Início Site Página 2170

Facebook abrigava 74 grupos cibercriminosos

0

Spam, phishing e dados de cartões roubados estão entre os itens e serviços comercializados impunemente na plataforma

Não bastasse o seu envolvimento na disseminação de desinformação e conteúdo ofensivo, o Facebook agora também ajuda – indiretamente – a espalhar spam, phishing e fraudes em cartões de crédito. Segundo um relatório publicado nesta sexta-feira, a gigante das redes sociais também possibilita que criminosos vendam uma variedade de serviços de cibercrime em sua principal plataforma.

Uma equipe de pesquisadores da Talos, divisão de segurança da Cisco, passaram os últimos meses reunindo uma lista de 74 grupos do Facebook cujos membros prometem realizar uma série de atividades antiéticas, se não ilegais. Alguns grupos funcionavam como bazares de compra, venda ou troca de dados de cartões roubados e credenciais de contas hackeadas. Outros serviam como fóruns para promover a venda de ferramentas de spam e phishing. No todo, cerca de 385 mil usuários integravam essa rede de ciberquadrilhas.

De acordo com o relatório, localizar esses grupos é muito fácil – basicamente qualquer pessoa com uma conta na rede social consegue. “Uma pesquisa simples por grupos que contêm palavras-chave como ‘spam’, ‘carding’ ou ‘CVV’ normalmente retornará vários resultados. E claro, ao entrar em um ou mais desses grupos, os algoritmos do próprio Facebook vão sugerir grupos semelhantes, fazendo com que novas redes criminosas sejam ainda mais fáceis de encontrar.”, afirma o documento.

A Talos relata ainda que tentou derrubar esses grupos individualmente através da funcionalidade de relatório de abuso do Facebook. “Embora alguns grupos tenham sido removidos imediatamente, outros tiveram apenas postagens específicas removidas. Eventualmente, por meio do contato com a equipe de segurança do Facebook, a maioria dos grupos maliciosos foi rapidamente removida, mas novos continuaram a aparecer, e alguns ainda estão ativos na data da publicação [do relatório].”

Uma rede de cibercrimes

O estudo desta sexta-feira deixa claro que alguns dos grupos que a Talos estudou estavam oferecendo descaradamente serviços ilegais. Uma captura de tela de um grupo mostra a venda de dados de cartão de crédito de um usuário do Facebook por apenas US$ 7. Para cartões com proteção verificada pela Visa, o custo era de US$ 15.

Outras capturas de tela mostram aos usuários dados de cartão de crédito, incluindo números de código de segurança (CVV) e endereços de e-mail expostos em brechas no banco de dados, além de serviços para a criação de identidades falsas. Na maioria das vezes, os vendedores buscam pagamento em criptomoedas.

Williams considera que o Facebook está enfrentando uma batalha difícil, para livrar sua plataforma de grupos de cibercrime. “Esses usuários são dedicados ao Facebook”, disse em uma entrevista. “É muito parecido com a tentativa de matar baratas. Se você matar 10 delas, provavelmente existem mais 20.”

Um porta-voz do Facebook divulgou uma nota que diz: “Esses grupos violaram nossas políticas contra spam e fraudes financeiras e as removemos. Sabemos que precisamos ser mais vigilantes e estamos investindo pesado para combater esse tipo de atividade”. A companhia confirma que os grupos foram deletados depois de identificados, e os usuários que os gerenciavam foram bloqueados de criar novos grupos na rede social.

5G: entra em operação nos EUA

0

O mundo começou a experimentar as redes 5G de telefonia celular em operação comercial. E quem teve a honra de apresentar a novidade ao mundo foram os norte-americanos. A operadora Verizon colocou para funcionar suas primeiras redes 5G em regiões de Chicago e de Minneapolis. Os primeiros consumidores a terem acesso às redes já conseguiram navegar na internet com velocidades próximas de 1 Gigabit por segundo. Mas, para conseguir acesso, os consumidores precisam ter em mão um aparelho compatível. No caso dos Estados Unidos, o único aparelho capaz de se conectar às redes 5G é o Moto Z3, devidamente equipado com um módulo chamado de MOD – que se acopla ao aparelho e oferece a conexão 5G. Vocês, que acompanham o Olhar Digital, puderam ver um aparelho como esse no final do ano passado, durante um evento que falava de 5G, e que contou com nossa cobertura no Havaí. Ainda esse ano, a operadora Verizon vai levar o 5G a mais 30 cidades do país. Aliás, a Verizon resolveu se antecipar ao lançar suas redes hoje. Originalmente, essa lançamento só ia acontecer na semana que vem. Mas, ao que tudo indica, os norte-americanos resolveram passar a perna nos coreanos. Acontece que a partir desta sexta-feria, o 5G comercial também chega à capital da Coreia do Sul, Seul. Por lá, o que muda é o aparelho: os coreanos vão acessar as redes 5G usando o Galaxy S10 5G, que já dá acesso à nova tecnologia, sem precisar de um acessório, como o Motorola. Como a gente disse no início, a chegada do 5G é um marco para a história da tecnologia. E esse novo capítulo acabou de começar.

Damares quer usar sistema de carros roubados para achar crianças desaparecidas

0

Ministra do governo Bolsonaro disse que conversou com Google e Facebook sobre o projeto

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, liderado pela ministra Damares Alves, planeja utilizar o sistema integrado de cadastro de carros roubados usado pela polícia para reformular o cadastro nacional de pessoas desaparecidas.

A ideia é substituir o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas por um sistema semelhante ao Sinal (Sistema Nacional de Alarmes), mantido pela Polícia Rodoviária Federal.

O Sinal é um sistema integrado de cadastro de carros roubados que permite ao dono do veículo registrar o roubo no site da PRF. Os dados ficam à disposição dos policiais por meio de um aplicativo de celular. Assim, durante abordagens pelas estradas do país, os agentes podem identificar mais facilmente veículos roubados em circulação.

A ministra Damares Alves pediu um estudo para avaliar se esse sistema pode ser adaptado e implantado na busca por crianças desaparecidas. “Temos um sistema que localiza carros roubados, mas nenhum que se dedique a encontrar crianças desaparecidas”, disse a ministra em uma postagem no Twitter. “Já conversei com a PRF para utilizarmos essa tecnologia em prol da vida e da família.”

Além disso, Damares diz que conversou com Facebook e Google sobre uma possível parceria no desenvolvimento de um sistema para localizar pessoas desaparecidas. Segundo a ministra, as empresas “se mostraram dispostas” a ajudar.

Nos Estados Unidos, o Google oferece um mecanismo chamado de “Amber Alerts“. Ao pesquisar por uma região no buscador ou no Google Maps, o usuário recebe um alerta caso naquele local uma criança tenha sido reportada como desaparecida. O Facebook também tem um serviço de “Amber Alerts” com base na localização do usuário. Para isso, as empresas utilizam uma base de dados fornecida pelo governo norte-americano.

Em nota, a rede social disse, por meio de sua assessoria de imprensa: “procuramos dialogar frequentemente com diferentes autoridades governamentais, organizações da sociedade civil e acadêmicos para apresentar os recursos e programas que criamos para garantir a segurança da nossa comunidade”. Mas também afirmou que “não tem novidades para anunciar”.

O Google também confirmou que “teve uma conversa com a equipe da ministra Damares Alves para discutir pautas em comum sobre segurança digital”. Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa também diz: “mantemos o diálogo aberto com diversos setores sobre nossas ferramentas e iniciativas que têm potencial de contribuir para o país nesta área. No momento, não temos nada para anunciar”.

Sistema de câmeras no uniforme de policiais será implantado em SP

0

Essa é uma tentativa de reduzir casos de violência e aumentar a qualidade das provas judiciais

A Polícia Militar de São Paulo implantará um sistema de câmeras de registro, para áudio e vídeo, de intervenções no estado. Equipamentos de alta definição serão acopladas ao uniforme dos policiais, na altura do ombro. Dessa forma, todas ações dos profissionais serão gravadas, armazenadas e posteriormente utilizadas, conforme necessidade.

“Ação de interesse policial é a ocorrência despachada pelo Copom [centro de operações da PM], aquela em que ele mesmo atua, por iniciativa própria, ou quando populares acionam”, diz o tenente-coronel Robson Cabanas Duque, 47, gerente do projeto. Na lista dessas ações entram abordagens de suspeitos, transporte de pessoas nas viaturas e atendimentos que pedem criação de boletim de ocorrência.

A tecnologia será implantação em seis unidades, inicialmente —quatro na capital e duas em Santos e Sorocaba. Elas foram escolhidas graças ao índice alto de reclamações contra ações da tropa e grande quantidade crimes de violência doméstica. O 18º batalhão, localizado na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, é conhecido pelas suspeitas de violência de seus policiais. Os outros Distritos Policiais estão situados na Mooca (zona leste), Capão Redondo e Heliópolis (zona sul).

A expansão para outras unidades se dará conforme capacidade financeira. A ideia é que, a médio prazo, todo policial de rua do estado use o equipamento.

A princípio, o investimento para a instituição do sistema — que inclui o aluguel de cerca de mil câmeras e serviço para armazenar imagens — é estimado em R$ 5 milhões. A PM da capital paulista possui efetivo de mais de 88 mil mulheres e homens (levando em conta o Corpo de Bombeiros) e orçamento anual de R$ 16 bilhões.

A licitação para aquisição dos equipamentos, provavelmente, será aberta nos próximos dias — depois da conclusão de estudo realizado pelo tenente-coronel Cabanas, baseado em experiências internacionais (nos EUA e Reino Unido) e testes da corporação, que começaram ainda em 2013.

Segundo o policial, esses testes mostraram a efetividade do equipamento nas ocorrências de violência doméstica — seja para produção de provas ou para a inibição da continuação das agressões. “A câmera tem a possibilidade de produzir a prova no local, uma prova muito difícil de se conseguir. O fato de você filmar uma casa com os móveis todos arrebentados, revirados, numa briga, na hora que o juiz vê isso, ele está vendo a prova do que aconteceu.”

Uma preocupação da PM foi criar meios que impedissem o vazamento das gravações, já que isso comprometeria o projeto. Logo, as câmeras não permitirão edição, manipulação, compartilhamento nem exclusão das imagens. Elas só poderão ser concedidas pelo comandante do DP em situações específicas, como ações judiciais. As gravações serão classificadas como secretas. O que impede seu fornecimento até mesmo para requisições usem a Lei de Acesso à Informação.

WhatsApp deixará você escolher quem pode te adicionar em grupos

0

Diga adeus aos grupos de spam! O recurso chegará nas próximas semanas

O WhatsApp anunciou que nas próximas semanas começará a liberar uma função que permite que o usuário escolha quem pode adicioná-lo em grupos do chat. O recurso não permitirá um filtro tão específico quanto selecionar as permissões contato por contato, mas você poderá escolher uma das opções gerais – “ninguém”, “apenas contatos” e “todo mundo”- em suas configurações.

A novidade deve começar a chegar globalmente ao aplicativo durante as próximas semanas e para utilizá-la será preciso ter a última atualização do WhatsApp instalada. Para escolher o filtro, basta entrar em “Configurações”, clicar em “Conta”, depois em “Privacidade” e uma opção “Grupos” aparecerá, nela você pode selecionar sua preferência.

E, se por acaso, você escolher a opção “Ninguém” e alguém for tentar te adicionar a um grupo, não conseguirá. Porém, essa pessoa pode te enviar um link de acesso ao grupo, possibilitando que você tome a decisão de fazer ou não parte dele durante um período de 72 horas.

O recurso, apesar de não ser tão avançado, já ajuda a evitar que empresas e assessorias políticas adicionem  uma quantidade enorme de usuários em um grupo para enviar propagandas e spam. E quem sabe, no futuro, ele ainda evolua e adicione a opção de selecionar permissões contato por contato.

Uber fecha contrato com Serpro para checar dados de veículos e motoristas em tempo real

0

Por meio dele, a Uber poderá obter a confirmação das informações cadastrais dos motoristas parceiros e candidatos a motoristas e de seus veículos a partir das informações da CNH

A Uber anunciou nesta terça-feira (2), uma parceria com a Serpro (Serviço de Processamento de Dados do Governo Federal) que permite o uso de uma ferramenta para checagem de dados dos motoristas em tempo real. Essa mudança visa agilizar o cadastramento de novos profissionais e veículos no serviço. A ferramenta é chamada de DataValid e permite que a Uber verifique informações sobre os condutores que querem começar a dirigir pelo aplicativo ou os que já dirigem.

Por meio dele, a Uber poderá obter a confirmação das informações cadastrais dos motoristas parceiros e candidatos a motoristas e de seus veículos, em tempo real, a partir das informações da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), com a autorização do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito. A iniciativa vai permitir que os dados sejam verificados com maior rapidez e eficiência.

A Uber vai poder verificar online, junto com o cadastro, se estão corretas as informações fornecidas pelos motoristas, como nome, data de nascimento e número de identidade, se a carteira de habilitação está válida ou não, se foi cassada ou não, por exemplo. As fotos dos motoristas também serão verificadas digitalmente, com um software especialmente desenvolvido para isso, denominado Datavalid, que compara as imagens fornecidas pelo condutor com as arquivadas pela autoridade de trânsito, a fim de prevenir fraudes.

A empresa também poderá confirmar a situação do veículo registrado para atuar no aplicativo diretamente dessa base, a partir do fornecimento de dados básicos presentes no CRLV. Com isso, informações sobre eventuais sinistros e roubos poderão ser identificadas mais rapidamente. Hoje todas essas verificações são feitas a partir de documentos digitalmente fornecidos pelos próprios motoristas.

Presos por roubo ganham cargo na Adm. de Taguatinga

0

Dois condenados por roubos que ainda cumprem prisão domiciliar foram nomeados para cargos comissionados na Administração Regional de Taguatinga, no Distrito Federal. As contratações de Erik Adriano Alves dos Reis e Valmá Ventura de Sousa foram publicadas em janeiro deste ano.

O primeiro assumiu como chefe da Gerência de Execuções de Obras. O segundo trabalha como assessor técnico da Coordenação de Desenvolvimento da administração.

De acordo com a Lei da Ficha Limpa, quem foi condenado por crime contra o patrimônio fica inelegível. Segundo a Lei Orgânica do DF e a legislação federal, quem se enquadra nesta situação de inelegibilidade também fica proibido de assumir um cargo de confiança. A pessoa só poderia ocupar um cargo oito anos após terminar de cumprir toda a pena.

Questionado, o governo disse que vai “analisar a situação e tomar as devidas providências legais”

Erik Reis

De acordo com o Tribunal de Justiça, Erik Reis foi condenado por sete crimes. Um deles é posse de arma e seis são roubos, envolvendo a ajuda de um comparsa ou algum refém. Um dos assaltos ocorreu em uma padaria no Guará.

A pena total é de 43 anos e 9 meses de prisão. Ele começou a cumprir a sentença no regime semiaberto em 2003. Ainda faltam 28 anos de pena, agora no regime aberto. Ou seja, só terminaria de cumprir a pena em 2045 e só poderia assumir o cargo em 2053.

Em 14 de janeiro, porém, Erik Reis foi nomeado chefe da Gerência de Execuções de Obras da administração. O salário é de R$ 2.937,71.

Extrato da pena de Erik Reis — Foto: Reprodução/TJDFExtrato da pena de Erik Reis — Foto: Reprodução/TJDF

Extrato da pena de Erik Reis — Foto: Reprodução/TJDF

Valmá de Sousa

Ainda segundo o TJ, Valmá Sousa foi condenado por seis crimes. Na ficha dele, há um caso de roubo à mão armada, porte de arma, um furto e três ocorrências de receptação.

Somando tudo, foi condenado a 11 anos de prisão. Ele começou a cumprir a sentença em 2007. Ainda falta 1 ano e 11 meses de pena.

A nomeação dele no governo saiu em 21 de janeiro. O cargo dele é de assessor técnico da Coordenação de Desenvolvimento da administração, com salário de R$ 1.278,01.

Extrato da pena de Valmá de Sousa — Foto: Reprodução/TJDFExtrato da pena de Valmá de Sousa — Foto: Reprodução/TJDF

Extrato da pena de Valmá de Sousa — Foto: Reprodução/TJDF

Regime aberto

No regime aberto, os presos têm que submeter a uma série de exigências. Entre elas, a de permanecer em casa das 21h às 5h, de não frequentar bares e de não sair do DF sem avisar a Justiça.

Uma outra regra, porém, envolve não ter contato nenhum com outro preso. Neste caso, no entanto, os dois trabalham juntos no mesmo local: a administração de Taguatinga.

“Nunca andar em companhia de pessoas que se encontrem cumprindo pena, seja em regime aberto, semiaberto, fechado, ou livramento condicional, mesmo estando autorizadas a sair do presídio”, diz a legislação.

Se a Justiça confirmar que houve desrespeito às exigências, o preso pode regredir de regime. Ou seja, pode voltar do regime aberto para o semiaberto.

As versões do governo

O governo apresentou duas respostas. A primeira partiu diretamente da administração de Taguatinga, que argumentou que Erik Reis começou a trabalhar em meio a um programa de reintegração de presos e que não será exonerado por ser um servidor exemplar.

“O servidor Erik Adriano Alves dos Reis presta serviço à Administração Regional de Taguatinga desde março de 2012, portanto, há sete anos, por meio do programa Reintegra Cidadão, via Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap). Ele não será exonerado, uma vez que tem realizado trabalho exemplar. Não há registro de qualquer ato que desabone sua conduta. Já Valmá Ventura de Sousa foi nomeado, mas não tomou posse do cargo no período legal”, disse a administração.

A administração não respondeu se Erik Reis continua ligado à Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso. Tampouco encaminhou alguma publicação mostrando que Valmá de Sousa foi exonerado e desligado do governo.

Após novos questionamentos, o governo disse que essa resposta não estava alinhada com a assessoria de comunicação do Palácio do Buriti, que encaminhou outra nota.

“O Governo do Distrito Federal informa que o referido servidor trabalha na Administração Regional de Taguatinga desde março de 2012. Ainda assim, o GDF irá analisar a situação e tomar as devidas providências legais.”

Severino Cajazeiras em parceria com Roriz Neto a favor das lideranças comunitárias do DF

0

No mês de maio será comemorado em Brasília o Dia do Líder Comunitário. O Governo do Distrito Federal se prepara para comemorar a data juntamente com os líderes comunitários de cada Região Administrativa.

O Dia Nacional do Líder Comunitário já existe há anos e ano passado ganhou representatividade e homenagens na CLDF e na Câmara dos Deputados. Os líderes comunitários desempenham um papel fundamental na vida política, pois são guardiões da cidadania, além de cooperarem com a busca do desenvolvimento social e a promoção da justiça e da sociedade.

Este ano, o GDF buscará unir as Regiões Administrativas no intento de aproximar estas figuras da comunidade ao poder público local. Para isso deverá contar com todas as pastas do executivo local, dentre elas as novas criadas a partir de janeiro, início do mandato do Governador Ibaneis.

Uma das secretarias criadas pelo governador é justamente a Secretaria de atendimento à Comunidade, responsável por “humanizar o governo, receber a sociedade, verificar as demandas e os anseios” da população, segundo Severino Cajazeiras, secretário da pasta. Cajazeiras, além de secretário, é procurador jurídico do Metrô-DF e conselheiro federal da Ordem dos Advogados Brasil. Há vários anos o advogado é braço direito do governador, dentre outros porque Cajazeiras foi vice-presidente da gestão de Ibaneis, entre 2013 e 2015, na OAB-DF.

Para o Dia do Líder Comunitário, Cajazeiras em parceria com Joaquim Roriz Neto, subsecretário e sub-secretário de Ações Comunitárias do executivo distrital organiza a comemoração deste dia junto as regiões administrativas do DF. Apesar de Cajazeiras prezar por manter-se distante dos holofotes, do mesmo modo que Roriz Neto, ambos os secretários estão ansiosos para comemoração com os líderes comunitários.

Em janeiro, sobre a nomeação de Joaquim Roriz Neto para a Secretaria de Ações Comunitárias, Severino Cajazeiras disse:

“Eu acho que ninguém melhor do que ele, que andou nas comunidades e tem projetos relacionados com a pasta, que ele vai assumir”,

disse. Pelo discurso parece que essa parceria dará mais que certo. E quem comemora é a comunidade.

Parece que Roriz Neto e Severino Cajazeiras entendem que o melhor trabalho é aquele em equipe. Enquanto outros secretários estão em conflito – como saiu recentemente na imprensa

(Por zap, Clemente, da Fazenda, dispara contra Rafael Parente: surreal)

– a Secretaria de Atendimento a Comunidade esta completamente alinhada, com o objetivo único, como na gestão do ex-governador Roriz, de ajudar o povo.

Roriz Neto apoia inclusão de pessoas com deficiência no mercado

0
Roriz discursando GDF

Nessa manhã de terça-feira (27), o subsecretário de Assuntos Comunitários, Joaquim Roriz Neto participou do “Dia D” para Inclusão da Pessoas com Deficiência.

Roriz entre secretarios e deputados

Durante todo o dia ocorreu seleção para 200 vagas de trabalho imediato, resultado do acordo com mais de 30 empresas. A solenidade foi promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF).

Para todos os presentes ficou claro que a partir de agora as empresas que quiserem fazer contrato com o GDF, deverão cumprir a cota de 5%, das vagas para portadores de deficiência física, sensorial ou mental

Roriz Neto parabenizou a iniciativa do secretário da Sejus, Gustavo Rocha, João Pedro Ferraz, secretário do trabalho, os deputados presentes Iolando Almeida (PSC) e João Cardoso (AVANTE). “As empresas dizem que cumprem a lei das cotas, mas não fazem na prática, isso vai mudar”, ressaltou.

“Para verdadeira inclusão precisamos repetir ao longo do ano esses eventos. Mas hoje foi um dia especial para mim e minha família, porque marca seis meses que meu avô, Joaquim Roriz faleceu. E a inclusão foi uma das marcas de seus governos”, concluiu apoiado pelos presentes.

 

SERVIÇO

DIAS: 27 e 28
LOCAL: ESTAÇÃO DA CIDADANIA DA 112 SUL
HORÁRIO: 8h às 17H

VAGAS (TRAGA SEU CURRÍCULO):

Analista de Estoque
Assistente administrativo
Auxiliar de Produção
Auxiliar de Serviços Gerais
Auxiliar Pedagógico
Bombeiro Hidráulico
Controle de Portaria
Eletricista
Operador de Caixa
Operador de Telemarketing
Recepcionista
Técnico em Enfermagem
Vendedor

Oferecidas pelas seguintes empresas:

World Telecomunicações; Seara; Instituto de Cardiologia; Hospital Brasília; Drogasil; Supermercado Carrefour; Empresa Ágil; Dinâmica Facility e Dinâmica Serviços; Grupo Interativa; Rede OBA; Hospital Anchieta; UCB/Centro Educacional Católica; TECAR DF; Cobrafix; JC Gontijo; Renovar Engenharia; União Química; Call Tecnologia; SOMA Desenvolvimento; Supermercado BIG BOX; Tellus; CabalSonda/CTIS; CAPES; Comando Auto Peças; FCB Transportadora; Hepta Tecnologia; AMBEV.

 

Comissão na CLDF aprova PL que anistia de juros de dívida de bombeiros e policiais militares

0

A votação foi acompanhada pelos militares da reserva, que ocuparam o auditório da Câmara

A Comissão de Segurança aprovou na manhã desta quinta-feira (21) um substitutivo ao projeto de lei nº 101/2019, do deputado Roosevelt Vilela (PSB), que anistia os juros cobrados de dívidas de bombeiros e policiais militares na devolução de indenizações de transporte.

O projeto ainda precisa ser analisado pelas Comissões de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e de Constituição e Justiça (CCJ), antes de ir à votação no plenário.

O autor do projeto e presidente da Comissão de Segurança, deputado Roosevelt Vilela, oriundo do Corpo de Bombeiros, explicou que o projeto corrige um problema antigo dos militares que entraram para a reserva, receberam uma indenização para retornar aos seus estados de origem, como previsto na legislação da época, e depois tiveram o benefício contestado pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF).

Segundo Vilela, o TCDF reviu os processos e contestou as indenizações, exigindo a devolução dos valores pagos com juros e correção monetária. Desde então, os militares estão pagando a dívida parceladamente. “Todo ano o valor é atualizado, quem recebeu cerca de R$ 10 mil de indenização, teve o valor atualizado para R$ 200 mil, um valor impagável e que ainda passa para os pensionistas”, explicou, acrescentando, que o projeto faz justiça contra a insensibilidade do Estado.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pela relatora do projeto na Comissão, deputada Telma Rufino (PROS). Pela proposta, o perdão dos juros funcionará nos mesmos moldes do benefício concedido a empresas. O substitutivo institui o Programa de Incentivo à Regularização de Débitos Não Tributários do DF (Refis-N), que inclui ainda o perdão para multas por descumprimento de licitações e contratos; indenização devidas ao TCDF, FUNGER, outorga onerosa, infração a legislação sanitária, da Agefis, Ibram e outros órgãos.

O texto também estabelece que anualmente o poder Executivo estipulará os prazos para adesão ao Refis-N.

Participaram da reunião, além de Roosevelt Vilela e Telma Rufino, os deputados Robério Negreiros (PSD) e Hermeto (MDB).