Especialista do CEUB revela que o coro das cigarras é um chamado ao acasalamento, impulsionado por hormônios e a busca pela sobrevivência
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Mega Drift Brasil acontece nos dias 8 e 9 de novembro no Parque da Cidade
Nos dias 8 e 9 de novembro, o Parque da Cidade, um dos espaços mais icônicos e vibrantes de Brasília, se transforma no palco da grande final do Mega Drift Brasil. No coração da capital, o som dos motores, a fumaça dos pneus e a energia do público prometem tomar conta da cidade em um fim de semana de pura adrenalina.
Encerrando a temporada 2025, o evento reúne os principais pilotos do país em um espetáculo de velocidade, técnica e emoção que deve marcar a história do automobilismo na região.
A competição ganhou destaque nacional ao longo da temporada e movimentou o público brasiliense na última etapa, realizada em setembro, na Granja do Torto. O evento reuniu 6.300 pessoas em dois dias e se consolidou como o maior espetáculo de drift da região.
Os resultados das etapas anteriores mostram o equilíbrio entre os competidores e aumentam a expectativa para a final. Na terceira etapa, Matheus Sartor dominou as pistas e garantiu o primeiro lugar, seguido pelo atual campeão Lucas Medeiros, que terminou em segundo e ainda conquistou o Top Qualify, e por Lucas Hanazono, que completou o pódio em terceiro. Já na quarta etapa, Lucas Kise surpreendeu e venceu, com Matheus Sartor em segundo e Lucas Medeiros em terceiro, reforçando a competitividade da disputa.
Todos esses nomes voltam a se enfrentar agora na grande final em Brasília, que deve encerrar o campeonato com disputas decisivas. “O Mega Drift cresceu muito em Brasília e já virou tradição. Essa última etapa é uma celebração do esporte, dos pilotos e dos fãs que fazem o drift acontecer”, afirma Gustavo Carvalho, organizador do campeonato.
Além das corridas, o público poderá acompanhar apresentações especiais com Diego Higa, referência internacional e vencedor de competições globais, e Múcio Eustáquio, conhecido por suas manobras radicais e estilo marcante.
Os ingressos já estão disponíveis no aplicativo oficial do Mega Drift e no site www.megadriftbrasil.com.br, com valores a partir de R$50 no segundo lote. As entradas são limitadas.
Mega Drift Brasil – Final da Temporada 2025
Data: 8 e 9 de novembro
Local Parque da Cidade – Brasília/DF
Ingressos: www.megadriftbrasil.com.br
Valor: a partir de R$50 no aplicativo oficial Mega Drift
Crianças até 10 anos não pagam arquibancada coberta
Norma extrapola competências legais e afronta a Constituição ao criar regime paralelo de regulação e fiscalização do ensino superior em medicina
O Pleno do STF ratificou a decisão liminar do Ministro Flávio Dino sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.864, apresentada pela Associação dos Mantenedores Independentes Educadores do Ensino Superior (AMIES) contra a Resolução nº 2.434/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM).
A norma publicada em 1º de agosto pelo CFM conferia aos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) a prerrogativa de fiscalizar estágios de estudantes de medicina com poderes para interditar atividades de estágio consideradas irregulares.
O ministro Flávio Dino, relator do caso, afastou, em sede de liminar, a possibilidade de interdição dos estágios, decisão na qual foi acompanhado à unanimidade pelos demais integrantes da Suprema Corte.
Na avaliação da Consultoria Jurídica da AMIES, a ratificação da medida liminar constitui indicativo de que a Resolução CFM nº 2.434/2025 pode ser integralmente suspensa, conforme pedido deduzido na ADI nº 7.864. Isso porque a Resolução extrapola as competências legais do CFM e afronta diretamente a Constituição Federal ao criar um regime paralelo de regulação e fiscalização do ensino superior em medicina.
Além disso, a iniciativa do CFM usurpa competências privativas da União, em especial a de legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional e sobre o direito civil, bem como interfere na esfera de atuação do Ministério da Educação (MEC).
Importante destacar que o tema da formação acadêmica se insere na competência do Ministério da Educação, enquanto o CFM tem como principal atribuição a fiscalização do exercício profissional, ou seja, atua após a formação acadêmica.
Agora, com a confirmação da liminar, o processo seguirá para julgamento de mérito, continuando suspensos os dispositivos Resolução CFM nº 2.434/2025 conforme indicado na decisão do Ministro Flávio Dino.
Ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre Silveira e Celso Sabino, além do governador do Pará, Helder Barbalho, e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participaram do evento em Belém (PA)
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Da esq. para a dir., o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o mediador do painel, João Victor Prasser (foto: Divulgação/Esfera Brasil)
Belém (PA) – O legado da COP30 para a Amazônia, o papel estratégico do Brasil na transição energética global e as preocupações com os impactos ambientais de novas tecnologias como a IA (Inteligência Artificial) foram temas centrais do Fórum Esfera Internacional, que reuniu autoridades públicas e líderes empresariais no lendário Theatro da Paz, em Belém (PA), na sexta-feira (10). O evento antecipou discussões em pauta na cúpula global do clima, que acontecerá em novembro na capital paraense, e que projeta o Brasil como protagonista da agenda ambiental global.
Durante o Fórum, o governador do Pará, Helder Barbalho, afirmou que a escolha de Belém para sediar o evento é singular por estar situada “na atmosfera da floresta, na atmosfera amazônica”, depois de edições sediadas em países “que têm a sua economia oriunda da captura de combustíveis fósseis, portanto, absolutamente antagônicas à agenda da sustentabilidade”.
Ao comentar a preparação da cidade, Barbalho disse que, apesar dos desafios urbanos, é “perceptível” o avanço de obras e equipamentos e projetou um legado ambiental duradouro.
O plano pós-COP, segundo o governador, passa por transformar biodiversidade em negócios sustentáveis. Barbalho citou o Parque de Bioeconomia da Amazônia e falou em erguer um “vale de biotecnologia” local. “Que nós possamos, em vez de usar chips, usar as nossas essências, as nossas plantas, a riqueza da floresta”, disse. Já o prefeito de Belém, Igor Normando, afirma que a COP é pensada para além do evento em si. “É o início de uma nova era para nossa economia e para o povo amazônico.”
O crime organizado também foi tema de debate pelo ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), que defendeu um modelo global e integrado de combate ao que chamou de “fenômeno transnacional”, comparável ao aquecimento global e às pandemias. O ministro destacou três frentes complementares: cooperação internacional (Interpol, Europol, Ameripol e o Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia), integração federativa (PEC das polícias) e uso intensivo de inteligência e tecnologia.
Já o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, explicou que a COP30 já opera em regime integrado, em modelo análogo ao implementado para reuniões do G20 e Olimpíadas, além de queda de 63% nos alertas de queimadas na Amazônia frente a 2024, uso de satélites e aeronaves e programas como o Ouro Alvo, que auxilia na rastreabilidade do metal garimpado na região.
Para o presidente do Conselho da Esfera Brasil, João Camargo, o papel do Fórum é entender a Amazônia como ela é: “o povo, as dificuldades e as oportunidades”. “Quem quiser falar de preservação precisa vir aqui, ver de perto, sentir a floresta e entender o que é viver na Amazônia.”
Na área de infraestrutura, o CEO da Aegea Saneamento, Radamés Casseb, citou o contrato da empresa com o governo do Pará como um dos legados mais relevantes da conferência, pois já inicia com 30% da população atendida por tarifa social. Casseb lembrou que o saneamento é um pilar essencial da sustentabilidade e da dignidade humana. “Nada é mais importante para o ecossistema do que o saneamento. Ainda há 100 milhões de brasileiros sem esgoto tratado e 40 milhões sem água potável contínua.”
O turismo também é fundamental para manter a floresta em pé e garantir prosperidade, segundo o ministro do Turismo, Celso Sabino, que anunciou durante o evento a meta de 10 milhões de turistas estrangeiros até o fim de 2025, antecipando em três anos o objetivo inicial. “O Brasil nunca ultrapassou 6,8 milhões em um ano. Já chegamos a 7 milhões e devemos superar 10 milhões até dezembro, um marco histórico.”
A digitalização da economia e a ascensão da inteligência artificial também representam importantes desafios, segundo os painelistas. A necessidade de se conciliar a alta demanda energética dos data centers que atendem empresas de IA com a busca por uma matriz energética limpa foi apontada como tendência relevante. Durante painel, a vice-presidente de Desenvolvimento da Visa, Vanessa Antunes Rodrigues, alertou sobre o custo energético da nova onda tecnológica. “A inteligência artificial trará ganhos imensos de produtividade, mas também um consumo energético exponencial”, disse. Para a executiva, o futuro da inovação combina tecnologia, propósito e colaboração intersetorial. “A economia digital precisa ser também uma economia sustentável. Inovar é encontrar formas de gerar valor para pessoas e para o planeta, de forma duradoura.”
Conectando a agenda digital à infraestrutura, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou a posição do Brasil na disputa por data centers e a vantagem competitiva oferecida pela energia renovável, farta no país. “As maiores companhias do mundo já exigem que seus data centers estejam conectados a matrizes renováveis. O Brasil reúne potencial, estabilidade e segurança energética para atrair esses investimentos estratégicos.” Silveira anunciou que o governo federal pretende realizar, no início de 2026, o primeiro leilão exclusivo de baterias de armazenamento de energia elétrica do país, com demanda prevista de 2 GW (gigawatts). O objetivo é contratar projetos em larga escala para armazenar energia de fontes intermitentes (solar e eólica) e liberá-la nos picos de consumo, equilibrando o SIN (Sistema Interligado Nacional).
Do lado da governança, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius de Carvalho, afirmou que a IA será “central em todas as agendas do Estado” e já gera resultados com o Alice, software que analisa licitações e identifica inconsistências. “Economizamos R$ 1,25 bilhão só no último ano usando IA.” Carvalho conectou corrupção no setor público, crime organizado e crime ambiental a um mesmo fenômeno, defendendo o uso de tecnologia para agir “na raiz”. “O crime organizado tenta assinar contratos com o poder público, e isso passa por corrupção. Precisamos de instrumentos tecnológicos para antecipar e bloquear essas práticas.”
No palco do Theatro da Paz, a jornalista Renata Varandas recebeu o cofundador da Cufa (Central Única das Favelas), Preto Zezé, que apontou a necessidade de incluir as populações das favelas e periferias, que são as mais afetadas pelas mudanças climáticas, nas discussões que orientam os grandes fóruns internacionais. “É difícil discutir saídas sem a presença de quem vive o problema na mesa. O planeta é um só. A crise ambiental vai atingir o campo de golfe e o barraco.”
Sobre a Esfera Brasil
A Esfera Brasil é uma organização criada para fomentar o pensamento e o diálogo sobre o Brasil e um think tank independente e apartidário que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Nosso objetivo é gerar debates que permitam a construção de um país melhor por meio da promoção de diálogo entre empresas, governos e instituições para busca de soluções viáveis para as principais barreiras de desenvolvimento do país. Desde a fundação em 2021 por João Camargo, hoje presidente do Conselho, o grupo organizou encontros com diversas autoridades, entre elas ministros, governadores, prefeitos, os presidentes da Câmara e do Senado, do Banco Central, do BNDES e dos principais partidos políticos do Brasil. A CEO da Esfera Brasil é Camila Funaro Camargo Dantas.
Protagonista de boatos, escândalos e traições, Arruda continua o mesmo de sempre
José Roberto Arruda não foi inocentado diante de graves crimes que cometeu contra o Distrito Federal e sobre isso ele evita falar nas últimas entrevistas. Arruda anunciou retorno à política mas possui cinco condenações em segunda instância que somam multa no valor atualizado de R$ 594,9 milhões.
O modus operandis arrudista continua sendo o mesmo, baseado em mentiras, provocações e muito cinismo. É preciso relembrar que Arruda agiu fortemente nos bastidores do PFL (que virou DEM) e traiu Paulo Octávio, forçando-o a desistir de sua candidatura ao GDF.
A HISTÓRICA PUXADA DE TAPETE DE ARRUDA CONTRA PO

Em 2001, Arruda renunciou ao mandato de senador devido ao envolvimento direto na violação do painel eletrônico do Senado. A revelação de que o painel tinha sido violado levou Arruda, que na época era líder do PSDB, e o já falecido senador Antonio Carlos Magalhães, do então PFL (atual DEM), renunciarem para não correrem o risco de terem o mandato cassado. Em um primeiro momento, Arruda chegou a negar a violação do painel do Senado, mas depois assumiu ter visto os votos dos senadores.
Antes de abandonar o cargo para evitar a cassação – naquele ano, a manobra ainda era possível –, Arruda chorou em plenário e jurou, em nome dos filhos, não ter envolvimento com a fraude. Pego na mentira, pediu desculpas públicas depois. Mesmo após esse constrangimento, em 2002 conseguiu o passe para voltar ao Congresso ao receber 320.692 votos e se tornar o deputado federal proporcionalmente mais votado do país, com 26,53% das indicações.
Eleito em 2002 para o Senado com mais de meio milhão de votos, Paulo Octavio havia construído uma sólida pré-candidatura ao Buriti e inesperadamente foi “atropelado” por Arruda e seu grupo em 2006. Ele disse que buscou inspiração em Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, José Sarney e Marco Maciel para mudar e manter unido o PFL do DF (que depois virou DEM).
Em 26 de junho de 2006, o então senador Paulo Octávio (PFL-DF) educadamente explicou o inusitado acordo que o levou a desistir de concorrer ao cargo de governador do Distrito Federal (DF) e aceitar ser o candidato a vice-governador na chapa do deputado federal José Roberto Arruda (PFL-DF).
“Fizemos o acordo que se dizia impossível. Conversei muito, ouvi conselhos de políticos experientes de todos os partidos e aceitei, de bom grado, a mediação do presidente do PFL Jorge Bornhausen. Diante de um possível impasse, decidi aceitar a composição com o deputado José Roberto Arruda”, afirmou PO.
Desde então, muitos políticos do DF aprenderam a não confiar em Arruda, principalmente Paulo Octávio.
MAIS UM BOATO E DESTA VEZ NO ESTADÃO
A colunista Roseann Kennedy afirmou em sua coluna no Estadão nesta segunda-feira (13), que Arruda pretende se filiar ao PSD de Kassab para disputar o Governo do DF contra Celina Leão em 2026. Arruda, ainda segundo a colunista, estaria tentando negociar com o Avante e o PSDB.
Após anos tentando se defender das graves acusações de corrupção que lhe foram imputadas, Arruda comemorou bastante as mudanças ocorridas na Lei da Ficha Limpa que podem torná-lo elegível em 2026.
Recentemente, prestes a ser catapultado do PL, Arruda preferiu sair antes e atualmente está sem partido, mas continua nas ruas e feiras afirmando que disputará as eleições ano que vem.
Em entrevista ao CB.Poder, do grupo Correio Braziliense, Arruda desmereceu o PSD, minimizou o apoio do partido a Celina Leão e Ibaneis Rocha e ainda tentou desqualificar a nomeação de André Kubitschek na Secretaria da Juventude, e também reclamou de José Humberto que está no Governo Ibaneis desde o início em 2019. “O Zé Humberto pegou os projetos do meu governo e levou para ele (Ibaneis)”, afirmou.
PEGOU DINHEIRO DE CORRUPÇÃO E COLOCOU A CULPA NO GOVERNO ANTERIOR (RORIZ)
Arruda era deputado federal e recebeu das mãos do delator Durval Barbosa dinheiro de propina, fato amplamente conhecido como “Mensalão do DEM”. Mas na entrevista ao CB.Poder, Arruda colocou a culpa no “governo anterior”, que era Roziz/Abadia. “Qual o erro que cometi? Recebi vinte mil reais, o sujeito maldosamente filmou e de vez em quando a rede social diz mas ele botou dinheiro na meia e digo não senhor! Quem botou dinheiro na meia é outro”, afirmou.
Para deixar claro o cinismo de Arruda: Quando era deputado federal ele recebeu recursos de Durval Barbosa que bancava seu escritório político na W-3 sul. Quando foi deflagrada a operação Caixa de Pandora em 27 de novembro de 2009, Arruda era governador e Leonardo Prudente era presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Ambos foram filmados pegando dinheiro das mãos do delator Durval Barbosa.
Durval Barbosa, o delator do esquema, afirmou em depoimento que começou a pagar uma “mesada” de R$ 50 mil a Leonardo Prudente a partir de março de 2003, quando Roriz ainda era governador, e os pagamentos continuaram mensalmente até dezembro de 2007, já durante a gestão de Arruda.

Para justificar o vídeo em que recebia dinheiro de Durval, José Roberto Arruda alegou que a destinação dos maços de notas de R$ 100 era para ações sociais desenvolvidas no período de confraternizações natalinas: compra de panetones.
Arruda chegou a apresentar notas fiscais dos produtos. No entanto, as investigações apontaram que se tratava de documentação forjada. Dessa forma, o então governador foi condenado por simular a aquisição de alimentos, com notas frias, para justificar o desvio de recursos públicos.
Prudente recebeu e colocou dinheiro de propina nas meias porque não cabia nos bolsos e foi afastado da presidência, e Arruda foi denunciado, preso e afastado do cargo de governador do DF em 2010.
Na entrevista ao CB.Poder, Arruda reinventa história, desconstrói a verdade e tenta se posicionar como político honesto, trabalhador e articulado, mas que na prática não é.
PAULO OCTÁVIO REITERA APOIO A CELINA LEÃO E DESMENTE ARRUDA

Em telefonema ao jornalista José Seabra, do portal Notibras nesta segunda-feira (13/10), Paulo Octávio, empresário e presidente regional do PSD, foi extremamente categórico ao afirmar que não existe nenhuma possibilidade de repetir chapa com José Roberto Arruda para disputar o Buriti. “Essa hipótese está fora de cogitação”, afirmou.

Amigo pessoal de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, Paulo Octávio também fez questão de declarar que o PSD no DF caminha com a vice-governadora Celina Leao (PP), nome que, segundo ele, reúne condições reais de unir forças em torno de um projeto sólido de continuidade administrativa a politica ao DF. “Se Arruda quiser disputar uma vaga de deputado federal pelo PSD tudo bem, mas governo, jamais!”, afirmou.
ARRUDA É LULA

Arruda nunca foi de direita, mas sim, amigo de Lula e sempre foi olhou para o próprio umbigo e acostumado atropelar amigos, correligionários e enganar a população enquanto mantém vida de alto padrão com salário de aposentado como engenheiro elétrico da CEB.

Enquanto isso, Arruda significa atraso, mentira, corrupção e muito cinismo. Se o Brasil fosse sério, Arruda estaria preso pelo que fez contra o Distrito Federal. Afinal de contas, por trás de “grandes obras”, houve farta corrupção. Até a ex-mulher de Arruda, a atriz Mariane Vincentini declarou que não ficou ficou surpresa com a Operação Caixa de Pandora.
Mariane afirmou em entrevista à edição de dezembro de 2009 da revista Istoé que o dinheiro arrecadado por colaboradores de Arruda servia para pagar despesas pessoas e para aumentar o patrimônio do ex-chefe do Executivo local. Ela disse também que não se surpreendeu com as denúncias de corrupção que estouraram na Operação Caixa de Pandora, realizada pela Polícia Federal em 27 de novembro de 2009. Arruda havia trocado Mariane por Flávia.

Após um casamento de quase dez anos, Mariane e Arruda se separaram no início de 2007, semanas após a posse dele como governador do DF. De acordo com a publicação, no acordo da separação extrajudicial, ela recebeu cerca de R$ 15 milhões. Faz parte da pequena fortuna uma casa avaliada em R$ 2,8 milhões. “A casa estava no nome de um construtor que tem contratos com o governo do Distrito Federal, foi transferida para os filhos mais velhos de Arruda e depois para mim”, revelou Mariane.
Segundo a revista, Vicentini confirmou que Arruda comprou um haras em Planaltina, uma das regiões administrativas mais distantes de Brasília. “Não sabia que Arruda gostava tanto de cavalos, mas soube que ele comprou um haras e recentemente deu de presente para nosso filho de quatro anos um cavalo puro-sangue”, disse a atriz à revista. De acordo com ela, nem todas as propriedades do então governador estavam em seu nome.
Em 2006, quando se candidatou ao governo, Arruda declarou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio de R$ 598 mil, composto de um apartamento em Brasília, um apartamento, uma casa e dois terrenos em Itajubá (MG), um OMEGA 2009, uma Ranger 2001 e um Gol 2001. “Muitas propriedades dele ficam em nome de laranjas e até de pequenos construtores”, diz a ex-mulher. “É só investigar que muita coisa pode vir à tona”, afirmou.
O patrimônio de Arruda cresceu em sete anos, cerca de 1.060%. Nas declarações apresentadas à Justiça Eleitoral, em 2002 e 2006, a soma dos bens do ex-governador não passava de R$ 600 mil. Em 2009, o patrimônio real da família Arruda, só em imóveis em Brasília, acumulou um valor de mais de R$ 7 milhões.
A DIREITA É CELINA

Arruda ignora o fato que atualmente o Distrito Federal é conservador, onde o bolsonarismo é forte e definitivamente atuante. Atual vice-governadora do DF, Celina Leão representa a direita com irrestrito apoio da amiga Michelle Bolsonaro.
Arruda só pensa retornar ao Buriti para quê mesmo? Retornar à cena do crime como fez Lula? Denúncias de corrupção sobram contra o governo lulista que empobrece a população, afasta investidores e afunda a economia do Brasil.
Fonte: donnysilva.com.br
Ministério da Saúde recebeu o primeiro lote nesta segunda-feira (13). Investimento total do Governo do Brasil na aquisição do Trastuzumabe Entansina foi de R$ 159 milhões
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Neste Outubro Rosa, o Ministério da Saúde recebe o primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, medicamento de última geração incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo, uma forma agressiva da doença que estimula o crescimento das células tumorais. A primeira remessa, com 11.978 unidades (6.206 de 100 mg e 5.772 de 160 mg), chegou nesta segunda-feira, 13 de outubro, ao almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
Ao todo, serão quatro lotes do medicamento. As próximas entregas estão previstas para dezembro de 2025, março e junho de 2026. Os insumos atenderão 100% da demanda atual pelo medicamento no SUS, beneficiando 1.144 pacientes ainda em 2025.
“É um avanço gigantesco para a oncologia nacional, com o primeiro protocolo clínico voltado a esse tratamento. Trata-se de uma medicação muito esperada pela nossa população, que poderá reduzir em até 50% a mortalidade das pacientes com câncer de mama do tipo HER2 positivo. É uma grande vitória para a saúde pública e para o povo brasileiro”, afirmou o diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto.
INVESTIMENTO – O investimento total do Governo do Brasil é de R$ 159,3 milhões para a compra de 34,4 mil frascos-ampola do medicamento, sendo 17,2 mil unidades de 100 mg e 17,2 mil de 160 mg. Por meio do Ministério da Saúde, foi negociada a aquisição no valor de cerca de 50% abaixo do mercado, garantindo economia de aproximadamente R$ 165,8 milhões e ampliando o acesso ao tratamento no SUS. Os preços negociados passaram de R$ 7,2 mil por frasco de 100 mg e R$ 11,6 mil por frasco de 160 mg para R$ 3,5 mil e R$ 5,6 mil, respectivamente.
INDICAÇÃO – O Trastuzumabe Entansina é indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença após a quimioterapia inicial, geralmente em casos de câncer de mama HER2- positivo em estágio III. A nova terapia representa um avanço no cuidado, ampliando as opções de tratamento no SUS e oferecendo melhores perspectivas de controle da doença e qualidade de vida. O medicamento será distribuído às secretarias estaduais de saúde, que farão a dispensação conforme os protocolos clínicos vigentes.
OUTRAS MEDICAÇÕES – Além do Trastuzumabe Entansina, o Ministério da Saúde avança na oferta dos inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe) indicados para o tratamento de câncer de mama avançado ou metastático com receptor hormonal positivo e HER2- negativo.
A portaria que autoriza a compra descentralizada desses medicamentos, por meio da Autorização de Procedimento de Alta Complexidade (APAC), será publicada ainda neste mês. Esse modelo permite que estados e municípios realizem diretamente a aquisição dos medicamentos, com financiamento federal, otimizando a logística e garantindo que o tratamento chegue com mais agilidade às pacientes atendidas nos serviços especializados.
MAMOGRAFIA AMPLIADA – Recentemente, o Governo do Brasil anunciou mudança na faixa etária para realização da mamografia no SUS. A partir de agora o exame está disponível também para mulheres a partir dos 40 anos, mesmo na ausência de sintomas de câncer. A ampliação da faixa etária fortalece o diagnóstico precoce e o acesso à assistência, especialmente para mulheres que antes encontravam barreiras no sistema público de saúde, como a exigência de histórico familiar ou de sinais clínicos da doença. Em 2024, as mamografias realizadas em mulheres com menos de 50 anos já corresponderam a 30% do total, ultrapassando 1 milhão de exames.
AGORA TEM ESPECIALISTAS – Em outubro, também foi iniciado o trabalho das 28 carretas do Agora Tem Especialistas, que levam atendimento para o público feminino em regiões com vazios assistenciais em 20 estados brasileiros. Para reduzir o tempo de espera no SUS, a iniciativa inédita do Governo do Brasil tem foco na saúde da mulher, com trabalho voltado para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero.
As carretas da saúde da mulher atuam em locais de difícil acesso e com pouca oferta de serviços especializados de saúde. Os primeiros atendimentos começaram nesta sexta- feira (10), com 15 unidades móveis distribuídas em municípios de 13 estados: Humaitá (AM), Rio Branco (AC), Macapá (AP), Paulo Afonso (BA), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Diamantina (MG), Campo Grande (MS), Lagarto (SE), Registro (SP), Palmas (TO), Senhor do Bonfim (BA), Japeri (RJ) Guaranhuns (PE) e Goiânia (GO). A estimativa é que sejam atendidos 42,5 mil pacientes ao longo do mês, sendo realizados 130 mil procedimentos, entre consultas, exames e biópsias.
Formulário parcial, disponível até 15 de outubro, permite acompanhamento e ajustes antes da entrega final
O Distrito Federal dá início ao 5º ciclo de prestação de contas dos projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo (LPG). Até 15 de outubro, os proponentes podem preencher o relatório parcial na plataforma oficial da LPG-DF (https://leipaulogustavodf.
O Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds), organização da sociedade civil (OSC) parceira da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), é responsável pela gestão da legislação no DF, coordenando a execução dos projetos aprovados e acompanhando a prestação de contas dos proponentes.
“A transparência e o acompanhamento responsável são pilares da aplicação da Lei Paulo Gustavo no Distrito Federal. Esse ciclo de prestação de contas reforça nosso compromisso com a boa gestão dos recursos públicos e com o fortalecimento da confiança entre o poder público e a comunidade cultural”, enfatiza o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.
O gestor da pasta entende que a Lei Paulo Gustavo é mais do que um investimento financeiro – é um instrumento de transformação social e valorização da cultura em todo o país. “No DF, esse processo de prestação de contas mostra a maturidade e o compromisso dos nossos fazedores de cultura, que compreendem que transparência também é parte essencial da criação artística”, destaca.
De acordo com a OSC, a etapa parcial tem como objetivo facilitar o acompanhamento e reduzir retrabalhos na fase final. “O relatório parcial permite que nossa equipe acompanhe de perto e oriente ajustes, garantindo que o Relatório Final esteja dentro dos parâmetros da LPG-DF. Quem preenche o parcial já deixa tudo estruturado, evitando correria e possíveis lacunas na hora da entrega definitiva”, comenta Adriana Trancoso, coordenadora de projetos do Centro.
O formulário parcial também possibilita corrigir erros ou complementar informações antes do envio final. Entregando apenas o Relatório Final, o proponente terá só uma chance de ajuste, sem margem para revisões posteriores.
A prestação de contas é obrigatória para todos os projetos contemplados pelos editais e premiações da Lei Paulo Gustavo, que, desde 2022, representa o maior investimento já feito no setor cultural brasileiro, com R$ 3,8 bilhões destinados a estados, municípios e ao Distrito Federal. No DF, o montante já repassado soma R$ 48,1 milhões, distribuído entre iniciativas de audiovisual, música, dança, teatro, literatura e demais áreas culturais.
O Cieds reforça que os proponentes podem contar com atendimento contínuo para esclarecer dúvidas durante o preenchimento.
Confira os canais de atendimento:
E-mail: editais@leipaulogustavodf.com.
WhatsApp: (62) 99612-6143
Instagram: @leipaulogustavodf
A diretoria do Grupo Carmais marcou presença em uma série de compromissos institucionais com representantes da BYD, incluindo um encontro com o fundador da companhia, Wang Chuanfu, durante a inauguração da nova fábrica da marca em Camaçari (BA). A agenda reforça a parceria entre o grupo nordestino e a montadora chinesa, que avança em sua expansão no país.
Representado por Júlio Ventura, Leonardo Dall’Olio, Rodrigo Ventura e Eduardo Weimar, o Grupo Carmais acompanhou de perto a inauguração da planta da BYD, que simboliza um novo capítulo para o setor automotivo brasileiro com o fortalecimento da produção de veículos elétricos e híbridos no país. O evento reuniu autoridades, executivos e convidados do setor, em um momento de celebração para a indústria nacional.
A visita também incluiu a participação da diretoria do grupo em compromissos relacionados à marca Denza, nova divisão de veículos premium da BYD que acaba de desembarcar no Brasil. O lançamento, realizado em São Paulo, no Casa Fasano, apresentou ao público o conceito de luxo tecnológico da marca, em um evento que reuniu nomes expressivos do setor automotivo e da sociedade.
Com presença consolidada no Nordeste e uma trajetória de mais de 50 anos, o Grupo Carmais mantém seu compromisso de acompanhar os movimentos do mercado e fortalecer alianças com marcas que representam inovação, sustentabilidade e novas formas de mobilidade.
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Com apoio de grandes marcas, o Jantar do Bem 2025 destacou a importância da mobilização social para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e o acolhimento de famílias em vulnerabilidade.
No dia 8 de outubro, o Instituto Ronald McDonald realizou a 16ª edição do Jantar do Bem, um dos eventos beneficentes mais tradicionais do país em apoio ao combate ao câncer infantojuvenil. A edição de 2025, que aconteceu no Tokio Marine Hall, em São Paulo, reuniu cerca de 600 convidados entre empresários, artistas, influenciadores e apoiadores em uma noite de solidariedade, emoção e impacto social.
Neste ano, o evento arrecadou R$1,4 milhão e foi apresentado pelo jornalista e apresentador Celso Zucatelli e pela atriz e apresentadora Sophia Abrahão, que conduziram a noite com leveza, sensibilidade e compromisso com a causa. A atração musical ficou por conta do Péricles, que embalou o público com grandes sucessos do samba e do pagode. Outra artista que encantou e emocionou os convidados, foi a harpista Tatiane Merlin. Um evento que transformou vidas
“O Jantar do Bem sempre foi muito mais do que uma noite especial. Ele representa a chance de oferecer esperança para famílias enfrentando a dor e o medo de um diagnóstico de câncer. Cada contribuição se transforma em acesso a tratamento, acolhimento e dignidade. Foi um momento em que todos, empresas, sociedade civil, artistas e cidadãos, se uniram em torno da vida”, afirmou Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald
Impacto social e mobilização
“A mobilização em torno do Jantar do Bem mostra que juntos conseguimos enfrentar grandes desafios. Não podemos aceitar que o lugar onde a criança nasce determine suas chances de cura. Nossa missão é garantir que cada família tenha acesso ao cuidado integral, e o Jantar é um elo poderoso nessa rede de solidariedade”, completa Bianca.
Conheça as empresas participantes
Apresentado pela MBRF, o Jantar do Bem contou com uma programação repleta de atrações especiais e momentos emocionantes. Essa noite de solidariedade só foi possível graças ao apoio de empresas que acreditam na nossa causa. Estiveram ao nosso lado como patrocinadores: McDonald’s, Martin Brower, Coca-Cola, Vigor, Bimbo, LambWeston, Bo Packaging, Celcoin, Krakowiak, Savoy Imobiliária Construtora Ltda., ABBRASIL, Capgemini, McCain, Cellier, Santander, Centerleste Empreendimentos Comerciais Ltda. e Interlagos Shopping Center Comercial Ltda.
“Acreditamos que alimentar o futuro é transformar vidas, e que grandes transformações sociais acontecem quando unimos esforços em torno de propósitos genuínos. Apoiar o Jantar do Bem é uma honra para a MBRF, não apenas como patrocinadora, mas como parceira de uma causa, levando nosso compromisso além do evento. Há mais de 20 anos, mantemos uma parceria com o Instituto Ronald McDonald, reforçando nosso compromisso em promover acesso, dignidade e esperança para milhares de famílias em todo o Brasil”, destacou Raquel Ogando, diretora de Comunicação e Impacto Social da MBRF.
Sobre o Instituto Ronald McDonald
Organização sem fins lucrativos, o Instituto Ronald McDonald há 26 anos atua para promover a saúde e bem-estar de crianças e adolescentes, aumentando as chances de cura do câncer infantojuvenil. Para atingir esse objetivo, o Instituto Ronald McDonald trabalha promovendo programas ligados à capacitação de profissionais e estudantes de saúde ao diagnóstico precoce, estruturação de hospitais especializados, a hospedagem para famílias que residem longe dos hospitais, e projetos que visem a disseminação de conhecimento sobre a causa. A ONG faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House Charities (RMHC), presente em mais de 60 países, coordenando os programas globais: Casa Ronald McDonald, voltado para a hospedagem, transporte e alimentação dos pacientes; e o Programa Espaço da Família Ronald McDonald, que torna menos desgastante o dia a dia das famílias durante o tratamento. No Brasil, há ainda outros dois programas locais: Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com ações específicas de combate ao câncer infantojuvenil. O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre os programas e as instituições beneficiadas no link.
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A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE) 2024-2034 se reúne nesta terça-feira (14), às 14h, no Auditório Nereu Ramos, para a apresentação do parecer do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), que também é integrante da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ).
O encontro contará com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, convidado para participar da reunião. O novo PNE definirá as metas e diretrizes para a educação brasileira na próxima década.
O projeto do novo PNE prevê 18 objetivos a serem cumpridos até 2034 nas áreas de educação infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica. A proposta foi elaborada pelo Ministério da Educação, a partir das contribuições de um grupo de trabalho, da sociedade, do Congresso Nacional, de estados, municípios e conselhos de educação. O texto também inclui sugestões da Conferência Nacional de Educação.