diferença considerável de 10 pontos percentuais -, 37% não querem e 1% não se manifestou.

 

METODOLOGIA
A Nexus entrevistou 2.016 cidadãos com idade entre 14 e 29 anos, nas 27 Unidades da Federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

 

SOBRE A DEMÁ
A Demá é uma empresa de educação e tecnologia educacional que desenvolve soluções para aprimorar o aprendizado, principalmente, de jovens. Ela oferece uma plataforma gamificada com recursos como quizzes, desafios e aulas interativas. A Demá quer tornar o processo de estudo mais dinâmico e envolvente para estudantes e professores.


SOBRE A NEXUS

Apaixonados por dados, a Nexus é uma empresa que alia a precisão da tecnologia, incluindo inteligência artificial, com a criatividade do olhar humano para buscar diagnósticos mais precisos. Nascemos da fusão do instituto de pesquisa de opinião com a área de inteligência de dados da FSB Holding, o maior e mais completo ecossistema de gestão da reputação da América Latina. Tudo para buscar os melhores insights que ajudem nossos clientes a construir, gerir e manter sua reputação

CPMI do INSS: Magno Malta pede convocação de ministra do STM

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Nesta semana, o  senador Magno Malta (PL-ES) protocolou  um requerimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (CPMI do INSS) pedindo a convocação da ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Abdalla Sterman.

A iniciativa pretende esclarecer pagamentos feitos ao escritório de advocacia da magistrada antes de sua nomeação à Corte, oriundos de uma empresa investigada por suspeitas de fraude no INSS.

O requerimento tem como base Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) encaminhados à CPMI, que indicam o repasse de R$ 700 mil ao escritório da então advogada pela empresa ACX ITC Serviços de Tecnologia S/A. A companhia é citada nas investigações por sua ligação com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como figura central no esquema de desvios apurado pela Polícia Federal.

A ministra do STM foi indicada por Gleisi Hoffmann e nomeada por Lula. Veronica era advogada da petista.

Especialista explica como jornalistas brasileiros podem atuar legalmente nos Estados Unidos

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Com o crescimento da cobertura internacional, visto I (Media Visa) ganha destaque entre jornalistas brasileiros interessados em atuar legalmente nos Estados Unidos

 

São Paulo – O aumento da cobertura internacional, a expansão de veículos digitais e a busca por experiências profissionais fora do Brasil têm levado cada vez mais jornalistas brasileiros a considerarem oportunidades nos Estados Unidos. No entanto, para exercer a atividade de forma legal no país, é fundamental compreender as exigências migratórias, especialmente em relação ao visto adequado. Nesse contexto, o visto I, conhecido como Media Visa, tem se destacado como a principal opção para profissionais da imprensa.
O visto I é destinado a jornalistas, repórteres, editores, cinegrafistas e outros profissionais da mídia que irão atuar temporariamente nos EUA em atividades essencialmente informativas. Ele contempla profissionais vinculados a veículos estrangeiros , como jornais, revistas, emissoras de TV, rádio ou plataformas digitais , que estejam realizando coberturas, reportagens, documentários ou produções jornalísticas de interesse público.
Segundo Luciane Tavares, diretora e advogada especialista em imigração da American Immigration Associates, um dos principais pontos de atenção é a natureza do trabalho a ser desenvolvido. “O governo americano avalia se a atividade é predominantemente informativa e se o profissional mantém vínculo com um veículo de comunicação estrangeiro. Trabalhos com caráter promocional, publicitário ou de entretenimento, por exemplo, não se enquadram no visto I”, explica.
Outro critério essencial é a comprovação da atuação profissional. O candidato deve apresentar documentos como carta do empregador descrevendo a pauta, o período da cobertura, o local de realização do trabalho e a função exercida pelo jornalista, além de comprovação de experiência na área. “Não basta ser formado em jornalismo. É preciso demonstrar atuação efetiva e coerente com o tipo de cobertura que será realizada nos Estados Unidos”, ressalta Luciane.
Diferentemente de outros vistos de trabalho, o visto I não exige petição prévia junto ao serviço de imigração dos EUA, sendo solicitado diretamente no consulado ou embaixada americana. Além disso, ele pode ser concedido por períodos mais longos, com possibilidade de renovação enquanto durar a atividade jornalística.
Luciane também alerta para erros comuns que podem levar à negativa do visto. “Muitos profissionais acabam solicitando vistos inadequados, como o de turismo, para exercer atividades jornalísticas, o que pode gerar problemas sérios com a imigração. Planejamento e orientação jurídica especializada fazem toda a diferença para evitar riscos e garantir conformidade com a lei americana”, afirma.
Com a crescente demanda por conteúdos internacionais e a valorização de correspondentes estrangeiros, entender as regras migratórias se torna um passo estratégico para jornalistas que desejam expandir suas carreiras. “Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando o perfil do profissional, o tipo de mídia, o projeto e o tempo de permanência. Uma análise técnica correta aumenta significativamente as chances de aprovação”, conclui a especialista.

 

Sobre a AIA – American Immigration Associates
A AIA – American Immigration Associates é um escritório de advocacia norte-americano formado por advogados licenciados e especializados em direito imigratório e empresarial. Com atuação ampla e estratégica, a AIA oferece assessoria jurídica completa para pessoas e empresas que desejam viver, investir ou expandir seus negócios nos Estados Unidos.

Reconhecida pela excelência técnica e atendimento personalizado, a AIA conduz processos de imigração, vistos e cidadania, além de casos voltados ao universo corporativo, como estruturação de empresas, vistos de negócios e estratégias legais sob medida.

Com um time experiente e multicultural, a AIA alia conhecimento jurídico sólido à compreensão das necessidades de cada cliente, garantindo segurança, clareza e eficiência em cada etapa do processo.

 

Bioética na IA: quem responde por um erro de diagnóstico feito por uma máquina?

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Num mundo onde algoritmos diagnosticam doenças mais rápido que médicos, surge a pergunta incômoda: se a IA falha, quem leva a culpa: o programador, o hospital ou o paciente que confiou demais na máquina?

Você já imaginou uma inteligência artificial capaz de salvar vidas com um clique? Esse cenário já não pertence apenas à ficção científica. A IA transformou o diagnóstico médico, acelerando análises, reduzindo custos e ampliando o acesso a laudos de qualidade. Porém, com essa evolução, surge uma questão inevitável: o que acontece quando a tecnologia falha?

Um estudo publicado na JAMA em 2022 mostra que erros de IA em radiologia ocorrem em até 5 por cento dos casos. No Brasil, dados do Conselho Federal de Medicina registraram 200 incidentes envolvendo sistemas automatizados em 2023. Essa união de eficiência e risco coloca a bioética no centro das discussões sobre o futuro da saúde.

IA diagnóstica herói ou vilão?

A inteligência artificial mudou a forma de interpretar exames, detectar doenças e auxiliar médicos em decisões críticas. Sistemas avançados identificam padrões que o olho humano não percebe, sugerem hipóteses diagnósticas em segundos e padronizam análises com consistência. Ao mesmo tempo, continuam sujeitos a falhas e limitações.

A discussão entre considerar a IA como aliada ou ameaça é incompleta. O desempenho depende da qualidade dos dados, do treinamento realizado, do contexto clínico e da supervisão humana. A questão ética está no equilíbrio entre confiança e vigilância.

Quando a IA acerta e a ética aplaude

Casos bem-sucedidos demonstram que a IA aumenta a precisão diagnóstica em áreas como radiologia, dermatologia e cardiologia. Algoritmos treinados com grandes bancos de dados identificam tumores, fraturas e alterações discretas com alta taxa de acerto.

Quando funciona de forma adequada, a IA reduz filas, acelera atendimentos, melhora o tempo de resposta e torna a jornada do paciente mais segura. A ética reconhece o valor de ferramentas que reduzem desigualdades e ampliam o acesso ao cuidado. Porém, a mesma velocidade que auxilia também pode ampliar erros se não houver supervisão adequada.

Desafios e soluções

O risco ético mais evidente está na confiança exagerada na tecnologia. Quando profissionais acreditam que o algoritmo é infalível, a supervisão diminui.

Outra dificuldade se relaciona aos vieses presentes nas bases de dados. Se o algoritmo é treinado com informações pouco diversas, tende a errar com grupos sub-representados. Entre as soluções estão auditorias constantes, revisão periódica dos modelos e diversificação das bases de treinamento.

A transparência também é essencial. Médicos e pacientes precisam entender como o sistema toma decisões e quais são suas limitações.

Integrando IA ética na medicina

Para integrar ética e tecnologia, é necessário criar protocolos claros, capacitar equipes e revisar continuamente o desempenho dos sistemas. A supervisão clínica permanece indispensável. A IA pode sugerir, mas a decisão final deve ser tomada por um profissional qualificado.

Ambientes de teste, validação constante e governança de dados são essenciais para garantir o uso responsável.

Princípios bioéticos em jogo autonomia, beneficência e justiça

Esses princípios são ativados em todas as decisões envolvendo IA. A autonomia garante que o paciente compreenda o papel da tecnologia. A beneficência orienta a busca pelo melhor desfecho clínico. A justiça assegura que o benefício seja distribuído de maneira equitativa. Todos são desafiados quando o algoritmo erra.

Tipos de erros e suas consequências

Os erros podem acontecer por falhas técnicas, lacunas na base de dados, interpretações equivocadas ou vieses de treinamento. As consequências vão desde atrasos no diagnóstico até condutas clínicas prejudiciais. Por isso, a interação entre IA e supervisão humana é indispensável.

Precisão sem fronteiras

A IA opera sem fadiga, mantém consistência e detecta detalhes minúsculos. Esse conjunto permite diagnósticos mais rápidos e especializados, especialmente em locais com escassez de profissionais.

Aplicações globais

Hospitais na Europa, Ásia e América do Norte utilizam IA para triagem, apoio à decisão clínica e análise de exames complexos. A expansão dessa tecnologia destaca a necessidade de regulamentações internacionais que estabeleçam padrões éticos e de segurança.

Responsabilidade legal quem paga a conta?

A responsabilidade legal varia conforme a legislação local. Em alguns países, recai sobre a instituição de saúde. Em outros, é compartilhada entre desenvolvedores e profissionais. De forma geral, cresce o entendimento de que a responsabilidade deve envolver toda a cadeia, já que a IA não é uma entidade legal e seus erros resultam do conjunto de decisões humanas que moldam o sistema.

Transparência e treinamento

A compreensão do funcionamento da IA aumenta a segurança no uso. Profissionais precisam ser capacitados para interpretar as sugestões da tecnologia e identificar possíveis falhas. Programas de treinamento reduzem riscos e aumentam a confiança na ferramenta.

Tendências futuras

O futuro aponta para modelos mais explicáveis, sistemas auditáveis, maior diversidade de dados e regulamentações específicas. Quanto mais claro for o processo de tomada de decisão da IA, menor será o risco de erros.

Aplicações práticas e benefícios reais

A IA contribui para diagnósticos rápidos, padronizados e consistentes. Também melhora os fluxos clínicos, otimiza recursos e reduz a margem de erro humano. Em ambientes com alta demanda, a tecnologia se torna essencial para garantir eficiência e cuidado de qualidade.

O avanço da IA diagnóstica exige atenção aos princípios éticos que moldam a prática da medicina. Compreender riscos, responsabilidades e limites é fundamental para garantir segurança e confiança.

Em um cenário em que tecnologia e saúde caminham juntas, ferramentas como o reconhecimento de voz médico fortalecem a precisão dos registros clínicos e contribuem para decisões mais seguras.

Projeto de Lei de Marcos Jorge assegura acesso à água para pequenos produtores rurais

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Proposta promove o equilíbrio entre a proteção ambiental e o desenvolvimento rural sustentável, fortalecendo a agricultura familiar, reduzindo entraves administrativos.

 

Por Gilvan Costa 

 

O acesso desburocratizado à água para pequenas propriedades rurais e para áreas rurais não atendidas por sistema público de abastecimento é o que propõe o Projeto de Lei 272/2025, apresentado pelo deputado estadual Marcos Jorge (Republicanos-RR), na Assembleia Legislativa do Estado de Roraima (ALERR), em dezembro do ano passado.

 

A proposta também estabelece regras de segurança jurídica e harmonização administrativa na outorga de direitos de uso de recursos hídricos, com a dispensada de outorga estadual de direito de uso de recursos hídricos a extração de água subterrânea destinada ao consumo final ou como insumo de processo produtivo por pequenos produtores rurais de Roraima.

 

Em sua justificativa, Marcos Jorge destaca que, embora a Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei Federal nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, estabeleça diretrizes gerais para a gestão das águas no território nacional, a Constituição Federal atribui aos Estados competência concorrente e suplementar para legislar sobre meio ambiente e recursos naturais (art. 24, inciso VI), bem como competência comum para a proteção do meio ambiente (art. 23, inciso VI).

 

“O acesso à água constitui direito fundamental implícito, indispensável à dignidade da pessoa humana, à segurança alimentar, à saúde pública e ao desenvolvimento sustentável, especialmente em um estado com extensas áreas rurais, comunidades isoladas e significativa presença da agricultura familiar, como é o caso de Roraima”, justifica o parlamentar.

 

Marcos Jorge aponta ainda que a exigência de procedimentos complexos e onerosos para a obtenção de outorga, em tais hipóteses, mostra-se desproporcional, inviabilizando a produção rural de pequeno porte e contrariando os princípios da razoabilidade, da eficiência administrativa e da função social da propriedade rural.

 

“Nossa proposta promove o equilíbrio entre a proteção ambiental e o desenvolvimento rural sustentável, fortalecendo a agricultura familiar, reduzindo entraves administrativos desnecessários e contribuindo para a efetivação de políticas públicas voltadas à inclusão produtiva e à segurança hídrica em Roraima”, pontuou o deputado.

 

Outro ponto importante a se destacar, segundo o parlamentar, é que a dispensa de outorga prevista na proposta não implica ausência de controle ambiental, uma vez que permanecem plenamente aplicáveis as normas ambientais, sanitárias e de proteção dos aquíferos, podendo o órgão estadual competente exigir cadastro simplificado ou comunicação prévia para fins de monitoramento e gestão dos recursos hídricos.

 

“A proposta busca corrigir situações recorrentes de excesso de burocracia e insegurança jurídica enfrentadas por agricultores familiares e pequenos produtores rurais, especialmente aqueles localizados em áreas não atendidas por sistema público de abastecimento de água, que dependem da captação subterrânea para subsistência, dessedentação de animais e manutenção da atividade produtiva”, conclui Marcos Jorge.

 

Joyful Summer Camp: uma colônia de férias bilíngue que vai além da diversão e transforma a infância

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De 12 a 16 de janeiro, a Joyful Village promove uma colônia de férias ao ar livre que une inglês, natureza, esporte, arte e desenvolvimento socioemocional, no Park Way, em Brasília

Muito mais do que ocupar o tempo das crianças durante as férias escolares, o Joyful Summer Camp, da Joyful Village, oferece experiências que fortalecem a autoestima, a autonomia, as amizades e o senso de pertencimento. Inspirado nos tradicionais camps americanos e adaptado à cultura brasileira, o projeto acontece de 12 a 16 de janeiro e convida as crianças a viverem dias de liberdade, brincadeira, conexão e aprendizado em um ambiente seguro, acolhedor e cercado pela natureza.

O grande diferencial do Joyful Summer Camp vai muito além da estrutura física. A proposta pedagógica da Joyful Village parte do princípio de que crianças não precisam ser controladas, mas conectadas. O foco está no efeito da experiência na criança: como ela se sente, como aprende a fazer e manter amigos, como desenvolve confiança, empatia e autonomia emocional. “As pessoas podem até esquecer o que você disse, mas nunca esquecem como você as fez sentir”, afirma Scott Gales, americano e coordenador da Joyful. “Quando damos às crianças um ambiente onde elas se sentem seguras para assumir pequenos riscos, errar e tentar de novo, estamos formando adultos mais confiantes, conectados e emocionalmente saudáveis.”

Localizada em uma ampla área verde no Park Way, a Joyful Village foi criada para que crianças possam, de fato, ser crianças — correndo, explorando, criando, brincando e se conectando com outras pessoas e consigo mesmas. O espaço conta com duas casas na árvore, camas elásticas, percurso de parkour, quadras de tênis e beach tennis, campos de futebol, cestas de basquete, além de áreas dedicadas à música, artes e expressão criativa, proporcionando estímulos físicos, emocionais e sociais ao longo de toda a programação.

Durante o camp, o inglês é vivenciado de forma natural e cotidiana, por meio de jogos, esportes, oficinas criativas, desafios cooperativos e dinâmicas em grupo — sempre conduzidos integralmente no idioma. Não há aulas tradicionais: o aprendizado acontece enquanto a criança se movimenta, interage, brinca e cria. As emoções não são ignoradas; são acolhidas. Cada participante é incentivado a reconhecer suas forças, respeitar seus limites e celebrar quem é.

A metodologia da Joyful Village, desenvolvida ao longo de mais de 30 anos de experiência educacional, trabalha o desenvolvimento integral da criança, estimulando mente, coração, corpo, social e espírito. O resultado são experiências que criam memórias afetivas duradouras e fortalecem quem a criança está se tornando — refletindo positivamente também nas famílias.

Em um mundo cada vez mais acelerado e digital, o Joyful Summer Camp aposta no essencial: conexão humana, movimento, natureza, brincadeira e significado. As vagas são limitadas, porque algumas experiências não se repetem — e algumas infâncias merecem ser vividas com mais presença, alegria e coração.

Serviço: Joyful Summer Camp – Colônia de Férias Joyful Village
Data: 12 a 16 de janeiro
Local: SMPW Quadra 14, Conjunto 5, Lote 8 – Park Way – Brasília (DF)
Informações: (61) 99823-8100

Valores
Meio período (lanche incluso)
• R$ 120 por dia
• R$ 540 por semana

Período integral (almoço + dois lanches inclusos)
• R$ 250 por dia
• R$ 1.125 por semana

Descontos
• 5% para irmãos
• 5% por nova família indicada (acumulativo até 20%)

 Inscrições: https://wkf.ms/4ra9XMe

Redes sociais
Instagram: https://www.instagram.com/joyful_village/
Facebook: https://www.facebook.com/joyfullearningvillage

 

Curitiba se consolida na rota das mega turnês e agenda de 2026 promete recordes no turismo

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Capital paranaense confirma vocação como palco de grandes espetáculos internacionais, atraindo fãs de toda a América do Sul e aquecendo a hotelaria de luxo

Dos pontos turísticos mais conhecidos, como o Jardim Botânico, aos grandes eventos corporativos, como o Smart City Expo, passando pela gastronomia cada vez mais sofisticada, já há algumas décadas Curitiba conquistou a fama de ter um turismo movimentado e diversificado. Nos últimos anos, no entanto, a capital paranaense entrou de vez na rota de uma outra tendência de viagens: a dos espetáculos promovidos por grandes artistas estrangeiros. Em 2026, a agenda de shows internacionais confirmados na cidade já tem quase 40 shows e promete movimentar não apenas as bilheterias, mas toda a cadeia econômica do turismo.

De lendas do rock sulista a ícones do pop romântico, espaços como a Pedreira Paulo Leminski, o Teatro Positivo e a Ligga Arena se preparam para receber milhares de fãs vindos de todas as regiões do país. Nomes de peso como Lynyrd Skynyrd, Bryan Adams, Macy Gray e Jason Mraz já figuram entre as atrações esperadas para o ano, colocando a cidade definitivamente na rota das turnês que, muitas vezes, passavam apenas pelo eixo Rio-São Paulo.

Agenda carregada impulsiona turismo na cidade

A vinda de artistas de renome mundial gera um efeito cascata na economia local. Esse tipo de viagem é conhecido como “turismo de entretenimento”. Segundo dados históricos da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH-PR), datas de grandes shows internacionais costumam elevar a ocupação hoteleira da capital para níveis acima de 90%, chegando a 100% em estabelecimentos próximos aos locais dos eventos.

Segundo Antonio Albuquerque, diretor do NH Collection Curitiba, um dos hotéis mais buscados por esses viajantes devido à sua localização, no centro da capital, esse calendário robusto transforma toda a operação do hotel. “Quando temos grandes nomes na cidade, nosso fluxo de hóspedes muda drasticamente, com um aumento significativo na demanda de lazer. Por isso, preparamos nossa equipe para atuar quase como um ‘backstage’ para o fã: oferecemos horários flexíveis de room service, para aquele lanche pós-show, e ajudamos a reservar passeios, conforme a necessidade, para que ele possa curtir também o melhor da nossa capital”, destaca.

Essa preparação inclui desde o reforço nas equipes de cozinha até dicas estratégicas para o deslocamento até o local das apresentações, por exemplo. “O show é o motivo da viagem, mas a hospedagem precisa garantir que a experiência seja memorável do início ao fim. O turista que tem esse perfil busca conforto, boa localização e conveniência para dar tempo de ver seu artista preferido e também fazer turismo no restante do tempo disponível.”

Mas o impacto local vai além da hospedagem. O setor estima que, para cada R$ 1 gasto em diárias, cerca de R$ 3 a R$ 4 sejam injetados na economia da cidade, considerando serviços como alimentação, transporte e comércio.

Calendário de shows internacionais em Curitiba – 2026

Confira as principais atrações internacionais já confirmadas para a capital paranaense neste ano. Recomenda-se a compra antecipada de ingressos, assim como a reserva de hospedagem, tendo em vista a alta demanda de turistas de estados vizinhos e países do Mercosul.

 

Hollow Coves – 19 de janeiro

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Fastix

 

Death to All – 21 de janeiro

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Clube do Ingresso

 

Andy Bell – 22 de janeiro

Local: Teatro Positivo

Ingressos: Disk Ingressos

Terror – 24 de janeiro

Local: Belvedere

Ingressos: Meaple

 

Avenged Sevenfold – 28 de janeiro

Local: Pedreira Paulo Leminski

Ingressos: Eventim

 

A Day To Remember – 29 de janeiro

Local: Live Curitiba

Ingressos: Eventim

 

The Vintage Caravan – 30 de janeiro

Local: Belvedere

Ingressos: 101 Tickets

 

Frank Turner – 1º de fevereiro

Local: Belvedere

Ingressos: Meaple

 

Enforcer – 8 de fevereiro

Local: Basement Cultural

Ingressos: 101 Tickets

 

Christian Chávez – 12 de fevereiro

Local: Teatro Fernanda Montenegro

Ingressos: Ingresso Digital

 

Obituary – 22 de fevereiro

Local: Tork’n Roll

Ingressos: 101 Tickets

 

RÜFÜS DU SOL – 25 de fevereiro

Local: Pedreira Paulo Leminski

Ingressos: Live Nation

 

Living Colour – 1º de março

Local: Live Curitiba

Ingressos: Bilheteria Digital

 

Jason Mraz – 3 de março

Local: Teatro Positivo

Ingressos: Disk Ingressos

 

Dave Fenley – 6 de março

Local: Jokers

Ingressos: Fastix

 

Macy Gray – 8 de março

Local: Ópera de Arame

Ingressos: Ticketmaster

 

Bryan Adams – 9 de março

Local: Live Curitiba

Ingressos: Bilheteria Digital

 

Il Volo – 17 de março

Local: Teatro Positivo

Ingressos: Disk Ingressos

 

D.R.I. – 19 de março

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Fastix

 

Cypress Hill – 19 de março

Local: Live Curitiba

Ingressos: Ticketmaster

 

Symphony X – 21 de março

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Ticketmaster

 

Anoushka Shankar – 21 de março

Local: Ópera de Arame

Ingressos: Meaple

 

Pennywise / Millencolin / Mute – 27 de março

Local: Piazza Notte

Ingressos: 101 Tickets

 

Lynyrd Skynyrd – 1º de abril

Local: Live Curitiba

Ingressos: Bilheteria Digital

 

Ara Malikian – 11 de abril

Local: Ópera de Arame

Ingressos: Disk Ingressos

 

Blackberry Smoke – 14 de abril

Local: Tork’n Roll (agenda local).

Ingressos: 101 Tickets

 

Mac DeMarco – 14 de abril

Local: Tork’n Roll

Ingressos (esgotados): Ingresse

 

Smith/Kotzen – 24 de abril

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Uhuu

 

Il Niño / Hed P.E. / Primer 55 – 30 de abril

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Ticket 360

 

Deva Premal & Miten – 30 de abril

Local: Teatro Positivo

Ingressos: Disk Ingresso

 

Stick to your guns / Bane – 1º de maio

Local: Basement Cultural

Ingressos: 101 Tickets

 

Dream Theater – 5 de maio

Local: Live Curitiba

Ingressos: Fastix

 

Men at Work – 12 de maio

Local: Igloo Super Hall

Ingressos: Ticketmaster

 

Mark Farner – 21 de maio

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Clube do Ingresso

 

Riot V – 11 de julho

Local: Ópera de Arame

Ingressos: Bilheto

 

Nazareth – 25 de julho

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Ticketmaster

 

Petra / Whitecross – 23 de setembro

Local: Tork’n Roll

Ingressos: Clube do Ingresso

 

Fabio Lione – 9 de outubro

Local: Teatro Bom Jesus

Ingressos: Clube do Ingresso

 

Sobre a NH Collection

A NH Collection Hotels & Resorts é uma marca de hotéis de categoria superior com mais de 100 propriedades na Europa e nas Américas, e com uma presença global crescente. Ela proporciona experiências extraordinárias ao combinar conforto, inovação, serviço intuitivo, ambientes elegantes e sabores surpreendentes. Tudo isso é infundido com a identidade local de cada estabelecimento.

A NH Collection faz parte do grupo hoteleiro global Minor Hotels e é membro do programa de fidelidade GHA DISCOVERY.

Para mais informações, visite nh-collection.com e conecte-se com a NH Collection no Facebook, Instagram ou YouTube.

Para mais informações sobre os hotéis NH Collection, visite www.nh-collection.com/en.

 

Sobre a Minor Hotels

A Minor Hotels é líder global na indústria da hotelaria, com mais de 640* hotéis, resorts e residências de marca em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inteligentes através de suas marcas de hotéis, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem, e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, fomenta parcerias duradouras e impulsiona o sucesso dos negócios, sempre focando no que é mais importante para nossos hóspedes, membros da equipe e parceiros.

A Minor Hotels é um membro orgulhoso da Global Hotel Alliance (GHA) e reconhece seus hóspedes por meio de um programa de fidelidade unificado, o  Minor DISCOVERY, parte do GHA DISCOVERY.

Descubra nosso mundo em minorhotels.com e conecte-se com a Minor Hotels no Facebook, Instagram, LinkedIn, TikToke YouTube.

*A contagem de propriedades inclui propriedades em operação, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos assinados e acordos de gestão.

 

Governo de SP fortalece agricultura familiar e PPAIS cresce mais de 150% em 2025

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Coordenado pela Fundação Itesp, Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social registra crescimento histórico em 2025

 

A agricultura familiar paulista segue batendo recordes. Em 2025, o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS) superou em mais de 150% os resultados do ano anterior e alcançou R$ 53,9 milhões em compras públicas, consolidando-se como uma importante política de escoamento da produção e geração de renda para milhares de produtores rurais em todo o Estado.

 

O diretor executivo da Fundação Itesp, Lucas Bressanin, destaca que é um recorde muito comemorado, que demonstra a efetividade das políticas públicas voltadas para a agricultura familiar. “Estruturamos o programa em 2023, vimos os gargalos e onde poderíamos atingir mais produtores, fortalecemos a cadeia do leite e do hortifruti, incluímos o café e agora o resultado de um planejamento bem feito está aí para ser mostrado. O PPAIS é muito importante, pois aproxima o campo das políticas públicas e gera impacto direto na renda das famílias produtoras”.

 

Coordenado pela Fundação Itesp, o PPAIS tem como objetivo garantir mercado para os agricultores familiares e cooperativas. Além disso, o programa também fortalece o abastecimento de instituições públicas estaduais com alimentos de qualidade e origem paulista.

 

Os produtos adquiridos de agricultores familiares pelo estado, como leite, hortifrutis e, mais recentemente, o café, são destinados a escolas, universidades e unidades prisionais, aproximando o campo das políticas públicas e gerando impacto direto na renda das famílias produtoras.

 

Para se ter uma ideia do crescimento do programa nos últimos anos, de 2020 a 2022, os valores somaram pouco mais de R$30 milhões. Em 2023, chegaram a R$17,2 milhões, e em 2024, a R$20,8 milhões.

 

O diretor executivo da Fundação Itesp destaca ainda que o recorde se dá por conta da ampliação do número de chamadas e o fortalecimento do trabalho com as cooperativas, trabalho em parceria com a Codeagro, que é a Diretoria de Desenvolvimento dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do campo.

 

“O Governador Tarcísio deu todo o apoio necessário para o programa e o avanço alcançado está diretamente relacionado a duas ações estratégicas da atual gestão: o fortalecimento da cadeia produtiva do leite e a participação maior da Secretaria de Educação. O Governo do Estado ampliou a compra de leite para as unidades prisionais e para as escolas estaduais”, completou.

 

Programa Paulista da Agricultura Familiar (PPAIS)
A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) adquiriu, em 2024, R$19,7 milhões por meio do programa e, em 2025, alcançou a marca de R$39,5 milhões, registrando um crescimento de 100% em relação ao ano anterior. Já a Secretaria da Educação passou de R$1,1 milhão em aquisições em 2024 para R$14,1 milhões em 2025, um avanço expressivo de aproximadamente 1400% que contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento do programa.

 

Segundo Bressanin, a meta para 2026 é ousada. “Nosso objetivo é fortalecer o programa ainda mais e chegar a marca de R$100 milhões. A prioridade agora é impulsionar e fortalecer as cadeias produtivas do leite, hortifruti e do café, e estamos trabalhando para incluir mais culturas”.