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MCCE destaca fundamentos constitucionais do voto da ministra Cármen Lúcia em defesa da Lei da Ficha Limpa

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O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) acompanha com atenção o julgamento da ADI 7881 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ação que questiona a constitucionalidade da Lei Complementar no 219/2025, norma que altera dispositivos da Lei da Ficha Limpa e flexibiliza regras relacionadas aos prazos de inelegibilidade.

O julgamento teve início nesta sexta-feira (22/5), em sessão virtual, na qual os ministros apresentam seus votos por escrito. O prazo para a conclusão da votação vai até a próxima sexta-feira (29/5).

Na condição de Amicus Curiae da ação, o MCCE considera de elevada relevância os fundamentos apresentados no voto da ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, por reafirmarem princípios constitucionais essenciais à proteção da moralidade administrativa, da probidade no exercício dos mandatos eletivos, da legitimidade das eleições e da integridade democrática.

Em seu voto, a relatora sustenta que o Senado Federal promoveu alteração substancial no texto anteriormente aprovado pela Câmara dos Deputados — especialmente quanto à contagem dos prazos de inelegibilidade para determinados crimes — sem o devido retorno da matéria à Casa iniciadora, em possível afronta ao art. 65, parágrafo único, da Constituição Federal.

A ministra também ressalta que a Constituição autoriza o legislador a aperfeiçoar mecanismos de proteção da probidade administrativa e da moralidade eleitoral, mas não a reduzir a efetividade dessas garantias constitucionais ou fragilizar instrumentos de proteção democrática já consolidados no ordenamento jurídico.

O voto reafirma, ainda, entendimento já consolidado pelo próprio STF acerca da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, fruto de uma das maiores mobilizações populares da história do país, com mais de 1,6 milhão de assinaturas em apoio ao
projeto de iniciativa popular.

A relatora também destaca que a inelegibilidade não possui natureza penal, constituindo condição jurídica voltada à proteção da legitimidade das eleições, da moralidade administrativa e da confiança da sociedade nas instituições democráticas.

Ressalta, igualmente, que a Constituição Federal determina que a legislação eleitoral considere a vida pregressa dos candidatos como forma de proteção à probidade administrativa e à legitimidade do processo eleitoral.

Ao abordar os princípios da vedação ao retrocesso e da proibição de proteção deficiente, o voto reforça a compreensão de que não é constitucionalmente legítima a redução injustificada das salvaguardas jurídicas destinadas à proteção da moralidade administrativa, da integridade eleitoral e da confiança da sociedade nas instituições democráticas.

Para o MCCE, os fundamentos apresentados no voto representam importante manifestação em defesa da ética pública, da integridade eleitoral e da soberania popular, preservando avanços democráticos conquistados pela sociedade brasileira no combate à corrupção eleitoral.

O Movimento seguirá acompanhando o julgamento e reafirma sua confiança no Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição Federal e dos valores democráticos.

O MCCE também convoca a sociedade a se manifestar para que os demais ministros acompanhem o voto da relatora e restabeleçam o texto original da Lei da Ficha Limpa, seja por meio de manifestações públicas, seja pelo envio de e- mails e mensagens aos ministros do STF.

Brasília/DF, 22 de maio de 2026.

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

MCCE
Voto não tem preço, tem consequências.
27o Aniversário da Lei 9840/99 (Lei Contra a Compra de Votos)
16o Aniversário da LC135/10 (Lei da Ficha Limpa)
MCCE | 24 ANOS (2002-2026)

Podcast Ensaios sobre cena, corpo e escrita compartilha processos criativos do coletivo Instrumento de Ver

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Produção reúne ensaios sonoros, leituras e conversas sobre memória, criação artística e pesquisa em artes da cena; série terá quatro episódios lançados no Spotify, com estreia em 20 de maio

 

O que acontece entre o corpo que ensaia, a palavra que tenta dar conta da experiência e a cena que nasce desse encontro? É uma das perguntas que atravessam o podcast Ensaios sobre cena, corpo e escrita, do coletivo Instrumento de Ver, que estreia no dia 20 de maio, no Spotify. Ao longo de quatro episódios, a série propõe conversas, leituras e ensaios sonoros que investigam as relações entre escrita, performance, memória e criação artística.

 

Criado a partir de um processo de pesquisa desenvolvido pelo grupo ao longo do último ano, o podcast amplia discussões surgidas em oficinas de escrita, grupos de leitura, laboratórios de pesquisa e apresentações cênicas. Com uma abordagem poética e descontraída, os episódios transitam entre relatos pessoais, reflexões teóricas e experiências construídas ao longo de duas décadas de convivência artística compartilhada.

 

As apresentadoras Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes conduzem os encontros a partir de suas próprias investigações em arte e performance. Entre os temas abordados estão o ensaio como prática de pensamento, os processos de criação em cena, o envelhecimento do corpo acrobático, o faquirismo como linguagem poética e os modos como a escrita pode surgir da experiência coletiva e do trabalho em sala de ensaio.

 

No último episódio, o podcast recebe a pesquisadora e artista Giselle Rodrigues, o poeta e ensaísta Rafael Zacca e a artista e diretora Raquel Karro, convidados para comentar e aprofundar questões levantadas ao longo da série.

 

“Para nós, do Coletivo Instrumento de Ver, é muito importante compartilhar as nossas descobertas com o público, por isso sempre buscamos maneiras diferentes de mostrar os nossos processos criativos”, explica Julia Henning.

 

Mais do que apresentar resultados, Ensaios sobre cena, corpo e escrita busca compartilhar processos. Os episódios misturam leitura de textos, conversas e fragmentos de pensamento, aproximando o público das pesquisas desenvolvidas pelas integrantes do coletivo. A proposta é dialogar tanto com artistas e estudantes das artes da cena e da escrita, quanto com ouvintes curiosos interessados em processos criativos e experiências do corpo.

 

Instrumento de ver

 

Fundado em 2002, o Instrumento de Ver atua de forma múltipla na criação artística e na produção cultural. O coletivo reúne artistas circenses, técnicos, produtoras, realizadores e criadores que, ao longo de mais de vinte anos, vêm experimentando diferentes linguagens e modos de criação. Entre acrobacias, pesquisa, escrita e cena, o grupo constrói trabalhos que têm o processo criativo como caminho, inspiração e resultado.

 

Julia Henning é artista circense, psicóloga e psicanalista em formação. Integrante do Instrumento de Ver, desenvolve pesquisas que atravessam arte, corpo e psicanálise, além de escrever poesias e ensaios. Beatrice Martins atua há mais de três décadas na acrobacia e no circo, tendo integrado a Seleção Nacional de ginástica artística antes de consolidar sua trajetória como intérprete-criadora, diretora e realizadora. Já Maíra Moraes pesquisa práticas de faquirismo e experiências corporais ligadas à memória, às ruínas e à linguagem poética, investigação que atualmente desenvolve no mestrado.

 

O podcast é uma realização do coletivo brasiliense Instrumento de Ver, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF).

 

Serviço

Ensaios sobre cena, corpo e escrita

Estreia: 20 de maio

Novos episódios até: 30 de maio

Onde ouvir: Spotify

Formato: 4 episódios

Rosangela Moro aciona TSE contra Lula por propaganda eleitoral antecipada

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Deputada denuncia presidente por usar estrutura pública para pedir votos antes do período eleitoral e afirma que “a lei não pode ser relativizada pelo poder”

A deputada federal Rosangela Moro (PL/PR), protocolou nesta terça-feira (20), representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Lula por propaganda eleitoral antecipada durante um evento oficial do governo federal realizado na última segunda-feira (19). A ação foi apresentada após o presidente fazer um pedido explícito de votos para as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, apontadas como pré-candidatas ao Senado Federal nas eleições de 2026.

Durante cerimônia destinada ao anúncio de linhas de crédito para taxistas e motoristas de aplicativo, o presidente declarou publicamente: “O que você pode fazer com elas, um dia, é dar votos para as duas”. A fala ocorreu diante de uma plateia de eleitores e em um ato institucional promovido pelo governo federal.

Para Rosangela Moro, a declaração ultrapassa qualquer limite permitido pela legislação eleitoral e representa uma afronta direta às regras que garantem equilíbrio e isonomia no processo democrático. “Não estamos diante de uma interpretação subjetiva. Houve um pedido explícito de voto feito pelo presidente da República em um evento oficial custeado com dinheiro público. A legislação eleitoral é clara e precisa valer para todos, inclusive para quem ocupa o Palácio do Planalto”, afirmou.

Na representação, a deputada sustenta que a conduta viola o artigo 36-A da Lei das Eleições (n° 9.504/1997) e a Resolução nº 23.610/2019 do TSE, que proíbem propaganda antecipada com pedido explícito de voto antes do início oficial da campanha eleitoral. A representação também cita jurisprudências recentes da própria Corte Eleitoral que reconhecem que expressões que induzam apoio eleitoral podem configurar irregularidade mesmo sem a utilização literal da expressão “vote em”.

Para Rosangela, o caso já é uma conduta incorreta, porém, se agrava pelo fato de ter ocorrido em uma agenda institucional do governo federal, utilizando a exposição pública do cargo presidencial para favorecer nomes aliados antes do período permitido pela legislação.

“O presidente da República não pode transformar evento oficial em palanque eleitoral antecipado. Quem ocupa o maior cargo do país deveria ser o primeiro a respeitar a lei, e não o primeiro a tensionar os limites da legalidade para beneficiar aliados políticos”, declarou.

Rosangela Moro também critica o que classificou como “dois pesos e duas medidas” na aplicação das normas eleitorais no país. Segundo ela, episódios semelhantes envolvendo adversários políticos do governo recebem tratamento rigoroso imediato, enquanto irregularidades praticadas por integrantes da atual gestão acabam relativizadas no debate público.

“A democracia exige regras claras e aplicação imparcial da lei. Quando o poder político começa a agir como se estivesse acima das normas eleitorais, o que se enfraquece não é apenas a legislação, mas a confiança da população nas instituições”.

Na ação protocolada, a deputada pede que o TSE reconheça a prática de propaganda eleitoral antecipada e aplique multa em patamar máximo ao presidente Lula, considerando a gravidade da declaração e o fato de o pedido de votos ter sido direcionado a duas pré-candidatas simultaneamente.

“Não existe democracia sólida quando a máquina pública passa a ser usada para antecipar campanha eleitoral. O Brasil precisa voltar a tratar a lei como limite, não como conveniência política”, concluiu Rosangela Moro.

Representação – MPE – Propaganda Antecipada

 

Fonte: donnysilvha.com.br

Brasília será palco de imersão exclusiva com Mr. Pet e mercado pet já trata evento como um dos mais aguardados de 2026

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Formação de adestradores, comportamento animal e gestão de negócios pet estarão no centro de uma experiência intensiva promovida pelo Patrulha PET Resort nos dias 23, 24 e 25 de maio

Brasília se prepara para receber um dos eventos mais relevantes do setor pet em 2026. O Patrulha PET Resort será palco de uma imersão exclusiva com o Mr. Pet, referência nacional em comportamento animal e adestramento, reunindo profissionais, empresários, adestradores e apaixonados pelo universo pet em três dias intensivos de aprendizado, prática e networking estratégico.

O evento acontece nos dias 23, 24 e 25 de maio e já movimenta o setor na capital federal. Com vagas avançando rapidamente, a expectativa é de reunir participantes de diferentes regiões do país em uma experiência voltada à profissionalização, desenvolvimento técnico e crescimento empresarial dentro de um dos mercados que mais crescem no Brasil.

Formação de adestradores com foco em comportamento animal

Nos dois primeiros dias da imersão, o foco será totalmente direcionado à formação de adestradores e ao aprofundamento em comportamento animal, área que vem ganhando cada vez mais relevância diante do crescimento da conscientização sobre bem-estar, manejo consciente e educação canina.

A formação será conduzida diretamente pelo Mr. Pet, profissional reconhecido nacionalmente pelo trabalho desenvolvido no segmento pet e pela abordagem prática, acessível e altamente técnica.

Durante a imersão, os participantes terão acesso a conteúdos voltados para:

  • Dois primeiros dias reabilitação de cães e humanização de cães
  • Leitura comportamental dos cães
  • Técnicas modernas de adestramento
  • Comunicação canina
  • Manejo consciente
  • Ressocialização animal
  • Estruturação profissional para atuação no mercado

A proposta é unir teoria e prática em um ambiente preparado para vivência real, permitindo que os participantes desenvolvam conhecimento técnico aplicável no dia a dia profissional.

Gestão e estruturação de negócios pet

No terceiro dia, a programação ganha uma abordagem empresarial e estratégica, voltada especialmente para donos de petshops, hotéis pet, creches, clínicas veterinárias e empreendedores do setor.

O encontro abordará temas fundamentais para quem deseja estruturar, organizar ou escalar negócios dentro do mercado pet, incluindo:

  • Gestão de negócios pet
  • Estruturação operacional
  • Posicionamento de marca
  • Crescimento sustentável
  • Organização de processos
  • Experiência do cliente
  • Profissionalização do setor

A proposta é oferecer uma visão mais ampla sobre o mercado, conectando comportamento animal, gestão e empreendedorismo em um único ambiente.

Mr. Pet: uma das maiores referências do setor

Reconhecido nacionalmente, o Mr. Pet se consolidou como um dos nomes mais influentes quando o assunto é adestramento e comportamento animal no Brasil.

Sua presença no evento transforma a imersão em uma oportunidade rara de aprendizado direto com um profissional que reúne experiência prática, didática acessível e profundo conhecimento técnico, fatores que explicam a grande procura pelas vagas já nas primeiras divulgações do evento.

Patrulha PET Resort aposta em experiência completa

Anfitrião da imersão, o Patrulha PET Resort oferece uma estrutura preparada para unir conforto, segurança e funcionalidade, favorecendo tanto as atividades práticas quanto a troca de experiências entre profissionais do setor.

O espaço vem se consolidando como referência em hospedagem, socialização e desenvolvimento comportamental animal em Brasília, fortalecendo sua atuação também como ambiente de capacitação e inovação dentro do universo pet.

Um evento que vai além do conteúdo

Mais do que um curso tradicional, a imersão se posiciona como um encontro estratégico para quem deseja evoluir profissionalmente no setor pet.

Ao combinar formação técnica, comportamento animal, networking e gestão empresarial, o evento reforça o amadurecimento de um mercado que cresce de forma acelerada e exige cada vez mais preparo, conhecimento e profissionalização.

Para profissionais que desejam atuar com adestramento, empresários que buscam estruturar melhor seus negócios ou pessoas que enxergam no mercado pet uma oportunidade de crescimento, o encontro promete entregar conhecimento aplicável, conexões estratégicas e uma nova visão sobre o futuro do setor.

Alguns eventos entregam conteúdo. Outros mudam direção, carreira e visão de mercado.

A pergunta que começa a circular no setor é simples: quando as últimas vagas forem preenchidas, seu nome estará entre os participantes ou entre aqueles que deixaram para depois?

Tocador de vídeo

Serviço

Evento: Imersão Mr. Pet no Patrulha PET Resort
Data: 23, 24 e 25 de maio de 2026
Local: Patrulha PET Resort — Brasília/DF
Tema: Formação de adestradores, comportamento animal e gestão de negócios pet

 

Se você quer receber todas as informações sobre inscrições, programação completa e próximos passos, basta escanear o QR Code abaixo e falar diretamente com a equipe responsável. Essa é a oportunidade de transformar conhecimento em carreira e crescimento no setor pet.

Pesquisa clínica abre caminho para tratamentos inéditos e renova esperança de pacientes no IgesDF

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Estudos conduzidos no instituto ampliam o acesso da população a terapias inovadoras, fortalecem a ciência e ajudam a transformar histórias de pacientes atendidos pelo SUS
Por Pollyana Cabral
“Achávamos que o diagnóstico de leucemia era o fim, que a gente ia ter que se despedir da minha mãe.”
A frase de Fillipe Heydfeld carrega o peso vivido por muitas famílias diante de doenças graves. Mas, no caso dele, a história ganhou um novo rumo quando a mãe passou a integrar um ensaio clínico no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).
“Até que nos procuraram, o pessoal da pesquisa clínica, oferecendo uma equipe específica para ela, todo o acompanhamento e o medicamento. A gente aceitou. Poxa vida, era a salvação da minha mãe”, relembra.
Histórias como essa ajudam a mostrar o impacto da ciência para além dos laboratórios e artigos acadêmicos.
No IgesDF, os ensaios clínicos vêm se consolidando como uma ferramenta estratégica para impulsionar inovação, qualificar o atendimento e ampliar a produção de conhecimento dentro da rede pública de saúde. Atualmente, o instituto participa de projetos desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais de referência.
Em muitos casos, essas ações representam novas possibilidades terapêuticas, acesso a medicamentos inovadores e esperança para pessoas que convivem com doenças complexas ou sem resposta clínica disponível.
Para a neurologista Letícia Rebello, esse trabalho permite que a medicina avance com mais eficácia e segurança.
“É dessa forma que a gente consegue criar caminhos para fornecer uma melhor opção terapêutica para o paciente, que tenha como aliado a eficácia e a segurança”, pontua.
Esperança que nasce da ciência
Celebrado em 20 de maio, o Dia Internacional da Pesquisa Clínica chama atenção para a importância da ciência no desenvolvimento de terapias que ajudam a salvar vidas e melhorar o cuidado em saúde.
A gastroenterologista Liliana Mendes explica que muitas dessas ações acabam oferecendo uma oportunidade inédita para pessoas que já esgotaram outras possibilidades terapêuticas.
“Existem pessoas que têm doenças que já estão na fronteira do conhecimento e essas doenças estão progredindo. Os estudos podem fazer com que elas sejam elegíveis a terem acesso a uma droga que está sendo estudada e que possivelmente pode ser benéfica para melhorar essa condição”, observa.
O impacto também é percebido por familiares que acompanham de perto a evolução dos participantes.
“Quando foi dada a opção desse tratamento da pesquisa clínica, foi um divisor de águas, porque a qualidade do tratamento melhorou 100% e a nossa expectativa também”, relata Kleber Petronio, irmão de uma participante de um dos protocolos conduzidos no IgesDF.
Ciência que transforma o cuidado
Além de ampliar possibilidades terapêuticas, os ensaios ajudam a tornar os tratamentos mais seguros e eficientes. O ortopedista Davi Haje explica que esse trabalho permite validar procedimentos e aprimorar condutas médicas a partir dos próprios resultados observados nos atendimentos.
“Muitas vezes, a gente cria tratamentos e novos avanços, como no caso da minha área de pés tortos, de deformidades torácicas, na área de ortopedia da criança, do adolescente e do pé adulto. E quando a gente faz pesquisa com nossos próprios dados, validamos se estamos seguindo um caminho correto ou não, permitindo mais segurança aos pacientes”, comenta.
A produção de conhecimento desenvolvida dentro desses projetos também gera impactos diretos para toda a sociedade. Para o infectologista Tazio Vanni, o desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19 é um dos exemplos mais recentes da importância da ciência.
“Foi através da pesquisa clínica que conseguimos desenvolver novas vacinas contra a COVID-19 e sair de uma das maiores crises sanitárias dos últimos 100 anos”, ressalta.
O infectologista Julival Ribeiro lembra que a investigação científica continua sendo essencial para o avanço da medicina em diferentes áreas.
“A pesquisa clínica é fundamental para qualquer país, pois através dela descobrimos, por exemplo, novos antimicrobianos, novas drogas para tratar o câncer”, acrescenta.
Inovação e acolhimento caminham juntos
No IgesDF, o suporte aos pesquisadores e aos projetos é realizado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), por meio da Gerência de Pesquisa, que acompanha desde os fluxos institucionais até o apoio técnico e regulatório necessário para a condução dos trabalhos.
Para a enfermeira que atua nos estudos clínicos Laryssa Bezerra, a atuação desenvolvida nessas frentes também envolve acolhimento e construção de vínculos com participantes e familiares.
“Existe muito trabalho técnico envolvido, mas também muito acolhimento. Os participantes e suas famílias depositam confiança nas equipes científicas, e isso nos motiva diariamente”, conta.
Para a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Ferraz, cada trabalho conduzido dentro da instituição reforça o compromisso do instituto com um atendimento mais qualificado e humano.
“A pesquisa clínica representa esperança, inovação e compromisso com uma assistência em saúde cada vez mais qualificada e humana”, destaca.
Segundo Emanuela, as ações realizadas no instituto ampliam o papel do IgesDF na produção de conhecimento e na transformação do cuidado aos pacientes.
A gerente de Pesquisa do IgesDF, Ana Carolina Lagôa, também enfatiza que o avanço científico depende da atuação conjunta entre pesquisadores, profissionais de saúde, participantes e familiares.
“Cada trabalho conduzido no IgesDF fortalece a ciência, transforma conhecimento em cuidado e impacta diretamente a vida das pessoas”, afirma.
Como participar das pesquisas
Pessoas interessadas em participar ou desenvolver estudos clínicos no IgesDF podem entrar em contato com a Gerência de Pesquisa para conhecer os projetos em andamento, entender os critérios de participação e obter orientações sobre as oportunidades disponíveis.
Telefone/WhatsApp: (61) 3550-8837
Núcleo de Apoio ao Pesquisador (Napes): napes@igesdf.org.br
Núcleo de Pesquisa Clínica: pesquisaclinica@igesdf.org.br
Mais informações sobre submissão e condução de projetos científicos:
https://igesdf.org.br/diep/pesquisa/submissao-de-projetos-de-pesquisa/

Renda de motoristas varia até 60% entre regiões e expõe lógica do novo programa de crédito do governo Lula

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Diante do impasse prolongado na tentativa de regulamentar o trabalho por aplicativos, o governo Lula decidiu mudar de abordagem. Sem conseguir construir maioria no Congresso para avançar com regras para o setor, o Planalto passa a investir em crédito como forma de acessar, e influenciar, uma categoria numerosa, heterogênea e cada vez mais relevante nas grandes cidades.

 

A nova aposta se materializa em uma linha de financiamento de até R$ 150 mil para motoristas de aplicativo e taxistas, com potencial de alcançar R$ 30 bilhões. Operado pelo BNDES, o programa combina prazos longos, carência inicial e juros abaixo da Selic, um desenho que busca ampliar o acesso, mas também induzir renovação de frota em larga escala.

 

A mudança de estratégia não ocorre por acaso. Ao longo de 2025, a proposta de regulamentação defendida pelo governo perdeu tração diante de resistências cruzadas: empresas, motoristas e parlamentares, por motivos distintos, bloquearam o avanço do projeto. Sem saída legislativa clara, o Executivo passa a atuar por outra via, menos estrutural, mais pragmática.

 

Por trás dessa inflexão está um dado central: o setor é marcado por profundas desigualdades de renda, que variam não apenas entre estados, mas dentro deles. Levantamento do GigU mostra que, na Região Metropolitana de São Paulo, motoristas registram lucro médio de R$ 15,57 por hora, com margem de 43,6%. No interior, esse rendimento cai para R$ 10,11, uma diferença que, ao longo de um ano, pode ultrapassar R$ 13 mil.

 

A distorção se repete em outros mercados. Em Minas Gerais, a renda média na região metropolitana de Belo Horizonte chega a R$ 16,05 por hora, enquanto no Triângulo Mineiro fica abaixo de R$ 10. No Rio, motoristas na capital ganham, em média, R$ 18,49 por hora, patamar bem acima do registrado em cidades do interior. Na Bahia, o contraste entre Salvador e municípios turísticos do interior segue a mesma lógica.

 

Esse desnível ajuda a explicar por que políticas uniformes encontram resistência e também revela um efeito colateral do novo programa. Ao atrelar o acesso ao crédito à capacidade de pagamento, a iniciativa tende a favorecer motoristas de regiões mais dinâmicas, onde a renda é maior e a demanda mais estável. Em áreas periféricas ou menos movimentadas, onde o retorno é mais baixo e irregular, o acesso pode ser mais restrito.

 

O governo tenta mitigar esse risco com critérios que limitem o crédito a motoristas efetivamente ativos. Ainda assim, a aposta central é outra: responder a uma demanda concreta da categoria. Segundo levantamento Datafolha, 87% dos motoristas pretendem trocar de veículo nos próximos anos e a maior parte depende de financiamento para isso.

 

Sem conseguir reorganizar o setor por meio de regras, o Planalto passa a atuar sobre seus incentivos econômicos. Mais do que uma política de mobilidade, o programa se encaixa em uma estratégia mais ampla: ampliar presença junto a trabalhadores autônomos em um momento em que esse grupo ganha peso político e eleitoral.

 

GigU

Criada em 2017, a GigU (anteriormente chamada StopClub) é uma startup que aumenta a lucratividade e segurança de motoristas e entregadores de aplicativo por meio de ferramentas inteligentes. Está entre as missões da GigU criar uma comunidade unida e cada vez maior, que ofereça soluções de segurança e financeira personalizadas de acordo com a dor e necessidade de cada trabalhador. Atualmente a GigU é a maior comunidade de trabalhadores de aplicativo do Brasil somando mais de 250 mil usuários em uma rede de compartilhamento de conhecimentos e experiências.

 

 

Rally da Mulher 2026 terá largada e chegada no Shopping Cerrado

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Maior prova off-road de regularidade exclusiva para mulheres no Brasil, rally está em sua 24ª edição e vai reunir 450 competidoras

O Shopping Cerrado foi o local escolhido para a largada e a chegada da 24ª edição do Rally da Mulher 2026 neste sábado (23), às 9h. Maior prova off-road de regularidade exclusiva para mulheres no País, neste ano vai contar com 115 carros inscritos e 450 competidoras. A disputa vai ocorrer em estradas abertas à circulação normal de veículos e terá como característica principal a disputa em regime de regularidade, com médias de velocidades determinadas, roteiro descrito no livro de bordo e sempre em obediência ao Código Nacional de Trânsito.

Cada veículo de uma equipe deve ser obrigatoriamente ocupado por duas pessoas, piloto e navegadora, mas acompanhantes também são permitidas. São as auxiliares ou docinhos. A prova é dividida em cinco categorias e disputada em duas etapas. As cinco primeiras colocações nas categorias Turismo 4X4; Turismo 4X2; Expedition 4×4; Expedition 4×2 e Patrocinadores receberão troféus ou taças.

O Rally da Mulher é uma realização da TV Anhanguera e tem supervisão da Federação Goiana de Automobilismo (FAUGO) e coordenação técnica do Clube Esportivo do Fora de Estrada em Goiás (CEFEGO).

 

SERVIÇO
Rally da Mulher 2026
Data: 23 de maio de 2026
Horário: Largada às 9h
Local: Shopping Cerrado – Avenida Anhanguera nº 10.790, Setor Aeroviário, Goiânia – GO
Mais informações: instagram @shoppingcerrado , www.jaimecamaraeventos.com.br/rally-da-mulher-2026

Capacidade de interpretar contextos ganha centralidade nos debates sobre carreiras

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Tema foi destacado por Vivian Rio Stella no RHRIO 2026, ao discutir os desafios das trajetórias profissionais contemporâneas

A capacidade de interpretar contextos distintos como eixo das carreiras contemporâneas foi um dos pontos centrais apresentados por Vivian Rio Stella, pós-doutora em Linguística, idealizadora da VRS Academy e participante do TEDxJundiaí, durante o RHRIO 2026.

Considerado um dos principais encontros de Recursos Humanos do país, o evento foi realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Convidada como mestre de cerimônias, a especialista conduziu a programação diante de uma plateia formada por lideranças, gestores e profissionais de diferentes áreas.

“Durante muito tempo, carreiras eram percebidas quase como trajetórias lineares e previsíveis. Hoje, muitos profissionais transitam entre universos diferentes o tempo inteiro. Isso exige não apenas conhecimento técnico, mas capacidade de interpretar ambientes, linguagens e expectativas distintas”, afirma Vivian. A participação no RHRIO integra uma agenda mais ampla, que inclui debates, mediações e encontros formativos em diferentes regiões do país, como Juruti (PA), Brasília (DF), Joinville (SC) e São José dos Campos (SP).

No evento, Vivian articulou referências que transitam entre cultura e tecnologia para conectar temas e participantes. Em outros contextos recentes, sua atuação tem ocorrido em formatos mais enxutos, voltados a equipes específicas, com foco em temas como feedback, escrita e convivência no ambiente de trabalho.

“Existe uma tendência de imaginar que versatilidade significa superficialidade. Mas, em muitos casos, acontece justamente o contrário. Circular por contextos diferentes amplia a capacidade de leitura do mundo, de interpretação das relações e de tradução entre universos que normalmente não conversam tanto”, comenta.

A discussão sobre comunicação também aparece vinculada a transformações mais amplas nas organizações. Se antes era tratada como uma competência individual, hoje envolve adaptação de repertório, sensibilidade cultural e atenção aos códigos que operam em diferentes ambientes profissionais.

“Talvez uma das competências mais importantes daqui para frente seja justamente a capacidade de interpretar contextos complexos. A tecnologia acelera respostas, mas relações humanas continuam exigindo escuta, leitura social e construção de sentido coletivo”, finaliza.

Sobre Vivian Rio Stella

Vivian Rio Stella é doutora em Linguística pela Unicamp, pós-doutora pela PUC-SP e idealizadora da VRS Academy. Colunista da revista Você RH e professora da Fundação Dom Cabral, Escola Aberje e de curso de comunicação na Audible/Casa do Saber, Vivian é reconhecida por sua abordagem humanista, crítica e contextual, que foca na comunicação para promover colaboração, respeito e diálogo nas organizações. Ao longo dessa jornada, já realizou palestras, workshops e consultorias para mais de 300 empresas de diferentes portes e setores.

Volatilidade global pune investidor mal posicionado e exige caixa em 2026

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Mudanças rápidas nas apostas para juros nos EUA e oscilações do S&P 500 reforçam que retorno no exterior depende mais de estrutura do que de timing

A volatilidade voltou a dominar os mercados em 2026, mas ainda há investidores tratando oscilações como oportunidade automática. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros em nível restritivo, entre 3,50% e 3,75%, enquanto novos dados de inflação e emprego seguiram alterando as expectativas sobre quando começarão cortes mais consistentes. O resultado tem sido um mercado sensível a qualquer indicador econômico, com impacto direto sobre bolsas, títulos e ativos ligados a crédito.

Em abril, o S&P 500 alternou pregões de forte alta e queda conforme o mercado recalculava a trajetória dos juros americanos. O movimento reforça uma mudança relevante de ciclo: o ambiente deixou de premiar exposição excessiva e voltou a valorizar liquidez, caixa e capacidade de suportar períodos mais longos de ajuste.

Para Thiago Davila, sócio da Davila Finance, especializada em investimentos imobiliários nos Estados Unidos, o erro recorrente é confundir preço mais baixo com oportunidade real. “Volatilidade não melhora fundamento. Ela só barateia alguns ativos temporariamente e acelera a exposição de quem entrou sem estratégia, sem caixa ou sem horizonte claro”, afirma.

O cenário afeta diretamente o investidor brasileiro que busca diversificação internacional. Além da oscilação dos mercados, entram na conta o câmbio, custo financeiro, tributação, liquidez de saída e prazo de maturação do investimento. Em operações alavancadas, a pressão é maior, já que juros elevados reduzem retorno e aumentam o custo do erro.

Quem depende de valorização rápida ou compra financiada sente mais. Já investidores capitalizados, com visão de longo prazo e capacidade de selecionar ativos, tendem a encontrar melhores pontos de entrada sem a necessidade de correr atrás de repiques de curto prazo.

Leandro Sobrinho, cofundador da Davila Finance, afirma que o ciclo atual exige disciplina operacional. “Durante anos, muita operação se sustentou porque o dinheiro era barato. Hoje, o ativo precisa gerar resultado mesmo sem alta imediata. Se não fecha conta agora, o risco aumentou”, diz.

No mercado imobiliário americano, especialmente em regiões como a Flórida, a combinação entre demanda estrutural e crédito caro tornou as negociações mais técnicas. O comprador pesquisa mais, compara fluxo de caixa, exige desconto e observa liquidez futura. Isso tende a favorecer quem entra preparado e penalizar quem compra apenas por impulso.

Dados da National Association of Realtors mostram que a Flórida segue entre os destinos preferidos de compradores internacionais de imóveis nos EUA, sustentada por crescimento populacional e ambiente econômico favorável. Ainda assim, liquidez regional não substitui análise criteriosa de cada operação.

“Mercado forte não corrige investimento ruim. Em fases voláteis, a diferença entre ganho e perda costuma estar menos na manchete do dia e mais na estrutura montada antes da entrada”, afirma Davila.

Para 2026, a leitura é objetiva, volatilidade não cria oportunidade automática. Ela apenas separa investidores preparados daqueles que ainda dependem de sorte.

 

Sobre a Davila Finance

A Davila Finance é uma empresa investidora e administradora de empreendimentos imobiliários na região central da Flórida. Com uma equipe que acumula experiência de décadas combinada em investimentos imobiliários, a empresa está bem posicionada para guiar projetos e receber investidores dentro de seu portfólio. Fundada com base em expertise em Corporate & Investment Banking, Finanças Estruturadas e empréstimos para construção, a Davila Finance se orgulha de construir relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Para mais informações, acesse https://davilafinance.com.

 

Sobre Leandro Sobrinho

É co-fundador e sócio da Davila Finance, onde concentra seus esforços como investidor e Real Estate Developer. O empresário possui mais de 18 anos de experiência, atuando como empreendedor, sócio e administrador de mais de 40 empresas em setores diversos ao longo de sua carreira. Especialista em estruturar empresas e avaliar oportunidades, construiu uma trajetória baseada na confiança e na comunicação transparente com sócios, fornecedores e investidores. Além disso, é membro do conselho de empresas no Brasil e nos EUA, dedicando-se a otimizar a gestão com foco no melhor aproveitamento de oportunidades e no ciclo contínuo de novos investimentos. Para mais informações, acesse  https://www.linkedin.com/in/leandro-otavio-sobrinho-90980b165/

 

Sobre Thiago Davila

Thiago Davila é empreendedor do setor imobiliário com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento, estruturação e administração de projetos residenciais e comerciais. Atua principalmente no mercado da Flórida, com foco em eficiência operacional, geração de fluxo de caixa e visão estratégica de longo prazo. É reconhecido por analisar tendências do real estate sob a ótica do investidor, com atenção a fundamentos econômicos, políticas pró-negócios e dinâmica de demanda imobiliária.

PLANO DO PT: DESCARTE DE TRABALHADORES EM REDE NACIONAL

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A máscara sempre cai. Vaiado nesta terça-feira (19) na Marcha dos Prefeitos em Brasília, durante entrevista Alckmin deixou claro que a meta é “fazer mais com menos gente”. Enquanto fingem defender o trabalhador com a PEC da jornada, o plano real deles é o descarte da mão de obra. Quem defende o emprego de verdade quer o comércio forte, a indústria bombando e as pessoas trabalhando e prosperando, não o vice-presidente profetizando o fim dos postos de trabalho em rede nacional.