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Bonecas reborn e o vazio da conexão humana: Especialista alerta para os reflexos de uma sociedade em crise emocional

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Em busca de afeto em tempos de solidão digital, bonecas hiper-realistas expõem feridas emocionais da sociedade moderna e reacendem o debate sobre saúde mental, vínculos artificiais e prioridades no enfrentamento de problemas reais como o abuso infantil online

As bonecas reborn — réplicas hiper-realistas de bebês — vêm ganhando espaço em lares, clínicas e debates públicos. Enquanto para alguns elas funcionam como ferramentas de conforto emocional, para outros, despertam inquietações sobre limites psicológicos, substituições simbólicas e até potenciais riscos de desvio de uso. O crescimento desse fenômeno revela muito mais do que uma tendência estética ou terapêutica: aponta para carências emocionais profundas de uma sociedade cada vez mais desconectada de vínculos reais.

A princípio, essas bonecas têm sido utilizadas por pessoas que enfrentam dores silenciosas como perdas gestacionais, infertilidade ou traumas afetivos. Também há registros de seu uso em contextos geriátricos, especialmente com idosos diagnosticados com demência, como forma de estimular memórias afetivas e promover bem-estar emocional.

Mas especialistas alertam: a linha entre apoio simbólico e dependência emocional pode ser tênue. O uso sem acompanhamento psicológico pode camuflar lutos mal elaborados, frustrações reprimidas e até quadros clínicos mais graves. O risco não está na boneca em si, mas na função emocional que ela assume quando passa a ocupar o lugar de relações humanas reais.

Para o sociólogo e especialista em comportamento digital Marcelo Senise, o fenômeno das reborn é apenas um dos espelhos de uma sociedade marcada por isolamento, hiperconexão digital e fragilidade emocional. “As bonecas reborn não são o problema — são sintoma. Sintoma de uma cultura que tenta anestesiar o sofrimento com o controle. Elas oferecem a ilusão de um afeto sem conflito, de uma presença que nunca abandona. Mas isso revela o quanto estamos tentando substituir o imprevisível das relações humanas por vínculos artificiais”, explica.

Senise observa que o foco nas reborn muitas vezes desvia a atenção de problemas sociais muito mais urgentes. “Enquanto parte da sociedade demoniza o uso dessas bonecas, ignoramos o fato alarmante de que o Brasil está entre os maiores consumidores de pornografia infantil do mundo. E Brasília lidera esse ranking nacional. É um paradoxo cruel: condenamos simbolismos enquanto fechamos os olhos para crimes reais”, denuncia.

Segundo ele, esse deslocamento do debate serve como uma forma de catarse coletiva, onde o desconforto é projetado em objetos — enquanto práticas digitais nocivas continuam a se alastrar sem enfrentamento concreto. A internet hoje oferece fácil acesso a conteúdos ilegais, e operações como a “Turko”, da Polícia Federal, ou ações de grupos como o Anonymous, têm revelado redes subterrâneas ativas e organizadas que ameaçam a segurança de crianças e adolescentes.

Nesse contexto, o culto às bonecas reborn se encaixa em uma lógica maior: a do isolamento digital. Crianças e adolescentes crescem imersos em telas, onde vínculos afetivos são mediadas por avatares, curtidas e chats instantâneos. As interações reais, imprevisíveis e desafiadoras, vão sendo substituídas por experiências controladas — sejam elas digitais ou simbólicas.

Marcelo Senise

“Estamos vivendo uma infantilização afetiva coletiva. Evitamos o confronto, fugimos do incômodo, e buscamos afetos embalados e previsíveis. Seja nas redes sociais ou em objetos como as reborn, o que se procura é controle emocional absoluto. Mas isso é justamente o oposto da experiência humana”, aponta Senise.

As bonecas reborn, por si só, não são vilãs nem salvação. O que importa é a forma como a sociedade lida com os motivos que levam à sua procura. Há uma urgência em criar espaços de escuta, acolhimento e vínculo reais — especialmente num tempo em que a solidão se mascara de conexão e o afeto se esconde em objetos. “Em vez de julgar o que consola, é preciso entender o que dói. E, mais do que nunca, voltar a construir relações que não possam ser desligadas com um botão”, conclui.

Sistema FAESC/SENAR e SEBRAE/SC capacitam técnicos para atuar no projeto de ovinocaprinocultura em SC

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Os técnicos do Sistema Faesc/Senar e do Sebrae/SC que atuarão no Projeto de Desenvolvimento da Ovinocaprinocultura Catarinense participaram, na última semana, de uma capacitação intensiva. O evento, realizado em dois dias, contou com palestras, workshops e momentos de alinhamento estratégico, o que oportunizou reafirmar o compromisso das instituições com o desenvolvimento sustentável do agronegócio no estado.

O projeto, recém-lançado, visa promover o crescimento e a sustentabilidade da cadeia produtiva de ovinos e caprinos em Santa Catarina, com foco na produção de carne e leite. As parcerias envolvem atuação do Sistema Faesc/Senar com a Assistência técnica e gerencial para otimizar a produção; do Sebrae/SC com inovação tecnológica e soluções específicas para a cadeia produtiva e dos órgãos estaduais (EPAGRI, CIDASC e Secretaria da Agricultura), com apoio técnico e político para integração e fortalecimento do segmento.

A abertura do treinamento contou com a presença de diretores do Sistema Faesc/Senar e do Sebrae/SC, que destacaram a importância da qualificação técnica para o avanço do setor. O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, enfatizou que investir na capacitação dos profissionais que atuam diretamente com os produtores rurais é essencial para melhorar a produtividade, a qualidade e a competitividade dos produtores de ovinos e caprinos. “Essa capacitação representa um passo importante na valorização do conhecimento e na construção de um setor mais eficiente, sustentável e promissor”.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Búrigo Zanuzzi, também destacou a relevância da iniciativa ao mencionar que a inovação e a assistência técnica representam ferramentas estratégicas para impulsionar o desenvolvimento dos negócios do campo. “O setor enfrenta desafios estruturais e essa parceria marca o início de um projeto voltado ao fortalecimento da cadeia produtiva. O alinhamento entre as instituições, aliado ao trabalho de equipes técnicas qualificadas, é essencial para que cada entidade atue conforme sua expertise, promovendo a profissionalização, a inovação e o crescimento sustentável do setor.”

CAPACITAÇÃO TÉCNICA

O primeiro dia foi dedicado à atualização técnica, com destaque para temas essenciais ao desenvolvimento da ovinocaprinocultura. O professor Dr. Dimas Estrasulas de Oliveira ministrou uma palestra sobre Nutrição de Ovinos, seguida por apresentações do professor Dr. Lain Uriel Ohleweiler, que abordou as Biotecnologias reprodutivas na ovinocaprinocultura.

Na sequência, o professor Dr. Aldo Gava tratou das principais Patologias e enfermidades que afetam os rebanhos. A coordenadora estadual da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), Paula Coimbra Nunes, apresentou os resultados do trabalho realizado pelo Sistema Faesc/Senar em parceria com os Sindicatos Rurais. O Sebrae/SC, por sua vez, apresentou o Programa SEBRAETEC, que leva inovação e tecnologia às propriedades rurais.

No fim do dia, os profissionais participaram de um workshop prático sobre técnicas de cortes e preparo de cordeiro, conduzido pelo chef Arthur Reitz – iniciativa que promoveu a valorização do produto final e agregou conhecimento gastronômico aos técnicos.

PLANEJAMENTO REGIONAL

O segundo dia teve foco no planejamento tático regional, com o objetivo de fortalecer a ovinocultura de forma estratégica e integrada. A programação começou com a apresentação do projeto “Ovinocultura – Juntos pelo Agro”, desenvolvido em parceria entre o Sebrae/SC e o Senar/SC.

Em seguida, o consultor Juliano Keller Alvez conduziu um workshop voltado ao planejamento regional, que resultou na construção coletiva de estratégias locais. O encerramento contou com a apresentação dos planejamentos regionais elaborados pelos participantes, além de encaminhamentos e alinhamentos estratégicos que servirão de base para ações futuras.

 

Acesse os canais de comunicação do Sistema Faesc/Senar:

Ações educativas marcam o Dia de Combate ao Abuso Infantil no DF

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Orientadores da Secretaria de Educação escolares participaram de seminário sobre o tema

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Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Em referência ao 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem promovendo uma série de ações voltadas à prevenção da violência sexual contra o público infantojuvenil. Uma das iniciativas foi o Seminário da Rede de Prevenção, promovido pela Unidade-Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape) no dia 9 deste mês.

A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, durante o seminário: “É importante sempre nos atualizarmos sobre as novas formas de violência para que nós possamos fortalecer essa rede de proteção aos nossos estudantes” | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF

Tendo como tema “Prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes: avanços e desafios na rede pública do DF”,  a ação integra a programação do Maio Laranja, campanha nacional de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O seminário reuniu 150 orientadores educacionais das 14 coordenações regionais de ensino do DF, contou com palestras voltadas ao fortalecimento do papel das escolas na identificação e no acolhimento de estudantes em situação de vulnerabilidade.

“É importante sempre nos atualizarmos sobre as novas formas de violência para que nós possamos fortalecer essa rede de proteção aos nossos estudantes”, declarou a subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga. “Os orientadores educacionais que estão nas escolas muitas vezes são os que estão na linha de frente e recebem a primeira demanda sobre esses casos.”

Encaminhamento e união

Além do acolhimento inicial ao aluno, o seminário reforçou também orientações aos profissionais sobre como encaminhar os casos aos órgãos competentes. “Estamos aqui também para orientar como conduzir ao receber uma denúncia de uma criança ou um adolescente dentro da escola”, pontuou Keylla Miriam, coordenadora do Núcleo de Formação da Orientação Educacional e uma das organizadoras do evento. 

Durante o evento, a orientadora educacional da Escola Classe (EC) 209 Sul, Ana Cláudia Carpaneda, enfatizou: “É preciso ensinar a criança a se proteger em relação a certos conteúdos, questão de jogos, de chat, vídeos que não são apropriados para a idade delas. Tem de haver supervisão, um cuidado da família em relação às nossas crianças e aos nossos jovens”.

*Com informações da Secretaria de Educação

6 dicas para aderir à tendência bedscaping e transformar o quarto em um refúgio sensorial e acolhedor

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Arquiteto lista orientações para fazer do dormitório um espaço de equilíbrio emocional, promovendo saúde mental e bem-estar no dia a dia

Os números impressionam: uma pessoa passa, em média, um terço  da vida dormindo — o equivalente a cerca de 26 anos, considerando uma expectativa de vida de 80 anos. Além do tempo significativo que passamos no quarto, o ritmo acelerado da vida moderna exige momentos de pausa e reconexão, tornando esse ambiente ainda mais importante para a saúde emocional. É nesse contexto que surge a tendência do bedscaping, que propõe transformar o quarto em um verdadeiro santuário de autocuidado, equilíbrio e serenidade.

Mais que uma estética agradável, o bedscaping é um convite para criar, de forma consciente, um ambiente que estimule os sentidos e proporcione sensações de conforto e tranquilidade. Ao projetar esse espaço, é importante pensar além da sua função básica. “Não é apenas onde dormimos, mas o lugar onde recarregamos a mente, o corpo e o espírito. Por isso, o bedscaping se tornou tão essencial: ele nos lembra da importância de cuidar da estética e da funcionalidade do ambiente”, explica o arquiteto da GT Building, Fabio Lima.

A principal premissa do conceito é simples e relevante: o quarto deve ser o nosso templo particular. Trata-se da arte de compor a cama — e todo o espaço ao redor — de maneira a criar uma atmosfera acolhedora, harmônica e profundamente conectada ao bem-estar.

Nos últimos anos, o minimalismo ganhou força, com a valorização de ambientes limpos, neutros e multifuncionais, voltados à praticidade e ao chamado “silêncio visual”. A proposta era resgatar o controle emocional e a organização dentro de casa. Com a chegada do maximalismo contemporâneo, no entanto, observa-se um movimento complementar: o lar — especialmente o quarto — volta a ser espaço de expressão afetiva. “Camadas de tecidos, almofadas com diferentes texturas, livros, objetos decorativos e cores mais intensas reaparecem com propósito. O bedscaping atua como uma ponte entre esses dois mundos: é possível ter um quarto acolhedor e visualmente rico, sem que ele se torne caótico ou cansativo”, complementa Fabio.

O arquiteto enumera algumas orientações práticas, dentro da proposta do it yourself, sempre com a premissa de que o equilíbrio é fundamental. “Compor com intenção, sem excessos gratuitos”, resume o especialista.

  • Sensações que os materiais provocam: Tecidos naturais, como linho e algodão, conferem leveza e frescor. Mantas, sobreposições e almofadas criam camadas visuais que convidam ao toque e ao descanso. A escolha da roupa de cama deve ser tão criteriosa quanto a de um sofá ou cortina — afinal,  está em contato direto com o corpo.
  • O papel das cores: Tons suaves, terrosos e neutros, como areia, argila, verde oliva ou off-white, remetem à natureza e acalmam o olhar. “Se você é mais ousado, recomendo tons mais profundos dessa paleta. Vale lembrar que o bedscaping é sobre intenção e sensações”, reforça o arquiteto.
  • A iluminação como aliada: Luzes indiretas, como abajures com luz amarelada, arandelas ou fitas de LED atrás da cabeceira, criam uma atmosfera intimista. O ideal é contar com mais de uma fonte luminosa, com intensidades diferentes, adequadas a cada momento — da leitura ao relaxamento.
  • Texturas, aromas e silêncio: o templo sensorial: Um quarto acolhedor deve estimular positivamente todos os sentidos. Tapetes felpudos, cortinas que filtram a luz com suavidade, difusores com aromas como lavanda ou cedro e até o som — ou sua ausência — compõem essa experiência sensorial. Cada detalhe ajuda a transformar o ambiente em um verdadeiro refúgio.
  • O que evitar: Iluminação fria e direta, excesso de cores vibrantes, acúmulo de objetos sem função definida e eletrônicos em destaque, como TVs, cabos e carregadores expostos. Esses elementos geram distrações e aumentam a exposição à luz azul, prejudicando o descanso.

“Se eu pudesse dar uma dica de ouro, seria: respeite a sua essência. O quarto não deve seguir tendências de forma cega, mas refletir a personalidade, as memórias e o ritmo de quem vive naquele espaço. Uma peça de família, um quadro querido, um livro na mesinha são detalhes que transformam o ambiente  em um “templo pessoal”. O bedscaping não é um estilo, mas uma abordagem que deve conversar com seu gosto e estilo de vida”, finaliza Fabio.

 

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Lucas Santos conquista tricampeonato brasileiro de Levantamento de Peso Olímpico e mira vaga olímpica

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Jovem brasiliense de 24 anos se destaca no esporte nacional e busca apoio para representar o Brasil no Mundial e nas Olimpíadas
Brasília, DF — 15 de maio de 2025 — O atleta Lucas Santos, natural de Brasília, conquistou o tricampeonato brasileiro de Levantamento de Peso Olímpico (categoria até 71 kg), em um feito inédito para o Distrito Federal. Aos 24 anos, ele se firma como uma das principais promessas do esporte nacional e agora mira a conquista do índice olímpico para competir no Mundial e nas Olimpíadas.

Quem é Lucas Santos?
Lucas Santos é mais do que um campeão no esporte. Ele é empresário, estudante e atleta de alto rendimento. Formado em Administração Pública e cursando Tecnologia da Informação, Lucas é proprietário da franquia Maria Pitanga, localizada no Sudoeste (CLSW 100, Bloco A, Loja 31), e atua como representante da marca esportiva Strong Monkey nos principais boxes de CrossFit da capital.

Início da trajetória no esporte
A trajetória esportiva de Lucas começou aos 15 anos no Box Infante, centro de treinamento de CrossFit em Samambaia (Q. 203). Sob o comando do técnico Eli, que o acompanha desde então, Lucas se destacou em competições de CrossFit e encontrou no Levantamento de Peso Olímpico (LPO) sua verdadeira paixão.

Treinamento e retorno a Brasília
Aos 20 anos, Lucas se transferiu para o Clube Pinheiros, em São Paulo, buscando evolução técnica. No entanto, o amor por Brasília e o desejo de representar sua cidade natal o fizeram retornar e fortalecer suas raízes no esporte local.

Próximo objetivo: índice olímpico
Após conquistar o tricampeonato nacional, Lucas agora volta suas atenções para a classificação no Campeonato Mundial de LPO e, posteriormente, para os Jogos Olímpicos. Para isso, o atleta precisa de apoio financeiro, patrocínios e visibilidade midiática.

Por que apoiar Lucas Santos?
Tricampeão brasileiro de LPO (71 kg)

Jovem talento do esporte brasiliense

Determinação, disciplina e espírito empreendedor

Exemplo para jovens atletas do DF

Representa Brasília com orgulho e excelência

Como apoiar
O momento é decisivo. O esporte de Brasília tem em Lucas Santos um símbolo de garra e superação. Empresários, patrocinadores e autoridades públicas podem ser protagonistas nessa jornada olímpica.

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Santa Catarina intensifica medidas de defesa sanitária após confirmação de foco de Influenza Aviária no Rio Grande do Sul

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Diante da confirmação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)  de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) de Santa Catarina e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) emitiram a Nota Técnica n.º 001/2025 com medidas sanitárias visando garantir a proteção do estado e dar segurança aos países importadores.

Por meio da Portaria Mapa n.º 795, de 15 de maio de 2025, foi declarado estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro, no Estado do Rio Grande do Sul, por 60 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em estabelecimento de aves comerciais.

Com isso, Santa Catarina emite Alerta Máximo para que a avicultura comercial reforce as medidas de biosseguridade. Além disso, o Estado intensifica as ações de defesa sanitária animal, entre elas estão a análise da movimentação e produtos de origem animal vindos da região do foco; o direcionamento da atividade de vigilância ativa em propriedades que receberam animais daquela região nos últimos 30 dias; e orientação aos Postos de Fiscalização Agropecuária (PFFs) da divisa sul para intensificar a inspeção documental e física de todas as cargas de aves e ovos férteis provenientes do Rio Grande do Sul.

Os médicos-veterinários da Cidasc também foram orientados a manter a avaliação criteriosa nos atendimentos de casos suspeitos de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN) e a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) é enquadrada. Além de intensificar as orientações durante as vigilâncias e certificações de rotina, tanto em plantéis de aves comerciais, quanto em aves de subsistência, sobre a importância da biosseguridade na prevenção das doenças das aves.

“Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, e isso se deve à implementação das normas de biosseguridade na avicultura e pelo trabalho da defesa sanitária, por meio da Cidasc. Seguindo as orientações do governador Jorginho Mello, estamos vigilantes e reforçando todas as medidas para impedir a entrada dessa doença em Santa Catarina. Precisamos que cada um faça sua parte”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

Secretaria e Cidasc alertam que o momento requer atenção máxima e, diante da importância econômica e social da avicultura para o Estado de Santa Catarina, a adoção dessas medidas é de extrema relevância. A depender da evolução do cenário epidemiológico, novas medidas poderão ser adotadas pela Cidasc para proteger a avicultura catarinense.

Os produtores devem reforçar as medidas de biosseguridade e proibir visitas de pessoas alheias ao sistema de produção. “Cabe à Cidasc, a todo o setor produtivo e à sociedade vigiar. Importante também avisar a Cidasc em caso de suspeita de doença nas aves ou de alta mortalidade, além de cuidar muito da biosseguridade de sua produção. Cuidados com a água, com a ração, com telas, calçados e roupas, não ter visitas para entrar no aviário. Fechar as aves de subsistência em um local telado, pois sabemos que o vírus está circulando e temos que manter as aves silvestres afastadas desses ambientes. Importante saber que a carne de aves e ovos não transmitem a doença ao ser humano, podem e devem ser consumidos normalmente”, pontua a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Aves mortas ou com sinais clínicos da doença não devem ser manipuladas. É de extrema importância a comunicação imediata à Cidasc em caso de aves de qualquer espécie apresentando sinais clínicos de Influenza Aviária (sinais respiratórios, neurológicos, tais como dificuldade respiratória, secreção ocular, andar cambaleante, torcicolo ou girando em seu próprio eixo, ou mortalidade alta e súbita). Essa comunicação pode ser realizada utilizando o sistema e-Sisbravet no link: bit.ly/notificarcidasc ou bit.ly/SISBRAVET, ou ainda, diretamente em um escritório local da Cidasc, contatos disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional.

Conforme o Mapa, esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil. Desde 2006, ocorre a circulação do vírus, principalmente na Ásia, África e no norte da Europa. A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), é uma doença das aves causada por vírus. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas).

Informamos que o consumo da carne de aves e ovos é seguro e não representa qualquer risco ao consumidor final.

 

Vinagre de maçã emagrece? Nutricionista do CEUB explica como usar com segurança

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Com moderação e orientação, produto pode ajudar no controle da glicemia, saciedade e digestão

O vinagre de maçã está nas prateleiras dos mercados, nas receitas caseiras e até nas trends das redes sociais, como uma promessa para quem busca mais saúde e perda de peso. Mas, afinal, consumir doses do vinagre de maçã realmente faz bem? E como consumir? Dayanne Maynard, professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica que, se administrado com cautela, o vinagre da fruta é mais um hábito saudável na busca por saúde e bem-estar.
“O vinagre de maçã é um alimento fermentado que pode trazer benefícios para a saúde. Ele ajuda, por exemplo, a melhorar a sensibilidade à insulina e a reduzir o açúcar no sangue depois das refeições. Isso acontece porque contém fibras que retardam a absorção dos carboidratos”, detalha a nutricionista. Segundo ela, o ingrediente também pode contribuir para a perda de peso, desde que usado da forma correta.
Estudos apontam que o vinagre de maçã pode ajudar a diminuir o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos, além de melhorar a digestão e aliviar sintomas como inchaço e desconforto abdominal. “A pectina, que é uma fibra solúvel presente no vinagre, aumenta a sensação de saciedade. Ao sentir menos fome, a pessoa, naturalmente, come menos. Esse efeito, aliado a uma alimentação equilibrada e atividade física, pode ajudar no emagrecimento.”
Como consumir?
A maneira mais comum e segura de incluir o vinagre de maçã orgânico na rotina é como tempero de saladas. Outra opção é diluir uma colher de sopa em um copo com 200 ml de água e tomar antes das refeições. “No entanto, ele não deve ser consumido puro. O ácido do vinagre pode prejudicar os dentes e irritar a garganta”, descreve.
A nutricionista faz um alerta para quem tem problemas digestivos, como gastrite, refluxo ou azia, pois o vinagre pode piorar o desconforto. Quem toma medicamentos, como para diabetes ou diuréticos, precisa conversar com o profissional de saúde antes de começar a usar. “Outro cuidado é com a saúde bucal. Mesmo diluído, o ideal é enxaguar a boca com água depois de consumir, para proteger o esmalte dos dentes.”
Para a docente do CEUB, o consumo consciente e dentro de uma alimentação saudável também pode refletir positivamente na aparência da pele, como resultado do bom funcionamento digestivo e metabólico. “O vinagre de maçã pode ser um aliado da saúde, mas não faz milagres. Ele sozinho não resolve. O ideal é buscar equilíbrio, informação de qualidade e, se possível, orientação profissional”, completa Dayanne Maynard.

PAT sob ataque!

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Taxa das prestadoras de serviços de benefícios de alimentação vira ponto de discussão do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

 

A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) está à disposição do governo para discutir as propostas de mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Entre elas está a questão das taxas cobradas e dos prazos de reembolsos nas operações que envolvem o pagamento do vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA).

Nesse aspecto, a entidade entende que os diversos setores da economia têm taxas e prazos para pagamentos e recebimentos livremente pactuados, em observância à liberdade econômica. Por isso, discorda que o setor seja o único ameaçado à fixação de uma taxa máxima (teto) e de um prazo para o reembolso dos benefícios de alimentação.

“Nós concordamos em debater as taxas e os prazos praticados pelo setor de maneira sistêmica, englobando todos os meios de pagamentos e fornecedores participantes da cadeia de alimentação.” Em relação às compras feitas a prazo, por exemplo, o vale alimentação (VA) representa apenas cerca de 14% das vendas dos supermercados e 16% das vendas em bares e restaurantes. Para uma solução sistêmica que realmente impacte o preço dos alimentos, os prazos de pagamento de todos os setores para os estabelecimentos comerciais devem ser analisados, como os prazos de reembolso dos cartões de crédito, os prazos de pagamento dos supermercados, bares e restaurantes aos fornecedores”, afirmou o diretor-presidente da ABBT, Lucio Capelletto.

A ABBT acredita que o reembolso em 48 horas inviabilizará o provimento de vales alimentação e refeição (VA/VR) para os servidores de mais de mil municípios, cujas regras em processos de licitação estabelecem prazos médios de 30 dias para o pagamento às facilitadoras dos VA/VR.

“Se as prefeituras forem obrigadas a pagar previamente, o fluxo de caixa será significativamente afetado, pois as prefeituras contam com esse prazo para o pagamento. Certamente agravará as contas das pequenas e médias cidades brasileiras”, completou Lucio.

De acordo com a ABBT, a taxa média cobrada pelas associadas da ABBT dos estabelecimentos comerciais está entre 3,5% e 4,5%. Entretanto, esse percentual não é cobrado do trabalhador e tampouco interfere diretamente no preço dos alimentos à população “Assim, é um equívoco se acreditar que esse percentual contribua para a chamada inflação de alimentos, que tanto preocupa o governo. A taxa cobrada é estática, independentemente de flutuações inflacionárias. Se o preço de um produto sobe, o percentual da taxa continua o mesmo. O valor pago por restaurantes, bares e supermercados às empresas de benefícios apenas acompanha essa alta”, explicou o executivo.

“Não faz sentido pensar que a taxa cause qualquer impacto na inflação dos alimentos, nem que seja a responsável por dificultar a aquisição de alimentos pela população. As pessoas pagam pelo que consumiram, não havendo acréscimo pelo pagamento ser em VR ou VA,” prosseguiu Capelletto.

Segundo a ABBT, as taxas subsidiam os custos com credenciamento e monitoramento dos estabelecimentos comerciais credenciados, sendo que 3,5 mil estabelecimentos em média são descredenciados anualmente por não atuarem dentro das normas do PAT.

“É importante lembrar que um estabelecimento credenciado para aceitar o benefício precisa cumprir as regras do PAT, que implica vender alimentos de qualidade e com valor nutricional, como feijão, arroz, proteína e salada, em um ambiente certificado pela vigilância sanitária, o qual será constantemente monitorado para verificar se as normas do programa continuam a ser cumpridas”, finaliza o diretor presidente.

Por fim, mudanças estruturais requerem máxima atenção e não devem ser realizadas em situações de desequilíbrio conjuntural. Precisam ser muito bem discutidas e avaliadas, com análise do impacto regulatório para dimensionar as consequências e os resultados e a participação do setor.

O fim do PAT será uma perda irreparável para o trabalhador.

PV questiona no STF lei estadual que flexibiliza proteção ambiental em Rondônia

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Ação, distribuída ao ministro Cristiano Zanin, quer coibir perdão às sanções ocorridas na Reserva Extrativista (Resex) Jaci-Paraná

 

O Partido Verde ajuizou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o Estado de Rondônia, contestando a aprovação da Lei Complementar nº 1.274/2005, que supostamente busca regularizar a situação de pessoas que vivem ou trabalham na Reserva Extrativista (Resex) Jaci-Paraná, acaba, na prática, por perdoar sanções por crimes ambientais e por flexibilizar a legislação ambiental vigente. A ação recebeu o nº ADI 7819 e foi distribuída ao ministro Cristiano Zanin.

 

Para o PV, a legislação estadual ignora os impactos ambientais de sua vigência, além de não observar os princípios e normas da Constituição Federal de 1988 sobre a proteção adequada, proporcional e suficiente ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Segundo a ação, a Constituição não permite a transferência das áreas florestais aos particulares após o decurso de tempo da posse ou da concessão de uso, mediante emissão de título de domínio definitivo e desafetação da floresta pública, nos termos estabelecidos pela lei estadual combatida.

 

Além disso, a lei estadual transgride os conteúdos formal e material dos direitos e garantias fundamentais, notadamente: a repartição das competências legislativas; o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações; ao direito à vida e à saúde; a ordem econômica, que deve observar a defesa do meio ambiente e do consumidor; os princípios implícitos da prevenção, da precaução, da proporcionalidade em sentido estrito, da vedação ao retrocesso, da vedação à proteção deficiente.

 

Nessa linha, pode-se dizer que a lei estadual abre mão do dever constitucional de proteção ambiental, omitindo-se de inarredáveis deveres executivos e administrativos, deste modo ocasionando um descontrole administrativo, eis que autoriza a ampliação de empreendimentos e atividades efetivamente ou potencialmente poluidoras e que causem ou possam causar a degradação ambiental, sem que tenha mais a autoridade e a coordenação da destinação, do uso e do manejo de áreas. Além disso, dispensa a essencial e constitucional atividade estatal de conciliação entre o desenvolvimento econômico e a conservação dos recursos naturais.

 

A Lei Estadual também contraria decisões anteriores do STF em ações semelhantes, como a de número 7611 do Ceará, a,6650 de Santa Catarina e a ADI 4988, de Tocantins, nas quais o STF reafirmou a primazia das normas federais em matéria ambiental.

 

Fraternidade sem Fronteiras está com caravanas abertas para ajuda humanitária no continente africano

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São quatro destinos em projetos da ONG no Malawi, Madagascar, Moçambique e Senegal

Créditos: Fraternidade Sem Fronteiras

Brasília (DF) –  A organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) está com vagas abertas para quem quiser participar das caravanas ao longo do ano de 2025. São  quatro destinos diferentes em projetos de ajuda humanitária nos países africanos: Malawi, Madagascar, Moçambique e Senegal. Três destas caravanas são para atendimentos na área da saúde aos acolhidos no Projeto Nação Ubuntu, no Malawi, e no Acolher Moçambique, em Moçambique.

“Para as caravanas da saúde temos uma necessidade grande para a participação de médicos que podem ser de qualquer especialidade, incluindo pediatras, ginecologistas, clínicos gerais…Nós tentamos ir para uma caravana com no mínimo 10 profissionais da medicina para atender em torno de duas mil pessoas”, explica Giovanna Gadia, coordenadora geral de caravanas da FSF, que complementa dizendo que as caravanas de saúde não são exclusivas para médicos, mas para todos os profissionais da área da saúde, entre eles dentistas, farmacêuticos, enfermeiros psicólogos e fisioterapeutas.

Para os Projetos Ação Madagascar, em Madagascar e Chemin du Futur, no Senegal, as caravanas agendadas são gerais, ou seja, qualquer profissional de qualquer área de atuação pode participar. Além das gerais e de saúde, outras caravanas são da espiritualidade, pedagógica e de artes.

“As caravanas são sempre de muita esperança e amor para atender populações com tantas e diferentes necessidades”, resume Giovanna.

Caravanas da Fraternidade sem Fronteiras: é vivenciar uma experiência fraterna ao viajar para conhecer de perto os acolhidos, colaboradores e o dia-a-dia nos centros de acolhimento dos projetos da FSF. As caravanas são organizadas com a participação de padrinhos/madrinhas voluntários para Moçambique, Madagascar, Burundi, Senegal e Malawi, na África. Para participar é preciso ser madrinha ou padrinho de um dos projetos da FSF e ter mais de 18 anos. Todos os custos da viagem são de responsabilidade do caravaneiro.

Mais informações e inscrições:  https://www.fraternidadesemfronteiras.org.br/destino-caravanas/

Agenda 2025:

Projeto Acolher Moçambique, em Moçambique
Caravana Geral: 26/05 a 05/06

Caravana da Espiritualidade: 21/07 a 31/07

Caravana da Saúde: 09/08 a 19/08

Caravana Arte sem Fronteiras: 25/08 a 05/09

Projeto Ação Madagascar, em Madagascar
Caravana Geral: 14/06 a 30/06

Projeto Nação Ubuntu, no Malawi:

Caravana da Saúde: 28/06 a 11/07

Caravana Pedagógica: 15/07 a 30/07

Caravana da Saúde: 15/09 a 30/09

Projeto Chemin du futur, no Senegal

Caravana Geral: 01/11 a 12/11

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional, com atuação em oito países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 79 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor mensal a partir de R$25. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br