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Estatais do DF pagaram supersalários até R$ 113 mil.

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Os contracheques de 86 funcionários de empresas estatais do Distrito Federal superaram o teto do serviço público brasiliense. Neste ano, o limite fixado é de R$ 35.462,22, equivalente ao salário de desembargador do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT).

No entanto, segundo o Portal da Transparência do DF e o Banco de Brasília (BRB), os pagamentos dos trabalhadores ultrapassaram a fronteira remuneratória nos lançamentos divulgados referentes aos meses de abril, maio e junho.

O debate sobre os proventos pagos pelas estatais voltou aos holofotes nessa quinta-feira (18/07/2019), quando a Controladoria-Geral do DF (CGDF) anunciou um pente-fino nas folhas. Motivado por fortes indícios de irregularidades, o órgão passou a analisar com lupa os vencimentos na Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Na sequência, o corpo técnico pretende fazer uma devassa nos salários do BRB, Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) e outras empresas públicas.

Conforme consta no Portal da Transparência, em maio, o maior contracheque foi de um empregado da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF). O trabalhador tem remuneração básica de R$ 25 mil, mas recebeu R$ 30 mil de licença-prêmio e R$ 69 mil de verbas eventuais — que podem ser decorrentes de questões judiciais ou de pagamentos de exercícios anteriores. Após os descontos obrigatórios, ele embolsou R$ 113.316,46.

No mesmo mês, um engenheiro da Novacap abocanhou R$ 70.313,98. A remuneração básica desse profissional é de R$ 46.719,62, mas o contracheque foi vitaminado com R$ 34 mil de verbas eventuais. Entre os quadros da subsidiária de Distribuição da Companhia Energética de Brasília (CEB), um outro engenheiro com remuneração base de R$ 13,6 mil viu o salário inflar para R$ 64.462,40.

Contracheques altos também foram identificados em maio na Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e na Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). Em abril, último mês publicado até a semana passada, a Companhia do Metropolitano (Metrô) e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) também teriam pago remunerações superiores ao teto.

Irregularidades

Atualmente, o GDF tenta aplicar o abate-teto nas estatais por meio do Decreto nº 39.670, de 15 de fevereiro de 2019, assinado pelo governador Ibaneis Rocha. No entanto, empregados questionam judicialmente o limitador. A gestão passada do ex-chefe do Executivo local Rodrigo Rollemberg (PSB) tentou fechar a brecha com um projeto de lei enviado para a Câmara Legislativa em maio de 2017. Mas, após uma batalha na Justiça, a proposta foi rejeitada pelo ministro Celso de Mello, no Supremo Tribunal Federal (STF). O processo foi transitado e julgado.

De acordo com o controlador-geral do DF, Aldemario Araújo Castro, existem suspeitas de irregularidades em aproximadamente 30 contracheques da Novacap. Os casos serão investigados em processos administrativos disciplinares (PDAs). Pelo cronograma da CGDF, a auditoria será concluída até o fim de setembro e, a partir dela, novas estatais serão investigadas. “Terracap e BRB são dois candidatos fortes. A gente já tem alguns elementos em relação a estas empresas. Em outras, precisamos avaliar”, antecipou.

A gestão pública do DF não vai continuar sendo feita como foi até hoje. Há um nível de desorganização, de bagunça, de conivência com certos tipos de irregularidades que não pode existir. ALDEMARIO ARAÚJO CASTRO, CONTROLADOR-GERAL DO DF

Os supersalários também incomodam o controlador-geral. “Remuneração acima do abate-teto não tem sentido, salvo situações muito específicas em que se entende que aquele excesso não estaria dentro do teto. A regra é o teto”, pontuou. Neste contexto, Aldemario destacou que parte dos pagamentos inchados decorre de decisões da Justiça. “O que a gente pode fazer é analisar se foram tomadas as medidas judiciais que permitiriam a volta do teto”, completou.

Direito adquirido

Segundo André Luiz Conceição, presidente do Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta (Sindser), os supercontracheques representam um parcela ínfima do quadro de funcionários das estatais. Na média, os trabalhadores de empresas como a Novacap recebem entre R$ 4 mil a R$ 5 mil mensais. De acordo com o sindicalista, na maioria dos casos os vencimentos além do teto são consequência de direitos adquiridos, decisões judiciais, funções incorporadas e tempo de serviço.

O sindicato defende que sejam averiguadas irregularidades. Quando a empresa paga indevidamente um empregado, prejudica outro. Mas, com relação ao teto, o trabalhador quando faz jus ao direito, não pode ter redução do que conseguiu ao longo dos anos. Essa remuneração não foi um passe de mágica. ANDRÉ LUIZ CONCEIÇÃO, PRESIDENTE DO SINDSER

De acordo como o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do DF (Sindmetrô-DF), os supersalários ofertados pela estatal caem nos bolsos da diretoria. A entidade argumenta que somente os 54 personagens em posição de chefia são pagos com vencimentos acima do patamar dos R$ 20 mil mensais e geralmente conseguem ultrapassar o limite quando gozam de direitos passíveis de serem convertidos em dinheiro.

Abate-teto parcial

GDF afirmou que o abate-teto atualmente só não é aplicado no BRB, Terracap, TCB e Caesb por força de determinações judiciais. Nas demais estatais, o limitador encontra-se vigente. No caso da Companhia de Saneamento Ambiental do DF, os gordos proventos eram pagos em função de uma decisão do desembargador Grijalbo Fernandes Coutinho, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região. A determinação foi julgada no mérito e a liminar caiu.

No caso do BRB, o teto é aplicado aos ocupantes de cargos comissionados e estatutários não efetivos. O limitador não atinge os empregados do banco, em função de impedimento imposto pelo Poder Judiciário, através de sentença da 18ª Vara do Trabalho de Brasília, emitida em 29 de setembro de 2018.

‘La casa de papel’: 3ª temporada começa com novo assalto

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“Conseguimos escapar, mas agora vem o mais difícil: nos manter vivos”, alerta o Professor no início da 3ª temporada de “La casa de papel”, com estreia nesta sexta-feira (19).

Após realizar o maior roubo da história da Espanha e perder três companheiros, o grupo de assaltantes se reúne para uma nova missão. Tókio e o resto do bando conseguiram fugir, mas Rio foi preso. Agora, se juntam para salvar o amigo, balançar o sistema e embolsar uns trocados.

A temporada tem volta de personagens queridos e a chegada de reforço para o time de assaltantes. É a primeira sob direção da Netflix, após ser produzida pela emissora espanhola Antena 3.

O orçamento está maior, mas os cenários claustrofóbicos são parecidos aos das duas primeiras temporadas.

Qual será a história?

Os sobreviventes do assalto partiram, em dupla, para curtir lugares paradisíacos ao redor do mundo. Quando Tókio resolve se separar de Rio, ele usa um telefone e é capturado pela polícia. Para conseguir salvá-lo, o bando vai recorrer a outro roubo, maior que o primeiro, em um importante símbolo de Madri.

Quanto tempo se passou desde a última temporada?

É difícil dizer com precisão quanto tempo se passou desde o primeiro assalto. Nesta temporada, as “viagens” temporais são muitas e podem causar vertigem. No mesmo episódio, a história se passa 77 dias antes do segundo assalto, depois 73, aí 62, 50, e então no dia do assalto, claro.

E, de repente, tudo volta para cinco anos antes. Como nada é muito complexo e escondido em “La casa de papel”, não vai ser tão difícil acompanhar, mas é preciso ficar atento.

Quem está de volta?

Quase todos os personagens voltam à série: Professor, Tókio, Rio, Nairóbi, Denver e Helsinki sobreviveram ao primeiro assalto.

A inspetora Raquel e a secretária Mônica agora fazem parte do time de assaltantes e se chamam Lisboa e Estocolmo, respectivamente. Até Arturo Román, o refém mala, reaparece como coach motivacional.

Quantos episódios?

A temporada é mais compacta do que as duas primeiras. Desta vez, são oito episódios de 47 minutos em média.

Têm personagens novos?

Três novos bandidos reforçam o time: dois soldadores profissionais, com a missão de escavar um túnel, e Palermo, novo líder das negociações.

Palermo é um argentino engraçado, mas sanguinário e ocupa o posto de Berlim. Não por acaso: ele era amigo do personagem e a nova invasão é plano conjunto dos dois.

Quem também chega é o bebê de Mônica (grávida na primeira temporada). O nenê é uma graça e recebe o nome de Cincinnati.

Guedes: “Extinguir inscrição obrigatória em conselhos, incluindo OAB”.

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As inscrições obrigatórias de advogados na OAB podem estar com os dias contados. Isso porque o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou ao presidente da República a PEC 108/19 para pôr fim à necessidade de profissionais se inscreverem em conselhos de classe.

A PEC 108/19 dispõe sobre a natureza jurídica dos conselhos profissionais.

No texto, Paulo Guedes defende que os conselhos profissionais não integram a estrutura da Administração Pública e que, por isso, a inscrição não deve ser condicional para o exercício de profissões.

O texto também afasta as hipóteses de equiparação da organização dos conselhos de classe às autarquias integrantes da Administração Pública: “conselhos são entidades privadas sem fins lucrativos que atuam em colaboração com o poder público, às quais se aplicam as regras do direito privado e a legislação trabalhista”.

De acordo com a proposta, é papel do Poder Público disciplinar os interesses da coletividade e dispor sobre a fiscalização e criação de conselhos profissionais.

Por fim, o ministro defendeu que a proposta de EC visa evitar prejuízos decorrentes de lacunas constitucionais para determinar a natureza jurídica dos conselhos e o regime aplicável aos trabalhadores.

A natureza jurídica da OAB – considerada uma autarquia – foi justamente o que levou o TCU, em novembro do ano passado, a determinar que a Ordem se sujeite aos controles públicos e submeta suas contas à fiscalização do Tribunal.

A Corte considerou que a contribuição cobrada dos advogados tem natureza tributária.

Em março de 2019, a OAB impetrou no STF o MS 36.376 questionando a decisão do TCU. Em pedido de liminar, a Ordem requereu que o STF barrasse a eficácia da decisão e, no mérito, pediu que o Supremo tornasse sem efeito o entendimento do TCU, a fim de preservar sua independência e autonomia.

Na argumentação, a OAB também afirmou que o entendimento do TCU desrespeitava a decisão do STF na ADIn 3.026, julgada em 2006, na qual o Supremo atribuiu à OAB natureza jurídica diferenciada em razão do reconhecimento de sua autonomia e finalidade institucional.

Em junho de 2019, a ministra Rosa Weber concedeu liminar para desobrigar a OAB de prestar contas ao TCU até que o plenário da Corte resolva a questão.

A proposta de Guedes vai ao encontro do que já externou o presidente Jair Bolsonaro sobre o exame.

Caso a PEC 108/19 seja aprovada, a dispensa da inscrição no conselho de classe também pode levar à extinção do exame de Ordem, que passou a ser obrigatório para obtenção do registro nos anos 70.

Em 2018, assim que foi eleito, Bolsonaro se declarou contrário ao exame, defendendo que não se pode submeter os jovens bacharéis a serem “boys de luxo de escritórios de advocacia”.

Uma pesquisa de 2018 revelou um milhão de advogados! A anuidade da OAB é de mil reais em média.

A PEC 108/19, DESOBRIGA os profissionais de se inscreverem em seus respectivos conselhos. LIBERALISMO econômico é isso…LIBERDADE!

Metrô-DF tem catracas abertas com fim da greve.

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Mesmo com a decisão dos trabalhadores de colocar fim a mais longa greve da categoria, as estações do Metrô não estão funcionando normalmente nesta quinta-feira (18/07/2019). Na da Praça do Relógio, no centro de Taguatinga, os guichês amanheceram fechados, e as catracas, abertas.

A Estação Furnas, em Samambaia Sul, também está funcionando com as catracas livres. No começo da manhã, os usuários não encontravam nenhum atendente nos guichês.

Na de Águas Claras, três dos cinco guichês estavam sem cobradores no começo da manhã. Porém, não havia registro de filas no local, por volta das 6h30. Segundo os próprios servidores, ainda há trabalhadores que não conseguiram chegar ao serviço no começo da manhã — o sistema começa a funcionar às 5h30. As catracas, porém, estavam passando os cartões. Na de Ceilândia Centro, a situação é parecida. Apenas um dos seis caixas cobrava dos passageiros. E nada de tumulto.

De acordo com um funcionário que preferiu não se identificar, os guichês não estão funcionando em algumas estações para evitar o pagamento de quebra de caixa. “A empresa já notificou que não vai pagar quebra de caixa, vale alimentação, indenização de transporte e auxílio-creche. Tudo era garantido pelo acordo coletivo e agora estamos sem”, explicou.

Os servidores temem terem o desconto nos salários no primeiro dia de volta ao trabalho. “A quebra de caixa ocorre caso a gente cobre pelas passagens e, ao fim do dia, tenha diferença de valores. Neste caso, eles descontam do nosso salário. Não queremos isso”, acrescentou o mesmo funcionário.

As informações foram confirmadas pelos departamentos de Trânsito e de Estradas de Rodagem do Distrito Federal — Detran-DF e DER/DF, respectivamente.

Conforme-se Lula, “PGR nega anular condenação”.

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Num trecho da manifestação enviada ao STJ, diz que, sem provas da parcialidade de Sergio Moro, o pedido se resume a um mero inconformismo, desprovido de real embasamento e com a intenção de rediscutir indefinidamente os termos da condenação proferida de forma escorreita após ampla ponderação do contexto fático.

Ao opinar contra a anulação da condenação no caso do triplex, a PGR também diz que a alegação de parcialidade de Sergio Moro representa uma ilação contra o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a culpa do petista na segunda instância.

“Ainda que se cogitasse de eventual quebra de imparcialidade pelo Juízo de primeira instância, não custa lembrar que o manancial de provas foi revisitado novamente pela instância superior”, escreve o subprocurador Nívio de Freitas.

“O colegiado, ao que se sabe até então, nada tem a ver com as interceptações realizadas, estando, portanto, livre de qualquer ilação a respeito de sua função judicante, exercida de modo imparcial”, prossegue o representante da PGR.

“Isentos, por conseguinte, os desembargadores de qualquer mácula, exerceram, de forma autônoma e sem qualquer sujeição ao magistrado de primeiro grau ou à atuação inicial do Parquet – agentes ora questionados -, novo juízo condenatório ao analisar o acervo probatório harmônico que lhe foi direcionado em sede recursal.”

Nívio de Freitas também demonstra a mediocridade do pedido da defesa para levar em consideração a propaganda de Verdevaldo contra a Lava Jato.

“Desse modo, não trouxe qualquer prova efetiva que embasasse o seu pleito, ainda mais quando se está a discutir a veracidade e higidez dessas referidas interceptações de autoridades, realizadas – como se sabe – ao arrepio da lei e utilizadas para aviltar e desacreditar as instituições republicanas de combate à corrupção.”

Afirmou que, além de ilegais, nenhuma das mensagens demonstra concreto prejuízo ao réu.

“A nulidade de ato processual em matéria penal exige a demonstração do efetivo prejuízo sofrido pela parte adversa – o que não ocorreu”, afirma o representante da PGR.

Instagram começou a ocultar os likes.

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Como prometido, o aplicativo Instagram começou a testar o fim das curtidas no Brasil a partir de hoje,  quarta-feira (17). A medida já estava em discussão desde o primeiro semestre e agora, será oferecida a todos os usuários brasileiros.

Os números ocultados serão as curtidas em fotos e as visualizações de vídeos. A mudança vale tanto para imagens que aparecem na linha do tempo quanto para as fotos listadas no perfil de cada usuário. A proposta da empresa é que isso ajude a sua comunidade a se engajar mais com as fotos e vídeos do que com a aceitação social denotada pelo número de curtidas.

“Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram”, afirmou, em nota, a empresa.

Com o teste, o Instagram irá avaliar se a mudança ajudará os usuários a se concentrarem menos nas curtidas e mais em compartilhar histórias na sua rede social de fotos e vídeos.

O teste no Brasil não é o primeiro. A empresa já o aplica no Canadá, desde maio de 2019. Mesmo com resultados positivos desse piloto, a expansão do teste se faz necessária para compreender melhor sua aceitação e como a mudança a forma de usar o aplicativo do Instagram.

 

As curtidas do Instagram vão sumir?

Não necessariamente. Elas continuarão a existir. Mas não serão mais públicas. Apenas os donos dos perfis terão acesso às estatísticas, como acontece atualmente com sites em relação ao número de cliques que recebem.

Apps de curtidas

Com o fim dos likes, o Instagram deixaria de precisar combater aplicativos que criam jogos de curtidas. São esses aplicativos, com formato ao estilo do app de namoro Tinder, que permitem que influenciadores aumentem o número de curtidas para chamar a atenção de agências de publicidade e conquistar acordos comerciais.

Buscando evitar um burnout ocasionado pelo uso demasiado de apps, diversas empresas de tecnologia, como Facebook e Google, tentam encontrar formas de melhorar suas plataformas e tornar suas notificações mais inteligentes

Vem aí a 2ª viagem de jornalistas e influencers do Guia Brasília Rural

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Nos dias 6 e 7 de agosto, durante 02 dias, com 36h de experiências no turismo, na ecologia e na gastronomia. Um grupo de jornalistas, blogueiros, youtubers e digitais inflluencers irão conhecer 3 empreendimentos do turismo rural, para contar as experiências em suas mídias, blogs, canais, jornais, etc.

O projeto é uma parceria do Sebrae no DF e do Sindicato de Turismo Rural do Distrito Federal e Entorno – RuralTur. Uma experiência como objetivo de promover o Turismo Rural e seus empreendimentos.

“A primeira viagem com influentes e blogueiros do RuralTur esteve na Fazenda JK, na Fazenda Boa Sorte e no Hotel Fazenda Clat. Agora, novos lugares serão integrados no roteiro e irão se transformar em experiências”, conta Fragmar Diniz, presidente do RuralTur.

Para acompanhar a viagem siga o instagram @GuiaBrasiliaRural 

Brasília Mapping Festival #SmartCities

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O Brasília Mapping Festival: ##smartcities realiza a sua primeira edição nos dias 06 e 07 de julho em Brasília. Com a temática Smart Cities (Cidades Inteligentes), o Brasília Mapping será realizado no Museu Nacional da República, para discutir e apresentar as possibilidades artísticas sobre o futuro das cidades, a partir das reflexões sobre cidades mais criativas com a participação das pessoas, mas acessível culturalmente e com pontos de fluxo mais participativos no cotidiano da comunidade.

A proposta do festival é levar novidades e iniciativas da tecnologia em projeção mapeada para ocupar visualmente um dos espaços mais icônicos da Capital Federal, o Museu Nacional, produzindo reflexões sobre as cidades inteligentes e a percepção dos espaços urbanos.

“Nossa proposta visa reconfigurar e promover o diálogo dos conceitos entre a paisagem/arquitetura e o público/espaço das cidades, por meio de situações criativas constituídas por um estado lúdico de conteúdo interativo”, explica a diretora de arte e tecnologia do projeto, Camila Handam,

A equipe de curadoria do evento selecionou trabalhos de todo o país por meio de chamamento público. A primeira ação antecipa a programação do Festival no Museu da República e já está em cartaz. É a exposição Ex-Mapping, de 7 de junho a 8 de julho, com projeção de oito obras visuais de artistas selecionados na Estação Galeria do metrô.

Nos dias 6 e 7 de julho, a programação se estende durante todo o dia. Intervenções Urbanas intituladas UrbanMapping serão projetadas na cúpula do museu ou desenvolvidas na área externa. São treze trabalhos artísticos em videomapping, arte e tecnologia que envolvem pesquisas e experiências estéticas no âmbito da intersecção entre o espaço urbano, arquitetura, corpo e tecnologia.

No mesmo espaço físico, serão apresentadas performances artísticas de Boddy Mapping, que relacionam as linguagens do corpo e do videomapping. Dentro da temática, também será oferecida uma oficina de Body mapping, com Cynthia Domenico e Washie Pichinin, ambos de São Paulo.

Dentro da seleção de artistas, a categoria Social Mapping, apresenta dois Projetos inovadores em plataformas Sociais. Um dele é o Varal de Poesia, projeto pedagógico desenvolvido pelo artista Elias Daher para apresentar a literatura de maneira lúdica e suave. Em poucos minutos, é possível trabalhar a expressão corporal, enfrentamento à timidez, além de conhecer diversos poetas e gêneros literários, com uma abordagem bastante atual nas empresas, que é a gamificação.

Outro selecionado é o VJ Thur (SP), com a obra L1B3RT0. Trata-se de uma projeção mapeada que se baseia nos algoritmos criadores das “bolhas sociais” para convidar o público à uma interação com o mundo real.

Simpósio #smartcities

Dentro da programação do Brasília Mapping Festival haverá ainda simpósio com especialistas em arte e tecnologia. Uma oportunidade para troca de informações sobre o tema, apresentações de trabalhos e discussão sobre temas relacionados à arte, a intervenção artística das áreas urbanas e como essa arte se relaciona com a sociedade. O simpósio será realizado nos dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h.

O simpósio é dividido em quatro grupos temáticos: Sociedade, cultura e arte (1); Economia Criativa (2); Comunicação e arte (3); Arte, educação e tecnologia (4).  O primeiro grupo busca destrinchar temas como espaços urbanos em relação à arte, os processos criativos dos artistas, estéticas participativas e a relação da arquitetura com a arte urbana e a participação social. O segundo grupo aborda mercados, eventos, inovações e consumo sustentável. O terceiro grupo aborda design, mídia, tendências e produções poéticas. Já o quarto grupo fala sobre a educação relacionada à arte e a mediação de ensino através da arte.

 

Party Mapping

A programação artística, batizada de Party Mapping, traz atrações musicais e visuais nas noites do Festival. No line up, premiados artistas do United VJS. Spetto (SP), que comandou as projeções da apresentação das Olimpíadas Rio 2016, especialista em Large Scale Projections e Fulldomes em edifícios de países como Alemanha, Áustria, Budapest, Estados Unidos. Pedro Zaz (PT), que vem com a proposta de apresentar cinema fulldome imersivo, mapeamento de projeção de vídeo e performance audiovisual.  Grazzi (DF), que foi campeã no Torneio Internacional de Vídeo Mapping VJ TORNA 2018, que aconteceu no simbólico Panteão da Pátria, em Brasília, participou do elenco de artistas visuais que tiveram suas obras projetadas na muralha da cidade de Ibiza, na Espanha, dentro do Ibiza Light Festival 2018. E Laura Ramirez (CO), artista visual que desenvolve performances e instalações, criou projetos de grandes escalas como o “AV Invader” em Bogotá para 90 mil pessoas durante o Festival de Verão com 140 m² de projeção de vídeo, e recentemente em 2016 projetou, dirigiu e produziu uma área VIP para Katy Perry na Colômbia com uma área projetada de 480 m². Também teremos a participação de Alexandre Rangel (VJ Xorume), artista brasiliense multimídia, é o desenvolvedor do software livre de edição de vídeo ao vivo Quase-Cinema, músico, performer, arte-educador, doutorando em Artes pela Universidade de Brasília e vai apresentar as obras Escultura Quânticas e Tocando Brasília.

Seguindo a programação das noites, os DJs Craca (SP), Karla Testa (DF), Barata e Pezão do Sistema Criolina (DF) e as bandas Muntchaco, Patubatê, Nãnan Matos e Passo Largo, do DF.

O Brasília Mapping Festival #smartcities conta com patrocínio da Oi, apoio cultural da Oi Futuro, realização do Beco da Coruja Produções e MXR Tecnologia, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).

Cronograma/atrações:

Exposição X-Mapping:

Estação do Metrô Galeria, de 8 de junho a 7 de julho de 10h às 22h

Classificação livre

Oficina de BoddyMapping

Dias 4 e 5 de julho

Classificação: 18 anos

Apresentações artísticas

Dias 6 e 7 de Julho, 21h à 01hVJs Spetto, Pedro Zaz, Laura Ramirez, Grazzi e Artur de Campos; DJs Craca, Karla Testa, Barata e Pezão do Sistema Criolina e os grupos Muntchaco, Nãnam Matos, Patubatê e Passo largo.

Classificação Indicativa: livre

Simpósio:

Dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h

Intervenções Urbanas, performances artísticas, projetos e ideias inovadoras:

Dias 6 e 7 de julho na área externa do Museu Nacional, de 19 às 21h

Brasília Mapping Festival

Dias 6 e 7 de julho, no Museu Nacional

Horário: 19h às 22h

Todas as atividades tem entrada gratuita

Informações: Beco da Coruja Produções 3522-9720 / 98147-1265

Informações à imprensa:

Tato Comunicação

(61) 3263-8916/5597

Jaque Dias 9.9988-9618

jaque.tato@gmail.com

Catarinafest traz o melhor de Santa Catarina a Brasília

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As riquezas e produções únicas do estado de Santa Catarina desembarcam em Brasília para uma imersão na cultura do estado com a 3ª edição do Catarinafest, realizado no Pavilhão de Eventos do Parque da Cidade, de 5 a 14 de julho.  Durante duas semanas, o público poderá viver uma verdadeira experiência do que há de melhor no universo catarinense.

São mais de 140 expositores com produtos de variados gêneros produzidos no estado do Sul, shows, Oktoberfest, pista de patinação no gelo, brincadeiras e danças típicas, além uma área gastronômica com culinária típica da região, que homenageia especialmente as colônias.

A diversão também é certa no Catarinafest. Acompanhando as baixas temperaturas do estado, uma Pista de Patinação no Gelo estará aberta todos os dias para o público, ao valor de R$30 (30min), das 16h às 23h de segunda a sexta-feira e das 11h às 23h nos sábados e domingos. Para os que topam desafios mais radicais, o Salto de Bungee Jump, de uma altura de 60 metros, será montado na lateral do evento, no estacionamento privativo.

No Espaço Kids, cama elástica, piscina de bolinhas, escorregadores, campinho de futebol inflável e brincadeiras para os pequenos. O valor do espaço é de R$ 20 (30 min), R$ 30 (por1h), R$40 (por 2h) ou R$ 50 (o passe livre do dia).

Chope, cerveja e muita animação

O Catarinafest tem o chope como um de seus protagonistas. A Oktoberfest, o maior evento cervejeiro do país, é celebrado no festival com marcas tradicionais do estado e rodadas de degustação, cervejas artesanais no Corredor da Cerveja. Durante todos os dias de evento, às 18h30, o Ciclochopp, cortejo cultural acompanhado de distribuição de chopes da cervejaria Saint Bier em bicicleta customizada, percorre os corredores principais apresentando a Rainha Catarinafest e grupo de dançarinos, músicos e cantores regionais em trajes típicos e coreografias.

O posto de rainha Catarinafest 2019 é da Miss Santa Catarina 2018, Thylara Brenner. O corpo de baile, composto por 12 dançarinos, entre catarinenses e brasilienses, integram a festa em figurinos com referências a trajes típicos de Santa Catarina e ao Carnavale de Veneza. A banda KuppasundSchmoller acompanha o trajeto. Após o Ciclochopp, shows com músicas alemãs e danças folclóricas serão realizados no palco principal em frente à praça de alimentação.

Para beber chope, é preciso ter competitividade também. O Catarinafest promove o tradicional Concurso de Chopes em Metro, com duração de 30 minutos por dia de competição. Serão divididos grupos de três homens e três mulheres por rodada, totalizando 12 pessoas por dia de concurso, com inscrições logo após o início dos shows do dia. O vencedor de cada rodada ganha um kit com brindes personalizados do Catarinafest.

No último sábado, às 14h, o Catarinafest promove também a 1° edição do Concurso Fritz e Frida, onde são eleitas as melhores caracterizações dos personagens folclóricos da cultura cervejeira catarinense. O júri, formado pela diretoria do Catarinafest e convidados, escolhe a dupla participante da competição para ganhar um final de semana na Oktoberfest em Blumenau.  Uma viagem, com direto a passagem e hospedagem, durante um final de semana da festa. As inscrições para o concurso são gratuitas, feitas no local do evento, e os competidores já devem estar trajados com sua caracterização.

Gastronomia no Catarinafest

A gastronomia é uma celebração especial do festival. Do total, 17 estandes abrangem a ala gastronômica do festival, com carnes nobres, pratos típicos e doces. Entre os produtos vendidos, salames e queijos. Preparados no próprio evento, iguarias típicas da comida alemã como eisbein, prato germânico preparado com joelho de porco, sanduíche de raclette – aquele queijo derretido na faca quente, batata recheada alemã, espetinhos, pastéis e hambúrgueres. Além do arroz carreteiro em receita das famílias tradicionais, sem deixar de fora o delicioso café colonial catarinense conhecido por suas delícias típicas.

Uma das maiores curiosidades da Praça Gastronômica, a Maionese de Cerveja do Santo Burger promete conquistar o paladar brasiliense mesclando o queridinho hambúrguer, que já tomou muitos corações no quadradinho, com o toque especial cervejeiro do Sul.

Cultura em forma de produto

Os produtos mais tradicionais de Santa Catarina estão ao alcance dos brasilienses. Os estandes, com artigos de fabricação do estado, trazem calçados, moda feminina e masculina, acessórios, alimentação, cervejas e vinhos, decoração, itens para casa e artesanato.

Entre os destaques, casacos de lã italiana produzidos por fábricas catarinenses em técnicas específicas da região; produtos em couro legítimo de produtores do estado como bolsas, calçados e jaquetas; semi-jóias com pedras naturais; quadros pintados à mão por artistas catarinenses; cristais murano; carnes, queijos, geleias e preparos típicos da gastronomia catarinense.

O evento programou três dias de desfiles: no primeiro fim de semana (sábado e domingo) e no último domingo, com looks montados pelas fábricas e empresas participantes. Assistindo ao desfile, que enaltece a produção têxtil de Santa Catarina, os participantes do Catarinafest podem encontrar as diversidades de referências e tradições do estado, além de ser uma vitrine para o que estará exposto e à venda durante todos os dias de festival.

Uma viagem cenográfica

A ambientação e decoração do evento são atrativos à parte: a riqueza de detalhes e grandeza em cenografia assinada por Victor Hugo Baba e Cristiane Keiko Baba são marcas do Catarinafest desde a primeira edição, transportando o visitante para a cultura do estado.

Logo na entrada, painel de LED de 12 metros com 12 mil lâmpadas para registrar as paisagens catarinenses como Florianópolis, Serra do Rio do Rastro, Blumenau e Balneário Camboriú, além de um portal nipo, em homenagem à colônia japonesa forte do estado. No pavilhão, estandes montados como casas em estilo enxaimel, arquitetura europeia muito característica da Alemanha, celebrando as raízes da imigração. Na praça Nipo, referência à colônia japonesa no estado, um dragão cenográfico de 5 metros brinca com o público ao cuspir fogo.

 

 

3ª Edição do CATARINAFEST

Dias: 5 a 14 de julho

Local: Pavilhão de Eventos do Parque da Cidade

Programação:

Segunda a sexta-feira das 16h às 23hH

Sábados e domingos das 11h às 23h

Ingressos:

Segunda a quinta-feira: entrada franca com um 1kg de alimento.

Sexta a domingo: R$20 ou R$10 meia-entrada com doação de 1kg de alimento

Os 200 primeiros visitantes serão recebidos com um chope

Crianças até 12 anos não pagam

Site: www.catarinafest.com

Instagram: https://www.instagram.com/catarinafest/

Facebook: https://www.facebook.com/catarinafest1/

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=e1GTvn3l1Uo

Apoios: Saint Bier, Hotel Mercure, Governo de Santa Catarina, Governo do Distrito Federal, Setur.

Vivendo de brisa, uma comédia musical circula pelo Distrito Federal

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Após estreia com casa lotada nos CCBB Brasília, o espetáculo Vivendo de brisa, uma comédia musical, com concepção, texto e canções de Fernando Marques, direção de André Amaro e direção musical de José Cabrera, tem sessões com entrada franca no Complexo Cultural de Samambaia (6/7) e no SESC Gama (10/7), ambos às 20h.

O musical – que conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultural do Distrito Federal (FAC/DF) – apresenta, em treze canções, a trajetória de um compositor de origem humilde que busca se lançar como artista profissional e ascender socialmente no Rio de Janeiro. As músicas passeiam pelos mais diversos estilos: samba-canção, samba sincopado, foxe, frevo, baião e bossa.

No plano sentimental, o boêmio Geraldo de Matos se vê dividido entre duas paixões: a cândida Jandira e a independente Sueli. A trama inspira-se na vida de compositores como Wilson Baptista (1913-1968) e Geraldo Pereira (1918-1955) mas não é biográfica.

O enredo se desenrola na capital carioca, entre o final dos anos 1930 e meados dos anos 1940, fase em que o rádio se consolida como principal veículo na difusão da música popular. As comédias musicais nos palcos da Praça Tiradentes, no entanto, continuam a atrair o público.

Os episódios reais foram apenas referências para a criação da trama. “O fluminense Wilson Baptista e o mineiro Geraldo Pereira criaram canções que ainda hoje se escutam com prazer”, comenta Fernando Marques, autor dos textos e canções do espetáculo.

Vivendo de brisa colabora na construção do musical brasileiro, com artistas e repertório brasilienses. “As convenções do musical têm sido reinventadas a cada geração, ou a cada fase em que o  gênero reconquista  o  interesse  do  público. Praticar  o  espetáculo de teatro musical  ligando-o  ao  que  fizeram  outras  gerações foi o que me moveu na criação da peça”, explica Marques.

 

Sobre o autor

FERNANDO MARQUES

José Fernando Marques de Freitas Filho é professor do Departamento de Artes Cênicas da UnB, jornalista, escritor e compositor. Publicou, entre outros, os livros Últimos: comédia musical em dois atos (livro-CD); Contos canhotosZé: peça em um atoCom os séculos nos olhos: teatro musical e político no Brasil dos anos 1960 e 1970; e A província dos diamantes: ensaios sobre teatro. Autor da comédia A quatro, encenada em Brasília, e das canções do CD De cor, da cantora Wilzy Carioca. Colaborações em jornais como Correio Braziliense e Folha de S.Paulo, revistas como Folhetim e sites como Teatrojornal.

Sobre o diretor

ANDRÉ AMARO 

Ator e diretor formado pela Fundação Brasileira de Teatro, onde estudou com a atriz Dulcina de Moraes, e Mestre em Arte pela UnB, André Amaro dedica-se à atividade teatral há mais três décadas, com passagens pelo Theatre du Soleil (França), Odin Teatret (Dinamarca) e Teatro Tribueñe (Espanha). Nesse período, interpretou, dirigiu e produziu dezenas de peças teatrais; escreveu textos de gêneros diversos; elaborou e executou projetos de cenografia, figurino e iluminação; lecionou em escolas de artes cênicas; integrou elencos de curtas e longas-metragens e participou de festivais e eventos nacionais e internacionais de teatro, com vários prêmios recebidos. É criador do Teatro Caleidoscópio, projeto de pesquisa da linguagem teatral com metodologia e pedagogia singular e diferenciada. Cineasta, fotógrafo e poeta, foi também um dos criadores e o primeiro coordenador do Bacharelado em Artes Cênicas do Centro Universitário Iesb.www.andreamaro.com.br

FICHA TÉCNICA

Texto e canções – Fernando Marques

Direção geral – André Amaro

Assistente de direção – Élia Cavalcante

Preparação vocal – Janette Dornellas

Direção musical e arranjos – José Cabrera

Cenografia e figurino – Maria Carmen de Souza

Desenho de luz – André Amaro

Assessoria de imprensa – Tato Comunicação

Fotografias – Victor Mendonça

Arte gráfica – Cacá Soares

Sonorização e montagem de luz – AUDIOVIC LTDA

Produção executiva – George Durand / Durand Estúdio – Produção & Música LTDA

ELENCO

Roger Vieira – Geraldo de Matos

Edu Moraes – Moreira

Makena – Sueli

Vanessa Di Farias – Jandira

Adeilton Lima – Apresentador e Robertinho

Élia Cavalcante – Mulher

André Reis – Jeremias

Matheus Trindade – Geraldo de Matos menino

Rafael Soul – Badu

Lino Ribeiro – Pai de Jandira

MÚSICOS

José Cabrera – Piano

Carlos Cárdenas – Saxofones tenor, alto e soprano

Paulo Dantas – Contrabaixo

Amaro Vaz – Bateria

Serviço:

 “VIVENDO DE BRISA, UMA COMÉDIA MUSICAL

Complexo Cultural Samambaia – Cine Teatro Verônica Moreno

Sábado, 6 de julho, às 20h

Local: Quadra 301, conjunto 05 – Centro Urbano

Entrada franca

 

SESC Gama

Teatro SESC Paulo Gracindo

Quarta, 10 de julho, às 20h

Local: Setor Leste Industrial, Lotes 620 a 680, SIND QI 1

Entrada franca

 

Duração do espetáculo – 120 minutos

CI – 16 anos

 

 Informações para imprensa

Assessoria de Imprensa
Tato Comunicação

(61) 3263.8916 / 3263.5597

Jaque Dias – jaque.tato@gmail.com

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