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Aniversário da Estrutural: CLDF realiza sessão solene nesta sexta (6)

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Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. Carolina Curi/Agência CLDF

Em comemoração ao 22º aniversário da Cidade Estrutural, a Câmara Legislativa fará uma sessão solene, nesta sexta-feira (6), às 10h, no Centro Olímpico e Paralímpico da Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA).

O evento contará com a presença do administrador da RA, Alceu Prestes de Mattos; da delegada da 8ª Delegacia de Polícia, Bruna Eiras; da diretora do Centro Olímpico, Miriam Lemos dos Santos; da coordenadora do Conselho Tutelar, Rosemary Gomes de Oliveira; além da autora da iniciativa, deputada Doutora Jane (Republicanos).

Para a distrital, a homenagem é uma forma de reconhecer não apenas a importância regional da RA, mas também o “trabalho incansável” de seus habitantes. “Ao completar mais um ano de existência, é fundamental que prestemos uma homenagem a essa cidade, que representa a resistência, a união e a força de seus cidadãos, que, com seu trabalho e dedicação, contribuíram para o crescimento e a evolução do Distrito Federal”, ressaltou Doutora Jane.

Ainda de acordo com deputada, o evento representa “uma oportunidade para fortalecer o sentimento de pertencimento e identidade dos moradores da Cidade Estrutural”.

A Cidade Estrutural foi criada oficialmente como a 25ª região administrativa do Distrito Federal em 27 de janeiro de 2004, por meio da Lei nº 3.315, e hoje possui aproximadamente 35 mil habitantes. O evento pode ser acompanhado pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 09 da Vivo, e pelo canal da CLDF no YouTube.

Mario Espinheira – Agência CLDF

Novas estátuas devem ser instaladas na Praça dos Orixás até setembro de 2026 

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Durante a Festa das Águas 2026, foi anunciada a instalação de novas estátuas dos orixás na praça. O evento também foi marcado pela fé e atrações musicais nacionais e locais

A Festa das Águas de 2026 foi histórica. Mais de 6 mil pessoas compareceram à Praça dos Orixás para reverenciar Iemanjá e Oxum e curtir as atrações de peso que subiram ao palco do evento. A edição deste ano também foi marcada por uma vitória significativa dos povos de terreiro do Distrito Federal. O Instituto Rosa dos Ventos e o Coletivo das Yás do DF e Entorno anunciaram a revitalização da Praça dos Orixás, alvo de vandalismo, intolerância e abandono do Poder Público há décadas.

A presidente da Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira, ressaltou que a revitalização da praça vem sendo sonhada e pensada há anos, tanto pelo instituto quanto pelas mães de santo do coletivo. Stéffanie prevê que, até setembro, novas estátuas de alumínio devem substituir as antigas, feitas de fibra de vidro, material que é inflamável. “Essa nossas construções artísticas vêm sendo feitas há muito tempo. Nós optamos por não deixar a missão a cargo de apenas um artista plástico, mas que fosse feito por cima de um briefing que vem sendo construído há sete anos. Outros pais e mães de santo, de fora do coletivo, também participaram desse processo”, detalhou a presidente, durante o seminário apresentado no evento.

Oliveira também ressaltou que há vários outros problemas a serem resolvidos na praça além das imagens, como a erosão causada pelas águas do lago e a ausência de banheiros públicos na região. A devolução das estátuas é apenas o primeiro passo para a recuperação total do território.

“O valor que essa praça tem para nós é imenso. Aqui a gente combate o racismo e a intolerância religiosa, e mostramos para o mundo que estamos juntos, todos os povos de terreiros do DF”, refletiu Mãe Baiana, coordenadora-geral do Coletivo das Yás.

A deputada federal Erika Kokay também estava presente no seminário. “Nós conseguimos, nesse momento, fazer com que tenhamos um começo de um processo, que é o resgate das estátuas. Lembro-me da primeira vez que vim aqui, como deputada distrital, no início dos anos 2000, quando haviam quebrado os orixás. Eles não sabem do poder dos orixás e que isso nunca vai calar os tambores deste país”, exortou a parlamentar.

A Fundação Palmares também foi representada no seminário, onde também foram apresentados e discutidos opções de modelos  para as estátuas. As novas imagens devem trazer traços mais humanos, mas com dimensões heróicas, representando a força dessas divindades para os adeptos das religiões de matriz africana de Brasília e do Brasil.

A festa

Além do anúncio histórico de revitalização da praça, a sétima edição da Festa das Águas também foi um espetáculo de fé, tradição e muita música. Integrantes de diferentes vertentes das religiões afro-brasileiras comandaram um xirê, em reverência a todos os orixás representados pelas estátuas da praça. Oferendas à Iemanjá e à Oxum coloriram com flores as águas do Lago Paranoá.

No palco, nomes como Luedji Luna, Ellen Oléria, 7 na Roda, Filhos de Dona Maria, Encontro de Baque Virado, Beco da Rainha e Grupo Afirmação comandaram a programação musical que agitou milhares de pessoas na Praça dos Orixás.  “Eu não sabia que Brasília tinha um 2 de fevereiro e que existia essa praça. É um ponto de vista diferente que estou tendo dessa cidade. Não pude estar na Bahia, na Festa de Iemanjá, mas fiz questão de vir por aqui e prestigiar o poder da cultura popular e das religiões de matriz africana desse território”, revelou Luedji Luna.

“Imagina só: na capital federal, no centro do poder, a gente ocupando esse lugar, cantando para o panteão dos orixás, para a senhora das águas. Isso é simbolicamente muito poderoso”, destacou Ellen Oléria.

Também foram destaques no evento espaços para crianças e de acolhimento a mulheres em situação de violência. Um ponto de coleta de vidros garantiu uma festividade sem poluição das águas do lago. Ao todo, cerca de 50 artesãos, 300 artistas e mais de 500 trabalhadores das culturas tradicionais de terreiro foram impactados diretamente pelo evento.

Miami deve viver um dos anos mais movimentados de sua história no esporte em 2026

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Grandes eventos como Fórmula 1, Miami Open e Copa do Mundo da FIFA devem injetar bilhões na economia local e impulsionar setores como turismo e mercado imobiliário

 

O ano de 2026 promete colocar Miami no centro do mapa global do esporte. Ao longo dos próximos meses, a cidade e a região do sul da Flórida devem receber uma sequência de grandes eventos esportivos internacionais, com impacto econômico estimado em cerca de US$ 3 bilhões, segundo projeções de entidades do setor e relatórios de mercado.

Entre os destaques estão competições que despertam forte interesse do público brasileiro, como o Miami Open de tênis, que atrai aproximadamente 400 mil espectadores e gera impacto econômico próximo a US$ 400 milhões. A edição de 2026 contará com a participação dos brasileiros João Fonseca e Bia Haddad. Outro evento de grande repercussão é o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1, realizado no entorno do Hard Rock Stadium, cujo impacto econômico ultrapassa US$ 500 milhões em apenas um fim de semana.

No calendário esportivo local, Miami também recebe eventos tradicionais que reforçam sua vocação como polo esportivo, como jogos universitários de futebol americano e competições de beisebol, incluindo partidas da Major League Baseball e torneios internacionais. Esses eventos ajudam a manter um fluxo contínuo de visitantes ao longo do ano, fortalecendo a economia regional.

O ponto alto de 2026, no entanto, será a Copa do Mundo da FIFA. Miami sediará sete partidas do torneio, incluindo confrontos decisivos das fases finais, com previsão de injeção de até US$ 1,5 bilhão na economia local. Dados do setor de turismo indicam que, após o anúncio dos jogos na cidade, as buscas por voos internacionais para Miami cresceram mais de 120%, evidenciando o alcance global do evento.

Para Daniel Ickowicz, CEO da Elite International Realty, consultoria imobiliária fundada por brasileiros e com mais de 30 anos de atuação internacional, esse movimento esportivo tem efeitos diretos e duradouros sobre a cidade. “Grandes eventos colocam Miami em evidência mundial, atraem investimentos e fortalecem a economia como um todo, com reflexos diretos em setores como turismo, hotelaria, aviação, restaurantes, comércio, entretenimento e serviços. Esse fluxo de turistas e empresas acaba refletindo até no mercado imobiliário, seja na valorização dos imóveis, seja no aumento da demanda por locações de curto e médio prazo”, afirma.

Morando há mais de duas décadas na Flórida, Ickowicz destaca que a infraestrutura da região é um diferencial decisivo. “Miami se preparou ao longo dos últimos anos, com estádios modernos, aeroportos ampliados, hotéis de alto padrão e investimentos em mobilidade. Esse conjunto faz com que a cidade esteja pronta não apenas para receber grandes eventos, mas para transformar esse momento em oportunidades de longo prazo”, completa.

A combinação entre esporte, turismo e investimentos consolida Miami como um dos principais destinos globais em 2026, reforçando sua relevância econômica e seu apelo junto a públicos internacionais, especialmente o brasileiro, cada vez mais atento às oportunidades que surgem a partir desse cenário.

Após episódio envolvendo o Banco Master, recuperação judicial do Grupo Fictor amplia impactos sobre contratos e governança

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Efeitos jurídicos vão além da reestruturação financeira, avalia especialista

O pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, protocolado no Tribunal de Justiça de São Paulo, ocorre na esteira dos desdobramentos do episódio envolvendo o Banco Master, cuja tentativa frustrada de aquisição ganhou repercussão nacional no fim de 2025. Embora menos conhecido do grande público, o grupo passa agora a ocupar o centro de uma discussão mais ampla sobre consequências jurídicas, contratuais e reputacionais em operações empresariais de maior exposição.

A recuperação judicial estabelece um novo regime para a empresa, com a suspensão das execuções individuais e a centralização das negociações com credores. A medida busca preservar a atividade econômica, mas também altera de forma significativa a dinâmica dos contratos e a previsibilidade das obrigações assumidas antes do pedido.

Segundo Alberto Goldenstein, especialista em Direito Empresarial, Societário e Contratual, o processo representa uma inflexão estrutural. “A recuperação judicial não é apenas um instrumento de fôlego financeiro. Ela redefine prioridades, restringe a autonomia da companhia e muda a forma como contratos passam a ser executados”, afirma.

No caso do Grupo Fictor, Goldenstein destaca que estruturas societárias e contratos de investimento tendem a concentrar maior tensão jurídica. “Os contratos continuam válidos, mas passam a operar sob limites legais mais rígidos. Isso afeta expectativas de liquidez, retorno e segurança jurídica, especialmente para investidores”, explica.

O impacto reputacional é outro efeito imediato do processo, potencializado pela associação do grupo a um caso que já estava sob forte escrutínio público. “Quando há um episódio de grande repercussão, como o do Banco Master, a recuperação judicial acaba sendo interpretada pelo mercado como um sinal de alerta adicional, ainda que os fatos sejam juridicamente distintos”, observa Goldenstein.

Esse cenário costuma se refletir em maior cautela de fornecedores, instituições financeiras e parceiros comerciais. “Confiança é um ativo essencial. Uma vez abalada, ela afeta decisões de crédito e a disposição do mercado em assumir riscos contratuais”, acrescenta.

A recuperação judicial também desloca o foco para a governança corporativa e para a consistência do plano que será apresentado aos credores. “Esse é o momento em que a empresa precisa demonstrar capacidade real de reorganização. Governança clara, transparência e estratégia jurídica bem definida são decisivas para que o processo cumpra seu papel”, avalia o especialista.

Em uma leitura mais ampla, Goldenstein ressalta que o caso funciona como alerta para o ambiente empresarial. “Episódios como esse mostram que operações complexas e estruturas societárias sofisticadas exigem controle jurídico permanente. Quando isso falha, os efeitos não se limitam a uma empresa, mas se espalham por toda a cadeia de contratos e relações econômicas”, conclui.

Chapada dos Veadeiros vive recorde na Meia Maratona e se prepara para sua 1ª Maratona

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A 11ª Meia Maratona da Chapada dos Veadeiros Caixa – Etapa Vila foi realizada no sábado, 31 de janeiro, com 830 atletas, forte engajamento da comunidade e anúncio da nova maratona prevista para agosto

Estradas movimentadas por corredores, clima de celebração, união entre turistas e comunidade local deram o tom do sábado, 31 de janeiro, no pequeno e acolhedor distrito de São Jorge (GO), localizado na Chapada dos Veadeiros. Conhecida por desafiar limites físicos e mentais, a 11ª Meia Maratona da Chapada dos Veadeiros Caixa – Etapa Vila celebrou mais uma edição de sucesso, reunindo 830 atletas em quilômetros desafiadores, guiados pelo espírito coletivo e pela conexão com a natureza do Cerrado.

O percurso de 21 km foi realizado em asfalto, na estrada que liga Alto Paraíso a São Jorge, com largada às 16h, em meio ao calor intenso, altimetria acentuada e subidas exigentes, típicas da região. Disputada nas modalidades Solo e Duplas, a prova une resistência, estratégia e superação — valores que refletem a própria identidade da Chapada.

A edição deste ano contou com vitória internacional: o queniano Reuben Longosiwa Poguisho conquistou o título masculino, seguido de perto pelo jovem Gabriel Santana, de 17 anos, natural de Cavalcante (GO), que já desponta como promessa do atletismo nacional com foco nas Olimpíadas de 2028.

No feminino, a vencedora foi a atleta Shila Minari Hargreaves, que garantiu o primeiro lugar. Em segundo, ficou a tricampeã da prova e integrante da Seleção Brasileira de Ultramaratona, Helen Cristina Caldeira Deluque, mais uma vez no pódio da Meia da Chapada, consolidando seu nome entre os grandes nomes do circuito.

Com no Morro da Baleia e chegada na Praça do Artesão, principal ponto de encontro da vila, o evento mobilizou moradores, atletas, equipes de apoio e turistas, oferecendo aos participantes uma vivência imersiva nos atrativos da região — cachoeiras, turismo ecológico, gastronomia local e belezas naturais únicas, que fazem da Chapada dos Veadeiros um dos destinos mais procurados do Brasil.

A entrega dos kits na própria praça, ao ar livre, reforçou a proposta de integração com o ambiente e permitiu que os corredores conhecessem de perto as particularidades da Vila de São Jorge, com seu comércio local, artistas, pousadas e roteiros turísticos. Por conta da estrutura limitada da vila, a organização estabelece um número reduzido de vagas — o que torna o evento ainda mais exclusivo e disputado.

Selecionada para integrar o projeto nacional “50 anos, 50 corridas”, da Olympikus, a Meia da Chapada agora ostenta o selo comemorativo dos 50 anos da marca, reafirmando seu papel como uma das provas mais relevantes e simbólicas do calendário de corridas de rua do país.

Ao fim da corrida, atletas, moradores e visitantes participaram da tradicional confraternização no Santo Cerrado Risoteria, com banda de rock ao vivo, massas e open bar, encerrando o evento em clima de celebração coletiva.

Serviço: 11ª Meia Maratona da Chapada dos Veadeiros Caixa – Etapa Vila
Data: 31 de janeiro (sábado)

Horário: 16h

Largada: Morro da Baleia

Chegada: Vila de São Jorge

Informações: (61) 99559-1090

Realização: Cerrado Adventure

Patrocínio Master: Caixa | Governo Federal

Patrocínio: Olympikus

Apoio: Corona | Gatorade

Co-patrocinio: Santo Cerrado | Speciale espresso | Viamotors RAM

Apoio: Cachoeira dos Cristais, Prefeitura de Alto Paraíso, Goiás Turismo, Administração do Distrito de São Jorge, Prefeitura de Colinas do Sul

Caiado volta dos EUA com negociações para projetos em IA, data centers e minerais críticos

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Em dois dias em Washington, governador selou entendimentos com autoridades e investidores (incluindo DFC, CSIS e U.S. Chamber) que colocam estado em posição estratégica

O governador Ronaldo Caiado encerrou com saldo positivo sua missão oficial a Washington, nos Estados Unidos. Durante dois dias, o líder do Executivo goiano apresentou o potencial do Estado a integrantes do governo americano, e a importantes players do segmento tecnológico, e retornou ao Brasil com sinalização positiva para parcerias voltadas para exploração de terras raras, bem como o desenvolvimento de projetos com o uso de Inteligência Artificial (IA) e data centers.

“Tivemos a felicidade e a oportunidade de mostrarmos o potencial de minérios em nosso território. Goiás, hoje, é uma ilha de segurança no Brasil, que vem se industrializando e, cada vez mais, avança na transformação de seus produtos, ampliando as suas áreas de serviço”, avaliou.

Secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima fez um retrospecto das agendas que, em sua avaliação, colocaram o estado em uma vantagem estratégica. “A gente pôde tratar de forma mais ampla as parcerias entre Goiás e Estados Unidos. Eles manifestaram total apoio à cooperação. Terminamos a discussão do nosso acordo mais abrangente, que está pronto para ser assinado. Devemos só agendar a data agora de assinatura”, afirmou. Os norte-americanos, segundo informou, também se mostraram dispostos a fazer investimentos na linha de exploração da cadeia produtiva dos metais críticos. “Para avançarmos nas pesquisas de separação e depois de desenvolvimento da indústria dos imãs”, comentou Adriano.

A implantação de data centers foi um tema que acabou surgindo e ganhando fôlego nas tratativas. “Eles vão olhar para Goiás agora também como ponto de destinação, uma vez que nós temos também o Marco Civil da Inteligência Artificial, sancionado ano passado. Estamos uns bons passos à frente e isso está chamando a atenção para Goiás. Enquanto essa discussão no Congresso Federal está patinando já há um tempo, com uma lei antiquada, que copiou a legislação europeia e que a própria Europa já está mudando”, afirmou.

Outro diferencial importante é o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia) da Universidade Federal de Goiás (UFG). “Hoje, aplicativos desenvolvidos por esse centro já são utilizados em diversos outros, como iFood, na área de saúde, seguros, usados por cerca de 150 milhões de brasileiros. É o único que tem as GPUs mais avançadas da Nvidia instaladas. Isso dá uma ideia da abrangência, é um centro de muita relevância”, avaliou o secretário, ao se referir a processadores de informática capazes de executar muitas tarefas ao mesmo tempo.

Sequência de reuniões

A convite da Casa Branca, Caiado participou de reuniões sobre a exploração de minerais críticos na terça e quarta-feira (3 e 4/2). Caiado esteve no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), centro de referência do governo norte-americano para análises e debates sobre política internacional, segurança e estratégia global. Também foi recebido na Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (DFC), onde apresentou o potencial do estado a autoridades governamentais e representantes do setor privado, incluindo o Diretor Executivo de Política de Energia e Minerais Críticos da instituição, Thomas Haslett.

O governador Ronaldo Caiado estabeleceu contato direto com o governo norte-americano com o objetivo de estimular a produção de minérios de terras raras no estado e apresentar o potencial tecnológico de Goiás
Foto: Alexandre Parrode

 

 

 

Durante a reunião, Haslett destacou as oportunidades para a DFC no setor de minerais críticos do Brasil, incluindo no estado de Goiás, bem como a importância de uma visão de longo prazo e do investimento em toda a cadeia de valor. O CEO da Aclara Resources, Ramón Gino Barúa Costa, também participou do encontro e apresentou os avanços da atuação da empresa em Goiás, que está desenvolvendo o Projeto Carina em Nova Roma, com investimento de cerca de R$ 2,8 bilhões para extrair terras raras pesadas. A multinacional iniciou a operação em planta piloto, em Aparecida de Goiânia.

Já na quarta-feira (4/2), o governador participou a convite da Casa Branca, de reunião com o vice-secretário de Estado americano, Christopher Landau, apontado como o número 2 da diplomacia dos Estados Unidos, ocasião em que apresentou o potencial de Goiás na área. Durante o encontro, ocorrido a portas fechadas, Caiado e Landau avançaram na discussão de parcerias estratégicas que o próprio governo norte-americano propõe em relação a minerais críticos. A pauta coloca Goiás no centro mundial do debate, já que é uma das principais localidades do Hemisfério Sul com ocorrência de terras raras. Atualmente, a única mina privada do segmento em atividade comercial no Brasil está localizada em Minaçu, município no Norte do estado.

Ainda na quarta-feira, Caiado teve uma sequência de compromissos estratégicos para Goiás na Câmara de Comércio dos Estados Unidos (U.S. Chamber of Commerce), maior organização de lobby empresarial do mundo. Além da exploração de minerais críticos, o líder goiano tratou a tarifação de produtos da economia goiana, atração de investimentos para Goiás e sobre o cenário político brasileiro. As reuniões ocorreram na sede da organização e colocaram em pauta temas como a tarifas sobre o mineral vermiculita e o açúcar orgânico, barreiras que têm incidido sobre empresas em Goiás.

Caiado abriu ainda diálogo com o país norte-americano visando a aquisição de um aparelho de radioterapia por prótons para o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora), em Goiânia. O único existente no mundo foi produzido e está na Universidade Johns Hopkins, mundialmente conhecida pelas inovações em pesquisas médicas, situada na cidade de Baltimore, no estado de Maryland, próximo a Washington.

 

Taxa de Licenciamento 2026 de veículos do DF vence a partir de 23 de fevereiro

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Proprietários de veículos isentos de IPVA precisam acessar o Portal de Serviços ou o App Detran-DF Digital para emitir o boleto da taxa de licenciamento
Zélia Ferreira
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira (4), a Instrução nº 31, de 3 de fevereiro de 2026, que estabelece as datas de vencimento da taxa de Licenciamento 2026 dos veículos registrados no DF. O cronograma de vencimento foi definido de acordo com o algarismo final da placa, de 23 a 27 de fevereiro.
Algarismo final da placa
Data de vencimento da taxa de licenciamento
1 e 2
23/2/2026
3 e 4
24/2/2026
5 e 6
25/2/2026
7 e 8
26/2/2026
9 e 0
27/2/2026
Boleto
A taxa de manutenção de cadastro e renovação do licenciamento anual de veículos automotores já integra o boleto do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que está sendo enviado, por meio dos Correios, ao endereço cadastrado no prontuário do veículo.
Vale destacar que veículos isentos do IPVA, como os que possuem mais de 15 anos, por exemplo, não receberão o boleto em casa. Nesse caso, é necessário que o proprietário acesse o aplicativo Detran-DF Digital ou o Portal de Serviços (http://portal.detran.df.gov.br) e consulte os débitos do veículo para emitir a taxa de licenciamento.
Há ainda a opção de ir a um posto de atendimento da autarquia ou do Na Hora para imprimir o boleto. Nos postos do Na Hora, o atendimento é por ordem de chegada. Nos postos do Detran-DF, o serviço é feito por agendamento.
A taxa de licenciamento custa R$ 106,26 para qualquer tipo de veículo registrado no Detran-DF. O pagamento pode ser realizado em uma das cinco instituições credenciadas a receberem as taxas da autarquia (Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco de Brasília, Bradesco e Sicoob), além das lotéricas. Conforme orientações contidas no boleto.
Emissão do CRLV-e 2026
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a quitação da taxa de licenciamento é um dos requisitos para a regularização do veículo, juntamente com o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) e multas ou débitos vencidos, se houver. Depois de quitar todos os débitos do veículo, o proprietário deverá emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e) 2026 por meio do Portal de Serviços do Detran-DF ou pelo aplicativo Detran-DF Digital.
Evite cair em golpe
Vale alertar que o Detran-DF não envia boleto da taxa de licenciamento por e-mail. É importante ficar atento para não cair no golpe do boleto falso.

Do rentismo para a economia real, investidores antecipam ciclo de ganhos no real estate americano

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Mudança de alocação reflete busca por ativos lastreados na economia real, com geração de caixa e previsibilidade jurídica em um ambiente de transição dos mercados financeiros

Investidores com maior grau de maturidade vêm reposicionando seus portfólios ao antecipar um novo ciclo no mercado americano. A leitura predominante é que, à medida que o ambiente financeiro perde eficiência relativa para estratégias puramente rentistas, ativos ligados à economia real ganham protagonismo.

Nesse movimento, o real estate dos Estados Unidos reaparece como eixo central de planejamento patrimonial, combinando proteção de capital, renda recorrente e menor dependência de movimentos táticos de mercado.

A lógica não é nova, mas se intensifica em momentos de transição. Relatórios do Bank for International Settlements indicam que, em fases de ajuste do ciclo econômico, retornos reais de instrumentos financeiros tradicionais tendem a se comprimir, elevando o risco de reinvestimento e reduzindo a previsibilidade de ganhos. Para investidores experientes, isso amplia o interesse por ativos que geram caixa direto e mantêm valor intrínseco independentemente da direção dos mercados.

O mercado imobiliário americano se insere nesse contexto com fundamentos sólidos. Dados da National Association of Realtors mostram que os preços dos imóveis residenciais permanecem próximos das máximas históricas, mesmo com desaceleração no ritmo de valorização.

Na Flórida, a combinação entre migração interna, crescimento populacional e demanda externa sustenta o mercado. Segundo a Florida Realtors, compradores internacionais responderam por cerca de 21% das aquisições no estado nos últimos 12 meses até meados de 2025, com valorização anual entre 6% e 9% em regiões como Orlando, Miami e Tampa.

Para Leandro Sobrinho, empresário do setor imobiliário e cofundador da Davila Finance, administradora de ativos imobiliários com atuação nos Estados Unidos, a migração do rentismo para a economia real reflete uma postura mais pragmática. “O investidor que já passou por diferentes ciclos entende que retorno financeiro puro perde eficiência quando o cenário muda. Ativos reais, com demanda concreta e geração de renda mensal, passam a ocupar um papel mais estratégico na carteira”, afirma.

Na avaliação dele, imóveis bem estruturados funcionam como amortecedores de volatilidade, desde que o projeto seja concebido com foco operacional.

Esse foco ganha relevância diante das pressões de custo que seguem presentes. Despesas com seguros, impostos, manutenção e mão de obra continuam impactando a rentabilidade líquida. Dados do Bureau of Labor Statistics indicam que os custos ligados à habitação avançam acima da inflação geral, exigindo análises mais conservadoras. “A valorização futura não pode ser o único pilar da decisão. O ativo precisa se sustentar pela operação”, diz Sobrinho.

Além do aspecto econômico, a previsibilidade regulatória dos Estados Unidos aparece como fator decisivo. Avaliações do World Bank posicionam o país entre os mercados com maior segurança jurídica para investimentos imobiliários, reduzindo riscos institucionais e fortalecendo a atratividade para investidores estrangeiros. Esse ambiente favorece estratégias de longo prazo e diferencia o mercado americano de outras jurisdições mais instáveis.

Para Thiago Davila, empreendedor com mais de 20 anos de experiência no setor imobiliário e também à frente da Davila, o real estate americano se consolida como instrumento de preservação patrimonial em ciclos de transição. “Quem entende que a volatilidade faz parte do mercado busca ativos que geram caixa enquanto o cenário se ajusta. O imóvel cumpre esse papel quando está bem localizado e inserido em uma dinâmica real de demanda”, afirma. Segundo ele, o apelo não está em ganhos rápidos, mas na previsibilidade do fluxo e na solidez do lastro.

Davila observa que o período recente favoreceu estratégias excessivamente financeiras, mas essa lógica tende a perder espaço. “Quando o retorno do rentismo se comprime, o capital migra para onde há geração real de valor. Imóveis com demanda consistente de locação passam a oferecer renda e proteção ao mesmo tempo”, diz. A disciplina na estruturação do projeto e na administração do ativo, segundo ele, é o que diferencia resultados sustentáveis de apostas oportunistas.

Na prática, investidores mais experientes têm priorizado análises de fluxo de caixa, diversificação de perfis de inquilinos e gestão ativa, em detrimento de projeções otimistas de preço. “Não se trata de eliminar risco, mas de torná-lo administrável”, afirma o empresário. Com isso, a transição do rentismo para a economia real tende a ganhar força, consolidando o real estate americano como um dos principais vetores de alocação patrimonial no cenário internacional.

 

Sobre Thiago Davila

Thiago Davila é empreendedor do setor imobiliário com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento, estruturação e administração de projetos residenciais e comerciais. Atua principalmente no mercado da Flórida, com foco em eficiência operacional, geração de fluxo de caixa e visão estratégica de longo prazo. É reconhecido por analisar tendências do real estate sob a ótica do investidor, com atenção a fundamentos econômicos, políticas pró-negócios e dinâmica de demanda imobiliária.

Sobre Leandro Sobrinho

É co-fundador e sócio da Davila Finance, onde concentra seus esforços como investidor e Real Estate Developer. O empresário possui mais de 17 anos de experiência, atuando como empreendedor, sócio e administrador de mais de 40 empresas em setores diversos ao longo de sua carreira. Especialista em estruturar empresas e avaliar oportunidades, construiu uma trajetória baseada na confiança e na comunicação transparente com sócios, fornecedores e investidores. Além disso, é membro do conselho de empresas no Brasil e nos EUA, dedicando-se a otimizar a gestão com foco no melhor aproveitamento de oportunidades e no ciclo contínuo de novos investimentos. Para mais informações, acesse  https://www.linkedin.com/in/leandro-otavio-sobrinho-90980b165/

Sobre a Davila Finance

A Davila Finance é uma empresa administradora de investimentos imobiliários na região central da Flórida. Com uma equipe que acumula experiência de décadas combinada em investimentos imobiliários, a empresa está bem posicionada para guiar projetos e receber investidores dentro de seu portfólio. Fundada com base em expertise em Corporate & Investment Banking, Finanças Estruturadas e empréstimos para construção, a Davila Finance se orgulha de construir relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Para mais informações, acesse https://davilafinance.com.

Estação chuvosa no Ceará aumenta riscos para veículos e exige cuidados no abastecimento

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Com a intensificação das chuvas no Ceará nos primeiros meses do ano, aumentam também os riscos relacionados ao uso do veículo, especialmente no que diz respeito ao abastecimento, à manutenção preventiva e ao funcionamento de componentes essenciais. Nesse período, práticas simples podem evitar falhas mecânicas, pane seca, contaminação de combustível e outros problemas comuns provocados pela umidade e pelas condições adversas das vias.

Diante desse cenário, o assessor de assuntos econômicos do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sindipostos-CE), Antônio José Costa, reforça a importância de atenção redobrada por parte dos motoristas. Segundo ele, a estação chuvosa exige cuidados específicos que contribuem tanto para a segurança quanto para a redução de custos com reparos inesperados.

Entre as principais orientações está a escolha criteriosa do posto de abastecimento, priorizando estabelecimentos regulares e de confiança. Em períodos de chuva intensa, há maior risco de infiltração de água em tanques subterrâneos mal vedados, o que pode comprometer a qualidade do combustível e causar danos ao motor.

Outro ponto destacado é a verificação frequente do nível de combustível. Manter o tanque muito baixo pode favorecer a aspiração de impurezas acumuladas no fundo do reservatório, problema que tende a ser agravado com a umidade. A recomendação é evitar circular constantemente na reserva e programar o abastecimento com antecedência.

A manutenção preventiva também ganha ainda mais relevância nesta época do ano. Itens como velas, filtros, sistema elétrico, freios e pneus devem ser revisados regularmente, já que o excesso de água pode acelerar desgastes e provocar falhas inesperadas, principalmente em trajetos alagados ou com baixa visibilidade.

Para Antônio José, informação e prevenção são fundamentais. “O período chuvoso traz desafios específicos para quem utiliza o veículo diariamente. Abastecer em locais confiáveis, manter o tanque em nível adequado e realizar revisões periódicas ajudam a evitar transtornos e aumentam a segurança nas ruas e rodovias”, afirma.

Segundo ele, a adoção desses cuidados reduz significativamente o risco de paradas inesperadas e prejuízos financeiros. “São medidas simples, mas que fazem diferença no funcionamento do veículo e na tranquilidade do motorista, especialmente em uma época marcada por vias mais perigosas e maior incidência de falhas mecânicas”, completa.

Gestão desorganizada amplia passivos e fragiliza empresas

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Falhas internas de controle e ausência de processos estão na raiz do avanço de disputas 

A desorganização interna deixou de ser apenas um problema administrativo para se tornar um fator direto de risco jurídico para empresas brasileiras. Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que ações trabalhistas e execuções fiscais seguem entre os principais tipos de processos em tramitação no país.

Estudos do Sebrae indicam que falhas de gestão e ausência de planejamento estão entre as principais causas de mortalidade empresarial, especialmente nos primeiros anos de operação.

Para a advogada e empresária Mayra Saitta, fundadora do Grupo Saitta, boa parte dos conflitos empresariais nasce antes mesmo de qualquer disputa formal. “Os passivos não surgem do dia para a noite. Eles são construídos a partir de decisões reativas, controles frágeis e falta de processos bem definidos”, afirma.

A informalidade na gestão costuma se refletir em rotinas sem padronização, registros incompletos e ausência de integração entre áreas administrativa, contábil e jurídica. Esse cenário amplia a exposição a erros recorrentes no cumprimento de obrigações trabalhistas e fiscais, além de dificultar a tomada de decisão estratégica. “Quando a empresa cresce sem estrutura, o risco cresce junto”, diz.

Especialistas apontam que muitas organizações só percebem a gravidade do problema quando ele já se transformou em litígio. Nesse ponto, além do impacto financeiro, há desgaste operacional e perda de foco do negócio. “A correção sempre custa mais do que a prevenção”, observa a executiva.

Onde começam os riscos jurídicos invisíveis

Antes de qualquer ação judicial, os conflitos costumam se formar dentro da própria empresa, de maneira silenciosa e cumulativa. Falta de clareza nas responsabilidades, ausência de processos documentados e decisões tomadas sem base em dados criam um ambiente propício ao surgimento de passivos.

Segundo Saitta, quando cada área atua de forma isolada, sem visão sistêmica, a empresa perde previsibilidade. “Gestão não é burocracia. É organização para reduzir risco e sustentar o crescimento”, afirma.

Gestão como ferramenta de prevenção jurídica

A estruturação da gestão interna funciona como uma camada de proteção para o negócio. Processos bem definidos, controle de prazos e registro de decisões reduzem falhas operacionais e fortalecem a empresa em eventuais disputas.

“Quando existe método, a empresa deixa de apagar incêndios e passa a agir de forma preventiva”, diz. Na prática, isso se traduz em menos multas, menos autuações e maior segurança jurídica.

A especialista apresenta 4 ações iniciais para organizar a empresa

O primeiro passo não está em ferramentas sofisticadas, mas no diagnóstico da operação. A partir dessa análise, algumas ações iniciais fazem diferença:

  1. Mapear processos existentes, mesmo que informais;
  2. Identificar gargalos operacionais e pontos de risco;
  3. Estabelecer rotinas mínimas de controle e acompanhamento;
  4. Definir responsáveis e critérios claros de decisão.

Como contratar apoio especializado

A busca por empresas ou consultorias de gestão exige atenção à metodologia adotada e à capacidade de integrar diferentes áreas do negócio, uma vez que soluções isoladas tendem a resolver apenas parte do problema.

Nesse processo, é fundamental avaliar se a abordagem considera de forma integrada gestão, contabilidade e jurídico, além de evitar modelos genéricos que não dialogam com a realidade operacional da empresa.

Também é recomendável priorizar metodologias que promovam autonomia interna e previsibilidade, permitindo decisões mais claras e seguras ao longo do crescimento do negócio. “Gestão eficiente não engessa a operação. Ela dá clareza para o empresário decidir melhor”, afirma a executiva.

Benefícios e alertas para o empresário

Empresas que investem em organização interna tendem a reduzir passivos, melhorar a previsibilidade financeira e ganhar eficiência operacional. Além disso, fortalecem sua posição diante de parceiros, investidores e instituições financeiras.

O alerta, porém, é direto. “Quando a empresa ignora a gestão, ela não elimina o risco, apenas adia o problema. E, quando ele aparece, costuma ser maior e mais caro”, conclui.

 

Sobre Mayra Saitta

Advogada, contadora e empresária, Mayra Saitta é fundadora do Grupo Saitta, hub de contabilidade, direito empresarial, marketing e educação corporativa com atuação no Brasil, Estados Unidos e Europa. Nascida em Praia Grande (SP) e graduada em Ciências Contábeis e Direito, ela se especializou em Direito Empresarial e construiu uma trajetória marcada pela inovação em gestão e pela defesa do protagonismo feminino nos negócios. Em 2024, foi homenageada pela Câmara Municipal de Praia Grande com o diploma Graziela Diaz Sterque, em reconhecimento às suas contribuições à comunidade e ao desenvolvimento local.

Em 2025, lançou o livro A mente ágil do líder: como liderar com flexibilidade e propósito na era da inteligência artificial, no qual apresenta reflexões sobre liderança e transformação digital. Idealizadora do Saitta Day, evento que reúne empresários e especialistas para impulsionar o empreendedorismo na Baixada Santista, Mayra é reconhecida por unir visão estratégica, propósito e impacto social em sua atuação.

Para mais informações, acesse o site, linkedin ou pelo instagram.

 

Sobre o Grupo Saitta

Há 15 anos, o Grupo Saitta atua como um hub de soluções integradas em contabilidade, advocacia, marketing e educação corporativa, com sede em Praia Grande (SP) e presença em todo o Brasil, além de uma carteira de clientes nos Estados Unidos e Europa.

Reconhecido pelo Método Saitta, modelo próprio de gestão de processos, o grupo se consolidou pela capacidade de unir eficiência operacional, rigor no cumprimento de prazos e uma gestão humanizada, que valoriza a parceria e o desenvolvimento conjunto entre empresas e profissionais.

Pioneiro na Baixada Santista ao criar um setor de Customer Success voltado à experiência do cliente, o grupo também promove mentorias e programas de capacitação para líderes e empreendedores, com foco em produtividade, gestão inteligente e posicionamento estratégico. Sua missão é clara, fortalecer empresas e inspirar vidas, conectando pessoas, propósito e performance.