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Dia Nacional de Combate ao Bullying (7/4): pandemia aumenta a exposição das agressões online

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Em tempos de pandemia, psiquiatra faz alerta para cyberbullying, que pode desenvolver traumas para o resto da vida

No dia Nacional de Combate ao Bullying, 7 de abril, é importante falar sobre saúde mental das crianças e dos jovens, principalmente na pandemia. Durante o isolamento, o mundo digital está cada vez mais presente na vida de todos. Por isso, psiquiatras alertam para o bullying praticado nas redes. Segundo uma pesquisa realizada em 30 países divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), um em cada três jovens afirmaram ter sido vítimas de cyberbullying. Dos entrevistados no Brasil,  37%  disseram ter passado por situações como esta na web.

 

Para o médico psiquiatra Luan Diego Marques, casos de bullying online podem causar marcas tão profundas, que os traumas reverberam para o resto da vida. Ele ainda explica que cyberbullying, que são as agressões feitas online e de várias formas, como vídeos ou fotos, são ainda mais impactante para saúde mental do indivíduo “Nesses casos, devido à rápida disseminação nas redes sociais o impacto psicológico é ainda maior no jovem”, afirma o especialista em terapia interpessoal.

 

“Como se trata de um estresse, o cyberbullying afeta diretamente o psicológico. Inclusive, a autoestima e confiança. Há casos em que esses traumas são tão graves, que podem desenvolver crises de ansiedade, depressão e até dificuldade de socialização”, afirma o médico.

 

Situações como esta estão cada vez mais recorrentes. De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos, o Brasil é o segundo país com a maior incidência de cyberbullying no mundo. O médico ainda afirma que os pais devem observar o comportamento e escutar as crianças e os jovens. Além disso, ele ressalta a importância de procurar ajuda de um profissional. “Muitas vezes pode não parecer tão grave, mas para quem sofreu o bullying, tem muita relevância”.

Governo Federal entrega moradias a 435 famílias de baixa renda no Distrito Federal

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A casa própria de Ivonete Lobo foi pensada de acordo com as necessidades de seu filho, que tem limitações de locomoção | Foto: Alan Santos/PR
Cerimônia de repasse das chaves contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Investimento federal no empreendimento, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, foi de R$ 53,7 milhões
Brasília (DF) – O Governo Federal entregou, nesta segunda-feira (5), 435 moradias a famílias de baixa renda do Distrito Federal. Cerca de 1,7 mil pessoas serão beneficiadas com apartamentos dos residenciais Crixá IV e V, localizados em São Sebastião, cidade a 23 quilômetros do centro administrativo federal. A cerimônia de entrega simbólica da chave contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, além de outras autoridades.

Ivonete dos Santos, de 54 anos, ficou 20 anos na lista de espera pela casa própria no Distrito Federal. Nesta segunda-feira, ela e o filho, João Miguel receberam as chaves do apartamento todo mobiliado da mão do presidente Jair Bolsonaro. Dona Ivonete conta a satisfação de conquistar a moradia. “Nós nunca devemos desistir dos nossos sonhos. Devemos ter sempre a esperança e é por isso que agora tenho essa casinha que posso chamar de minha e que posso deixar para o meu filho no futuro”, disse.

“Três pessoas que entregamos as chaves são desempregados e um aposentado. São pessoas que dependem desta ajuda para morar com dignidade. É um momento de satisfação, fazendo pessoas felizes por intermédio de ações do nosso governo. Agradeço a todos que estiveram envolvidos neste projeto”, ressaltou o presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o ministro Rogério Marinho, desde o início do governo, o presidente Bolsonaro orientou o MDR a não poupar esforços para evitar que obras fossem paralisadas. “Uma casa própria, de boa qualidade, não são apenas paredes. É dignidade. As famílias são alicerce de qualquer nação e precisam ter o seu lar, o seu refúgio. A realidade da dona Ivonete é comum a milhares de brasileiros e, por isso, devemos continuar trabalhando, pois somos sensíveis às necessidades da população”, destacou o ministro Rogério Marinho.

A entrega contempla 288 unidades do residencial Crixá IV (entrega total) e 147 do Crixá V (entrega parcial). Os dois residenciais, que receberam investimentos federais de R$ 53,7 milhões, fazem parte do Conjunto Habitacional Crixá, com sete etapas que totalizam 1.904 moradias. Dessas, 800 habitações já haviam sido concluídas e entregues à população. Os apartamentos, de 47,65 m², têm dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. O condomínio, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, também conta com centro comunitário, playground, jardins e bicicletário.

Produção habitacional em 2020
Com a conclusão de 420 mil moradias em 2020, das quais 54 mil para famílias de baixa renda, mais de 1,68 milhão de pessoas tiveram o sonho da casa própria realizado. Foram, ainda, retomadas no ano passado 30 mil unidades que estavam paralisadas e poderão contemplar 120 mil pessoas. “Em 2021, temos a expectativa de entregar mais de 420 mil e, até 2023, de concluir mais de 500 mil unidades por ano. Estamos fazendo mais com menos. Este governo tem esta marca, de usar os recursos dos impostos em benefício da população brasileira, porque respeitamos o recurso proveniente do esforço e do suor de todos”, afirma Marinho.


Roberto Jefferson e as Decisões Monocráticas x Plenário

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Paula Belmonte critica descontrole financeiro do IGESDF

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Segundo o novo presidente, as dívidas chegam a R$ 250 milhões e só há R$ 44 mil na conta corrente

As dívidas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal passam dos R$ 250 milhões. Existem atrasos no pagamento de fornecedores, encargos trabalhistas, água, luz e muitas outras contas. As informações foram trazidas pelo novo presidente, Gilberto Occhi, que afirma que existe uma tentativa de reestruturação das contas.

Os dados foram fornecidos durante a reunião da Comissão Especial da Covid-19 no Distrito Federal, com a participação do senador Izalci Lucas (PSDB), da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) e do deputado distrital Leandro Grass (Rede).

Ao contrário do que prevê o contrato com a Secretaria de Saúde, o IGESDF gasta 92% do orçamento com pessoal. Eram previstos gastos de, no máximo, 70%. Atualmente, os repasses mensais do Governo do Distrito Federal são de R$ 83 milhões, mas o custo operacional passa de R$ 120 milhões.

Existem tratativas com o governo para que o contrato seja aumentado para R$ 102 milhões mensais. A situação orçamentária seria delicada, de acordo com Gilberto Occhi. “O que os senhores imaginarem o IGESDF deve. Água, luz, IPTU, condomínio, FGTS, INSS, imposto de renda e os fornecedores, que é o mais relevante aqui. Cheguei há cerca de três semanas e estamos em uma situação de apagar incêndio”, revelou.

Ao analisar a fala do presidente do IGESDF sobre a entrega de UPAS a partir de maio, a deputada federal Paula Belmonte criticou a situação das contas do instituto. “Vou fazer uma analogia muito simples, mas um exemplo de gestão. Uma dona de casa que está com as contas atrasadas não pensa em trocar de móveis, mas, sim, está pensando na alimentação dos filhos, o básico. Vamos aumentar um serviço que não é eficiente por conta de falta de transparência?”, questionou.

Occhi admite a necessidade de cortes de pessoal, mas essas demissões ainda não poderiam ser feitas. “Não conseguimos enxugar a máquina do Iges por não termos dinheiro para pagar rescisões. Não temos esse dinheiro. Na nossa conta corrente, temos 40 mil reais”, lamentou o presidente do IGESDF.

Existem ainda outros três gargalos cruciais para a estrutura do IGESDF: não existem sistemas de controle de estoque, de folha de pagamento nem de logística. São áreas que impactam diretamente na otimização do orçamento.

VEJA A REUNIÃO NA ÍNTEGRA

https://www.youtube.com/watch?v=DLXb-aTU9KY

Foto: Alexandre Motta

Quanto custa o silêncio da mídia paulista?

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Quando o vírus chinês fez um estrago no Amazonas, o assunto não saía da mídia. Curioso é que não vejo NADA sobre o estado de São Paulo,  que lidera o número de óbitos no Brasil.  Os jornais estão recebendo O QUÊ pra esconder a péssima gestão de Joao Dória? Cadê o MPSP, TCE, PF?

Fakhoury parte pra cima de Mainardi, acusado de receber R$ 8 milhões do governo Doria

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O jornalista Diogo Mainardi, o mesmo que endossou acusações esdrúxulas contra o empresário bolsonarista Otávio Fakhoury (de que supostamente pagava rede de bolsonaristas para difamar inimigos do governo), agora aparece recebendo milhões do governo Doria. “Podemos supor que é dinheiro para atacar Bolsonaro?”, questiona Fakhoury.

Valdetário confiante

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O advogado Valdetário Monteiro, atual procurador da OAB nacional no STJ, no Tribunal Superior do Trabalho, no Tribunal Superior Eleitoral e no Superior Tribunal Militar, está a mil no mundo jurídico.

Ex-presidente da OAB seccional do Ceará, ex-Chefe da Casa Civil no governo de Ibaneis Rocha (MDB), Valdetário têm tido rotina de superstar.

Por ser experiente, culto e extremamente profissional, Valdetário têm sido procurado para ouvir e dar conselhos aos jovens advogados da cidade.

Após passar por momentos de forte turbulência, Valdetário já respira aliviado, confiante de que nada fez de errado por onde passou. E segue rotina de muito trabalho.

Vacina Versamune – empresa brasileira Farmacore Biotecnologia Ltda anuncia os parceiros no desenvolvimento da vacina Versamune®-CoV-2FC

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Parceiros no desenvolvimento da vacina Versamune®-CoV-2FC são anunciados pela Farmacore Biotecnologia

A empresa brasileira Farmacore Biotecnologia, líder do consórcio para o desenvolvimento da vacina Versamune®-CoV-2FC, submeteu o pacote de dados regulatórios da Vacina contra COVID-19 para análise da ANVISA e espera obter anuência para o projeto e estratégia para os testes em humanos fase 1/2. A empresa apresentou dados pré-clínicos com resultados extremamente promissores e robustos em testes já realizados em roedores com a proteína S1 associada à plataforma vacinal Versamune®.

O Consórcio liderado pela Farmacore Biotecnologia engloba o Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Imunobiológicos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP e a empresa americana PDS Biotechnology Inc. e conta ainda com parcerias estratégicas tanto no Brasil como nos EUA para todas as etapas de desenvolvimento.

Do projeto de desenvolvimento local e externo e estudos clínicos a serem realizados no Brasil, a empresa conta com a participação de parceiros em diferentes setores.

Farmacore Biotecnologia

www.farmacore.com.br

A Farmacore foi fundada em 2005 como uma empresa StartUp na área de Biotecnologia com foco em P&D de produtos imunobiológicos inovadores para uso no setor da saúde humana e veterinária. Foi instalada inicialmente na Incubadora SUPERA e, atualmente, a empresa está instalada no Centro de Negócios do SUPERA Parque, em Ribeirão Preto/SP. A Farmacore é uma empresa brasileira de base tecnológica com experiência em P&D de imunomoduladores e de vacinas preventivas e terapêuticas para doenças infecciosas, autoimunes, alérgicas e tumores.

A Farmacore trabalha de forma descentralizada e possui uma ampla rede de parceiros, incluindo contratos e convênios com universidades públicas e privadas, agências públicas de fomento à pesquisa, bem como parcerias estratégicas com empresas privadas nacionais e internacionais.

Produtos e plataformas inovadoras para P&D de novas vacinas e imunomoduladores (Pipeline) inclui 8 vacinas para setor veterinário e 2 vacinas para o setor humano:

  • Estudo de vacina contra Tuberculose em fase pré-clínica demonstrou bons resultados em estudos preliminares em animais.
  • Plataforma imuno-terapêutica baseada em DNA:
    • Imunivax® – Imunomodulador baseado em DNA de plasmídeo para prevenção e / ou tratamento de doenças infecciosas, autoimunes e alérgicas, bem como tumores.
  • Plataforma Tecnológica de P&D para vacinas orais
    • Vacinas bacterianas micro encapsuladas e inativadas contendo adjuvantes para administração por via oral (ração ou água).

Helena Faccioli Lopes / Co-Fundadora, CEO – Graduada em Ciência da Informação pela FFCLRP-USP, Pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV, Gerente de Projetos da Rede Instituto Millennium de Pesquisa da Tuberculose e Centro de Pesquisas da Tuberculose da FMRP-USP por quatro anos. Experiência na gestão de empresas de biotecnologia, desenvolvimento e avaliação de projetos de inovação tecnológica, transferência de tecnologia, proteção à propriedade intelectual, fundadora de 3 empresas no setor de biotecnologia e uma de TI.

Dr. Thiago Malardo – Pós-Doutorado em Ciências pela FMRO-USP, especialista em biologia molecular.

Matheus Martinez Faccioli – Responsável pelo setor de scale up e produção de biológicos. Graduado em Engenharia Química Industrial pela Escola de Engenharia de Lorena da USP.

Aline Seiko Carvalho Tahyra – Atua em desenvolvimento de formulações com atividades imunoterapêuticas, estrutura in silício e ferramentas de predição de epítopos.

Izidoro vignola – Consultor, Engenheiro por formação com especialização em administração industrial (USP- fundação Vanzolini) e formação para conselho de administração (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), formado em Estratégia de Operação (Universidade de Cranfield, Inglaterra), especialista nas áreas de operações, engenharia, tecnologia industrial, gestão Industrial e “transferência de tecnologia” nas áreas farmacêutica e biotecnológicas, desenvolveu sua experiência em empresas como Merck (MSD), Sanofi-Aventis e deu suporte como consultor a empresas como Eurofarma, Cristália, Orygen Biotecnologia, entre outras.

Técnicos e pessoal de apoio – a empresa conta com uma equipe de técnicos, especialistas e pesquisadores parceiros dedicados aos projetos de P&D.

PDS Biotechnology Corporation – empresa parceira:

https://www.pdsbiotech.com

Dr. Frank Bedu-Addo, Presidente e CEO da PDS Biotech, lidera a PDS Biotech desde sua criação. Dr. Bedu-Addo é um executivo veterano de biotecnologia com experiência em iniciar e crescer organizações de biotecnologia com sucesso. Dr. Bedu-Addo obteve seu mestrado em Engenharia Química e Doutorado em Farmacologia pela Universidade de Pittsburgh.

Lauren V. Wood, Diretora Médica da PDS Biotech tem mais de 30 anos de vasta experiência em pesquisa clínica, mais recentemente como Diretora Clínica do Ramo de Vacinas, Centro de Pesquisa do Câncer, Instituto Nacional do Câncer. Dr. Wood é médica pela Duke University School of Medicine e B.A. em Biologia pela Oberlin College.

Gregory Conn, Diretor Científico da PDS Biotech, tem mais de 35 anos de experiência em desenvolvimento de drogas, incluindo o desenvolvimento de medicamentos antivirais e anticancerígenos. Ele é formado pela Faculdade de Medicina Albert Einstein, onde obteve tanto seu mestrado quanto doutorado, descobrindo novas moléculas angiogênicas no cérebro humano.

Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Imunobiológicos – FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO USP.

www.fmrp.usp.br

Prof. Dr. Celio Lopes Silva e equipe técnica – Professor Titular de Imunologia e Biotecnologia do Departamento de Bioquímica e Imunologia da FMRP-USP. É graduado em Farmácia pela FCF-USP; Mestre e Doutor em Bioquímica pelo IQ-USP; Livre-Docente em Microbiologia Médica pela FMRP-USP; Pós-doutorado por 2 anos no National Institute for Medical Research em Londres; frequentou curso de especialização em Jornalismo Científico e sobre Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica na UNICAMP.

Responsável pelo desenho, execução e acompanhamento de estudos pré-clínicos de nossa vacina.

CIEnP – Centro de Inovação em Estudos Pré-Clínicos

http://cienp.org.br

Prof. Dr. João Batista Calixto e equipe técnica – João B. Calixto é graduado em Ciências Biológicas pela UnB (1973), Mestre em Farmacologia pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP, 1976) e doutor em Farmacologia USP, (1984). Foi um dos criadores do Departamento de Farmacologia e primeiro coordenador do curso de pós-graduação em Farmacologia da UFSC, onde iniciou sua carreira em 1976. É professor titular (aposentado) de Farmacologia da UFSC, pesquisador nível IA do CNPq e Membro da Academia Brasileira de Ciências desde 2000(ABC). Eleito duas vezes presidente da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE)

Responsável pela execução dos estudos de toxicidade de nossa vacina.

HCOR – Hospital do Coração

https://www.hcor.com.br/instituto-de-pesquisa/quem-somos/

O Instituto de Pesquisa HCOR foi inaugurado em 2007. Desde o início, foi concebido para ter como grandes diferenciais o desenvolvimento, a execução e a publicação de estudos clínicos de grande porte e alto impacto. Os estudos elaborados pelo Instituto de Pesquisa HCor sempre foram focados em temas como: impacto clínico, mudanças de diretrizes nacionais e internacionais, influência em políticas de saúde, melhoria de prática clínica, aplicabilidade
prática imediata dentro do cenário de prevenção e tratamento de enfermidades prioritárias.

Medigen Inc. e Expression Systems

www.medigen-usa.com  e www.expressionsystems.com

Empresas contratadas para o desenvolvimento inicial dos lotes pré-clínicos e clínicos de fases 1 e 2.

Peter Pushko, PhD

Peter Pushko tem mais de 25 anos em biologia molecular, virologia e desenvolvimento de vacinas. Depois de receber seu doutorado, o Dr. Pushko concluiu os estudos de pós-doutorado na Universidade de Cambridge, Reino Unido e no Instituto de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas do Exército dos EUA, Ft. Detrick, MD. Ele é autor de inúmeras publicações sobre vacinas contra gripe, alfa e filovírus. Dr. Pushko atualmente atua como Presidente e Diretor Científico na Medigen, Inc., Frederick, MD (www.medigen-usa.com). Seus interesses de pesquisa incluem vacinas para doenças virais emergentes, incluindo gripe pandêmica. Peter desenvolveu vírus atenuados in vivo e partículas semelhantes a vírus (VLP) como uma forma de vacina para vários tipos de vírus.

Essas empresas são especializadas na obtenção de proteínas e sua expressão em Baculovirus que desenvolvem vacinas contra doenças infecciosas emergentes e doenças crônicas, incluindo câncer. Seus serviços incluem preparação de VLP (Partículas virais, não infecciosas), microscopia eletrônica, biologia molecular, expressão de proteínas., incluindo qualidade a nível cGMP para utilização em humanos.

Condução dos estudos clínicos de Fases I/IIa e Fase III

Prof. Dr. Alexandre Biasi Cavalcanti – MD, PhD – Diretor do instituto de pesquisa. Médico, especialista em medicina intensiva, especialista em cardiologia, doutorado em Epidemiologia pela Faculdade de Medicina da USP. Post-Graduate Diploma in Clinical Trials pela London School of Hygiene & Tropical Medicine / University of London (External Programme). Atualmente é o Diretor do Instituto de Pesquisa do Hospital do Coração, médico da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital do Coração e da Unidade de Terapia Intensiva de Queimados do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Orientador do Programa de Pós-Graduação em Anestesiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Presidente da BRICNet, rede brasileira de pesquisa em medicina intensiva. Membro (suporte técnico) da Divisão de Pesquisa AMIBNet. Vice-Presidente do Instituto Latino-Americano da Sepse (ILAS). Diretor Científico UTI Adulto da Sociedade Paulista de Terapia intensiva (SOPATI). Atua na elaboração, implementação e gerenciamento de dados de ensaios clínicos randomizados e meta-análises. Principais áreas de atuação: ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas e meta-análises, terapia intensiva.

Profa. Dra.Lígia Nasi Laranjeira – Gerente do Instituto de Pesquisa

Prof. Dr. Fernando Godinho Zampieri – MD, MHS, PhD – Coordenador de Pesquisa Clínica

Dra. Nanci Valeis – Coordenadora de Assuntos Regulatórios

 

SYNOVA HEALTH

https://www.synovahealth.com

Synova é uma CRO (Organização de Pesquisa por Contrato) com sede no Brasil. É a maior CRO da América Latina para a indústria Farmacêutica / Biotecnológica, originada no Centro Brasileiro de Bioequivalência CAEP.

A empresa é a responsável por toda a parte regulatória do projeto, desde a redação dos dossiês para a ANVISA até o planejamento e monitoramento do ensaio clínico.

Especialistas dedicados ao projeto: Analistas de Assuntos Regulatórios e Científicos; Coordenadora de Assuntos Regulatórios e Científicos; Coordenador em Data Science & Software Development e equipe completa responsável pelos protocolos, desenvolvimento e execução.

Sobre a vacina Versamune®-CoV-2FC

O diferencial tecnológico da vacina Versamune®-CoV-2FC é a capacidade de geração de anticorpos neutralizantes (como nas vacinas convencionais), mas, ao mesmo tempo, reforçar a resposta imunológica ativando o sistema de defesa celular de cada indivíduo. A expectativa é a ação dupla dessa combinação – a geração de anticorpos contra o vírus SARS COV-2  e ativação de células T CD8+ CD4+ direcionadas contra regiões não variáveis ( conservadas ) do vírus-, provocando uma resposta imunológica robusta e que ofereça uma imunização de longo prazo, tornando o organismo capaz de enfrentar e proteger contra as mutações do vírus.

O projeto recebeu investimentos das empresas privadas parceiras e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação através da Rede-Vírus para execução dos estudos pré-clínicos e está aguardando confirmação do financiamento para execução dos ensaios clínicos de fases I/IIa e III, previsto para começar já neste segundo trimestre de 2021.

Os resultados pré-clínicos demonstraram potencial para induzir uma resposta imune ampla e robusta. Estamos ansiosos para avaliar nossa vacina em parceria com a Farmacore em ensaios clínicos com humanos e para avançar com nossos estudos, demonstrando o potencial de novas vacinas baseadas em Versamune®, fornecendo proteção de longo prazo contra infecção por vírus SARS- Cov2 (COVID 19)” Comentou o Dr. Frank Bedu-Ado, CEO da PDS.

“Nesta pandemia global, é responsabilidade da comunidade científica ser flexível e garantir que estamos priorizando a médio e longo prazo a vacina com maior potencial clínico contra o vírus e suas variantes e de eficácia prolongada.”, comentou Helena Faccioli, CEO da Farmacore. “Estamos entusiasmados em continuar avançando na parceria com a PDS Biotech e em ter o apoio da ANVISA para fornecer a oportunidade de desenvolver um tratamento no Brasil na luta contra esta pandemia.” – complementa a executiva.

As empresas utilizaram vários locais de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e nos Estados Unidos para progredir rapidamente no desenvolvimento da vacina. A Farmacore liderará os esforços regulatórios e de ensaios clínicos no Brasil, enquanto a PDS Biotech continuará a contribuir com conhecimento científico e suporte operacional.

A empresa está em processo avançado de seleção de parceiros privados nacionais para a produção industrial verticalizada de todas as fases da Vacina, aproveitando capacidades instaladas e auxiliando nas adequações necessárias para a disponibilização das vacinas no mais breve espaço de tempo pós aprovação final da ANVISA.

Sobre a PDS Biotechnology

A PDS Biotech é uma empresa de imunoterapia em estágio clínico com um crescente número de imunoterapias contra o câncer e vacinas contra doenças infecciosas com base na plataforma de tecnologia de ativação de células-T Versamune® (propriedade intelectual da empresa). O Versamune® efetivamente fornece antígenos específicos da doença para captação e processamento in vivo, além de ativar a importante via imunológica do interferon do tipo 1, resultando na produção das potentes células-T “killer”, além de anticorpos neutralizadores. A PDS Biotech tem criado várias terapias com base em combinações de Versamune® e antígenos específicos de doenças, projetados para treinar o sistema imunológico a reconhecer melhor as células da doença e efetivamente atacá-las e destruí-las. Para saber mais, visite www.pdsbiotech.com  ou siga-nos no Twitter em @PDSBiotech.

Sobre a Farmacore

A Farmacore é uma empresa de biotecnologia fundada em 2005 como uma startup, com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos imunobiológicos inovadores para uso nos setores de saúde humana e veterinária. É uma empresa de base tecnológica que realiza pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos para os setores humano e veterinário. Desenvolve produtos biotecnológicos e imunobiológicos inovadores e agrega valor a eles em todas as etapas do desenvolvimento, desde a concepção do projeto até a produção de biomoléculas e mantem parceria diversas com Instituições, empresas privadas nacionais e estrangeiras. www.farmacore.com.br

Sobre a Versamune®-CoV-2FC

A Versamune®-CoV-2FC é um projeto de vacina para COVID-19 com dupla proteção que combina a plataforma Versamune® de ativação imune com uma proteína recombinante desenvolvida pela Farmacore a partir do Coronavírus 2, da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) reconhecível por nosso sistema imunológico (antígeno). O perfil alvo da vacina é fornecer rápida indução de anticorpos neutralizantes, bem como células-T “killer” e células-T de memória contra o vírus SARS-CoV-2, em pacientes vacinados com Versamune®-CoV-2FC para proteger contra o COVID-19 e impedir a propagação da infecção.

 

Nova mudança na Secretaria de Empreendedorismo

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Mauro Roberto da Mata era subsecretário da Micro e Pequena Empresa na Secretaria de Secretaria de Trabalho, cargo que assumiu em maio deste ano. Antes, foi secretário de educação de Santo Antônio do Descoberto, entre 2018 e 2019.

Ex-representante legal de uma empresa de produção artística (a CRV produções), Mauro da Mata já teve contratos com a Secretaria de Cultura para apresentações de grupos folclóricos e duplas sertanejas.

Em 12 de março,  Mauro da Mata foi  exonerado do cargo de secretário de Empreendedorismo do DF. E agora, em seu lugar assume Amós Batista, que, além de considerável currículo e experiência em órgãos públicos, já presidiu o Conselho de Pastores do DF.

Segundo informações, Mauro da Mata estaria em franca campanha política utilizando o cargo e por isso foi exonerado.

Deputado manda recado direto ao General Braga Netto

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O deputado federal Otoni de Paula foi ao Twitter reagir sobre uma notícia que circula em Brasília. O ministro da Defesa General Braga Netto, estaria com vontade de se reunir com os ministros do STF.

“Mas para quê mesmo? Pra garantir que não corre risco da aplicação do art 142 da CF? Ministro, infelizmente nossa Suprema Corte está comprometida com seus interesses particulares, não com o Brasil. Não querem harmonia entre os poderes, antes querem subjugar os poderes. Ministro, cumpra seu dever constitucional. O senhor deve obediência ao comandante-em-chefe das Forças Armadas, o Presidente da República. E em segundo lugar, à Constituição Federal, e não  aos ministros da Suprema Corte.”