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Governo do Brasil renova parceria com Rede Sarah e garante mais atendimentos de excelência ao SUS

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Apenas em 2026, hospitais de reabilitação devem ofertar aos pacientes da rede pública 1,7 milhão de exames e terapias, além de 515,4 mil consultas

 

O ministro Alexandre Padilha durante evento para renovação da parceria com a Rede Sarah: R$ 7,5 bilhões em recursos federais vão assegurar atendimento de excelência nos estados do Pará, Minas Gerais, Ceará, Amapá, Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão, além do Distrito Federal. Foto: Rafael Nascimento/MS.

 

A continuidade do atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) pelos hospitais de reabilitação da Rede Sarah está garantida pelo programa Agora Tem Especialistas. Para isso, o Governo do Brasil renovou, por mais cinco anos, o contrato para prestação de serviços de alta complexidade, principalmente nas áreas neurológica e ortopédica. Apenas para 2026, 1,7 milhão de exames e terapias, além de 515,4 mil consultas, devem ser ofertados aos pacientes da rede pública. Trata-se de mais uma iniciativa do programa do Governo do Brasil, que amplia a oferta de assistência especializada em todo o país para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
A renovação da parceria contará com R$ 7,5 bilhões em recursos federais, que vão assegurar atendimento gratuito e de excelência pelas unidades da Rede Sarah nos estados do Pará, Minas Gerais, Ceará, Amapá, Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão, além do Distrito Federal. “Investimos cada vez mais na parceria com a Rede Sarah por reconhecermos seu papel não só para o SUS, para a medicina e para a saúde brasileira, mas também por sua grande referência internacional”, destacou o ministro Alexandre Padilha (Saúde), durante a assinatura do contrato.
Padilha explicou que esses investimentos vão apoiar a realização de mais cuidados integrados para quem precisa de reabilitação, além de cirurgias, exames e consultas especializadas. “São 2,1 milhões de pessoas atendidas. Então, é um grande orgulho para a saúde brasileira”, disse.
REDE SARAH — Reconhecida nacional e internacionalmente como referência em reabilitação de alta complexidade, a Rede Sarah atua de forma integrada ao Sistema Único de Saúde há 25 anos. Ao longo desse período, o Governo do Brasil investiu mais de R$ 11,8 bilhões na parceria.
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS — Além da continuidade da assistência médica e de reabilitação de excelência, a renovação do contrato garante aos pacientes da rede pública acesso a serviços altamente especializados, com base em critérios técnicos, transparentes e equitativos. Assim, contribui também para a redução das desigualdades regionais no acesso a cuidados de maior complexidade.
2025 — Apenas no último ano, os hospitais da Rede Sarah realizaram, para o SUS, mais de 512 mil consultas; 3,6 milhões de procedimentos, consultas e ações de reabilitação de profissionais de nível superior; 1,6 milhão de serviços auxiliares de diagnóstico e terapia; 22,9 mil internações; e 20,7 mil procedimentos cirúrgicos.

 

Como estruturar contas a receber de um escritório de advocacia emergente

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Organizar o fluxo de recebimentos é tão estratégico quanto ganhar causas

 

A gestão financeira de um escritório de advocacia, especialmente quando ele ainda está em fase de consolidação no mercado, precisa ser encarada com a mesma seriedade que se dá aos prazos processuais. Muitos escritórios emergentes enfrentam dificuldades por negligenciar a estruturação do contas a receber – setor que, quando bem organizado, garante fluxo de caixa saudável e permite o crescimento sustentável do negócio.

O primeiro passo é entender que o contas a receber não se resume a “esperar o cliente pagar”. É um processo ativo que exige organização, sistematização e acompanhamento constante. Ter um sistema de controle – seja um software jurídico com módulo financeiro ou uma planilha robusta – é essencial. Nele, devem constar os valores contratados, datas de vencimento, status de pagamento e histórico de contato com o cliente.

Outro ponto crucial é padronizar contratos. Honorários bem definidos em cláusulas claras ajudam a evitar confusões e inadimplência. Sempre que possível, negocie pagamentos por etapas do processo (sinal + fases de andamento), o que facilita o controle e evita a dependência de um único recebimento final. Além disso, inclua multas e juros por atraso – juridicamente válidos e úteis como fator de inibição da inadimplência.

Também é importante definir um calendário interno de cobranças. Não basta esperar a data do vencimento para agir. Um bom fluxo inclui avisos pré-vencimento, lembretes no dia e contatos imediatos após o atraso. A cobrança deve ser cordial, mas firme. Isso pode ser feito por e-mail, WhatsApp corporativo ou até por ligação, sempre com linguagem profissional e respeitosa.

Automatizar esse processo ajuda bastante. Existem ferramentas que disparam lembretes automáticos e atualizam o status dos pagamentos em tempo real. Para escritórios com menos estrutura, a automação pode começar simples, com uso inteligente de planilhas e calendários compartilhados.

Outro ponto estratégico é separar os papéis: o advogado responsável pelo caso não precisa ser o cobrador. Isso ajuda a preservar o relacionamento com o cliente. Sempre que possível, delegue a cobrança a um sócio responsável pelo financeiro ou a um colaborador administrativo, mesmo que em tempo parcial.

A análise recorrente dos recebíveis também faz parte da estruturação. Todo mês, é preciso revisar os valores previstos versus os valores efetivamente recebidos, identificar gargalos e repensar estratégias de cobrança se necessário. Essa análise também alimenta a previsão de caixa, que é o coração da saúde financeira.

E por falar em previsibilidade: oferecer meios de pagamento variados também colabora com a eficiência do contas a receber. Além de transferências bancárias, considere a oferta de boleto, PIX e até cartão de crédito – inclusive com parcelamento, se fizer sentido para o tipo de serviço prestado.

Por fim, vale lembrar que a boa gestão do contas a receber não é apenas uma questão administrativa. Ela reflete profissionalismo, transmite segurança ao cliente e fortalece a reputação do escritório. Em um mercado cada vez mais competitivo, cuidar da saúde financeira é um diferencial real.


Por que a gestão financeira é vital para a sobrevivência de escritórios de advocacia emergentes

Não é raro encontrar excelentes advogados enfrentando dificuldades para manter seus escritórios funcionando. A explicação, muitas vezes, não está na qualidade técnica do trabalho jurídico, mas sim na fragilidade da gestão financeira. A ausência de uma estrutura mínima de controle de receitas, despesas e previsões pode levar ao colapso de negócios promissores.

Escritórios emergentes costumam ter um fluxo de caixa instável, especialmente nos primeiros anos. O problema é que muitos confundem entrada de dinheiro com lucro, sem considerar compromissos futuros, impostos e custos operacionais. Isso leva a uma falsa sensação de segurança que pode ser perigosa.

Uma das primeiras atitudes recomendadas é separar as finanças pessoais das empresariais. Mesmo em estruturas pequenas, o escritório deve ter uma conta bancária própria, e os sócios devem estabelecer pró-labore. Essa separação ajuda a visualizar o desempenho real da operação e evita o uso indevido de recursos.

Outro erro comum é a falta de orçamento anual. Muitos escritórios operam no improviso, sem planejar receitas e despesas ao longo do ano. A construção de um orçamento, mesmo que simples, permite tomar decisões mais seguras, como contratar novos funcionários ou investir em marketing jurídico.

A gestão de despesas também merece atenção. Custos com aluguel, sistemas jurídicos, certidões e serviços terceirizados devem ser monitorados de perto. Pequenos desperdícios acumulados ao longo do tempo podem impactar de forma significativa os resultados do escritório.

Além disso, é essencial ter uma reserva financeira. Mesmo em escritórios pequenos, um fundo de emergência pode ser o que vai garantir a continuidade das atividades em momentos de baixa entrada de novos casos ou inadimplência de clientes. Ter ao menos três meses de despesas fixas guardadas é uma meta realista.

Buscar capacitação em finanças também faz diferença. Muitos advogados nunca foram expostos a conceitos básicos de gestão financeira durante a formação acadêmica. Participar de cursos curtos, workshops ou mesmo consultar um contador especializado no setor jurídico pode abrir novas perspectivas.

A contabilidade, aliás, deve ser vista como aliada. Manter os tributos em dia e compreender o regime tributário mais adequado para o escritório (Simples Nacional, Lucro Presumido etc.) evita problemas com o fisco e ajuda a reduzir custos de forma legal e eficiente.

Por fim, a cultura da gestão deve fazer parte do DNA do escritório. Desde os sócios até estagiários, todos precisam entender a importância de processos bem definidos e controles internos. Isso cria um ambiente mais profissional, reduz riscos e fortalece o posicionamento do escritório no mercado.

No fim das contas, um escritório bem gerido financeiramente tem mais chances de crescer, atrair bons clientes e manter uma equipe motivada. Advogar é essencial, mas administrar com inteligência é o que garante a longevidade no mercado jurídico.

Marco Túlio Elias Alves é advogado

O que desejar para a educação em 2026?

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Alice Casimiro Lopes*

Por mais que saibamos que se trata de uma convenção, a cada final de ano se repete o movimento de avaliar ações passadas e projetar o que se fará no próximo ciclo. Além dos projetos para nossas vidas pessoais, especialistas das mais diferentes áreas são convocados a dizer o que é possível ser feito para melhorar uma dada dimensão da vida, uma política. Quais projetos serão ou devem ser realizados para o futuro?  

Não fui motivada a escrever sobre projetos, mas sim sobre desejo. A atitude desejante alarga a ideia do projeto, desloca-o do seu sentido de organizar planos, de traçar metas (inalcançáveis), propor certezas (impossíveis). O desejo nos convoca à imaginação, dimensão tão importante, e frequentemente tão esquecida, nas políticas educacionais. 

As políticas educacionais – e de certa forma toda política – buscam padrões de certeza, de previsibilidade, de garantia, de controle. Na medida em que são realizados investimentos públicos, é razoável que tais dimensões sejam consideradas. O problema é quando tais políticas se resumem, como muitas vezes se faz nos últimos anos, a operar com esses modelos. Tal escolha simplesmente não funciona.  

Não é com metas de aprendizagem medidas por exames em larga escala, evidências quantitativas de resultados das escolas, controle do trabalho de docentes e dirigentes nas escolas, tentativas de garantir um conhecimento neutro e desvinculado da vida das pessoas que se faz educação. Pelo menos, não é assim que se faz a educação que desejo para 2026. 

Quando a política é vista desse modo, é desconsiderado que a educação, e mais especificamente o local privilegiado (mas não exclusivo) para seu acontecimento — a escola —, é da ordem do imprevisível: envolve a relação com o outro, afetos e subjetividades. Envolve permanência e mudança, simultaneamente; remete a histórias pessoais e coletivas; conflitos entre visões de mundo, entre questões de raça, gênero e sexualidade. Todas essas diferenças vêm gerando ataques por parte dos que temem a diferença do outro, esse outro que ousa deslocar certezas e abalar o que julgamos definitivo. 

É com essa forma de pensar que desejo para a educação em 2026 mais investimento no salário e nas condições de trabalho dos docentes, mais compromisso e acordos pautados nas diferenças dos múltiplos contextos da escola e menos tentativas de uniformizar o que todas as escolas ensinam; menos crença nas métricas e fundamentos curriculares e mais solidariedade e atuação política pela justiça social e a democracia, visando combater desigualdades. Isso implica, por exemplo, não usar o poder (e a polícia) para combater a religião na qual não se acredita, a sexualidade ou a cor do outro que não se aceita, a posição política que não se admite existir. 

Em defesa de formas desejantes na política, talvez possamos apostar que seja possível, na educação, vivermos juntos – e bem – em 2026.  

 —

*Professora Titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-graduação em Educação da Uerj, autora do livro Por um currículo sem fundamentos, (Cortez Editora). 

Procuradora-geral dos EUA anuncia indiciamento de Nicolás Maduro por narcotráfico e armas

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Neste sábado (1/1), a  procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou que o ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi formalmente indiciado no Distrito Sul de Nova York. Segundo ela, o líder venezuelano, atualmente sob custódia das autoridades norte-americanas, será julgado em território americano por crimes graves ligados ao narcotráfico e ao uso de armamentos.

De acordo com Bondi, o processo criminal inclui acusações de conspiração de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e conspiração para posse desse tipo de armamento contra os Estados Unidos.

As informações foram divulgadas inicialmente pela BBC News.

“Autoajude-se”

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Comece o ano cuidando do que mais importa: Você!

 

Em 2026 a Cia de Comédia G7 completa 25 anos de história. E para começar o ano com humor, crítica e inteligência, a trupe apresenta um dos seus espetáculos mais transformadores: “Autoajude-se”.

Serão apenas quatro finais de semana em janeiro, sempre aos sábados e domingos, às 19 horas, no Teatro La Salle – 906 Sul. É uma excelente oportunidade para iniciar o melhor ano da sua vida de maneira leve e divertida, mas também com uma reflexão poderosa sobre seu lugar no mundo, o passar do tempo e a busca pela felicidade.

A comédia brinca com o universo “coaching” e a jornada de João José, em sua busca incessante para melhorar-se a si mesmo.

25 anos levando alegria e reflexão

“E vai trabalhar com o quê?”, “E isso dá pra viver?”, “Mas além disso, o que você faz da vida?”, eram frases comuns ditas aos jovens fundadores do que hoje é uma das maiores companhias de comédia do Brasil, e sem dúvida, a mais atuante e maior formadora de público da capital do nosso país.

O G7, coletivamente, já escreveu e encenou mais de 50 espetáculos em 25 anos. E toda essa história será muito bem contada ao longo deste ano de 2026, durante a “Temporada 25 Anos Com G7”.

Serão muitas surpresas boas, dentre elas, (spoiler!) o retorno de um dos maiores fenômenos de público e crítica do Teatro Brasileiro: “Como Passar em Concurso Público”.

Acompanhe essa temporada muito especial e reviva momentos de sua própria vida, com a companhia que também te acompanha há tanto tempo. E para começar, nada melhor do que mudar de vida com “Autoajude-se”.

Sobre o espetáculo:

Chegou a hora de você se tornar o coach de si mesmo! “Autoajude-se” é mais do que uma simples comédia. É uma sátira afiada que questiona a necessidade de buscar fora o que já temos dentro de nós. O espetáculo desafia o público a rir de suas próprias inseguranças e a enxergar o humor nas tentativas de se tornar uma versão melhor de si mesmo.

A peça, que já arrancou risos de milhares de espectadores, retorna ao palco para mostrar que, às vezes, o melhor coach é aquele que encontramos diante do espelho. “Autoajude-se” ensina que não é necessário buscar gurus ou soluções mágicas, pois o verdadeiro segredo para uma vida feliz está em ter coragem de enfrentar os nossos problemas, rir dos nossos próprios erros e seguir em frente com leveza, com a certeza que a luz irá brilhar, a música vai aumentar e a plateia vai te aplaudir!

Ser 100% feliz, só depende de você!

O que te impede de ser 100% feliz? A resposta é simples: você. Mas se você é o problema, você também é a solução!

Interatividade, improviso, música ao vivo e cenas hilárias, “Autoajude-se” tem o selo G7 de qualidade e também utiliza premissas e técnicas de coaching. Uma comédia que diminui o stress e aumenta a capacidade de foco, além de melhorar a respiração e a pontaria.

Secretaria de Agricultura de SP contribui com pesquisa e inovação no fornecimento de leite A2

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A cidade de Novo Horizonte contou com a parceria do Instituto de Zootecnia para distribuir, gratuitamente, o leite do tipo A2 para a população

Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Genética e Biotecnologia do IZ

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, por meio do Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), foi parte determinante para que a cidade de Novo Horizonte, localizada no interior paulista, distribuísse, gratuitamente, leite do tipo A2 para a população. De acordo com os dados do município, o projeto pioneiro no Estado já beneficiou cerca de 5 mil habitantes, com o fornecimento de mais de 13 mil litros de leite.

Esta variedade é recomendada às pessoas que sofrem com desconforto gastrointestinal ao ingerir a bebida e derivados. Pioneiro na identificação do leite A2 no país, o laboratório de Genética e Biotecnologia do IZ realiza análises que garantem a pureza, possibilitando sua certificação e garantindo mais segurança ao consumidor.

“A parceria foi fundamental para consolidar o que nós temos em Novo Horizonte. O Instituto disponibilizou o espaço (Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Genética e Biotecnologia do IZ) para realizar os exames nas vacas e identificá-las como A1 e A2, além de realizar a aferição da qualidade e pureza do leite A2”, relatou o prefeito da cidade, Fabiano Belentani.

Inicialmente, o projeto beneficiou os alunos matriculados na rede de ensino municipal e depois se expandiu para os demais setores, como unidades de saúde e postos de assistência social. “Nós fornecemos o alimento na merenda escolar, na saúde para pacientes crônicos e idosos e também na assistência social”, ressaltou o prefeito.

Como é o caso da senhora Fátima Aparecida, beneficiada com a distribuição do leite A2 no município. Há cinco anos, ela precisou passar por uma cirurgia delicada por conta de um câncer de intestino. Depois do procedimento, Fátima até tentou o consumo da bebida, e somente com o A2 foi possível a ingestão sem ocasionar qualquer desconforto intestinal. “Eu tinha tomado vários tipos de leite, e nenhum deu certo. Até chegar o A2, que foi muito bom para mim, porque, se eu tomo, de fato, não acontece nada: não tenho diarreia, cólica, nem nada”, esclareceu Aparecida.

A variedade do leite A2

Estimativas apontam que parte dos brasileiros tem algum tipo de problema intestinal com o consumo de leite. O pesquisador Aníbal Eugênio Vercesi Filho, diretor da Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Genética e Biotecnologia do IZ, ressalta que, durante a digestão do leite que contém beta-caseína A1, se forma um peptídeo, a beta-casomorfina 7 (BCM-7), e isso pode inflamar o intestino. “Em alguns indivíduos, a BCM-7 é considerada fator de risco, pois pode afetar o processo digestivo e desencadear a inflamação das mucosas gástrica e intestinal, causando sintomas como inchaço, gases, dor abdominal e diarreia. Este peptídeo não é formado com a digestão do leite A2”, ressaltou Aníbal Eugênio.

Legenda: O pesquisador do IZ – Instituto de Zootecnia, Anibal Eugênio Vercesi Filho

A nutricionista da Diretoria de Segurança Alimentar da SAA, Sizele Rodrigues, explica que esse problema é muito comum logo nos primeiros anos de vida. “A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é o tipo de alergia alimentar mais comum em crianças até três anos de idade e é caracterizada pela reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente à caseína e às proteínas do soro”, disse a nutricionista.

Sizele Rodrigues ainda ressalta que pesquisas realizadas sobre esta variedade trouxeram resultados positivos, mas é fundamental manter a constância para novas descobertas e confirmações. “Alguns estudos já sugerem diversos benefícios na troca do consumo do leite comum pelo A2, que pode fortalecer a imunidade e evitar o aumento da inflamação e dos problemas gástricos. Esse tipo de leite pode sim ser uma alternativa para pessoas com maior sensibilidade no sistema digestivo, por ser notoriamente de mais fácil digestão”, concluiu.

 

Investimento na Pecuária Paulista de Leite

 

Com a finalidade de apoiar o desenvolvimento da pecuária leiteira paulista, por meio da modernização de técnicas de manejo e da adoção de tecnologias de produção, a Secretaria de Agricultura, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio (FEAP), mantém a linha de crédito Leite Agro SP. Em 2025, mais de 60 produtores foram beneficiados pela linha.

“A linha representa uma oportunidade para o produtor modernizar sua atividade, melhorar a qualidade do leite e reduzir custos de produção. Com crédito acessível, em condições diferenciadas, o produtor consegue investir em genética, nutrição e infraestrutura, garantindo mais produtividade e competitividade. É o apoio direto do Governo, por meio da SAA, para fortalecer a pecuária leiteira no Estado e assegurar o sustento das famílias no campo”, destacou o secretário executivo do FEAP, Felipe Alves.

Além da linha de financiamento para o produtor, a SAA também possui uma iniciativa que permite ao poder público estadual adquirir produtos diretamente de agricultores familiares, por meio de suas cooperativas: o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). O leite está entre os produtos que integram o programa. Somente este ano, foram mais de R$ 53 milhões em compras públicas da agricultura familiar.

 

Fim do ditador! Trump confirma que Maduro foi capturado

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado junto com a esposa e levado para fora do país.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.

Há comemoração do povo nas ruas porque finalmente o ditador narcoterrorista caiu. Agora a Venezuela terá paz e prosperidade.

 

Fonte: donnysilva.com.br

Setor de carnes acompanha com atenção nova tarifa de 55% que a China impôs sobre carne bovina importada do Brasil

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Na prática, medida que entra em vigor a partir de 1º de janeiro tende a reduzir a competitividade do produto brasileiro dentro do mercado chinês ou a pressionar preços de negociação
A China vai restringir as importações de carne bovina de fornecedores como Brasil e Argentina, numa tentativa de proteger agricultores e produtores locais, impondo tarifas punitivas caso determinados níveis sejam ultrapassados. Uma série de cotas entrará em vigor a partir de 1º de janeiro, depois que as autoridades determinaram que o aumento das importações havia prejudicado a indústria local.

 

O SINDUSCARNE-MG, Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Minas Gerais acompanha com atenção a decisão do governo chinês de implementar medidas de salvaguarda sobre a importação de carne bovina, com a criação de cotas anuais e aplicação de tarifa adicional de 55% sobre os volumes que excederem esses limites. Para 2026, a cota global foi fixada em aproximadamente 2,7 milhões de toneladas, com distribuição proporcional entre os principais fornecedores. Ao Brasil foi atribuída uma cota próxima de 1,1 milhão de toneladas, volume inferior ao que o país já vem exportando atualmente para o mercado chinês.

 

Em 2024, o Brasil exportou cerca de 1,34 milhão de toneladas de carne bovina para a China e, em 2025, a expectativa do setor é encerrar o ano com embarques próximos de 1,6 milhão de toneladas. De acordo com Pedro Braga, presidente do SINDUSCARNE-MG, isso significa que, caso as cotas anunciadas sejam mantidas nos níveis divulgados, o Brasil ultrapassará o limite autorizado, fazendo com que parte relevante das exportações fique sujeita à tarifa adicional. “Na prática, isso tende a reduzir a competitividade do produto brasileiro dentro do mercado chinês ou a pressionar preços de negociação”, explica Pedro.

 

“Se o mecanismo de cotas e tarifas se mantiver ao longo dos próximos anos, o impacto será sentido diretamente no Brasil. A principal consequência será a necessidade de redirecionamento de volumes hoje destinados à China para outros mercados, muitas vezes com menor capacidade de absorção ou preços menos atrativos. Isso pode gerar pressão sobre os preços do boi gordo, redução de margens para frigoríficos e maior volatilidade no mercado interno”, analisou o presidente do SINDUSCARNE-MG.

 

“Além disso, a medida tende a frear investimentos na cadeia produtiva, uma vez que a China representa o principal destino da carne bovina brasileira. Mesmo que o Brasil siga como maior fornecedor, a limitação artificial de volumes cria incerteza para produtores e indústrias, afetando decisões de produção, abate e exportação”, completa Pedro.

 

O sindicato reforça que o Brasil ocupa posição central no abastecimento do mercado chinês e que a carne brasileira exerce papel complementar à produção local. Restrições prolongadas não eliminam a necessidade de importação, mas redistribuem custos ao longo da cadeia. O setor seguirá acompanhando os desdobramentos e defendendo soluções que preservem a previsibilidade comercial e a estabilidade do mercado.

 

Dezembro Laranja reforça importância do protetor solar no combate ao câncer de pele

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Uso diário do produto pode reduzir a incidência da doença e gerar economia bilionária ao SUS, especialmente no verão, quando a exposição ao sol aumenta
 
por Adriana Nasser
Responsável por cerca de 30% de todos os tumores malignos no Brasil, o câncer de pele gera impacto crescente na rede pública de saúde. No entanto, uma estratégia simples, o uso diário de protetor solar, pode reduzir significativamente os casos da doença e economizar mais de R$ 2,5 bilhões em recursos hospitalares nos próximos cinco anos.
A estimativa é baseada em pesquisa apresentada no Congresso da Academia Europeia de Dermatologia, que analisou o impacto do uso regular de protetor solar na redução de procedimentos cirúrgicos, internações e tratamentos contínuos relacionados ao câncer de pele, especialmente em países com elevada incidência de luz solar.
A exposição prolongada ao sol ao longo do ano coloca o Brasil entre os que apresentam maior incidência de câncer de pele, atrás apenas da Austrália. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), quase 200 mil brasileiros são diagnosticados com câncer de pele todos os anos. Esse número corresponde à soma dos dois principais tipos da doença: melanoma e não melanoma.
O melanoma tem origem nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, pigmento que dá cor à pele e atua como proteção natural contra a radiação solar. Já os tumores não melanoma se desenvolvem na camada mais superficial da pele, são mais frequentes em pessoas acima dos 40 anos e representam cerca de 95% dos casos de câncer de pele no Brasil.
No Distrito Federal, os efeitos desse cenário aparecem na rotina do Hospital de Base de Brasília (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que registrou 207 quimioterapias para tratamento de melanoma.
“Apesar de ser um câncer comum, muitos casos exigem tratamentos complexos e acompanhamento contínuo. Essa realidade impacta diretamente a utilização dos serviços hospitalares, especialmente no Hospital de Base, que é referência no tratamento oncológico no DF”, destaca Larissa Dias, gerente de operações do Centro de Infusão do HBDF.
Câncer de pele: sinais de alerta
Pintas ou sinais que mudam de cor, formato ou tamanho merecem atenção. Manchas ou feridas que não cicatrizam, apresentam coceira, crostas ou sangramento também podem indicar alterações suspeitas.
“O câncer de pele tem altas chances de cura quando identificado no início. Por isso, o autoexame é fundamental. Caso surja alguma lesão que não cicatrize em 10 a 15 dias, é importante procurar atendimento médico”, orienta Danielle Aquino, médica dermatologista do Hospital de Base.
Dezembro Laranja e os cuidados no verão
O mês de dezembro marca a campanha Dezembro Laranja, dedicada à conscientização e ao combate ao câncer de pele. A chegada do verão, período de maior exposição solar, férias e atividades ao ar livre, exige redobrar os cuidados com a proteção da pele, reforçando o uso diário de filtro solar e outras formas de prevenção.
A boa notícia é que, quando descoberto precocemente, o câncer de pele tem taxa de cura superior a 90%. Histórico familiar, pele clara e exposição solar excessiva estão entre os principais fatores de risco.
Entre 10h e 16h, há maior incidência de raios ultravioleta, mais agressivos à pele e associados ao surgimento do câncer, além de causarem manchas e envelhecimento precoce. A dermatologista, Danielle Aquino, reforça a importância da adoção de hábitos de proteção, como uso de óculos escuros, bonés, chapéus e até guarda-sol, além da aplicação diária de protetor solar com FPS mínimo de 30.
“Muita gente tem dúvida sobre a quantidade correta. A orientação é usar o equivalente a uma colher de sopa cheia ou o volume que caiba na palma da mão para todo o corpo, com reaplicação a cada duas horas ou sempre após contato com a água”, explica a médica.

Fim da greve dos petroleiros do Norte Fluminense

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Em assembleia, categoria aprova o retorno ao trabalho e o Acordo Coletivo

 

Rio de Janeiro – Os petroleiros do Norte Fluminense decidiram suspender a greve no 16º dia de paralisação e aceitar a mais recente contraproposta da Petrobras referente ao Acordo Coletivo de Trabalho. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (30/12), quando a categoria seguiu o indicativo de fim da greve apresentado pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), a maior entidade representativa da categoria no país, filiada à Federação Única dos Petroleiros (FUP).
Durante a assembleia, também foi aprovada a manutenção do Estado de Assembleia Permanente e do Estado de Greve, como forma de assegurar o cumprimento, por parte da Petrobras, das cartas-compromisso encaminhadas ao sindicato. A medida integra o esforço de diálogo promovido pela entidade para superar os impasses que motivaram a paralisação. Além disso, foi aprovado o desconto assistencial ao sindicato, correspondente a 1% do salário líquido, a ser aplicado em três parcelas.
Para o coordenador-geral do Sindipetro-NF e diretor da FUP, Sérgio Borges, “a diretoria do Sindipetro-NF avaliou com responsabilidade e análise de conjuntura, que a aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho e a suspensão da greve, com manutenção do Estado de Greve e da Assembleia Permanente, é o melhor caminho neste momento. Apresentamos o indicativo, votamos e a decisão da assembleia é soberana.”
Borges ressalta que a contraproposta da Petrobras trouxe avanços importantes.“Essa greve mostrou, mais uma vez, que a luta organizada traz resultados concretos. A mobilização iniciada no dia 15 garantiu avanços importantes no acordo e compromissos fundamentais da empresa com demandas históricas do Norte Fluminense. Entre as principais conquistas estão o compromisso de resolução dos PEDs, reavaliação de desimplantes injustos, melhorias no processo de incorporação dos trabalhadores de Cabiúnas, avanços na cláusula da folga suprimida e a garantia de que não haverá punições, transferências ou mudanças de regime para os grevistas. Também conquistamos a neutralização de dias de greve, o pagamento do dia de desembarque como hora extra, a criação do Auxílio Mercado e a complementação do Auxílio Deslocamento. Mesmo com pontos ainda em aberto, saímos dessa campanha mais fortes, organizados e com conquistas que só foram possíveis graças à mobilização da categoria.”