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O fake news do 5G causando morte de pássaros

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De acordo com a justificativa do texto, a nova geração de redes móveis poderia prejudicar a saúde de humanos e animais, inclusive exterminando certas espécies do planeta Terra, como as abelhas.

O projeto de lei 0241.5/2019 foi descoberto pelo Teletime e pode ser acessado no site da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

De autoria do deputado Marcius Machado (PL-SC), o texto determina em seu artigo 1º que “ficam proibidos os testes e a instalação da tecnologia 5G (Quinta Geração de internet móvel ou Quinta Geração de sistema sem fio) no âmbito do Estado de Santa Catarina”. Em caso de descumprimento, a operadora pode pagar multa de R$ 100 mil, ou R$ 200 mil em caso de reincidência.

Com exceção do primeiro parágrafo, não há quase nada correto na justificativa do projeto de lei, fake news. Mas esta é uma oportunidade para esclarecer boatos que estão circulando na internet nos últimos meses, com alegações de que o 5G pode causar câncer, morte de pássaros e extinção de espécies.

A fake news de que o 5G pode acabar com determinadas espécies surgiu em novembro de 2018. O site de medicina “alternativa” Health Nut News publicou uma notícia relatando que, durante um experimento de 5G na cidade de Haia, nos Países Baixos, 150 pássaros morreram repentinamente.

Além disso, patos que nadavam por perto colocaram suas cabeças na água “para escapar da radiação” (será que eles foram entrevistados?).

Na verdade, como informa o Snopes, mortes em massa de animais são comuns na natureza, mas acabam sendo usadas em teorias da conspiração porque é difícil explicá-las e sempre têm um tom “misterioso”. Entre 2010 e 2011, por exemplo, a imprensa focou em noticiar mortes de milhares de aves e peixes nos Estados Unidos, Itália e até na costa brasileira.

Não houve nenhum teste de 5G na região quando os pássaros morreram, somente em junho de 2018, mas nada aconteceu com as aves nessa época.

E a Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP) declara que estudos de genotoxicidade e carcinogenicidade mostram que os efeitos adversos são improváveis em níveis de baixos de exposição à radiação.

As restrições básicas para as frequências de 100 kHz a 300 GHz seguem inalteradas desde 1998.

O texto do projeto de lei também parece confundir radiação com frequência, alegando que o 5G é mais perigoso por atingir 3,5 GHz, mais que o usado no 4G.

Boa parte dos roteadores Wi-Fi, celulares e notebooks no país já trabalha em 5 GHz. Imagine então quando as redes mmWave chegarem ao Brasil: elas deverão operar no país em 26 GHz. De qualquer forma, se formos além, estudos mostram que não há efeitos adversos com exposição prolongada a ondas de 60 GHz.

Notícias falsas e teorias da conspiração circulam com muita velocidade pela internet, mas me parece razoável exigir mais empenho das pessoas em checar informações, especialmente no caso de legisladores.

Águas Lindas: Manutenção da iluminação pública está sendo realizada na BR-070

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A operação tem o objetivo de promover a manutenção da iluminação pública em todos os bairros e proporcionar mais segurança e qualidade de vida para os moradores.

A operação “Mãos a Obras” também está fazendo a manutenção de mais de 780 postes da BR – 070 que iluminam os 17,5 quilômetros da rodovia. Mais de 1.420 lâmpadas de 400 watts de potência receberão o reparo para continuar garantindo a iluminação da BR-070.

A Prefeitura de Águas Lindas de Goiás continua trabalhando para beneficiar a população com mais infraestrutura através das obras que estão sendo realizadas na cidade.

Acompanhe mais informações nas redes sociais da Prefeitura de Águas Lindas:

Facebook: https://www.facebook.com/GovernoMunicipalDeAguasLindas

Instagram: https://www.instagram.com/prefeitura.aguaslindas

 Site da Prefeitura de Águas Lindas:

http://aguaslindasdegoias.go.gov.br/

Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura

Fotos: ASCOM

Metrô-DF pagou por serviços duplos e incompletos

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CGDF

Entre os problemas detectados, há compras indevidas, em duplicidade e até pagamento por serviços incompletos. Os erros estão expostos no Relatório de Inspeção nº 18/2019, assinado eletronicamente no último dia 6 de junho, após análise de seis convênios.

No convênio com a Emibm Engenharia e Comércio Ltda, especializada em instalação e remanejamento de infraestrutura de rede, a CGDF encontrou falta de tecnicidade no produto apresentado pela empresa e ainda duplicidade em itens do contrato.

Segundo aponta o documento, “constata-se que não existe caráter técnico ou justificativa suficiente nos argumentos apresentados para motivar a aquisição dos três itens (1, 2 e 101), uma vez que o de nº 2, por si só, já contemplaria todos os serviços. Na prática, a transação desnecessária repercutiu num prejuízo de R$ 159.300,00”.

A auditoria se refere a pagamento pela criação de uma planta do local onde as redes seriam instaladas.

No total, o prejuízo possível aos cofres públicos foi estimado em R$ 250 mil.

A inspeção ainda detectou que o Metrô-DF obteve, desnecessariamente, equipamentos de distribuição de energias. “O fato é que, em todos os locais onde foram instaladas já haviam pontos de energia suficientes para atender às necessidades do Metrô-DF.

Mesmo assim, foram adquiridas PDUs (réguas de energia) por meio do contrato supracitado. Ademais, após vistoria, restou constatado que, no máximo, um único ponto de energia destes equipamentos, de um total de oito disponíveis”.

Segundo a CGDF, houve um desperdício de R$ 15.732,00, por parte do Metrô-DF, ao adquirir 15 unidades do referido equipamento “sem necessidade”, ao custo unitário de R$ 1.048,80.

Tomadas

Em situação semelhante, a revisão ainda revelou contratação indevida para instalação de nobreaks – equipamento capaz de fornecer energia elétrica a um sistema por um certo tempo em situações de emergência.

De acordo com o relatório, constatou-se que não haveria a necessidade da execução desses serviços, visto que, na prática, o trabalho de instalação se resumiria a ligá-los à tomada.

Outrossim, o Metrô-DF resumir-se-ia a ligá-los à tomada”, registrou. Apenas nesse item, o órgão aponta que o Metrô-DF “gastou indevidamente um total de R$ 13.200,00, conforme nota fiscal nº 5860, onde constam 12 ocorrências a um custo unitário de R$ 1.100,00”, reforça.

Episódio parecido ocorreu na compra de cabos ópticos para a Companhia do Metropolitano. Embora o Metrô-DF tenha adquirido 90 cordões, todos devidamente pagos, apenas 28 foram encontrados no patrimônio do órgão. “Considerando-se que a instalação de cada cordão óptico equivale a R$ 130,95 (R$ 100,30 por cada cordão óptico e R$ 30,65 pela instalação), conforme a nota fiscal nº 5860, constata-se um pagamento maior de R$ 8.118,90 pelos bens e serviços”, calcula a CGDF.

No mesmo contrato dos cabos ópticos, a auditoria também encontrou pagamento por serviços incompletos e que geraram nota fiscal no valor de mais de R$ 53 mil.

Embora o estabelecido previsse 7 itens, entre entrega de material, documentos e arquivos, verificou-se que os únicos artefatos recebidos pelo Metrô-DF “foram relatórios contidos no processo de pagamento, onde consta, basicamente, a quantidade de tomadas a serem substituídas e o local dos serviços”.

De acordo com a Companhia do Metropolitano, nas referidas notas fiscais “constam 19 ocorrências do aludido ‘Serviço de Elaboração do Projeto de Instalação’, o que gerou um custo de R$ 53.200,00 ao órgão.

A averiguação realizada pela Controladoria-Geral do DF, a princípio, tem efeitos meramente administrativos.

Na fase inicial, a inspeção determina que o órgão investigado se adapte à legislação vigente e, nos casos de prejuízo, que a administração pública solicite instauração de procedimentos administrativos, “resguardados os princípios do contraditório e da ampla defesa, com vistas a apurar a responsabilidade dos gestores pela aquisição indevida de serviços”.

Nos casos mais graves, a CGDF recomenda efetuar a glosa – o impedimento de pagamento pelo serviço contratado até que sejam apurados os fatos.

Durante a realização da auditoria, todos os gestores responsáveis pelos contratos foram procurados pela CGDF e apresentaram as justificativas. O texto final foi produzido apenas após a análise das respostas oficializadas à auditoria responsável.

Procurado pela reportagem, o Metrô-DF afirmou que a atual gestão ainda está tomando conhecimento das recomendações.

Privatização

Nessa segunda-feira (22/07/2019), o Governo do Distrito federal (GDF) deu mais um passo rumo à privatização da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) e publicou, no Diário Oficial (DODF), autorização formal para que se iniciem estudos de viabilidade para concessão de gestão, operação e manutenção do modal.

O termo é assinado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade e, nessa fase, 11 empresas participam das análises preliminares da possível parceria público-privada (PPP).

A partir de agora, todas as empresas credenciadas têm o prazo de 120 dias para a elaboração e apresentação dos estudos, podendo ser prorrogado pelo GDF.

Contudo, nos próximos 15 dias, devem apresentar plano de trabalho e cronograma detalhado com a “descrição das atividades previstas para elaboração dos estudos de viabilidade, devendo prever a apresentação de resultados parciais, respeitado o cumprimento do prazo indicado, além de indicação de valor do ressarcimento pretendido, detalhando os itens de custos inerentes a cada produto dos estudos de viabilidade, considerando margem de lucro compatível com a natureza do serviço e riscos envolvidos, e ainda, observado o valor máximo nominal de ressarcimento”, registra o termo.

As 11 empresas são parte dos 13 grupos que entregaram a documentação para participar do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI)para transformar a gestão do Metrô-DF em uma PPP. A estimativa é que uma licitação seja lançada até o fim de 2020.

ESCOLA SEM PARTIDO pode acabar por falta de apoio

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O fundador do movimento disse, em declaração, que o “esquecimento” do Escola Sem Partido é frustrante. “Desde o início do governo de transição, não me lembro de tê-lo [Bolsonaro] ouvido falar em Escola sem Partido. Por alguma razão, o tema sumiu do radar do Presidente”.

Ele afirmou ainda que ficou esperando um contato por parte do MEC, que não aconteceu. “Em fevereiro, tentei marcar uma audiência com o Ministro Vélez. Ligava, deixava recado, e não retornavam a ligação. Finalmente, consegui. No dia marcado, porém, o Ministro se desculpou dizendo que havia surgido um compromisso urgente… Uma assessora insistiu que o Ministro fazia questão de falar comigo; disse que ligaria na semana seguinte para marcar outra reunião, mas não ligou. Fiz papel de bobo”. 

Foram feitas tentativas de contato com o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub: “Na posse do atual Ministro da Educação, foram proferidos dois longos discursos, um de Bolsonaro, outro do empossando. Incrivelmente, nenhum deles sequer tocou no problema da doutrinação e da ideologia de gênero. Nem uma palavra sobre Escola sem Partido. Em junho, a deputada Bia Kicis ‒ que é autora do projeto Escola sem Partido na Câmara ‒ pediu para que eu a acompanhasse em uma reunião com o Ministro Weintraub. Fomos, mas não conseguimos muita coisa. O ministro estava mais preocupado em falar do que ouvir”.

Ainda segundo Nagib, quando o MEC divulgou os planos do ministério para os próximos 3 anos e 5 meses de governo e nada foi dito sobre doutrinação, ideologia de gênero e Escola sem Partido. “Tudo isso é muito frustrante para nós. A reforma da previdência explica e justifica perfeitamente que o Projeto Escola sem Partido não esteja tramitando no Legislativo. Mas e o Executivo? O Executivo poderia ao menos escutar as sugestões do nosso movimento. Mas nem isso”. 

Sem o apoio de Bolsonaro, diz o fundador do ESP, em referência à liderança política do Presidente, “o ESP dificilmente conseguirá avançar. Batemos no teto. Nas nossas redes sociais, possuímos cerca de 300 mil seguidores. Ora, isso não é nada, se pensarmos no número de pessoas impactadas, direta ou indiretamente, pela propaganda ideológica, política e partidária que come solta nas escolas e universidades”.

Escola Sem Partido 

O Programa ESP é uma proposta de lei que torna obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio de um cartaz com conteúdo de orientação quanto aos direitos e deveres do professor.

por: Bruna de Pieri

Prefeitura de Águas Lindas de Goiás lança força tarefa contra dengue

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O MELHOR PREFEITO DO GOIÁS

Nomeada Campanha Manejo Ambiental, a ação está sendo realizada em todos os bairros da cidade.

A gestão municipal chama atenção para a necessidade de uma ação coletiva entre as medidas do poder público e os moradores, já que os dados apontam que cerca de 80% dos focos do Aedes aegypti estão dentro de residências comuns.

Segundo a prefeitura, as vistorias têm sido feitas nas residências seguindo um cronograma. Nas visitas, além de vistoria os moradores recebem orientações de agentes comunitários que oferecem dicas de prevenção de focos de proliferação do mosquito.

Ação de agentes se concentra em eliminação dos focos e orientação aos moradores

Prefeito de Águas Lindas, cobra Governo por melhorias no Entorno

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O Prefeito de Águas Lindas de Goiás, Hildo do Candango esteve em Goiânia na manhã da última terça-feira, 3, onde cumpriu agenda de compromissos políticos. Durante sua permanência na capital, Hildo se encontrou com lideranças da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO) e ainda com o vice-governador, Lincoln Tejota.

No primeiro encontro, com a diretora presidente da Organização das Voluntárias de Goiás – OVG, Dra. Adriana Caiado, Hildo solicitou o aumento da quantidade de refeições no restaurante comunitário de Águas Lindas. Após o encontro a presidente assumiu o compromisso de realizar análise dentro da programática do governo.

No TCM, Hildo se encontrou com os conselheiros Francisco, Fabrício e Sérgio Cardoso para tratar sobre contratos que não teve o Temos de Ajustes de Contas (TAC) denido.

Finalizando a agenda, o prefeito se reuniu com o vice- governador, Lincoln Tejota, para pedir que o governo se junte aos trabalhos com o Entorno do DF num contexto geral e principalmente na área da saúde priorizando os hospitais da região em Águas Lindas, a possibilidade de um hospital em Valparaíso e a retomada das obras do Hospital de Santo Antônio do Descoberto.

Além disso, o Prefeito também solicitou que a proposta do Governador Ronaldo Caiado seja executada para que o Entorno do Distrito Federal seja inserido num contexto de Desenvolvimento Industrial e serviços de renda.

A produtividade de cada distrital no primeiro semestre

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Com o primeiro semestre marcado pela estreia de novos parlamentares, a Câmara Legislativa (CLDF) conseguiu aprovar 153 proposições, entre projetos diversos e propostas de emenda à Lei Orgânica (PLOA), o que representa média de duas matérias em cada uma das 74 sessões ordinárias e extraordinárias. Os dados foram extraídos do sistema Legis.

Dos 24 integrantes da Casa, cinco distritais empatam na autoria de cinco projetos aprovados, de cada um: Eduardo Pedrosa (PTC), Hermeto (MDB), Jorge Vianna (Podemos), José Gomes (PSB) e Reginaldo Sardinha (Avante). Outros cinco mandatários aprovaram quatro textos: Júlia Lucy (Novo), Jaqueline Silva (PTB), Iolando (PSC), Valdelino Barcelos (PP) e Fabio Félix (PSol).

Arlete Sampaio (PT), Martins Machado (PRB), Leandro Grass (Rede), Rodrigo Delmasso (PRB) e João Cardoso (Avante) totalizaram três propostas aprovadas. O tucano Daniel Donizet (PSDB) emplacou duas leis. Já Roosevelt Vilela (PSB), Robério Negreiros (PSD), Reginaldo Veras (PDT) e Agaciel Maia (PL) assinam uma proposição validada, cada. Os demais não tiveram projetos de lei, projeto de lei complementar ou proposta de emenda à Lei Orgânica ratificadas em plenário.

Dos sete projetos de decreto legislativo (PDL) aprovados e promulgados pela própria Câmara Legislativa, o distrital Jorge Vianna é autor de dois. O presidente da Casa, Rafael Prudente (MDB), Jaqueline Silva, Iolando e Rodrigo Delmasso (PRB) conseguiram a promulgação de um, cada. Quando o assunto é projeto de resolução, matérias exclusivas sobre funcionamento interno da CLDF, Delmasso emplacou três dos sete aprovados. Os outros são de autoria de Arlete Sampaio, Fabio Félix e Leandro Grass.

Temas novos

Segundo o presidente da Câmara Legislativa, houve melhora na produtividade neste ano. “Nós impomos um ritmo de trabalho diferente, a começar pela sessão extraordinária que ocorreu em janeiro. Tomamos a decisão de que projetos já aprovados nas comissões e que haviam ido ao plenário tivessem prioridade. Diferentemente de outras legislaturas, muitas vezes deliberamos na terça e também na quarta-feira”, disse Prudente.

Em meio a toda essa sopa numérica, os distritais contabilizaram, no primeiro semestre, 505 projetos de lei, oito projetos de lei complementar, 55 projetos de decreto legislativo. Essas matérias precisam passar em plenário antes de seguirem para sanção do Palácio do Buriti. Outras matérias têm tramitação interna: 64 projetos de resolução – para mudar regras da Câmara Legislativa, 17.729 indicações com sugestões ao Executivo, 129 moções de condecoração e 1.046 requerimentos de informação ao Governo do Distrito Federal (GDF).

Estreante na Casa, Eduardo Pedrosa afirma que os números poderão ser revertidos em benefícios para a população. “A quantidade e qualidade dos projetos apresentados marcaram esse primeiro momento. São propostas que tratam de temas novos e que estão em desenvolvimento no mundo, como a energia renovável e as startups”, destacou.

Comparação

No início da legislatura passada, de fevereiro a junho de 2015, os parlamentares apreciaram 380 proposições. Cerca de 25% desse total foram projetos de lei (PL) e projetos de lei complementar (PLC). Na época, foram apreciados pelos deputados 93 PLs e três PLCs no período. Desse total, 66 matérias aprovadas foram de autoria de distritais. O mesmo levantamento indica que, naquele ano, receberam aval da Casa duas Propostas de Emenda à Lei Orgânica (Pelo), dois projetos de resolução (PR), 14 projetos de decreto legislativo (PDL), 115 requerimentos (RQ) e 115 moções.

GDF extingue DFTrans e passa sistema de bilhetagem para o BRB

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Com a lei, o órgão deixa de existir e dá lugar a uma subpasta subordinada à Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). A proposta altera a Lei nº 4.011, de 2007, que dá à Semob a atribuição de implantar política tarifária; dispor sobre itinerários, frequência e padrão de qualidade dos serviços de transporte público; combater o transporte ilegal de passageiros; entre outras medidas.

O Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) passa a ser gerido pelo Banco de Brasília (BRB). De acordo com o artigo 11 da mencionada lei, a instituição ficará responsável pela confecção, manutenção de cadastros, geração, distribuição e comercialização dos cartões, informações inerentes ao sistema, bem como pelo repasse dos valores devidos individuais, exceto a parcela relativa a eventual subsídio.

Mas a transferência não será automática. Em agenda pública nesta segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha disse que a gestão do serviço de bilhetagem passará provisoriamente para a Secretaria de Transporte e Mobilidade até chegar às mãos do BRB.

Segundo Ibaneis, dentro de duas semanas, o BRB deverá assumir definitivamente a gestão da bilhetagem. Um dos compromissos do banco é a ampliação dos postos de atendimento. Atualmente, são aproximadamente 30 locais.

A meta do GDF é oferecer 150, usando a estrutura da instituição, a exemplo do BRB Conveniência, segundo o emedebista.

“Vamos ter uma qualidade maior, principalmente, na questão da fiscalização, que é tão criticada. Nós temos hoje um número muito grande de fraudes, principalmente na questão da utilização do cartão”, ressaltou o governador.

A Secretaria de Mobilidade receberá pessoal, materiais, acervo patrimonial, recursos orçamentários e financeiros do DFTrans. Os cargos vagos ou ocupados vinculados à carreira de atividades em transportes urbanos serão redistribuídos, sem demissão dos servidores.

Ônibus e metrô manterão sistema integrado para aceitar o novo modelo de bilhetagem. Além disso, fica assegurada a existência de pontos de recarga de cartões em todas as regiões administrativas do DF.

O fim do DFTrans foi anunciado pelo governador em 8 de abril, data em que passageiros de ônibus e metrô enfrentaram muitos transtornos para recarga de cartões. Eles se queixaram de não conseguirem utilizar os créditos do vale-transporte.

Na hora em que passavam o cartão no validador, deparavam-se com a mensagem de “saldo insuficiente”. Revoltadas e em busca de respostas, dezenas de pessoas protestaram no posto do DFTrans na Rodoviária do Plano Piloto.

A confusão provocou reação imediata de Ibaneis, que pediu desculpas e compreensão aos passageiros e disse que o sistema de bilhetagem passaria ao BRB. “Vou acabar com o DFTrans. Porque aquilo é um órgão que só tem dado trabalho à população, desrespeito. E é uma central de corrupção”, disparou.

A autarquia foi alvo de recentes operações policiais que investigam desvios em dinheiro da bilhetagem. Segundo as apurações, o prejuízo pode ter chegado a R$ 1 bilhão.

Secretaria de Educação investiga contratos que ultrapassam meio bilhão

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Secretaria de Educação do Distrito Federal investiga contratos milionários fechados com três empresas para manutenção, limpeza, higiene e conservação. Os 11 acordos alvos da apuração e os respectivos termos aditivos somam mais de meio bilhão.

Os contratos nºs 20, 21, 22, 24, 26, 28, 62, 64, 78, 79 e 80 são de 2018, assinados na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), e continuam vigentes ou tiveram aditivos assinados. Juntos, totalizam mais de R$ 593 milhões.

A Real JG Serviços Gerais – de propriedade de familiares do deputado distrital José Gomes (PSB) –, a Juiz de Fora de Serviços Gerais e a Interativa – Dedetização, Higienização e Conservação – são as contratadas. Elas prestam serviços para a Secretaria de Educação nas escolas e em outras unidades da pasta em diversas regiões do Distrito Federal: Ceilândia, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Guará, Recanto das Emas, Taguatinga, Brazlândia, Plano Piloto, Cruzeiro, Paranoá, São Sebastião, Gama e Santa Maria.

Em nota, a Secretaria de Educação informou que, em razão de haver apuração em curso sobre os acordos, não é possível fornecer detalhes até o encerramento da investigação. “A pasta acompanha e cobra das empresas contratadas o cumprimento dos contratos firmados de forma exemplar. Caso contrário, sofrerão as consequências previstas na legislação”, ressaltou.

Uma denúncia assinada por pessoa física sobre supostas irregularidades nos negócios fechados em 2018 chegou à Câmara Legislativa (CLDF) em julho deste ano. O registro cita os mesmos 11 contratos que a Secretaria de Educação investiga.

Segundo as informações do documento, as contratadas não estariam executando as obrigações e descumprindo a periodicidade para roçagem, dedetização e corte de gramas, por exemplo. Ainda de acordo com o denunciante, há indícios de fraude no fornecimento de materiais de limpeza, plano de saúde, vales-transporte e alimentação.

O informante relatou na peça que cobrou explicações à Secretaria de Educação, mas não teve retorno. Por isso, pede providências à Casa.

A assessoria da presidente da comissão, a deputada distrital Jaqueline Silva (PTB), disse que a denúncia chegou no período de recesso parlamentar e por isso ainda não foi apreciada.

O documento encaminhado à CLDF tem em anexo um memorando da Unidade Regional de Administração Geral, da Coordenação Regional de Ensino de Samambaia, de 25 de março de 2019, o qual traz relatos sobre a “dificuldade atual na observância pela empresa Real JG dos contratos celebrados nº 20 e nº 78”.

Segundo o documento, o setor recebeu diversas reclamações no início de 2019 referentes à roçagem e poda das árvores das escolas da região. Em novembro de 2018, a empresa teria apresentado um cronograma de atendimento das unidades para que elas estivessem prontas no início do ano letivo, em fevereiro de 2019. Contudo, a Real JG não teria cumprido o calendário. “Gerando, assim, grande preocupação dos nossos gestores, com o mato alto e a infestação de insetos”, descreve um trecho.

Outro problema seria relacionado à mão de obra: há menos encarregados de limpeza para a região do que prevê os contratos.

O relatório lista, ainda, problemas com a entrega de materiais de limpeza. Em janeiro, os produtos não chegaram às escolas e em fevereiro o fornecimento ficou pela metade. O documento denuncia também o constante atraso para repasse dos itens. Outras reclamações, conforme a Unidade Regional de Administração Geral, são a respeito da qualidade da mercadoria, principalmente da cera e do papel higiênico: “É desumano e não está em acordo com o pactuado”.

Assessor jurídico da Real JG, Expedito Barbosa Júnior afirmou que “a empresa faz o possível e o impossível para prestar serviço de excelência”. O advogado destacou que a instituição é constantemente fiscalizada porque no passado pertenceu a um parlamentar. “Por se tratar de uma grande empresa, obviamente alguns contratempos podem existir. Efetivamente, não são procedentes as argumentações apresentadas na denúncia. Todos os pontos apresentados foram trabalhados para serem solucionados”, reforçou.

O assessor jurídico encaminhou à reportagem declarações de julho de cinco escolas de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia que atestam resolução do problema de falta ou da qualidade de material.

A reportagem não conseguiu contato com a Juiz de Fora. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

A hipocrisia da esquerda sobre a questão da FOME no Brasil

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Apresentava números – que ninguém sabia de onde vinham – para demonstrar que não existiam mais pessoas em situação de extrema pobreza no país (aquela extrema pobreza a ponto de não ter sequer o que comer).

Tudo isso, a Esquerda dizia que se devia ao exitoso programa “Fome Zero” (mais antigo, criado por “Lula”) e “Bolsa Família”.

Reportagens eram mostradas na televisão, especialmente na Rede Globo e Globo News, demonstrando a retirada de centenas de milhares (e, por que não?, milhões) de pessoas da linha de pobreza.

Aliás, essa expressão, ‘linha de pobreza”, era repetida aos quatro ventos pela mídia, quase como um mantra, quando replicava, nas reportagens, os gráficos que mostravam a ascensão social dos brasileiros mais necessitados socialmente.

Jair Bolsonaro assume a Presidência da República, e não só não extingue o programa Bolsa Família (como a Esquerda dizia que ele faria) como o amplia, pagando 13° às famílias cadastradas e atendidas pelo referido programa.

E daí, ele, Jair Bolsonaro, fala, em uma entrevista, que no Brasil não existem pessoas em situação de extrema pobreza, que passem fome, que não consigam se alimentar, e é imediatamente bombardeado pela Esquerda e pela mídia “mainstream”.

A fala do Presidente pode ter sido infeliz e até cruel, concordo. Mas não pode ser interpretada descontextualizada.

Na verdade, como ele explicou depois, o que ele estava querendo ressalvar era que o que não se pode mais tolerar, no Brasil, é aquela cultura de governantes que ficam falando mal do próprio país, com números e dados depreciativos, muitas vezes errados, e que só fazem manchar a imagem do Brasil no exterior, como Lula fazia, em um vídeo mais do que conhecido:

https://youtu.be/3HbWyiw2ocQ

Mas de nada adianta a explicação, pois palavras já ditas não podem ser “desditas”, e por isso que há que se tomar extremo cuidado ao se falar algo de improviso, especialmente por um Presidente da República nesse ambiente midiático histriônico brasileiro.

Contudo, a fala de Bolsonaro serve para escrachar a hipocrisia da Esquerda e da extrema-imprensa, que sempre tapou os olhos para os mais necessitados do país, para os que realmente passam fome, que vivem à margem da sociedade, que não têm dignidade, que não votam, que não integram estatísticas, mas que são brasileiros como nós, e que devem primordialmente receber a proteção do Estado (e de qualquer um de nós, na verdade, com nossos atos de solidariedade).

A imprensa que agora torce o nariz de “nojinho” para a fala Bolsonaro sobre a inexistência de pessoas famélicas no país é a mesma que passou anos dizendo que o Governo do PT acabou com a fome no Brasil.

O fato é que, mesmo quando não quer, mesmo sem querer, Bolsonaro consegue fazer cair o véu da hipocrisia que cobre a Esquerda e os seus apoiadores da mídia “mainstream”.

Portanto, lanço aqui a eles duas exortações, duas advertências, para estimulá-los:

— Decida-se, Esquerda: a situação de extrema pobreza foi ou não foi acabada pelo Governo que esteve no Poder nos últimos 16 anos (Lula 1 e 2; Dilma 1 e 2 e 1/2; Temer 1 e 1/2)?

— Decida-se, extrema-imprensa/mídia “mainstream”: as reportagens maciçamente divulgadas nos telejornais, e escritas na mídia impressa, dando conta da erradicação da fome no país (ou, ao menos, da sua redução drástica), com a retirada de milhões de pessoas da situação de extrema-pobreza, eram falsas?

Guinarmo Federico Piacesi Ramos