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Carla Prata apresenta projetos sobre doenças raras ao Ministro da Saúde Alexandre Padilha e ao Senador Kajuru

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Em uma agenda marcada por propósito e sensibilidade, Carla Prata esteve no Ministério da Saúde, em Brasília, para apresentar suas iniciativas voltadas à causa das doenças raras. A comunicadora e ativista foi recebida pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo Senador Jorge Kajuru, que demonstraram acolhimento imediato e compromisso com os encaminhamentos institucionais necessários.

Com histórico de atuação na promoção de saúde pública e inclusão, Padilha reconheceu a urgência do tema e a importância de ampliar o acesso a políticas públicas voltadas às doenças raras.

“É sobre dar voz, dar vez e transformar o invisível em pauta pública com respeito, empatia e informação de qualidade”, afirma Carla.

A expectativa é que essa parceria traga impactos concretos em diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e acolhimento às famílias afetadas por doenças raras em todo o país.

 

Funn Festival 2025 reforça compromisso ambiental e promove plantio de mudas e muvucas

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Colaboradores e parceiros participaram da ação na última quinta-feira (29), em chácara no Park Way

Mais do que um evento marcado por grandes shows e uma programação infantil de destaque, o Funn Festival — reconhecido como o maior festival de inverno do Brasil — também se diferencia por sua forte atuação em prol da sustentabilidade. Dando continuidade às ações iniciadas em edições anteriores, o evento reafirma seu compromisso com o meio ambiente e com o bem-estar coletivo por meio de práticas sustentáveis e iniciativas de educação ambiental.

Entre as ações implementadas ao longo do festival estão:

  • Coleta Seletiva: Diversos pontos de coleta estão distribuídos pelo espaço do evento para facilitar a separação adequada dos resíduos.
  • Compostagem: Restos orgânicos provenientes dos estabelecimentos de alimentação são direcionados para compostagem, transformando resíduos em adubo para hortas locais.
  • Redução do uso de plásticos: Há um incentivo ao uso de materiais biodegradáveis e uma redução significativa de descartáveis plásticos entre os expositores.
  • Educação Ambiental: A equipe do evento e o público têm acesso a oficinas e palestras voltadas à conscientização ambiental e ao consumo responsável.

Essas iniciativas já resultaram na destinação correta de toneladas de resíduos recicláveis, evitando que cerca de 80% do lixo produzido fosse parar em aterros sanitários.

Workshop de Agrofloresta e Sustentabilidade

Como parte das ações educativas, um workshop com foco em agrofloresta e sustentabilidade foi realizado dentro do complexo do festival. O encontro contou com a participação de dois especialistas da área: Gabriel Cipriano, educador físico e agroflorestor e Andressa Marchi, nutricionista comportamental, erveira e agrofloresta.

Durante o bate-papo, os convidados explicaram como os sistemas agroflorestais contribuem para o aumento da umidade do solo, ajudam na captação de carbono e favorecem a regeneração ambiental. A agrofloresta, segundo os especialistas, é uma reprodução acelerada dos ciclos naturais da floresta com manejo humano, permitindo o desenvolvimento de plantas sem agrotóxicos e contribuindo para o equilíbrio climático.

O grupo ainda abordou os “6 Rs” da sustentabilidade — reunir, reduzir, reaproveitar, recusar, reciclar e repensar —, e explicou conceitos fundamentais como o de rizoma, que representa a conexão entre as plantas por meio das raízes, gerando um ecossistema mais resistente e integrado.

Ação prática com plantio coletivo

Na última quinta-feira, 29 de maio, um mutirão formado por colaboradores, parceiros e clientes do festival realizou o plantio de árvores nativas e muvucas — técnica de semeadura direta que mistura diferentes sementes de espécies arbóreas, arbustivas e leguminosas, favorecendo a restauração ecológica do solo, em uma chácara no Park Way.

Nos dias 23 e 24 de junho, o público presente no festival também foi convidado a participar do movimento, recebendo gratuitamente mudas e pacotes de muvucas para plantio em casa ou na comunidade.

“A proposta dessas ações é neutralizar parte das emissões de carbono geradas pelo festival, além de sensibilizar nossa equipe e o público para a importância de práticas sustentáveis no dia a dia. O projeto de agrofloresta, em especial, visa replicar o funcionamento da floresta nativa, promovendo biodiversidade e equilíbrio ecológico no Cerrado. Trata-se de uma iniciativa com impacto positivo, real, duradouro e transformador — tanto para o meio ambiente quanto para as futuras gerações”, finaliza Henrique Migras, um dos sócios do Funn Festival.

Os ingressos estão à venda no site oficial do evento: www.funnfestival.com.br. Clientes Cartões Caixa têm até 20% de desconto nos ingressos adquiridos no site. Horários e informações adicionais podem ser conferidas nas páginas @funnfestival @funnfestivalfamily.

SERVIÇO

Funn Festival 2025

Data: de 9 de maio de 2025 a 8 de junho de 2025

Local: Estacionamento 2, Parque da Cidade – Brasília/DF

Funcionamento:

Sexta – 18h à 2h

Sábado – 18h à 2h

Domingo – 8h às 23h

Ingressos à venda: www.funnfestival.com.br

Apresentação: Caixa Econômica Federal

Patrocínio: Ministério do Turismo e Governo Federal

Instagram: @funnfestival @funnfestivalfamily

Créditos: Divulgação

Feira de inovação e emprego na Semana da Indústria 2025

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Feira destaca soluções inovadoras, promove oportunidades de emprego e estimula o crescimento industrial na região

 

SANTA CATARINA – A Semana da Indústria 2025, promovida pela FIESC, SESI, SENAI e IEL, terá um momento especial na próxima quarta-feira (4), com a realização da Feira de Inovação e Emprego, com apoio da Prefeitura de Chapecó. O evento acontecerá das 18h30 às 22h30 e reunirá grandes empresas e startups para apresentar novas tecnologias e oportunidades de trabalho tanto para estudantes quanto para comunidade em geral. A iniciativa acontecerá nas instalações do SENAI (Rua Frei Bruno, 201e – Parque Das Palmeiras, Chapecó).

O encontro contará com a participação de expositores renomados, como SEW Eurodrive Brasil, ProteLife, Atom Soluções, John Deere, RNunes Representações, WEG, JDáLuz Automação Industrial, Grupo Bugio, Armax, Projeal, EletroService, Kemia, BRF, Aurora Coop, Loctite, Polo Soldas, Weld Vision, Hightech, Luminus, Dräger, Giareta Soluções, Phoenix Contact, Materiais Elétricos G.E. Chapecó, Siemens, Casa do Torneiro, Symrise e Randon.

De acordo com o gerente do SESI/SENAI/IEL para a região Oeste/Extremo Oeste, Jardel Carminatti, a Feira de Inovação e Emprego faz parte de um conjunto de ações que destacam a importância da indústria para o desenvolvimento regional e a geração de emprego e renda. A programação busca aproximar empresas e profissionais, impulsionando a inovação e o crescimento econômico.

“É por meio dessas ações integradas que conseguimos não apenas gerar empregos e fomentar a inovação, mas também fortalecer todo o ecossistema produtivo, garantir um crescimento sustentável e inclusivo para Chapecó e região”, frisou Carminatti.

O evento conta com o apoio de sindicatos e entidades do setor industrial, como SINDUSCON, SIMEC, SIMMEX, SIMOVALE, Sindialimentos, Sindiplasc e Sindiceram.

SEMANA DA INDÚSTRIA 2025

A Semana da Indústria 2025, promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), ocorrerá entre os dias 2 e 6 de junho nas unidades do SESI e do SENAI em todo o estado. Em Chapecó, a programação especial já contou com atividades no dia 19 de maio e com outras ações que vão até 5 de junho.

Durante o período, o SENAI Chapecó sediará palestras, oficinas e visitas técnicas voltadas para a capacitação e a troca de conhecimentos entre profissionais e estudantes. O evento conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Os horários das atividades podem ser consultados diretamente na programação do evento. Informações adicionais estão disponíveis pelo telefone (47) 99144-3547.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança questiona governo lulista sobre parceria do IBGE com a China

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O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança fez o seguinte questionamento no Instagram: “O IBGE firmou parceria com o regime chinês, conhecido por manipular dados e censurar informações. Por isso, protocolei um requerimento cobrando explicações do governo Lula:

  • Como se dará essa “cooperação técnica”?
  • Por que escolher logo a China?
  • Houve aval do MPOG?
  • Que garantias temos contra influência estrangeira?

O Brasil não pode entregar sua soberania estatística a um regime autoritário. Transparência já.”

Pesquisa: 92% dos profissionais estão em exercício e 78% atuam na área de formação, revela Censo do Confea

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Estudo inédito e histórico do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

entrevistou 48 mil profissionais registrados da área em todo o País
 

Pesquisas recentes apontam para um cenário desafiador nos próximos anos no Brasil: falta de mão de obra especializada na área tecnológica. Entre as principais causas, há uma redução significativa no número de engenheiros formados, com impacto direto em setores como infraestrutura, tecnologia e energia, além de uma baixa procura por esses cursos na graduação. A crescente demanda reflete no mercado de trabalho aquecido: 92% dos profissionais estão em exercício. Destes, 78% atuam em sua área de formação, segundo dados da recém-lançada pesquisa do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), realizada pela Quaest.
Para e

ntender a realidade dos cerca de 1,2 milhão de profissionais registrados em todo o País e traçar o perfil dos engenheiros, agrônomos e geocientistas brasileiros, o Conselho Federal apresenta os resultados da maior pesquisa quantitativa da história do Sistema Confea/Crea e Mútua. A preocupação com o futuro das profissões é amplamente debatida pelo presidente do Confea, engenheiro Vinicius Marchese, que destaca o ineditismo da iniciativa e como o resultado deve contribuir para ações mais direcionadas às demandas e necessidades da área tecnológica.
“Quando falamos em impulsionar o desenvolvimento do Brasil, precisamos mapear como pensam os agentes responsáveis para tirar os projetos do papel. É a primeira vez que temos informações que nos permitem entender a dimensão dos desafios, quando falamos da atuação técnica e qualificada na área tecnológica brasileira. De um lado, a baixa procura por cursos nestes segmentos. Do outro, profissionais indispensáveis para gerar infraestrutura, inovação, sustentabilidade, mobilidade e outras temáticas que transformam a vida das pessoas. Esse foi o nosso objetivo com a pesquisa”, afirma Marchese.
A alta formalização é outro indicador do aquecimento do setor: 40% dos profissionais estão em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e 11% no serviço público. A satisfação com o mercado de trabalho também é evidenciada na pesquisa, com 67% dos profissionais satisfeitos com suas atuais posições, em todas as idades, profissões, formações e Estados. E mais: metade dos entrevistados acredita que o mercado de trabalho vem melhorando nos últimos cinco anos.
Além disso, os profissionais registrados ganham mais do que a média nacional. Os dados também apontam que a relação entre idade e renda indica um crescimento progressivo dos ganhos conforme os profissionais avançam na carreira. A maior transição de renda ocorre entre os 30 e 34 anos, faixa etária em que a maioria ultrapassa os cinco salários mínimos.
Felipe Nunes, CEO da Quaest, pontua que a pesquisa demonstra a força do mercado de engenharia no Brasil. “Além de satisfeitos, os engenheiros têm renda muito acima da média nacional, e se sentem vocacionados a contribuir para a construção de projetos de impacto para o País”, disse.
Nunes observa que o estudo vai ajudar jovens de todas as partes do país a compreender melhor o futuro que lhes espera com uma carreira nas engenharias. “Os resultados são inspiração para quem sonha em seguir a carreira. Está provado que decisões estratégicas a partir de dados tendem a gerar resultados muito mais eficazes. A iniciativa inédita do Confea terá efeito decisivo para a área, gerando valor que vai além dos resultados do estudo em si”, complementa.
A analista responsável pelo estudo, Graziele Silotto, gerente da área de Inteligência da Quaest, ressalta que a mensagem geral é que o mercado de trabalho da engenharia brasileira está passando por uma profunda transformação. “A categoria mostra sinais claros de renovação, com maior diversidade, bom posicionamento no mercado de trabalho e forte orgulho profissional. Os desafios estão na valorização da carreira e na necessidade de uma atuação institucional mais próxima e relevante para os profissionais”, acrescenta.
Profissão com propósito
Diretamente ligados ao desenvolvimento dos municípios e à construção de um futuro mais igualitário e sustentável, os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua são movidos por propósito e encaram suas atividades técnicas como uma verdadeira missão em prol da população. Quando perguntados sobre suas profissões, 95% dos entrevistados acreditam que sua atuação contribui para um Brasil e uma sociedade melhores, e 79% indicariam a carreira para as futuras gerações.
“São pessoas que acreditam na transformação das cidades e entendem o valor das suas profissões para o contexto nacional, empreendendo seus esforços para o bem comum, sempre em busca de melhores condições para todos, por meio da atuação técnica segura e responsável e do bom uso da tecnologia”, reforça Marchese.
Sobre a pesquisa
Foram entrevistados 48 mil profissionais registrados, das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências, com uma confiabilidade de 95% para a amostra geral. A coleta dos dados foi realizada em todos os Estados brasileiros, entre 23 de setembro de 2024 e 2 de fevereiro de 2025.
Sobre o Confea – Instituída há 91 anos, a autarquia federal é a instância superior da fiscalização do exercício das profissões de Engenharia, Agronomia e Geociências, inseridas no Sistema Confea/Crea, e tem como objetivo principal zelar pela defesa da sociedade e do desenvolvimento sustentável do País, assegurando os princípios éticos profissionais.

Procura dos brasileiros por crédito tem crescimento de 7,6% em março, revela Serasa Experian 

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Consumidores com menor renda foram os que mais demandaram por crédito (12,1%); economista da Serasa Experian avalia que recurso tem sido utilizado para honrar compromissos financeiros e complementar a renda

São Paulo  – O Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, revelou alta de 7,6% em março no comparativo com o mesmo mês de 2024. Mesmo com crescimento menor do que o registrado em fevereiro (12,2%) a busca pelo recurso financeiro continua aquecida. Confira, no gráfico abaixo, os dados dos últimos 12 meses:

A análise por faixa de renda mostrou que os consumidores que recebem até um salário mínimo foram os que mais buscaram por linhas de crédito em março, com alta de 12,1%. Para a economista da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o crescimento para essa faixa de renda confirma os impactos do cenário inflacionário, especialmente a alta dos preços de alimentação em domicílio. “Os consumidores de rendas menores continuam tendo que seguir o modelo de consumo por necessidade. Mesmo com a alta taxa de juros que temos hoje, o recurso tem sido utilizado para honrar compromissos financeiros e complementar a renda, que não tem chegado ao final do mês, para a compra de itens básicos”. Veja a seguir o gráfico com os dados de completos da demanda por crédito por faixa de renda mensal:

Crescimento da demanda por crédito em 25 Unidades Federativas (UFs) 

Em março, o aumento na procura por crédito foi registrado em 25 Unidades Federativas (UFs), com destaque para Santa Catarina (24,5%), Amazonas (22,6%) e Roraima (18,0%). Rio de Janeiro (-1,0%) e Sergipe (-1,4%) foram os únicos estados que tiveram queda. Veja o levantamento por UFs a seguir:

Mais informações disponíveis no site oficial da Serasa Experian.

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de CPFs, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CPFs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre os consumidores e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica e por classe de rendimento mensal.

CONECTA+ PROMOVE CIDADANIA ENTRE ESTUDANTES DE TODAS AS IDADES

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RIO – A primeira edição do Conecta+ Oportunidades reuniu mais de 1.500 estudantes da Rede Municipal de Educação no Rio de Janeiro no Centro Cultural Futuros – Arte e Tecnologia neste sábado (31). O evento ofereceu uma experiência imersiva voltada para o desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal de alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA-Rio).

Durante o evento, os estudantes tiveram acesso a uma feira interativa com estandes de empresas, universidades e instituições de ensino técnico e superior. Palestras e workshops abordaram temas como profissões emergentes, processos seletivos, cursos técnicos e o papel da inclusão no ambiente profissional.

“O Conecta+ Oportunidades é mais do que um evento. É um compromisso com a construção de uma educação que reconhece e valoriza a diversidade de trajetórias dos nossos estudantes. Ao conectar jovens da rede pública a possibilidades reais de formação e inserção profissional, estamos reafirmando que cada aluno tem o direito de sonhar e de encontrar caminhos concretos para realizar seus projetos de vida”, afirmou o secretário de Educação Renan Ferreirinha.

A iniciativa também promoveu sessões de orientação vocacional, auxiliando os estudantes a alinharem seus interesses e talentos com suas futuras escolhas acadêmicas e profissionais. Com foco na equidade e na valorização da diversidade, o Conecta+ Oportunidades promove a cidadania e prepara os jovens para os desafios do século XXI, alinhado à Agenda 2030 da ONU e ao Plano Estratégico da Secretaria Municipal de Educação.

Governo do Estado lança o Projeto Sementes de Milho 2025 com aumento de 27,5% no valor aplicado

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A edição do Projeto Sementes de Milho 2025, já está em vigor, essa é uma das principais ações do Programa Terra Boa, voltado ao fortalecimento da agricultura familiar.

SANTA CATARINA – Neste ano, o projeto contará com aumento de 27,5% em relação ao valor aplicado em 2024. O evento de lançamento foi realizado pelo Governo do Estado em Maravilha, no Extremo-Oeste, como parte da programação da 2ª edição do Santa Catarina Levada a Sério: Prestando Contas na região da Amerios.

A cerimônia contou com a presença do governador Jorginho Mello e do secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, lideranças regionais, estaduais, representantes de cooperativas, agricultores e técnicos.

O Projeto Sementes de Milho garantirá, em 2025, a distribuição de 170 mil sacos de sementes de milho com alto valor genético, beneficiando mais de 42,5 mil famílias agricultoras em todos os municípios catarinenses. O projeto é operacionalizado por meio de cooperação firmada entre a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro). O investimento previsto é de R$ 36,6 milhões, dentro de um montante total superior a R$ 116 milhões destinados ao Programa Terra Boa nesse ano.

“As políticas de apoio estão chegando diretamente ao produtor. Queremos garantir produtividade, renda e qualidade de vida no campo. A agricultura é uma das maiores forças de Santa Catarina, e nosso governo continuará investindo para fortalecer esse setor que alimenta o Brasil e o mundo”, destacou o governador Jorginho Mello.

As sementes oferecidas contemplam diferentes níveis tecnológicos, com subsídios que variam de R$ 100 a R$ 240 por saca, conforme o tipo. Cada família poderá retirar até cinco sacos por ano. Essas sementes são destinadas à produção de grãos para as cadeias da carne e silagem para a pecuária leiteira. Os agricultores já podem procurar a Epagri para retirar a autorização e depois as cooperativas ou casas agropecuárias credenciadas e formalizar o projeto de parceria.

“O Projeto Sementes de Milho é estratégico para garantir a competitividade da agricultura catarinense. Com genética de qualidade, o produtor colhe mais, com menos risco e maior retorno, esse projeto também contribui para diminuir o déficit da produção de milho. É mais uma ação que reafirma o compromisso do estado com o desenvolvimento sustentável do meio rural catarinense”, afirma o secretário Carlos Chiodini.

Além do anúncio do Projeto Sementes de Milho 2025, também foram assinados termos de liberação de recursos dos Programas Água no Campo SC e Leite Bom SC.

Programa Terra Boa

O Programa Terra Boa, criado em 1983, é um dos mais tradicionais da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária. Também contempla ações nas áreas de correção do solo com calcário, kits forrageiras, apicultura, saúde do solo, abelhas rainhas selecionadas e incentivo aos cereais de inverno.

Produção de milho

A cultura do milho desempenha um papel fundamental na produção agropecuária de Santa Catarina, fornecendo alimentos tanto para as pessoas e como para os animais, contribuindo para a diversificação e sustentabilidade do agronegócio e impulsionando a economia local e estadual.

Na safra 2024/2025 foram cultivados 291,1 mil hectares de milho no Estado, com produção de 2,73 milhões de toneladas. De acordo com a Epagri/Cepa, mesmo com uma redução na área de cultivo em mais de 13%, a safra 2024/2025 apresentou uma produção 23% superior em relação à safra 2023/24.

ABTP elege os Conselhos Deliberativo e Fiscal para o biênio 2025-2027

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Dr. Roberto Oliva e Dr. Niveo Maluf foram reeleitos presidente e vice-presidente por unanimidade

 

O espírito de dever cumprindo aliado a um olhar sempre atento ao futuro do setor portuário brasileiro marcou a eleição dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da ABTP para o mandato de 2025 a 2027, em Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada nesta quinta-feira (29/05), em São Paulo (SP). Por decisão unânime, o empresário Dr. Roberto Oliva foi reconduzido à presidência e o executivo Dr. Niveo Maluf à vice-presidência do Conselho Deliberativo da ABTP para o segundo mandato.

 

Presidente Dr. Roberto Oliva (à direita) e vice-presidente Dr. Niveo Maluf

 

A chapa única “PORTO MELHOR, BRASIL MELHOR”, elegeu 38 representantes das empresas associadas, sendo 19 titulares e 19 suplentes, para compor o novo Conselho Deliberativo, e outros 10 representantes para integrar o Conselho Fiscal da entidade.

 

Após eleição, o novo conselho, em sua primeira deliberação, reconduziu por unanimidade o executivo Jesualdo Silva como diretor-presidente da ABTP para mais um mandato de dois anos.

 

Mesa diretora

 

Com a nova gestão que se inicia, a Associação segue o compromisso de manter o diálogo aberto com os stakeholders, de modo a garantir a busca constante pela melhoria e desenvolvimento do setor portuário, prezando sempre pela segurança jurídica, liberdade de investimento, eficiência, inovação e sustentabilidade das operações.

 

Com 36 anos de existência, a ABTP é hoje a maior entidade empresarial do setor portuário brasileiro, com 99 empresas associadas, detentoras de mais de 245 terminais, presentes em 22 estados do país. Movimentando todos os tipos de cargas, juntas, as empresas são responsáveis por 19% do PIB e por 76% de toda a movimentação portuária nacional.

 

Trabalho que faz a diferença

 

Essa é a terceira vez consecutiva que o empresário e presidente do Conselho da Intermarítima Portos e Logísticas S.A, Dr. Robert Oliva, ocupa a função de presidente do Conselho Deliberativo da ABTP. Em seu discurso de posse, ele enfatizou que dará continuidade ao trabalho realizado na gestão passada, priorizando o diálogo permanente com o objetivo de promover o desenvolvimento do setor.

 

Presidente eleito do Conselho Deliberativo

 

“Estamos em um momento crucial no nosso setor, com a discussão sobre o marco legal portuário em pauta no Congresso Nacional. Isso representa uma grande janela de oportunidades de atuação da ABTP para colocarmos em evidência as principais demandas do nosso segmento”, afirmou.

 

Em sua longa trajetória no setor, que se confunde com a própria história da ABTP, que ele ajudou a escrever, Oliva acumulou passagens em funções de relevância em entidades do setor, a exemplo da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), do Sindicato de Operadores Portuários de Salvador (SINDOPSA) e do Órgão Gestão de Mão de Obra do Trabalho Portuário dos Portos de Salvador e Aratu (OGMOSA), dos quais foi fundador, até chegar à presidência do Conselho da ABTP.

 

Aliado do desenvolvimento do setor

 

Para atuar ao seu lado, o executivo Niveo Maluf, da Bunge, segue na vice-presidência e reforça o compromisso da nova gestão com o crescimento do setor. “Foram dois anos de muitos desafios, mas também de importantes conquistas. Agora, começamos uma nova jornada, sempre comprometidos com a eficiência dos nossos portos e terminais portuários, que são essenciais para o Brasil”, ressaltou.

 

Vice-presidente eleito, Niveo Maluf

 

Maluf é diretor de Assuntos Corporativos da Bunge South America, formado em Engenharia Mecânica Automobilística e em Engenharia de Produção. Também possui graduação em Desenvolvimento de Gestores e em Planejamento Estratégico, além de especialização em Gestão de Marketing e Vendas pela Universidade da Califórnia – UCLA.

 

Representatividade no país

 

O diretor-presidente da ABTP, Jesualdo Silva, ressaltou que a composição dos novos conselhos priorizou a participação equilibrada dos diversos segmentos de atuação das empresas associadas. “O Conselho Deliberativo da ABTP reflete a pluralidade da associação, constituído por representantes de empresas detentoras de Arrendamentos e de TUPs e dos diversos perfis de carga do setor. É a representatividade das associadas refletida nos Conselhos”, afirmou Silva.

 

Diretor-presidente da ABTP, Jesualdo Silva

Cheias no Amazonas: rio Solimões pode chegar a 19,67 metros

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O 3º Alerta de Cheias do Amazonas indica que há 35% de chance de o rio Negro atingir a cota de inundação severa

Divulgação/SGB

 

Manaus (AM) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) divulgou nesta sexta-feira (30) o 3º Alerta de Cheias do Amazonas de 2025. O boletim traz as previsões dos níveis dos rios Negro, Solimões e Amazonas em Manaus e em outros três municípios do estado, com antecedência de 15 dias para o pico da cheia.

Divulgação/SGB

 

Durante apresentação, a superintendente do SGB em Manaus, Jussara Cury, destacou o monitoramento hidrológico e apresentou as previsões para os rios Negro, Solimões e Amazonas que em 2025 tendem a registrar níveis próximos da cota de inundação severa como é o caso de Manaus, e acima do nível de severidade a exemplo de Itacoatiara, configurando que a cheia de 2025 represente um evento significativo em algumas localidades da região.

Para o chefe da Divisão de Hidrologia Aplicada, Emanuel Duarte, no cenário atual, embora a cheia deste ano não seja a maior da história, ela tem gerado impactos significativos, especialmente por ocorrer logo após uma vazante recorde. “Essa alternância extrema ressalta a necessidade de seguirmos investindo em pesquisa, monitoramento e inovação na região. É um desafio contínuo, que exige adaptação e comprometimento diário”, informou.

Divulgação/SGB

 

De acordo com o alerta, a previsão é que o rio Negro atinja 28,84 metros em Manaus, com uma margem de variação entre 28,56 m e 29,16 m. A probabilidade de alcançar a cota de inundação severa, que é de 29 metros, é de 35%. Já a chance de superar o recorde histórico de 30,02 metros, registrado em 2021, é inferior a 1%.

Divulgação/SGB

 

Em Manacapuru, a situação demanda mais atenção. O rio Solimões pode chegar a 19,67 metros, com variação entre 19,41 m e 19,94 m. Segundo o SGB, há 65% de chance de o nível do rio atingir a cota de inundação severa, que é de 19,60 m. No entanto, a possibilidade de superar o recorde histórico de 20,86 metros também é inferior a 1%.

Divulgação/SGB

 

Para Itacoatiara, no rio Amazonas, a previsão é de que o nível chegue a 14,45 metros, podendo variar entre 14,36 m e 14,59 m. A cota de inundação severa, que é de 14,20 m, já foi ultrapassada, mas a chance de bater o recorde de 15,20 metros, registrado em 2021, permanece abaixo de 1%.

Divulgação/SGB

 

Em Parintins, a expectativa é de que o rio Amazonas atinja 8,58 metros, dentro de um intervalo entre 8,53 m e 8,67 m. A probabilidade de ocorrer uma inundação severa, que exige um nível de 9,30 metros, é inferior a 1%, assim como a chance de superar o recorde de 9,47 metros.

Monitoramento de cheias no Amazonas

O monitoramento faz parte do Sistema de Alerta Hidrológico do Amazonas, desenvolvido pelo SGB desde 1989. O objetivo é acompanhar o comportamento das cheias e vazantes na região, contribuindo para que autoridades e a população possam se preparar para possíveis impactos.

Além disso, trabalha em parceria com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), responsáveis pelas previsões climáticas. Paralelamente, as defesas civis estadual e municipais formulam estratégias preventivas.

O evento de divulgação das previsões foi realizado presencialmente e transmitido pelo canal do SGB no YouTube, reunindo representantes de órgãos públicos, imprensa e a sociedade civil.
O monitoramento faz parte da missão institucional do SGB de gerar e disseminar conhecimento geocientífico para apoiar o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida no Brasil.

Sistemas de Alerta Hidrológico

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) atualmente é responsável por 17 Sistemas de Alerta Hidrológico (SAHs), atuantes em diversas bacias do país, nas regiões mais fortemente afetadas por processos de inundações, beneficiando mais de 7 milhões de habitantes.
O objetivo dos SAHs consiste no monitoramento e previsão de níveis dos rios, gerando e disseminando informações hidrológicas para subsidiar a tomada de decisões por parte dos mais diversos órgãos que atuam no gerenciamento dos impactos provenientes de eventos hidrológicos extremos.