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Disputas acirradas, reviravoltas e emoção: confira como foi o primeiro dia da Copa do Mundo Universitária de Basquete 3×3 FISU – Brasília 2025

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A abertura oficial da Copa do Mundo Universitária de Basquete 3×3 FISU – Brasília 2025 ocorreu na sexta-feira (14), no pátio da Torre de TV, com uma cerimônia de abertura que apresentou ao público as 24 equipes participantes. Em seguida, o grupo Start Family Crew assumiu o comando da arena montada especialmente para o evento e inaugurou a programação com uma apresentação de breakdance.

Os jogos inaugurais ficaram por conta da casa: o time feminino do Brasil, da Universidade Paulista (UNIP), começou o dia enfrentando a Huazhong University of Science and Technology, da China.  Em seguida, foi a vez do duelo masculino entre a UNIP e a University of Seville, da Espanha.

Partidas acirradas marcaram o dia

O dia foi repleto de jogos de tirar o fôlego. Um dos duelos mais intensos foi o confronto feminino entre Carleton University (Canadá) e University of Valencia (Espanha). A partida foi disputada lance a lance, com marcação acirrada das espanholas e resposta imediata das canadenses. No fim, a equipe feminina da Carleton venceu o jogo por 19 pontos a 17, uma vitória longe de ser fácil. “Foi uma partida bem difícil. O time feminino da Universidade de Valência é muito bom, então assistimos vários vídeos delas em quadra para nos preparar. Nós viemos para jogar nosso jogo, mas também aprender com os outros times”, comentou Tatyanna Burke, atleta da Carleton.

No masculino, Espanha x Irã entregou exatamente tudo que o público esperava: intensidade. A University of Seville venceu por 21 a 17, em um jogo dinâmico e decidido nos detalhes. Estreante na competição mundial, o atleta espanhol Juan Manuel Cebolla destacou que a força do time começa fora da quadra. “Somos um time que gosta de jogar basquete, mas também gosta de estar junto. Somos amigos há muitos anos. Quando ficamos felizes, conseguimos vencer”, disse.

Ele também revelou o desejo de um reencontro em quadra com o time da Vytautas Magnus University, da Lituânia. “Perdemos as semifinais do campeonato europeu para eles no ano passado, e quero jogar contra eles mais uma vez”.

Outro grande destaque pelo público foi a partida masculina entre a University of Valencia (Espanha) e a University of Chile, marcada por muitas viradas, empates, respostas rápidas e um cenário difícil de prever o resultado. Foi uma partida que manteve a plateia atenta e tensa até o último lance.

Quem foi, aprovou

 

O público que passou pela arena 3×3 ao lado da Torre de TV se empolgou com o clima contagiante do torneio. Eduardo Santos, de 12 anos, acompanhou tudo de perto e saiu impressionado. “Os jogos estão muito legais, e as equipes estão desenvolvendo muito bem as partidas. A cada jogo que passa, eles melhoram cada vez mais. O espaço da arena também está incrível e super bonito”, comenta.

Teve até quem fez uma parada estratégica para não perder o evento. Antes de embarcar de volta para Rondônia, Carlos Vinícius garantiu um tempo para assistir aos jogos. “Estou gostando bastante, principalmente porque lembra minha época universitária. Assisti Espanha x Irã, uma ótima partida. O Brasil x Irã também foi bem legal e dinâmico”, afirmou.

Programação deste sábado (15)

As partidas continuam neste sábado, das 10h às 19h30, com jogos envolvendo equipes de Uganda, Equador, Lituânia, Austrália, México e China. A entrada é gratuita, e toda a programação acontece na arena de basquete 3×3 montada no pátio da Torre de TV.

A programação completa, com os horários e confrontos, pode ser acompanhada nas redes sociais da CBDU (@cbdu) e da FISU (@fisu), ou através do site 3x3basketball2025.fisu.net/schedulesresults. Todas as partidas serão transmitidas ao vivo pelo canal oficial da FISU no YouTube (FISUtv).

Sobre a Copa do Mundo Universitária de Basquete 3×3 FISU

A Copa do Mundo Universitária de Basquete 3×3 FISU reúne algumas das melhores equipes universitárias do planeta. Brasília é a sede da edição 2025, recebendo 24 times de diferentes países e continentes em uma arena construída especialmente para o torneio — uma quadra oficial de 3×3 instalada na Torre de TV, coração da cidade, com arquibancadas, estrutura de transmissão e área de convivência.

Copa do Mundo Universitária de Basquete 3×3 FISU – Brasília 2025

Data: 14 a 16 de novembro de 2025

Local: Pátio da Torre de TV

Horários:

– Sexta-feira (14/11) – Abertura às 10h | Jogos: 11h às 19h20;

– Sábado (15/11) – 10h às 19h30;

– Domingo (16/11) – Jogos: 10h às 19h | Premiação: 19h às 19h30

 

Mais informações e programação completa: [@cbdu] www.instagram.com/cbdu e [@fisu] www.instagram.com/fisu

 

Entrada livre e gratuita

 

Realização:

Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU)

Federação Internacional do Esporte Universitário (FISU)

 

Apoio:

Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal

Banco BRB

 

Parceiros:

Qiaodan

Icone Sports

Citrino Brasil

Tropical Brasil

Mobilização digital: a exigência que definirá as eleições de 2026

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O tabuleiro político brasileiro está prestes a viver mais uma grande virada e ela será digital. As eleições do próximo ano serão, mais do que nunca, um campo de disputa de dados, narrativas e atenção. E quem não entender o novo comportamento do eleitor conectado, corre o risco de ser apenas mais um nome nas urnas.

 

A comunicação política vive uma era em que o “ter redes sociais” já não é o bastante. É preciso entender o algoritmo social do voto, compreender o território das conversas digitais e operar estrategicamente a jornada do eleitor do primeiro contato à conversão final.

O publicitário e estrategista Rafael Medeiros, especialista em mobilização digital com quase uma década de experiência em campanhas políticas, analisa que o digital hoje deixou de ser suporte e se tornou estrutura de comando das campanhas.

“Os dados não mentem: o eleitor está online, se informa online e decide online. A disputa eleitoral de 2026 será vencida por quem entender que a mobilização digital é o novo corpo a corpo e que a construção de autoridade e engajamento não acontece em 45 dias, mas ao longo de todo um ciclo de presença e relacionamento”, explica Medeiros.

O eleitor não quer promessas — quer vínculo

Em um país onde mais de 70% dos brasileiros consomem notícias políticas pelas redes sociais, segundo dados recentes do DataSenado, a disputa pelo voto passa cada vez mais pela construção de pertencimento.

Não se trata apenas de “fazer conteúdo”, mas de compreender a lógica do comportamento social e emocional do eleitor. Medeiros explica que, no cenário atual, autenticidade e segmentação superam o discurso genérico. “Campanhas bem-sucedidas são aquelas que falam com comunidades específicas, com pautas que fazem sentido para elas. Quando o candidato entende o que mobiliza e toca a dor ou o orgulho local, o voto se consolida”, afirma.

Essa leitura fina do território digital é o que diferencia campanhas amadoras de operações vencedoras. Medeiros atua com mapeamento de audiência, CRM político e estratégias de funil de mobilização, práticas que permitem acompanhar o engajamento do eleitor desde o primeiro clique até o dia da votação.

“Não existe mais voto espontâneo. Existe construção emocional, relacionamento contínuo e experiência de pertencimento. As campanhas que entenderem isso terão uma vantagem real”, reforça.

A inteligência digital como centro da estratégia

Com o avanço da inteligência artificial e o uso de dados de comportamento, a política digital entrou em uma nova fase. Plataformas permitem hoje segmentar públicos por valores, hábitos e sentimentos, algo impensável há poucos anos.

Rafael Medeiros observa que, neste novo contexto, a personalização se tornou a alma da comunicação eleitoral. “Cada bairro, cada cidade e cada eleitor têm um mapa emocional próprio. A campanha precisa saber quem está do outro lado da tela e o que o move. A tecnologia é uma ponte, mas é a sensibilidade estratégica que transforma dado em voto”, analisa.

O especialista defende que a figura do estrategista digital é hoje tão importante quanto o marqueteiro tradicional foi nas décadas passadas. “O estrategista contemporâneo é quem traduz dados em decisões. É quem lê o comportamento do eleitor, ajusta a narrativa, mensura resultados e cria movimento real. É o cérebro invisível por trás das campanhas vitoriosas”, destaca.

Do voto ao voto: a nova métrica do sucesso

Enquanto muitos ainda medem resultados por curtidas e seguidores, as campanhas mais estruturadas já operam com outra régua: a conversão política.
Medeiros explica que o processo deve ser pensado como uma jornada o eleitor é identificado, nutrido, engajado e mobilizado até o momento da escolha.

“Campanha não é impulsionar post. É construir relacionamento e presença. É entender que cada conversa, cada mensagem e cada clique podem ser o início de um voto. A tecnologia nos permite criar um ciclo contínuo do voto ao voto”, diz.

Essa integração entre comunicação, dados e estratégia é o que tem transformado campanhas locais em fenômenos regionais. Rafael cita que o trabalho de campo segue essencial, mas agora se alimenta das percepções do ambiente digital. “A rua começa na tela. O que se fala nas redes define o tom das conversas presenciais. As campanhas que compreenderem essa simbiose serão as que vão liderar o debate público”, conclui.

A nova corrida eleitoral já começou

Mesmo antes do calendário oficial, a pré-campanha já acontece e quem começa a se posicionar agora, ganha tempo e autoridade.
O cenário exige preparo técnico, leitura de território e, sobretudo, uma estratégia de mobilização digital bem desenhada, capaz de unir dados, tecnologia e empatia humana.

O marketing político de 2026 será decidido não por quem gritar mais, mas por quem souber escutar melhor. E, nesse novo jogo, a estratégia é o voto mais poderoso.

 

Ministério da Saúde firma parceria para construção do primeiro hospital inteligente do SUS no HC da USP

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Iniciativa vai integrar rede nacional de serviços inteligentes de saúde do SUS, que contará com 14 UTIs nas cinco regiões do país

O Ministério da Saúde assinou, nesta sexta-feira (14), o acordo de cooperação técnica para implantação do Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da USP, o primeiro hospital inteligente do SUS. Além do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o Ministério da Saúde vai implementar uma rede nacional de serviços de saúde de alta precisão, que prevê também 14 UTIs nas cinco regiões do país e a modernização de unidades de excelência no Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Com o documento, que oficializa a parceria com a USP e o estado de São Paulo, que fará a cessão do terreno, o Ministério da Saúde conclui as etapas finais do pedido de investimento junto ao Banco do BRICS para viabilizar o projeto, na ordem de R$ 1,7 bilhão.

“O hospital inteligente e a rede de serviços de alta precisão só é possível graças à cooperação internacional, que envolve bancos de desenvolvimento, parceiros estratégicos e instituições de pesquisa. O Brasil entra com força nesse novo ambiente global de reorganização da saúde, onde tecnologia da informação, inteligência artificial e práticas inovadoras estão redesenhando a forma de cuidar das pessoas. Esse projeto é um marco para o SUS, para a inovação tecnológica e para o papel do país no cenário internacional”, afirmou o ministro.

A rede nacional de serviços de medicina de alta precisão do SUS faz parte do Programa Agora Tem Especialistas do Ministério da Saúde, voltado à expansão da atenção especializada.

Deputada Greyce Elias pede urgência para votação de projeto que moderniza a CLT na mineração

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A deputada federal Greyce Elias (Avante-MG) apresentou nesta terça-feira (11) um requerimento de urgência (REQ 4.833/2025) para acelerar a votação do Projeto de Lei nº 5.573/2025, que atualiza o artigo 301 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e elimina restrições antigas ao trabalho de mulheres e profissionais acima de 50 anos em minas subterrâneas.

O projeto, protocolado em 30 de outubro, busca corrigir uma norma criada há mais de 80 anos, considerada ultrapassada diante dos avanços tecnológicos e das novas condições de segurança da mineração.

Greyce, que coordena a área de Minerais Ferrosos na Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin), explica que a proposta representa um passo importante para garantir igualdade de oportunidades e valorização da mão de obra qualificada.

“Hoje, a mineração é marcada por tecnologia avançada, minas amplas e ventiladas e maquinários operados remotamente. Modernizar a CLT é essencial para garantir segurança aos trabalhadores, fomentar a competitividade do setor e assegurar igualdade de acesso ao trabalho”, afirmou a deputada.

Com a aprovação da urgência, o projeto poderá ser votado diretamente no Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar pela análise das comissões temáticas. Isso agiliza a análise do mérito da proposta e antecipa os efeitos da modernização da legislação trabalhista.

Principais pontos do PL 5.573/2025:
• Permite que homens e mulheres com mais de 18 anos trabalhem em minas subterrâneas, com direito à transferência para a superfície conforme a lei.
• Revoga restrições antigas que impediam mulheres de qualquer idade e homens com mais de 50 anos de atuarem no subsolo.
• Alinha a legislação brasileira a países com mineração moderna e segura, como Austrália, Canadá, Chile, Estados Unidos e Peru.
• Reconhece os avanços tecnológicos das últimas décadas, com melhorias em iluminação, ventilação, ruído, segurança estrutural e ergonomia.
• Contribui para aumentar a competitividade do setor mineral brasileiro, aproximando o país de práticas internacionais mais atuais.
• O Brasil conta atualmente com 31 minas subterrâneas em operação, e o aperfeiçoamento da legislação é essencial diante da tendência de expansão da mineração em maior profundidade.

A FPMin apoia a modernização da legislação trabalhista como parte de um compromisso mais amplo com o desenvolvimento sustentável, a inovação, a igualdade de gênero e a valorização das pessoas que atuam no setor mineral.

A atualização da CLT reforça o papel do Brasil como referência em mineração segura, inclusiva e alinhada aos princípios de igualdade de oportunidades e respeito ao trabalho.

Em encontro com jovens industriais, Caiado reforça apoio do setor produtivo para crescimento de Goiás

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Estado recebe empresários de todo país, que trocam experiências e discutem desafios para o avanço industrial em todo país

Governador Ronaldo Caiado reforça apoio do setor produtivo e importância da segurança pública durante Encontro Nacional dos Jovens Industriais, realizado em Goiânia – Fotos: Walter Folador

 

O governador Ronaldo Caiado destacou a atuação da gestão estadual para oferecer condições de competitividade e crescimento ao setor produtivo ao participar, nesta sexta-feira (14/11), do encerramento do VI Encontro Nacional dos Jovens Industriais (Enaji), na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), em Goiânia. O Enaji é considerado o principal encontro do setor jovem industrial no país.
Durante a conferência com mais de 250 jovens líderes, empresários e empreendedores de diversas regiões do Brasil, Caiado ressaltou a importância do setor para economia goiana. “Estamos transformando a nossa produção graças à indústria. E se Goiás chegou à condição de equilíbrio fiscal deve-se muito ao setor e à Fieg”, frisou.
Com foco na troca de experiências, geração de negócios e formação de lideranças, o evento promoveu uma imersão em temas estratégicos como sucessão familiar, inovação e o futuro da indústria brasileira. O governador também destacou desafios a serem superados, principalmente com relação à legislação e a carga tributária. “São exigências que dificultam a competitividade no mercado mundial”, pontuou.
Caiado falou ainda da importância da segurança pública para incentivar o setor produtivo a ter competitividade. “Você pode ter saúde, educação de qualidade, comércio competitivo, mas tudo isso se desmancha se não houver segurança. A partir daí, você alicerça todos os outros degraus e vai crescendo”, considerou.

Fé na juventude
O presidente da Fieg, André Rocha, enfatizou que é estimulante o encontro de tantos jovens para a troca de experiência. “Nos faz acreditar na nova indústria brasileira”, afirmou. “Estamos trazendo a juventude inquieta, ousada e que quer aprender e produzir para Goiás. Um estado promissor, que cresce acima da média nacional e tem um empresariado consciente e que tem parceria com o poder público”, continuou.
À frente da organização do Enaji, o presidente da Fieg Jovem, Lucas Bernardino, reforçou a oportunidade da troca de experiência e agradeceu a presença do governador e o apoio da Fieg. “Obrigado por acreditarem nos jovens e terem essa visão de futuro. Acredito que vamos conseguir, sim, fazer a diferença no futuro”, frisou.
A vice-presidente do conselho jovem da Federação da Indústria do Estado da Bahia (FIEB) e diretora da indústria da Confederação Nacional do Jovem Empresário (CONAJE), Gabriela Oliveira, valorizou os temas discutidos durante o encontro como sucessão da indústria, inovação, sustentabilidade e conceitos de ESG (Ambiental, Social e Governança). “É um evento muito rico, uma experiência incrível com o intuito de fortalecer a indústria no nosso país e desenvolver as próximas lideranças”, ressaltou.

BRB oferece condições exclusivas no Salão de Imóveis ADEMI 2025

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Líder absoluto no Distrito Federal e figurando entre os 5 maiores bancos financiadores do sonho da casa própria no Brasil, o BRB será o patrocinador máster da edição de 2025 do Salão do Imóvel ADEMI BRB. O evento acontece entre 20 e 23 de novembro, na Ala Sul do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Durante o Salão do Imóvel, os visitantes terão acesso a condições especiais de financiamento para mais de 3 mil imóveis residenciais, com destaque para a possibilidade de financiar até 90% do valor do imóvel com taxa de juros de 10,65% ao ano para empreendimentos com obras financiadas pelo BRB. Para os demais imóveis, as taxas começam em 10,79% ao ano, com diversas opções de crédito.
Como parte dos benefícios exclusivos, o BRB também oferece uma promoção especial de seguro residencial: 40% de desconto na contratação do seguro, válida para todas as formas de pagamento.
Para Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, Participar do Salão do Imóvel ADEMI BRB como patrocinador máster reforça nosso compromisso com o desenvolvimento do Distrito Federal. “O BRB é líder em crédito imobiliário na região e entende que cada financiamento representa mais do que um contrato: é a realização do sonho da casa própria, o início de uma nova história. Estamos aqui para facilitar esse caminho com condições acessíveis, segurança e confiança”, disse.
Liderança no crédito imobiliário
O BRB consolidou-se como uma das principais forças do país no crédito imobiliário, combinando solidez, presença nacional e profundo compromisso com o desenvolvimento habitacional. Até o momento, o BRB já concedeu R$ 4,250 bilhões em crédito imobiliário, elevando sua carteira habitacional para R$ 14.5 bilhões.
Segundo dados da Abecip, do mês de setembro, o Banco ocupa a 5ª posição no ranking nacional de concessão de crédito imobiliário com recursos do SBPE. Ocupa, ainda, a 2ª posição nacional entre as instituições públicas na liberação de crédito imobiliário no ano de 2025.
No cenário nacional, o Banco mantém presença consolidada em 24 estados, com destaque para a 2ª colocação na Paraíba e a 4ª em Goiás. Já no Distrito Federal, o desempenho é ainda mais expressivo: o BRB lidera com 61,6% de market share na região. Somente em 2025, mais de 4180 famílias realizaram o sonho da casa própria com o apoio da instituição.
Além disso, o BRB tem fortalecido o financiamento à produção por meio do Plano Empresário, impulsionando o setor da construção civil, gerando emprego e renda e reafirmando seu papel estratégico no desenvolvimento econômico e social.
Salão do Imóvel ADEMI 2025
A expectativa da ADEMI DF é receber 2 mil visitantes com potencial para fazer negócios da ordem de R$ 100 milhões. O evento reúne empreendimentos de 17 empresas associadas. Além de Noroeste e Águas Claras, os compradores também poderão conhecer oportunidades de 1, 2, 3 e 4 quartos, coberturas e lotes, em diversas localidades: Asa Norte, Asa Sul, Gama, Guará, Jardim Botânico, Lago Norte, Park Sul, Samambaia, Sobradinho, Sudoeste, Taguatinga e Tororó.
O evento é gratuito e contará com mais de 20 estandes, brinquedoteca, lounges e estacionamento privativo. Os interessados podem se cadastrar antecipadamente no site http://ademidfbrb.com.br/ para agilizar a análise de crédito e simulações.

Boletim CECON FECAP revela indicadores econômicos de SP em outubro

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Este boletim reúne um conjunto de dados disponíveis para o Estado de São Paulo e sua capital, além das principais notícias, com o intuito de ajudar na compreensão da situação econômica da região, bem como na formação de expectativas por parte dos empresários e consumidores.

Os dados de agosto mostram uma variação mensal nas atividades econômicas no sentido contrário da variação acumulada no ano, que segue ainda a mesma trajetória: uma queda na produção industrial e de comércio, em contraste com uma alta na produção de serviços.
Já os dados de setembro demonstram um crescimento persistente no emprego formal.

Além disso, na variação acumulada dos últimos 12 meses, o custo de vida continua crescendo mais do que a média observada para o País, e esse aumento no custo de vida foi maior para as famílias que possuem, em média, uma renda menor. O percentual de famílias endividadas, com contas em atraso e que não terão condições de pagar suas dívidas aumentou. E, em relação ao mesmo mês do ano anterior, o interesse na expansão do comércio e a intenção de consumo das famílias diminuíram.

Ainda com base nos dados de setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior, o nível de confiança dos consumidores e o nível de confiança dos empresários do comércio diminuíram. E os dados de outubro mostram que o nível de confiança dos empresários da indústria também diminuiu.

Notícias de Setembro – Referência para os Dados

No começo de setembro, foi realizado o leilão para a construção do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá, no litoral paulista. A concessionária vencedora do leilão, o grupo português Mota-Engil, ficará responsável pela construção, operação e manutenção do túnel por um período de 30 anos. A obra é estimada em R$ 6,8 bilhões. O investimento será dividido entre o Governo de São Paulo, o Governo Federal e a iniciativa privada. O túnel é a maior obra do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e será a primeira travessia submersa do Brasil, com 1,5 km de extensão.

O Governo Federal lançou o programa “Gás do Povo”, que garantirá gás de cozinha gratuito às famílias de baixa renda. O programa substituirá o Auxílio Gás, e a estimativa é atender cerca de 15,5 milhões de famílias e distribuir 65 milhões de botijões. A região Nordeste irá contemplar a maior parte das famílias beneficiadas, com 7,1 milhões, seguida da região Sudeste com 4,4 milhões. O benefício será para as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal per capita de até meio salário-mínimo, com prioridade para aquelas que recebem o Bolsa Família.

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram a Medida Provisória (MP) que trata da conta de luz gratuita ou com desconto para as famílias de baixa renda. A tarifa será gratuita para as famílias que consomem até 80 kWh. Se o consumo passar desse valor, a família paga apenas a diferença. A estimativa é beneficiar 60 milhões de brasileiros. O benefício será financiado por um fundo chamado Conta de Desenvolvimento Enérgico (CDE), financiado por todos os outros consumidores de energia do País. Além disso, a MP inclui outras mudanças no mercado de energia, como um desconto para as dívidas de geradoras hidrelétricas com a União, que implicará uma renúncia fiscal de aproximadamente R$ 4 bilhões.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) extinguiu 44 mil cargos públicos “obsoletos” do Governo Federal, sem prejuízo ao funcionamento da “máquina pública”. Os trabalhadores já contratados não serão demitidos, mas não serão mais feitos concursos públicos para esses cargos. Uma parte continuará trabalhando até se aposentar, enquanto outros serão transferidos para outros cargos através de recapacitação. A medida não tem impacto orçamentário imediato, mas irá gerar um ganho de produtividade no futuro com a redução da necessidade de contratação de novos servidores.

A produção de grãos no Brasil atingiu a marca de 350 milhões de toneladas na safra de 2024/2025, um aumento de 16,3% em comparação à safra anterior. Esse resultado foi influenciado pelas condições climáticas favoráveis, pelo uso crescente de tecnologia e pela expansão de 1,9 milhão de hectares de área cultivada. Os produtos que se destacaram foram soja, milho, algodão, arroz e feijão. Com esse nível recorde de produção de grãos, a expectativa é de redução dos seus preços no mercado interno.

Após reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central manteve neste mês a taxa básica de juros em 15% ao ano. A justificativa é que o ambiente externo se mantém incerto, por conta da política comercial dos EUA; já no cenário interno, o mercado de trabalho continua aquecido e a expectativa de inflação continua acima da meta.
No âmbito externo, a União Europeia reconheceu o Brasil como livre de gripe aviária e permitiu o retorno das exportações de carne de frango para o bloco. No total, 41 países já retiraram o embargo. Entretanto, Canadá, China, Malásia, Paquistão e Timor-Leste ainda mantêm o embargo às importações de carne de frango do Brasil.

E o Governo dos Estados Unidos divulgou que a maior parte das exportações brasileiras de celulose e de ferro-níquel está livre das tarifas impostas em abril e julho deste ano. As exportações desses produtos representam 4,6% do total exportado para os EUA. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 34,9% das exportações brasileiras para os EUA estão sujeitas às tarifas adicionais de 50%, enquanto 16,7% possuem tarifas adicionais de 10% e 23,3% com as mesmas tarifas adicionais aplicadas a todos os países. Logo, 25,1% das exportações brasileiras estão livres de tarifas adicionais.

Ademais, o Mercosul – que reúne Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) – que inclui Suíça, Islândia, Noruega e Liechtenstein – assinaram o Acordo de Livre Comércio entre as duas regiões.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por cinco crimes cometidos. Após a condenação, a expectativa era de novas sanções comerciais por parte do Governo dos EUA. Entretanto, elas ainda não ocorreram. Ao contrário, no final do mês, na assembleia geral da ONU, o presidente americano Donald Trump mostrou simpatia pelo presidente Lula e sinalizou interesse em marcar uma reunião.

Para amenizar os efeitos das tarifas impostas pelos EUA ao mercado de café brasileiro, o Governo do Estado de São Paulo, por meio do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS), aumentou a compra pública de café das cooperativas paulistas. O programa conta com 30 cooperados, e já foram adquiridas 8 toneladas do grão torrado e moído em 2025. O produto foi enviado para hospitais, escolas, penitenciárias e outras entidades da Administração Pública. O PPAIS movimentou, em 2025, por volta de R$ 36,5 milhões em aquisições da agricultura familiar, um aumento de 71% em relação a 2024.

O Banco do Povo Paulista (BPP), um programa de microcrédito do Governo do Estado de São Paulo, concedeu, de 2023 a 2025, R$ 538,3 milhões, através de 34,1 mil operações, para micro, pequenos e médios empreendedores formais e informais do Estado. O banco possui três linhas de crédito: Empreenda Rápido, Empreenda Mulher e Empreenda Afro. O crédito pode ser usado para capital de giro, reformas, compra de matéria-prima, maquinários e ferramentas. Dentre os setores beneficiados, estão o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios; cabeleireiros, manicure e pedicure; lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares; e atividade de estética e outros serviços de cuidados com a beleza. No primeiro semestre de 2025, já foram concedidos R$ 78 milhões, através de 4,9 mil operações.

De acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados, de 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização suprapartidária, São Paulo é o estado mais competitivo do Brasil. O indicador é elaborado com base em 100 indicadores divididos em dez temas: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. As maiores pontuações por tema foram para educação e infraestrutura, enquanto as menores foram para potencial de mercado e solidez fiscal. A Organização também realiza um ranking dos municípios, e São Paulo ficou na terceira colocação em 2025.

Atividade Econômica
O volume de vendas do setor varejista no Estado de São Paulo registrou pela segunda vez consecutiva variação mensal positiva. No entanto, o Estado continua apresentando queda na variação acumulada no ano, maior do que a observada para o Brasil.

Em agosto de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 2,0% em relação ao mês anterior. No acumulado de janeiro a agosto, o volume de vendas do comércio varejista ampliado paulista caiu 3,1%, queda muito maior do que a observada para o País (-0,4%). As maiores variações ocorreram no Amapá (+6,5%), na Paraíba (+5,1%), no Maranhão (-2,6%) e em Goiás (-3,8%). E dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, os destaques negativos foram o setor de móveis (-23,8%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-17,3%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-5,3%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+12,0%), os eletrodomésticos (+8,3%) e os tecidos, vestuário e calçados (+6,6%).

O volume de serviços no Estado de São Paulo apresentou variação mensal negativa. No entanto, a variação acumulada no ano continua com um bom resultado positivo, e maior do que a registrada no Brasil. Já as atividades turísticas continuam com uma variação acumulada no ano positiva e quase igual à observada para o País.

Em agosto de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pelo IBGE, registrou queda de 1,0% em relação ao mês anterior. No acumulado de janeiro a agosto, o volume de serviços prestados subiu 4,3%. A média do País foi de +2,6%. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+6,4%) e no Mato Grosso do Sul (+6,1%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-5,8%) e no Acre (-3,2%). Dentro das atividades analisadas pelo IBGE, os destaques positivos no Estado ficaram para o setor de serviços de informação e comunicação (+10,0%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+6,3%). Já as atividades turísticas no Estado cresceram 5,9% no acumulado do ano.

A produção industrial no Estado de São Paulo apresentou pela segunda vez consecutiva uma variação mensal positiva. Todavia, a variação acumulada no ano apresenta um resultado negativo desde abril deste ano, diferente do resultado positivo registrado para o País desde outubro de 2023.

Em agosto de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pelo IBGE, registrou alta de 0,8% em relação ao mês anterior. No acumulado de janeiro a agosto, a produção industrial caiu 1,9%. Já a produção industrial nacional registrou alta de 0,9% na mesma base de comparação. Os maiores resultados positivos para a produção industrial foram observados no Espírito Santo (+6,1%) e no Pará (+5,0%), enquanto os maiores resultados negativos ocorreram no Rio Grande do Norte (-16,3%) e em Pernambuco (-7,3%).

O resultado das indústrias extrativas no Estado foi de -14,3%, enquanto para a indústria de transformação foi de -1,7%. E, dentre as indústrias de transformação, a maior variação negativa ocorreu no setor de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-22,5%), enquanto a maior variação positiva ocorreu no setor de fabricação de produtos têxteis (+16,2%).

 

Os dados sobre a produção do comércio, de serviços e da indústria, apresentados pelo IBGE, são de agosto de 2025. Logo, ainda não refletem os acontecimentos apresentados no início deste Boletim.
Emprego

O emprego formal no Estado de São Paulo aumentou, mas foi menor do que o observado para o País.

Com base no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em setembro de 2025, o emprego formal no Estado de São Paulo apresentou saldo positivo de 49.052 postos de trabalho, o que representou aumento de 0,3% no estoque em relação ao mês anterior. Os maiores aumentos ocorreram em Alagoas (+3,0%) e em Sergipe (+1,7%), enquanto os menores ocorreram no Rio Grande do Sul (+0,1%) e no Mato Grosso do Sul (+0,2%). No acumulado do ano, o aumento foi de 3,4%, um resultado um pouco menor do que média do Brasil, de +3,6%.

 

Na geração de emprego por setor, os destaques ocorreram no transporte rodoviário de carga (+5.489), na construção (+4.059), nos restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas (+3.183) e nos serviços de engenharia (+2.090).
E, por fim, novamente, o saldo positivo de postos de trabalho foi muito maior para as mulheres, para as pessoas com o ensino médio completo e com idade de 18 a 24 anos.
Inflação

O custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), medido pelo IPCA, apresentou a terceira maior variação mensal positiva no ano. Assim, a variação acumulada dos últimos 12 meses continua acima do teto da meta de inflação de 4,5% ao ano estabelecido pelo Banco Central para o País, e acima da média observada para o Brasil.
Segundo o IBGE, em setembro de 2025, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 saláriosmínimos, subiu 0,57% em relação ao mês anterior. Para o País, o variação no custo de vida foi de +0,48%. Na divisão mais detalhada por item, dentre os maiores aumentos, estão a energia elétrica residencial (+10,62%), o cinema, teatro e concertos (+4,35%), o pacote turístico (+3,39%) e o óleo de soja (+3,12%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o fogão (-5,61%), o ovo de galinha (-3,89%), o azeite de oliva (-2,42%) e o arroz (-2,20%). Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou aumento de 5,83%. E, portanto, reverteu a tendência de queda observada desde maio deste ano. Para a média do Brasil, o IPCA acumulou aumento de 5,17%. Os destaques ficaram para o café moído (+57,72%), o cigarro (+25,44%), a energia elétrica residencial (+17,76%), o conserto de automóvel (+16,01%), a passagem aérea (-8,06%), o azeite de oliva (-15,68%) e o arroz (-18,53%).
Já a inflação medida pelo INPC voltou a apresentar uma variação mensal positiva, depois de uma queda no mês anterior. Na variação acumulada dos últimos 12 meses, ela foi, pelo terceiro mês consecutivo, maior do que a registrada pelo IPCA. Logo, o custo de vida na RMSP aumentou mais para as famílias que possuem, em média, uma renda menor.

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), da RMSP, que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários-mínimos, subiu 0,75% no mês. Para o País, o variação no custo de vida foi de +0,52%. Na divisão mais detalhada por item, o destaque foi a energia elétrica residencial (+11,49%). Os demais produtos em destaque são os mesmos do IPCA, exceto o azeite de oliva. Nos últimos 12 meses, o índice acumulou aumento de 6,06%. Para a média do Brasil, o INPC acumulou aumento de 5,10%.
Endividamento

No município de São Paulo, o percentual de famílias endividadas, com contas em atraso e que não terão condições de pagar suas dívidas cresceu em relação ao mês anterior e em relação ao mesmo mês do ano anterior. Ademais, esses resultados continuam sendo melhores na comparação com os números apresentados para o Brasil.
Em setembro de 2025, a Pesquisa de Endividamento e Intenção de Consumo das Famílias (PEIC-SP), realizada pela FECOMÉRCIO-SP, apontou que o percentual de famílias endividadas atingiu 72,65%, um aumento de 1,18 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior e de 4,52 p.p. em comparação a setembro de 2024. Para as famílias com renda até dez salários-mínimos, o percentual é de 76,03%, enquanto para as famílias com renda maior de dez salários-mínimos, 62,89%.
Já a proporção de famílias com dívidas em atraso foi de 22,71%, com um aumento de 0,05 p.p. em relação ao mês anterior e de 3,76 p.p. em comparação a setembro de 2024. Para as famílias com renda de até dez salários-mínimos (27,16%), ao passo que para as famílias com renda maior de dez salários-mínimos (11,52%).

E, por fim, o percentual de famílias que não terão condições de pagar as dívidas atingiu 9,59%, um aumento de 0,30 p.p. em relação ao mês anterior e de 1,35 p.p. em comparação a setembro de 2024. Para as famílias com renda de até dez salários-mínimos (12,10%), em contraste com as famílias com renda superior a dez salários-mínimos (4,10%).

 

Índices de Confiança

A variação mensal do nível de confiança dos consumidores no município de São Paulo mostra uma instabilidade na percepção dos consumidores em relação às condições atuais e as suas expectativas. Em 2025, a variação mensal foi negativa seis vezes e positiva três vezes, de forma alternada. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a variação foi somente negativa em 2025.
Em setembro de 2025, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou uma queda de 1,5% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), o índice registrou uma queda de 10,6%. Para os homens, o nível de confiança diminuiu 7,5%, enquanto para as mulheres diminuiu 13,7%. Já para os consumidores com renda de até dez salários-mínimos (SMs), o índice diminuiu 11,8%, ao passo que para os consumidores com renda acima de 10 SMs diminuiu 8,1%. O subindicador que reflete a percepção dos consumidores em relação às condições atuais teve uma queda de 9,4%, enquanto o subindicador que reflete as suas expectativas caiu 11,3%.
A variação mensal do nível de confiança dos empresários do comércio no município de São Paulo também mostra uma instabilidade na percepção dos empresários em relação às condições atuais e as suas expectativas. Em 2025, a variação mensal foi negativa seis vezes e positiva três vezes, de forma alternada. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a variação é negativa desde fevereiro de 2025. Em setembro, a variação negativa mensal e a anual foram piores do que a registrada na média do País.
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), também calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou em setembro deste ano uma queda de 8,1% em relação ao mês anterior, o que levou o índice a um patamar caracterizado como zona de pessimismo por parte dos empresários. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), o índice registrou uma queda de 13,9%. Na divisão por tipo de produto e por número de empregados, as maiores quedas ocorreram com os empresários produtores de duráveis (-19,6%) e para os que possuem mais de 50 empregados (-18,5%). O subindicador que reflete a percepção dos empresários em relação às condições atuais diminuiu 15,7%, enquanto o subindicador que reflete a estratégia de investimento teve uma diminuição de 5,7%. Já o subindicador que reflete as expectativas dos empresários diminuiu 19,0%.
Por fim, a variação mensal do nível de confiança dos empresários da indústria do Estado de São Paulo também mostra uma instabilidade na percepção dos empresários em relação às condições atuais e as suas expectativas. Em 2025, a variação mensal foi negativa cinco vezes e positiva cinco vezes, de forma alternada. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a variação foi somente negativa em 2025.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI-SP), calculado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou, em outubro de 2025, uma alta de 3,7% em relação ao mês anterior. O indicador ainda apresenta um pessimismo por parte dos empresários. No entanto, a alta no indicador representa uma diminuição desse pessimismo. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (outubro de 2024), o índice registrou uma queda de 10,9%.

 

O subindicador que reflete as condições atuais teve uma redução de 10,7%, e o subindicador que reflete as expectativas para os próximos seis meses teve uma redução de 8,4%.
Os dados sobre o nível de confiança dos empresários paulistas da indústria, calculados pela FIESP, são de outubro de 2025. Logo, já refletem os acontecimentos que serão apresentados no final deste Boletim.
Perspectiva

A variação mensal da intenção de consumo das famílias do município de São Paulo mostra uma instabilidade. Em 2025, a variação mensal foi negativa cinco vezes e positiva quatro vezes, de forma alternada. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a variação foi somente negativa em 2025. Porém, em relação a setembro de 2024, a diminuição não foi tão grande quanto a observada para a média do Brasil (-1,9%). O destaque foi a contribuição das famílias com renda acima de 10 salários-mínimos para o resultado negativo do último mês.
Em setembro de 2025, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-SP), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou queda de 0,4% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), o índice registrou uma queda de 0,1%. Para as famílias com renda de até dez salários-mínimos (SMs), o índice aumentou 2,6%, em contraste com a diminuição de 6,7% para as famílias com renda acima de 10 SMs. Dentre os sete itens avaliados, as diferenças por renda são muito grandes. Por exemplo, o acesso ao crédito e a perspectiva de consumo para as famílias com renda de até dez SMs aumentaram 12,9% e 10,8%, respectivamente, ao passo que para as famílias com renda acima de 10 SMs diminuíram 4,1% e 20,8%, respectivamente. Já o momento para compra de bens duráveis diminuiu para os dois grupos de renda, -9,9% para as famílias com renda de até dez SMs e –18,1% para as famílias com renda acima de 10 SMs.
Pelo lado da oferta, a variação mensal do interesse na expansão do comércio na Região Metropolitana de São Paulo foi negativa pelo segundo mês consecutivo. Vale destacar que essa variação foi positiva apenas duas vezes em 2025. E, em relação ao mesmo mês do ano anterior, a queda no interesse na expansão do comércio foi a maior registrada no ano de 2025.
O Índice de Expansão do Comércio (IEC-SP), também calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou uma diminuição de 4,4% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), o índice registrou queda de 8,2%. Dentre os seus dois componentes, a expectativa para contratação de funcionários diminuiu 12,3% e o nível de investimento das empresas diminuiu 2,9%.

 

Em razão da data de publicação deste boletim, algumas notícias já podem impactar os indicadores econômicos de outubro, que serão divulgados no próximo mês.
No começo de outubro, foi aprovado por unanimidade pela Câmara dos Deputados a ampliação da faixa de isenção do Imposto do Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais e a redução da alíquota para rendimentos até R$ 7.350. Porém, devido à estimativa de perda de arrecadação, ainda é necessário aprovar um projeto complementar para não colocar em risco a neutralidade fiscal. A proposta é criar uma alíquota mínima de IR de até 10% sobre rendas superiores a R$ 600 mil anuais e tributar lucros e dividendos. Os projetos foram para votação no Senado.
Ainda no começo do mês, para compensar a perda de arrecadação por conta da revogação do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Governo precisava que a Medida Provisória (MP) que trata sobre tributação de aplicações financeiras e apostas esportivas, além de outros pontos, fosse aprovada até 8 de outubro. No entanto, ela perdeu a eficácia, pois foi rejeitada pela Câmara dos Deputados. Em razão da dificuldade para fechar as contas públicas, o Governo adiou a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.
Além disso, em outubro o Governo Federal anunciou um novo modelo de crédito imobiliário destinado à classe média. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) reduziu a bandeira tarifária para vermelha patamar 1. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) autorizou a Petrobras a perfurar poços para pesquisa exploratória na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, conhecida como Margem Equatorial. E a Petrobras anunciou uma redução de 4,9% no preço da gasolina para as distribuidoras. No entanto, o preço para o consumidor final depende também de outros custos, como a mistura com o etanol, o frete, os impostos e a margem de lucro dos postos.
No plano internacional, o governo de Israel e o Hamas realizaram a soltura de reféns como parte da primeira fase do plano de paz na Faixa de Gaza.
O mês também foi marcado por uma nova escalada nas tensões comerciais entre EUA e a China. A China ampliou os controles de exportação de produtos de terras raras, insumos essenciais para a indústria de tecnologia americana. O governo dos EUA anunciou, como retaliação, uma nova tarifa de 100% sobre os produtos chineses e novos controles para exportação de softwares críticos. No final do mês, os países anunciaram uma trégua comercial de um ano, com redução de tarifas, suspensão de sanções comerciais e cooperação no comércio agrícola e de fentanil.
Depois do primeiro contato na assembleia geral da ONU, o presidente americano, Donald Trump, e o presidente Lula conversaram por telefone duas semanas depois. O objetivo foi iniciar um diálogo entre os dois chefes de Estado para destravar as negociações sobre tarifas, investimentos e cooperação econômica. Os dois conversaram pessoalmente na Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na Malásia. Dado o passo político, a expectativa é avançar na parte técnica das negociações.
Para mais detalhes de alguns indicadores apresentados, inclusive com outras medidas de variação, acessem: Link.

Reforma Tributária: Especialista alerta para “erro fatal” em estruturas societárias e logísticas

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A iminente implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), pilares da Reforma Tributária brasileira, exige uma reavaliação urgente das estruturas societárias e logísticas das empresas. Segundo Roberto Rached Jorge, sócio do escritório IWMelcheds, mestre em Direito Tributário e pós-graduado em Direito Processual Tributário pela PUC-SP, a inação ou a manutenção de modelos antigos pode se configurar como um “erro fatal” com impacto direto na competitividade e na margem de lucro. O especialista alerta que o maior erro que as empresas podem cometer é manter estruturas pensadas para a tributação na origem, ignorando o impacto financeiro da nova regra do destino. Ele detalha a mudança na dinâmica de custos.

“Isso pode gerar perda de margem, acúmulo de créditos e contratos desatualizados, deixando a empresa menos competitiva durante a transição. O custo da mercadoria ou serviço para o comprador, a partir da vigência da CBS e do IBS, deverá ser o custo líquido dos créditos de CBS e IBS, e não o custo bruto, tendo em vista que esses tributos compõem o preço, mas são crédito imediato para o adquirente”, explica Roberto Rached Jorge.

O advogado também destaca a atenção necessária à dinâmica de créditos na transição do PIS/COFINS para a CBS. “As empresas sujeitas ao regime cumulativo ou monofásico do PIS e COFINS terão, com a CBS, o aproveitamento de créditos. Contudo, a aquisição de produtos e serviços de pessoas físicas ou empresas do Simples Nacional não gerarão créditos, ou gerarão créditos menores. Isso deverá ser levado em conta na precificação e comparabilidade de preço nas aquisições”, ressalta.
O fim da lógica logística do ICMS

A mudança mais drástica se dará com o IBS, que unificará o ICMS e o ISS. O advogado destaca que os planejamentos logísticos hoje calcados na busca por alíquotas menores de ICMS na origem (como a criação de centros de distribuição em estados específicos) não farão mais sentido com a entrada do IBS.

“Com a entrada do IBS, a alíquota de destino será a mesma em todo o país. Logo, os planejamentos hoje existentes, tais como centros de distribuição em locais com alíquotas menores de ICMS, não mais farão sentido. Estruturas logísticas atuais, que foram criadas com base em planejamento tributário do ICMS, precisarão ser revistas o quanto antes. Isso influenciará a modificação de cadeias logísticas inteiras, que terão uma nova lógica tributária”, afirma o sócio do IWMelcheds. Ele complementa: “O quanto antes for pensada a nova sistemática de tributação no destino, proveniente do IBS, mais eficientes serão as novas operações.”
Reestruturação Societária: Fusões e Holdings em foco

A Reforma Tributária também impacta diretamente a organização interna dos grupos empresariais. A CBS, ao estabelecer um modelo único não cumulativo, torna menos eficiente a divisão de operações em empresas sujeitas ao Lucro Real e Lucro Presumido dentro do mesmo grupo.
“Operações atualmente divididas em empresas sujeitas a regime do Lucro Real e Lucro Presumido terão uma eficiência muito menor com a entrada da CBS em 2027. Isso porque o Lucro Presumido se beneficia principalmente do PIS e COFINS cumulativo, com alíquota menor e não aproveitamento de créditos. Com a CBS, essa lógica cai, havendo um único modelo não cumulativo. A fusão de unidades de negócios poderá trazer ganhos de sinergia e economia de custos não tributários”, pontua Rached Jorge.
Por outro lado, a constituição de Holdings para compartilhamento de custos intragrupo ganha maior segurança jurídica. Na dinâmica atual de PIS e COFINS, há muitas discussões sobre a validade desses créditos. Com a CBS, o creditamento amplo trará maior solidez a esse modelo de gestão de custos.
A hora é agora

 

O especialista conclui que o tempo é o fator crítico. “O quanto antes for pensada a nova sistemática de tributação no destino, mais eficientes serão as novas operações. O planejamento não é uma opção, mas uma necessidade estratégica para garantir a sobrevivência e o crescimento das empresas no novo cenário tributário brasileiro.” Ele reforça que a reestruturação societária é uma medida de segurança jurídica: “A constituição de Holdings para compartilhamento de custos intragrupo torna-se um planejamento muito mais seguro, visto que na dinâmica atual de PIS e COFINS há muitas discussões sobre créditos relativos ao compartilhamento de custos. Com a implantação da CBS, esse creditamento amplo trará maior segurança jurídica a esse modelo.”

Roberto Rached

Sobre Roberto Rached Jorge:

Sócio no IWMelcheds, mestre em Direito Tributário e pós-graduado em Direito Processual Tributário pela PUC-SP. Possui vasta experiência em consultoria e contencioso tributário, com foco em grandes empresas e reestruturações complexas.

Faturamento do e-commerce deve crescer 17% na Black Friday 2025

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Online shopping concept. Shopping cart, laptop on the desk

Com foco em automação e inteligência logística, setor está pronto para crescer e manter o ritmo das entregas durante o pico de demanda

A Black Friday 2025 deve consolidar o e-commerce brasileiro em um novo patamar de maturidade tecnológica e eficiência operacional. Segundo dados da Neotrust, o setor deve crescer até 17% em faturamento neste ano, impulsionado pela ampliação do acesso digital e pela antecipação das promoções, que agora se estendem por todo o mês de novembro.

A tendência conhecida como “Black November” transformou a principal data do varejo em um desafio de longa duração. As empresas precisam manter o ritmo acelerado de vendas por semanas consecutivas sem comprometer o nível de serviço. Essa nova dinâmica aumentou a necessidade de planejamento estratégico, automação e previsibilidade logística, especialmente entre grandes varejistas e marketplaces.

Dados da Senior Sistemas, multinacional que fornece soluções de gestão e logística para parte das maiores operações do país, mostram que três das cinco principais empresas de e-commerce e quatro das dez maiores marcas de cosméticos on-line utilizam suas plataformas para orquestrar estoques, transportes e entregas.

Empresas com automação registraram desempenho superior em 2024

Durante a Black Friday de 2024, as operações que utilizaram sistemas da Senior processaram 7,6 milhões de pedidos — crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior. No total, foram 706 milhões de itens expedidos, alta de 5,8%, e um pico de 1,52 mil itens processados por hora.

No fim de semana da data, as soluções WMS da companhia movimentaram 1,6 milhão de pedidos, o equivalente a 8,8% de todo o volume nacional, com aumento de 16% sobre 2023. O desempenho reforça a importância da automação e da integração de sistemas para lidar com volumes recordes em curtos intervalos de tempo. Para o gerente de produto da Senior, Anderson Benetti, os resultados comprovam que tecnologia e planejamento antecipado são pilares indispensáveis de sucesso. “As empresas que estruturaram suas operações com base em automação conseguiram reduzir falhas, evitar gargalos e garantir entregas rápidas mesmo nos períodos de pico.”

A análise também indica uma mudança no comportamento de compra: em 2024, 21% das transações do mês de novembro se concentraram na última semana, e 9% de todas as vendas ocorreram no dia oficial da Black Friday.

Vendas se concentram no fim de novembro, mas operações duram o mês inteiro

Com os consumidores antecipando as compras, as empresas passaram a operar sob demanda elevada por mais tempo. A estratégia de promoções contínuas, aliada a benefícios como frete grátis e cashback, impulsionou o número médio de itens por pedido, que cresceu 13% em relação a 2023, alcançando 7,61 produtos por transação no e-commerce e varejo integrados. “O aumento no número de itens por pedido é um indicativo de recuperação da confiança do consumidor. Também mostra que as empresas estão mais bem estruturadas para atender volumes maiores sem perder o controle operacional”, analisa Benetti.

Tecnologia e dados impulsionam a previsibilidade logística

A eficiência logística durante a Black Friday depende, cada vez mais, da capacidade das empresas de prever cenários e ajustar suas cadeias em tempo real. Ferramentas de inteligência artificial e automação preditiva já são amplamente utilizadas para calcular rotas, redistribuir estoques e gerenciar equipes conforme o fluxo de pedidos. “Previsibilidade é o novo diferencial competitivo. Com IA e dados integrados, as empresas conseguem simular cenários, antecipar picos e tomar decisões com base em fatos — não em tentativa e erro”, explica.

O especialista destaca que a integração entre ERP, WMS e TMS tem permitido que grandes operações orquestrem todo o processo — do pedido à entrega — de forma coordenada. Esse modelo reduz custos e aumenta a produtividade em até 30% em comparação com operações manuais.

Planejamento como vantagem estratégica

À medida que as promoções se estendem por mais dias e o volume de pedidos cresce, o planejamento antecipado se consolida como o principal fator de sucesso.  Empresas que iniciam o ajuste de estoques e estratégias logísticas com mais de 30 dias de antecedência conseguem manter níveis de eficiência até 50% superiores durante a Black Friday, segundo análises do setor. “A automação entrega velocidade, mas é a equipe que transforma dados em decisões inteligentes. Quando tecnologia e pessoas trabalham em sincronia, o resultado aparece em toda a cadeia — da separação de produtos à satisfação do cliente”, conclui Benetti.

Com o avanço da digitalização, a diversificação dos canais de venda e o uso crescente de inteligência artificial, a Black Friday 2025 tende a ser uma das mais complexas e desafiadoras da história do varejo nacional.
As empresas que conseguirem unir automação, planejamento e análise de dados em tempo real estarão mais preparadas para absorver o crescimento de dois dígitos previsto para o período e converter eficiência operacional em vantagem competitiva duradoura.

Academia Brasileira de Odontologia empossa Geninho Thomé, fundador da Neodent, como Acadêmico Honorário

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Na última segunda-feira (10/11), o fundador e presidente científico e do conselho da Neodent, Geninho Thomé, foi nomeado Acadêmico Honorário da Academia Brasileira de Odontologia (AcBO). A cerimônia de posse foi realizada no Palácio Pedro Ernesto (Câmara Municipal do Rio de Janeiro).

Além do fundador da Neodent, outros profissionais também foram empossados no quadro da Academia, entre eles Acadêmicos Honorários — título concedido a cirurgiões-dentistas com mais de 70 anos e a profissionais de outras áreas que tenham prestado relevantes serviços à Odontologia.

Para Geninho Thomé, a instituição desempenha um papel essencial no fortalecimento do ensino e na evolução dos procedimentos odontológicos no Brasil. “Receber o título de Acadêmico Honorário da Academia Brasileira de Odontologia é uma grande honra e um marco muito especial na minha trajetória. A Academia tem um papel fundamental na valorização da Odontologia brasileira, promovendo o conhecimento científico, o desenvolvimento profissional e o reconhecimento de tantos colegas que contribuem para o avanço da nossa área. Fazer parte dessa instituição é motivo de orgulho e reforça meu compromisso em continuar trabalhando pela inovação, pela educação e pelo acesso à saúde bucal de qualidade”, afirmou.

Geninho Thomé é cirurgião-dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, com especialização, mestrado e doutorado em Implantodontia. Fundador da Neodent (1993), empresa de implantes dentários presente em 97 países, também criou a NEOORTHO, voltada a implantes ortopédicos, e o Ilapeo, instituto dedicado à pesquisa e ensino em odontologia. Atualmente, continua realizando cirurgias no Ilapeo e atua como Presidente Científico e do Conselho da Neodent, mantendo seu propósito de criar novos sorrisos e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Referência na odontologia e no empreendedorismo, Geninho figura entre os três maiores empresários do Paraná em 2025, segundo o Prêmio Líderes LIDE Paraná — prêmio que destaca líderes e organizações com contribuição expressiva para o desenvolvimento econômico e social do Estado. O reconhecimento reforça sua trajetória de inovação e sua contribuição para o fortalecimento do ecossistema empresarial paranaense.

Sobre a Academia Brasileira de Odontologia (AcBO)

A Academia Brasileira de Odontologia é uma entidade civil, filantrópica, de utilidade pública, sem fins lucrativos. Fundada em 25 de outubro de 1949 por uma plêiade de Professores da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), visa reunir Professores e Cirurgiões-Dentistas de todo o país para congregados, trabalhar intensamente pelo aprimoramento constante do ensino odontológico e, consequentemente, pela constante atualização dos procedimentos técnico-científicos da Odontologia brasileira.

A Academia é um dos cinco membros das entidades da cúpula odontológica brasileira, é independente e a única Academia Brasileira que tem, em seu quadro, representantes de todos os estados da Federação.