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Ital inaugura laboratório dedicado a micro-ondas e plasma não térmico

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Nova instalação homenageia o professor Antonio Marsaioli Junior, referência na área que atuou como pesquisador voluntariamente por 14 anos

SÃO PAULO – Micro-ondas e plasma não térmico, além de ultrassom, infravermelho e ultravioleta, ganham destaque entre as atividades do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com a inauguração do Laboratório de Tecnologia Aplicada de Micro-ondas e Plasma Prof. Antonio Marsaioli Junior (LabTec MO&PLA – AMJ) na última semana.

Com enfoque prático e interdisciplinar, a nova instalação é vinculada ao Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (Cereal Chocotec) do Ital e localizada junto ao Tropical Food Innovation Lab. “Essa área de pesquisa gera resultados promissores em muitas linhas de processamento de alimentos. Nos últimos três anos, trabalhamos em dois projetos de mestrado do Ital junto ao NPOP-PBIS e um projeto Fapesp com doutoranda e sua orientadora da FEA-Unicamp [Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas]”, relatou Flávio Martins Montenegro, pesquisador responsável pelo novo laboratório, integrante da direção do Cereal Chocotec e assessor da diretoria do Instituto.

Flávio assumiu a área ao concluir seu doutorado em Tecnologia de Alimentos pela FEA-Unicamp, que gerou duas tecnologias patenteadas a partir de micro-ondas e plasma não térmico para controle de propriedades físico-químicas de grãos, cereais e farinhas e de propriedades tecnológicas das proteínas e amidos, atendendo diferentes setores da cadeia produtiva, desde a secagem e tratamento no armazenamento até moinhos e indústrias de insumos e de alimentos. Em sua tese, orientada pela docente Maria Teresa Pedrosa Silva Clerici, contou com co-orientação de Michele Nehemy Berteli, pesquisadora do Ital de 2007 a 2018, e especial colaboração de Antonio Marsaioli Junior, idealizador das patentes geradas e que foi pesquisador voluntário do Instituto por 14 anos após se aposentar compulsoriamente como professor da FEA-Unicamp.

“Estimulei o Flávio a procurar o professor Marsaioli, que era muito à frente do tempo, pois o doutorado não é para ficar no conforto. O micro-ondas e o plasma são uma realidade em muitas indústrias, mas a indústria de alimentos ainda tem poucos avanços na área”, contou Maria Teresa. “Era um acadêmico, um pesquisador e um ser humano que eu admirava muito. Além de micro-ondas, ensinou muito sobre ética e respeito. Espero que aquela semente plantada pelo Marsaioli lá atrás continue gerando muitos frutos”, completou Michele, que se tornou mestre e doutora na área pela FEA-Unicamp sob orientação do professor, com quem trabalhou desde que ingressou no Ital, em 2007.

“Fico muito feliz de estar vivendo o processo de reconstrução dessa parceria entre Ital e Unicamp, que nunca deveria ter sido rompida. Através de projetos como PBIS, CCD Circula e esse laboratório estamos mais unidos ainda”, ressaltou o coordenador da Plataforma de Inovação Tecnológica (PITec) do Ital, Luis Madi, que foi aluno da segunda turma de Engenharia de Alimentos da Unicamp fazendo aulas no Ital, e liderava o Instituto quando o Laboratório de Micro-ondas Aplicadas da FEA foi transferido para o Ital por iniciativa de Marsaioli ao se aposentar como uma forma de dar continuidade a suas pesquisas.

“Se a gente enxerga tão longe é porque está nos ombros de gigantes. Se nós estamos aqui, devemos a todos os pesquisadores que criaram a Engenharia de Alimentos, o Ital e a FEA-Unicamp. Caminhamos rumo ao futuro sem perder a continuidade, com essa visão de que o passado é rico, o futuro está cheio de oportunidades e temos que fazer a diferença. Eu me orgulho muito do Ital, da nossa equipe como um todo, que está pensando para frente, sem medo de correr riscos e assumir novos desafios”, frisou a diretora geral do Instituto, Eloísa Garcia, que iniciou seu discurso parafraseando Isaac Newton, um dos principais responsáveis pela Revolução Científica entre os séculos XVI e XVIII. “Acredito muito nessa tecnologia, que pode ser um grande salto em aplicações na indústria de alimentos”, completou Paulo Silveira, CEO do FoodTech HUB Latam, idealizador e gestor do Tropical Food Innovation Lab.

Trajetória do homenageado

Graduado em Engenharia Mecânica pela USP e em Administração de Empresas pela PUC-Campinas, mestre e doutor em Engenharia de Alimentos pela Universidade da Califórnia, nos EUA, e pela Unicamp, respectivamente, Antonio Marsaioli Júnior foi professor e diretor da FEA-Unicamp, assim como pesquisador colaborador e professor visitante em instituições como a Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

Referência em projeto e construção de equipamentos para processos de alimentos, com ênfase na aplicação de micro-ondas, Marsaioli foi fundador da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA), integrou e presidiu o Conselho Curador da Fundação André Tosello e foi membro de entidades científicas nacionais e internacionais, tendo atuado como consultor da Fapesp, da Finep, do CNPq, da ONU em países da América Latina e do Banco Mundial em projetos de agroindústrias no Brasil.

Sua ligação com o Ital começou de 1962 a 1972, ao participar da implantação do Instituto, e continuou a partir de 2007, quando se aposentou e passou a atuar como pesquisador voluntário. Marsaioli faleceu em 11 de junho de 2021, aos 83 anos, após não resistir à recuperação de uma cirurgia. “Era um grande companheiro e amigo que faz falta. Ele se aposentou e ficou firme até o fim, se dedicando bastante”, relata a esposa Anita Jocelyne Marsaioli, professora emérita do Instituto de Química (IQ) da Unicamp, que esteve presente na inauguração do laboratório que o homenageia.

Sobre o Ital

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é uma instituição líder em ciência aplicada na América Latina. Desde 1963, desempenha um papel central na inovação das áreas de ingredientes, alimentos, bebidas e embalagens.

Com sede em Campinas/SP, o Ital oferece suporte ao setor produtivo por meio de pesquisa, desenvolvimento de novos produtos e processos, análises laboratoriais, assistência técnica especializada, capacitação profissional e difusão do conhecimento.

Certificado na ISO 9001 com parte dos ensaios acreditados na ISO/IEC 17025, o Instituto é credenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e congrega dezenas de laboratórios e plantas-piloto distribuídos em centros especializados em carnes, laticínios, bactérias lácticas, cereais, confeitos, chocolates, frutas, hortaliças, ciência e qualidade de alimentos, além de sistemas de embalagem.

Dor pós-atividade física é sinônimo de treino eficaz?

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Especialista explica crença generalizada no mundo fitness sobre relação entre dor muscular e ganho de força

“Sem dor, sem ganho”. Essa é uma das premissas mais conhecidas no mundo fitness. Existe uma crença generalizada entre praticantes de atividade física de que, se não há dor após o treino, é sinal de que o corpo não está evoluindo ou que os músculos não foram trabalhados suficientemente para ganhar força. Mas será isso verdade ou apenas um mito?

O coordenador da UPX Sports (complexo esportivo localizado no campus Ecoville da Universidade Positivo), Zair Cândido, esclarece que a dor pode, sim, ser uma resposta inflamatória natural do corpo após a atividade física  —  um sinal de que o músculo foi estimulado. “O exercício gera pequenas lesões nas fibras musculares, chamadas microlesões, que são importantes para o processo de recuperação. Com descanso,  alimentação e hidratação adequados, esse músculo se regenera mais forte para os próximos treinos”, explica.

No entanto, Zair alerta que é preciso observar o grau da dor e o tempo necessário para a  recuperação. “O desconforto pode fazer parte desse processo inflamatório, especialmente quando a carga ultrapassa o que o músculo está acostumado a suportar. Contudo, a dor, por si só, não é sinônimo de qualidade de treino. Por isso, carga e intensidade devem ser sempre monitoradas”, ressalta.

O que são as dores musculares pós-treino e por que elas acontecem?

A dor que surge após exercícios físicos é conhecida como DOMS (Delayed Onset Muscle Soreness), ou dor muscular tardia. Normalmente aparece entre 12 e 48 horas após o treino, podendo durar até 72 horas, dependendo da intensidade das atividades realizadas.

Segundo o especialista, essa sensação acontece por conta das microlesões nas fibras musculares que surgem durante o esforço físico. “As fibras musculares são compostas por actina e miosina, proteínas que realizam um movimento de deslizamento durante as contrações.  Quando o esforço é muito intenso, tanto em atletas quanto em sedentários, ocorrem pequenas rupturas nas fibras”, explica. Para pessoas sedentárias, essa dor costuma ser mais intensa, pois a musculatura ainda não está adaptada ao  esforço. Outro fator relevante é o tipo de contração muscular realizada. Quando aproximamos a articulação do centro do corpo, ocorre uma contração concêntrica, com encurtamento do músculo. Já no movimento inverso, quando afastamos a extremidade do centro do corpo, ocorre uma  contração excêntrica, em que o músculo se alonga sob carga. Esse segundo tipo de contração gera mais rupturas e, consequentemente, costuma provocar mais dor muscular”, completa.

O que pode ser feito após o treino para minimizar as dores?

Segundo Zair Cândido, a maneira mais eficiente de evitar dores musculares intensas após o treino é controlar a intensidade dos exercícios, adotando uma programação semanal bem estruturada que permita monitorar as cargas e prevenir sobrecargas. Uma prática recomendada é realizar alongamentos leves ao fim da atividade, proporcionando relaxamento muscular. “É importante também se hidratar bastante, garantindo uma reposição hídrica adequada, o que contribui para reduzir as dores. Além disso, uma alimentação equilibrada logo após o treino é fundamental”, orienta. O especialista ressalta o papel das proteínas nesse contexto: “As proteínas são compostas por aminoácidos, que auxiliam na reparação das fibras musculares. Por isso, fazer uma refeição ou suplementação rica em proteínas até 45 minutos após o treino ajuda significativamente a minimizar as dores.”

Zair também menciona que, em alguns casos, o acúmulo de ácido lático pode intensificar o desconforto muscular. “Para essas situações, é recomendada a recuperação ativa, como uma caminhada leve. Outras estratégias eficazes incluem crioterapia, aplicação de gelo ou imersão em  banheira fria, procedimentos que promovem vasoconstrição intensa e ajudam a diminuir processos inflamatórios.”

Quais as principais diferenças entre dores musculares normais e lesões?

A dor muscular após o treino pode durar até 72 horas, diminuindo progressivamente — especialmente se houver respeito ao intervalo ideal de recuperação entre os treinos. Sentir incômodo leve a moderado é comum e esperado, desde que não prejudique os movimentos nem interfira na rotina de exercícios. No entanto, o especialista alerta para sinais que podem indicar uma lesão muscular: “Quando a dor é muito aguda ou o desconforto é intenso, a ponto de impedir tarefas simples como descer escadas, sentar ou andar normalmente, pode ser indicativo de que a intensidade do treino foi excessiva”, explica. Esses casos costumam vir acompanhados de inchaço, rigidez extrema ou pontadas agudas, demonstrando que o músculo não está plenamente recuperado. “Nesse cenário, há risco aumentado de ruptura das fibras musculares, que ficam mais frágeis e suscetíveis a lesões”, completa Zair.

Diante desses sintomas, a recomendação é buscar orientação profissional o quanto antes para realizar uma avaliação adequada. “É fundamental identificar rapidamente se há lesão e definir o melhor tratamento possível”, enfatiza o coordenador da UPX Sports.

Quais estratégias ajudam a prevenir a dor muscular após o treino?

A maneira mais eficiente de evitar dor muscular tardia é adotar um treino bem planejado, com objetivos claros, controle da intensidade e inclusão de atividades regenerativas, fundamentais para a recuperação muscular adequada. “Costumamos dizer que é essencial praticar um treino inteligente, com equilíbrio entre estímulo e recuperação para reduzir desconfortos”, destaca Zair Cândido.

Outros fatores igualmente importantes são o descanso adequado, especialmente uma boa noite de sono, que permite à musculatura se recuperar plenamente, e uma alimentação equilibrada. Hidratação adequada também faz toda a diferença nesse processo”, enfatiza o especialista. Zair reforça ainda a importância de respeitar os intervalos entre as sessões de treino, fazer aquecimentos antes das atividades e preparar o corpo com atenção especial às articulações, aos ligamentos e à circulação sanguínea muscular. Por fim, o especialista orienta os iniciantes a começar com cargas mais leves e evoluir gradualmente, respeitando os limites do corpo e construindo capacidade física de forma consistente e segura.

Sobre a UP Experience

A UP Experience é o maior e mais completo complexo cultural, esportivo e científico do Brasil. Responsável pela gestão dos espaços de locação de todas as instituições do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional, a UP Experience é, hoje, parte indispensável do ecossistema de eventos e turismo do país, como um polo de acesso do grande público à cultura, esporte e conhecimento em todo o território brasileiro. upx.art.br

 

2ª edição da Expovitis Brasil transforma Brasília na capital do vinho de 19 a 21 de junho

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Com a participação de mais de 90 vinícolas brasileiras, a feira celebra o enoturismo com degustações, palestras, shows, negócios, tecnologias e equipamentos 

Brasília irá além de seu papel como centro político e se tornará o palco de um dos maiores encontros do mundo do vinho do país durante três dias no mês de junho. A Expovitis Brasil 2025 – Feira Nacional de Viticultura, Enologia e Enoturismo chega à sua segunda edição com a promessa de ampliar seu alcance, reunindo mais de 90 vinícolas de diversas regiões brasileiras, além de produtores, empresários, especialistas e consumidores. O evento, que ocorre no feriado prolongado de Corpus Christi, no dia 19 de junho, atrai não só os brasilienses, mas também turistas que aproveitarão a ocasião para participar dessa celebração do vinho nacional.

O evento será realizado no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado no PAD-DF, a apenas uma hora do centro da capital. Com uma proposta de aquecer o início do inverno, a feira trará vinhos de excelência, experiências sensoriais, conteúdos técnicos e atrações culturais. A expectativa é superar o sucesso da primeira edição, realizada em 2024, que atraiu mais de 9 mil visitantes e movimentou significativamente o setor vitivinícola nacional.

Para Ronaldo Triacca, presidente da feira, o evento vai além da exposição de vinhos: “a Expovitis nasceu para unir todo o setor vitivinícola, valorizando o vinho brasileiros de todos os terroirs, técnicas e sabores. Mais do que uma feira, é uma verdadeira celebração da cultura do vinho nacional e um ótimo ponto de encontro e negócios.”

Degustações, shows e conteúdo exclusivo
Ao adquirir o ingresso, o visitante recebe uma taça oficial do evento e pode desfrutar da degustação de mais de 400 rótulos apresentados pelas vinícolas expositoras. A programação inclui ainda uma área gastronômica e uma seleção de produtos nacionais premiados, como queijos artesanais, azeites, charcutaria, entre outros.Mas o evento vai muito além das degustações: a programação, que ocorre das 16h às 21h, inclui rodas de conversa com especialistas, palestras técnicas, além de masterclasses com profissionais renomados. Temas como tendências de consumo, inovações tecnológicas no cultivo, harmonizações e saúde serão alguns dos assuntos abordados.

Crédito Trilux Foto e Vídeo

 

“Estamos trabalhando para proporcionar uma experiência sensorial marcante, que vai muito além da degustação de vinhos. É uma oportunidade para o público conhecer vinícolas de todo país, se conectar com a cultura do vinho, conhecer produtores, aprender, experimentar e celebrar o vinho brasileiro. Nossa expectativa é reunir um público diverso, apaixonado por qualidade e interessado em descobrir novos sabores e histórias. Oportunidade de abastecer suas adegas com os melhores vinhos do país.” afirma Carlos Vitor, coordenador geral do evento.
Cultura e negócios 
A Expovitis também se destaca como uma excelente oportunidade para negócios. Serão realizadas rodadas empresariais, com a participação de expositores do setor de maquinários, implementos e insumos enológicos. Para o público geral, a programação cultural promete encantar, com shows de artistas regionais.Os ingressos já estão disponíveis para compra no Sympla, com preços a partir de R$ 95 + taxas, valor sujeito à alteração sem aviso prévio.

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Serviço:

Expovitis Brasil 2025 – Feira Nacional de Viticultura, Enologia e Enoturismo
Data: 19, 20 e 21 de junho de 2025
Horário: das 16h às 21h
Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, BR 251 Km 5 – PAD-DF, Brasília
Ingressos:
– R$ 95 + taxas (1 dia)
– R$ 170 + taxas (2 dias)
– R$ 210 +taxas (3 dias)
Link

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Área do Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa (SP), servirá de abrigo para animais abandonados

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Secretaria de Agricultura assina permissão de uso para abrigar cerca de 400 animais abandonados à espera de adoção

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de SP permitiu o uso de uma área pertencente ao Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), instituição da Pasta, para a Associação dos Amigos dos Animais de Nova Odessa com o objetivo de instalar um abrigo para animais abandonados que aguardam doação.

 

O índice de cães e gatos em situação de abandono no Brasil é de aproximadamente 25%, o que representa 30 milhões de animais, segundo pesquisa da Mars Petcare em parceria com especialistas globais. São cerca de 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos nas ruas, além de 177 mil cachorros e 7.400 gatos aguardando uma nova família em abrigos de ONGs ou em espaços cedidos pelo poder público.

 

“O apoio do poder público às instituições que atuam pelos animais é fundamental para toda a sociedade, já que muitas dessas organizações estão sobrecarregadas pelo número de abrigados, pelos gastos de alimentação, vacinas, veterinários e medicamentos. Por isso, o Governo de SP apoia organizações da causa animal”, destacou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

 

O Termo de Permissão de Uso a Título Precário, assinado pelo secretário de Agricultura Guilherme Piai, permite o uso gratuito e indeterminado do espaço, de mais de 13 mil metros quadrados, localizado no município de Nova Odessa, na região de Campinas. A Associação será responsável por eventuais reformas e adequações necessárias, além de custear as despesas.

 

Para o presidente da Associação dos Amigos dos Animais de Nova Odessa, Carlos Eduardo Pinotti Júnior, o espaço do Instituto de Zootecnia representa um renascimento para o abrigo. “Iremos fazer um grande projeto para um abrigo com todo conforto, segurança e adequação necessária para o bem estar dos animais abrigados, que estarão à espera de um lar responsável. Queremos ter um novo espaço para socialização dos animais, e novos projetos de conscientização da sociedade e até de estudantes”, afirmou.
Sobre a AAANO

A Associação Amigos dos Animais de Nova Odessa é uma ONG dedicada a transformar a vida de animais em situação de abandono. Há mais de 30 anos, resgatam e cuidam de cães e gatos que esperam por uma segunda chance. Hoje, abrigam cerca de 400 animais, garantindo alimentação, cuidados veterinários e muito carinho.

COMO APOIAR

 

Animais adotados frequentemente mostram uma gratidão ao tutor, trazendo alegria e companheirismo para o lar. Para realizar uma adoção responsável na região de Nova Odessa, conheça mais sobre a Associação Amigos dos animais no link: Link

Se você não pode adotar, ou mora em outra região do estado e quer contribuir com a causa, transformando as vidas de centenas de animais com resgate, cuidado e oferecendo uma nova chance, realize uma doação à iniciativa em Link

O impacto das quedas de energia em setores essenciais

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As falhas na rede de energia elétrica podem causar transtornos graves em diversos setores. Entenda os impactos dessa instabilidade e como minimizar os riscos com soluções eficazes

É fácil perceber quando a energia acaba. As luzes se apagam, o sinal do wi-fi cai, e aquele som do ar-condicionado desaparece. Mas, para muita gente, essa interrupção representa mais do que um desconforto. Ela pode comprometer a saúde de pacientes, a segurança de ambientes e o funcionamento de sistemas essenciais.

Em hospitais, escolas, condomínios, comércios e até mesmo em algumas residências, a energia elétrica é vital. É o que mantém equipamentos funcionando, garante o conforto de quem está no local e sustenta a operação de serviços indispensáveis. E quando ela falha, o impacto pode ser maior do que se imagina.

Buscar soluções alternativas para restabelecer a energia deixa de ser um recurso opcional e se torna parte de uma obrigação mínima para garantir segurança, continuidade e bem-estar. Vamos entender melhor quais setores são mais afetados, os riscos para a população e de que forma é possível se proteger desses imprevistos.

Setores que mais sofrem com a instabilidade elétrica

Algumas áreas são mais vulneráveis e não podem simplesmente “aguardar” a volta da energia. Nestes contextos, cada minuto sem eletricidade representa um risco concreto.

O impacto em hospitais e unidades de saúde

Em unidades de saúde, o fornecimento elétrico é essencial para manter equipamentos em funcionamento constante.

Ventiladores mecânicos, incubadoras, monitores cardíacos, sistemas de iluminação cirúrgica e refrigeradores de medicamentos não podem parar. Uma queda de energia compromete procedimentos, diagnósticos e pode colocar pacientes em risco.

Mesmo clínicas e laboratórios menores dependem de energia para operar equipamentos sensíveis. A perda de um exame importante por falta de energia pode atrasar um tratamento ou levar a um diagnóstico incompleto.

Consequências no ensino e na vida das crianças e responsáveis

A energia também influencia diretamente o ambiente escolar. Sem ela, os sistemas de segurança falham, a merenda não pode ser preparada, as aulas são interrompidas e, em muitas instituições, a comunicação com as famílias também é afetada.

Isso impacta crianças que precisam de continuidade no aprendizado, mas também pais e responsáveis, que acabam tendo de reorganizar toda a rotina diante de um problema inesperado.

Para muitas famílias, a escola é também um espaço de acolhimento enquanto trabalham. Quando esse suporte falha, os efeitos se multiplicam.

Os riscos da falta de eletricidade na segurança pública e privada

Sistemas de vigilância, controle de acesso, iluminação de áreas externas e alarmes dependem de energia constante para garantir a proteção de pessoas e patrimônios.

Em condomínios residenciais, uma queda compromete o funcionamento dos elevadores, portões automáticos e interfones. Em empresas, pode deixar estoques e áreas sensíveis vulneráveis a ações externas.

Até mesmo em centros de comando da segurança pública, a falha energética pode prejudicar a resposta rápida a emergências. Para essas situações, contar com um gerador de energia faz toda a diferença.

As consequências para a população e a economia

As quedas de energia afetam diretamente a qualidade de vida, os serviços e o funcionamento da economia local. Mesmo que breves, elas deixam marcas — e, em muitos casos, prejuízos.

Prejuízos financeiros causados por apagões

No setor produtivo, o prejuízo é imediato. Uma fábrica parada perde tempo, matéria-prima e dinheiro. Restaurantes têm alimentos comprometidos. Mercados precisam descartar itens resfriados.

Para comércios, escritórios e prestadores de serviço, a interrupção significa desde cancelamento de atendimentos até perda de dados importantes em sistemas eletrônicos.

E quando esses episódios são frequentes, o impacto se torna crônico: há perdas de receita, redução de produtividade e dificuldade de manter a confiança dos clientes.

Os efeitos sentidos na rotina e no bem-estar das pessoas

A instabilidade elétrica também mexe com o dia a dia da população.

Pessoas com necessidades especiais, que utilizam aparelhos respiratórios ou cadeiras motorizadas, não podem ficar sem energia. Idosos, crianças pequenas e pessoas acamadas também são mais vulneráveis a ambientes mal ventilados, sem refrigeração e com baixa iluminação.

Até mesmo quem depende da internet para trabalhar ou estudar é afetado por falhas frequentes. Esses transtornos afetam o equilíbrio emocional, aumentam o estresse e reduzem a qualidade de vida.

Existem soluções para minimizar os danos?

Sim. Embora a distribuição de energia pública esteja fora do nosso controle direto, há soluções que ajudam a mitigar os efeitos das falhas, garantindo maior autonomia e segurança para residências e empresas.

A importância de fontes alternativas de energia

Ter um plano B pode ser o que garante a continuidade de um atendimento médico, a segurança de um local ou o funcionamento de um pequeno negócio.

Fontes como sistemas solares com baterias, no-breaks ou o próprio gerador de energia são alternativas eficazes para manter o fornecimento ativo durante quedas na rede.

No caso dos geradores, o acionamento pode ser automático e instantâneo, oferecendo autonomia por várias horas ou até dias, a depender do porte da estrutura e da necessidade energética do local.

Como garantir autonomia energética em residências e empresas

Para empresas, a recomendação é sempre avaliar a criticidade das operações e dimensionar o equipamento ideal com base nisso. Um restaurante pode precisar manter freezers e iluminação. Um escritório pode focar em roteadores e computadores.

Já no uso doméstico, o foco pode ser em equipamentos de suporte à saúde, geladeiras, luzes e conectividade. Há geradores de energia compactos e silenciosos, ideais para esse perfil de uso.

Independentemente do contexto, o importante é ter planejamento, suporte técnico de qualidade e manutenção preventiva para garantir que a solução funcione quando mais precisar.

Oriovisto endossa críticas sobre o poder excessivo do STF e a lentidão do Congresso em dar respostas

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O artigo da revista britânica The Economist intitulado “Brazil’s Supreme Court is on trial” (“A Suprema Corte do Brasil está sob julgamento”) serviu de base para o senador Oriovisto Guimarães (PSDB/PR) voltar a cobrar, na sessão plenária desta terça-feira (22/4), a votação de propostas, como a Proposta de Emenda à Constituição de sua autoria (PEC 8/2021) que põe fim às decisões monocráticas(individuais) dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

O senador leu o texto da revista, que destaca o poder excessivo de ministros da Corte, como Alexandre de Moraes; critica as decisões monocráticas, as anulações da Lava Jato e questiona a falta de iniciativa dos parlamentares brasileiros para votar pautas relevantes, como a regulação das mídias digitais.

“Eu fico triste de ler as palavras escritas em uma revista britânica, mas precisamos fazer uma autocrítica. Há vários erros grotescos cometidos pelos ministros do STF. E nós, aqui, não estamos cumprindo com o nosso papel. A Câmara não aprova a PEC que acaba com as decisões monocráticas, já aprovada pelo Senado, nem a PEC que põe fim ao foro privilegiado. E por quê? Porque há um grande conluio: não mexam comigo que eu não mexo com vocês. Se aprovássemos essas duas propostas e também o fim da reeleição, teríamos a maior parte dos problemas do país resolvidos. Vivemos uma grande tristeza!”, disse Oriovisto Guimarães.

Normas da ABNT orientarão ações do DNIT na reabilitação de pontes rodoviárias

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O termo de cooperação está em fase de estruturação e prevê a criação de grupos técnicos, compartilhamento de dados e integração das normas da ABNT aos procedimentos internos do DNIT.

A ABNT participou de uma reunião técnica na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Brasília, que marcou o início da construção de um termo de cooperação entre o órgão federal e entidades técnicas do setor de infraestrutura. O objetivo é qualificar as ações de inspeção, manutenção e reabilitação de pontes em todo o território nacional, com base em critérios normativos atualizados e metodologias técnicas reconhecidas.

Participaram da reunião Mario William Esper, presidente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); Fábio Pessoa da Silva Nunes, diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT; e George Santoro, secretário-executivo do Ministério dos Transportes. Também estiveram presentes representantes da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (ABECE), do Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON), da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geológica (ABMS), da Associação Brasileira de Pontes e Estruturas (ABPE), da Associação Brasileira de Patologia das Construções (Alconpat) e da Associação Internacional para a Manutenção e Segurança de Pontes (IABMAS).

A proposta, segundo o DNIT, é que as entidades participem ativamente da estruturação de uma agenda técnica voltada ao Programa de Reabilitação de Obras de Arte Especiais (PROARTE), com foco em três pilares: capacitação de inspetores, modernização de critérios técnicos para decisões entre reabilitação e reconstrução, e melhoria dos modelos de contratação e controle de qualidade das obras.

“A ABNT atua como referência técnica nacional, e sua contribuição é fundamental para garantir que as decisões sobre a infraestrutura pública se baseiem em normas confiáveis, construídas com ampla participação da engenharia brasileira. Essa aproximação com o DNIT reafirma nosso compromisso com a segurança da população e com a eficiência na aplicação de recursos públicos”, destacou o presidente Mario Esper.

O termo de cooperação está em fase de estruturação e prevê a criação de grupos técnicos, compartilhamento de dados e integração das normas da ABNT aos procedimentos internos do DNIT. A atuação conjunta busca garantir mais previsibilidade, segurança e qualidade às intervenções em pontes e viadutos sob responsabilidade da autarquia federal.

MCTI e CNPq lançam edital para apoiar eventos nacionais e internacionais de empreendedorismo e inovação

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Divulgação da chamada de quase R$ 3 milhões terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do MCTI

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participa nesta quarta-feira (23), às 14h, na sede do MCTI, do lançamento da chamada de Apoio a Eventos de Promoção do Empreendedorismo e da Inovação no Brasil. O edital do MCTI e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) vai investir quase R$ 3 milhões na realização de eventos nacionais e internacionais voltados ao fomento do empreendedorismo e da inovação no país.

O objetivo do edital é conectar os atores do ecossistema de inovação e estimular novas iniciativas empreendedoras além de fortalecer o ambiente de inovação. O evento também conta com participação do presidente substituto do CNPq, Olival Freira Junior, e do secretário de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do MCTI, Daniel Almeida, e terá transmissão ao vivo no canal do YouTube do MCTI.

Podem ser apoiados eventos regulares de grande porte, organizados por entidades científicas, tecnológicas ou de inovação com histórico mínimo de três edições. Entre os formatos contemplados estão congressos, conferências, seminários, fóruns e encontros temáticos. Os eventos nacionais podem ser financiados em até R$ 150 mil. Para os internacionais, o valor limite é de R$ 200 mil.

O edital possui duas rodadas de submissão de propostas: A primeira já está aberta e vai até 16 de maio. A segunda começa em 4 de agosto e termina em 18 de setembro. Os eventos da primeira etapa devem ser realizados no segundo semestre de 2025, enquanto os da segunda rodada devem ser feitos no primeiro semestre de 2026.

Confira a íntegra da chamada no site do CNPq.

Serviço

Lançamento da Chamada de Apoio a Eventos de Promoção do Empreendedorismo e da Inovação no Brasil
Data: 23 de abril de 2025, às 14h
Local: Sala dos Conselhos, 5º andar da sede do MCTI: Esplanada dos Ministérios, Bloco E, Brasília-DF
Transmissão: Clique aqui

“Os retornados” resgata capítulo esquecido da história entre Brasil e África

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Publicado pela Editora Record, o livro de Carlos Fonseca revela a saga dos ex-escravizados brasileiros que retornaram ao continente africano no século XIX e formaram comunidades marcadas pela brasilidade em países como Nigéria, Benim, Togo e Gana

No recém-lançado Os Retornados, o diplomata e escritor Carlos Fonseca resgata uma das mais impressionantes histórias da diáspora africana: a dos milhares de escravizados libertos que, entre os séculos XIX e XX, deixaram o Brasil e retornaram à África. Fugindo da exclusão, da pobreza e da perseguição racial em um país que não lhes oferecia cidadania plena, esses homens e mulheres reconstruíram suas vidas em nações como Nigéria, Togo, Benim e Gana — onde suas marcas culturais permanecem até hoje.

A obra, lançada no final de 2024, pela Editora Record, mistura relato histórico, jornalismo investigativo e narrativa envolvente para dar voz a personagens reais e às comunidades afro-brasileiras que surgiram do outro lado do Atlântico. “Essas pessoas não apenas voltaram à África. Elas carregaram consigo o Brasil – na fé, na culinária, na arquitetura, na língua e até nas festas populares. É uma história de recomeços, resistências e identidades em trânsito”, explica o autor, Carlos Fonseca.

Entre os diversos episódios que compõem Os Retornados, estão a formação do bairro brasileiro de Lagos, na Nigéria; a ascensão política da família Olympio no Togo, culminando no assassinato de Sylvanus Olympio, neto de um brasileiro, que se tornou o primeiro chefe de estado togolês; e a trajetória da poderosa família Souza, no Benim, herdeira do legado ambíguo de Francisco Félix de Souza, baiano que teve papel central no tráfico atlântico de escravizados.

O livro também revela conexões espirituais profundas entre África e Brasil, como a história da família Villaça, à qual pertenceu Iyá Nassô, a mítica fundadora do Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, o mais antigo templo do candomblé em funcionamento na Bahia, e que durante anos manteve, em Uidá, no Benim, um templo dedicado aos orixás e aos voduns. Outro destaque é o reencontro de famílias separadas há mais de um século, como os Rocha e os Sowzer, que reconstruíram laços por meio de coincidências surpreendentes e do culto aos ancestrais.

Segundo Fonseca, a importância de Os Retornados está em iluminar um pedaço negligenciado da história brasileira e africana: “Trata-se de um retorno físico, mas também simbólico. Eles saíram do Brasil sem nunca deixarem de ser brasileiros – mesmo que o Brasil, enquanto nação, nunca os tenha reconhecido plenamente”, diz.

 

Sobre o livro “Os retornados” (da apresentação de Laurentino Gomes):

“Ao reconstituir a história dos retornados brasileiros na África, Carlos Fonseca produziu uma obra de beleza e fôlego ímpares. É ao mesmo tempo um documentário, um registro histórico e uma belíssima e competente reportagem, resultado de mais de vinte anos de viagens, entrevistas, pesquisas e convivência próxima com a maioria dos personagens que povoam este livro (…) Essa fascinante e surpreendente história preenche as páginas desta obra escrita com maestria, que prende, seduz e encanta os leitores da primeira à última linha” – Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808

Sobre o autor

Carlos Fonseca é diplomata e escritor. Com uma carreira marcada pelo interesse em relações internacionais, memória e diáspora africana, desenvolveu um extenso trabalho de pesquisa para escrever Os Retornados. A obra marca um importante passo em sua trajetória como autor e é fruto de anos de investigação histórica e entrevistas em países africanos de língua francesa e inglesa.

Serviço: Lançamento do livro “Os Retornados”

Título: Os Retornados

Autor: Carlos Fonseca

Editora: Record
Disponível nas principais livrarias físicas e plataformas digitais
Gênero: História / Narrativa jornalística
Temas: Diáspora africana, pós-escravidão, identidade, cultura afro-brasileira, relações Brasil-África

Livro disponível na Amazon: https://encurtador.com.br/0nj1D

 “A Trança Perdida” estreia em Brasília

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A circulação do espetáculo “A Trança Perdida” chega pela primeira vez na capital do Brasil, nesta sexta-feira (25/04) e segue até sábado (26/04). O solo vai ser apresentado no Espaço Pé Direito, às 19h e o acesso é gratuito, basta retirar os ingressos pelo Sympla. Depois de Brasília, o espetáculo segue para Cidade de Goiás (1º e 02/05) e Aparecida de Goiânia (9 e 10/05).

 

O projeto “A Trança Perdida – Circulação” é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. Criado pela artista goianiense Anna Behatriz, o espetáculo propõe o uso da dança contemporânea e performance como linguagens de reflexão, diálogo e transformação social. O solo foi inspirado por uma fotografia da mãe da artista e aborda temas como: memória, envelhecimento e conexões entre gerações de mulheres.

“A Trança Perdida aborda temas existenciais como a relação paradoxal entre vida e morte em que, a conexão entre duas mulheres com processos de envelhecimento e longevidade estão entrelaçados, engendrados e distintos. Tudo isso, produz esperas de vida que lentamente estremecem certezas relacionadas à passagem do tempo” evidencia a artista Anna Behatriz.

Ainda segundo a artista, o momento mais emocionante do solo é o final. Pois é o momento denso e ao mesmo tempo delicado em que tudo foi vivido nos dançares, nas cenas anteriores do trabalho. “Ali é onde meu corpo está mais poroso para sentir o que está ao redor com mais intensidade, no fim o que meu corpo produziu durante todo o espetáculo, é excretado por todos os poros”, complementa.

O espetáculo tem a duração de 47 minutos e a classificação é de 12 anos. O projeto busca democratizar e descentralizar o acesso à dança contemporânea e processos de criação que historicamente tem sido restrita a nichos elitizados. Esta abordagem não apenas amplia o alcance cultural, mas também fomenta a criação de novas relações entre participantes e sociedade.

Serviço

Assunto: Circulação “A Trança Perdida”

Quando: sexta-feira (25/04) e sábado (26/04), às 19h

Onde: Espaço Pé Direito (Vila Telebrasília, 23)

Ingressos: Sympla

Mais informações: @atrancaperdida e/ou @annabehatriz.artista

Entrada gratuita!