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Na Praia Brasília 2019 já tem data marcada para ocorrer em Brasília. Ao todo, serão 11 semanas de programação, com início em 28 de junho e término em 08 de setembro. O na praia promete muitas novidades na próxima edição desde as atrações até o temática.
Data: 28 junho 2019 a 08 setembro 2019.
Hora: Ver programação
Local: Orla do Lago Paranoá (atrás da Concha Acústica)
Um sonho que se tornou realidade! Imagina uma praia no meio do cerrado? O Na Praia chega em 2019 à sua 5ª Edição na cidade de Brasília. Em 4 anos intensos de construção e pesquisa, sonhos se materializaram em SENSAÇÕES MEMORÁVEIS.
O parque temático Na Praia Brasília abre as suas portas de quinta a domingo e a sua programação se estende aos grupos de amigos, famílias e a quem quer curtir dias inesquecíveis com o pé na areia. A curadoria musical alcança todas as batidas e corações: da MPB ao eletrônico, passando pelo funk e samba de roda.
Escolha a quinta-feira para curtir o melhor da música brasileira ou as sextas para reunir aquele grupo enorme de amigos e começar o final de semana. O sol nasce sábado de manhã para os amantes de esportes ao ar livre e o clima praiano se estende à noite com nossos grandes shows. Domingo é dia de curtir o sol e a areia com as crianças ou amigos e aproveitar o sunset com atrações imperdíveis.
*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

Inocentado após ficar preso por quase cinco anos cumprindo pena por um crime hediondo que não cometeu, o borracheiro Antônio Cláudio Barbosa de Castro voltou à liberdade na tarde desta terça-feira (30). Familiares aguardavam emocionados e aliviados a saída do rapaz do lado de fora do Centro de Execução Penal e Integração Social Vasco Damasceno Weyne (Cepis), conhecido como CPPL V, em Itaitinga, Região Metropolitana de Fortaleza.
“Muita coisa que a gente passou junto, minha família, meus irmãos, eu não tenho nem palavras, eu não estou nem acreditando. Pra ser sincero, muita fé eu tive. É muito difícil porque eu não consigo imaginar como pessoas que se consideram seres humanos colocam uma pessoa inocente dentro de um lugar desse aqui onde passei todo tipo de coisa horrível”, afirmou Antônio Cláudio, logo ao sair do presídio.
Atualmente com 35 anos, Antônio Cláudio estava preso desde agosto de 2014, ficando quatro anos e 11 meses encarcerado. Antes do erro dos sistemas policial e judiciário cearenses, reparado nesta segunda-feira (29) quando a Justiça inocentou o homem em novo julgamento, ele era dono de uma borracharia no Bairro Mondubim, em Fortaleza, e não tinha passagens pela polícia.
O caso que levou à reviravolta na vida de Antônio Carlos ficou conhecido como o “maníaco da moto”. Um criminoso que utilizava uma motocicleta de cor vermelha para abordar as vítimas, ameaçando as mulheres com uma faca e cometendo os estupros nas ruas de Fortaleza. O verdadeiro culpado nunca foi identificado.
Mãe, pai, irmãos e outros familiares foram à Itaitinga receber Antônio Cláudio na estreia da nova etapa de vida do borracheiro. Sem ter realizado visitas ao filho durante o período de detenção, o pai, e também borracheiro, José Joaquim de Castro, falou sobre o sentimento de reencontrar o filho depois de quase cinco anos.
“Sou operado do coração, mas sou forte. Esperei muito tempo, mas Deus é maior. Meus amigos tão tudo esperando a chegada do meu filho lá em casa”, disse.
Emoção e alegria compartilhada com a mãe de Antônio Cláudio, a dona de casa Antônia Barbosa de Castro. Sobre o momento da espera, ela enfatizou que tudo o que queria era ver o filho e “dar um abraço bem grande nele”.
Evidências do erro
A liberdade veio para Antônio Carlos após uma ex-namorada do borracheiro procurar ajuda da Defensoria Pública do Ceará e dos advogados do Innocence Project Brasil, iniciativa de três profissionais que atuam na defesa de condenados erroneamente pelo Poder Judiciário.
Entre as evidências apontadas pela defesa no novo julgamento, os advogados alegam que o autor do crime tem cerca de 1,80 metro, com base em vídeos que registram o homem cometendo os atos. A altura de Antônio Cláudio, condenado por engano, é 1,59 metro.
A advogada Flávia Rahal, integrande do projeto, afirma que “a única coisa que sustentou a condenação foi o reconhecimento feito pela vítima” – não houve exame de DNA, por exemplo. O reconhecimento foi feito por uma criança de 11 anos, vítima de estupro. Conforme Rahal, a criança se equivocou ao se convencer de que o borracheiro foi o autor do crime.
“Não estamos falando de um reconhecimento feito por má fé. Ela foi vítima de abuso, deve ser uma coisa que deixa marcas muito doloridas. E quando ela viu a foto dele [Antônio], se convenceu que ele era a pessoa que a atacou. No momento em que ela se convence – tem uma tese de direito com psicologia que fala da falta de memória – ela interioriza que foi ele”, ponderou a advogada.
Além disso, a defesa afirmou ter provas documentais que de que Antônio Cláudio não possuía uma motocicleta de cor vermelha no período em que os crimes foram cometidos.
Feministas – Um ataque vil contra uma mulher, mãe de três filhas e advogada, colega de profissão do agressor.
O episódio só demonstra o quanto Felipe é despreparado e faz sobressair o seu caráter tirano, violento e desrespeitoso.
Entretanto, o que se vê é o mais completo silêncio das feministas, como bem colocou o ator Carlos Vereza:

“Desde segunda, me sinto em um vídeo game. Sabe quando ele acaba e você ganha vida extra? Pois é, ganhei um bônus de mais 15 minutos de fama.
Nem todos sabem mas fui eu a advogada chamada de PUTA pelo presidente da OAB.
Virei meme em diversos veículos de comunicação.
Eu, até então, não conhecia quem era o presidente da OAB. Não sabia qual o seu nome… soube naquele dia.
Em um Tweet de um advogado que até então não conhecia, vi esse cidadão atacando uma senhora idosa, que viveu durante a Ditadura, após ela postar uma foto do seu pai nos tempos de guerrilha.
Aliás, coisa que hoje em dia ele diz se orgulhar muito. Pois bem, se se orgulhasse, não se ofendia, não é? Pois bem, se ofendeu e partiu para o ataque.
Ao ver a falta de urbanidade e decoro ao dizer a uma senhora que o pai dele era um herói e que ela nem sabia quem era o pai dela, entrei na discussão. Afinal, como um representante da minha classe pode tratar alguém daquela maneira.
E foi aí que qual tipo de educação que imagino que um dia ele teve, foi jogada para escanteio…
O meio e o final dessa conversa vocês já conhecem: acabei virando PUTA, mesmo sendo advogada, casada e mãe de 3 filhas.
A fala desse cidadão foi de um machismo escatológico. De um preconceito com mães solteiras e garotas de programa como poucas vezes vi_
Para azar dele eu era a advogada… Fico me perguntando: e se eu não fosse?
Para piorar sua situação ele me bloqueou logo em seguida e fez um pedido de desculpas que eu não não recebi, afinal estava bloqueada.
Para piorar ainda mais, nos dias seguintes ele ainda me injuriou e caluniou dizendo que eu era uma inimiga declarada, que vivia atacando sua honra na internet.
Para seu azar, tenho tudo isso documentado.
O único ponto positivo dessa história foi que, a partir daí, conheci muita gente bacana e nosso Movimento Advogados do Brasil surgiu.
Quero deixar claro que, apesar das ameaças veladas, não irei me calar.
Ele ganhou uma inimiga eterna!”
Em um auditório lotado, cheio de faixas pedindo “Moro na cadeia” e gritos de “Lula livre”, tomou posse, Feministas, nesta quarta-feira (31), a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA).
Segundo a entidade, o evento contou com “lideranças de povos tradicionais, movimentos sociais, coletivos, diversos integrantes do sistema OAB, autoridades, representantes do Poder Legislativo e do meio jurídico”
“Enquanto tiver violência e opressão nesse mundo tem trabalho para a gente”, afirmou no evento o presidente da comissão, Jerônimo Mesquita.
Mesquita fez questão de apoiar o presidente da OAB Nacional, Felipe Santa Cruz, o ex-filiado e ex-candidato do PT que defende o fim da Lava Jato, chama advogados de “filhos da p..f nas redes sociais, tem um escritório que recebeu mais de RS 1 milhão da Petrobras sem licitação e afirmou que Sergio Moro é “chefe de quadrilha”.
“Essa posse é também um ato de desagravo a Felipe Santa Cruz por tudo que ele tem sofrido. Eu desejo que ele se sinta abraçado por todos nós, por todos os advogados e advogadas, porque hoje ele é a voz da democracia e da resistência”, frisou Jerônimo.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=10&v=1L84aFxfN0s

GDF: Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) suspendeu a fiscalização em imóveis populares nessa sexta-feira (02/08/2019).
O governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), defendeu a revisão das regras de participação de programas de moradia popular no fim do recesso da Câmara Legislativa, nessa quinta (01/08/2019). O órgão aguarda qual será a nova linha de trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) para retomar as inspeções.
Até a decisão do chefe do Executivo local, a empresa pública vinha apertando o cerco às irregularidades, flagrando e punindo beneficiários que venderam ou alugaram as propriedades antes de 10 anos da compra.
Pelos cálculos da empresa, cerca de 60% das 26.769 unidades habitacionais concedidas na última década por meio de programas como Morar Bem e Minha Casa, Minha Vida apresentaram indícios de posse indevida. Ou seja, as suspeitas recaem sobre aproximadamente 16 mil domicílios.
Entre 2015 e 2018, ao longo da gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), a Codhab abriu 68 processos de retomada de imóveis. Durante os primeiros sete meses de mandato, Ibaneis iniciou a recuperação de 428 unidades nas quais se comprovou a existência de fraudes.
O aumento substancial deve-se à mudança radical no modus operandi dos procedimentos fiscalizadores. A estatal deixou de deflagrar operações em horários convencionais e passou a visitar os imóveis no período noturno e nos fins de semana, quando aumentam as chances de as residências estarem ocupadas.
Numa das maiores operações deste ano, a companhia fez 60 verificações de ocupações irregulares (VOIs) no Residencial Marina Matos, em Samambaia. Desse total, 49 foram autuadas. Percentualmente, foi uma taxa de uso clandestino de 81%. No último dia 26, a estatal realizou inspeção noturna a fim de investigar 60 casos suspeitos no Paranoá Parque, no Paranoá.
Durante a gestão Rollemberg, em 2016, a Codhab fez somente 33 VOIs. Em 2017, o número subiu para 1.737. Ao longo de 2018, foram 712. De janeiro a julho deste ano, o órgão já realizou 1.729 procedimentos dessa natureza.
A estatal GDF também investiga indícios de práticas irregulares de servidores e personagens em posições estratégicas da companhia ao longo do governo do PSB. Alguns desses casos foram encaminhados para apurações da Polícia Civil.
Em conversas reservadas, servidores revelaram ter sofrido ameaças de morte neste ano, logo após a empresa intensificar a fiscalização. Programas habitacionais sociais – como o Morar Bem e o Minha Casa, Minha Vida – oferecem imóveis com condições especiais a famílias carentes, com preços muito abaixo dos praticados no mercado.
Segundo a legislação em vigor, os contemplados ficam impossibilitados de transferir ou comercializar os bens dentro do prazo de 10 anos após a entrega.
Atualmente, 269 mil pessoas aguardam a chance de adquirir um lar próprio na fila da Codhab. Desse total, 167 mil foram convocadas para apresentar a documentação necessária. Outros 102 mil indivíduos estão habilitados a ingressar em um programa habitacional. Dentro deste último grupo, 48 mil tornaram-se aptos a adquirir um imóvel popular.
Conforme as apurações da companhia, esses imóveis populares acabam sendo vendidos ou alugados a preços atraentes, medida que vai contra o objetivo central do programa, que é ofertar moradia a quem necessita. Nas ações de retomada, as unidades vão a leilão com preços comerciais, sem levar em conta os subsídios públicos.
Após o martelo batido, o lucro dessas operações não retorna aos cofres públicos e acaba ficando com as instituições financeiras.
Neste ano, a Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) validou a venda de um imóvel popular no Jardins Mangueiral com menos de 10 anos de entrega. De acordo com a sentença, a proprietária já havia quitado a unidade e, por isso, teria o direito de fazer a transferência.
A decisão motivou o governador a anunciar a intenção de rever as regras. Segundo Ibaneis, a sentença do TJDFT não é um incentivo ao mercado ilegal de imóveis populares. Diante disso, o emedebista ressaltou que nenhum projeto social nasceu para “condenar” as pessoas à pobreza.
“Tenho o posicionamento de que os programas sociais não podem aprisionar as pessoas. Então, você ganha um terreno ou um apartamento, amanhã ganha na loteria, e você tem condições de ir para outro imóvel. Você tem de ter a oportunidade [de se mudar]. Mas acho que poderíamos regulamentar isso devolvendo o imóvel ao GDF, mesmo que se reponham os valores pagos pelo beneficiário. É uma oportunidade de se rediscutir a matéria.”
“STF com essas “medidas” escabrosas deixa de ser um poder legítimo da República para se tornar um refúgio de seus próprios integrantes “garantistas” quanto às suas notórias práticas ilegais e ilícitas”.
Texto de Modesto Carvalhosa
O Supremo rasga a Constituição já no primeiro dia após o recesso
A decepção e o espanto tomam conta da Cidadania diante das condutas dos ministros “garantistas da impunidade” que dominam o Supremo Tribunal Federal.
Agora, despudoradamente, prorrogaram por 180 dias a vigência da investigação ilegal e infame número 69 da dupla sinistra Toffoli-Alexandre de Moraes.
Não contentes de censurar a imprensa e de invadir domicílios, determinam a “suspensão imediata de todos os procedimentos investigatórios instaurados pela Receita Federal ou em outros órgãos, em relação a 133 contribuintes”. Ocorre que esses contribuintes estão ligados diretamente a movimentações financeiras relacionadas com os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli e seus familiares.
E vai mais longe. O ministro Alexandre de Moraes, que usa a sua toga para proteger os seus colegas “garantistas”, determinou o afastamento temporário dos auditores federais que promovem essas investigações para enquadrá-los – pasmem! – na prática de improbidade administrativa, ainda instaurando contra eles processo criminal em razão de suas investigações administrativas.
Não se tem notícia de tanta arbitrariedade e truculência no acobertamento de ilícitos já levantados pela Receita. O Supremo Tribunal Federal com essas “medidas” escabrosas deixa de ser um poder legítimo da República para se tornar um refúgio de seus próprios integrantes “garantistas” quanto às suas notórias práticas ilegais e ilícitas.
A decisão de Alexandre de Moraes infringe os sagrados princípios da moralidade, da legalidade, da impessoalidade e da publicidade garantidos no art. 37 da Constituição. A Cidadania está sendo humilhada por essa sórdida transformação que vem ocorrendo no STF.
Será imediatamente protocolado um pedido de impeachment também contra o ministro Alexandre de Moraes, na certeza de que um dia serão todos os “garantistas da impunidade” excluídos daquela Corte totalmente deslegitimada e desmoralizada perante o povo brasileiro. Vamos continuar mobilizados contra mais essa barbaridade que fere o estado democrático de direito.
PF deve entregar cópia de mensagens hackeadas em 48 horas
O ministro do STF, Luiz Fux, deu prazo de 48 horas para que a Polícia Federal entregue à Corte uma cópia das mensagens apreendidas com os hackers na Operação Spoofing. A determinação atende a um pedido do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o objetivo é proibir possível descarte das mensagens.
A decisão de FUX precisa passar por referendo do plenário do Supremo, composto pelos 11 ministros. Além de proibir a destruição das mensagens, Fux quer acesso a todo o material, que passará aos cuidados do STF de forma sigilosa.
STF articula afastamento de Deltan da Lava Jato
Após requisitar as mensagens hackeadas de autoridades, os ministros Luiz Fux e Alexandre de Moraes, articulam para afastar o procurador da República, Deltan Dallagnol do comando da Operação Lava Jato.
Dallagnol teria “estimulado” a investigação de ministros do STF, o que aumentou a pressão sobre integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público para votar punição ao procurador. O motivo é que Deltan não estaria constitucionalmente autorizado para realizar as investigações.
A reação do STF teria ocorrido logo após publicação, pela Folha de S. Paulo e o Intercept Brasil, de reportagem onde revelou que, em 2016, Deltan poderia dar início a uma investigação sobre o Ministro Dias Toffoli. Deltan estaria no rastro de ligações de Toffoli com empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.
Para o ministro Marco Aurélio Mello, “é inconcebível que um procurador da República de primeira instância busque investigar atividades desenvolvidas por ministro do Supremo”.
STF suspende investigação da Receita contra autoridades
O ministro Alexandre de Moraes decidiu suspender investigação fiscal aberta pela Receita Federal contra 133 contribuintes para apurar suspeitas de irregularidades fiscais. Para o ministro, há indícios de ilegalidades na investigação e “direcionamento das apurações em andamento”. Moraes determinou o afastamento temporário de dois servidores da Receita Federal por quebra de sigilo.
Em fevereiro, a Receita negou que o ministro Gilmar Mendes e sua esposa, Guiomar Mendes, sejam investigados pelo órgão. A manifestação foi divulgada após a imprensa divulgar que o casal seria citado em uma apuração preliminar de “possíveis fraudes de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência”. Reportagens também afirmaram que a esposa do ministro Dias Toffoli, Roberta Rangel, também seria alvo do Fisco.
O pedido de suspensão das investigações foi assinado dentro do inquérito aberto pelo presidente, Dias Toffoli, para apurar notícias falsas (fake news) e ofensas que tenham a Corte como alvo.
Supremo mantém demarcações de terras indígenas com a Funai
O STF decidiu manter suspensa a validade do trecho da Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro, que transferiu a demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura.
Em janeiro, uma MP semelhante foi alterada no Congresso, que levou esta função de volta para a Fundação Nacional do Índio (Funai), vinculada ao Ministério da Justiça. Bolsonaro, então, editou no mês de junho uma nova medida, transferindo para o Ministério da Agricultura a responsabilidade da demarcação de terras indígenas mais uma vez.
Alguns dias depois, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, concedeu uma decisão provisória suspendendo o trecho. Nesta quinta, os ministros analisaram o mérito do caso, e decidiram manter a suspensão do trecho, enviando a demarcação de terras indígenas à Funai
O presidente Jair Bolsonaro admitiu ter “falhado” ao reeditar a medida provisória que transferiu a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai) Funai para o Ministério da Agricultura. “Falha minha” – disse o presidente.
Para a associação, o despacho do ministro representa “pressão indevida” sobre os auditores e tem o “objetivo apenas de intimidar a atuação de outros Auditores Fiscais na fiscalização de autoridades públicas de alto escalão”.
“Tal medida, se comprovadamente assim encaminhada, é apta a revelar desvio de finalidade na decisão do STF, além de, por caracterizar ‘pressão indevida’, fazer emergir mais diretamente a ilicitude da decisão por violar o art. 36 da Convenção da ONU já referida”, diz trecho do texto.
“Por fim, não menos surpreendente, sob o ponto de vista jurídico, é o fato de a mesma autoridade do STF agir na fase inquisitorial e determinar limitações cautelares na esfera de direitos dos sujeitos do inquérito. Uma nítida confusão entre acusador e julgador que lembra os casos da inquisição da idade média e nos colocam bem distante dos trilhos do devido processo legal que conduzem a um Estado Democrático de Direito.
Diante de tantas ilicitudes que cercam a indigitada decisão do ministro Alexandre de Moraes do STF, são muitas as ilações acerca da real motivação para o decisum que, por acreditar na retidão da Corte Maior, deixamos de apresentar. Preferimos apostar no tradicional espírito republicano daquela Corte que saberá, com urgência, conduzir-nos de volta para licitude nesse caso com o cancelamento de todo o teor da decisão monocrática.”
Esse ministro apagou de sua memória que Rodrigo Janot engavetou o acordo com a OAS assim que veio à tona o relato sobre a reforma da casa do presidente do STF. Impressionante!
Três semanas antes de Dias Toffoli travar as investigações baseadas em dados do Coaf e da Receita, o Fisco começou a pedir explicações a empresas que contrataram os serviços do escritório da mulher dele.
As novas regras foram publicadas nesta quinta-feira (1º/08/2019) no Diário da CLDF. Para os deputados distritais, será implantado um sistema biométrico, a partir de 1º de novembro.
O controle de assiduidade poderá ser feito por meio do ponto eletrônico, por folha de registro de presença ou pela biometria. De acordo o Ato da Mesa 85/2019, a definição sobre qual das três formas será adotada ficará a cargo das chefias imediatas. Os servidores concursados terão direito a escolha.
A jornada de trabalho também foi alterada. A partir das novas regras, os funcionários comissionados e do quadro poderão optar por realizar 7 horas corridas, em vez de 8 horas, com uma de descanso, respeitando a escala determinada por cada gabinete.
Foi instituído ainda o banco de horas para aqueles que optarem pelo ponto eletrônico. O mesmo benefício não terá quem preferir continuar assinando a folha de presença, como ocorre atualmente.
Uma das mudanças mais significativas em relação à proposta inicial é que todos deverão ter o ponto aferido. Em abril, no ato anterior, apenas quem estava nos gabinetes e servidores efetivos teriam de registrar a presença.
Uma das modalidades mais questionadas seria a situação de comissionados que trabalham nos gabinetes externos. De acordo com o vice-presidente da Casa, Rodrigo Delmasso (PRB), as novas regras colocam sobre a chefia imediata a responsabilidade de aferir se o servidor está ou não cumprindo expediente.
“O chefe de gabinete e quem estiver na chefia imediata decidirão como a presença do servidor será comprovada. Serão eles que definirão se o servidor assinará a folha de ponto ou se ele, acessando a intranet da Câmara Legislativa, baterá o ponto eletronicamente”, explica Delmasso. “Estamos fazendo todas as adequações para isso, mas a Casa já tem condições de registrar o ponto dos servidores que trabalham fora. Por isso, comprovado que o servidor não está trabalhando, a chefia também responderá.”
O ato da Mesa Diretora também cria uma nova modalidade: o teletrabalho. Somente os servidores efetivos poderão realizar suas funções à distância. A presença, nesses casos, também será comprovada por meio do ponto eletrônico, e deverá ser autorizada pela chefia, dependendo do tipo de função.
As mulheres que estão amamentando também foram atendidas. Para as que amamentam crianças até os 14 meses de idade, a jornada será reduzida para seis horas diárias.
Em abril, a Mesa Diretora havia entrado em conflito com os servidores, depois de o colegiado divulgar que apenas os funcionários de carreira e da estrutura ficariam obrigados a “bater ponto”. O Sindical protestou e questionou os deputados nos corredores. A Casa reviu a decisão com o ato publicado nesta quinta-feira.
“A construção foi feita por todas as secretarias, a presidência e a vice-presidência da Câmara Legislativa, ouvindo e adequando as sugestões do Sindical”, disse o vice-presidente.
Ibaneis Rocha (MDB) na próxima semana, quer colocar na praça o primeiro lote de projetos: a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) pretende injetar R$ 200 milhões em canteiros de Vicente Pires, do Noroeste e do futuro bairro Parque da Torre.
Ibaneis Rocha comentou a previsão de investimentos na tarde desta sexta-feira (02/08/2019), no Palácio do Buriti, logo após anunciar o edital de venda direta de terrenos no Trecho 1 (Jóquei) de Vicente Pires.
“Com os recursos que os deputados já liberaram de emendas, estamos começando a construção de cinco escolas no DF, como em São Sebastião e Itapoã, esta última erguida sem colégios.
Nossa prioridade é tirar aquelas crianças, principalmente as menores, de dentro do transporte dos ônibus, para que não volte a ocorrer cenas como presenciamos no ano passado, em que uma criança passou mal”, comentou.
Ibaneis Rocha se referia ao caso de um garoto de 8 anos que, em 13 de novembro de 2018 desmaiou na Escola Classe 8 do Cruzeiro por sentir muita fome.
Por morar no Paranoá, a criança era obrigada a sair muito cedo de casa para pegar a condução oferecida pelo Estado: muitas vezes não almoçava em seu lar e, como passava tempo excessivo em descolamento, perdia o horário da refeição no centro de ensino.
Além do aporte destinado ao Itapoã, Ibaneis Rocha prometeu entregar uma creche em Ceilândia.
A obra, de acordo com ele, também será tocada com apoio dos parlamentares. “Estamos todos fazendo um esforço para que a cidade volte a crescer: acreditamos na força da construção civil”, resumiu o chefe do Palácio do Buriti.
Pelos cálculos do GDF, os deputados federais empenharam R$ 186 milhões em obras do GDF. “Cada parlamentar têm direito a R$ 19 milhões em emendas distritais. E eles têm feito um papel de grande honestidade com o Executivo, colocando-as dentro do nosso catálogo de projetos, o que está possibilitando ao DF, mesmo em período de crise, fazer grandes investimentos”, acrescentou.
Ibaneis Rocha calculou que, sem a ajuda dos políticos, inicialmente, a previsão de investimentos seria de aproximadamente R$ 520 milhões, quase meio bilhão a menos do anunciado nesta sexta-feira (02/08/2019).
A lista de obras inclui bacias de capacitação de água da Asa Norte e o viaduto do Sudoeste, por exemplo. Outra preocupação é com a construção de novas calçadas e asfalto.
Além das obras de Vicente Pires, o GDF promete investir na infraestrutura de regiões como o Sol Nascente, em Ceilândia. Na Saúde Pública, o GDF pretende construir dois hospitais novos, também em Ceilândia.
Uma unidade terá 380 leitos para os pacientes em geral, enquanto a segunda vai oferecer leitos destinados a tratamentos maternos e infantis.
Janaina Paschoal (PSL-SP), que já havia protocolado na terça-feira (30) um pedido de impeachment contra o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, voltou a se manifestar contra o ministro nesta sexta-feira (02) fazendo a grave afirmação de que “há algo muito grave a ser escondido”.
No caso do pedido de impeachment, a medida foi baseada na decisão do ministro Dias Toffoli em suspender todos os processos judiciais instaurados sem a autorização da Justiça que contenham dados compartilhados pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e pela Receita Federal. Na quarta-feira (01), porém, o ministro Alexandre de Moraes tomou outra decisão polêmica envolvendo também a mulher de Dias Toffoli.
Moraes determinou a suspensão de procedimentos de investigação da Receita Federal sobre 133 contribuintes, entre os quais o ministro Gilmar Mendes e a advogada Roberta Rangel, mulher do presidente do STF, e além disso mandou afastar dois servidores do órgão que atuaram nessa investigação, segundo informações do G1.
Um dos detalhes que mais chamou atenção na decisão é que o inquérito, do qual Moraes é relator, foi aberto para apurar ofensas à Corte, mas também incluiu a apuração sobre vazamentos de dados da Receita envolvendo os ministros e isso em caráter sigiloso, algo criticado por Janaína:
“O inquérito sigiloso, a princípio, versava sobre ‘fake news’. De repente, serve para afastar funcionários da Receita e, segundo se anuncia, servirá para requisitar cópias de investigações presididas por outros juízes. Ao que parece, pode servir também para destituir Procuradores”, escreveu a advogada.
“Sem saber qual o objeto, quais as partes e quais os advogados (até mesmo o advogado aparece como sigiloso), o tal inquérito pode servir para qualquer coisa. Esse proceder, infelizmente, reforça a terrível sensação de que há algo muito grave a ser escondido”, completou Janaína, lembrando que já existem três pedidos de impeachment contra Toffoli aguardando apreciação no Senado.
“Um assinado por mim”, destacou Janaína, “…em conjunto com membros da diretoria do MP Pró-sociedade, um assinado pelo Professor Modesto Carvalhosa e outro pelo Senador Alessandro Vieira. Os três pedidos, apesar de analisarem os fatos sob perspectivas diversas, são consistentes. Não importa qual será recebido. O que importa é que algum seja recebido. Não seria inadequado, inclusive, apensar os três em um único processo”.
Com base nesses fatos, Janaína Paschoal anunciou um pedido de audiência pública ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. “Com o avanço das ações para inviabilizar as necessárias apurações, publicamente peço ao Presidente do Senado uma audiência. Pode ser no dia e horário mais conveniente ao Senador Alcolumbre”, escreveu a deputada.
“Não estou afirmando que o Ministro denunciado tenha praticado ilícitos penais, mas afirmo, sem medo de errar, que nenhuma autoridade pode usar de seu poder para inviabilizar investigações contra si, ainda que tais investigações sejam infundadas. Aí o crime de responsabilidade. Em uma República, todos precisam entender que podem ser chamados a prestar explicações”, conclui Janaína.
“Queriam o quê? Que os Procuradores ignorassem potenciais ilicitudes perpetradas por um alto magistrado?”
O jornal Folha de S. Paulo publicou novos conteúdos do site Intercept Brasil, do jornalista Glenn Greenwald – também conhecido como “Verdevaldo” – que mostram supostamente o procurador Deltan Dallagnol incentivando colegas à investigar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.
A suposta sugestão de Deltan aos colegas da Lava Jato teria ocorrido quando o atual presidente do STF começou a apresentar sinais de que poderia atuar para impedir os avanços da força-tarefa. Com de práxis, opositores da Lava Jato (aliados da esquerda política em sua maioria) se manifestaram alegando ato suspeito de Dallagnol.
Por outro lado, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) disse não vislumbrar “qualquer irregularidade” no que foi divulgado. Ela foi a autora do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff (PT) e é professora da Faculdade de Direito da USP.
O embasamento das críticas ao procurador Deltan Dallagnol consiste na separação de competências judiciais. O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes, por exemplo, afirmou que “se as conversas divulgadas pela Folha de S.Paulo realmente aconteceram, o fato é muito grave”, porque apenas a PGR (Procuradoria-Geral da República) pode investigar seus integrantes.
Na prática, isto significa que apenas a PGR poderia “representar para que os tribunais superiores fizessem as apurações devidas, e jamais realizar ou estimular investigações paralelas em flagrante desrespeito ao devido processo legal”, disse Mendes, segundo o Folha PE.
Todavia, o fato é que se os diálogos envolvendo Deltan Dallagnol forem verdadeiros (e não editados para fins de adulteração, como é possível no caso do Intercept Brasil), ainda assim não haveria qualquer ilegalidade, visto que se trataram de conversas informais, não convertidas em ações judiciais concretas.
Além disso, fica constatado também que a intenção de Dallagnol não teria sido de forma alguma prejudicar Dias Toffoli ou qualquer outro ministro, mas sim garantir a inexistência de interesses escusos contrários ao avanço do combate à corrupção. Foi justamente essa linha de raciocínio observada por Janaína Paschoal.
“Não sei se os diálogos, publicados hoje, conferem com a realidade. Mas se conferirem, não vislumbro neles qualquer ilegalidade. Muito ao contrário, os Procuradores apenas estavam buscando averiguar possíveis irregularidades, graves irregularidades”, publicou Janaina Paschoal.
“Entendo que os Jornais deveriam estar preocupados em apurar o que os Procuradores buscavam esclarecer e não criar a sensação de que eles estariam a transgredir. Já que, apesar das prisões dos hackers, as conversas interceptadas seguirão sendo publicadas, penso que o mérito dessas conversas deveria ser analisado com mais cautela. Queriam o quê? Que os Procuradores ignorassem potenciais ilicitudes perpetradas por um alto magistrado?”, questionou Janaina Paschoal.
A Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão comandado por Raquel Dodge, emitiu uma nota oficial para desmentir uma informação divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo na manhã desta sexta-feira (2) envolvendo o coordenador nacional da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol.
Segundo a matéria da Folha, Dallagnol estaria na iminência de ser afastado do seu cargo e que Raquel Dodge estaria sendo “pressionada a determinar essa medida a partir de Brasília”, e que para isso “chamou uma reunião de emergência para discutir o assunto”.
A PGR, no entanto, negou qualquer iniciativa neste sentido, deixando claro que a informação divulgada pela Folha de S. Paulo, portanto, é falsa. Ainda segundo a entidade, não é possível retirar Dallagnol do cargo, salvo por vontade própria.
Mais do que isso, esclarece que o princípio constitucional da inamovibilidade é garantia pessoal do Procurador Deltan Dallagnol, estabelecida no artigo 128-I-b, de não ser afastado dos processos da Lava Jato, dos quais é o promotor natural, na condição de titular do ofício onde tramitam todos os processos deste caso, e junto do qual atuam os demais membros da Força Tarefa Lava Jato, designados pela Procuradora-Geral da República Raquel Dodge.
Alexandre de Moraes requisitou todas as mensagens roubadas pelo hacker. Inclusive, presume-se, aquelas que foram surrupiadas de seu telefone celular.
A imprensa verdevaldiana está em festa, anunciando que “o clima para os procuradores nunca foi tão pesado”.
Não é improvável que isso esteja relacionado, de alguma maneira, à abertura do inquérito das Fake News.
Alexandre de Moraes resolveu incorporar as mensagens verdevaldianas ao inquérito das Fake News.
Dessa maneira, o inquérito das Fake News só terá Fake News.
A vítima do hacker pode se tornar seu juiz?
Agora só falta soltar Lula, o chefe da ORCRIM.
Partiu da suposição de que procuradores da força-tarefa, que atuam na primeira instância, teriam investigado informalmente Dias Toffoli.
A decisão foi proferida no inquérito sigiloso que investiga supostos ataques ao STF. Mais cedo, Moraes suspendeu apurações da Receita sobre Toffoli, Gilmar Mendes e mais de 130 agentes públicos.
Além do compartilhamento com os demais ministros das investigações da Spoofing, advogados que atuam na Lava Jato creem que a decisão de Luiz Fux abre a possibilidade de o STF determinar uma perícia no material apreendido.
O objetivo seria certificar a autenticidade das mensagens. Se ficar provado que não houve adulteração, elas poderiam ser usadas para anular os processos dos clientes investigados, sob alegação de perseguição por parte do Ministério Público e parcialidade de Sergio Moro.
A tese é de que as mensagens, obtidas ilicitamente, não podem ser usadas como provas contra ninguém, mas poderiam sim servir para defender alguém.
Escreveu que “somente após o exercício aprofundado da cognição [conhecimento] pelo colegiado [o plenário do STF] será eventualmente possível a inutilização da prova por decisão judicial”.
Traduzindo: a destruição das mensagens só será possível após análise delas pelos ministros.
“A decisão, segundo a articulação em curso no tribunal, pode caber a Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news”, diz a Folha de S. Paulo.
Ontem, ele falou no 23º Congresso de Reprodução Assistida, em Curitiba. No contrato, estabeleceu que R$ 20 mil reais pagos pelo evento serão repassados à Associação Cristã de Assistência Social.
No próximo dia 25, o procurador vai ao Congresso de Urologia, também na capital do Paraná. Os R$ 20 mil serão doados para o Hospital Universitário Cajuru comprar um equipamento para exames de pulmão.
A decisão de Alexandre de Moraes de suspender investigações da Receita sobre os ministros do STF é, para o senador, “mais uma peça no quebra-cabeça de um sistema criminoso”.
“É mais uma pecinha que eles colocam ali para manter tudo como está”, acrescentou.