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Deputado Federal Luis Miranda pode ser cassado pelo TRE-DF. Entenda – Justiça em Foco

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Brasília – Eleito deputado federal pelo Democratas, Luis Miranda é réu em quatro ações eleitorais movimentadas pelo partido político Patriotas por abuso de poder econômico e corrupção eleitoral ativa durante as eleições de 2018. No caso em questão, Luis Miranda se utilizou de “impulsionamento digital” em mídias sociais para ganhar notoriedade e, além disso, promoveu um sorteio, em sua página pessoal do Facebook, de três celulares (iPhones X) durante o período de campanha eleitoral.

Para os advogados do Patriotas, essas condutas caracterizam abuso de poder econômico e corrupção eleitoral ativa. No caso dos anúncios patrocinados nas mídias sociais, essa conduta é permitida pela legislação eleitoral, desde que apareça claramente a expressão “Propaganda Eleitoral” com o respectivo CNPJ ou CPF do titular da campanha. No caso de Luis Miranda, ele promovia publicações pessoais, sorteios, vídeos e fotos descumprindo o que preceitua a Lei nº 13.488/2017.
Já o caso mais grave, diz respeito ao sorteio dos Iphones, segundo a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo do Patriotas, que é de caráter público, essa prática é caracterizada como corrupção eleitoral e enseja a perda do mandato e também se enquadra na Lei da Ficha Limpa para que o condenado fique inelegível por 8 anos. A tipificação da corrupção eleitoral está no artigo 299 do Código Eleitoral: “Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”.

Luis Miranda ficou conhecido nas redes sociais por comparar o modelo de vida norte-americano com o brasileiro. Morou nos EUA durante 3 anos e voltou ao Brasil em 2018. Como já era um Youtuber conhecido e com muitos seguidores, resolveu se candidatar a uma vaga na Câmara dos Deputados. Contudo, utilizou-se das mídias sociais de maneira ilegal para promover sua imagem e obteve vantagens ilícitas contra os outros candidatos.

“1) Pagamento de despesas distintas por meio de cheques individualizados, gerando divergência entre a movimentação bancária e as despesas declaradas no SPCE na ordem de R$ 132.078,70 (representa 25,5% do total das despesas);
2) Não apresentação de comprovantes das despesas, realizadas com recursos de natureza privada;
3) Realização de despesas antes da abertura da conta bancária específica de campanha, no valor de R$ 15.068,24;
4) Saques no valor de R$ 95.731,23 que não se destinaram à composição do fundo de caixa, mas para o pagamento de diferentes despesas. ”

Esses foram alguns dos argumentos apresentados pelos juízes eleitorais para rejeitar, por unanimidade, as contas da campanha de Luis Miranda. As irregularidades da campanha são visíveis e se somam a outras condutas ilegais, como, por exemplo, a utilização do número de campanha antes do permitido pela Justiça Eleitoral. Em um dos processos movimentados pelo Patriotas, há publicações de Luis Miranda com o número de campanha (2555) antes mesmo de ser liberado pelo TSE.

Na esteira da renovação política que elegeu muitos “não políticos”, Luis Miranda se utilizou dos seus conhecimentos midiáticos para conseguir uma projeção indevida. Foi eleito com 65 mil votos e representa a população do Distrito Federal na Câmara dos Deputados. Os processos contra o deputado estão correndo na Justiça Eleitoral e possuem provas contundentes do abuso de poder econômico e também da corrupção eleitoral.

Num momento em que a moralidade e o combate à corrupção são as principais bandeiras de uma nação cansada de escândalos, permitir que um deputado permaneça no mandato, tendo burlado as regras eleitorais, é uma clara afronta à vontade do povo e ao próprio Estado Democrático de Direito.

https://justicaemfoco.com.br/desc-noticia.php?id=134441&

Adega do Braz em Taguatinga

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Sexta feira sem duvida é um dos points de Taguatinga cidade satélite de Brasília, capital do Brasil. No Braz reúne-se todo tipo de tribo e classes sociais.

Em seu melhor dia considerado sexta-feira você encontra com uma turma anos 80 e 90 que dão um clima amistoso e divertido ao estabelecimento.

O lugar se tornou popular pelo custo benefício e proximidade domiciliar de seus frequentadores que não consegue ficar sem tomar aquela geladíssima .

Vale apena ressaltar que o estabelecimento disponibiliza tomadas para que seus clientes possam carregar seus eletrônicos.

O mais interessante em seu interior são suas mais variadas bebidas.

O bacana mesmo do lugar e agora point dos jovens novos e antigos é o som, onde possibilita que o cliente conecte seus celulares em seu sistema de som Bluetooth.

A Adega do Braz está localizada CSB 5 em Taguatinga Sul.

Recomento esse Point para todas as idades maiores de 18 anos.

TRE-DF decide pela cassação do distrital José Gomes

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José Gomes

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) decidiu cassar nesta quinta-feira (11/4), por unanimidade, o diploma do distrital José Gomes (PSB) e deixá-lo inelegível por oito anos. O deputado foi acusado de abuso de poder econômico e coação de funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais. A assessoria jurídica dele disse que recorrerá da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em até cinco dias.

O recurso tem efeito suspensivo imediato, de acordo com o advogado de defesa, Cleber Lopes. Por isso, o deputado continuará no mandato até que a corte superior se pronuncie sobre a matéria. Só após o trânsito em julgado, caso o TSE confirme a decisão, ele deixará o cargo. A primeira suplente, que deve assumir o posto, é a ex-distrital Luzia de Paula (PSB).

A primeira sessão de julgamento foi iniciada em 19 de março, mas acabou suspensa após pedido de vista do desembargador Telson Ferreira, quando o placar estava em 3 a 0 pela condenação. Nesta quinta, após ele devolver o processo, a sessão foi retomada a partir de seu voto. Outros dois membros do tribunal também precisaram se manifestar. Todos votaram pela cassação, e o resultado final foi 6 a 0.

José Gomes foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por supostamente exigir que funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais, da qual era proprietário até 2018, votassem nele nas últimas eleições. Antes da suspensão da audiência, o distrital havia sido absolvido, por unanimidade, pelo delito de compra de votos.

Segundo as acusações, José Gomes teria ameaçado de demissão os trabalhadores que não o apoiassem à Câmara Legislativa (CLDF). Pelo menos 12 empregados da Real JG teriam sido desligados da companhia por esse motivo. O distrital nega.

Em seu voto, o relator do caso, desembargador Waldir Leôncio, defendeu a cassação e inelegibilidade do distrital por oito anos. Os desembargadores Daniel Paes Ribeiro e Diva Lucy acompanharam o entendimento.

Retomada
Responsável pelo pedido de vista, Telson acatou o pedido preliminar da defesa de que a denúncia havia sido feita antes mesmo de José Gomes ser candidato. A ocorrência eleitoral sobre as atitudes do distrital foi levada ao Ministério Público Eleitoral (MPE-DF) em 14 de agosto de 2018, mas só no dia 18 do mesmo mês o pedido foi formalizado.

O magistrado usou julgados passados para embasar seu voto. “Para fins de lei, o abuso de poder econômico só terá efeito quando houver candidatura”, disse Telson Ferreira.

Entretanto, ele foi favorável à pena de cassação do mandato por ameaça aos funcionários. Segundo o desembargador, não resta dúvida de que o deputado cometeu crime eleitoral por meio direto e de cabos eleitorais. “Não é proibido que um patrão peça votos aos seus empregados. O que a legislação proíbe é a forma inadequada de pedir esses votos”, disse.

O desembargador Erich Endrillo discordou do colega sobre o pedido de extinção do processo, por conta da temporalidade. O desembargador afirmou que não há como não entender que houve o crime meramente por causa da formalização. Erich manteve seu voto com o relator.

Na primeira sessão, o advogado Ramon Oliveira Campanati, responsável por oficializar a acusação no MPE-DF, disse que funcionários foram demitidos por se recusarem a participar de reuniões políticas. “Alguns acabaram reintegrados por terem provado [ter] sido mandados embora por motivos políticos. Em outros casos, órgãos do governo federal multaram a Real JG, inclusive com a realização de videos”, disse.

O advogado de José Gomes, Cléber Lopes, sustentou que o ajuizamento da denúncia foi feito um dia antes da oficialização da candidatura do agora deputado. “Por isso, ele não deveria ser punido”, ressaltou a defesa, pedindo o arquivamento do processo.

“Desconhecido”
Já o procurador regional eleitoral José Jairo Gomes disse ter estranhado a quantidade de sufrágios recebidos pelo distrital. “É uma coincidência o senhor José Gomes ter 10 mil empregados e chegar a quase 17 mil votos sendo um desconhecido, mesmo ele não tendo sequer uma propaganda massiva. Ou seja: entende-se que a maior parte dos votos veio da empresa”, pontuou.

Na sequência, o procurador citou supostas reuniões em que empregados eram obrigados a participar como forma de coação. “Não é necessário que o candidato aja com dolo ou diretamente. O importante é que o bem jurídico seja vulnerável. O senhor José Gomes, usando de sua estrutura empresarial, passou a assediá-los por meio de outras pessoas, incluindo pedindo lealdade, com muitas reuniões. O MPE está convicto de que se trata de um processo escandaloso de coação moral”, detalhou.

Testemunhas apontaram que funcionários lotados em órgãos públicos com contratos com a Real JG, como no Ministério de Minas e Energia, participaram de atos em prol da candidatura do chefe. Em algumas oportunidades, eles chegavam atrasados ao trabalho todos juntos.

Funcionários foram ouvidos pelo MPE e relataram terem sido pressionados a fazer campanha para José Gomes. Além de Douglas, outras pessoas lotadas em postos estratégicos e em cargos de chefia também pediam para os empregados aderirem à campanha.

A campanha em favor da candidatura de José Gomes era realizada em diversos ambientes. De acordo com as acusações, os trabalhadores acabavam cedendo suas casas para reuniões políticas. Do mesmo modo, em locais onde a empresa mantinha funcionários, em horário de expediente, eram promovidas “as conversas”.

Técnicas SEO para o Google Amar seu Site

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O Título da página é um item de muita importância em SEO. O Google dá muita importância a ele, pois esta informação é exibida em destaque em cada link que o Google apresenta em seus resultados de busca. Ele também é muito importante do ponto de vista do usuário. Como boa prática SEO, tente implementar pelo menos uma ou duas palavras-chave no título de suas páginas.

3) Descrição da Página TAG
A descrição das páginas, também deve ser tratada com carinho. Pois muitas vezes, esta descrição é exibida no link que o Google apresenta, logo abaixo do título da página. è muito importante ter uma descrição condizente com o conteúdo da página ao invés de utilizar uma descrição genérica. Aqui, você também deve implementar uma ou duas palavras-chave no texto. Para uma boa prática SEO, evite uma descrição com mais de 150 caracteres.

4) HEADER TAG
As tags de cabeçalho são o código HTML que indicam uma manchete, como H1, H2 e H3 e aparecem como manchetes em negrito em seu conteúdo. Os primeiros 3 cabeçalho tags são os únicos que você precisa para se preocupar, bem como o primeiro cabeçalho tag, H1, é o mais importante. Use a sua palavra-chave primária uma vez na tag H1, uma ou duas vezes na tag H2, e várias vezes em sua tag H3.

5) Descrição para Imagens TAG
Acrescente informação para os buscadores em suas imagens. O Google não pode ler informações em arquivos de imagens, portanto você deve ajudá-lo aqui. A melhor utilização de qualquer tag é usar as palavras-chave em sua descrição de imagem.

6) Formatação de Conteúdo
Os motores de busca dão especial atenção às palavras com negrito, itálico e sublinhado. Lembre-se de destacar suas palavras-chave em seus conteúdos.

7) Texto dos Links (Anchor Text)
Texto âncora ou Anchor Text referem-se ao texto dos links de uma página que leva o seu visitante para outra página. Então, em vez de dizer ao visitante “clique aqui” no conteúdo da sua página, incluir uma palavra-chave em seu texto âncora.

8 ) Sitemap
Estou me referindo aqui ao sitemap específico para os mecanismos de busca. Você pode criar um sitemap simples em txt ou xml e enviá-lo ao Google através da Ferramenta para Webmasters. Isso ajuda o Google a indexar mais rapidamente todas a páginas do seu web site. Por que sem um sitemap, ele só pode descobrir as páginas do seu site através dos links de cada página, que é um processo demorado e não executado com tanta frequência. Você precisa indicar o caminho do seu arquivo sitemap.txt no arquivo robots.txt. O Arquivo robots.txt deverá estar localizado no diretório raiz do seu web site. O Arquivo sitemap.txt deverá estar localizado no caminho indicado pelo robots.txt.

BRECHÓ DESAPEGA na Yurb BSB

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Vem aí o brechó mais descolado do Brasil!

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Serviço
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Data: dias 13 e 14 de abril, sábado e domingo
Horário: de 11h às 21h
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TCDF autoriza ocupação do Centrad

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Conselheiros da Corte, no entanto, determinaram que o GDF explique, em três dias, detalhes da mudança. Complexo não tem Habite-se

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) rejeitou, nesta terça (9/4), a recomendação do Ministério Público de Contas (MPC-DF) de suspender a mudança do Governo do Distrito Federal (GDF) para o Centro Administrativo (Centrad), prevista para ser iniciada na sexta-feira (12). A votação foi apertada, com desempate feito pela presidente da Corte de Contas, Anilcéia Machado. Apesar de negar pedido do MPC-DF, a Corte determinou ao GDF que explique, no prazo de três dias, como será feita a ocupação do complexo, em Taguatinga.

Embora tenha anunciado que a mudança começaria neste mês, o GDF não explicou os termos do acordo com a concessionária que administra o Centrad e nem se haveria economia de recursos ao erário. Tampouco foram informados os custos da operação e as condições em que os prédios estão atualmente para receber os funcionários.

Também não há estudos que mostrem como a alteração de endereço vai impactar moradores de regiões mais afastadas que precisam de serviços públicos hoje ofertados no Palácio do Buriti e no prédio anexo, a exemplo de Sobradinho e Planaltina, uma vez que a distância para Taguatinga é maior do que em relação ao Plano Piloto. Outra questão ainda não avaliada diz respeito às medidas a serem tomadas para mitigar os impactos sobre o trânsito na área onde fica o Centrad.

A mudança havia sido questionada pelo procurador Demóstenes Tres de Albuquerque. O relator do caso, conselheiro Inácio Magalhães apresentou voto contrário à concessão da medida cautelar. Renato Rainha, Paulo Tadeu e Márcio Michel discordaram do relator e pediram a suspensão. Porém, os conselheiros Manoel de Andrade e Paiva Martins votaram com o relator, e a presidente do TCDF, Anilcéia Machado, desempatou.

Complexo não tem Habite-se
A decisão do TCDF deixa o caminho aberto para o governo iniciar a operação de mudança anunciada pelo governador, Ibaneis Rocha (MDB), mesmo sem que os problemas jurídicos envolvendo o Centrad estejam sanados.

Uma dessas questões é que hoje existem hoje 60 processos tratando do tema, apontamentos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e recursos do consórcio formado pela Via Engenharia e Odebrecht sem desfecho em primeira ou segunda instância.

Entre os impedimentos, está a pendência do Habite-se, uma certidão que autoriza o início do uso ou ocupação efetiva de construções. Em 2 de abril, a promotora Raquel Tiveron afirmou ao Metrópoles que o Ministério Público vai agir em caso de ocupação irregular.

“O Habite-se está diretamente relacionado à segurança dos ocupantes do empreendimento. Além disso, a falta desse documento impede a averbação do imóvel no Cartório de Registro e a emissão de alvará de funcionamento”, disse.

A certidão apresentada pelo então governador Agnelo Queiroz (PT), à época da inauguração da obra – 31 de dezembro de 2014 –, acabou cassada no ano seguinte. A alegação do MPDFT, acatada pela Vara de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, foi de que não houve o cumprimento de todos os pré-requisitos legais. Em abril de 2017, o juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros manteve a decisão.

Justificativas no TCDF
Mesmo com todas essas ressalvas, ao elaborar o voto, o conselheiro relator, Inácio Magalhães, entendeu não haver elemento concreto para a suspensão nesta terça (9). “Minha preocupação é conceder a cautelar com base apenas no que saiu na mídia. Neste momento, seria fazer juízo de valor e não dar uma oportunidade de o governador se explicar”, justificou.

Ele foi acompanhado pelos conselheiros Manoel de Andrade – que sugeriu a extensão do prazo a Ibaneis para cinco dias, sem sucesso – e José Roberto Paiva Martins.

Renato Rainha, Paulo Tadeu e Márcio Michel deram outros argumentos ao caso: “Imagine que em três dias o governo não se manifeste. Vamos voltar aqui na próxima terça-feira [16] para decidir isso de novo?”, interpelou Márcio Michel. Ele sugeriu ainda que o GDF se abstivesse de assinar qualquer contrato sobre a ocupação do Centrad até uma avaliação da Corte.

Paulo Tadeu demonstrou preocupação com a possibilidade de o TJDFT interferir nas decisões do TCDF. “Assinado o contrato, sabemos o limite deste tribunal de atuar no processo. Sempre procuramos construir redações para evitar que o Judiciário entenda que passamos das nossas competências legais”, argumentou.

Renato Rainha também ponderou: “Entendo que há indícios de fortes e graves  irregularidades na licitação e no contrato, e que o valor da obra não está definido em um estudo consistente e confiável. Assinar contrato agora pode representar um grande risco para o GDF e um dano maior ainda para a população”. O conselheiro já havia votado pela ilegalidade em 2008, na primeira vez em que o Tribunal analisou a matéria.

Com o 3 a 3 formado no placar, Anilcéia Machado deu o voto de Minerva, acompanhando o relator.

Cofres públicos
Na representação feita pelo MPC para pedir a suspensão da mudança para o Centrad, o procurador Demóstenes Tres de Albuquerque alegou que não havia garantia de que a mudança seja vantajosa para o poder público. Ele argumentou que não houve planejamento para a transferência.

A transferência, lembra ele, passa por contratos logísticos, pontos de energia, água, internet, ar-condicionado, além de mobiliário e divisórias. Segundo Demóstenes, o GDF não sabe quanto vai custar efetivamente a troca de sede.

A mudança havia sido questionada pelo procurador Demóstenes Tres de Albuquerque. O relator do caso, conselheiro Inácio Magalhães apresentou voto contrário à concessão da medida cautelar. Renato Rainha, Paulo Tadeu e Márcio Michel discordaram do relator e pediram a suspensão. Porém, os conselheiros Manoel de Andrade e Paiva Martins votaram com o relator, e a presidente do TCDF, Anilcéia Machado, desempatou.

Complexo não tem Habite-se
A decisão do TCDF deixa o caminho aberto para o governo iniciar a operação de mudança anunciada pelo governador, Ibaneis Rocha (MDB), mesmo sem que os problemas jurídicos envolvendo o Centrad estejam sanados.

Uma dessas questões é que hoje existem hoje 60 processos tratando do tema, apontamentos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e recursos do consórcio formado pela Via Engenharia e Odebrecht sem desfecho em primeira ou segunda instância.

Entre os impedimentos, está a pendência do Habite-se, uma certidão que autoriza o início do uso ou ocupação efetiva de construções. Em 2 de abril, a promotora Raquel Tiveron afirmou que o Ministério Público vai agir em caso de ocupação irregular.

“O Habite-se está diretamente relacionado à segurança dos ocupantes do empreendimento. Além disso, a falta desse documento impede a averbação do imóvel no Cartório de Registro e a emissão de alvará de funcionamento”, disse.

A certidão apresentada pelo então governador Agnelo Queiroz (PT), à época da inauguração da obra – 31 de dezembro de 2014 –, acabou cassada no ano seguinte. A alegação do MPDFT, acatada pela Vara de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, foi de que não houve o cumprimento de todos os pré-requisitos legais. Em abril de 2017, o juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros manteve a decisão.

Justificativas no TCDF
Mesmo com todas essas ressalvas, ao elaborar o voto, o conselheiro relator, Inácio Magalhães, entendeu não haver elemento concreto para a suspensão nesta terça (9). “Minha preocupação é conceder a cautelar com base apenas no que saiu na mídia. Neste momento, seria fazer juízo de valor e não dar uma oportunidade de o governador se explicar”, justificou.

Ele foi acompanhado pelos conselheiros Manoel de Andrade – que sugeriu a extensão do prazo a Ibaneis para cinco dias, sem sucesso – e José Roberto Paiva Martins.

Renato Rainha, Paulo Tadeu e Márcio Michel deram outros argumentos ao caso: “Imagine que em três dias o governo não se manifeste. Vamos voltar aqui na próxima terça-feira [16] para decidir isso de novo?”, interpelou Márcio Michel. Ele sugeriu ainda que o GDF se abstivesse de assinar qualquer contrato sobre a ocupação do Centrad até uma avaliação da Corte.

Paulo Tadeu demonstrou preocupação com a possibilidade de o TJDFT interferir nas decisões do TCDF. “Assinado o contrato, sabemos o limite deste tribunal de atuar no processo. Sempre procuramos construir redações para evitar que o Judiciário entenda que passamos das nossas competências legais”, argumentou.

Renato Rainha também ponderou: “Entendo que há indícios de fortes e graves  irregularidades na licitação e no contrato, e que o valor da obra não está definido em um estudo consistente e confiável. Assinar contrato agora pode representar um grande risco para o GDF e um dano maior ainda para a população”. O conselheiro já havia votado pela ilegalidade em 2008, na primeira vez em que o Tribunal analisou a matéria.

Com o 3 a 3 formado no placar, Anilcéia Machado deu o voto de Minerva, acompanhando o relator.

Cofres públicos
Na representação feita pelo MPC para pedir a suspensão da mudança para o Centrad, o procurador Demóstenes Tres de Albuquerque alegou que não havia garantia de que a mudança seja vantajosa para o poder público. Ele argumentou que não houve planejamento para a transferência.

A transferência, lembra ele, passa por contratos logísticos, pontos de energia, água, internet, ar-condicionado, além de mobiliário e divisórias. Segundo Demóstenes, o GDF não sabe quanto vai custar efetivamente a troca de sede.

Expectativa de direito
A construção do Centrad pelo consórcio formado entre as empreiteiras gerou dívida com a Caixa Econômica Federal e o Santander. As empresas pegaram um empréstimo para erguer a obra. Hoje, esse passivo é altíssimo e pode chegar a R$ 1,5 bilhão, segundo reclamam Odebrecht e Via. O governo, contudo, estima que o valor seja da ordem de R$ 724 milhões.

De acordo com juristas ouvidos, o movimento do GDF em iniciar a mudança do Buriti ao Centrad vai gerar uma expectativa de direito ao consórcio credor, que, apesar de todos os questionamentos judiciais, ganhará força para arrancar dinheiro do governo. Situação, até agora, freada pelos órgãos de controle.

E o custo-benefício?
No ano de 2017, o governo chegou a apontar que a mudança custaria prestação mensal de R$ 22 milhões, enquanto os aluguéis dos prédios somavam R$ 6,5 milhões. A gestão Ibaneis Rocha (MDB), no entanto, contesta a avaliação. Como pretende comprar a estrutura, não assumiria as mensalidades do consórcio.

Em contrapartida, o governo terá de pagar pelos serviços de segurança e limpeza, além do financiamento da aquisição do próprio imóvel. Ibaneis tem dito que aceita pagar até R$ 544 milhões pelo Centrad, parcelados em 24 anos, a juros previstos de 6,75% ao ano. Somada a essa cifra, só de mobiliário, há uma estimativa de gastos da ordem de R$ 100 milhões. Uma conta difícil de fechar em alinhamento com a austeridade.

Governo fala
Segundo o secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão do GDF, André Clemente,  em 2 de abril, a mudança será feita independentemente do andamento processual. “Se ficar esperando por esse desfecho, não iremos para lá nunca”, frisou.

Conforme pontuado por Clemente, há um termo de acordo negociado para que o GDF não pague imediatamente pela ocupação do complexo. O documento prevê a isenção da cobrança até a conclusão das tratativas de venda do imóvel para o governo local.

Se o Buriti fizer a mudança na sexta (12/4), os servidores entrarão no complexo, de 182 mil metros quadrados, sem mobiliário, internet ou telefonia. Essa parte, segundo acordo firmado com o Centrad, já seria de responsabilidade do Executivo.

Quanto à questão da estrutura, o secretário André Clemente afirmou ainda a pretensão de remanejar contratos que ofereçam os serviços de comunicação.

“Não vamos levar 500 pessoas já no dia 12. Será gradativo. Primeiro, iremos com o gabinete do governador, do vice-governador, a Casa Militar e a Casa Civil, além da Secretaria de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão. Temos uma equipe trabalhando nessa logística. Existem contratos em vigor que podem ser remanejados para o Centrad”, esclareceu Clemente.

Ainda no último dia 2, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) informou, por meio de nota, que está tomando providências “para a análise do Habite-se”. A concessionária do Centro Administrativo do DF comunicou que está em negociação com o governo e, portanto, não vai comentar o caso.

Identidade Digital: documento único será emitido no 2º semestre

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Conhecido na legislação como Documento Nacional de Identidade (DNI), documento vai funcionar inicialmente apenas em tablets e smartphones.

Em breve você poderá andar com um documento de identificação no seu smartphone: a Identidade Digital, que será disponibilizada para tablets e smartphones funcionando como documento único com validade em todo o território nacional.

Em um primeiro momento, o documento de Identidade Digital será emitido apenas para tablets e smartphones, sendo totalmente digital. Com o passar do tempo, seu número será incorporado aos documentos de identidade estaduais e ganhará uma versão física com chip. A Identidade Digital terá um número próprio, composto por nove dígitos, e também pode mostrar números de outros documentos, como CPF.

Inicialmente, especulava-se que apenas eleitores cadastrados na base de dados da Justiça Eleitoral poderiam emitir o documento, mas não será o caso: todos os brasileiros poderão emitir a Identidade Digital. Para isso, o programa Identificação Civil Nacional vai começar a coletar dados biométricos de cidadãos a partir do segundo semestre de 2019 para aqueles que ainda não estão com essas informações cadastradas junto à Justiça Eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está à frente da emissão da Identidade Civil Nacional, e tem a responsabilidade de gerenciar os bancos de dados com informações biométricas e biográficas de cidadãos, bem como emitir a Identidade Digital e certificar outros órgãos para realizar essa emissão. Além de ter uma infraestrutura capaz de coletar a biometria de todos os brasileiros, o TSE será responsável por armazenar e enviar esses dados para os órgãos que serão capacitados para sua emissão.

Assim como o CPF, a Identidade Digital poderá substituir alguns documentos, e terá como principal característica a segurança. O documento usa dados biométricos únicos de cada cidadão, garantindo que ninguém tente se passar por outra pessoa.

O documento será gerado e pode ser autenticado por meio de um processo de verificação de chaves de segurança em um servidor protegido. Os dados que forem exibidos na tela dos smartphones são protegidos por uma criptografia de ponta, o que aumenta a segurança na hora de verificar as informações.

O aplicativo também apresenta uma opção de gerar um QR Code, garantindo que ele não seja copiado, já que será gerado um código diferente para cada acesso ao aplicativo.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

5G Brasil – Anatel apresenta modelo de licitação

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5G in Brazil concept, 3D rendering isolated on white background

Faixa de frequência acima de 6 Ghz entrou nas concessões, mas preços ainda não foram definidos

Conectar e integrar aparelhos de todo o tipo em altas velocidades e baixíssimo tempo de espera, denominado latência. Essa é a promessa do 5G. No entanto, isso só será possível se as faixas que transmitirão a conexão ultrarrápida forem viabilizadas. E na última quinta-feira (04), os técnicos da Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) concluíram o modelo de como será a licitação do 5G no Brasil. O processo que deve ocorrer em março de 2020.

O impasse para a transmissão de dados está nas faixas de frequência. Por “transportarem” quantidade significativa de informações, algumas dessas delas ficam congestionadas — seja por outras tecnologias ou interferências. Levando esse fenômeno em consideração, é razoável escolher uma determinada faixa ao invés de outra, para que serviços sejam melhor oferecidos ao consumidor. É o que acontecerá com o 5g.

De acordo com Abraão Balbino da Silva, superintendente da Anatel, as faixas de frequência que vão a leilão para a quinta geração de banda larga móvel são as de 700 Mhz, 2.3 Ghz, 3.5 Ghz, e 26 Ghz.

A inclusão da faixa de 26 Ghz é a grande novidade — e uma prova para tirar as promessas acerca do 5G do papel. Leonardo Euler, presidente da agência, já havia divulgado que as outras três entrariam no leilão para torná-lo mais atrativo.

O modelo de concessão ainda deve ser submetido à consulta pública e, para vigorar, terá que ser aprovado pelo conselho da Anatel. Só aí os preços a serem cobrados serão estabelecidos. Eles dependerão dos modelos de negócio que o 5G possibilitará. Diferente do 3G e 4G, que são ofertados apenas por operadoras, a inovação poderá ser ofertada tanto por elas, quanto por outros agentes.

Possibilidades

Abraão citou três exemplos de serviços, atualmente inviáveis, que só poderão deslanchar com o 5G: videogame sem console, carros que dirigem sozinhos e cirurgias à distância.

A nova rede permitirá que consoles de videogames não sejam mais necessários. Você precisa apenas do controle. Todo o resto estará na internet e em tráfego instantâneo. Essa realidade é tão inevitável que o Google já apresentou o Stadia, uma plataforma que permite executar os jogos via streaming. E com um poder de processamento maior do que os já tradicionais consoles Xbox One e Playstation 4.

O controle dos dispositivos da sua casa também estará unificado e na palma da mão, inclusive os carros autônomos. Eles conversarão entre si para controlar o tráfego sem intervenções humanas, pelo menos as diretas. Outra revolução se dará na saúde. A telemedicina permitirá que um médico, em outro continente, realize uma cirurgia em um paciente no Brasil sem que a sensibilidade do complexo procedimento seja afetada.

Esse tipo de tecnologia exigirá uma altíssima capacidade de transferência de dados, então a indústria busca faixas de frequência que efetivamente deem conta do recado. Recorreram àquelas acima de 6 Ghz (ondas ou bandas milimétricas). “As bandas milimétricas são as que habilitam toda essa loucura tecnológica mais visionária que eu falei”, completou o superintendente.

Porém, ainda sejam vantajosas, essas altas frequências desafiam as operadoras. O raciocínio é simples: quanto maior a faixa, mais antenas de transmissão são necessárias. Se tratando de ondas milimétricas, não estamos falando de torres gigantes separadas por quilômetros, mas sim em distâncias curtas, de metros. Ou seja, as empresas vencedoras do leilão terão que instalar mais antenas, posicionadas tanto em espaços públicos quanto internos.

Conversa, Debate e Ação Progressista com a comunidade do Recanto das Emas

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Rôney Nemer debate no Recanto das Emas

Encontro aconteceu com o diretório do PP e a população que contou com propostas de melhorias para o Recanto das Emas-DF

 

Neste domingo aconteceu no Recanto das Emas um encontro com todo o diretório do Partido Progressista (PP-DF) e a população.

Estiveram presentes várias autoridades. O Administrador regional do Recanto, Carlos Dalvan; o chefe de gabinete Vanderlei de Jesus; ex-deputado Olair Francisco; Representante da Codhab; Representante de da Deputada Celina Leão entre outros lideres comunitários local.

O debate foi conduzido pelo ex-deputado Federal e atual presidente do PP-DF, Roney Nemer. A conversa teve a participação de líderes comunitários da cidade, além da população que propôs assuntos relacionados à cidade.

Alguns dos temas propostos na reunião foram: o viaduto de ligação entre o Recanto das Emas e Riacho Fundo, melhorias dos problemas da Caesb, atendimento prioritário da UPA. Na ocasião, o presidente do PP, Roney Nemer, disse o Partido Progressista tem compromisso com o desenvolvimento da cidade, já que o Recanto das Emas foi a cidade que mais deu votos para o governador Ibaneis Rocha, cerca de 52% dos votos.

Para Ronêy Nemer, que já foi administrador da RA, Recanto das Emas

“É uma região muito especial, o lugar onde o governador Ibaneis Rocha teve o maior número de votos dentre todas as regiões administrativas. Por isso temos o dever não só de retribuir, mas de ter compromisso e responsabilidade pela melhoria da qualidade de vida da população do Recanto “

, disse.

Nemer garantiu que não medirá esforços para a construção do viaduto. Viaduto crucial muito apoiado pela deputada Telma Rufino(Distrital pelo Prós). 

Sempre com união, o Partido Progressista está empenhado em melhorar a qualidade da vida do povo do Recanto das Emas.

Sobre o Viaduto do Recanto das Emas Roney disse à comunidade: 

O Viaduto do Recanto das Emas será construído com verbas federais pois á obra do viaduto está dentro do projeto do BRT SUL.

Agora é aguardar e esperar às melhorias de nossa cidade. Meus parabéns á iniciativa do PP em prol de melhorias de qualidade de vida do povo Recantense!

 

Saiba mais sobre o Recanto das Emas

Criada em 28 de julho de 1993, o nome Recanto das Emas é uma homenagem a um sítio arqueológico da região, junto do arbusto “Canela da Ema”, uma planta típica do cerrado e comum na cidade. Antigos moradores contam que havia na região uma grande quantidade de emas, espécie própria do cerrado, e diante da ocupação rural e urbana, esses animais foram ficando cada vez mais raros e algumas aves teriam sido doada ao Jardim Zoológico de Brasília.

O Recanto das Emas hoje é formado por 59 quadras residenciais. Segundo os dados da PDAD 2015, a população urbana estimada no Recanto das Emas é de 145.304 habitantes. A principal referência da cidade é o monumento das Emas, localizado na entrada do Recanto. A obra foi transformada em cartão postal por ser considerada também um patrimônio da cidade.