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Lei do devedor contumaz: entre o combate à fraude e os limites do Estado

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João Alberto Graça*

 

A grande questão não é apenas quem deve tributos. O verdadeiro desafio está em identificar quem transforma a inadimplência em estratégia permanente de mercado e em definir como o Estado pode reagir sem romper as garantias constitucionais que sustentam o próprio ambiente de negócios.

 

O tema do devedor contumaz, por anos restrito ao debate acadêmico e institucional, finalmente ingressou no plano normativo com a edição da Lei Complementar nº 225, de 8 de janeiro de 2026. A norma introduziu, de forma expressa, a figura do contribuinte que estrutura seu modelo de negócio com base no não pagamento reiterado de tributos. A regulamentação posterior, por meio da Portaria Conjunta RFB/PGFN nº 513, de março de 2026, conferiu operacionalidade ao instituto, permitindo sua aplicação concreta no âmbito federal.

 

O novo regime não surge isolado. Ele se ancora em pilares tradicionais do sistema tributário brasileiro, como o Código Tributário Nacional, a Lei de Execução Fiscal e os mecanismos de regularização previstos na legislação vigente. Ao mesmo tempo, dialoga com outros campos normativos, especialmente quando seus efeitos alcançam a esfera concorrencial e o acesso a contratações públicas.

 

Sob a ótica econômica, há um mérito evidente na iniciativa. Durante anos, setores inteiros conviveram com agentes que não eram mais eficientes, mas apenas mais agressivos no uso do passivo tributário como forma de financiamento. Essa distorção comprometeu a concorrência, penalizou empresas regulares e afetou a formação de preços. Ao diferenciar o inadimplente eventual do devedor estratégico, o Estado sinaliza uma mudança relevante: não se pode tratar de forma idêntica quem enfrenta dificuldades reais e quem se vale da inadimplência como vantagem competitiva.

 

Além disso, o novo modelo tende a aprimorar a atuação da administração tributária. Ao permitir uma seleção mais qualificada de risco, desloca-se o foco repressivo para contribuintes com maior potencial de dano ao erário e ao mercado. Em tese, isso aumenta a eficiência da cobrança e racionaliza o uso de recursos públicos.

 

Esse avanço, contudo, não ocorre em um vácuo econômico. O Brasil atravessa um período de elevado estresse financeiro, com recordes recentes de recuperações judiciais e aumento expressivo do endividamento empresarial e pessoal. Grandes grupos econômicos enfrentam crises relevantes, e setores inteiros operam sob pressão. Nesse contexto, a linha que separa o devedor estratégico do contribuinte em dificuldade pode se tornar perigosamente tênue.

 

É justamente nesse ponto que emergem os riscos constitucionais. O primeiro deles diz respeito ao devido processo legal. A qualificação como devedor contumaz não é neutra: ela produz efeitos concretos e potencialmente severos sobre a atividade empresarial. Por isso, não pode resultar de presunções amplas ou de critérios meramente quantitativos.

 

Há também uma tensão evidente com princípios como a livre iniciativa, a proporcionalidade e a vedação de excesso. Nem toda dívida elevada decorre de fraude, assim como nem toda reiteração configura comportamento abusivo. Empresas em crise, contribuintes envolvidos em disputas jurídicas legítimas ou inseridos em contextos setoriais adversos não podem ser automaticamente equiparados a estruturas deliberadamente orientadas ao inadimplemento.

 

Outro ponto sensível é a aproximação com as chamadas sanções políticas em matéria tributária. Sempre que o Estado utiliza restrições indiretas como limitações ao funcionamento, à contratação ou ao acesso a benefícios, para induzir o pagamento de tributos, cria-se uma zona de atrito constitucional. A legitimidade do novo regime dependerá, em grande medida, de sua aplicação criteriosa, individualizada e devidamente fundamentada.

 

O universo de contribuintes potencialmente atingidos tende a ser reduzido em número, mas altamente relevante em impacto econômico. Trata-se de um instrumento desenhado para poucos, mas poucos capazes de distorcer mercados inteiros. Essa característica reforça a necessidade de calibragem técnica: quanto mais excepcional a medida, mais rigoroso deve ser o filtro jurídico.

 

Nesse cenário, há espaço claro para aperfeiçoamento legislativo. É essencial refinar os critérios que definem a contumácia, distinguindo com maior precisão o devedor eventual, o contribuinte em dificuldade e o agente estratégico. Também se impõe o fortalecimento das garantias procedimentais, com contraditório efetivo, ampla defesa e decisões devidamente motivadas.

 

Outras medidas relevantes incluem a previsão de hipóteses objetivas de exclusão, como recuperação judicial, crise setorial comprovada ou adesão regular a programas de parcelamento, além da integração do modelo repressivo com instrumentos de conformidade fiscal. Transparência institucional também será fundamental, com divulgação periódica de dados que permitam avaliar os resultados da política pública.

 

No fundo, o debate revela uma questão mais ampla: a necessidade de equilibrar eficiência arrecadatória e segurança jurídica. A lei do devedor contumaz nasce de um diagnóstico correto: o sistema tributário não pode premiar quem transforma o não pagamento em estratégia empresarial. Mas seu sucesso não dependerá da força do discurso, e sim da precisão de sua aplicação.

 

Mais do que combater um rótulo, será necessário demonstrar, caso a caso, quem efetivamente se enquadra nessa condição. Sem esse cuidado, o instituto corre o risco de ampliar a litigiosidade e gerar insegurança, substituindo uma distorção antiga por uma nova.

 

Se bem aplicada, a nova disciplina pode fortalecer a concorrência leal, valorizar o contribuinte regular e sofisticar a política fiscal brasileira. Se mal conduzida, poderá apenas expandir o poder punitivo sob o verniz da modernização e, com isso, fragilizar exatamente aquilo que pretende proteger: a confiança no Estado de Direito.

 

*João Alberto Graça é advogado, membro do Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais do Estado do Paraná indicado pela FETRANSPAR, especialista em Direito Tributário pelo IBET/SP, doutorando em Direito Tributário Internacional pela Universidad Castilla La Mancha em Toledo – Espanha, especialista em Direito dos Negócios Internacionais pela UFSC/SC e pela Universidad Complutense de Madrid – Espanha.

Rosangela Moro celebra derrota de Messias e reforça o combate à corrupção

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Deputada afirma que rejeição no Senado impõe freio ao governo Lula e resgata memória de um dos maiores enfrentamentos à corrupção no país

A rejeição do nome de Jorge Messias pelo plenário do Senado na noite desta quarta feira (29) foi descrita pela deputada Rosangela Moro (PL/PR) como “um marco político e institucional em Brasília”. Mais do que barrar uma indicação ao Supremo Tribunal Federal, a votação expôs resistência crescente a movimentos do governo e reacendeu, no centro do debate, a defesa do combate à corrupção que ficou marcada pela Lava Jato.

“Vitória para ser comemorada. Pode até passar pela sabatina, mas pelo plenário do Senado o Jorge Messias não vai sentar na cadeira do Supremo Tribunal Federal”, declarou.

Para a deputada, o resultado simboliza uma vitória inequívoca de quem não aceita retrocessos. Com 42 votos contrários e 34 favoráveis, a decisão do Senado chamou atenção não apenas pela ampla diferença no placar, mas pelo recado político embutido na votação, refletindo um sentimento crescente de exaustão diante de práticas que fragilizam o país e alimentam o avanço da corrupção.

Na avaliação de Rosangela, a rejeição carrega um peso que vai além da política imediata. Messias ficou marcado por sua atuação durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, quando esteve associado a articulações que buscavam proteger Lula no auge das investigações da Operação Lava Jato. Esse histórico, segundo a deputada, reforça dúvidas sobre a independência necessária para ocupar uma cadeira na mais alta Corte do país.

Como esposa do senador Sérgio Moro, juíz responsável por conduzir a Lava Jato, a deputada se posiciona diante da derrota demonstrando que ainda há limites claros quando se trata de preservar o enfrentamento à corrupção no Brasil. “O Brasil não esqueceu o que foi revelado pela Lava Jato. Não vamos aceitar que interesses políticos tentem reescrever essa história”, afirmou.

Rosangela também destaca o impacto político da votação. Segundo ela, o resultado envia um recado direto ao governo e fortalece a oposição para os próximos ciclos eleitorais. “O Senado deixou claro que não vai chancelar tudo. Há um limite, e esse limite foi imposto hoje. O Brasil está atento”, disse.

Segundo a deputada, a derrota de Messias ultrapassa um episódio isolado e revela um cenário amplo de desgaste político do atual governo. Na avaliação dela, o resultado expõe um sentimento crescente de insatisfação e abre espaço para que a população busque uma mudança concreta nas próximas eleições.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Mega Drift projeta crescimento de público e deve receber 50 mil pessoas em 2026

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Campeonato de drift do Centro-Oeste amplia alcance, ganha novos fãs e reforça protagonismo no cenário nacional do automobilismo

 

O Mega Drift, considerado o maior campeonato da modalidade no Centro-Oeste, projeta um salto significativo de público para a temporada de 2026. Após reunir cerca de 20 mil pessoas ao longo das etapas realizadas em 2025, a expectativa da organização é mais que dobrar esse número neste ano, com previsão de alcançar aproximadamente 50 mil espectadores nas provas que acontecem no Autódromo de Brasília. A competição tem início nos dias 8, 9 e 10 de maio.

 

O crescimento acompanha o avanço do drift no Brasil, modalidade que vem conquistando espaço entre o público jovem e ampliando sua presença no calendário esportivo nacional. Com mais visibilidade nas redes sociais, novos pilotos surgindo e disputas cada vez mais competitivas, o esporte tem atraído tanto entusiastas do automobilismo quanto novos espectadores.

 

Segundo o organizador do evento, Gustavo Carvalho, a projeção reflete um momento de consolidação do campeonato e da própria modalidade no país. “A gente vem de um histórico muito positivo no ano passado, com grande adesão do público, e agora percebe um interesse ainda maior. O drift deixou de ser nichado e passou a dialogar com diferentes públicos, o que impacta diretamente no crescimento do Mega Drift”, afirma.

 

Ainda de acordo com Carvalho, o aumento da expectativa de público também está ligado à estrutura do evento e à experiência oferecida ao espectador. “Estamos trabalhando para entregar etapas ainda mais completas, com disputas de alto nível e uma experiência que vá além da pista. Esse crescimento mostra que o drift está ganhando espaço de forma consistente no Brasil, e o Mega Drift acompanha esse movimento”, completa.

 

A temporada 2026 acontece nos dias 8, 9 e 10 de maio, com novas etapas previstas ao longo do ano no Autódromo de Brasília. O evento reúne mais de 30 pilotos e segue fortalecendo o cenário do drift na região, consolidando-se como uma das principais vitrines da modalidade no país.

Os ingressos para curtir o evento já estão disponíveis no do evento e custam a partir de R$65.

SERVIÇO

Mega Drift Brasil

Data: 8 a 10 de maio

Local: Autódromo Nelson Piquet

Ingressos: disponíveis no site oficial do evento

Agrishow 2026: Governo de SP anuncia pacote de R$ 455 milhões para impulsionar o agro paulista

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Com foco em crédito, apoio aos municípios e regularização fundiária, conjunto de medidas foi apresentado pelo governador Tarcísio de Freitas

 

O Governo do Estado de São Paulo anunciou pacote de R$455 milhões em investimentos e medidas estruturantes para o fortalecimento do agro paulista na Agrishow 2026. O conjunto de iniciativas, apresentado pelo governador Tarcísio de Freitas nesta terça-feira (28) em Ribeirão Preto, tem como eixos centrais a ampliação do crédito rural, a expansão do seguro agrícola, fortalecimento aos municípios e o avanço da regularização fundiária no estado.

 

Durante a cerimônia, o secretário de Agricultura e Abastecimento destacou que o pacote reflete uma gestão orientada por resultados. “Em São Paulo, a resposta aos desafios do agro não fica no discurso. Aqui transformamos planejamento em ação concreta, com crédito acessível, políticas públicas eficientes e entregas reais para quem produz.”

 

O principal destaque é a ampliação histórica dos recursos do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), com R$400 milhões no ciclo 2026/2027, consolidando o maior pacote de subvenção e crédito rural da história do Estado. Os recursos são direcionados a subvenções e linhas de financiamento para produção e investimentos nas propriedades.

 

“Aproveitamos esse grande evento para mostrar nosso compromisso com o agronegócio paulista. Com o repasse recorde para o FEAP, mantemos um nível de crédito que garante segurança para o produtor rural, que vai poder contar com juros subvencionados, 20% mais baixos do que em outros programas de fomento para o agro. A questão do planejamento financeiro vai ajudar a organizar as próximas safras, com a compra de insumos, defensivos e fertilizantes, além de investimento em maquinários e irrigação”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

 

No seguro rural, são destinados R$100 milhões em subvenção ao prêmio, com expectativa de atender cerca de 20 mil apólices. A política amplia a proteção da produção agropecuária e fortalece a resiliência do setor, com potencial de até R$25 bilhões em valor protegido. Já o Pró-Trator conta com R$40 milhões em subvenção para aquisição de máquinas e equipamentos, com impacto estimado de aproximadamente mil itens financiados.

 

Voltado ao fortalecimento do protagonismo feminino no campo, o FEAP Mulher recebe o maior aporte desde a criação da linha, com R$25 milhões destinados ao crédito para produtoras rurais. Com o novo valor, a linha exclusiva para produtoras ultrapassa R$50 milhões desde a criação em 2024. Na mesma linha, foi formalizada a criação da Câmara Temática das Mulheres do Agronegócio.

 

“Quando o Governo de São Paulo cria uma Câmara Temática dedicada às mulheres no agronegócio, ele reconhece que elas já estão no campo, na gestão, na inovação, na sucessão familiar e na tomada de decisão. O nosso papel é garantir que essa presença seja cada vez mais visível, fortalecida e apoiada por políticas públicas concretas. A mulher do agro precisa ser ouvida, participar da construção das soluções e ocupar os espaços onde as decisões são tomadas”, afirma Adriana Liporoni.

 

O pacote também estabelece que o acesso às linhas de crédito, seguro e subvenções passa a exigir o Cadastro Ambiental Rural (CAR) em andamento, alinhando o apoio ao produtor à regularização ambiental.

 

Fortalecimento dos municípios
O evento contou ainda com entrega de maquinários para 174 municípios paulistas. São 177 máquinas que serão distribuídas para as cidades, totalizando R$ 55 milhões em investimentos.
A entrega faz parte do programa Patrulha Rural, que fortalece a produção agropecuária do estado com a entrega de máquinas. Desde 2023, R$ 240 milhões foram investidos pelo governo paulista, na distribuição de 640 maquinários para 340 municípios.

 

Fortalecendo os municípios, também foram assinados convênios com as 90 cidades premiadas pelo programa Município Agro em 2025, totalizando R$ 6 milhões em repasses. O programa incentiva, por meio de mecanismos técnicos, o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas municipais para o setor agropecuário.

 

Regularização fundiária

 

Outro eixo central do pacote é o avanço da política fundiária no estado. A Secretaria de Agricultura, por meio da Fundação Itesp, realizou a entrega de 42 títulos de regularização rural. A iniciativa reforça o maior programa de regularização fundiária da história de São Paulo, que já alcança mais de 5,3 mil títulos rurais entregues e 250 mil hectares regularizados, com 90% dos beneficiários entre pequenos e médios produtores. Sobre o tema, o secretário enfatizou o impacto social da medida. “A regularização fundiária vai muito além da entrega de um título. Ela representa segurança jurídica, acesso a financiamento, capacidade de investimento e dignidade para milhares de famílias produtoras em todas as regiões do estado”.

 

O pacote inclui ainda conjunto de ações voltadas à modernização e competitividade do agro paulista. Entre os destaques estão a nomeação dos 37 novos pesquisadores da Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA), fortalecendo a produção de ciência aplicada ao campo. Também foi anunciada, em primeira mão, a ampliação do mesmo concurso com a inclusão de mais 7 vagas, totalizando a reposição integral dos pesquisadores desligados nos últimos três anos.

 

A medida reforça a capacidade técnica e a continuidade das pesquisas estratégicas para o desenvolvimento do setor agropecuário paulista. “Estamos recompondo e valorizando a pesquisa agropecuária paulista, porque inovação e ciência são a base da competitividade no campo. Investir em pesquisadores é investir no futuro do agro brasileiro”, reforçou o secretário.

 

Resoluções em conjunto

 

O pacote anunciado na Agrishow 2026 também evidencia a atuação integrada do Governo de São Paulo entre diferentes secretarias e órgãos estaduais, com medidas conjuntas voltadas à sustentabilidade, prevenção de riscos, sanidade vegetal e desenvolvimento regional. As ações reforçam uma visão transversal para o agro paulista, unindo produção, preservação ambiental, segurança no campo e geração de oportunidades para produtores rurais e assentados.

 

Em parceria entre a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), foi assinada resolução que disciplina o uso controlado do fogo em atividades agrícolas no Estado. A norma estabelece a divisão de competências para autorizações, cabendo à Defesa Agropecuária autorizar a queima de restos de culturas cítricas erradicadas por questões fitossanitárias e outras práticas com respaldo técnico, enquanto a CETESB ficará responsável pelos casos relacionados à palha da cana-de-açúcar ainda permitidos em lei e demais situações previstas.

Também foi assinada resolução que autoriza a Defesa Civil do Estado a repassar equipamentos e promover treinamentos para produtores rurais de assentamentos mapeados pela Fundação Itesp durante o período de estiagem. A iniciativa fortalece a prevenção e a resposta rápida a incêndios e emergências climáticas, ampliando a proteção das famílias assentadas e transformando produtores em agentes estratégicos no combate ao fogo em áreas rurais.
Outra medida anunciada é o convênio entre o Governo de São Paulo, por meio da Semil, e a Fundação Itesp para implantação de projetos de restauração ecológica em assentamentos do Pontal do Paranapanema. A iniciativa prevê recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais, com recursos viabilizados pelo Finaclima-SP e execução por chamamento público. Além da recomposição ambiental, o projeto contempla qualificação produtiva, adoção de práticas sustentáveis, geração de renda local e fortalecimento da agricultura familiar.
Ao comentar o conjunto de ações integradas, o secretário reforçou a diretriz de transversalidade da gestão estadual. “O pacote anunciado na Agrishow mostra a força de um governo integrado, que reúne diferentes secretarias em torno de um objetivo comum: gerar renda, ampliar oportunidades e fortalecer o produtor rural paulista.”

 

Vitrine do agro paulista

 

Com um dos maiores estandes da Agrishow 2026, o espaço do Governo de São Paulo se consolida como um dos principais pontos de visitação da feira, reunindo, em um único ambiente, as principais políticas públicas, tecnologias e serviços voltados ao produtor rural. A proposta é apresentar, de forma prática e acessível, tudo o que o Estado oferece para impulsionar a produção, aumentar a renda no campo e ampliar a competitividade do agro paulista.

 

Um dos grandes destaques é o Pavilhão de Artesanais, que reúne 90 produtores de diferentes regiões de São Paulo, integrando as rotas do café, queijo, cachaça e vinho. O ambiente convida o público a conhecer, degustar e comprar produtos que carregam identidade regional e alto valor agregado, transformando o estande em um espaço de experiências e geração de negócios.

IA no Brasil entra na reta decisiva: Câmara deve votar marco regulatório em maio

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PL 2338/2023 passa a ocupar posição estratégica na agenda legislativa; entenda

O avanço do marco regulatório da inteligência artificial no Brasil ganha um novo capítulo com a sinalização de votação ainda em maio na Câmara dos Deputados, conforme indicado pelo presidente da Casa, Hugo Motta. Sob relatoria do deputado Aguinaldo Ribeiro, o Projeto de Lei nº 2338/2023 passa a ocupar posição estratégica na agenda legislativa, em um momento em que o país busca equilibrar inovação tecnológica e segurança jurídica.

Para Alexander Coelho, sócio do Godke Advogados e especialista em Direito Digital, IA e Cibersegurança, o enfoque agora está na qualidade e na efetividade das regras que serão estabelecidas. “O ponto central não é regular ou não regular. Isso já ficou para trás. A pergunta séria agora é: vamos regular com inteligência ou apenas criar uma nova camada de burocracia tecnológica?”

O texto do PL 2338/2023 propõe diretrizes para o desenvolvimento e uso de sistemas de inteligência artificial no país, com ênfase na proteção de direitos fundamentais. No entanto, há preocupação entre juristas e agentes do setor sobre o risco de uma abordagem excessivamente restritiva, que possa comprometer o ambiente de inovação e competitividade.

“O PL 2338/2023 precisa proteger direitos fundamentais, sim, mas sem tratar toda inovação como risco presumido. O Brasil não pode importar uma regulação pesada, ampliar conceitos de alto risco e depois se surpreender quando startups, universidades e empresas menores ficarem fora do jogo”, destaca o advogado.

O cenário internacional mostra diferentes modelos de regulação, alguns mais rigorosos, como o europeu, e outros mais flexíveis, como o norte-americano. A escolha brasileira pode impactar diretamente o desenvolvimento tecnológico interno, além de influenciar a atração de investimentos e a capacidade de inovação local.

Nesse contexto, o desafio do legislador será encontrar um ponto de equilíbrio entre controle e estímulo ao desenvolvimento. “Regular IA exige precisão cirúrgica. Se a lei mirar nos abusos, teremos governança. Se mirar na tecnologia em si, teremos atraso com carimbo oficial”, conclui o especialista.

Fonte:

Alexander Coelho – sócio do Godke Advogados, especialista em Direito Digital, Inteligência Artificial e Cibersegurança. Membro da Comissão de Inteligência Artificial e Privacidade da OAB/SP. Pós-graduado em Digital Services pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Certificado CDPO e CIPM pela IAPP.

 

Brasil recebe mais de 1 bilhão de ligações abusivas por mês, e Idec propõe fim do telemarketing ativo sem consentimento

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Novo estudo aponta que país campeão mundial em chamadas indesejadas e defende modelo com autorização prévia do consumidor para garantir direitos, especialmente de consumidores vulneráveis.

 

São Paulo  – O Brasil vive uma escalada sem precedentes de telemarketing abusivo. Com uma média de 305,7 mil ligações por minuto, o país se consolidou como tetracampeão mundial em chamadas indesejadas, segundo novo estudo do Idec (Instituto de Defesa de Consumidores). O levantamento revela ainda que 92% das pessoas que recebem essas ligações não possuem qualquer relação com as empresas que fazem o contato, evidenciando o uso massivo e irregular de dados pessoais.

 

O estudo “Pelo fim do telemarketing abusivo: o consentimento como forma de garantir direitos” aponta que o problema deixou de ser apenas um incômodo cotidiano e se tornou uma questão estrutural que envolve direitos do consumidor, proteção de dados e impacto direto na qualidade de vida da população.

 

Os números dimensionam a gravidade do cenário: entre junho de 2022 e dezembro de 2024, os brasileiros receberam mais de 1 bilhão de ligações abusivas por mês, o equivalente a 743 chamadas por habitante no período. Apenas em 2025, foram registradas 161,16 bilhões de chamadas curtas (de até seis segundos), muitas delas realizadas por robôs para validar números ativos, das quais cerca de 24,1 bilhões efetivamente chegaram aos consumidores, mesmo com bloqueios regulatórios.

 

Outro dado relevante é o volume acumulado de chamadas automatizadas: já são mais de 126 bilhões de ligações robóticas, reforçando o caráter industrial e massivo da prática.

 

De acordo com o Idec, o impacto dessas ligações ultrapassa a esfera do desconforto e já configura um problema social. O volume excessivo de chamadas tem provocado perda de tempo produtivo, estresse e mudanças de comportamento, como a recusa crescente em atender números desconhecidos.

 

Há situações extremas que ilustram esse cenário: consumidores que recebem dezenas de ligações por dia. Um exemplo é o caso recente, em que uma pessoa foi contatada 65 vezes em um único dia útil. O efeito colateral dessa saturação já atinge inclusive serviços essenciais, com relatos de equipes de saúde que enfrentam dificuldades para localizar pacientes, devido à rejeição generalizada a chamadas telefônicas.

 

O estudo também chama atenção para a exploração de públicos hipervulneráveis, especialmente aposentados e idosos. Há evidências de ofertas agressivas de crédito consignado feitas sem consentimento qualificado, muitas vezes com base em dados obtidos de forma irregular.

 

A estimativa é de que mais de 4 milhões de aposentados e pensionistas tenham sido prejudicados por esse tipo de abordagem, frequentemente marcada por assimetria de informação e indução ao erro.

 

Regulação atual é insuficiente

 

Apesar de iniciativas recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Idec avalia que as medidas são fragmentadas e incapazes de enfrentar a raiz do problema.

 

“O que vemos hoje é um sistema que ainda permite o uso de dados pessoais sem consentimento claro e informado. Isso sustenta um modelo de telemarketing que viola direitos e impacta a vida de milhões de brasileiros diariamente”, afirma Julia Abad, coordenadora do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec.

 

Diante desse cenário, o Idec propõe uma mudança estrutural: o telemarketing ativo só deve ser permitido mediante consentimento prévio, informado e qualificado do consumidor (modelo opt-in). A proposta inclui ainda a limitação de horários para ligações (das 8h às 18h, em dias úteis); restrições mais rígidas ao uso de robôs e chamadas automatizadas; criação de uma plataforma nacional de autorização prévia, onde consumidores possam escolher se desejam ou não receber contatos comerciais; e o uso restrito do “legítimo interesse”, apenas em casos específicos e com relação prévia comprovada entre empresa e consumidor.

 

O tema ganha relevância também no Congresso Nacional, onde diversos projetos de lei tratam do tema (um deles, inclusive analisado no estudo do Idec), e o parlamento tem condições de avançar com propostas conforme sugestão do Idec, em especial no contexto atual de maior pressão por regras mais rigorosas sobre uso de dados, combate a fraudes e proteção de consumidores vulneráveis, além de sua conexão direta com discussões sobre superendividamento e segurança digital.

 

Para o Idec, o avanço regulatório passa necessariamente por uma mudança de lógica: de um sistema baseado em invasão para um modelo baseado em consentimento.

 

Mais informações sobre o Idec: Link

Mais informações sobre o tema: Link

Governador de SP visita Divisão de Cana do IAC durante a Agrishow 2026

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É a primeira vez que um chefe do Executivo estadual esteve em área experimental da unidade, em Ribeirão Preto, referência nacional e estratégica para o avanço tecnológico do setor sucroenergético

 

Em agenda na Agrishow 2026, nesta terça-feira (28/4), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitou a Divisão de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto. É a primeira vez que um chefe do Executivo estadual visita área experimental da unidade, vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Referência nacional em melhoramento genético da cana-de-açúcar, a Divisão de Cana desempenha papel estratégico no desenvolvimento tecnológico da cadeia sucroenergética paulista.

 

A visita incluiu uma apresentação institucional das pesquisas desenvolvidas pelo IAC, com destaque para a evolução varietal da cana e os ganhos expressivos de produtividade, longevidade dos canaviais e tonelada de açúcar por hectare (TAH). Também foram apresentadas tecnologias voltadas à adaptação às mudanças climáticas, irrigação e à mecanização da cultura, fundamentais para a sustentabilidade e eficiência da produção.

 

“O Centro de Cana do IAC é um dos principais pilares da inovação no setor. As tecnologias desenvolvidas aqui impactam diretamente a produtividade, a sustentabilidade e a competitividade da produção paulista”, completa o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.

 

Impacto da pesquisa do IAC

Com mais de 30 anos de atuação, o Programa Cana IAC é responsável por avanços significativos na produtividade e eficiência da cultura no país. As variedades desenvolvidas pelo Instituto representam cerca de 25% das opções disponíveis no mercado e são adaptadas a diferentes regiões produtoras.

 

As inovações do programa contribuíram para elevar a produtividade média de cerca de 70 para 87 toneladas por hectare, considerando cinco cortes, com casos que superam 100 toneladas por hectare. Tecnologias como a Matriz de Ambientes proporcionaram ganhos de até 30% na produtividade.
Outro destaque é o Sistema de Mudas Pré-Brotadas (MPB), que gera economia de material de propagação no plantio de até 20 vezes superiores ao plantio tradicional. Sem os avanços proporcionados pelos programas de melhoramento de cana do país, nos últimos 40 anos, seriam necessários cerca de 8,6 milhões de hectares de área plantada no Estado de São Paulo para alcançar uma produção de 6,8 mil litros de etanol por hectare, evidenciando o impacto direto da pesquisa na eficiência do uso da terra.

O governador conheceu, durante visita ao Instituto Agronômico (IAC), área experimental de irrigação em cana-de-açúcar na Divisão de Cana, onde pesquisadores desenvolvem estudos voltados ao aumento da eficiência produtiva e ao uso racional da água no campo. As pesquisas abrangem desde a resposta de diferentes variedades a distintos regimes de irrigação, como salvamento, déficit regulado, complementar e plena, até o uso de mudas pré-brotadas, manejo hídrico no plantio e na brotação e estratégias que influenciam na produtividade e na qualidade da cana. Os estudos incluem o monitoramento da demanda climática, estado hídrico das plantas e do solo, monitoramento por imagem para recomendação das variedades para áreas de sequeiro e irrigadas, com o objetivo de promover a eficiência no uso da água, consolidando o trabalho científico do IAC como referência para a sustentabilidade e produtividade do setor sucroenergético paulista.

 

Atualmente, o Programa Cana IAC conta com mais de 200 empresas parceiras que utilizam suas tecnologias, com presença em praticamente todo o estado de São Paulo e também em importantes polos produtores, como Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Paraná. As soluções desenvolvidas pelo Instituto atendem diferentes ambientes de produção.

 

A estratégia de seleção adotada pelo Programa Cana IAC é regionalizada mantendo ativo catorze programas de melhoramento atuando nas principais regiões produtoras de cana-de-açúcar no Brasil.

 

Liderança no setor sucroenergético

 

São Paulo lidera a produção de cana-de-açúcar no Brasil, concentrando cerca de 55% da área plantada no país e com forte participação no complexo sucroenergético. A cultura ocupa a primeira posição no ranking estadual por Valor da Produção Agropecuária (VPA), com estimativa de R$ 55,2 bilhões em 2025. Na balança comercial, o complexo sucroenergégico respondeu por 25,6% das exportações do agro paulista em março de 2026, somando US$ 1,5 bilhão.

Pressão alta avança entre jovens e já afeta 114 milhões no mundo

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Estudos apontam aumento dos casos de hipertensão impulsionado por mudanças no estilo de vida e novos fatores socioambientais

Nos últimos 20 anos, a quantidade de adolescentes e crianças com hipertensão quase dobrou em todo o mundo. É o que aponta um estudo publicado na revista científica The Lancet Child & Adolescent Health, em novembro de 2025. Pesquisadores estimam que cerca de 114 milhões de jovens no planeta vivem hoje com a doença silenciosa, conhecida por ser silenciosa. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a pressão alta afeta cerca de 30% da população.

Embora a predisposição genética seja um fator relevante, o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci, afirma que a combinação entre estilo de vida e fatores socioambientais também pode influenciar diretamente no desenvolvimento da doença. “Além dos fatores clássicos, como sedentarismo e obesidade, devemos considerar desde a poluição e o estresse da vida moderna até a alimentação industrializada. A própria falta de segurança no local de moradia, por exemplo, é um fator que contribui para o aumento do estresse”, pontua.

Esse conjunto de aspectos envolvidos no desenvolvimento da hipertensão arterial tem sido foco de novas pesquisas. Um artigo publicado em março de 2026 pelo Centro Universitário Assunção (UNIFAI) sobre “Determinantes socioambientais e hábitos de risco para hipertensão em jovens” aponta que indivíduos na faixa etária de 15 a 29 anos vêm apresentando aumento na antecipação  dos  riscos  cardiovasculares. Diante desse cenário, o estudo defende que “o reconhecimento da pressão alta em  adolescentes  e  adultos  jovens  permite  intervenções  mais  eficazes,  reduzindo complicações futuras e promovendo hábitos de saúde duradouros desde as fases iniciais”.

Quando procurar um médico

Silenciosa, a hipertensão costuma dar sinais apenas quando a condição já pode ser mais grave. Entre eles estão dor de cabeça, tontura, zumbido no ouvido, visão embaçada, fraqueza, sangramento nasal e dor no peito.

Segundo o cardiologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Vinícius Oro Popp, a persistência dos sintomas é um alerta. “A combinação de sinais que não melhoram e se intensificam ao longo do tempo indica a necessidade de avaliação médica. Também há situações que exigem atendimento imediato, como dor de cabeça muito intensa, alterações visuais, confusão mental ou dor no peito. Mesmo sem sintomas, níveis de pressão muito elevados de forma persistente devem ser investigados precocemente”, explica.

O especialista também ressalta que pessoas com histórico familiar ou fatores de risco devem redobrar a atenção. “Mesmo na ausência de sintomas, a medição periódica da pressão é fundamental para o diagnóstico precoce”, reforça.

Prevenção e controle

Mudanças no estilo de vida são fundamentais para o controle da hipertensão. Entre as principais recomendações estão reduzir o consumo de sal, evitar o excesso de álcool, manter uma alimentação equilibrada — rica em frutas e fibras — e praticar atividade física regularmente, além de controlar o peso e evitar o tabagismo. Em alguns casos, o tratamento também inclui o uso de medicamentos. A aferição periódica da pressão arterial, inclusive em consultas de rotina, é uma das formas mais eficazes de identificar alterações precocemente e prevenir complicações.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

 

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Campanha “Jeitinho de Mãe” do Shopping Cerrado vai sortear carro zero km

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A cada R$ 450 em compras o cliente recebe um número da sorte. Campanha começa hoje (29/04) e segue até 31 de maio

GOIÂNIA (GO) – O Shopping Cerrado inicia hoje (29/4) a campanha “Jeitinho de Mãe”, em comemoração ao Dia das Mães, que vai sortear um carro HB20 Sedan Zero km. Até o dia 31 de maio, cada R$ 450,00 em compras realizadas em lojas físicas do mall dará direito a um número da sorte.

Para participar é preciso efetuar cadastro pessoal e das notas fiscais pelo whatsapp (11) 9432-7782 ou no balcão da promoção, que fica na Praça de Eventos, piso térreo, em frente à Riachuelo. O balcão funcionará de segunda a sábado, das 11h às 20h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h.

A participação é cumulativa, ou seja, quanto maior o valor em compras, mais números da sorte o cliente recebe. A promoção é aberta a qualquer pessoa física, maior de 18 anos, residente e domiciliada no Brasil. O sorteio será realizado no dia 03 de junho.

O Shopping Cerrado está localizado na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia (GO).

 

SERVIÇO
“Jeitinho de Mãe” – Campanha promocional do Dia das Mães

Data: 29 de abril a 31 de maio de 2026

Mais informações: instagram @shoppingcerrado

Grupo Manhattan consolida atuação no alto padrão e diversifica portfólio no Ceará

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Com mais de 20 anos de atuação, o Grupo Manhattan vem consolidando sua presença no mercado imobiliário de alto padrão no Ceará ao mesmo tempo em que diversifica suas frentes de negócio. A estratégia inclui a expansão para segmentos como turismo imobiliário, acompanhando tendências de consumo e investimento no setor.

Fundada oficialmente em 2003, tendo como marco inicial o lançamento do Manhattan Center, em 2002, a empresa surgiu com a proposta de desenvolver projetos que elevassem o padrão construtivo em Fortaleza. Ao longo desse período, estruturou um portfólio pautado por soluções arquitetônicas funcionais e por referências urbanas internacionais, com presença relevante em áreas valorizadas da capital.

O portfólio do grupo reúne projetos que contribuem para a configuração urbana de Fortaleza e também empreendimentos em destinos turísticos do estado. Entre eles estão o Manhattan Beach Riviera, em Aquiraz; o Beverly Hills Residence, no Porto das Dunas; e o Sun City: Rota das Emoções, em Camocim, voltado ao segmento de turismo. Na capital, o New York Residence, no bairro Cocó, integra a atuação no segmento residencial. Fora do Ceará, o grupo também opera com o Manhattan River Center, em Teresina, ampliando sua presença regional.

Entre os diferenciais técnicos adotados pela empresa está o uso de soluções como o pé-direito duplo em plantas compactas, estratégia voltada a otimizar o aproveitamento de espaço e ampliar a percepção de conforto nos ambientes.

Para o presidente do Grupo Manhattan, Pedro Felipe Borges, a trajetória da empresa reflete um processo contínuo de adaptação às mudanças do setor. “Ao longo dos anos, ampliamos nossa atuação acompanhando as transformações do mercado imobiliário. Hoje, atuamos em diferentes segmentos, mantendo o foco em qualidade, inovação e experiência do cliente”, afirma.

Com olhar voltado para o futuro, o Grupo segue atento às oportunidades de expansão no Nordeste, especialmente em regiões com forte potencial turístico, consolidando sua estratégia de integrar moradia, investimento e experiência em seus projetos.