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Regime Lula avança na criação de uma estrutura centralizada de censura digital

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A publicação dos novos decretos do regime de Lula para regular a atuação das grandes plataformas digitais abriu uma discussão que vai muito além das big techs. No centro desse debate está a expansão do poder da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão que caminha para se tornar o principal regulador da atividade digital no Brasil.

O alerta foi feito pelo professor de Direito e especialista em tecnologia Carlos Affonso, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), durante entrevista à CNN Brasil. Embora tenha abordado os aspectos técnicos da medida, sua análise revela uma transformação institucional que pode ter efeitos profundos sobre a forma como a internet será administrada no país nos próximos anos.

Criada em 2018 para fiscalizar o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a ANPD surgiu com uma missão relativamente específica: supervisionar o tratamento de informações pessoais por empresas e órgãos públicos. Desde então, porém, suas atribuições vêm sendo ampliadas progressivamente.

Primeiro, a agência passou a atuar em questões ligadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Agora, com os novos decretos editados pelo governo, também assume responsabilidades relacionadas à moderação de conteúdo, à governança das plataformas e à fiscalização de novas regras aplicáveis às redes sociais.

Na prática, a ANPD deixa de ser apenas uma autoridade de proteção de dados para se tornar uma espécie de superagência da internet brasileira.

Carlos Affonso reconheceu que a instituição tende a se transformar na agência reguladora mais influente e visível do país. A observação ganha relevância quando se considera que seus diretores são indicados pelo próprio Lula, em período pré eleitoral.

 

 

Fonte: timeline

Ingresso S/A aposta em tecnologia e transforma a venda de ingressos no futebol brasileiro pelo WhatsApp

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Plataforma amplia atuação nacional com soluções digitais integradas para clubes e torcedores, unindo inovação, segurança e praticidade na experiência de compra

A transformação digital tem redefinido a forma como clubes, torcedores e organizadores se relacionam no futebol brasileiro. Nesse cenário, a Ingresso S/A, empresa com atuação nacional, vem ganhando destaque ao apostar em tecnologia própria e soluções inovadoras para modernizar a comercialização de ingressos e a gestão de eventos esportivos.

Com operação 100% digital, a plataforma se posiciona entre as pioneiras do país ao permitir a compra de ingressos diretamente pelo WhatsApp — aplicativo mais utilizado pelos brasileiros no dia a dia. A proposta simplifica a jornada do consumidor, elimina etapas burocráticas e aproxima a experiência de compra do ambiente onde o torcedor já está conectado diariamente.

A iniciativa representa uma mudança no modelo tradicional de vendas do setor esportivo. Sem filas, sem necessidade de navegação por múltiplas páginas e com um fluxo mais intuitivo, a compra se torna mais rápida, acessível e eficiente, aumentando o potencial de conversão para clubes e organizadores de eventos.

Mais do que um novo canal de vendas, a estratégia da Ingresso S/A aposta em uma lógica de distribuição mais direta e alinhada ao comportamento digital do público brasileiro. A combinação entre praticidade, alcance e experiência do usuário fortalece o relacionamento entre torcedores e clubes, ao mesmo tempo em que amplia as possibilidades comerciais das operações esportivas.

Além da comercialização de ingressos, a empresa oferece um ecossistema completo de soluções tecnológicas para o futebol. Entre os serviços disponibilizados estão gestão operacional de jogos e eventos, plataforma de sócio-torcedor, validação facial para controle de acesso, sistemas de segurança e ferramentas integradas para validação de benefícios como meia-entrada.

Com tecnologia 100% proprietária, a Ingresso S/A investe em independência operacional, inteligência de dados e escalabilidade, buscando oferecer mais segurança e eficiência para toda a cadeia do esporte. O objetivo é otimizar processos, reduzir fricções operacionais e gerar mais performance para clubes e organizadores.

O crescimento da empresa acompanha a expansão da digitalização no mercado esportivo brasileiro, especialmente diante da crescente demanda por experiências mais conectadas ao ambiente online. Para 2026, a projeção da plataforma é alcançar um volume total de pagamentos (TPV) de R$ 1 bilhão, consolidando sua presença entre os principais nomes da tecnologia aplicada ao esporte no país.

Em um mercado cada vez mais competitivo, onde experiência do consumidor e inovação se tornam fatores decisivos, a Ingresso S/A aposta na integração entre tecnologia, acessibilidade e relacionamento para redefinir a forma como o torcedor brasileiro compra ingressos.

Serviço

Ingresso S/A aposta em tecnologia e transforma a venda de ingressos no futebol brasileiro pelo WhatsApp

Instagram: https://www.instagram.com/ingressosa?igsh=MWhtbWk3Nm5kZHhvdA==

Site: https://www.ingressosa.com

SINDSER TENTA IMPOR PAUTA REJEITADA PELA CATEGORIA DO DER/DF COM APOIO DA ATUAL DIREÇÃO DO ÓRGÃO

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A categoria dos servidores do DER/DF vive mais um capítulo de tensão e triste envolvendo o sindicato da categoria que insiste em não representar a vontade dos trabalhadores do órgão.

Mesmo após sucessivas rejeições a uma pauta em assembleias gerais, o sindicato continua tentando encaminhar ao Governo do Distrito Federal uma proposta de Desmembramento da Carreira e criar uma carreira de Policiamento no DER/DF que não possui aprovação da base.

O fato mais grave, segundo os servidores, é que existe um documento oficial que acompanha esta matéria assinado pelo próprio presidente do sindicato, encaminhado à direção do órgão, reconhecendo de forma expressa e inequívoca a decisão da categoria pela rejeição da pauta de desmembramento da carreira.

O documento reforça aquilo que os trabalhadores afirmam há meses: a categoria deliberou democraticamente, em assembleia, pela rejeição da proposta. A última assembleia realizada reafirmou decisões anteriores e deixou claro que os servidores do DER/DF não concordam com qualquer tentativa de divisão da carreira.

A assinatura do próprio presidente do Sindicato no ofício encaminhado à direção do órgão desmonta qualquer narrativa de que existiria autorização ou respaldo da categoria para o avanço dessa pauta.

O documento é considerado pelos trabalhadores como prova clara, oficial e incontestável de que a proposta foi rejeitada pela base.

Outro ponto destacado pelos servidores é que, após essa assembleia e após o próprio sindicato formalizar documentalmente a rejeição da pauta, nunca mais foi realizada nova assembleia para rediscutir o tema. Ou seja, não houve qualquer nova deliberação da categoria autorizando o encaminhamento da proposta ao Governo do Distrito Federal.

Mesmo assim, o sindicato continua tentando criar mecanismos para encaminhar a proposta à Governadora Celina Leão do Distrito Federal, numa tentativa considerada por muitos servidores como uma manobra para atropelar a decisão democrática da categoria.

A situação tem causado indignação entre os trabalhadores, que denunciam uma tentativa de *GOLPE* contra a vontade legítima da base. Para os servidores, a insistência do sindicato em defender uma pauta derrotada demonstra desrespeito às deliberações coletivas e afronta direta às decisões tomadas em assembleia.

Outro ponto que chama atenção é a suposta atuação conjunta entre a direção do órgão e o atual sindicato para tentar viabilizar o encaminhamento da proposta ao Governo do Distrito Federal, mesmo sem respaldo dos servidores do DER/DF. Na avaliação de diversos trabalhadores, essa articulação desconsidera completamente a vontade expressa da categoria nas assembleias realizadas.
Por que a atual direção mesmo sabendo dessa alta rejeição dos servidores ao projeto insiste com a Governadora Celina Leão a sua aprovação? Será fogo amigo?

Servidores afirmam ainda que essa insistência pode ter também um forte componente político. Segundo avaliações feitas dentro da própria categoria, o partido político ligado ao grupo que atualmente apoia o sindicato faz dura oposição  à governadora Celina Leão e teria interesse em desgastar sua relação com os trabalhadores do DER/DF.

Para os servidores, a tentativa de fazer a Governadora aprovar uma pauta rejeitada pela maioria absoluta da categoria poderia colocá-la em uma situação extremamente delicada perante os trabalhadores, gerando desgaste político e eleitoral futuro.

Nos bastidores, muitos classificam a proposta como uma verdadeira PAUTA -BOMBA, justamente por afrontar diretamente a vontade soberana dos servidores do DER/DF.

Para os trabalhadores, qualquer debate sobre a carreira deve respeitar obrigatoriamente as decisões soberanas das assembleias e a manifestação democrática dos servidores do DER/DF.

Veja abaixo, o  Ofício do sindicato encaminhando à Direção do DER/DF demonstrando a decisão da categoria:

 

 

 

Fonte: clicado.com.br

11 livros para fazer seu filho gostar de ler

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Especialistas indicam obras para despertar o interesse pela leitura

Criar o hábito da leitura na infância é um dos presentes mais duradouros que um adulto pode dar a uma criança. Além de apoiar a alfabetização e desenvolver vocabulário, imaginação e autonomia, a leitura frequente tem impacto comprovado na saúde ao longo da vida: uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Yale aponta que leitores vivem, em média, quase dois anos a mais do que não leitores. A Organização Mundial da Saúde também reconhece a manutenção da função cognitiva como fator essencial de bem-estar — e a leitura figura entre os hábitos mais eficazes para isso.

Professores e especialistas em educação reuniram sugestões de títulos capazes de encantar leitores na fase de descoberta que vai dos cinco aos dez anos. As obras selecionadas pelos especialistas combinam humor, emoção, identificação com o universo infantil e linguagem acessível, elementos importantes para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser vivida como prazer.

  1. Contos e Lendas de um Vale Encantado, de Ricardo Azevedo

O autor mergulha no imaginário do Vale do Paraíba para dar vida a figuras como o astuto Pedro Malasartes e o misterioso Corpo Seco, transformando bichos e personagens em protagonistas de conflitos genuinamente humanos. O mestre em Literatura Brasileira pela USP e professor de Literatura no Colégio Santo Ivo, em São Paulo (SP), Leonardo Matos, avalia que a leitura dessa obra é “uma experiência literária viva que convida à leitura compartilhada, como se estivéssemos diante de um autêntico contador de histórias na beira de um fogão a lenha”.

  1. A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga

Uma narrativa sensível, que mergulha nos desejos da infância. A protagonista guarda em sua bolsa vontades que o mundo muitas vezes não escuta. É nesse espaço entre o real e o imaginário que a história ganha força. “Com delicadeza, o livro convida à reflexão sobre identidade, expressão e crescimento, tocando o leitor de maneira profunda”, destaca a orientadora educacional do Colégio Positivo – Londrina e embaixadora de leitura do Instituto Positivo, Jany Dantas.

  1. O Menino Maluquinho, de Ziraldo

Clássico da literatura infantil brasileira, O Menino Maluquinho é a escolha da assessora de formação docente da Educação Infantil dos Colégios Positivo, em Curitiba (PR), Maria Cristina Metzger Branco. “A linguagem é leve, divertida e cheia de humor, além de dialogar muito com o universo da criança”, explica. As ilustrações ajudam na compreensão e tornam a leitura fluida, ideal para leitores iniciantes que ainda estão ganhando autonomia. Os pequenos se reconhecem na história e se divertem, o que torna a leitura prazerosa – o primeiro passo para formar leitores.

  1. Extraordinário, de R. J. Palacio

A orientadora Jany recomenda essa narrativa emocionante, na qual acompanhamos uma trajetória marcada por desafios, coragem e humanidade. A história conduz o leitor a um exercício de empatia, abordando temas essenciais de forma acessível e sensível. É uma leitura envolvente e emocionante, ampliando o olhar sobre o outro e sobre si.

  1. De Carta em Carta, de Ana Maria Machado

Pepe é um menino que resiste à escola, enquanto seu avô, Seu José, é um jardineiro que não sabe ler. O avô vive exausto, mas não sabe como buscar seus direitos e se aposentar. De acordo com o professor Leonardo, “a beleza da história está em ver Pepe descobrindo que, conforme aprende a escrever, ganha a oportunidade de transformar a realidade de sua família. É um livro que mostra, com muita delicadeza, como o conhecimento nos permite conquistar nosso lugar no mundo e, acima de tudo, nos dá condições de estender a mão e ajudar quem amamos”.

  1. Marcelo, Marmelo, Martelo, de Ruth Rocha

Outro clássico, a obra-prima de uma das autoras mais celebradas da literatura infantil no país é muito divertida. Maria Cristina afirma que o livro brinca com a linguagem e o significado das palavras, estimulando a curiosidade linguística e o pensamento criativo. Ao longo de suas páginas, a história transforma a língua em brincadeira e, quando ler vira jogo, o interesse das crianças cresce de forma natural.

  1. O Monstro das Cores, de Anna Llenas

Com delicadeza e apelo visual, esse livro apresenta um caminho possível para reconhecer e organizar as emoções. “A narrativa simples, aliada às ilustrações, transforma os sentimentos em algo compreensível e acolhedor, convidando a criança a explorar o mundo interior de forma leve”, recomenda a orientadora Jany.

  1. A Árvore Generosa, de Shel Silverstein

O texto simples, emocionante e acessível se combina a ilustrações minimalistas que ajudam na compreensão da história. Com delicadeza, a obra abre espaço para conversas sobre generosidade, amor e limites. Maria Cristina sugere a leitura compartilhada com a família, a fim de se compreender a essência da história, facilitando a leitura para os pequenos.

  1. O Livro Sem Figuras, de B. J. Novak

De acordo com Jany, a proposta deste livro, à primeira vista simples, é na verdade surpreendente: mostrar que sua força está nas palavras. Ao transformar o adulto em um mediador da leitura, a obra cria momentos de riso, conexão e encantamento. É uma experiência que quebra expectativas e reforça, de forma leve, o poder da leitura compartilhada.

  1. Os Adoráveis Bilhetinhos da Professora Ada, de Anderson Novello

Recomendado para crianças de cinco a oito anos, tem uma linguagem que se aproxima do cotidiano escolar. Explora conceitos como sensibilidade, imaginação e surpresa de forma delicada. Maria Cristina avalia que “a temática da escola geralmente cria uma identificação imediata com as crianças, garantindo uma leitura de fácil entendimento”.

  1. A História de Pedro Coelho, de Beatrix Potter

Pedro Coelho convida o pequeno leitor a entrar na história e viver a leitura como uma aventura, despertando naturalmente o interesse e o prazer de ler. É um texto curto e envolvente, com ilustrações clássicas que encantam e uma linguagem acessível. Maria Cristina recomenda essa obra como leitura de entrada ou início de autonomia. É uma narrativa com personagens identificáveis e imagens atraentes.

Para Jany, a escolha do livro certo pode ser decisiva para aproximar a criança da literatura. Obras que despertam identificação, curiosidade e emoção tornam a leitura mais significativa e ajudam a construir, desde cedo, uma relação positiva com os livros. A leitura tem a capacidade de ser um momento de vínculo, descoberta e prazer.

Sobre o Colégio Positivo
O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu há mais de 50 anos e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país. Com o passar dos anos, adquiriu escolas nos estados de Santa Catarina e São Paulo. Atualmente, possui 20 unidades de ensino em oito cidades, no Sul e Sudeste do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 19 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio, combinando tecnologia aplicada à educação e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários.

EUA lançam nova ofensiva migratória, e improviso passa a ameaçar brasileiros em busca de residência permanente

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Nova diretriz interna do governo americano amplia o poder de agentes de imigração, endurece a análise sobre intenção migratória e pressiona brasileiros a rever estratégias de mudança para os Estados Unidos

Brasileiros que apostam em decisões migratórias tomadas no meio do caminho podem enfrentar um cenário mais hostil nos Estados Unidos. Uma nova orientação interna do Departamento de Segurança Interna (DHS) endureceu a análise sobre pedidos de ajuste de status e ampliou a margem de decisão dos agentes de imigração, elevando o risco para estrangeiros que entram legalmente no país como turistas e, depois, tentam solicitar residência permanente sem retornar ao país de origem.

A mudança ocorre em um momento de maior rigidez no debate migratório americano e acende um alerta para brasileiros que enxergavam o ajuste de status como uma alternativa relativamente acessível para permanecer no país. Daniel Toledo, advogado especializado em Direito Internacional e imigração empresarial nos Estados Unidos, afirma que o principal impacto está na leitura mais rigorosa sobre coerência migratória.

“O que muda agora é a forma como a intenção do estrangeiro passa a ser observada. Se a autoridade entender que houve incompatibilidade entre o motivo declarado na entrada e a movimentação posterior, o risco de negativa aumenta significativamente”, afirma.

Embora a legislação migratória americana não tenha sido formalmente alterada, a nova diretriz muda a forma prática de análise dos processos. Na avaliação de especialistas, o ajuste fortalece uma interpretação mais restritiva sobre pedidos feitos dentro do território americano, especialmente em casos em que a mudança de estratégia ocorre pouco tempo após a entrada com visto de turismo.

O endurecimento ocorre em um sistema já pressionado. Dados do U.S. Citizenship and Immigration Services (USCIS) mostram que os pedidos de ajuste de status superaram 1 milhão no último ano fiscal, ampliando o volume de processos e a pressão operacional sobre a imigração americana.

Segundo Toledo, o governo busca frear condutas consideradas inconsistentes do ponto de vista migratório. “O ajuste de status nunca foi um direito automático. O problema é quando ele surge como uma decisão improvisada, sem coerência documental ou justificativa compatível com a entrada inicial no país”, diz.

O movimento também ocorre em meio à crescente politização da pauta migratória nos Estados Unidos, onde o endurecimento da fiscalização voltou ao centro das discussões políticas e institucionais. Na prática, isso tende a tornar menos toleradas situações que antes encontravam maior margem interpretativa.

Para brasileiros que pretendem construir residência legal no país, a mudança reforça a necessidade de planejamento prévio. Toledo afirma que processos estruturados por vias empresariais ou profissionais tendem a apresentar menor vulnerabilidade justamente por sustentarem uma lógica migratória mais consistente.

“Existe uma diferença clara entre quem constrói uma estratégia migratória dentro das categorias legais disponíveis e quem tenta reconfigurar completamente sua permanência depois da entrada. O improviso passou a custar mais caro.”

Entre os caminhos mais utilizados por brasileiros continuam categorias como EB-2 NIW, voltada a profissionais com qualificação diferenciada, EB-5, direcionada a investidores, além de vistos empresariais como L-1 e E-2.

Outro ponto de preocupação está na ampliação dos critérios subjetivos de análise. Com mais discricionariedade, agentes federais poderão considerar histórico migratório, comportamento dentro do país e padrões de permanência com peso maior na decisão final.

“O ambiente migratório americano está menos tolerante e muito mais orientado por cruzamento de dados e análise de coerência. Quem pretende viver nos Estados Unidos precisa entender que imigração deixou de ser espaço para improviso e passou a exigir estratégia desde o início”, conclui Toledo.

 

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com quase 1 milhão de seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR.

Para mais informações, acesse o site.

Hospital de Base passa a oferecer acompanhamento hormonal para menopausa e baixa testosterona

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Ambulatório especializado atende mulheres e homens com alterações hormonais relacionadas ao envelhecimento e busca melhorar a qualidade de vida dos pacientes
Por Giovanna Inoue
“Era um calorão que vinha exatamente de madrugada, na hora que eu começava a pegar no sono.”
Aos 45 anos, Eliane Mendes Maciel começou a enfrentar ondas de calor, noites mal dormidas e cansaço constante provocados pela menopausa. Ela está entre as primeiras pacientes atendidas no novo ambulatório de reposição hormonal do Hospital de Base, criado para acompanhar mulheres e homens com alterações hormonais relacionadas ao envelhecimento.
“É uma fase bem sofrida. Mas agora, com esse acompanhamento, estou sendo amparada”, relata.
Desde janeiro deste ano, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), passou a oferecer atendimento especializado para pessoas que enfrentam sintomas ligados à redução hormonal causada pela idade.
Ondas de calor, insônia, irritabilidade, perda de memória, diminuição da libido, cansaço excessivo e alterações de humor estão entre os sinais mais comuns. Embora muitas pessoas associem essas mudanças apenas ao envelhecimento, especialistas alertam que o acompanhamento médico pode ajudar a reduzir impactos físicos e emocionais provocados pelas alterações hormonais.
A chefe do serviço de Endocrinologia do HBDF, Alessandra Christine, explica que o ambulatório atende pacientes com baixos níveis hormonais relacionados ao envelhecimento.
“No caso das mulheres, a principal queixa costuma estar ligada à menopausa. Já entre os homens, a queda da testosterona pode causar diminuição da libido, disfunção erétil, cansaço e falta de disposição”, detalha.
O endocrinologista Marcelo Canto destaca que o aumento da expectativa de vida fez crescer também a procura por tratamentos voltados à saúde hormonal.
“Hoje existe uma compreensão muito maior sobre a importância desse cuidado quando ele é indicado e acompanhado por especialistas. Além da melhora na qualidade de vida, o tratamento pode auxiliar na saúde óssea, muscular e cardiovascular”, afirma.
O ambulatório tem capacidade para atender até 40 pessoas por mês. Desde a implantação do serviço, já foram realizados 26 acompanhamentos, sendo 19 mulheres e 7 homens.
Quem pode procurar o serviço
O atendimento é destinado a mulheres entre 40 e 60 anos que apresentem sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor e alterações no ciclo menstrual, incluindo intervalos longos entre as menstruações ou ausência do fluxo.
Para homens, o serviço é indicado principalmente a pacientes acima dos 45 anos com sintomas como diminuição da libido, cansaço persistente e disfunção erétil, além de exames laboratoriais que apontem baixos níveis de testosterona.
Para agendar avaliação no ambulatório, é necessário comparecer ao HBDF com encaminhamento médico, tanto da rede pública quanto particular. No documento, devem constar os sintomas apresentados e, no caso dos homens, exames laboratoriais com alteração hormonal.

Após repercussão negativa, Ibaneis baixa o tom e volta declarar apoio à reeleição de Celina

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Após postar vídeo ao lado dos correligionários deputado distrital Wellington Luiz, do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi e do deputado federal Rafael Prudente, indicando rompimento com Celina Leão (PP),  em que relatou “muitas decepções” com a governadora, o ex-governador do DF Ibaneis Rocha (MDB), com medo de perder preciosos votos femininos na disputa ao Senado,  baixou o tom e voltou declarar apoio à reeleição de Celina durante a 144ª edição da Festa do Divino Espírito Santo, em Planaltina, neste sábado (23/5).

Não podemos esquecer da nossa governadora Celina, que será a nossa candidata reeleita. Divergências nós temos até dentro de casa. O que é melhor é saber conciliar, e esse é o caminho. O caminho da conciliação, do respeito, o caminho da integração”, afirmou o ex-governador.

videoIbaneis

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Imposto de Renda 2026: como declarar CDB, Tesouro Direto, renda fixa e previdência privada

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Planejamento e atenção aos informes de rendimentos ajudam investidores a evitar erros na declaração

São Paulo  – Com o avanço dos investimentos em renda fixa entre os brasileiros, cresce também a dúvida sobre como declarar corretamente aplicações como CDB, Tesouro Direto e previdência privada no Imposto de Renda. Erros simples, como informar valores em campos incorretos ou confundir planos como VGBL com PGBL, podem levar o contribuinte à malha fina.

De acordo com Valdir Amorim, especialista da área de imposto de renda da IOB, que une Inteligência em legislação e Tecnologia avançada para resolver os desafios de contadores e empresas, a recomendação chave é utilizar os Informes de Rendimentos Financeiros enviados pelas instituições financeiras como base oficial da declaração.

“O informe de rendimentos do banco ou da corretora necessários para cada ficha da declaração”, afirma Amorim.
Como declarar CDB e outros investimentos de renda fixa

Aplicações como:

  • CDB;
  • RDB;
  • LC;
  • Tesouro Direto;
  • Debêntures;
  • Fundos de renda fixa.

Devem ser informadas em fichas diferentes, dependendo do tipo de rendimento e da posição patrimonial.

Os saldos investidos normalmente entram na ficha “Bens e Direitos”. Já os rendimentos tributados na fonte devem ser declarados em “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Segundo Valdir Amorim, muitos contribuintes erram ao declarar apenas os rendimentos e esquecer o patrimônio aplicado. “O contribuinte precisa informar tanto o saldo da aplicação em 31 de dezembro quanto os rendimentos recebidos no ano. Um erro frequente é declarar somente o rendimento e omitir o ativo financeiro”, explica.

No caso do Tesouro Direto, os títulos devem ser informados conforme o valor de aquisição constante no Informe de Rendimentos da corretora ou instituição custodiante.

Previdência privada exige atenção redobrada

A previdência privada está entre os itens que mais geram dúvidas no IR, especialmente pela diferença tributária entre VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

O PGBL permite dedução de até 12% da renda tributável anual para contribuintes que fazem Declaração pelo Modelo completo e contribuem para a previdência oficial. Já o VGBL não oferece dedução, mas possui tributação apenas sobre os rendimentos no momento do resgate.

O especialista da IOB afirma que a confusão entre os dois modelos pode gerar inconsistências relevantes. “O PGBL entra na ficha de pagamentos efetuados, porque possui benefício fiscal. Já o VGBL deve ser declarado na ficha de “Bens e Direitos”, como uma aplicação financeira comum. Saber dessa diferença é fundamental”, destaca.

Regime regressivo e progressivo também impactam a Declaração

Além da modalidade da previdência, o contribuinte precisa observar qual tabela tributária foi escolhida. Na tabela regressiva, as alíquotas diminuem conforme o tempo de aplicação, podendo chegar a 10% após dez anos. Na progressiva, os valores seguem a tabela tradicional do Imposto de Renda.

“O regime tributário não altera apenas o imposto pago, mas também a forma de declaração dos rendimentos recebidos”, finaliza Valdir Amorim.

IOB | Tecnologia e Inteligência

A IOB une Inteligência em legislação e Tecnologia avançada para resolver os desafios de contadores e empresas. Referência nas áreas fiscal, contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e jurídica, se destaca pela confiabilidade aliada às soluções tecnológicas, inteligentes e humanizadas para cada cliente.

Falha no Meu INSS expõe dados de segurados e reacende alerta nacional sobre proteção de informações pessoais

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Incidente divulgado na quinta-feira (21) envolveu exposição de dados cadastrais de segurados da Previdência Social e reacendeu debate sobre maturidade digital das instituições brasileiras. Para Eduardo Nery, CEO da Every Cybersecurity, a LGPD precisa deixar de ser tratada apenas como obrigação regulatória e passar a ocupar posição estratégica dentro das organizações públicas e privadas

Um novo incidente de segurança envolvendo a plataforma Meu INSS voltou a colocar em evidência os desafios da proteção de dados no Brasil. O caso, divulgado na quinta-feira (21), foi identificado pela Dataprev e comunicado à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), reacendendo discussões sobre segurança da informação, governança digital e maturidade das organizações brasileiras em relação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Segundo informações divulgadas pelo próprio INSS, os dados expostos incluem CPF, nome completo, data de nascimento e possíveis vínculos trabalhistas de segurados da Previdência Social. Estimativas apontam que o incidente pode ter atingido até 2 milhões de registros. O órgão informou ainda que a maior parte dos dados seria relacionada a pessoas já falecidas, mas confirmou que parte dos cadastros pertence a segurados ativos.

Embora o INSS tenha afirmado que não houve concessões indevidas de benefícios nem registros de empréstimos fraudulentos relacionados ao caso até o momento, especialistas avaliam que o episódio acende um alerta importante sobre a necessidade de fortalecimento das estruturas de proteção de dados no país.

Para o CEO da Every Cybersecurity, Eduardo Nery, casos como esse precisam ser analisados menos como falhas isoladas e mais como sinais de que a proteção de dados deve ocupar papel estratégico dentro das instituições públicas e privadas.

“Vivemos um momento decisivo. A LGPD completou cinco anos de vigência plena e não pode mais ser tratada como um projeto pontual de compliance. Ela precisa ser entendida como um pilar de governança, no mesmo nível de importância do compliance financeiro ou tributário”, afirma.

Segundo Eduardo Nery, incidentes de segurança podem ocorrer até mesmo em organizações consideradas maduras digitalmente. O diferencial está justamente na capacidade de resposta, na transparência e na preparação das instituições diante das ocorrências.

“Incidentes acontecem, inclusive nas organizações mais maduras do mundo. O que diferencia uma estrutura preparada de uma vulnerável é a velocidade de detecção, a transparência na comunicação com a ANPD e com os titulares, além da capacidade de aprender com cada ocorrência. Nesse sentido, a comunicação tempestiva à autoridade é o caminho correto previsto no artigo 48 da LGPD”, explica.

O especialista destaca ainda que o episódio precisa servir de alerta para todos os controladores de dados do país, independentemente do segmento de atuação.

“O recado precisa chegar a todos os controladores de dados do Brasil: órgãos públicos, hospitais, bancos, varejistas, fintechs e startups. Quem trata dado pessoal é fiduciário de uma confiança que o cidadão deposita. Isso exige investimento em GRC, em cibersegurança técnica e em cultura organizacional. Não existe atalho.”

O caso também reacende discussões sobre a recorrência de incidentes envolvendo grandes bases de dados no Brasil. Nos últimos anos, diferentes vazamentos atingiram órgãos públicos, empresas privadas, instituições financeiras e plataformas digitais, ampliando preocupações sobre golpes, fraudes e utilização indevida de informações pessoais de cidadãos.

Para Eduardo Nery, apesar dos desafios, o Brasil já possui hoje um ambiente regulatório robusto e um mercado cada vez mais preparado para apoiar organizações no fortalecimento da segurança digital.

“A boa notícia é que o Brasil tem hoje um arcabouço normativo sólido, uma ANPD atuante e um mercado de cibersegurança cada vez mais qualificado. Cabe às organizações enxergarem a proteção de dados como diferencial competitivo e compromisso com a sociedade, e não apenas como custo regulatório.”

Com sede em Brasília e escritório no Rio de Janeiro, a Every Cybersecurity atua há 12 anos no mercado nacional, sendo especializada em LGPD, Governança, Riscos e Compliance (GRC) e segurança da informação. A empresa possui certificações ISO 27001 e ISO 27701 e atende órgãos públicos e empresas privadas em todo o país.

“Nosso papel, como empresa especializada, é contribuir para que esse amadurecimento aconteça. Quanto mais instituições brasileiras tratarem LGPD e cibersegurança como prioridade estratégica, mais protegido estará o cidadão — e esse é o objetivo que precisa unir todo o ecossistema”, conclui Eduardo Nery.

Sobre a Every Cybersecurity

A Every Cybersecurity é uma empresa brasileira especializada em LGPD, Governança, Riscos e Compliance (GRC) e segurança da informação. Com sede em Brasília e escritório no Rio de Janeiro, a empresa apoia organizações públicas e privadas na construção de programas robustos de proteção de dados, gestão de riscos cibernéticos e conformidade regulatória. A Every possui certificações ISO 27001 e ISO 27701 e selo GPTW.

Ecos Ancestrais promove oficina gratuita de caixa de maracatu, na Casa de Cultura do Guará

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A atividade integra o ciclo de oficinas do projeto realizado pelo Zenga Baque Angola; o encontro é no domingo (24), às 10h

 

O som pulsante da caixa de maracatu será o centro da próxima atividade do Ecos Ancestrais, do grupo Zenga Baque Angola. Neste domingo (24), às 10h, a Casa de Cultura do Guará recebe uma oficina gratuita dedicada ao instrumento, conduzida pelo percussionista Leonardo Balbino. As inscrições podem ser realizadas pelo formulário eletrônico.

 

Presente nas tradições do Maracatu-Nação, a caixa é um dos instrumentos responsáveis por sustentar o ritmo e conduzir a energia dos cortejos. De origem afro-brasileira, ela carrega influências das práticas musicais trazidas pelos povos africanos ao Brasil e ocupa papel essencial na identidade sonora do Maracatu de Baque Virado, como também é conhecido Maracatu-Nação.

 

No maracatu, cada nação desenvolve formas próprias de tocar a caixa, criando levadas características e modos distintos de diálogo entre os instrumentos da percussão. O toque da caixa se conecta diretamente com alfaias, gonguês e agbês, formando a base rítmica que marca a manifestação cultural. Além da força sonora, o instrumento exige técnica, resistência física e sintonia coletiva entre os batuqueiros.

 

A oficina proposta por Leonardo Balbino busca apresentar fundamentos do instrumento, técnicas de execução e noções de prática coletiva, aproximando participantes da tradição do Maracatu-Nação. A atividade é aberta tanto para iniciantes quanto para pessoas que já possuem experiência com percussão.

 

O encontro integra um ciclo de oficinas promovido pelo Zenga Baque Angola ao longo de 2026. O Ecos Ancestrais prevê atividades formativas sobre instrumentos do Maracatu de Baque Virado, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e fortalecimento das práticas culturais do grupo. A programação contará ainda com oficinas conduzidas por integrantes da Nação de Maracatu Leão da Campina, referência na tradição pernambucana do maracatu.

 

Zenga Baque Angola

 

Fundado em 2017, o Zenga Baque Angola nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina. Desde então, o coletivo constrói uma trajetória de conexão entre o Distrito Federal e Pernambuco, mantendo vínculos culturais e espirituais com a tradição do maracatu-nação. O grupo é filiado à Nação Leão da Campina e recebe orientação espiritual da Mametu Nadja Baléginam, matriarca do terreiro Kaiangu Kia Ítembu e sacerdotisa do Candomblé Angola Goméia.

 

Além das oficinas, o projeto também contará com a produção de registros audiovisuais das atividades, que serão divulgados nas redes sociais do grupo como forma de ampliar o alcance das ações e difundir a cultura do maracatu.

 

O Ecos Ancestrais é realizado pelo Grupo Zenga Baque Angola, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

 

Programação do Ecos Ancestrais:

 

24 de maio: Oficina de Caixa, com Leonardo Balbino

 

28 de junho: Oficina de Gonguê, com Jorge do Pandeiro

 

16 de agosto: Oficina de Alfaia, com Alessandra Rosa

 

Serviço – Oficina de Caixa de Maracatu Com Leonardo Balbino

Quando: Domingo, 24 de maio, às 10h

Onde: Casa de Cultura do Guará

Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScDY-VHKNYoyOhvn66oQEsUB7lxk3_GoJ7ythBAxDqXI7HCsw/viewform

Redes: https://www.instagram.com/zengabaqueangola/