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Campanha de colecionáveis do Shopping Palladium Curitiba celebra Dia dos Namorados com brinde exclusivo

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Nas compras a partir de R$ 800,00, além de ganhar um conjunto de louças, clientes concorrem a um Ford Territory

PARANÁ – Dando continuidade à ação com brindes colecionáveis, a campanha de Dia dos Namorados do Shopping Palladium Curitiba apresenta mais um produto exclusivo da Oxford para os clientes: um conjunto de louças para sopas e caldos. Ao longo do ano, o shopping está promovendo uma campanha exclusiva, com itens que poderão ser adquiridos em diferentes momentos do calendário comemorativo. No Dia das Mães, os consumidores foram presenteados com um conjunto para sorvete. A proposta da campanha é aumentar o volume de vendas do empreendimento e tornar as celebrações ainda mais especiais.

Para o Dia dos Namorados, nas compras a partir de  R$ 800,00, o consumidor garante um kit com quatro peças para degustar sopas e caldos. “Pensamos em algo que unisse carinho, aconchego e praticidade, e que representasse esses momentos a dois. Nossa campanha de Dia dos Namorados foi criada para proporcionar uma experiência especial aos nossos clientes, que poderão celebrar a data com um presente útil, elegante e cheio de afeto”, afirma a gerente de Marketing do Shopping Palladium Curitiba, Cida Oliveira.

Cada item da coleção foi desenvolvido com exclusividade pela Oxford e está disponível em duas cores: estrelado e esmeralda. A distribuição dos brindes é limitada a uma unidade por CPF, e a campanha é válida de 28 de maio a 12 de junho, ou enquanto durarem os estoques. “A coleção de brindes é o grande diferencial das nossas campanhas este ano. Mais que produtos, queremos oferecer experiências que representem o carinho e a conexão com quem se ama. Cada peça foi pensada para fazer parte de momentos especiais e reforçar o vínculo dos clientes com o Palladium”, comenta a gerente.

Além do item colecionável, a campanha também inclui um sorteio especial. A cada R$ 350,00 em compras, os clientes ganham um cupom para concorrer a um Ford Territory. Notas fiscais cadastradas pelo Podi App garantem cupons em dobro. O sorteio será realizado em 13 de junho.

Sobre o Palladium Curitiba

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. É considerado o centro de compras com maior mix do sul do país, com 154 mil m² de área construída, distribuídos em três pisos. O shopping recebe uma média de 1,5 milhão de visitantes, todos os meses, oferecendo um mix de cerca de 350 lojas, praça de alimentação com mais de 25 opções de fast-food, Boulevard com oito restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – com a maior tela do Brasil. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: palladiumcuritiba.com.br.

FMV publica diretrizes nacionais para castração de cães e gatos

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Resolução define exigências estruturais e reforça presença obrigatória de médico-veterinário nas ações de manejo populacional

O avanço das campanhas públicas de castração de cães e gatos no Brasil revela não só alta demanda, mas também grande responsabilidade. De acordo com dados atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o SinPatinhas, sistema nacional de monitoramento do manejo populacional, já contabiliza mais de 650 mil animais cadastrados. Deste total, 52% foram castrados.

 

O volume de atendimentos mostra a importância das campanhas e a urgência por parâmetros técnicos claros. Por isso, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lançou, nesta terça-feira (3), as Diretrizes de Atuação para Responsabilidade Técnica em Programas, Campanhas e Mutirões de Esterilização Cirúrgica de Caninos e Felinos, instituídas pela Resolução CFMV nº 1.596/2024.

As diretrizes lançadas consolidam o papel do médico-veterinário como responsável técnico obrigatório em toda e qualquer ação de esterilização com finalidade de manejo populacional, seja em programas permanentes, campanhas temporárias ou mutirões pontuais.

 

As normas detalham responsabilidades, exigências estruturais e parâmetros técnicos que garantem a legalidade, a segurança e o bem-estar dos animais atendidos.

 

Entre os principais pontos:

✔Obrigatoriedade da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para cada evento;

✔Presença de médico-veterinário RT com ART homologada e visível;

✔Definição de estrutura mínima e protocolos de triagem clínica, biossegurança e bem-estar animal;

✔Manutenção de prontuários individuais e elaboração de relatório final da ação;

✔Proibição do uso de anticoncepcionais ou castração química como método coletivo;

✔Reforço à educação em guarda responsável, prevenção ao abandono e identificação dos animais, preferencialmente com microchip.

 

“Mais que uma norma, é uma ferramenta prática para orientar, proteger e dar segurança ao profissional responsável técnico. E, ao mesmo tempo, garantir qualidade e ética nas campanhas”, afirmou Leonardo Nápoli, assessor da presidência do CFMV e responsável pela apresentação do documento durante a 2ª Câmara Nacional de Presidentes (CNP), do Sistema CFMV/CRMVs, que acontece em Brasília até a próxima sexta-feira (6).

 

O lançamento contou com o apoio formal do MMA, representado pela diretora do Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais, Vanessa Negrini. “Há um universo de animais que precisam chegar às mãos dos médicos-veterinários. Isso reforça a importância da publicação dessas diretrizes. Desde o início, tivemos a certeza de que o programa precisava ser construído em conjunto com o Conselho. E é incrível como, às vezes, ainda precisamos escrever o óbvio: que a responsabilidade técnica nas ações de castração é papel exclusivo do médico-veterinário”, declarou Vanessa.

 

Ela acrescentou que, no MMA, a exigência de RT já é condição obrigatória para liberação de recursos federais destinados a programas de castração. As diretrizes lançadas simbolizam esse esforço conjunto, construído a partir do diálogo com as comissões e grupos de trabalho do CFMV, contribuições técnicas e a experiência prática de profissionais que atuam em campo.

 

O material está publicado no portal oficial cfmv.gov.br e acessível a todos os médicos-veterinários, especialmente aqueles que atuam ou pretendem atuar como responsáveis técnicos em programas de esterilização cirúrgica.

MPDFT lamenta morte do promotor de Justiça Paulo Vinícius Quintela de Almeida

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Morreu, nessa segunda-feira (2/6), o promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Paulo Vinícius Quintela de Almeida, que faleceu em decorrência de um câncer. Paulo Quintela deixa esposa e dois filhos. O corpo do promotor será velado nesta quarta-feitra (4/6), das 8h às 11h, na capela 10 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O sepultamento será às 11h30

Os membros e servidores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) manifestam, com profundo pesar, o falecimento do promotor de Justiça Paulo Vinícius Quintela de Almeida. Integrante dedicado e exemplar de nossa instituição, construiu ao longo de sua trajetória uma carreira marcada pelo compromisso inabalável com a Justiça, pela integridade no serviço público e por uma sensível atenção às causas sociais.

Aprovado em 3º lugar no 27º concurso de provas e títulos, distinguia-se pela atuação serena, pelo senso de Justiça equilibrado, pela gentileza no trato com os cidadãos e postura amistosa com todos no trabalho. Deixou uma marca indelével nos ambientes por onde passou, conquistando o respeito, admiração e amizade dos que com ele conviveram.

Sua dedicação à promoção da dignidade humana esteve presente em todas as etapas de sua carreira, especialmente no Tribunal do Júri de Samambaia e no exercício como titular da 14ª Promotoria de Justiça Infracional da Infância e da Juventude. Também se destacou por sua contribuição à região de Brazlândia, onde idealizou e coordenou o projeto Preserva Brazlândia, voltado à defesa do meio ambiente e da ordem urbanística, e liderou com entusiasmo a campanha educativa “O que você tem a ver com a corrupção?”, estimulando nas escolas o debate sobre ética e cidadania.

O legado de Paulo Vinícius, nosso querido Paulinho, transcende os marcos institucionais: ele permanece vivo no exemplo de servidor público íntegro, no promotor de Justiça comprometido com a transformação social e no ser humano generoso e solidário.

Baiano e torcedor fervoroso do Bahia, pai amoroso de Cecília e Felipe, esposo dedicado de Juliana, filho, irmão e amigo parceiro para todas as horas e ocasiões. À família, aos amigos e aos colegas, expressamos nossas mais sinceras condolências, desejando conforto e serenidade diante da dor. Compartilhamos da saudade por essa perda irreparável e da gratidão por sua presença luminosa entre nós.

 

 

Fonte: DONNYSILVA.COM.BR

Entenda a nova lei do Brasil que humaniza o Luto parental e garante direito ao nome para natimortos

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Advogada analisa os impactos emocionais e legais da nova legislação voltada para pais enlutados

Foi sancionada recentemente no Brasil uma nova legislação que representa um avanço significativo no reconhecimento do luto parental, processo de dor e sofrimento vivido por pais ou responsáveis após a perda de um filho ou filha. A Lei nº 15.139, de 23 de maio de 2025, amplia o suporte às famílias que enfrentam o momento de falecimento de um bebê ainda durante a gestação ou no parto, oferecendo não apenas assistência médica e psicológica, mas também permitindo o registro oficial dos natimortos com o nome escolhido.

Segundo a advogada Karina Gutierrez  do escritório Bosquê & Grieco advogados, a medida tem um profundo impacto simbólico e jurídico. “O luto parental, apesar de invisível para grande parte da sociedade, é uma realidade devastadora para milhares de famílias. O reconhecimento legal do nome do bebê natimorto representa um passo essencial para validar esse vínculo e esse sofrimento”.

O que muda com a nova lei?

Além de prever o atendimento psicológico e médico especializado às mães e pais enlutados, a nova lei altera a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973). Agora, os cartórios de registro civil devem permitir que os natimortos sejam registrados com o prenome escolhido pelos pais. Antes da mudança, o documento limitava-se a dados técnicos como sexo e data da ocorrência.

“A possibilidade de nomear o filho ou filha é um gesto profundamente humano”, explica a Dra Karina. “É uma forma de reconhecer aquela vida, mesmo que breve, e de dar dignidade à memória daquele bebê. Isso também ajuda a família a passar pelo processo de luto com mais acolhimento e legitimidade social.”

Um direito que humaniza

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a perda gestacional e perinatal como um evento de saúde mental importante, frequentemente negligenciado por sistemas de saúde pública, sendo um dos mais subestimados e solitários. A falta de rituais sociais e do reconhecimento da perda muitas vezes prolonga o sofrimento dos pais. A nova legislação contribui para quebrar esse tabu e oferecer um caminho mais humanizado para lidar com a dor.

“O direito ao nome é um direito da personalidade. Permitir que os pais escolham e registrem o nome do natimorto é reconhecer essa criança como um sujeito de afeto, mesmo que não tenha chegado a viver entre nós”, conclui a advogada.

A medida já está em vigor em todo o território nacional e deverá ser implementada por todos os cartórios civis. Além disso, o sistema público de saúde deverá oferecer suporte psicológico especializado para casos de perda gestacional, perinatal ou neonatal. Para acessar esses serviços, é recomendado que os pais procurem a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, onde poderão obter orientações sobre os serviços disponíveis em sua região e encaminhamento para o apoio psicológico e demais atendimentos oferecidos gratuitamente pelo SUS. Essa rede de cuidados representa um avanço importante na humanização do luto parental e na proteção à saúde mental das famílias.

Painel do Projeto Campo Futuro levanta custos de produção da Pecuária de Leite em Treze Tílias

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SANTA CATARINA – O município de Treze Tílias sediou na última quinta-feira (29) o painel do Projeto Campo Futuro, voltado à pecuária de leite. O evento, realizado no formato híbrido, contou com a presença de produtores rurais, representantes do Sistema Faesc/Senar, Sindicatos Rurais, técnicos da CNA e profissionais da região.

A iniciativa, do Sistema CNA/Senar, foi realizada em parceria com o Sistema Faesc/Senar, o Sindicato Rural de Água Doce e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).

Durante o evento, o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Clemerson Argenton Pedrozo, ressaltou a satisfação em mais uma vez participar do projeto Campo Futuro. “Aproveito a oportunidade para destacar que o presidente José Zeferino Pedrozo valoriza muito esse projeto e tem atuado em prol da pecuária de leite e os demais segmentos do setor produtivo. Sua agenda tem sido bastante intensa, mas, felizmente, tem gerado bons frutos — não apenas para os produtores rurais de Santa Catarina, mas para todo o Brasil, graças à sua atuação destacada tanto no Sistema Faesc/Senar quanto na CNA e no Sebrae Nacional”.

Clemerson Pedrozo também reconheceu à CNA e às entidades parceiras pela realização deste importante projeto. “O Campo Futuro é fundamental para que o produtor rural possa planejar suas atividades, compreender melhor seus custos e tomar decisões estratégicas de investimento. Reforço que a atividade leiteira em Santa Catarina é extremamente relevante, tanto do ponto de vista econômico quanto social. “Com apenas 1,12% do território nacional, somos o quarto maior produtor de leite e estamos entre os líderes na produção por animal. Fica aqui o nosso comprometimento em continuar esse trabalho com a Assistência Técnica e Gerencial, com as formações profissionais do Senar/SC, entre outras ações, sempre com o apoio dos Sindicatos Rurais”.

O presidente do Sindicato Rural de Água Doce, Newton Luiz Bedin, também realçou a importância da iniciativa para o fortalecimento da cadeia produtiva na região e no estado.

PROPRIEDADES E SEUS RESULTADOS

O assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Souza Dias, explicou que, na região, foram identificadas propriedades com cerca de 40 hectares destinadas à produção de leite em sistema semiconfinado. “Esse modelo utiliza pastagens de inverno e verão, silagem e suplementação concentrada”.

Segundo Dias, o rebanho predominante é formado por vacas da raça holandesa. “Em média, 36 vacas em lactação produzem cerca de 25 litros por cabeça/dia, resultando em uma produção diária de 900 litros por propriedade”, afirmou.

A receita gerada por esse sistema produtivo, de acordo com o assessor técnico, permitiu remunerar não apenas os desembolsos da atividade representados pelo custo operacional efetivo, mas também os custos operacionais totais. “Esses custos englobam a depreciação da infraestrutura produtiva e o pró-labore do produtor. Isso demonstra uma eficiência importante, pois permite a reposição das benfeitorias ao final de sua vida útil”, avaliou.

Dias destacou, ainda, que a receita obtida com o leite ficou aquém apenas da remuneração do capital investido na atividade. “Mesmo diante desse cenário, a atividade leiteira foi mais eficiente do ponto de vista do uso da terra em comparação com outras alternativas da região, com a margem bruta por hectare superando significativamente o valor pago pelo arrendamento”, concluiu.

Acesse os canais de comunicação do Sistema Faesc/Senar:

 

Secretaria Municipal de Educação entrega escola totalmente reformada em Laranjeiras

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RIO DE JANEIRO – A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, entregou a reforma da Escola Municipal Senador Corrêa, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio, nesta terça-feira, 3 de junho. A unidade passou por obras de restauração e foi entregue à comunidade escolar oficialmente em evento com a presença do secretário municipal de Educação Renan Ferreirinha.

“Escola tem que ter vida nas salas, nos corredores, na hora do recreio. Essa reforma que estamos entregando representa a renovação da vida da Senador Corrêa. Por isso nós não poupamos esforços para que ela tenha tudo de melhor para quem mais precisa. A gente tem que parar com a ideia de que, por ser uma escola pública, algo pode ser de menor qualidade, pode ser inferior. A Escola Senador Corrêa não deixa nada a desejar comparada a qualquer escola privada no Rio de Janeiro. E, como ela, temos centenas de escolas desse nível na rede carioca. Eu tenho certeza de que nessa nova etapa da Senador Corrêa nós vamos colher excelentes resultados, porque essa escola é um marco, é uma joia da nossa rede carioca de ensino. Uma escola que vai evoluir cada vez mais e ajudar a revolucionar nossa educação, que é o que estamos fazendo”, comemorou o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha.

O prédio histórico onde funciona a Escola Municipal Senador Corrêa foi construído em 1874. Apesar da reforma, a unidade manteve a fachada original, já que o edifício é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH).

Para atender a 350 alunos, a escola tem nove salas de aula, sala de artes, brinquedoteca, sala de leitura, sala de multiuso e vídeo, cozinha e refeitório. A quadra poliesportiva ganhou uma cobertura. Além da reforma, a escola fez a readequação das instalações elétricas para que todas as salas de aula e espaços pedagógicos sejam climatizados.

O prédio também atende às normas de acessibilidade. Foram investidos mais de R$ 7 milhões na reforma da unidade escolar.

Crédito:Alan Costa

Crédito: Alan Costa

Crédito:Alan Costa

Crédito: Alan Costa

Crédito: Alan Costa

STJ firma posição: bens no exterior ficam fora do inventário no Brasil

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Decisão da Terceira Turma reforça limites da jurisdição nacional e gera alerta sobre planejamento sucessório internacional

 

Por Carol Santos 

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em agosto de 2024, que bens localizados no exterior não devem ser incluídos em inventários conduzidos no Brasil. A decisão, unânime, sinaliza um posicionamento claro do Judiciário sobre os limites da jurisdição nacional quando se trata de heranças transnacionais. A medida tem impacto direto no planejamento sucessório de famílias com patrimônio no exterior, especialmente em estruturas como offshores.

O caso analisado envolvia uma disputa entre a viúva meeira, um filho primogênito e três filhas. O falecido havia estruturado duas empresas offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, sob cláusula de joint tenancy, regime no qual o bem é automaticamente transferido ao coproprietário sobrevivente, sem necessidade de inventário. Na prática, essa configuração permitiria à viúva herdar automaticamente as quotas das empresas, excluindo as demais herdeiras da divisão.

Segundo Marco Túlio Elias Alves, Advogado e Doutor em Direito, a decisão do STJ “não só confirma a impossibilidade de incluir bens estrangeiros em inventário nacional, como também evidencia a necessidade de um planejamento sucessório internacional, que considere as leis locais dos países onde os bens estão situados”.

O relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, fundamentou seu voto no artigo 23, II, do Código de Processo Civil, que atribui competência exclusiva à Justiça brasileira para inventariar bens situados no país, ainda que o falecido tenha domicílio no exterior. No entanto, deixou claro que essa exclusividade não se estende a ativos estrangeiros. O entendimento está alinhado com os princípios do Direito Internacional Privado e com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB).

Outro ponto de destaque da decisão foi a rejeição da tese de que a lei do domicílio do falecido teria primazia absoluta. Para Bellizze, é preciso considerar outros fatores de conexão, como a localização dos bens, a lei societária local e o tipo de propriedade envolvida – neste caso, participações em empresas estrangeiras.

Essa leitura fortalece a visão de que cada país é soberano para aplicar suas normas sobre os bens localizados em seu território. Isso significa que as heranças com ativos no exterior devem ser submetidas à Justiça local, seguindo regras e procedimentos próprios, que podem ser bastante diferentes do regime sucessório brasileiro.

Especialistas apontam que a decisão traz segurança jurídica, mas também reforça a urgência de orientação especializada na estruturação patrimonial internacional. “É um alerta para famílias com ativos globais: não adianta contar apenas com o inventário brasileiro. Sem planejamento, herdeiros podem enfrentar disputas judiciais e perda de direitos”, observa [Seu Nome Aqui].

O cenário é cada vez mais comum em tempos de globalização e investimentos no exterior. Bens como imóveis, contas bancárias, participações em empresas estrangeiras e aplicações financeiras devem ser analisados individualmente, com suporte de advogados especializados em direito internacional.

Planejamento sucessório internacional: por que é essencial para famílias com bens fora do Brasil
Decisão do STJ reacende debate sobre riscos e cuidados em heranças transnacionais

A recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que exclui os bens no exterior dos inventários processados no Brasil, escancarou um tema cada vez mais presente no cotidiano jurídico: o planejamento sucessório internacional. Em um mundo onde cada vez mais brasileiros investem ou têm ativos fora do país, garantir a boa distribuição da herança exige mais do que um testamento ou inventário tradicional.

“Quando a família tem patrimônio em mais de um país, o planejamento precisa considerar diferentes legislações, regimes tributários e regras de sucessão. É como montar um quebra-cabeça global”, explica Marco Túlio, que também é Vice Presidente da Comissão de Direito Internacional da OAB Aparecida de Goiânia. Como mostrou o caso julgado pelo STJ, ignorar essas variáveis pode prejudicar herdeiros e comprometer o destino do patrimônio.

A estruturação mais comum para brasileiros com ativos no exterior é o uso de offshores – empresas registradas em paraísos fiscais que permitem manter investimentos fora do radar tributário brasileiro. Embora lícitas, essas estruturas exigem atenção redobrada na sucessão, já que cada jurisdição impõe regras diferentes sobre propriedade, transferência e herança.

A decisão do STJ foi clara: bens como cotas de empresas estrangeiras com cláusulas de joint tenancy devem seguir a legislação do país onde estão registradas. Isso significa que, mesmo que o falecido tenha domicílio no Brasil, sua herança só será discutida aqui em relação aos bens situados em território nacional.

Para advogados que atuam com famílias de alta renda, a decisão traz uma segurança jurídica bem-vinda. Mas também reforça a importância de uma abordagem preventiva. “Planejar é sempre mais barato e menos traumático do que remediar. A sucessão internacional precisa ser tratada com o mesmo cuidado que a constituição do patrimônio”, diz Marco Túlio.

O planejamento sucessório internacional deve incluir instrumentos como testamentos múltiplos (um em cada país com bens), acordos entre herdeiros, cláusulas específicas em contratos societários e, em alguns casos, o uso de trusts ou fundações. Tudo isso dentro dos limites da lei e respeitando os princípios da soberania jurídica.

Além das questões legais, há um fator emocional que pesa. Disputas entre herdeiros por ativos em diferentes jurisdições são longas, caras e desgastantes. A falta de clareza pode colocar filhos, cônjuges e sócios em rota de colisão – muitas vezes irreparável.

Por isso, a dica dos especialistas é clara: quem possui bens fora do Brasil deve consultar advogados experientes em direito internacional, tributário e sucessório. O ideal é construir uma estratégia personalizada, com segurança jurídica em cada país envolvido.

Com a jurisprudência do STJ agora mais consolidada, a tendência é que os tribunais de instâncias inferiores sigam esse mesmo entendimento. E o brasileiro que ignora essa realidade pode pagar caro – não só em impostos e processos, mas também em relações familiares desfeitas.

Governo paulista subsidia juros para impulsionar vendas de tratores

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Programa Pró-Trator está com chamamento público aberto para incluir bancos cooperativos até 9 de junho

 

O Governo de São Paulo, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, está subsidiando 50% da taxa Selic em financiamentos para tratores, com o objetivo de modernizar o setor agrícola, aumentar a produtividade e fomentar a indústria nacional de máquinas, gerando um ciclo de desenvolvimento econômico e tecnológico.

 

O programa Pró-Trator define o teto de 8% para as transações e R$50 mil por produtor rural. São elegíveis tratores novos, de fabricação nacional, com potência máxima de motor de até 125 cv. Para ampliar a oferta da da linha de crédito, foi aberto um Chamamento Público para credenciar bancos cooperativos como operadores financeiros do Projeto FEAP SP – Pró Trator e Implementos.

 

Os bancos cooperativos interessados têm até o dia 9 de junho para enviar os documentos necessários e se habilitarem junto ao governo do Estado.

 

Estado mantém liderança nacional em vendas de tratores

 

O agro paulista é um dos principais mercados que impulsionam o crescimento do setor de máquinas agrícolas do Brasil. Em 2024, o estado manteve sua posição de líder em vendas de tratores no país, segundo o último balanço realizado, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com mais de 7 mil unidades comercializadas no Estado de São Paulo, o que representa uma participação de 21% do comércio nacional.

 

Paraná e Rio Grande do Sul ocupam a segunda e a terceira colocação, com 4,9 mil e 4,3 mil veículos, respectivamente.

Projeto Samba Flores celebra 12 anos  com evento gratuito no Riacho Fundo I

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O samba tem nome e gingado de mulher no Distrito Federal, no próximo dia 07 de junho de 2025, a partir das 16h, o Grupo Samba Flores comemora 12 anos de trajetória com um evento gratuito, com classificação indicativa livre e repleto de atrações no estacionamento ao lado da Administração do Riacho Fundo I.
Durante oito horas, o público poderá conferir apresentações exclusivamente femininas, reforçando o protagonismo das mulheres no cenário musical do DF.
A celebração contará com uma convidada especial vinda do Rio de Janeiro, Marcelle Motta, uma das grandes vozes do samba carioca. Mais de 26 musicistas locais também subirão ao palco para reviver momentos marcantes da história do Samba Flores, grupo fundado em 2012 pela musicista Greici Lira, que se tornou referência na cena cultural do Distrito Federal. Hoje, o grupo é composto por sete integrantes e mantém o compromisso de promover a diversidade cultural e a inclusão social.
Além dos shows, a programação inclui uma feira de economia criativa com empreendedoras locais, um espaço gastronômico com expositores da região, estrutura de acessibilidade com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações de responsabilidade social e ambiental. Entre elas, destaque para a campanha de arrecadação de alimentos em apoio ao Lar das Crianças Luiz Hermani e a coleta seletiva de resíduos em parceria com cooperativas de catadores credenciadas.
“Mais do que uma festa, o evento representa um marco no calendário cultural da cidade, reforçando valores como igualdade de gênero, acesso democrático à cultura e valorização da produção artística e econômica local”, destaca Greici Lira, fundadora do Samba Flores.
Programação Completa:
16h – DJ Nyka (@djnyka)
17h – Canto das Pretas, Poliana Gaia, Priscilla Bandeira e Roberta Fernandes  (@cantodaspretasoficial)
18h50 – Carol Nogueira, Elizabeth Maia e Ane Êoketo (@carolnogueiracantora)
 20h30 – Samba Flores Retrô, Cris Alves e Kris Maciel
22h30 – Samba Flores convida Marcelle Motta
Para outras informações, acompanhe o Instagram oficial do grupo: @gsambaflores
Informações para a imprensa: Vanessa Castro (61) 98619-1821

Universidade Corporativa Anadem lança cursos para diversas especialidades médicas

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Aulas promovem a formação ética e segura, integração entre medicina e direito, além de foco prático e imediatamente aplicável com qualificado corpo docente

 

Com o objetivo de desenvolver as excelências humana e profissional dos colaboradores e parceiros que atuam no sistema de saúde do país, a Universidade Corporativa Anadem (UCA) iniciará no mês de junho cinco cursos voltados para profissionais de saúde de diversas especialidades. Todos se encaixam na categoria de cursos de aperfeiçoamento e as inscrições podem ser feitas no site da instituição.

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Voltado para médicos ginecologistas, residentes e profissionais envolvidos no atendimento materno-infantil, o curso “Gestão de riscos em ginecologia e obstetrícia” tem como objetivo identificar ao participante os principais riscos em atendimentos da especialidade, como compreender fatores que levam à judicialização e aplicar os protocolos de segurança para garantir uma atuação mais segura e eficaz.

As aulas acontecem no formato online ao vivo e estão previstas para início no dia 11 de junho.

ORTOPEDIA

Para médicos ortopedistas, residentes, fisioterapeutas e profissionais envolvidos em cuidados ortopédicos clínicos e cirúrgicos, o curso de aperfeiçoamento “Gestão de riscos e segurança no atendimento ao paciente ortopédico” trata da “Segurança do paciente e cultura da segurança”, da “Reabilitação e gestão de risco pós-operatórios” e das “Tecnologias e protocolos inovadores para a segurança ortopédicas”, entre outros relevantes temas.

O participante acompanha as aulas no formato online ao vivo. O curso iniciará no dia 11 de junho.

CIRURGIA PLÁSTICA

Com carga horária de 8 horas, o curso “Gestão de riscos e complicações em cirurgia plástica” busca preparar o profissional para agir com segurança para dominar estratégias preventivas e de gestão de crises para reduzir complicações cirúrgicas. As aulas têm início no dia 11 de junho.

MEDICINA REGENERATIVA

O curso “Células-Tronco na prática médica” conta com corpo docente internacional e apresentará ao aluno como compreender os princípios da engenharia de tecidos e sua relação com biomateriais; explorar o uso da bioimpressão 3D como ferramenta de suporte; e interpretar marcos regulatórios da área. As aulas começam no dia 23 de junho.

MEDICINA HIPERBÁRICA

Voltado para médicos, enfermeiros, biomédicos e demais profissionais com interesse na área, o curso de aperfeiçoamento “Medicina hiperbárica” tem carga horária de 40 horas e abordará os conceitos e os fundamentos da especialidade, além de desenvolver um olhar crítico e seguro sobre a utilização da oxigenoterapia como suporte terapêutico em diferentes doenças. As aulas começam no dia 6 de junho.

UCA

A UCA é uma Universidade Corporativa com a missão de promover, por meio do fortalecimento dos fundamentos do Direito Médico e das medidas para Segurança do Paciente, um ambiente de aprendizagem, conhecimento e inovação para clientes, profissionais e colaboradores que atuam no setor de saúde.