



O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) tem a firme convicção de que a sanção presidencial do PLP 125/22 representa um marco para o setor de combustíveis e para o enfrentamento ao crime organizado no Brasil. Ao estabelecer critérios objetivos para a caracterização do devedor contumaz, a Lei Complementar (LC) 225/26 diferencia situações de inadimplência eventual de práticas estruturadas e reiteradas de sonegação utilizadas como modelo de negócio.
Com a LC 225/26, o Estado passa a contar com instrumentos mais eficazes para combater distorções concorrenciais que penalizam empresas idôneas e fragilizam o ambiente de negócios. A medida contribui para retirar do mercado agentes que operam à margem da lei, reduzindo práticas como adulteração de combustíveis, uso de documentos fiscais irregulares e outras fraudes que afetam toda a cadeia de abastecimento.
Os benefícios são amplos e estruturantes. Para o mercado legal, a nova lei promove maior isonomia concorrencial e segurança jurídica, estimulando investimentos em eficiência, logística e inovação. Para o poder público, amplia a arrecadação sem aumento de carga tributária, reforçando a capacidade de investimento em políticas públicas essenciais. Para a sociedade, representa avanço concreto no enfraquecimento de organizações criminosas que utilizam o setor de combustíveis como fonte de financiamento.
Ao sancionar o PLP 125/22, o Brasil envia um sinal claro de compromisso com a legalidade, a concorrência leal e a segurança econômica. Trata-se de um passo fundamental para fortalecer o mercado formal de combustíveis e consolidar um ambiente regulatório mais justo, seguro e alinhado às melhores práticas institucionais.
O impacto da notícia, a solidão ao longo do tratamento e o acolhimento emocional como fator decisivo para a adesão e a continuidade do cuidado
Receber o diagnóstico de câncer em um filho não é apenas receber uma notícia médica. É atravessar uma ruptura profunda na vida, marcada pelo medo, pela insegurança e por uma solidão que se instala silenciosamente. No Janeiro Branco, mês dedicado à saúde mental, o Instituto Ronald McDonald chama atenção para um aspecto ainda pouco discutido no câncer infantil: o sofrimento emocional de quem cuida.
Para mães e pais, o diagnóstico inaugura um tipo de luto que acontece em vida. A vida como era conhecida deixa de existir, enquanto o tratamento passa a ocupar o centro de tudo. Consultas, exames, internações e incertezas passam a ditar os dias, enquanto o mundo ao redor segue em movimento. Amigos continuam suas rotinas, compromissos seguem acontecendo, e quem está cuidando fica, muitas vezes, sozinho com o medo.
“A notícia do câncer paralisa. A gente entra em um estado de alerta permanente, vivendo entre a esperança e o medo. E, com o tempo, percebe que nem sempre há espaço para falar dessa dor. As pessoas seguem, mas quem está cuidando fica ali, tentando ser forte o tempo todo”, afirma Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald.
Durante o tratamento, esse isolamento tende a se intensificar. O medo da perda, a exaustão física, a culpa por não conseguir dar conta de tudo e a sensação de que o sofrimento incomoda fazem com que muitos cuidadores silenciem a própria dor. Falar sobre a doença parece pesado demais para quem está de fora. Assim, o sofrimento emocional passa a ser vivido de forma solitária.
Essa sobrecarga tem impacto direto na adesão ao tratamento. A saúde mental fragilizada afeta a capacidade de organização, a tomada de decisões e a manutenção da rotina necessária para o cuidado contínuo da criança. Quando o cuidador adoece emocionalmente, todo o processo se torna mais vulnerável.
Para Bianca, reconhecer esse sofrimento é essencial para garantir um tratamento mais efetivo.
“Cuidar de uma criança com câncer exige força emocional constante. Quando não há acolhimento psicológico, esse peso se acumula. A saúde mental do cuidador não é um detalhe, ela interfere diretamente na continuidade do tratamento e no bem-estar da criança”, destaca.
Esse acolhimento não acontece apenas dentro do hospital. Ele também se constrói nas relações do dia a dia. Amigos, parentes e colegas de trabalho muitas vezes querem ajudar, mas não sabem como agir diante da dor do outro. Entender que apoiar não exige palavras certas, mas presença constante, já é um primeiro passo.
Como apoiar quem cuida de uma criança com câncer
Quando uma família recebe o diagnóstico de câncer infantil, o impacto não se limita ao tratamento médico. O apoio emocional do entorno pode fazer diferença real na forma como essa jornada é atravessada.
Bianca Provedel traz algumas atitudes simples que ajudam a sustentar quem está cuidando:
• Estar presente ao longo do tempo, não apenas nos primeiros dias após o diagnóstico. O tratamento é longo e o apoio precisa acompanhar esse percurso.
• Oferecer ajuda prática, como cuidar de irmãos, preparar refeições ou resolver tarefas do dia a dia. Muitas vezes o cansaço impede até de pedir ajuda.
• Escutar sem tentar consertar, evitando frases prontas ou tentativas de minimizar a dor.
• Respeitar o silêncio, entendendo que nem sempre haverá energia para conversar ou explicar o que está acontecendo.
• Manter o vínculo para além da doença, falando de outros assuntos e preservando a vida em movimento.
• Não desaparecer com o tempo. Mesmo quando a rotina parece mais estável, o medo e a insegurança continuam presentes.
“Muitas famílias sofrem em silêncio porque sentem que o sofrimento incomoda. Quando alguém se mantém por perto, sem julgamento e sem cobranças, isso sustenta emocionalmente quem está cuidando. Apoiar também é um ato de cuidado”, afirma Bianca Provedel.
Nas unidades dos programas Casa Ronald McDonald e Espaço da Família Ronald McDonald, esse acolhimento acontece de forma estruturada e contínua. Além de hospedagem, alimentação e transporte, as famílias encontram escuta, apoio psicológico e um ambiente seguro para expressar medos, inseguranças e cansaço. O convívio com outras famílias que vivem a mesma realidade reduz a sensação de isolamento e fortalece redes de apoio.
“O acolhimento muda a forma como essa jornada é vivida. Quando a mãe ou o pai se sentem vistos, escutados e amparados, eles conseguem seguir. E seguir é o que garante que o tratamento continue”, diz Bianca.
Ao longo de mais de 26 anos de atuação, o Instituto Ronald McDonald observa que o cuidado emocional é um dos pilares para reduzir o abandono do tratamento e fortalecer a resiliência das famílias. Em um país marcado por desigualdades sociais, oferecer suporte psicológico também é uma forma concreta de promover equidade em saúde.
No Janeiro Branco, o Instituto reforça que falar de saúde mental no câncer infantil não é secundário. É falar de sobrevivência, de continuidade do cuidado e de dignidade. Ninguém deveria enfrentar o medo de perder um filho em silêncio.
“Cuidar de quem cuida é um ato de responsabilidade e humanidade. A força que tanto se espera dessas famílias só existe quando elas não precisam enfrentar tudo sozinhas”, conclui Bianca Provedel.
O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, pediu que o presidente do Conselho de Administração (Consad) do BRB, Marcelo Talarico, deixasse o cargo. Talarico, porém, se negou a deixar a função.
Talarico integrava o Consad há sete anos anos e ocupava a cadeira de presidente desde 2022. O mandato dele se encerraria em 2026. Em março do ano passado, o gestor também assumiu a chefia do Comitê de Auditoria do BRB, mas não foi capaz de detectar os problemas envolvendo o Banco Master.
Nelson Antônio de Souza tomou posse no cargo de presidente do BRB em novembro de 2025, logo após a Operação Compliance Zero, que investiga suposta fraude em carteiras de crédito adquiridas do Banco Master. Desde então, ele tem feito importantes alterações nos principais cargos da instituição. Pediu a Talarico que adiantasse a saída, mas o presidente do conselho simplesmente negou e disse que pretendia concluir o mandato, o que é uma afronta contra o BRB e o GDF, principal acionista do banco.
Talarico afirmou ao Metrópoles que o Consad está em posição hierárquica acima da diretoria, e que os integrantes podem ser destituídos por assembleia de acionistas.
O apego ao cargo manchou a reputação de Talarico (que não é boa dentro do banco após o episódio com o Master). Ao tentar se manter no cargo , revelou que seu comprometimento não era com o banco, mas sim, com o alto salário que ganhava.
Pelo bem do banco e tendo o GDF como principal acionista do BRB, a governadora em exercício Celina Leão anunciou a imediata substituição de Marcelo Alarico. Em seu lugar assume Edison Antônio Costa Brito Garcia.
Confira:
Novidade foi divulgada durante entrega de quatro helicópteros, nesta segunda-feira (12/1), para as forças de segurança pública do Estado
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Durante a entrega de quatro novos helicópteros para as forças de segurança, o governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta segunda-feira (12/1), a criação de duas novas bases aéreas policiais em Goiás, sendo uma no Entorno do Distrito Federal e outra na região Sudoeste. “Luziânia será a base no Entorno, e a outra será em Rio Verde. Depois, vamos fazer na região Norte e ir ampliando, com o Daniel Vilela, pelo Estado todo para agilizar as ações no combate à criminalidade”, explicou.
No evento, realizado na Praça Cívica, em Goiânia, Caiado destinou quatro helicópteros à Secretaria de Segurança Pública de Goiás. Os novos veículos dobram a frota aérea do Estado e fortalecem a capacidade de resposta em operações estratégicas. O investimento, superior a R$ 135 milhões, foi realizado com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e as aeronaves já estão em atividade desde dezembro de 2025.
O governador explicou que essa descentralização das aeronaves dará mais eficiência ao trabalho da segurança pública, uma vez que cada base terá uma área de abrangência específica para rápida capacidade de deslocamento. “Quando eu cheguei no Estado, tinha apenas um helicóptero funcionando. Era uma total ausência de infraestrutura para a nossa polícia. Trabalhamos fortemente durante esses anos todos e hoje entregamos algo inédito, expandindo as ações da cobertura aérea”, pontuou Caiado ao indicar que, em breve, haverá entrega de outros helicópteros.
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Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado disse que esses recentes investimentos anunciados para o trabalho aéreo darão ainda mais controle do território goiano às polícias. Considerada madrinha das forças de segurança, ela traçou um paralelo entre Goiás antes e depois da atual gestão. “Era um estado violento, onde entre as dez cidades mais violentas do país, cinco estavam exatamente aqui”, lembrou. “Hoje, Goiás é o estado mais seguro para se viver”, arrematou, em referência aos resultados obtidos pela área da segurança.
O vice-governador Daniel Vilela citou que responsabilidade fiscal e valorização das polícias foram algumas das ações promovidas pela atual gestão que levaram à queda consecutiva dos principais índices de criminalidade. “Temos uma polícia preparada, equipada, bem remunerada e altamente qualificada para desempenhar com excelência o seu trabalho. Não chegamos a essa condição de referência da segurança pública no Brasil por acaso. Foi fruto de muito esforço, trabalho e responsabilidade liderados por Caiado”, reconheceu.
Veja vídeo
Novos helicópteros
O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, classificou a entrega dos helicópteros como um ato histórico e emblemático. “Caiado nunca falou não para as forças de segurança pública. Sempre nos tratou com todo zelo. Hoje, estamos bem armados, bem equipados”, atestou. As aeronaves são do tipo Airbus/Helibras AS350B3a (H125), da família Esquilo, conhecida pela robustez, segurança e alto desempenho. Elas permitem o acompanhamento, em tempo real, de ocorrências, o apoio direto às equipes em solo e o acesso rápido a áreas de difícil alcance, como regiões rurais, rodovias e zonas de mata (veja infográfico).
Dois veículos foram destinados à Polícia Militar, um à Polícia Civil e outro ao Serviço Aéreo do Estado de Goiás (Saeg), responsável pela gestão e operação das aeronaves do Governo do Estado, além de prestar apoio à segurança pública, no transporte e resgate, além de missões institucionais.
Um dos helicópteros destinados à PM possui sistema de imageamento aéreo, permitindo policiamento aéreo noturno e a identificação de pontos de calor. “Durante mais de 40 anos, permanecemos com um helicóptero fazendo a segurança da sociedade. Hoje a realidade é outra. Nós da PM estamos com quatro aeronaves e a quinta logo estará nos céus”, informou o comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, Marcelo Granja.
Já o delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Ganga, lembrou que há quase 14 anos a corporação operava sem helicóptero, em razão de um acidente ocorrido em 2012. “Caiado trouxe novamente não só o equipamento e a operacionalidade da Polícia Civil, mas o resgate da memória de todos que estavam, naquele momento, naquele acidente. Agora, a Polícia Civil retoma a divisão de operações aéreas depois de 14 anos”, disse.
As aeronaves contam com tecnologia de ponta, incluindo sistema que combina sensores e câmeras especiais capazes de capturar, gravar e transmitir vídeo e dados em tempo real. Possuem autonomia de voo de até 4h30, alcance de 630 km com tanque de combustível padrão e capacidade para transportar até cinco passageiros.
A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, ensina como pequenas mudanças ajudam a construir hábitos mais saudáveis ao longo do ano
Torta proteíca de aveia – Créditos/Divulgação Oba
O início de um novo ano costuma vir acompanhado de promessas de mudança, e a alimentação é um dos pilares mais importantes para quem busca mais saúde, energia e bem-estar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças, o equivalente a cerca de quatro a cinco porções de 100g, é fundamental para a prevenção de doenças crônicas e a promoção da saúde ao longo da vida.
A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, ensina que pequenas mudanças já são suficientes para gerar grandes resultados. “Não é preciso transformar toda a rotina de uma vez. Começar com metas simples, como incluir frutas e vegetais ao longo do dia, já contribui para fortalecer o sistema imunológico, melhorar a qualidade da pele e aumentar a disposição”.
Uma estratégia eficiente é distribuir as frutas ao longo das refeições. “Colocar uma fruta logo na primeira refeição do dia, como mamão papaia, melão ou uvas, ajuda a iniciar o dia com mais fibras e vitaminas”, orienta Thamires. Entre o café da manhã e o almoço, a sugestão é incluir outra fruta, como maçã, pera ou pêssego. “Esse lanche evita que a pessoa chegue ao almoço com fome excessiva e faça escolhas menos equilibradas”, diz.
Após o almoço, a nutricionista recomenda uma fruta rica em vitamina C, como laranja, mexerica ou kiwi. “A vitamina C auxilia na absorção do ferro presente na refeição principal, potencializando os benefícios nutricionais”, explica.
No lanche da tarde, as frutas podem ser aliadas da energia e da saciedade quando combinadas com proteínas ou gorduras boas. “Banana com pasta de amendoim, uvas com castanhas, frutas vermelhas com iogurte ou até melancia acompanhada de omelete são opções práticas e completas”, sugere a nutricionista. Outra alternativa é apostar em preparações simples, como panqueca de banana ou maçã e smoothies.
Para encerrar o dia, a dica é repetir uma fruta rica em vitamina C após o jantar, garantindo mais uma porção dentro da recomendação diária.
Mais do que saber o que comer, manter bons hábitos ao longo do ano exige organização. “Ter frutas lavadas e cortadas na geladeira facilita muito a escolha por lanches saudáveis no dia a dia”, destaca Thamires. Ela também recomenda deixar bases prontas para as principais refeições, variando os grupos alimentares.
Entre os carboidratos, vale alternar opções como arroz e mandioquinha ou macarrão e abóbora cabotiá. Para as proteínas, carne moída e filé de tilápia, carne de panela e iscas de frango são exemplos práticos. Já os vegetais podem ser combinados em duplas, como alface e abobrinha, tomate e rúcula ou brócolis e chuchu. “Essa estratégia evita a monotonia alimentar e torna o preparo das refeições mais rápido”, reforça.
Adotar o consumo diário recomendado de frutas e hortaliças é uma escolha acessível e eficaz para quem deseja começar o ano cuidando melhor da saúde. “Quando o planejamento entra na rotina, a alimentação saudável deixa de ser um desafio e passa a ser um hábito natural”, afirma a nutricionista.
Thamires ensina receitas práticas e saborosas que ajudam a colocar essas orientações no dia a dia. Opções simples, nutritivas e pensadas para facilitar uma alimentação equilibrada durante todo o ano.
Torta proteica de aveia
Ingredientes da massa:
3 ovos
1 xícara de chá de aveia (farelo ou farinha)
1 xícara de chá de leite (pode ser vegetal)
2 colheres de sopa de azeite
1 pitada de sal
1 colher de chá de fermento em pó
Recheio:
1 peito de frango desfiado
Temperos naturais: cebola, alho, cúrcuma, pimenta-do-reino, salsa
Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 180 °C. Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador (menos o fermento). Acrescente o fermento e misture delicadamente. Em uma travessa untada, coloque metade da massa. Adicione o recheio. Cubra com o restante da massa. Asse por 30 a 35 minutos, até dourar.
Panqueca de Maçã Prática e Saudável
1 maçã pequena ralada (com casca)
1 ovo
2 colheres de sopa de aveia (farelo ou farinha)
1 pitada de canela
1 colher de chá de mel (opcional)
1 pitada de fermento (opcional, deixa mais fofinha)
Modo de preparo:
Misture em uma tigela o ovo, a aveia, a canela e o mel. Acrescente a maçã ralada e misture bem. Se quiser fofinha, adicione o fermento. Aqueça uma frigideira antiaderente e coloque a massa. Tampe e deixe dourar em fogo baixo (2 a 3 minutos). Vire e deixe mais 1 a 2 minutos.
Salada Tropical com Frutas
Base da salada:
Folhas verdes (alface, rúcula ou mix)
1/2 manga madura em cubos
1/2 abacate em cubos
1 punhado de morangos fatiados
1/2 xícara de chá de abacaxi em cubos
1 punhado de castanhas ou nozes picadas
1 colher de sopa de semente de chia ou gergelim
Opcional proteico:
Frango grelhado em tiras
Queijo coalho grelhado em cubos
Molho leve e cítrico:
Suco de 1/2 laranja
1 colher de chá de azeite
1 colher de chá de mel (opcional)
Pitada de sal
Gotas de limão
Misture tudo e jogue por cima da salada.
Modo de preparo:
Coloque as folhas em uma travessa. Distribua as frutas por cima, intercalando as cores. Acrescente as castanhas e as sementes. Finalize com o molho cítrico. Se quiser tornar a refeição completa, adicione frango ou queijo.
SOBRE O OBA HORTIFRUTI – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.
Em agosto de 2025, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 5ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.
A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR — FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.
Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
Com mais de 45 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.
Show acontece nesta sexta-feira (16), reunindo sucessos do rock internacional e nacional dos anos 1970 aos 2000
O Lowbrow Lab Arte & Boteco, em Goiânia, recebe nesta sexta-feira (16), uma noite dedicada aos grandes clássicos do rock com apresentação da banda Black Hat e discotecagem do DJ Hudson Amaral. A programação integra a agenda musical da casa, conhecida por unir música, artes visuais e gastronomia em um mesmo espaço. A abertura da casa acontece às 20h, e os shows têm início às 21h. O valor da entrada é R$ 20.
Com mais de dez anos de trajetória, a Black Hat traz ao palco um repertório que celebra o rock internacional das décadas de 1970 a 2000, revisitando nomes como Ramones, Billy Idol, Depeche Mode, The Doors, David Bowie, Midnight Oil, The Cure, entre outros. Formada em Goiânia, a banda é composta por Wederson Chaves (guitarra e voz), Alfredo Liduário (guitarra), Flávio Diogo (baixo) e Marcelo Guzzo (bateria), e se destaca pela energia das interpretações e pela fidelidade às sonoridades que marcaram gerações.
Já a pista fica sob o comando do DJ Hudson Amaral, nome conhecido da cena alternativa goianiense. Com cerca de 30 anos de atuação como DJ, ele apresenta um set que passeia pelo rock das décadas de 1970, 1980 e 1990, além de incluir rock nacional, reggae e soul.
Além da programação musical, o Lowbrow Lab Arte & Boteco segue reafirmando sua proposta como local que une música e arte, abrigando as obras do artista Pedro Dias. As criações retratam experiências sensitivas de sua infância e abordam temas como liberdade, esperança, humanismo e o resgate da dignidade e da vontade de viver através da arte. O Lowbrow Lab Arte & Boteco fica na Avenida Transbrasiliana, nº 434, no Parque Amazônia.
Serviço
Black Hat + DJ Hudson Amaral – Clássicos do Rock
Data: Sexta-feira, 16 de janeiro
Horário: Abertura da casa às 20h | Shows a partir das 21h
Local: Lowbrow Lab Arte & Boteco (Avenida Transbrasiliana n°434, Qd. 243, Lt. 20 – Parque Amazônia, Goiânia- GO)
Entrada: R$ 20
Mais informações: @lowbrow.arte / @lowbrow.galeria
Ex-vocalista da Guetsu apresenta releituras intimistas de sucessos da banda e faixas solo nesta quinta-feira (15), a partir das 21h
Nesta quinta-feira (15), às 21h, o Teatro Goiânia recebe o cantor e compositor Dante Ventura. O músico, que ganhou projeção no cenário pop rock goiano como vocalista da banda Guetsu, mora atualmente em Pirenópolis e retorna à capital para um show especial que percorre suas quase três décadas de trajetória musical.
Para esta apresentação, Dante propõe uma imersão intimista em sua discografia ao lado de Lucas Moraes (violoncelo), Hékton Rhàdzzy (percussão) e Fridinho (guitarra). O repertório explora novas roupagens para sucessos da Guetsu, como “Provar”, “Miragem” e “Som Blue”, além de faixas de sua carreira solo, a exemplo de “Slow Down”, “Céu de Mercúrio” e “Homem de mil pedaços”.
O evento tem entrada gratuita (sem necessidade de retirada de ingressos, sujeito à lotação) e integra a 3ª edição do Claque Cultural 2025/26, realizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Retomada, e pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). Além de Dante Ventura, o palco recebe Celso Galvão e Darwinson, que abrem a programação às 19h e 20h, respectivamente.
Sobre Dante Ventura
Natural de Goiânia, Dante Ventura liderou a banda Guetsu entre 1998 e 2013, período em que lançou os álbuns Guetsu (2000) e Atemporal (2003). A repercussão do grupo rendeu uma vitrine expressiva: a inclusão na coletânea “O Novo Som do Brasil”, projeto do Jornal Hoje (Rede Globo) lançado pela Som Livre em 2001. Essa exposição nacional consolidou a presença da banda no cenário musical da época.
Em 2014, o artista iniciou sua carreira solo e passou a integrar a programação de grandes eventos em Goiás. Com o álbum Homem Solar, buscou superar rótulos e divisões musicais, priorizando o impacto das mensagens em suas composições. Atualmente, além do trabalho nos palcos, Dante atua em Pirenópolis com projetos culturais, sociais e de preservação ambiental por meio do Instituto Guardiã do Ser. Desde 2023, realiza o Festival Guardiões da Arte, utilizando a expressão artística como ferramenta de conscientização ecológica.
Setor respondeu por 40,5% das exportações do Estado de São Paulo no ano, mesmo em cenário de instabilidade internacional
O agronegócio paulista manteve desempenho robusto no comércio exterior em 2025 e registrou superávit de US$ 23,09 bilhões, mesmo diante do impacto do tarifaço norte-americano no segundo semestre do ano. As exportações do setor somaram US$ 28,82 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,73 bilhões. Os dados são de levantamento da Diretora de Pesquisa do Agronegócios (APTA), vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento de SP.
De janeiro a dezembro de 2025, o agronegócio respondeu por 40,5% do total exportado pelo Estado de São Paulo, reforçando sua relevância para a economia paulista. Já as importações do setor representaram apenas 6,6% do total estadual.
Segundo o diretor da APTA, Carlos Nabil Ghobril, os números refletem a força do agro paulista. “As exportações de 2025 registraram o segundo maior resultado de toda a série histórica. São números bastante expressivos, que geram desenvolvimento, empregos e fortalecem a economia do estado”, afirma.
Principais produtos exportados
O complexo sucroalcooleiro liderou a pauta exportadora do agro paulista em 2025, com 31% de participação e US$ 8,95 bilhões em vendas. Desse total, 93% correspondem ao açúcar e 7% ao etanol.
Na sequência, o setor de carnes respondeu por 15,4% das exportações, com US$ 4,43 bilhões, tendo a carne bovina como principal item (85%). Os sucos representaram 10,4%, com US$ 2,98 bilhões, praticamente concentrados no suco de laranja (97,9%).
Os produtos florestais somaram US$ 2,97 bilhões (10,3%), com destaque para celulose (55,8%) e papel (35,5%). Já o complexo soja respondeu por 8% das exportações, com US$ 2,32 bilhões, puxado pela soja em grão (77,9%) e pelo farelo de soja (16,7%).
Esses cinco grupos concentraram, juntos, 75,1% das exportações do agronegócio paulista. O café aparece em seguida, com 6,3% de participação e US$ 1,82 bilhão, sendo majoritariamente café verde (77%) e café solúvel (19,3%).
Na comparação com 2024, houve crescimento nas exportações de café (+42,1%), carnes (+24,2%) e complexo soja (+2%). Já os grupos sucroalcooleiro (-28,4%), produtos florestais (-5,2%) e sucos (-0,7%) registraram retração, reflexo das oscilações de preços e volumes exportados.
Principais destinos
A China foi o principal destino das exportações do agro paulista em 2025, com 23,9% de participação, seguida pela União Europeia (14,4%) e pelos Estados Unidos (12,1%), este último com crescimento de 0,6% em relação a 2024.
O impacto do tarifaço norte-americano, iniciado em agosto, provocou queda nas exportações para os EUA ao longo do segundo semestre: 14,6% em agosto, 32,7% em setembro, 32,8% em outubro e 54,9% em novembro. Parte dessa redução foi compensada pela ampliação das vendas para mercados como China, México, Canadá, Argentina e União Europeia.
A retirada das tarifas sobre determinados produtos brasileiros foi anunciada em 20 de novembro, com a isenção de itens como café, frutas tropicais, sucos, cacau, banana, laranja, tomate e carne bovina. Para o pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), José Alberto Ângelo, a expectativa é positiva:
“Nos últimos três anos, as exportações para os Estados Unidos apresentaram crescimento consistente, o que reforça a perspectiva de retomada do fluxo comercial”, avalia.
Destaque nacional
No cenário nacional, o agronegócio paulista respondeu por 17% das exportações do setor no Brasil em 2025, ocupando a segunda posição no ranking nacional, atrás apenas de Mato Grosso (17,3%).
Confira a análise do Diretor da APTA, Carlos Nabil sobre o resultado link: https://youtu.be/8b3mZsw4ZwE
Com a entrada em vigor do IBS em 2026, médias e pequenas empresas precisarão se adaptar para evitar impactos fiscais negativos e aproveitar os benefícios da simplificação tributária
A adoção do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) inaugura, em 2026, uma das mudanças mais amplas já realizadas na tributação do consumo no Brasil. O novo imposto passa a integrar a espinha dorsal do modelo fiscal, reorganizando a cobrança hoje pulverizada entre tributos federais, estaduais e municipais. A migração para o IBS promete maior transparência e padronização, mas também expõe um ponto sensível do mercado. A capacidade de adaptação das médias e pequenas empresas torna-se determinante em um cenário no qual margens curtas e rotinas operacionais já são afetadas por custos elevados e exigências regulatórias crescentes. Um dos grandes impactos será a necessidade de adaptação tecnológica das empresas. Ao substituir ICMS, IPI, ISS, PIS e Cofins, o IBS introduz um sistema de apuração baseado em valor agregado e “por fora”, com alíquota de referência que pode chegar a 28%. Esse modelo exige que as empresas revisem completamente sua lógica de formação de preços, prazos de pagamento e recebimento, gestão de estoque, classificação fiscal e integração de dados. Para negócios de menor porte, esse processo representa aumento de custos e mudanças estruturais. De acordo com Mary Elbe Queiroz, advogada tributarista e presidente do Cenapret, “a principal preocupação das pequenas e médias empresas será com o aumento da complexidade no processo de apuração de tributos, gastos com tecnologia e, principalmente, na definição do valor agregado de cada operação”.
A especialista ressalta que, enquanto as grandes empresas podem ter mais facilidade para implementar os novos processos fiscais, as PMEs terão que investir em novos sistemas de gestão tributária, o que pode representar um custo adicional em um cenário de orçamento limitado. Segundo estudo, apenas 11% das empresas brasileiras afirmam estar preparadas para as mudanças fiscais. Esse dado acende alerta sobre o risco de aumento nos litígios. Hoje, o contencioso tributário já ultrapassa R$ 5,6 trilhões e pode se intensificar a partir de 2026, com a entrada em vigor do novo sistema tributário. O IBS será cobrado sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia produtiva, e a transição exigirá que as empresas adotem controles mais rigorosos para apurar esse valor. Para as médias e pequenas empresas, que já enfrentam dificuldades de fluxo de caixa e falta de infraestrutura tecnológica, isso pode ser um desafio. Elas precisarão revisar suasestratégias de precificação, gestão de estoques e modelos de faturamento para garantir que a base de cálculo do imposto seja apurada corretamente, sem gerar dupla tributação ou erro na apuração. Mary Elbe Queiroz afirma que o cenário é ainda mais desafiador para empresas de setores como varejo e serviços, que dependem de operações rápidas e volume de transações. “Essas empresas precisarão adotar uma visão mais analítica sobre suas operações, para identificar corretamente o valor agregado e não incorrer em autuações fiscais.
O risco de erro na apuração e no registro dos créditos tributários será alto, e pode afetar a competitividade das PMEs”, explica. Outra mudança relevante é a unificação de tributos, que pode afetar diretamente a forma como as empresas se estruturam. Com o IBS substituindo vários impostos anteriores, as médias e pequenas empresas terão de adaptar seus fluxos financeiros e contábeis para garantir o correto pagamento do imposto, que será cobrado em uma base única. Isso exigirá maior integração entre as áreas contábil e fiscal, o que pode ser difícil para empresas menores, que frequentemente não possuem equipes dedicadas a essas áreas.
“As pequenas empresas, em particular, podem enfrentar dificuldades em compreender as novas regras, o que exige um trabalho conjunto com consultores especializados”, acrescenta Mary Elbe Queiroz. Além disso, a Reforma Tributária estabelece um prazo de transição até 2032, no qual os estados e municípios terão tempo para adaptar seus sistemas fiscais ao novo imposto.
Durante esse período, as médias e pequenas empresas poderão ter que lidar com uma transição gradual de sistemas, o que pode gerar dificuldades operacionais e, consequentemente, um aumento nos custos administrativos. Porém, espera-se que a prometida simplificação tributária, prevista pela reforma, traga também um potencial benefício para essas empresas.
Ao reduzir a quantidade de tributos a ser paga em diferentes etapas da cadeia produtiva, o IBS pode diminuir a burocracia tributária, que muitas vezes representa um fardo adicional para as PMEs. A reforma também prevê que os estados deverão compensar as perdas de arrecadação das empresas com mecanismos de repartição de receita, o que pode aliviar o impacto para as pequenas empresas de alguns setores. A recomendação para as médias e pequenas empresas é começar o planejamento tributário o quanto antes.
“A transição para o IBS exigirá mudanças no modo como as empresas precificam seus bens e serviços e como elas registram e apuram seus impostos. O timing certo para a adaptação aos novos sistemas pode ser o diferencial para evitar prejuízos fiscais e aproveitar os benefícios da reforma tributária”, finaliza Mary Elbe Queiroz.
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