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Portos do Sudeste batem recorde e atingem 186,7 milhões de toneladas no 3º Trimestre

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Movimentação de granéis líquidos, liderada por petróleo, disparou 21,6%; Terminais Autorizados (TUPs) crescem 13,6% no período

Porto do Açu (RJ) teve um um crescimento de 38,06%, atingindo 17,8 milhões de toneladas. Foto: Vosmar Rosa (MPor)

 

A movimentação de cargas nos portos da Região Sudeste atingiu o recorde histórico de 186,7 milhões de toneladas no terceiro trimestre de 2025 (de julho a setembro), um crescimento expressivo de 9,10% em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com dados do estatístico da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o desempenho foi liderado pela operação dos Terminais Autorizados (TUPs) e pela forte demanda por commodities de granel, especialmente petróleo e minério de ferro.

O principal motor do crescimento foram os Terminais Autorizados (privados), que viram sua movimentação saltar 13,60%, atingindo 124,5 milhões de toneladas. Em contrapartida, os Portos Organizados (públicos) registraram um crescimento mais modesto de 1,09%, totalizando 62,2 milhões de toneladas.

O desempenho recorde da região foi ancorado por terminais especializados em commodities. O Terminal de Petróleo (TPET/TOIL) em Açu (RJ) foi o principal destaque, com um crescimento de 38,06%, atingindo 17,8 milhões de toneladas. O Terminal Aquaviário de Angra dos Reis (RJ) não ficou atrás, crescendo 25,34% (18,8 milhões de toneladas). Juntos, esses dois terminais, focados em petróleo bruto, foram os principais responsáveis pela alta no granel líquido.
Este crescimento representa uma aceleração significativa em relação aos últimos anos, superando um patamar que se mostrava estável. No terceiro trimestre de 2023, a movimentação foi de 170,9 milhões de toneladas, e no mesmo período de 2024, de 171,1 milhões de toneladas.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o recorde histórico é a prova de uma gestão voltada para a eficiência e a integração logística. “O crescimento no Sudeste, impulsionado pela performance dos terminais privados, mostra que a modernização e a confiança do investidor estão colocando o Brasil em um novo patamar de competitividade global”, destacou o ministro.
Desempenho dos Portos Públicos
Os Portos Organizados (públicos) mantiveram sua posição como pilares estratégicos para a economia nacional, movimentando um total de 62,2 milhões de toneladas no trimestre. O Porto de Santos (SP) continua sendo o maior complexo portuário da região, sendo responsável por 38,4 milhões de toneladas e registrando um crescimento de 2,68%.
O destaque em Santos foi o dinamismo no mercado interno, onde a movimentação de cabotagem cresceu expressivos 22,54%, impulsionada por contêineres e outras cargas. O Porto de Itaguaí (RJ), focado em minério de ferro, manteve seu patamar robusto com 17,3 milhões de toneladas, apresentando apenas uma leve variação negativa de -1,4% em relação ao forte desempenho do ano anterior.

 

Treino seguro: ortopedista explica como evitar dores e lesões no joelho durante os exercícios 

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Pedro Ribeiro, ortopedista e médico do esporte, reforça que o segredo para se exercitar sem dor está no equilíbrio entre força, técnica e cuidado

A queixa de dor nos joelhos é uma das mais comuns entre praticantes de atividade física, e segundo o ortopedista e médico do esporte Pedro Ribeiro, ela geralmente está mais ligada a erros de treino do que a problemas inevitáveis da idade. O especialista explica que é possível manter a articulação saudável mesmo com uma rotina intensa de exercícios, desde que alguns cuidados sejam seguidos.

 

“O joelho não é o vilão. O que costuma causar dor é o desequilíbrio muscular e a falta de preparo do corpo para o tipo de esforço que está sendo feito”, afirma Pedro Ribeiro.

 

De acordo com o médico, o fortalecimento muscular é o primeiro passo para prevenir lesões. Trabalhar coxas, glúteos e panturrilhas ajuda a distribuir melhor o peso e reduz a sobrecarga sobre a articulação. Além disso, respeitar os limites individuais e executar os movimentos com a técnica correta faz toda a diferença.

“Antes de aumentar carga ou intensidade, é importante ter base. O joelho sofre quando o corpo não está alinhado, por isso, treinar com orientação e dar tempo para o músculo se adaptar é essencial”, reforça o ortopedista.

 

Outro ponto que merece atenção é o controle de peso corporal. O excesso de carga, mesmo fora da academia, pode acelerar o desgaste da cartilagem e provocar inflamações.

 

Pedro Ribeiro lembra ainda que o repouso absoluto raramente é o melhor caminho: “Muita gente para de se movimentar por medo da dor, mas o movimento certo é o que mantém o joelho ativo e protegido. Fortalecer é sempre melhor do que parar.”

 

Com acompanhamento adequado, exercícios regulares e fortalecimento muscular, o médico garante que é possível treinar sem dor e sem abrir mão da performance, seja na academia, na corrida ou em qualquer esporte.

 

CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de São Paulo em outubro de 2025

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O Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.

ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC)
Em outubro de 2025, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, caiu 0,09%, segundo dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), no mesmo período, foi de +0,04%.

 

Na divisão mais detalhada por item, os destaques foram a energia elétrica residencial (-3,19%) e o saco de cimento (+2,29%). Os demais produtos em destaque são os mesmos do IPCA.
Variação mensal do ano anterior
No mesmo mês do ano anterior (outubro de 2024), o INPC apresentou uma alta de 0,87%.
Variação acumulada nos últimos 12 meses
Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP acumulou aumento de 5,05%. Depois de três meses consecutivos com uma inflação maior do que a observada no IPCA, o índice voltou a ficar abaixo, com o IPCA apresentando aumento de 5,17% no mesmo período.

 

Variação acumulada no ano
No acumulado de janeiro a outubro, o INPC apresentou alta de 4,35%. O IPCA, no mesmo período, foi de +4,20%.
ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)
Em outubro de 2025, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, subiu 0,04% em relação ao mês anterior, segundo dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,09%.

 

Na divisão mais detalhada por item, dentre os maiores aumentos, estão a passagem aérea (+7,98%), o óleo de soja (+4,40%), o cinema, teatro e concertos (+2,40%) e o pacote turístico (+2,20%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão a energia elétrica (-3,17%), o ovo de galinha (-3,06%), o conserto de automóvel (-2,83%) e o suco em pó (-2,76%).
Variação mensal do ano anterior
No mesmo mês do ano anterior (outubro de 2024), o IPCA apresentou uma alta de 0,67%.
Os itens como cinema, teatro e concertos (9,47%), carnes (+7,09%), energia elétrica residencial (+6,00%), café moído (4,64%), passagem aérea (-14,74%), trem e metrô (-6,20%), computador pessoal (-2,78%) e fogão (-1,69%) se descataram no mês.
Variação acumulada nos últimos 12 meses
Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 5,17%. E, assim, voltou a cair e seguir a tendência de queda observada desde maio deste ano.

 

Os destaques ficaram para o café moído (+50,42%), o transporte por aplicativo (+49,21%), o chocolate e achocolatado em pó (+25,66%), o óleo de soja (+17,92%), o arroz (-19,93%), o azeite de oliva (-16,32%) e o aparelho de TV (-9,51%).
Para a média do Brasil, o IPCA acumulou aumento de 4,68%.
Variação acumulada no ano
No acumulado de janeiro a outubro, o IPCA apresentou alta de 4,20%.
No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão na Grande Vitória – ES (+4,67%), em Aracaju – SE (+4,22%) e Porto Alegre – RS (+4,04%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+2,52%), Campo Grande – MS (+2,74%) e Rio de Janeiro – RJ (2,78%).
Expediente CECON
Coordenação: Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor
Equipe Econômica: professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas
Termo de isenção de responsabilidade: este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.


Sobre a FECAP

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) é referência nacional em Educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade no Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos e livres. Diversos indicadores de desempenho comprovam a qualidade do ensino da FECAP: nota 5 (máxima) no ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e no Guia da Faculdade Estadão Quero Educação 2021, e o reconhecimento como melhor centro universitário do Estado de São Paulo segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, a FECAP está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima.

Consignado privado: 10% das empresas com faturamento acima de R$500 mil acumulam dívidas trabalhistas, releva estudo da Serasa Experian

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·      Bancos e instituições financeiras que podem conceder o crédito do trabalhador devem contar com dados complementares da PF e da PJ em suas análises

São Paulo – A Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, realizou um estudo inédito que reforça a importância de ampliar o olhar dos credores consignatários na concessão do crédito consignado privado. De acordo com um levantamento realizado, 10% das empresas que faturam mais de R$500 mil reais, ou seja, uma faixa que engloba empresas de pequeno porte (EPP) em diante, têm dívidas com Previdência, FGTS e Multas Trabalhistas.

A medida em que credores passam a oferecer crédito consignado para funcionários de empresas com as quais não têm convênio, além da visão da pessoa física, tornou-se mais relevante ainda a análise do CNPJ, pois uma vez que uma empresa apresenta riscos, o repasse dos valores do consignado privado poderá ser comprometido. Alguns aspectos a serem considerados são o Score PJ dessa companhia, o índice de longevidade – que mostra chances de encerramento das atividades nos próximos 12 meses – e também a presença de dívidas trabalhistas, que pode indicar falhas na operacionalização de recursos humanos, um ponto relevante no crédito do trabalhador.

O estudo mostra que mesmo empresas que já apresentam certa robustez de faturamento apresentam dívidas de Previdência, FGTS e Multas Trabalhistas. Segundo os dados, 10% delas têm pendências nas obrigações determinadas pela legislação, o que pode ser um risco a mais na gestão operacional dos contratos de consignado e repasses necessários ao trabalhador.

Os dados foram obtidos a partir de um levantamento realizado pela datatech considerando uma amostra de 13 milhões de empresas ativas, refletindo a realidade Brasil, e CNPJs com faturamento acima de R$500 mil. Além disso, MEIs foram desconsideras da amostra. O levantamento considera ainda o novo Indicador de Dívidas Trabalhistas da Serasa Experian que indica empresas que apresentam alguma pendência referente à Previdência, FGTS e Multas Trabalhistas.

“Com o consignado privado, abre-se um mercado promissor ao ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores CLT. Mas essa evolução exige uma análise de risco mais sofisticada e pautada em novas informações e dados complementares. Além do perfil do CPF, o credor agora precisa avaliar também o CNPJ empregador. Fatores como longevidade da empresa, Score de Crédito e dívidas trabalhistas, são determinantes para garantir a saúde da operação e minimizar perdas. Na prática, na análise do empregador, não pagar em dia seus tributos, em especial os relacionadas ao FGTS, – uma vez que estes ocorrem na mesma guia de pagamento do crédito do trabalhador-, podem indicar um risco de inadimplência dos repasses do novo consignado”, explica Eduardo Mônaco, Vice-Presidente de Crédito e Plataformas da Serasa Experian.

 

O estudo nos setores e regiões

Em relação aos setores dessas empresas, considerando o mesmo filtro de faturamento de mais de R$500 mil, vemos que a indústria é o setor com o maior percentual de dívidas trabalhistas, 15,1%. Na sequência temos o segmento de serviços com 11,9% e comércio, com 9,9%.

Já olhando por regiões, vemos que o Centro-Oeste apresenta o maior percentual do indicador de dívidas trabalhistas, com 11,7%, seguido pelo Nordeste, com 11,2% e Norte, com 10,8%. A região Sul e a região Sudeste empatam com 9,6% dessa variável.

“Nosso objetivo aqui na Serasa Experian é oferecer soluções que facilitem e ampliem a segurança do mercado de concessão de crédito, para que assim, empresas e consumidores desfrutem de mais democratização quando o assunto é crédito. Temos expertise e tecnologia que englobam esse conjunto de indicadores, incluindo o pacote de análise para consignado, o Índice de Longevidade e o Indicador Trabalhista, além de plataformas como a da SalaryFits, que apoiam os times de RH na gestão operacional dos contratos de crédito consignado”, finaliza Mônaco.

Metodologia

O estudo foi realizado a partir de uma base Brasil de mais de 13 milhões de empresas ativas, desconsiderando MEIs. O levantamento possui filtros sobre a longevidade das empresas, faturamento, Indicador de Dívidas Trabalhistas, setores de atuação e região.

 

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https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/

Serasa Experian

A Serasa Experian é a primeira e a maior Datatech do Brasil. Líder em soluções de inteligência para análise de riscos e oportunidades, com foco nas jornadas de crédito, autenticação e prevenção à fraude. Com tecnologia de ponta, inovação e os melhores talentos, transforma a incerteza do risco na melhor decisão, ajudando pessoas a realizarem seus sonhos e empresas de todos os portes e segmentos a prosperarem.

Criada em 1968, a Serasa passou a fazer parte da Experian Company em 2007, empresa global com matriz em Londres. Atualmente, é responsável por mais de 6,5 milhões de consultas diárias sobre empresas e consumidores e protege mais de 2,2 bilhões de transações comerciais todos os anos.

Empodera consumidores com educação financeira, facilitando o acesso a crédito justo. Ajuda empresas de todos os portes e segmentos a tomar melhores decisões, em diversas frentes para: encontrar novos clientes, gerenciar os atuais com mais eficiência, conceder crédito ou vender a prazo com segurança, cumprir normas ESG, autenticar seus clientes e prevenir fraude e, ainda, cobrá-los no momento ideal, sem impactar o relacionamento.

Com o propósito de criar um futuro melhor para todos ampliando oportunidades para pessoas e empresas, capacita pessoas na área de tecnologia e impulsiona pequenos negócios e startups de impacto social por meio de programas próprios e gratuitos. É considerada uma Top Company do LinkedIn e uma das melhores empresas para trabalhar, reconhecida pelo GPTW. Também é a empresa de serviços mais inovadora do país, certificada pelo Prêmio Valor Inovação Brasil.

Experian

 

A Experian é uma empresa global de dados e tecnologia que cria oportunidades para pessoas e impulsiona negócios ao redor do mundo. Facilitamos a jornada de crédito, autenticamos e prevenimos contra fraudes, simplificamos processos da área da saúde, oferecemos soluções de marketing digital e ajudamos a obter insights sobre o setor automotivo, tudo isso utilizando combinações inovadoras dos nossos dados, análises e softwares. Também ajudamos milhões de pessoas a conquistarem seus objetivos financeiros e a economizarem tempo e dinheiro.

Atuamos em diferentes mercados, indo além dos serviços financeiros e operando, por exemplo, no setor automotivo, de agronegócio, área da saúde, seguros e em muitos outros segmentos da indústria. Para continuar inovando investimos em pessoas talentosas e em tecnologia avançada a fim de desvendar o poder dos dados.

Com sede corporativa localizada em Dublin, na Irlanda, somos uma empresa presente no índice FTSE 100 listada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e temos uma equipe de 25.200 pessoas em 32 países. Saiba mais em experianplc.com.

Diabetes: doença silenciosa afeta um em cada 13 brasileiros

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Brasil ocupa a 6ª posição no ranking global do diabetes, com mais de 16 milhões de adultos diagnosticados; uma em cada três pessoas com a doença ainda não foi diagnosticada

Recentemente publicados, novos estudos reforçam o alerta para o avanço da doença no Brasil. Segundo o Atlas Global da doença, levantado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) no início do ano, 589 milhões de pessoas do mundo todo, entre 20 e 79 anos, sofrem com o problema. Somente no Brasil são mais de 16 milhões de adultos com a condição, deixando o país na sexta colocação do ranking mundial, perdendo apenas para China, Índia, EUA, Paquistão e Indonésia – todos mais populosos que o Brasil.

O dado representa um aumento de quase 6% em quatro anos, visto que o número de casos no atlas de 2021 era de pouco mais de 15 milhões. Especialistas apontam que esse dado pode ser ainda maior, devido ao subdiagnóstico da doença. “Cerca de uma em cada três pessoas com diabetes ainda não sabe que tem a doença. Isso acontece porque o diabetes é uma doença silenciosa, que costuma apresentar sintomas apenas em fases mais avançadas”, revela Luiza Esteves, endocrinologista do Hospital São Marcelino Champagnat.

Ainda de acordo com a IDF, o diabetes foi responsável por 3,4 milhões de mortes no mundo em 2024, o que representa uma morte a cada seis segundos. No Brasil, foram 111 mil óbitos por diabetes no mesmo período, uma média de 304 mortes diárias. Além disso, os custos gerados pela doença também são alarmantes. O país é o terceiro que mais gasta com o diabetes, direcionando mais de 45 bilhões de dólares para os tratamentos e sequelas da doença (R$ 239 bilhões na cotação atual).

Prevalência entre idosos é ainda mais preocupante

Segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2023, a prevalência do diabetes é de 10,2% na população geral, 22,4% entre pessoas de 55 a 64 anos e 30,4% em idosos acima dos 65 anos. A tendência é que esse número siga crescendo, impulsionado pelo envelhecimento da população, pelo aumento da obesidade e pela alimentação ultraprocessada.

Além disso, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) também tem observado um crescimento preocupante entre crianças e adolescentes, reflexo direto do aumento da obesidade nessa faixa etária. O diabetes tipo 2, antes predominante em adultos, começa a aparecer cada vez mais cedo. “Trata-se de uma condição multifatorial, resultado da combinação de uma alimentação inadequada, sedentarismo, genética, obesidade e, em alguns casos, uso de medicamentos”, explica a endocrinologista.

Principais sintomas e complicações

O diabetes é conhecido como a “doença silenciosa” porque pode permanecer assintomático por anos. No entanto, quando desencadeado, provoca sinais clássicos. “Os sintomas mais comuns são aumento na frequência da urina, perda de peso, fome e sede excessivas, além de cansaço constante”, detalha a especialista. As complicações, quando não há controle da doença, podem ser graves – doenças cardiovasculares, infarto, AVC, insuficiência renal, problemas de visão e alterações vasculares, que podem levar o paciente à morte.

Tratamentos disponíveis

O tratamento depende do tipo de diabetes do paciente. O tipo 2 é controlado, em muitos casos, com medicamentos orais e mudanças no estilo de vida. “O diabetes tipo 2 necessita de antidiabéticos orais e, em situações específicas, medicamentos injetáveis como os análogos de GLP-1 ou a insulina”, explica a médica. Já o tipo 1, mais comum em crianças e jovens, exige o uso diário de insulina. “Além do tratamento medicamentoso, é essencial adotar um estilo de vida saudável e monitorar regularmente a glicemia”, ressalta.

Prevenção e qualidade de vida

A melhor forma de combater o diabetes continua sendo o investimento em hábitos saudáveis. “Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e grãos integrais, além de evitar ultraprocessados e açúcares, é fundamental. Também é importante praticar atividade física regularmente, pelo menos 150 minutos por semana, manter um peso adequado e ter um sono de qualidade”, orienta a endocrinologista.

Mesmo com o diagnóstico, a doença pode ser controlada. “O diabetes é uma condição controlável. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível ter qualidade de vida e evitar complicações. Para isso, conscientização, educação em saúde e acesso ao cuidado são fundamentais”, finaliza.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

ICL indica que proposta do PL Antifacção não pode retroceder em ações como perdimento, amplamente usada pela Receita Federal

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Em meio ao debate para encontrar a melhor forma para o PL Antifacção que tramita na Câmara Federal, o Instituto Combustível Legal (ICL) destaca a importância da nova legislação não retroceder em avanços já conquistados, como o perdimento administrativo atualmente utilizado pela Receita Federal em casos de contrabando, descaminho ou sonegação. A sugestão de condicionar a ação administrativa ao trânsito em julgado de uma decisão judicial, que pode chegar a décadas, significa abrir mão da estratégia de asfixia financeira do crime organizado.

Essa mudança inviabilizaria operações e ações estruturantes nas quais a pena de perdimento aplicada pela Receita Federal é essencial para interromper ciclos de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação bilionária. Hoje em dia, mais do que nunca, a ação da Receita Federal é um importante pilar na estrutura de segurança pública nacional.

Vale lembrar que, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o lucro obtido por organizações criminosas com fraudes no mercado de combustíveis, por exemplo, chega a R$ 62 bilhões anuais, um valor quatro vezes superior ao lucro do tráfico de cocaína. Os dados deixam claro o avanço das facções no mercado formal.

A recente e exitosa Operação Cadeia de Carbono, que apreendeu navios com carga irregular avaliada em R$ 240 milhões, só foi possível porque a legislação atual permite o perdimento administrativo imediato.

O combate ao crime organizado depende de agilidade, inteligência financeira e segurança jurídica. Não podemos retroceder nas conquistas já obtidas.

2º Workshop de Tecnologia de Aplicação leva inovações de Inteligência Artificial na pulverização para produtores rurais

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Com foco em unir inovação e sustentabilidade no campo, a Rovensa Next realizou recentemente, em Luís Eduardo Magalhães (BA), o 2º Workshop de Tecnologia de Aplicação. O encontro reuniu mais de 120 produtores, consultores e profissionais ligados à pulverização agrícola para discutir o tema “Aplicação em tempos de Inteligência Artificial”, mostrando como a automação e o uso de dados estão transformando a agricultura moderna.

O evento foi um espaço de troca e colaboração, reunindo empresas, instituições e especialistas em diferentes áreas da tecnologia de aplicação. A iniciativa contou com o apoio da ABAPA (Associação Baiana dos Produtores de Algodão) e da AIBA (Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia), reforçando a importância do oeste baiano como polo estratégico do agronegócio.

“Estamos em um dos maiores polos do agronegócio brasileiro e, como a Rovensa Next é pioneira em biossoluções para a agricultura, percebemos a necessidade de trazer ao produtor e aos profissionais de campo as novidades em equipamentos e softwares de aplicação. Mais do que máquinas inteligentes, é essencial pensar também na qualidade e na tecnologia embarcada nos produtos utilizados nas caldas”, destaca Bruna Ximenes, RTV da Rovensa Next no oeste da Bahia e anfitriã do evento.

Entre as inovações apresentadas, o público conheceu equipamentos de ponta e aeronaves tripuladas e não tripuladas, desenvolvidas para otimizar a pulverização e o manejo de defensivos e biossoluções. Um dos destaques foi o Moya eVTOL, apresentado por Guilherme Brechbuhler, da Moya Aero. “O Moya foi projetado para diferentes missões e pode ser adaptado a várias necessidades. Nosso foco é oferecer uma alternativa sustentável, com alto desempenho e baixo impacto ambiental”, afirmou.

A Sinerjet Agro apresentou o Paica Pelycan 2, drone com capacidade para 300 litros e alcance de 18 metros, enquanto a Drone LEM demonstrou o T100, considerado o maior drone agrícola do oeste da Bahia. Outras soluções também chamaram atenção: o ecossistema inteligente da Embraer para otimização de insumos; a Travicar, com seu DGPS para conectividade à estação meteorológica móvel; o sistema da Mepel, que automatiza a mistura das caldas dentro do próprio tanque.

Destaque também para a Solinftec, que apresentou o Solix, primeiro robô autônomo criado para atuar na produção de alimentos em larga escala, enquanto a Synerjet Agro trouxe o conceito de aviação agrícola autônoma, apontando para o futuro da aplicação aérea, além Aeroterra, hoje dona de uma frota de aeronaves modernas para pulverização, semeadura e adubação.

Henrique Campos, consultor da Sabri, parceira técnica da Rovensa Next Brasil, foi quem coordenou as estações de tecnologia. “O Dr. Henrique tem sido um elo importante na difusão de novas práticas e tecnologias. Essa troca de conhecimento garante que o produtor brasileiro tenha acesso ao que há de mais moderno e sustentável”, ressaltou.

Ao discutir o papel da inteligência artificial no agronegócio, Bruna ainda destacou o tripé da tecnologia de aplicação: equipamentos, softwares e produtos. “Não adianta termos equipamentos e softwares modernos se o produto que vai ao tanque não tem estabilidade e tecnologia avançada. As biossoluções Rovensa Next são desenvolvidas a partir de formulações naturais que garantem mistura homogênea, aplicação segura e sem deriva. Assim, o resultado no campo é mais eficiente e sustentável”, explicou.

O 2º Workshop de Tecnologia de Aplicação reforça o compromisso com o uso inteligente de recursos e o desenvolvimento de práticas agrícolas eficientes.  “Queremos ampliar o alcance do workshop e envolver ainda mais parceiros nas próximas edições. Nosso propósito é contribuir para uma agricultura que una produtividade, tecnologia e responsabilidade ambiental”, concluiu.

O evento também foi cenário para a gravação de um episódio do podcast Campo e Prosa, com Vicente Cornago, da Synerjet Agro, e Henrique Campos, da Sabri, ampliando o debate sobre tecnologia e inteligência artificial no campo.

DF Legal, PM e Administração Regional realizam operação contra ilícitos no Centro de Ceilândia

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Ação conjunta reforça segurança, coíbe comércio ilegal e contribui para a organização de uma área onde circulam cerca de 120 mil pessoas _diariamente

Equipes do DF Legal, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e da Administração Regional de Ceilândia realizaram, na manhã deste sábado (15), uma operação integrada para combater a comercialização de produtos de origem duvidosa, como eletrônicos e celulares sem nota fiscal. A ação também teve como foco a repressão à venda irregular de bebidas alcoólicas, além de coibir a circulação de armas brancas e de substâncias ilícitas.

O objetivo da operação, além de promover a limpeza, a organização e mais segurança para quem transita pelo local, é fortalecer o combate a crimes, garantir a ordem pública e preservar o espaço urbano da região central de Ceilândia — área por onde circulam diariamente cerca de 120 mil pessoas, entre pedestres e motoristas.

O administrador de Ceilândia, Dilson Resende, destaca que essas ações fazem parte do programa de organização e requalificação do Centro de Ceilândia. “As operações fazem parte de um esforço contínuo para recuperar e organizar o Centro de Ceilândia. Desde 2024, mais de 30 ações como essa já foram realizadas na região”, ressaltou o administrador.

A comerciante Adriana Feitosa de Macedo, que atua há 15 anos no ramo de cosméticos no Centro de Ceilândia, também percebe avanços.

“A gente observa uma melhora na sensação de segurança. Essas operações quase semanais trazem mais tranquilidade para quem trabalha e para os clientes. Espero que continuem, porque ajudam muito o comércio”, afirmou.

Organização

Ao lado do Restaurante Comunitário de Ceilândia, era comum a ocorrência de comércio ilegal, com mercadorias expostas diretamente nas calçadas — em malas, panos ou carrinhos. Além de prejudicar a acessibilidade e a locomoção dos pedestres, essa prática atrapalhava a visão de quem circulava pelo local e ocupava a faixa de acessibilidade, incluindo a guia tátil para pessoas cegas e as rampas de acesso. Além disso, a desordem oferecia riscos e dificultava a vida dos usuários do transporte público, já que muitos produtos ocupavam áreas próximas à parada de ônibus.

A ação deste sábado reforça o compromisso do GDF em garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para moradores, comerciantes e todos que passam diariamente pela maior cidade do Distrito Federal.

 

Ministro da Saúde recebe primeiro lote de insulina glargina produzida com tecnologia nacional

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, receberá, na segunda-feira (17), em Guarulhos (SP), o primeiro lote de insulina glargina adquirido por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Com a transferência de tecnologia do medicamento para o laboratório público Bio-Manguinhos (Fiocruz), o produto passará a ter produção nacional, um avanço estratégico para a soberania e a inovação do país.

O medicamento reforçará o estoque do SUS para o tratamento de pessoas com diabetes tipos 1 e 2. Ao todo, serão investidos R$ 131,8 milhões na produção da insulina glargina, por PDP, em 2025.

CREDENCIAMENTO: o ministro vai atender a imprensa no local e serão permitidas imagens da carga. O local é restrito e de segurança, sendo necessário o credenciamento prévio de todos os profissionais de imprensa até as 8h de segunda-feira (17) pelo link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScdNQO7C86lQP4KQF5baAAj1J4Vy0cKd9Bs-9zHPnMVXmMqVg/viewform?usp=publish-editor

SERVIÇO:

📅Data: 17 de novembro de 2025 (segunda-feira)
🕒Horário: 14h
📍Local: VTCLog – Rua Jamil João Zarif, 684, Unidade 11 a 19 – Jardim Santa Vicência – Taboão – Guarulhos (SP)

Deputado Pedro Matos lidera audiência sobre reconhecimento de diplomas de pós-graduação do Mercosul na Alece

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O deputado estadual Pedro Matos (Avante) lidera, na próxima segunda-feira (17), às 14h30, audiência pública na Assembleia Legislativa do Ceará para discutir as condições de admissibilidade dos diplomas de pós-graduação emitidos por Instituições de Ensino Superior (IES) do Mercosul.

A iniciativa atende a requerimento de autoria do parlamentar e conta com o apoio do presidente da Alece, deputado Romeu Aldigueri (PSB), e do presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, deputado Cláudio Pinho (PDT).

O encontro acontecerá nos Auditórios Deputados Manoel de Castro e Castelo de Castro (1 e 3), no Complexo das Comissões Técnicas da Alece (Av. Desembargador Moreira, 2807 – Dionísio Torres, Fortaleza).

O objetivo é debater caminhos para garantir segurança jurídica e reconhecimento acadêmico aos profissionais cearenses que buscam formação avançada em países do bloco, fortalecendo a integração educacional e o desenvolvimento científico na região.

Serviço
Audiência Pública sobre as condições de admissibilidade dos diplomas de pós-graduação emitidos por Instituições de Ensino Superior (IES) do Mercosul.

Data: 17/11/2025 (segunda-feira)

Hora: 14h30

Local: Av. Desembargador Moreira, 2807 – Dionísio Torres, Fortaleza – Auditórios Deputado Manoel de Castro e Castelo de Castro, (1 e 3), do Complexo das Comissões Técnicas.

O deputado estadual Pedro Matos (Avante) lidera, na próxima segunda-feira (17), às 14h30, audiência pública na Assembleia Legislativa do Ceará para discutir as condições de admissibilidade dos diplomas de pós-graduação emitidos por Instituições de Ensino Superior (IES) do Mercosul.

A iniciativa atende a requerimento de autoria do parlamentar e conta com o apoio do presidente da Alece, deputado Romeu Aldigueri (PSB), e do presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, deputado Cláudio Pinho (PDT).

O encontro acontecerá nos Auditórios Deputados Manoel de Castro e Castelo de Castro (1 e 3), no Complexo das Comissões Técnicas da Alece (Av. Desembargador Moreira, 2807 – Dionísio Torres, Fortaleza).

O objetivo é debater caminhos para garantir segurança jurídica e reconhecimento acadêmico aos profissionais cearenses que buscam formação avançada em países do bloco, fortalecendo a integração educacional e o desenvolvimento científico na região.

Serviço
Audiência Pública sobre as condições de admissibilidade dos diplomas de pós-graduação emitidos por Instituições de Ensino Superior (IES) do Mercosul.

Data: 17/11/2025 (segunda-feira)

Hora: 14h30

Local: Av. Desembargador Moreira, 2807 – Dionísio Torres, Fortaleza – Auditórios Deputado Manoel de Castro e Castelo de Castro, (1 e 3), do Complexo das Comissões Técnicas.