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Projeto ‘Conversa com Eles’ chega pela primeira vez ao transporte público para conscientizar motoristas e cobradores

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Iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania já alcançou mais de 2,5 mil homens em canteiros de obras e órgãos públicos e agora amplia o diálogo nas garagens de ônibus do DF

Reforçando a importância da participação masculina no combate à violência contra a mulher, o projeto “Conversa com Eles” esteve presente, pela primeira vez, em uma garagem de transporte coletivo. A ação ocorreu na manhã desta sexta-feira (3), com mais de 100 colaboradores do Grupo São José, entre motoristas, cobradores, gestores e equipe administrativa.

A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que nesta edição contou com a parceria da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), promove diálogos sobre comportamentos machistas e sua relação direta com os índices de violência contra a mulher. Até agora, já impactou mais de 2,5 mil trabalhadores em ambientes predominantemente masculinos, como canteiros de obras e órgãos públicos do Distrito Federal.

Para o motorista Luiz Carlos Araújo, que atua há 17 anos na empresa, a conversa foi essencial para despertar reflexões no dia a dia da categoria. “Trazer essa discussão é muito importante para que a gente aprenda a identificar e agir rapidamente caso uma situação de assédio aconteça durante o nosso trabalho”, destacou.

*Mudança no trabalho e dentro do lar*

O gestor de RH do Grupo São José, Fábio Primo, ressaltou que a iniciativa pode gerar impacto não apenas na rotina profissional, mas também na vida pessoal dos colaboradores. “A violência contra a mulher pode acontecer tanto com as passageiras dos nossos ônibus quanto na vida familiar dos funcionários. Essa parceria ajuda a orientar nossos colaboradores para que a conduta no trabalho e em casa seja cada vez mais respeitosa”, afirmou.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforçou a importância do diálogo direto com os homens.  “Combater a violência de gênero exige informação, escuta e conscientização. Ao levar o diálogo diretamente aos homens, o ‘Conversa com Eles’ contribui para mudar mentalidades sem recorrer apenas à punição.”

O “Conversa com Eles” integra o programa “Direito Delas”, criado para oferecer assistência social, psicológica e jurídica a mulheres, crianças, adolescentes e pessoas idosas vítimas de violência doméstica ou crimes graves. Atualmente, o programa está presente em 11 núcleos regionais do DF (Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia e São Sebastião). Desde sua criação, em 2023, já realizou mais de 10 mil atendimentos e alcançou 5 mil mulheres.

Novo padrão internacional vai ampliar segurança e capacidade do espaço aéreo brasileiro sobre o Atlântico

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Sistema PBCS permitirá rotas mais eficientes entre Brasil, Europa e África, com menos consumo de combustível, mais segurança e conectividade internacional

Brasil adota novo padrão internacional para reforçar segurança e eficiência do espaço aéreo no Atlântico – Foto: Divulgação

 

Brasil está prestes a dar um salto tecnológico no gerenciamento do tráfego aéreo sobre o Oceano Atlântico. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) está conduzindo a implementação no Brasil do sistema PBCS (Performance-Based Communication and Surveillance), ou Comunicação e Vigilância Baseadas em Performance. Na prática, o novo padrão permitirá que as aeronaves que cruzam o Oceano Atlântico voem mais próximas umas das outras com total segurança, aumentando a capacidade do espaço aéreo e possibilitando rotas mais diretas entre a América do Sul, a Europa e a África.

 

O PBCS é uma iniciativa da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), que define padrões de desempenho para comunicação entre pilotos e controladores e para o rastreamento das aeronaves em áreas oceânicas. Hoje, a ausência de radares e rádios convencionais no meio do Atlântico obriga a manutenção de grandes distâncias entre os aviões. Com a aplicação desse novo sistema, será possível reduzir essas separações de forma segura, abrindo espaço para que mais voos usem as rotas transatlânticas.

 

O Brasil é responsável por controlar uma das maiores áreas de espaço aéreo oceânico do mundo: a FIR Atlântico, por onde passam rotas cruciais que ligam a América do Sul à Europa e à África. Até agora, a necessidade de manter separações maiores entre aeronaves limita o uso desse espaço aéreo, mesmo com o crescimento da demanda internacional. Com o PBCS, o país se alinha às melhores práticas internacionais, responde ao aumento do tráfego e se posiciona como protagonista na modernização da aviação global.

Como o sistema funciona

Para que o PBCS seja aplicado com segurança, todos os elementos envolvidos – aeronaves, centros de controle e provedores de comunicação – precisam atender a dois padrões internacionais de desempenho:
– o RCP (Performance de Comunicação Requerida), que define a rapidez e a confiabilidade na troca de mensagens entre piloto e controlador;
– e o RSP (Performance de Vigilância Requerida), que estabelece a velocidade e a precisão com que a posição da aeronave deve ser informada ao controlador.

Divulgação/Mpor

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Esses parâmetros exigem que as mensagens sejam transmitidas em poucos minutos, com altos níveis de confiabilidade e disponibilidade. Na prática, a comunicação digital entre piloto e controlador deve ser entregue em menos de quatro minutos em praticamente todos os casos, enquanto os dados de posição da aeronave precisam chegar ao centro de controle em menos de três minutos, também com confiabilidade superior a 99%. Esse nível de exigência garante previsibilidade e reduz riscos operacionais.

 

O sistema permite também que piloto e controlador troquem mensagens de texto em tempo real, diminuindo a dependência da comunicação por voz, que pode ser mais sujeita a falhas ou congestionamento.

Um outro sistema também utilizado é o ADS-C, que envia automaticamente, em intervalos regulares, a posição e a rota prevista do avião diretamente para o controlador, garantindo que a aeronave seja monitorada mesmo em áreas sem radar, como o oceano.

 

Com esses recursos é possível reduzir de forma segura as distâncias mínimas entre aeronaves que cruzam o Atlântico. Segundo o Decea, a fase 1 do projeto – prevista para ser inaugurada até o final de 2026 – permitirá diminuir pela metade as atuais separações entre as aeronaves, tanto à frente quanto dos lados.

 

Divulgação/Mpor

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destaca esse avanço tecnológico. “O PBCS representa um marco para a aviação civil brasileira. O Brasil está adotando um padrão internacional que amplia a segurança, garante mais eficiência nas rotas e fortalece a conectividade do Brasil com outros países. É uma medida que une inovação tecnológica, competitividade e sustentabilidade, consolidando o país como protagonista nas principais rotas globais”, celebrou.

 

Mais segurança

A Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), do Ministério de Portos e Aeroportos, enxerga o PBCS como um mecanismo que reforça a segurança operacional, um dos pilares da Política Nacional de Aviação Civil (PNAC). Ao estabelecer padrões mais rigorosos de comunicação e vigilância, o sistema reduz incertezas no tráfego aéreo e previne incidentes que poderiam ocorrer por falhas de contato ou perda de monitoramento.

 

Além disso, o PBCS traz ganhos expressivos de eficiência no uso do espaço aéreo. Com comunicação mais rápida e vigilância mais precisa, os voos poderão seguir rotas mais diretas, evitando desvios e longas esperas. Isso torna as operações mais ágeis e fluidas, reduz custos operacionais e amplia a competitividade do setor aéreo brasileiro.

 

O MPor também destaca os benefícios ambientais, já que a otimização das rotas diminui o consumo de combustível e as emissões de gases de efeito estufa. Esse avanço se soma a outras iniciativas de sustentabilidade que vêm sendo adotadas no setor aéreo, reforçando os compromissos do Brasil com a descarbonização.

 

Por fim, a adoção do PBCS simboliza um passo de modernização tecnológica. A medida atualiza as capacidades de vigilância e comunicação do país, conecta-se aos programas de modernização da infraestrutura aeroportuária e harmoniza a regulação brasileira aos padrões globais definidos pela ICAO. Isso aumenta a credibilidade do Brasil no cenário internacional e fortalece sua inserção nas principais rotas transatlânticas.

 

 

Itapoã recebe mais de 7 mil pessoas na 61ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão

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Programa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) levou dois dias de serviços gratuitos, oficinas, cultura e atividades esportivas à Praça dos Direitos, que é referência na comunidade

 

O Itapoã recebeu, nesta sexta (3) e sábado (4), a 61ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, programa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) que já ultrapassou a marca de 500 mil atendimentos desde fevereiro de 2023. Nesta edição, realizada na Praça dos Direitos do Itapoã, localizada no Condomínio Del Lago II, mais de 7 mil pessoas aproveitaram os dois dias de serviços públicos gratuitos, atividades culturais, oficinas, ações de cidadania e cuidados com a saúde e o bem-estar.

Um dos destaques da programação foi a final do campeonato de futebol society infantil e juvenil, realizada na manhã deste sábado. A competição mobilizou ao longo da semana mais de 200 jovens atletas em cinco categorias: Sub-8, Sub-12, Sub-15, Sub-17 e Sub-Misto. Além dos alunos da Praça dos Direitos, participaram estudantes do CEF Dra. Zilda Arns e da Escola Classe 02, ambas do Itapoã.

Os campeões receberam medalhas e troféus das mãos da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, que destacou o papel transformador da iniciativa. “O GDF Mais Perto do Cidadão leva os serviços públicos para mais perto das pessoas, mas também promove momentos de convivência, aprendizado e valorização da comunidade. Já atendemos mais de meio milhão de cidadãos, e cada edição reafirma nosso compromisso com quem mais precisa”, afirmou a secretária.

Serviços, cuidado e bem-estar

Enquanto os filhos participavam das finais de futebol, muitas famílias aproveitaram os serviços oferecidos na Praça. A dona de casa Cleide Freitas, 43 anos, levou o filho Lucas, de 13, para jogar e também levou a cachorrinha Meg para vacinar e cadastrar para castração. “Aproveitei o dia todo. Meu filho participou do campeonato, consegui vacinar minha cachorrinha e ainda levei meu marido para cortar o cabelo de graça. Foi uma ação completa”, contou Cleide, elogiando o atendimento.

A Meg também foi uma das 200 cadelas, cachorros, gatas e gatos cadastrados para castração durante os dois dias de evento, por meio de uma parceria com a Secretaria de Proteção Animal (Sepan), que montou um trailer para os serviços de saúde e vacinação de pets. O marido de Cleide, Carlos Eduardo Freitas, também aproveitou o dia para cuidar do visual com os barbeiros do programa Voluntários em Ação, da própria Sejus-DF.

Oficinas, juventude e cultura local

O público ainda pôde participar de oficinas e atividades culturais. Na manhã de sábado, ocorreram as oficinas de karatê, com a ONG Resgate da Vida, e de grafite, com mentoria do artista Gilmar Satão. O estudante Daniel de Araújo, 17 anos, que participou também da Batalha de Rimas na sexta-feira, destacou a importância das atividades para os jovens da cidade. “O grafite é uma forma de mostrar o que a gente sente e vive aqui. Aprendi técnicas novas e quero seguir usando a arte como uma forma de expressão”, disse.

Na sexta (3), a programação incluiu a tradicional Batalha de Rimas, ação de escuta e valorização da juventude periférica, consolidada como ferramenta de prevenção ao uso de drogas. Outra atividade que mobilizou o público foi a 19ª edição do curso Nasce uma Estrela, com recorde de público: mais de 200 gestantes e familiares participaram da capacitação sobre gestação, parto e primeiros cuidados com o bebê.

O curso contou com a presença do Dr. Ricardo Fonseca, conhecido como “super pediatra”, além de doulas, técnicos de enfermagem e bombeiros militares. As participantes receberam bolsas com roupas, mantas e itens essenciais para o bebê, confeccionadas por pessoas privadas de liberdade capacitadas em corte e costura pela Funap-DF.

Serviços e cidadania em um só lugar

Durante os dois dias, o público teve acesso a atendimentos do Na Hora e da Polícia Civil, orientações jurídicas, oficinas culturais, serviços de beleza e atividades infantis. A auxiliar administrativa Jenifer Manuela de Oliveira, 30 anos, mãe da pequena Heloá, de 8, destacou o quanto o programa facilita a vida da população. “A gente não tem como se deslocar para longe, e aqui conseguimos resolver tudo perto de casa. Tirei a identidade da minha filha, atualizei o cadastro do Cras e ainda participei das atividades culturais. Foi uma grande ajuda.”

As atividades culturais também animaram o público com shows de axé e sertanejo, além de apresentações teatrais do Detran-DF sobre educação no trânsito.

Gama recebe Feira do Trabalho e do Campo a partir de segunda-feira (6)

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Evento gratuito valoriza a agricultura familiar e incentiva o empreendedorismo

De 6 a 11 de outubro, o Gama recebe a 3ª edição da Feira do Trabalho e do Campo, realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) em parceria com o Instituto Acolher. O evento é gratuito e promete transformar a cidade em um espaço de oportunidades, aprendizado e celebração da cultura local.

A feira reúne produtores rurais, artesãos e pequenos empreendedores, criando um ambiente de exposição e comercialização de produtos, além de oferecer oficinas, cursos e palestras voltados à capacitação profissional e ao fortalecimento do empreendedorismo local.

A feira terá oficinas, cursos e palestras voltados à capacitação profissional e ao fortalecimento do empreendedorismo local | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

 

A programação inclui, ainda, atrações culturais e artísticas, com destaque para a participação de talentos da região, valorizando a identidade e a diversidade do Distrito Federal.

“A Feira do Trabalho e do Campo é uma celebração da força da comunidade. Aqui, unimos desenvolvimento econômico, sustentabilidade e inclusão produtiva, criando oportunidades reais para todos”, afirma Tamires Rodrigues, presidente do Instituto Acolher.

“É uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho dos pequenos produtores, fomentar parcerias e abrir novos caminhos para geração de renda e desenvolvimento sustentável”

Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda

Mais do que uma vitrine de produtos e serviços, a feira se consolida como um espaço de integração entre campo e cidade, aproximando a população de iniciativas que geram trabalho, renda e desenvolvimento sustentável para o DF.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, a Feira do Trabalho e do Campo traz visibilidade. “É uma importante iniciativa para valorizar a agricultura familiar e fortalecer a economia local. É uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho dos pequenos produtores, fomentar parcerias e abrir novos caminhos para geração de renda e desenvolvimento sustentável”, afirmou o secretário.

Destaques da Programação

  • Feira de Produtos Rurais e Artesanato – diariamente, das 8h às 18h
  • Cursos de Gestão Financeira e Plano de Negócios (das 8h às 11h)
  • Cursos de Cooperativismo e Autogestão (das 14h às 17h)
  • Oficinas temáticas
    • Fuxico Sustentável
    • Meio Ambiente e Sustentabilidade
    • Biojóias e Artesanato Natural
    • Feiras Solidárias
    • Cooperar é Mais do que Somar
  • Palestras
    • Soberania alimentar e produção orgânica
    • Direitos do microempreendedor

*Com informações da Sedet-DF

Palestra gratuita discute Orientalismo nas Artes

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Atividade ocorre na segunda-feira (6), das 19h30 às 20h30, no Centro de Artes World Group, no Setor Jaó

Na segunda-feira, 6 de outubro, o Centro de Artes World Group promove uma palestra sobre Orientalismo nas Artes. A atividade, que é voltada para maiores de 16 anos, acontece das 19h30 às 20h30 com entrada gratuita e interpretação em Libras. Para participar, basta comparecer ao evento, sem necessidade de inscrição prévia.

A palestra propõe uma reflexão crítica sobre como culturas orientais foram historicamente representadas no Ocidente, muitas vezes a partir de estereótipos e exotizações. Conforme explica a ministrante Larissa Elias, professora, pesquisadora e bailarina, será discutido o próprio uso dos termos “Oriental” e “Oriente Médio”, construídos a partir de uma visão eurocêntrica que simplifica e homogeneiza realidades culturais diversas.

“A partir dessa crítica, buscamos compreender os impactos do orientalismo na dança, na música e nas artes visuais, e apontar caminhos de criação que valorizem o respeito, a pesquisa histórica e o reconhecimento das culturas que nos inspiram”, complementa.

Com base na experiência da Anhuma Tribal, companhia de dança especializada no Estilo Tribal fundada por Larissa Elias em 2018, a palestra visa lançar luz sobre os desafios e responsabilidades de artistas contemporâneos que dialogam com essas influências, transformando-as em linguagem poética e em gesto de resistência.

A atividade integra o projeto “Manutenção do Centro de Artes World Group”, realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Sobre o Centro de Artes World Group
O espaço que abriga o Centro de Artes World Group foi fundado na década de 1990 por Cristiane Moraes e Lamar Lamounier, com o propósito de fomentar atividades artísticas e culturais. Na época, era conhecido como Lamounier Ballet Teatro de Goiânia. Ao longo dos anos, o espaço assumiu diferentes facetas, funcionando como escola de balé, teatro (Lamounier Ballet Teatro de Goiânia) e sede do Instituto Científico e Cultural Lamounier.

Além disso, foi palco de lançamentos de livros, exposições, exibições de filmes e atividades colaborativas com instituições artísticas e acadêmicas locais. Também abrigou palestras culturais e científicas, promovendo o intercâmbio de conhecimento e experiências. Por meio de parcerias internacionais, fortaleceu sua conexão com países como Portugal, Itália, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Suécia e Alemanha.

Em 2015, o espaço foi transformado no World Group Center, ampliando sua atuação multidisciplinar, mas sempre mantendo o foco em atividades artísticas, especialmente na dança, por meio do seu Centro de Artes. Atualmente, o Centro de Artes World Group acolhe grupos artísticos independentes para aulas, ensaios e apresentações, reafirmando seu compromisso com a cultura e a criatividade.

SERVIÇO
Palestra Orientalismo nas Artes
Data:
06/10 (segunda-feira)
Horário: 19h30 às 20h30
Local: Centro de Artes World Group – Alameda Pampulha, 1773, Setor Jaó, Goiânia – GO
Classificação: 16 anos
Mais informações: instagram @worldgroupcenter
Interpretação em Libras
Projeto realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura
Entrada gratuita

Decisão do TST garante reintegração em casos de demissão por doença estigmatizante

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) reafirmou a aplicação da Súmula 443, que presume discriminatória a dispensa de empregados portadores do HIV ou de outras doenças graves que gere estigma ou preconceito. A decisão, firmada em Incidente de Recurso de Revista Repetitivo (IRR 254), consolida o entendimento de que, sendo inválido o ato de desligamento, o trabalhador tem direito à reintegração e ao restabelecimento das condições contratuais.

Para a advogada trabalhista e conselheira da Associação dos Advogados (AASP), Patrícia Anastácio, a medida reforça a necessidade de respeito à dignidade do trabalhador e de políticas claras contra a discriminação no ambiente de trabalho.

“Essa decisão é fundamental porque protege não apenas o vínculo de emprego, mas, principalmente, a dignidade da pessoa humana. Ela desloca o ônus da prova para o empregador, que deve demonstrar motivo lícito, objetivo e documentado para a dispensa. O simples fato de o empregado ter uma doença grave não pode ser justificativa para o rompimento do contrato”, afirma Anastácio.

A especialista ressalta ainda que a decisão impõe às empresas maior responsabilidade na gestão de desligamentos e na preservação do sigilo sobre condições de saúde dos trabalhadores. “As organizações precisam adotar critérios objetivos e transparentes para decisões de desligamento, treinar suas lideranças e equipes de RH, além de avaliar alternativas de readaptação antes de qualquer medida. É um alerta importante para a construção de ambientes laborais mais inclusivos e respeitosos”, complementa.

A reafirmação da Súmula 443 está em sintonia com o artigo 4º da Lei 9.029/1995, que veda práticas discriminatórias para fins admissionais ou de manutenção da relação de trabalho.

Decisão do STJ impõe ônus ao contribuinte e acende alerta para perda de restituição de tributos

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Tributaristas divergem sobre decisão que nega suspensão da prescrição por consulta fiscal e indicam o protesto judicial como medida de proteção

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a formulação de consulta fiscal à Receita Federal não suspende nem interrompe o prazo prescricional de cinco anos para pedidos de restituição de tributos pagos indevidamente. O entendimento, firmado pela 1ª Turma, impacta diretamente contribuintes que buscam soluções pela via administrativa e podem perder o direito à restituição por decurso do tempo.

O julgamento afastou a aplicação do Decreto nº 20.910/1932, que previa a suspensão da prescrição durante o reconhecimento de dívidas pela administração, e consolidou a prevalência do Código Tributário Nacional (CTN) como norma de regência para prazos prescricionais e decadenciais.

“Não existe, no CTN — que é lei complementar — qualquer dispositivo que determine a suspensão ou a interrupção da prescrição em favor do contribuinte nos casos de consulta fiscal”, explica Eduardo Natal, sócio do Natal & Manssur Advogados, mestre em Direito Tributário pela PUC-SP e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT).

“O benefício previsto para a consulta está no artigo 161, parágrafo 2º, do CTN, que afasta juros e penalidades enquanto se aguarda resposta, mas isso não alcança o prazo prescricional. Nesse sentido, considero a decisão tecnicamente acertada, pois preserva a coerência do sistema tributário.”

Para o especialista, o julgamento não deve gerar aumento da judicialização, por tratar de hipóteses pontuais. “O contribuinte ainda pode recorrer a instrumentos legítimos para prevenir a prescrição, como o protesto judicial, mas não pode confiar apenas na consulta administrativa”, acrescenta.

Já para Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados e CEO da Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária, o entendimento revela fragilidade na proteção da boa-fé e amplia o risco de perda de créditos legítimos.

“A decisão transfere ao contribuinte o ônus da demora estatal e pune quem age com transparência. O ideal seria que a própria lei previsse a suspensão da prescrição durante a análise administrativa, garantindo maior segurança jurídica”, afirma.

Segundo ele, enquanto não houver alteração legislativa, a medida mais eficaz para proteger o direito à restituição é o protesto judicial, que interrompe a prescrição e reinicia o prazo de cinco anos.

“O protesto atua como um escudo jurídico: congela o prazo prescricional e garante tranquilidade ao contribuinte, que pode aguardar a resposta da Receita sem risco de perder o direito”, orienta Censoni.

Ambos os especialistas convergem quanto à necessidade de atuar preventivamente. “A decisão reforça a importância de revisar processos administrativos em curso e adotar medidas que resguardem o crédito tributário. A boa-fé não pode ser penalizada pela ineficiência estatal”, concluem.

Fontes:

Eduardo Natal, sócio do escritório Natal & Manssur Advogados, mestre em Direito Tributário pela PUC/SP e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT).

Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

Caiado aciona STF para que União garanta repasses devidos à saúde de Goiás

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Ação aponta desequilíbrio e falta de critérios na definição de valores, além de omissão do governo federal. Estado teve queda nos recursos recebidos para a saúde

Caiado aciona STF para garantir o pagamento de R$ 1,2 bilhão de repasses do governo federal à saúde de Goiás – FotoS: Wesley Costa

 

A falta de critérios, o desequilíbrio e a omissão da União nos repasses destinados à saúde de Goiás levaram o governador Ronaldo Caiado a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Na Ação Cível Originária (ACO) protocolada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), nesta quinta-feira (2/10), o governo estadual aponta que os valores repassados são insuficientes para o custeio do sistema. Goiás acumula mais de R$ 1,2 bilhão de prejuízo em três anos.

“Hoje, o cidadão goiano recebe 0,6% menos recursos per capita em relação a outros estados, simplesmente porque o govenador Ronaldo Caiado não comunga com a metodologia e a forma do PT de governar”, afirmou o chefe do Executivo goiano em entrevista coletiva nesta sexta-feira (3/10). “Talvez, na cabeça do presidente Lula, o valor ponderal da vida em Goiás vale menos do que em estados que ele goste mais”, acrescentou.

De acordo com a Constituição Federal e a lei complementar 141/2012, a cada cinco anos a União deve atualizar os critérios de rateio para verba da saúde, fato que não ocorre desde 2012. Hoje, Goiás é o 11º estado em população, mas o 19º em repasses per capita. Essa falta de transparência ocasionou o aumento dos repasses a 22 estados, enquanto o território goiano teve queda. “O governo federal não apresenta nenhum critério do porquê exclui Goiás deste pagamento”, ressaltou Caiado.

A inércia da União tem provocado a sobrecarga das contas do Estado, que avançou nos últimos anos com abertura de novos hospitais e policlínicas para atendimento via SUS na capital e no interior. “Goiás está pagando o que é dever federal”, pontuou, revelando que a gestão estadual tem destinado para a saúde acima dos 12% exigidos em lei. “Em 2023, investimos R$ 4,13 bilhões, o que representou 13,9% da receita. Em 2024, foram R$ 4,73 bilhões, equivalente a 14,3%. Em 2025, estamos investindo 17,2%. Ou seja, 50% a mais do que é obrigação constitucional. Veja a disparidade”, sublinhou.

Dados de 2024 mostram a diferença entre os repasses da União e o custeio real de algumas unidades de saúde em Goiás. Um dos exemplos é o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) que recebeu apenas R$ 73,9 milhões do governo federal, enquanto o Estado destinou R$ 412 milhões, e o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), em que a União repassou R$ 35 milhões, e Goiás investiu R$ 210 milhões.

Diante da situação, Caiado declarou que espera do STF: o reconhecimento da omissão da União; a exigência de critérios transparentes; a reposição do teto de média e alta complexidade (MAC) para 2023, 2024 e 2025; e a inclusão do custeio permanente do Hospital Estadual de Águas Lindas (Heal). “Minha posição é de acreditar que o Poder Judiciário tomará posição diante de uma situação grave dessas”, arrematou.

Diálogo em vão
Antes de recorrer à Justiça, o Governo de Goiás tentou diálogo por diversas vezes junto ao Ministério da Saúde para tentar solucionar as questões. “Estive em mais de uma oportunidade em Brasília, junto à então ministra Nísia Trindade. Protocolamos mais de uma vez esse documento, pedindo a recomposição do teto MAC e o custeio do Hospital de Águas Lindas, que inclusive a própria ministra participou da inauguração, pedindo R$ 55 milhões para compor o valor e custear o hospital, que custa R$ 112 milhões/ano. Foi tentado de diversas formas, e não obtivemos êxito ”, informou o secretário de Estado da Saúde, Rasível dos Reis.

O hospital em questão foi inaugurado em junho do ano passado com a promessa de custeio por parte do governo federal. No entanto, só houve a transferência de R$ 1 milhão, enquanto o Estado aplicou mais de R$ 24,4 milhões para o funcionamento em 2024.

O procurador-geral do Estado, Rafael Arruda, disse que, como Goiás, outros estados prejudicados podem entrar com respectivas ações para cobrar do governo federal o que é devido. “É de se imaginar que nossa iniciativa gere algum incentivo aos demais estados, seja para o ajuizamento de ações cíveis pelos demais entes, seja por meio da adesão à nossa ação na condição de amicus curiae (terceiro)”, comentou o responsável pela ACO protocolada junto ao STF.

Vídeo: Governador denuncia que a saúde dos goianos sofre retaliação política do governo federal

 

 

 

fonte: donnysilva.com.br

PEC dos Precatórios acelera demanda por liquidez imediata em ativos judiciais

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A recente aprovação da PEC dos Precatórios no Congresso Nacional transformou drasticamente o cenário de pagamentos, que já era desafiador, modificando o panorama que já era ruim. As alterações trazem mais incerteza e potencial demora no recebimento, impactando diretamente advogados e credores. 


Diante deste quadro de alongamento e desvalorização potencial dos pagamentos, antecipar o crédito de precatórios passa a ser uma decisão estratégica e uma startup inovadora apresentada no ano passado ao mercado brasileiro, a Legal Trade abre uma fronteira de oportunidades para créditos judiciais. A Legal Trade oferece uma tecnologia por meio da qual ativos como os precatórios são tratados com o rigor técnico e previsibilidade de produtos financeiros tradicionais.

“A antecipação de precatórios é um dos trabalhos mais fortes da Legal Trade, e a empresa oferece condições excelentes de mercado para a capitalização imediata”, explica o advogado associado à empresa Júnior Pegorini.

Pegorini aponta três pontos cruciais que devem ser observados nesse novo regime de precatórios: prazo para pagamento, que antes tinha um horizonte até 2029, agora pode se estender por décadas;  que era corrigido pela Selic, passa a ser IPCA + apenas 2%; e estados e municípios podem destinar percentuais menores de sua receita anual para esses pagamentos, o que também prolonga os prazos.

Transformando Processos Judiciais em Ativos Líquidos
A proposta da Legal Trade é simples, mas disruptiva: transformar créditos oriundos de processos judiciais em ativos líquidos e previsíveis, possibilitando que advogados recebam imediatamente por causas com alta probabilidade de êxito e tenham acesso a uma nova e segura fonte de liquidez.

A tecnologia é o coração da Legal Trade. A empresa desenvolveu uma plataforma inédita baseada em jurimetria e inteligência artificial que mensura com precisão o valor de carteiras processuais, utilizando dados do histórico de tribunais e jurisprudência. Um dos grandes diferenciais reside no banco de dados proprietário, estruturado com base em informações públicas extraídas das plataformas dos tribunais brasileiros.

Com a aplicação da jurimetria e análise preditiva, a plataforma oferece um elevado grau de previsibilidade em relação a valores e prazos dos processos judiciais em diferentes instâncias e áreas do direito. Embora esse modelo não configure garantia de resultado, ele permite estimativas mais precisas e decisões estratégicas mais fundamentadas.

Parceria Estratégica e Credibilidade
O fundo Energy 21 é o primeiro parceiro estratégico a implementar a plataforma e realizar operações com precatórios, marcando o início da etapa 1 do projeto. A parceria reforça a robustez da plataforma e demonstra sua previsibilidade para advogados e seus clientes.

A Legal Trade atua em um mercado que já reconhece a negociação de precatórios como prática comum no Brasil. A novidade de sua operação, especialmente com o Fundo Energy 21, está embasada na tecnologia inovadora da startup, aliada à capacidade financeira do lastro do fundo.

Esse movimento ganha ainda mais força institucional com o anúncio recente da OAB São Paulo. Por meio do programa OAB Crédito, a entidade está desenvolvendo mecanismos para regulamentar e incentivar a venda de créditos judiciais por advogados, sendo a primeira do País a permitir que os profissionais da advocacia utilizem esses valores reconhecidos como ferramenta legítima de capitalização, com segurança jurídica e transparência.

Segurança e Democratização do Acesso ao Crédito
Para o investidor, os ativos judiciais são uma classe alternativa com perfil de retorno potencialmente atrativo, considerando o desconto aplicado na aquisição e os mecanismos legais, além de estarem respaldados por decisões judiciais, jurimetria e tecnologia avançada.

O diferencial da Legal Trade está justamente em sua tecnologia capaz de quantificar, com base em dados históricos e análise jurídica, o grau de risco e o prazo estimado para liquidação dos ativos.
Historicamente, escritórios de advocacia de pequeno e médio porte tinham acesso limitado à liquidez por meio da venda de créditos judiciais. Essa realidade muda com a atuação da Legal Trade, que, por meio de tecnologia, possibilita que esses escritórios estimem com maior precisão o valor de sua carteira de processos ativos.

A partir disso, surge uma alternativa concreta de capitalização, sem necessidade de comprometer bens ou apresentar garantias tradicionais — a própria carteira de ações judiciais pode ser utilizada como lastro da operação. Essa inovação amplia as oportunidades para jovens advogados e pequenos escritórios com ações trabalhistas, cíveis e outras causas recorrentes.

Com a parceria com o Energy 21, a Legal Trade desponta como pioneira na sistematização tecnológica do segmento de monetização de ativos judiciais e promete reconfigurar as fronteiras do investimento jurídico-financeiro no país. Advogados, especialmente de pequeno e médio porte, passam a ter uma ferramenta concreta de geração de caixa a partir de sua carteira de processos.

Especialista explica o que considerar antes de contratar uma empresa para cuidar do seu futuro nos EUA

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VisaLex alerta para os riscos do mercado informal e destaca boas práticas que garantem segurança e transparência em processos internacionais

 

São Paulo – A busca por oportunidades fora do Brasil cresce a cada ano, seja para estudo, trabalho, reunião familiar ou investimentos. Mas, junto com esse movimento, também se multiplicam os riscos para quem procura apoio na hora de iniciar o processo migratório.

O mercado informal atrai candidatos com promessas de resultados rápidos e garantidos, mas pode gerar prejuízos irreparáveis, desde a perda de documentos até a negativa definitiva de vistos. Nesse cenário, empresas sérias como a VisaLex reforçam a importância de escolher com cuidado quem será responsável por conduzir um passo tão decisivo na vida de qualquer pessoa.

Uma das primeiras medidas essenciais é verificar a credibilidade da consultoria. Profissionais licenciados, advogados especialistas em imigração e histórico comprovado de aprovações são fatores determinantes. Além disso, transparência nos serviços e nos custos é outro diferencial: processos migratórios envolvem diferentes taxas governamentais, etapas burocráticas e prazos que devem ser explicados ao cliente desde o início.

Outro ponto de atenção é a segurança de dados. Documentos pessoais e informações confidenciais fazem parte de qualquer processo de imigração, e apenas empresas que investem em tecnologia e sistemas de proteção garantem a privacidade dos clientes.

“Quando alguém busca mudar de país, não está só entregando documentos, está confiando sonhos, expectativas e futuro. Por isso, na VisaLex trabalhamos com transparência, suporte jurídico sólido e uma comunicação aberta: nosso compromisso é que cada cliente saiba exatamente onde está e para onde vai em cada passo do processo”, afirma Luciana Tavares, cofundadora e advogada especialista em imigração da VisaLex.

Luciana alerta ainda que não existem fórmulas mágicas ou garantias absolutas no processo de visto. Cada caso é analisado individualmente pelas autoridades de imigração, e cabe à consultoria oferecer orientação precisa, organização de documentos e acompanhamento próximo de todas as etapas. “Um visto não é apenas uma autorização: é uma nova vida. E isso exige que o profissional que o assiste conheça não apenas a lei, mas também as burocracias e os cuidados com cada situação. Evitar atalhos é proteger o sonho”, complementa.

Entre as boas práticas recomendadas na hora de contratar uma consultoria, estão a solicitação de contrato claro e detalhado, a checagem das credenciais dos advogados responsáveis, a pesquisa de reputação da empresa e a análise de depoimentos de clientes anteriores. Para Luciana, esses cuidados podem evitar fraudes e frustrações comuns em processos conduzidos por intermediários sem qualificação.

Com presença consolidada no mercado, a VisaLex se destaca pela atuação de advogados licenciados nos Estados Unidos, atendimento em português, inglês e espanhol e uso de tecnologia que permite ao cliente acompanhar o progresso do processo em tempo real. Com milhares de casos conduzidos e uma taxa consistente de aprovações, a empresa se posiciona como referência para brasileiros que desejam iniciar uma nova etapa de vida fora do país.

Sobre a VisaLex

A VisaLex é uma consultoria jurídica internacional especializada em imigração, cidadania e soluções consulares para brasileiros. Com sede nos Estados Unidos, a empresa combina atendimento personalizado em português, inglês e espanhol com tecnologia de ponta para oferecer processos ágeis, transparentes e assertivos. Mais informações em: www.visalex.com/pt.