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Anos 1980 de volta à cena eletrônica de Brasília com álbum de Lucas Daniel Tomáz

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Músicas dos anos 1980 voltam com tudo, desde seriados, roupas e músicas. Neste embalo retrô, músico brasiliense Lucas Daniel Tomáz compõe álbum original baseado nos sintetizadores da Década Perdida

Em 2011, o filme Drive, com Ryan Gosling, trouxe à tona a música Nightcall, de Kavisnski, a qual formaria todo um gênero da década de 2010, o Synthwave. Após isso, houve uma onda oitentista em toda a cultura, até hoje. Uma prova disso é a série Strange Things, da Netflix. Chamado também de Vaporwave, Retrowave, Outrun ou simplesmente Synthwave, o estilo musical inaugurado no cinema fez uma legião de fãs pelo mundo.

Baseado nos timbres de sintetizados da década de 1980, o estilo é bem completo em termos de cultura. A estética é singular e faz parte de todo o aparato da “onda”. Carros em alta velocidade, sol ardente no horizonte, coqueiros, pisos quadriculados, neon, cores berrantes, especialmente o roxo e o púrpura, formas geométricas, tudo invocando o passado pensando sempre no futuro.

No cinema, é inspirado em Johgn Carpenter e seus filmes, especialmente da década de 19080 e 1990. Na literatura, por James Sallis e seu aclamado Drive. A própria capa da versão original tem este clima oitentista. Nos games, temos, dentr outros, Music Racer, jogo “arcade” o qual a jogabilidade depende da música synthwave que você coloca (a estética 80’s ajuda muito). Na TV, Miami Vice e demais séries e filmes. Na música, os sintetizadores icônicos da Década Perdida.

O estilo mostra assim que ao invés de haver saturação ou excesso de nostalgia pela década perdida, o que há novos movimentos, roupagens e interesses pelos anos 1980. Stranger Things confirma isso.

Brasília tem estilo

Este ano, o músico brasiliense Lucas Daniel Tomáz de Aquino lançou um álbum de synthwave. E se um estilo compreende toda uma década, o retrowave que teve início em 2011 foi bem representado.Algumas características são o baixo sintetizado, tempo de 120 bpm, texturas e melodias como chicletes, tudo isso dentro de um DeLorean, à noite, com as luzes dos néons da cidade refletindo em seu óculos escuro.

Lucas Daniel Tomáz de Aquino lançou dia 15 de agosto, nas lojas de músicas digitais, seu primeiro álbum eletrônico, chamado The Synthwave Concert.
Inspirado no synthpop e na new wave da Década Perdida e no som de bandas como Human League, New Order e Depeche Mode, o disco busca resgatar os sons nostálgicos daquela época.

“Existe um revival hoje dos anos 1980, basta ver as séries que assistimos, a moda como nos vestimos e o som que escutamos”, diz Lucas, “mas falta algo, não basta a nostalgia, tem que haver um fundo de verdade no mundo. É por isso que as letras são metafísicas”.  A maioria das letras do disco não são grudentas e não falam de amor, ao contrário, são filosóficas e tocam no ser.

Segundo o músico, a ideia foi ir atrás dos sons de sintetizadores clássicos da época como o ‘Juno-60’ e o ‘106’, de 1982 e 1984, além do TR-808, da Roland, que criou tudo o que se conhece hoje por miami bass.

Lucas Daniel Tomáz, que é DJ desde 1998, já havia lançado em julho deste ano um EP, intitulado ‘Tell us what we are’ e em seguida lançou “Ato e Potência”, música de trabalho deste disco.  Além das faixas citadas, o álbum vem com a canção “Esse” e um remix de UK Garage.

O disco chegou nas principais lojas digitais (Spotify, Deezer, Amazon, YouTube Music, Beatport etc) dia 15 de agosto e teve distribuição mundial pela Indiefy Records.

Aos que preferirem, o músico vai disponibilizar a edição em CD e em vinil 12″ polegadas por encomenda (Vinyl Lab) através do Facebook do autor (facebook.com/lucasfeat).

O single do disco, Ato e Potência, pode ser ouvido aqui:
Youtube Music:
https://music.youtube.com/watch?v=ziQlDQUE-i4&list=RDAMVMziQlDQUE-i4
Spotify:
https://open.spotify.com/album/16bKuRwF3cRgNIY2Fk3yuQ

Serviço:
Álbum: The Synthwave Concert
Artista: Lucas Daniel Tomáz de Aquino
Gravadora: Indiefy Records
Formatos: Digital, CD e LP (verde/transparente)
Google Play: https://tinyurl.com/y5nbzqmg
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4YH6vZOSEpOXxTysa1NYzh

 

Esquerda se une e realiza fórum para derrubar Bolsonaro

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Esquerda se une

Esquerda se une e Fórum pela democracia “Direitos Já” foi lançado na noite desta segunda-feira (2), na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Trata-se de um grupo para fazer oposição ao Presidente Jair Bolsonaro. Um Foro de São Paulo light, bem esquerda-caviar.

Segundo o sociólogo Fernando Guimarães, líder do grupo do PSDB “Esquerda Pra Valer”, o objetivo do “Direitos Já”, fórum criado em maio por ele e pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, é reunir políticos e membros da sociedade civil, da esquerda e da direita, “pela defesa do estado democrático de direito”.

Todo mundo mostrando a cara e saindo do armário: PSDB, PT, PSB, Podemos, Solidariedade e PC do B. Ao todo, 16 partidos.

Estiveram presentes, entre outros, Ciro Gomes (PDT), Flávio Dino (PC do 13), Márcio França (1)813), Luís Felipe D’Avila (PSDB-SP), Eduardo Suplicy (PT), Paulinho da Força (Solidariedade), Eduardo Jorge (PV) e Marta Suplicy (Sem partido). Esquerda se une.

É claro que FHC deu apoio irrestrito.

Segundo matéria do site Congresso em Foco, FHC, Antonio Anastasia (PSDB) e Aldo Rebelo (Solidariedade) “não participaram do evento, mas enviaram vídeos para serem transmitidos no local”.

“Geraldo Alckmin (PSDB) também não pode participar, mas uma mensagem sua foi lida na qual ele deu ‘total apoio ao movimento’:’

“Um texto de luto pela morte do ex-governador de São Paulo Alberto Goldmann (PSDB) foi lido no lançamento do Direitos Já. O tucano fazia parte do grupo.”

“O escritor e filósofo dos Estados Unidos Noam Chomsky também participou e fez discurso na reunião dos opositores a Bolsonaro.”

Fico surpreso de observar a falta de percepção desses políticos. Não conseguem ver o recado que o povo deu nas urnas e estão facilitando o trabalho para que todos saibam em que partidos e em que políticos não podemos votar de jeito nenhum, nunca mais.

Claro, se quisermos jogar na lata de lixo a velha política e a corrupção sistêmica.

P.S. O deputado federal José Medeiros postou no Twitter que o site Congresso em Foco é ligado ao PSOL e, por esse motivo, pediu para que não votassem nele para o Prêmio Congresso em Foco”.

Bolsonaro pede paciência: “O estrago deixado foi catastrófico”

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Bolsonaro

Jair Messias Bolsonaro, vem usando suas redes sociais para destacar medidas do seu governo. Essa é uma estratégia adotada pelo chefe do Executivo como forma de driblar o ativismo jornalístico promovido pela grande mídia, mantendo os seus apoiadores informados por meios alternativos.

Nesta segunda-feira (2) Bolsonaro pareceu comemorar os indicadores econômicos do país, que na última semana apresentou números positivos de crescimento do Produto Interno Bruto, além da redução na taxa de desemprego, de 12,5% para 11,8%. “O Brasil supera expectativas no enxugamento da máquina pública e na confiança do investidor”, disse o presidente.

“Criar ambiente favorável, minimizar os rombos deixados por governos anteriores e desenvolver ainda mais é a realidade, entretanto requer paciência. O estrago deixado foi catastrófico”, completou. “Taxa de emprego no turismo cresce 5,8% de maio a julho deste ano. Número acompanha crescimento que acontece desde abril no segmento ‘estadia e alimentação’.

Bolsonaro afirmou também que no “primeiro mês após a isenção de vistos [Austrália, Canadá, EUA e Japão], dispara gastos dos turistas estrangeiros. Em julho de 2019, US$598 milhões foram injetados na economia brasileira. Tirando o ano da Copa 2014, esse foi o maior crescimento dos últimos 16 anos. Um aumento de 43,4%. Já em comparação com o mês de junho deste ano, o aumento foi ainda maior: 59,8%. Estamos no caminhando certo e há muito o que fazer para expansão do turismo e giro da economia no Brasil”.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Pegamos o Brasil destruído e aos poucos vamos ressurgindo. Após a MP do pente-fino, o TCU apontou fraudes em benefícios na casa dos R$2,25bi. A aplicação gradual para quem realmente precisa vem junto, como o 13• para o Bolsa-família, somente com combate destas irregularidades.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

O Brasil supera expectativas no enxugamento da máquina pública e na confiança do investidor. Criar ambiente favorável, minimizar os rombos deixados por governos anteriores e desenvolver ainda mais é a realidade, entretanto requer paciência. O estrago deixado foi catastrófico.

Bolsonaro pede paciência: “O estrago deixado foi catastrófico”

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Bolsonaro

Bolsonaro: “Criar ambiente favorável, minimizar os rombos deixados por governos anteriores e desenvolver ainda mais é a realidade”

Jair Messias Bolsonaro, vem usando suas redes sociais para destacar medidas do seu governo. Essa é uma estratégia adotada pelo chefe do Executivo como forma de driblar o ativismo jornalístico promovido pela grande mídia, mantendo os seus apoiadores informados por meios alternativos.

Nesta segunda-feira (2) Bolsonaro pareceu comemorar os indicadores econômicos do país, que na última semana apresentou números positivos de crescimento do Produto Interno Bruto, além da redução na taxa de desemprego, de 12,5% para 11,8%. “O Brasil supera expectativas no enxugamento da máquina pública e na confiança do investidor”, disse o presidente.

“Criar ambiente favorável, minimizar os rombos deixados por governos anteriores e desenvolver ainda mais é a realidade, entretanto requer paciência. O estrago deixado foi catastrófico”, completou. “Taxa de emprego no turismo cresce 5,8% de maio a julho deste ano. Número acompanha crescimento que acontece desde abril no segmento ‘estadia e alimentação’.

Bolsonaro afirmou também que no “primeiro mês após a isenção de vistos [Austrália, Canadá, EUA e Japão], dispara gastos dos turistas estrangeiros. Em julho de 2019, US$598 milhões foram injetados na economia brasileira. Tirando o ano da Copa 2014, esse foi o maior crescimento dos últimos 16 anos. Um aumento de 43,4%. Já em comparação com o mês de junho deste ano, o aumento foi ainda maior: 59,8%. Estamos no caminhando certo e há muito o que fazer para expansão do turismo e giro da economia no Brasil”.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Pegamos o Brasil destruído e aos poucos vamos ressurgindo. Após a MP do pente-fino, o TCU apontou fraudes em benefícios na casa dos R$2,25bi. A aplicação gradual para quem realmente precisa vem junto, como o 13• para o Bolsa-família, somente com combate destas irregularidades.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

O Brasil supera expectativas no enxugamento da máquina pública e na confiança do investidor. Criar ambiente favorável, minimizar os rombos deixados por governos anteriores e desenvolver ainda mais é a realidade, entretanto requer paciência. O estrago deixado foi catastrófico.

À petistas, Toffoli diz que redes sociais ameaçam “valores democráticos”

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ministro Dias Toffoli

Em sua fala, Dias Toffoli demonstra que ele é muito mais uma ameaça à democracia do que as tais “fake news”

Não poderia ter sido em um lugar melhor! O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, participou na sexta-feira (30) do evento “Democracia e Direitos”, promovido pela Força Sindical na sede do Sindicato dos Metalúrgicos no centro de São Paulo, onde discursou afirmando que às redes sociais estão “colocando em risco valores democráticos”.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista é considerado o berço do Partido dos Trabalhadores (PT), pois foi lá que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que hoje está preso por corrupção, liderou o movimento de trabalhadores que fez surgir o maior partido de esquerda do Brasil desde então.

O mesmo Lula que nomeou Dias Toffoli para o cargo de ministro no STF durante o seu governo, após ele prestar longos serviços como advogado ao PT. Assim, não é surpresa que Toffoli apresente em seu discurso insinuações de cerceamento à liberdade de expressão, ao dizer que as redes sociais ameaçam os “valores democráticos”.

“As redes sociais hoje, ao invés de promoverem a solidariedade e uma relação humana entre as pessoas, disseminam o medo gerando o ódio, colocando em risco valores democráticos”, disse Dias Toffoli em seu discurso no Sindicato, segundo o portal do STF.

Ora, Toffoli usa como justificativa do seu argumento a existência de notícias falsas (“fake news”), como se isso fosse uma novidade dos tempos atuais, o que não é. Informações falsas sempre existiram desde a fundação da República. Os canais de TV e rádio já disseminavam informações falsas no século passado. O que mudou?

A mudança substancial é que hoje a população possui recursos próprios para saber o que é falso ou não, e não só isso. A própria população também consegue produzir suas próprias informações. Diferente do passado, hoje o público contrapõem ao que lhe é apresentado como “verdadeiro”, de modo que a grande mídia, por exemplo, não possui mais o monopólio da informação.

É verdade que esse mesmo poder de informação produzido pela internet potencializou a disseminação de notícias falsas. No entanto, de modo algum ele representa um risco aos valores democráticos. É justamente o contrário! É a própria liberdade de informação que produz mecanismos de combate às “fake news”.

Isso porque, ao invés de restringir, a internet expande o acesso à informação, permitindo que o usuário seja o seu próprio filtro. O contrário disso seria a implantação de mecanismos reguladores (como propõe o PT), e isto sim ameaça os valores democráticos, porque o poder de determinar o que é ou não uma “fake news” recai totalmente sobre o agente regulador, retirando da população essa autonomia.

A única ameaça à democracia, portanto, é quem julga haver risco em um mecanismo que ao invés de limitar, expande a liberdade de expressão, uma vez que dá voz a milhões de pessoas ao mesmo tempo. É isso o que faz a internet e consequentemente às redes sociais.

Em sua fala, portanto, Dias Toffoli demonstra que ele é muito mais uma ameaça ao país do que as tais “fake news” que ele tanto se preocupa em criticar.

À petistas, Toffoli diz que redes sociais ameaçam “valores democráticos”

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ministro Dias Toffoli

Não poderia ter sido em um lugar melhor! O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, participou na sexta-feira (30) do evento “Democracia e Direitos”, promovido pela Força Sindical na sede do Sindicato dos Metalúrgicos no centro de São Paulo, onde discursou afirmando que às redes sociais estão “colocando em risco valores democráticos”.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista é considerado o berço do Partido dos Trabalhadores (PT), pois foi lá que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que hoje está preso por corrupção, liderou o movimento de trabalhadores que fez surgir o maior partido de esquerda do Brasil desde então.

O mesmo Lula que nomeou Dias Toffoli para o cargo de ministro no STF durante o seu governo, após ele prestar longos serviços como advogado ao PT. Assim, não é surpresa que Toffoli apresente em seu discurso insinuações de cerceamento à liberdade de expressão, ao dizer que as redes sociais ameaçam os “valores democráticos”.

“As redes sociais hoje, ao invés de promoverem a solidariedade e uma relação humana entre as pessoas, disseminam o medo gerando o ódio, colocando em risco valores democráticos”, disse Dias Toffoli em seu discurso no Sindicato, segundo o portal do STF.

Ora, Toffoli usa como justificativa do seu argumento a existência de notícias falsas (“fake news”), como se isso fosse uma novidade dos tempos atuais, o que não é. Informações falsas sempre existiram desde a fundação da República. Os canais de TV e rádio já disseminavam informações falsas no século passado. O que mudou?

A mudança substancial é que hoje a população possui recursos próprios para saber o que é falso ou não, e não só isso. A própria população também consegue produzir suas próprias informações. Diferente do passado, hoje o público contrapõem ao que lhe é apresentado como “verdadeiro”, de modo que a grande mídia, por exemplo, não possui mais o monopólio da informação.

É verdade que esse mesmo poder de informação produzido pela internet potencializou a disseminação de notícias falsas. No entanto, de modo algum ele representa um risco aos valores democráticos. É justamente o contrário! É a própria liberdade de informação que produz mecanismos de combate às “fake news”.

Isso porque, ao invés de restringir, a internet expande o acesso à informação, permitindo que o usuário seja o seu próprio filtro. O contrário disso seria a implantação de mecanismos reguladores (como propõe o PT), e isto sim ameaça os valores democráticos, porque o poder de determinar o que é ou não uma “fake news” recai totalmente sobre o agente regulador, retirando da população essa autonomia.

A única ameaça à democracia, portanto, é quem julga haver risco em um mecanismo que ao invés de limitar, expande a liberdade de expressão, uma vez que dá voz a milhões de pessoas ao mesmo tempo. É isso o que faz a internet e consequentemente às redes sociais.

Em sua fala, portanto, Dias Toffoli demonstra que ele é muito mais uma ameaça ao país do que as tais “fake news” que ele tanto se preocupa em criticar.

Venezuelanos em Roraima reflete o que é fugir do socialismo

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venezuelanos

Populações inteiras de venezuelanos fugindo de regimes tirânicos sustentados em uma ideologia nefasta que recebe o apoio de “intelectuais” que estão distante do sofrimento dessas pessoas. Todos estes intelectuais estão confortáveis em seus gabinetes e em países que desfrutam, bem ou mal, de uma democracia.

Esta é a situação dos venezuelanos que buscam se libertar das garras do desgoverno de Nicolas Maduro.

Não é um fato inédito na História. Já aconteceu em todos os países que aderiram ao socialismo e ao comunismo. Todos esses regimes encontraram apoio em uma intelectualidade orgânica ou em líderes populistas, como ocorreu com a URSS e como ocorre com Cuba. Somente quem sofre na pele é que realmente consegue dimensionar a tragédia.

Em Roraima, centenas de venezuelanos estão em situação deprimente na busca por dias melhores. Houve uma verdadeira operação envolvendo mais de 500 imigrantes que moram em um abrigo no bairro Tancredo Neves, na cidade de Boa Vista. Eles foram deslocados para o ginásio Tancredo Neves, vizinho ao estádio onde estavam, para que possa ser feita a higienização e organização do espaço.

O governo federal mobilizou uma força-tarefa humanitária para garantir o mínimo aos imigrantes que há seis meses se encontram abrigados em condições insalubres. É que se esperava abrigar 400 pessoas, mas o espaço acabou com cerca de mil moradores.

As condições precárias e o excesso de pessoas fizeram com que o lugar virasse uma favela dentro do abrigo. Havia esgoto estourado em meio aos barracos, insegurança, registros de violência e até consumo de drogas.

A maioria dos venezuelanos afirma que, mesmo diante das condições que encontraram, decidiu ficar porque vem ao Brasil atrás de comida e trabalho para tentar ajudar as famílias que ficaram na Venezuela.

Eis a face real do socialismo.

Nos últimos quatro anos, mais de 168 mil venezuelanos pediram refúgio à Polícia Federal. Por dia, estima-se que 450 imigrantes cruzem as fronteiras do país. Em Roraima são 68 mil. Na capital Boa Vista, são 32 mil venezuelanos, conforme dados da Prefeitura Municipal.

O principal motivo da fuga: fome. Uma caracterísitca comum aos regimes socialistas-comunistas do século XX. Foi assim na Ucrânia em outras localidades. A Grande Fome de Mao é uma das tragédias do comunismo, como registra o historiador Frank Dikotter.

Além da fome, os venezuelanos reclamam da falta de remédios e da inflação de 700% que é registrada no país. Na cidade, os venezuelanos estão nas ruas com cartazes pedindo emprego e alguns até dormem nas praças. Os abrigos ofertados pelo governo estão superlotado há meses.

Coréia do Norte segue tentando descobrir como fazer o socialismo dar certo.

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Coreia do Norte

Empresa privada sul-coreana cria robô para patrulhar fronteira com Coréia do Norte

Em desenvolvimento há cerca de um ano pela sul-coreana Hankook Mirae Technology, o equipamento funciona como uma mistura de exoesqueleto e armadura robótica, ou seja, a máquina não é controlada à distância ou operada por meio de algum tipo de inteligência artificial: é preciso que um humano esteja dentro do cockpit para que o dispositivo funcione adequadamente.

Enquanto a Coréia do Norte tenta desenvolver tecnologia para diminuir o tamanho de suas bombas nucleares para utilizá-las em mísseis, a tecnologia das empresas privadas sul-coreanas segue avançando em ritmo acelerado.

E quanto mais o tempo passa, mais o país socialista fica ultrapassado, não apenas na economia como também em força bélica, em comparação à vizinha capitalista Coréia do Sul.

“Ecossocialismo: a ideologia que se disfarça de verde para destruir o capitalismo”

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ecossocialismo

Unindo socialismo e ecologia, o ecossocialismo tem a ver com o surgimento do movimento ambientalista e também busca debater os usos do meio ambiente sob a ótica da esquerda. A base da ideologia é uma perspectiva que considera outras espécies, animais e vegetais, além de ecossistemas naturais, como parceiros dos seres humanos para um futuro coletivo anticapitalista.

Assim como o socialismo tradicional, o ecossocialismo afirma que o capitalismo é um desvio destrutivo para a sociedade e também para outros seres vivos e o meio ambiente. Sob a premissa de combater a destruição do meio ambiente, o objetivo é desafiar e, em última instância, assumir o controle do Estado.

Michael Löwy, professor na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales em Paris e um dos principais promotores do ecossocialismo, defende que o capitalismo é incompatível com a sustentabilidade. A alternativa viável, segundo ele, é o ecossocialismo. “O ecossocialismo oferece uma alternativa radical que coloca o bem-estar social e ecológico em primeiro lugar”, afirma.

Oposição ao capitalismo

De acordo com o ecossocialismo, o objetivo de crescimento econômico do capitalismo é a origem de um ciclo de exploração e destruição do meio ambiente – ainda que regimes socialistas tem sido responsáveis por alguns dos maiores desastres naturais da história, como o acidente nuclear de Chernobyl e a desertificação do Mar de Aral pela União Soviética.

O ecossocialismo, porém, apoia-se nesses episódios como argumento de que a abolição do capitalismo não seria suficiente para deter a degradação do meio ambiente. Seria necessário, então, uma ideologia nova.

“Não veremos mudanças ecológicas positivas sem algumas mudanças sociais positivas, o que significa colocar questões centrais e de frente no combate ao racismo, no sexismo e na homofobia, além de reorganizar as políticas sociais e políticas ambientais”, diz Zach Zill, consultor em construção civil, carbono neutro e sustentabilidade.

“Precisamos de uma visão de um mundo completamente diferente, onde viveremos em igualdade e liberdade, e teremos tempo e energia para replantar nossas culturas, repensar como vivemos, reimaginar o que é comida e nossos relacionamentos”, afirma.

Neste sentido, o ecossocialismo reúne duas formas de pensar sobre os seres humanos e o ambiente: a ecologia e o socialismo. De um lado, a ecologia analisa as interações entre os seres vivos e não-vivos dentro de um ecossistema. Mas a ecologia é uma ciência sem viés social, e é neste aspecto que o ecossocialismo se concentra: a ideologia ecossocialista utiliza a ideia marxista de que o capitalismo é destrutivo para explicar os fenômenos de degradação da natureza, mudanças climáticas, extinção de espécies, entre outros.

Pelo mundo

Nos últimos anos, surgiram várias organizações, coalizões ou partidos políticos explicitamente ecossocialistas, sobretudo na América do Norte e na Europa. As principais delas são a Ecosocialist Horizons e a System Change Not Climate Change, nos Estados Unidos, a Réseau Écosocialiste, no Canadá, e a Green Left and Socialist Resistance e o Partido Verde, no Reino Unido.

“Existe hoje, em escala mundial, uma corrente ecossocialista. Há um movimento ecossocialista internacional que, recentemente, por ocasião do Fórum Social Mundial de Belém (janeiro de 2009), publicou uma declaração sobre a mudança climática. E existe no Brasil uma rede ecossocialista que publicou também um manifesto, há alguns anos”, diz Michael Löwy.

No Brasil, um estudo recente identificou oito partidos ecossocialistas, divididos entre radicais e moderados. Os ecossocialistas radicais, que defendem o fim do sistema capitalista, integram o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido da Causa Operária (PCO), Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e Partido Comunista Brasileiro (PCB). Já os moderados são o Partido Verde (PV) e o Partido Ecológico Nacional (PEN).

O principal porta-voz do Partido Verde da Inglaterra e do País de Gales é também o fundador do grupo socialista Green Left, Derek Wall. Em uma 19 apresentação em um curso de “resistência socialista” chamado “Ecossocialismo ou Barbárie”, Wall defendeu uma releitura de Marx para desenvolver princípios ecossocialistas. Para ele, a alternativa é a destruição.

De acordo com Wall, o capitalismo precisa crescer sempre para se manter ativo, mas o crescimento econômico ilimitado é “insustentável”. Esse impasse seria a justificativa para apoiar o ecossocialismo, que ele apresenta como “uma alternativa para esse sistema de loucura”.

“A sanidade ecológica só pode vir quando reconhecemos que o atual sistema econômico do capitalismo é uma construção social que deve ser derrubada”, afirma Wall.

Estrutura

Parte do modelo dos ecossocialistas se baseia em estruturas sociais de povos indígenas, que vivem em sociedades sem divisão de classes e dependem dos recursos naturais. O objetivo é utilizar conhecimentos tradicionais antigos para criar uma nova sociedade sem capitalismo que atenda apenas às necessidades, não aos desejos das pessoas.

Um consenso entre os ecossocialistas é que o seu objetivo só pode ser alcançado se eles utilizarem conhecimentos de comunidades tradicionais que não são socialistas. Derek Wall afirma que o ecossocialista “mais inspirador” é Hugo Blanco, político trostkista e líder da Confederação Camponesa do Peru, 112 que ficou à frente de uma revolta dos povos indígenas nos anos 1960 e foi elogiado por Che Guevara.

“A crise ecológica será ganha ou perdida na Amazônia. Apoiar os povos indígenas que lutam para preservá-la deve ser uma prioridade absoluta para todos nós que nos preocupamos com a mudança climática”, diz Wall. Ele afirma ainda que o presidente Jair Bolsonaro é “um líder essencialmente fascista” que tem como alvo os indígenas, principalmente por causa de sua defesa da Amazônia.

De qualquer forma, o ecossocialismo coloca a natureza como ponto central das ações da esquerda, o que contradiz o próprio socialismo — que coloca a “luta de classes” como o problema central da sociedade.

“A crise econômica tem consequências sociais dramáticas — desemprego, crise alimentar etc. —, mas a crise ecológica coloca em perigo a sobrevivência da vida humana neste planeta, diz Löwy.

Colocar “Lula” no sobrenome é fácil…

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Lula

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Eu quero ver é você apoiar palestinos, ser amigo do Kadafi e do Ahmadinejad, perdoar dívidas de países comunistas, enriquecer banqueiros e empreiteiros e ainda comandar o maior esquema de corrupção do mundo como ele fez. E ainda dizer que fez tudo isso pelos pobres…

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Mas quero ver você mentir para uma nação dizendo que ela é autossuficiente em petróleo; fingir-se de morto quando quem morre assassinado é um prefeito do próprio partido; ter amantes e ainda subir no caixão da esposa pra fazer comício.

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Só que eu quero ver você ter a mesma cara de pau para se comparar a Jesus, dizer que é uma ideia mesmo sendo um alcoólatra que se gaba de não ter estudado e portanto não serve nem como ideia e nem como exemplo pra ninguém!

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil..

Só que eu gostaria de ver você fazer a mesma mágica ou milagre para transformar seus filhos, de simples imbecis, ignorantes e imprestáveis em empresários de sucesso e milionários em apenas 6 anos…

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Mas quero ver você ter a pachorra de dizer que ‘pagou a dívida externa’, mesmo tendo multiplicado a dívida interna em níveis estratosféricos.

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Fácil pra você que vive na miséria achando que por ter comprado uma TV em 30 prestações na Casas Bahia ficou mais rico. Fácil pra você, que diz que Lula foi o pai dos pobres, mas os miseráveis de ontem são os mesmo miseráveis de hoje, só que com uma diferença: Com o nome no SPC porque não conseguiram pagar as prestações da TV nas Casas Bahia…

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Para quem não tem caráter, dignidade e senso de Justiça. Para quem é vagabundo e em vez de produzir quer viver de ajudinhas do governo federal, como se sustentar merda incompetente e improdutiva fosse uma obrigação do governo só porque o cara está vivo.

Colocar ‘Lula’ no sobrenome é fácil…

Mas quero ver se oferecer pra ficar preso no lugar dele ou com ele.

Marcelo Rates Quaranta