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Tratamento precoce

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Tratamento precoce quase zero óbitos.

Tratamento precoce, salva milhões de vidas.

Tratamento precoce é igual zero lotação de UTIs.

Tratamento precoce, comércio aberto.

Tratamento precoce,  país livre e funcionando.

Quem não quer ? O lobby do inferno!

Mara Rocha: PSDB/AC divulga nota

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Tendo em vista a decisão da Deputada Federal Mara Rocha de se desligar do partido e as suas últimas declarações por meio da imprensa, a executiva estadual do PSDB/AC esclarece que:

– Em primeiro lugar, tratamos com absoluto respeito e indiscutível naturalidade o desligamento da deputada, e temos, a partir disso, procurado construir nosso caminho sem fazer quaisquer tratativas que contem com a sua participação, assim como continuamos desejando boa sorte em sua caminhada.

– Lamentamos, no entanto, que a postura da deputada, ao se desligar do partido, não se equipare nem de longe à postura do seu irmão, Major Rocha, que se desligou do PSDB mantendo conosco uma relação amistosa e reciprocamente cordial.

– Pelo contrário, Mara Rocha prefere vir à público fazer declarações inconsistentes a respeito das eleições de 2020, quando, pelo bem da verdade, recebeu da executiva nacional e movimentou discricionariamente um montante bastante significativo de recursos.

– A alegação de que tenha havido tratativas do governador Gladson Cameli com João Dória para que não viessem recursos para o partido em 2020 é fantasiosa e imatura, o que denota um real desconhecimento do processo. Se a deputada procurasse não tão longe de si mesma as respostas para os seus resultados, talvez investiria bem menos tempo para encontrá-las.

Seguimos convictos, na busca de construir o projeto de estado e de sociedade em que acreditamos, sempre pautados na democracia, na coletividade, na ética e na verdade, e cada vez mais distantes do individualismo, do negacionismo e da ingratidão.

Rio Branco, 05 de abril de 2021.

MANOEL PEDRO DE SOUZA GOMES
Presidente do PSDB/AC

Vacina

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O presidente da Argentina foi vacinado com a Sputnik que promete mais de 90% de eficácia e não adiantou.  Imagina com a Coronavac…

No Chile, vacinação não impede novos casos. Vacinados com Coronavac tem baixa quantidade de anticorpos, diz estudo.

Fome

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Só pra lembrar: quem passa fome não tem arsenal imunológico para se defender de doenças… Fica a dica. Entendeu, STF?

Érika Kokay condena ação contra invasores e divulga hashtag #OCUPACCBRESISTE

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A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) não estaria cometendo crime ao incitar invasores de área pública que continuem no local?

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Oziel Rodrigues é encontrado morto

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O pastor e cantor gospel Oziel Rodrigues, de 43 anos, foi encontrado morto neste domingo (4) em uma estrada rural de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. De acordo com a Polícia Militar (PM), o cantor estava amarrado a uma árvore com uma corda nas mãos, junto com outra vítima, um jovem de 19 anos, cuja identidade não foi divulgada. Oziel deixa a esposa e duas filhas.

Eu apoio a Lava Jato

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Sikera Junior mostra a real

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Mais de mil profissionais das forças de segurança foram vacinados nesta segunda-feira (5)

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Ao todo, Saúde já vacinou 1.479 profissionais de segurança, até o momento

JURANA LOPES, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

A Secretaria de Saúde iniciou, nesta segunda-feira (5), a vacinação contra Covid-19 para os profissionais das forças de segurança pública do Distrito Federal. Foram vacinadas 1.081 pessoas no primeiro dia, totalizando, até o momento, 1.479 profissionais de segurança vacinados. Apesar de hoje ser o primeiro dia da vacinação para esse público, anteriormente os profissionais já estavam sendo contemplados com as doses remanescentes.

Seguindo orientação do Ministério da Saúde, foram destinadas 2,3 mil doses da última remessa enviada ao DF para vacinar esse grupo. Segundo Alexandre Garcia, subsecretário de Atenção Integral à Saúde, a divisão das 116 mil doses recebidas na última quinta-feira (1º) foi feita pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações.

O “alívio” de quem foi vacinado

A 1º Sargento Kátia Martingil foi se vacinar na UBS 1 do Núcleo Bandeirante. Ela ficou surpresa com a vacinação e disse que agora se sente mais aliviada para ir trabalhar. “Perdi amigos pessoais e irmãos de farda para a Covid-19. Com a vacina, tenho esperança de dias melhores, com menos mortes”, afirma.

Na avaliação do 2º Sargento Fidelis, a vacinação é muito importante para os policiais militares para preservar a saúde e integridade física da corporação, tendo em vista que eles fazem parte das categorias essenciais e que se arriscam diariamente.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) elencou o número de profissionais proporcionalmente ao quadro de cada órgão que compõe a Pasta e a distribuição ficou da seguinte maneira: 770 profissionais da Polícia Militar (PMDF); 460 do Corpo de Bombeiro Militar (CBMDF); 350 da Polícia Civil (PCDF); 140 servidores da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape); 60 servidores do Sistema Socioeducativo (Sejus); 80 agentes do Departamento de Trânsito (Detran-DF); 50 servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP); 240 policiais da Polícia Federal (PF); 70 da Polícia Rodoviária Federal (PRF); 120 servidores do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e; 30 servidores do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

A superintendência da Região de Saúde Centro-Sul, da Secretaria de Saúde, ficou responsável por operacionalizar a vacinação dos servidores nos dias 5 e 6 de abril, nos períodos matutino e vespertino, nas unidades básicas de saúde da região, sendo elas a UBS 1 do Núcleo Bandeirante, UBS 1 do Guará 1, UBS 1 da Estrutural, UBS 1 do Riacho Fundo 1 e UBS 1 da Candangolândia e UBS 4 do Lúcio Costa.

Prioridades

A ordem da vacinação será de acordo com as prioridades: trabalhadores envolvidos no atendimento e/ou transporte de pacientes; trabalhadores envolvidos em resgates e atendimento pré-hospitalar; trabalhadores envolvidos diretamente nas ações de vacinação contra a Covid-19; trabalhadores envolvidos nas ações de vigilância das medidas de distanciamento social, com contato direto e constante com o público independente da categoria.

Garcia informa que “as forças de segurança pública que apoiam as medidas de lockdown no DF também estão na lista de vacinação. No entanto, a Secretaria de Segurança Pública deu preferência para os profissionais da ativa com idade mais avançada”.

O Ministério da Saúde estabelece que os demais trabalhadores da segurança pública e forças armadas que não se enquadrarem nas atividades consideradas prioritárias deverão ser vacinados de acordo com o andamento da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19.

Pesquisa da USP analisa situação de comunicadores após um ano de pandemia

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Finalidade é verificar como estão as condições de trabalho desses profissionais para atualizar cenário obtido na primeira fase do estudo, promovido no início do distanciamento social; preenchimento de formulário pode ser feito entre 5 e 30 de abril

São Paulo, 05 de abril de 2021 – Compreender a situação de trabalho dos comunicadores brasileiros após um ano de enfrentamento da Covid-19 no país é o objetivo dos pesquisadores do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

O estudo ocorre exatamente um ano após a realização de investigação inicial, que diagnosticou o momento vivido pelos comunicadores ainda no começo da pandemia. O relatório desta pesquisa, feita no primeiro semestre de 2020 e transformado em e-book, pode ser consultado aqui.

“Queremos verificar nesse momento, passado um ano em que o Brasil sofre com o agravamento cada vez maior da Covid-19, como está a situação de trabalho dos comunicadores que, muitas vezes, a exemplo dos jornalistas, ocupam o pelotão de frente do combate à doença ao assumir o árduo papel de informar corretamente a sociedade sobre os riscos e tentar dissimular, infelizmente, as fake news e o negacionismo que ainda perduram nessa terrível fase da doença”, afirma a professora Roseli Figaro, coordenadora do CPCT.

O formulário da pesquisa Como trabalham os comunicadores no contexto de um ano da pandemia da Covid-19?, que pode ser acessado aqui, ficará disponível entre os dias 5 e 30 de abril no site do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho e de entidades parceiras. Os respondentes poderão participar anonimamente, de modo a ter seu sigilo preservado.

Até o momento, 18 instituições fecharam parceria para divulgação do levantamento: Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ), Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Sindicato dos Publicitários, Agenciadores de Propaganda e Trabalhadores em Empresas de Publicidade do Estado do Rio Grande do Sul (SINPAPTEP-RS), Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 2ª Região (CONRERP 2ª Região – SP/PR), Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG), Associação Mineira de Propaganda (AMP), Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e de Publicidade no Estado da Bahia (SINTERP/BA), Sindicato dos Jornalistas no Ceará (Sindjorce), Associação Cearense de Agentes Digitais (ACADi), Oboré Projetos Especiais, Jornalistas&Cia, Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) e Associação Profissão Jornalista (APJor).

COVID-19 EM 2020 – O estudo inicial do CPCT sobre o tema foi promovido no começo do distanciamento social e reuniu 557 participantes de todo o país e do exterior. O relatório final evidenciou o aumento da jornada e do volume de trabalho, que tornou bem mais estressante a rotina dos comunicadores, que tiveram de conciliar a profissão com os cuidados da casa e dos filhos.

“A isso se soma também a sensação de cansaço sentida diariamente por esses trabalhadores, que ainda tinham de usar, na maioria das vezes, seus próprios instrumentos para trabalhar, como computador, celular e conexão à internet”, aponta Roseli Figaro.

Na ocasião, 70% dos profissionais reclamaram que o ritmo de trabalho estava bem mais intenso tanto para quem atuava na modalidade home office quanto para quem se mantinha em atividade presencial. Além disso, a pesquisa também destacou que as rotinas de produção sofreram muito com o distanciamento social, já que o contato com as fontes de informação, empresas e clientes ficou limitado, o que exigiu mais atenção e rigor na organização do trabalho.

“Pelo modo totalmente errático com que o governo federal tratou e vem tratando a pandemia, cujos casos de contaminação e de mortes só vem aumentando, nossa suspeita é a de que as condições de trabalho dos comunicadores pioraram, haja vista a grande quantidade de pessoas sem trabalho no país. Entender a situação desses trabalhadores, passado um ano da chegada da Covid-19 ao Brasil, ainda mais nesse momento de agravamento, pode auxiliar a diagnosticar os problemas advindos do quadro de precarização do trabalho e, a partir disso, cogitar possíveis alternativas para combater os graves impactos na área da comunicação”, conclui Roseli Figaro.

Link de acesso ao formulário: https://bit.ly/3cNOdS2