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PM toca guitarra para irmão de suspeito preso por tráfico no Espírito Santo

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Um policial militar protagonizou uma cena curiosa após uma ação contra o tráfico de drogas no município de Baixo Guandu, no Espírito Santo, no último dia 11. O PM Alander Oliveira Mello, após prender um homem em flagrante, usou uma guitarra do irmão do suspeito para tocar alguns clássicos do heavy metal, como Metallica e Iron Maiden, para o rapaz. As informações são do jornal Extra.

De acordo com a reportagem, o soldado disse que já havia ido à residência da família do traficante em outras ocasiões, por conta do envolvimento do suspeito com crimes, e desta vez ficou sabendo que o outro filho da dona da casa está aprendendo a tocar guitarra. Ao saber disso, Alander decidiu demonstrar seu talento para a família e o vídeo do momento acabou viralizando nas redes sociais.

“Já prendemos algumas vezes ele [o suspeito] antes, fizemos flagrante ali, mas a família dele é um pessoal do bem. Ali, conversando com a mãe e o irmão do preso, a gente descobriu que ele curtia um rock’n’roll. Ela comprou uma guitarra pra ele e vimos a oportunidade de nos aproximarmos mais deles”, disse Alander ao Extra.

Fonte: Istoé

A mediação como ferramenta para a resolução de conflitos familiares

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*Maria Antonieta de Morais Prado

A vida familiar é talvez a que mais nos desafia na busca de uma gestão positiva dos nossos conflitos. Pesquisas recentes demonstram que os atritos familiares aumentaram expressivamente neste momento de pandemia, tendo como um dos reflexos o incremento do número de divórcios.

O conflito pode ser definido como uma situação em que as pessoas têm objetivos, sentimentos, interesses, aparentemente considerados incompatíveis entre si. Diante dessas situações, corriqueiramente nossa reação é a de utilizar respostas não construtivas para tentar resolver as diferenças.

É comum nos depararmos com um movimento natural da vida em família que é, diante de um problema, sentimos tensão, polarizamos os pensamentos em certo e errado e não damos chance para a empatia (nossa capacidade de buscar compreender o ponto de vista do outro). Ou seja, atitudes que são geradoras de emoções negativas, como raiva, hostilidade, ciúmes, tristeza e medo; que aumentam a tensão e focam na pessoa, não na atitude causadora do problema.

A dissolução de um vínculo conjugal, por exemplo, é desafiadora, pois normalmente já existe um nível de estresse elevado e é mais fácil lançar mão de estratégias que podem não se mostrar benéficas a longo prazo, principalmente quando os relacionamentos envolvem filhos.

Quando não há mais possibilidade de continuação da convivência familiar e decisões importantes precisam ser tomadas, ou quando as tentativas de resolução direta entre os envolvidos foram frustradas, pode-se seguir alguns caminhos, sendo o mais comum o de buscar resolver a questão baseada na determinação de quem tem direito.

Alguns direitos estão consagrados na lei ou nos contratos. No entanto, existem obstáculos frequentes, inerentes à situação, que desmotivam as partes durante esse processo, isso porque o direito pode não ser tão claro, ou todos podem ter o mesmo direito. Então, como é possível entrar em um consenso sobre quem tem direito ao quê?

Um outro caminho disponível é a utilização do instrumento da mediação, mecanismo extremamente eficaz no auxílio de resolução de questões complexas, como as de cunho familiar, pois mais que tratar apenas dos direitos, visa conciliar os interesses comuns.

Uma das estratégias utilizadas em situações complexas é a interrupção da comunicação com o outro. Ocorre que, mesmo que haja ainda um mínimo de espaço para a comunicação, é recomendável que ele seja preservado.

Em uma mediação, as pessoas têm um lugar importante para o diálogo. O objetivo é criar aquela oportunidade que os envolvidos no conflito não tiveram anteriormente ou dela não conseguiram obter um resultado positivo, ou seja, de conversarem e/ou negociarem seus interesses e seus desejos para o futuro. O movimento do mediador é o de buscar um diálogo aberto, honesto e respeitoso, trabalhando ativamente com as partes nas soluções e sua viabilidade. Com o auxílio do mediador elas conseguem buscar opções de solução que sejam consideradas eficazes para ambos os lados.

Neste sentido, quando se trata, por exemplo, da guarda dos filhos, importantes aspectos podem ser discutidos, como o fato de um não inspirar a confiança necessária como pai ou mãe para cuidar de seu filho, porque isso pode gerar uma perda de controle na educação. Durante a mediação, o foco será na busca do entendimento aprofundado sobre essa questão e de uma solução que seja capaz de gerar compromissos.

Quando vários irmãos precisam decidir sobre a partilha dos bens deixados em herança por seus pais, quanto menos tempo eles gastarem discutindo, menos desgastante a questão será. A mediação propicia esse benefício, pois pode acontecer de um conflito considerado bastante complexo ser resolvido em uma sessão de mediação que pode durar poucas horas.

Importante destacar que este mecanismo propicia que as próprias partes definam aquilo que elas gostariam que acontecesse, ou as situações que elas se sentem mais confortáveis de manter, o que é extremamente motivador, tende a proporcionar resultados mais satisfatórios, já que há um maior controle sobre o procedimento, com custos inferiores aos de processos judiciais ou baseados em luta de direitos.

Nestes dois exemplos, um dos mais importantes benefícios da mediação é conseguir a preservação dos relacionamentos para o futuro, aspecto essencial quando tratamos de família. Aquela situação que se apresentava inicialmente como conflituosa, difícil, imbuída de carga emocional, pode ser reavaliada e modificada para o bem-estar de todos os envolvidos, fazendo com que sejam reestabelecidos o respeito e a tranquilidade. É claro que a mediação familiar abre espaço para conversas difíceis, mas as recompensas valem o esforço.

* Maria Antonieta de Morais Prado é sócia, administradora e mediadora da CAMES Brasil com certificação internacional ICFML.

Além do pulmão: Covid-19 faz aumentar procedimentos de diálise e hemodiálise

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hemodialysis in people on the equipment

 

Rins estão entre os órgãos mais afetados pelo coronavírus; transplante é alternativa em casos de insuficiência renal crônica

Além das complicações no sistema respiratório, os rins também podem ser afetados pela Covid-19. Em casos mais graves da doença, pacientes podem apresentar complicações severas, principalmente diabéticos e com hipertensão, necessitando de hemodiálise ou diálise para recuperar a função dos rins, órgãos responsáveis por filtrar e eliminar as toxinas presentes no sangue.

De acordo com o nefrologista do Hospital Universitário Cajuru, Alexandre Bignelli, o impacto do coronavírus nos rins levou a um aumento nos procedimentos de diálise e hemodiálise durante a pandemia. “A Covid-19 pode afetar direta ou indiretamente os rins causando insuficiência renal. Nos pacientes que já têm algum grau de deficiência renal pode complicar, levando a falência definitiva e aumento da mortalidade, principalmente nos pacientes que já estão em diálise”, afirma Alexandre.

Uma ampla pesquisa conduzida pelo Centro de Estudo, Pesquisa e Inovação (CEPI) dos hospitais Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, em parceria com a PUCPR, já havia indicado que a Covid-19 é uma doença vascular. E que os mecanismos da lesão do vírus nos vasos do pulmão também podiam ser encontrados nos vasos do coração e dos rins. As complicações podem ser ainda mais severas em pacientes que apresentam quadro de diabetes e hipertensão. Esse é o caso do economista José Augusto Rakssa, de 67 anos, que ainda tem a obesidade como terceira comorbidade. José ficou internado na UTI do Hospital Marcelino Champagnat por complicações da Covid-19. A filha do economista, Francine Costa Rakssa, conta que o pai não tinha problemas no rim até ser infectado pelo vírus.  “Mesmo com diabetes e hipertensão, ele não tinha nenhum quadro renal antes de ser infectado pela Covid-19. Mas depois de ter contraído o novo coronavírus, ele precisou fazer diálise e até teve uma parada cardíaca por causa das complicações. Mas, graças ao trabalho de todos os médicos, ele se recuperou bem”, conta.

O coordenador do serviço de Nefrologia do Hospital Marcelino Champagnat, Rafael Weissheimer, explica que ainda não existe um medicamento específico para lesão renal. “Ainda não sabemos exatamente se os achados principais da chamada ‘necrose tubular aguda’ são resultantes das complicações causadas pelo novo coronavírus ou das doenças preexistentes que o paciente já tinha. É do nosso conhecimento que manter as doenças crônicas controladas é fundamental para evitar  a piora no quadro da Covid-19”, avalia

Após 80 dias na UTI, José está em casa, se recupera bem das sequelas pós-Covid e não entrou para as estatísticas de pacientes com diabetes e hipertensão que tiveram perda total das funções dos rins. Segundo Alexandre, cerca de 70% dos pacientes que têm falência renal e acabam precisando de um transplante apresentam essas comorbidades. “Quando o rim tem uma taxa de filtração de 15 ml por minuto, ou seja, quando os rins estão abaixo de 15% da sua capacidade, é indicado o transplante renal por ser uma situação irreversível, considerada uma doença renal crônica”, afirma.

Esse foi o caso da fotógrafa Priscilla Fiedler que aos 40 anos precisou de um transplante renal, ainda antes da pandemia. Ela conta que sempre mantinha uma vida social ativa e não apresentava nenhum quadro de saúde preocupante. “Eu nunca senti nenhum sintoma ou dor. Nem pressão alta ou diabetes eu tinha. Até que, com 40 anos, eu comecei a sentir falta de ar. Foi quando eu fiz exames e a médica me levou às pressas para o hospital”, afirma.

A fotógrafa apresentava um quadro grave de insuficiência renal e precisou fazer diálise no Hospital Universitário Cajuru três vezes por semana durante 6 meses. Priscilla conta que o diagnóstico foi um choque, mas a melhor notícia chegou um dia após o seu aniversário. “No começo foi difícil, mas sempre mantive a positividade. Um dia depois do meu aniversário o médico me ligou para dizer que tinha um doador compatível para que eu pudesse fazer o transplante dos rins. Eu corri para o hospital. Foi o melhor presente que eu poderia ganhar. Hoje, três anos depois, a minha qualidade de vida é outra! Continuo me cuidando, evitando alimentos gordurosos e fazendo atividade física. Mas, desde que recebi o transplante, sou uma nova pessoa”, comemora.

Doação de órgãos

O Paraná é o estado com maior taxa de captação de doador falecido do país, chegando a 40 doadores por milhão. Na maioria dos estados, a doação é abaixo de 15 doadores por milhão. O Hospital Universitário do Cajuru também é referência em transplante no Paraná pelos resultados positivos. A sobrevida do enxerto e do paciente fica entre 90% a 97%. As doações de rim podem ser feitas de duas formas, tanto paciente falecido por morte cerebral, quanto doador vivo com compatibilidade.

Para os pacientes com doenças renais, a orientação é continuar com os procedimentos como diálise e hemodiálise mesmo durante a pandemia. Além disso, é necessário manter o uso de medicações, seguindo as indicações do médico responsável e, em qualquer sintoma gripal, informar à equipe médica.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Covid-19: UTI do Hospital de Santa Maria começa a receber pacientes 

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Dos 100 novos leitos anunciados por Ibaneis, 80 estão sendo disponibilizados no HRSM e outros 20 no HB 

 

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) já começou a receber pacientes graves com covid-19 nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) recém-montados na unidade, conforme foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha no sábado (13). No fim da tarde desta segunda-feira (15), a Sala de Situação da Secretaria de Saúde do DF já mostrava que 58 pacientes estavam sendo atendidos naquela UTI.

 

“A abertura dos leitos é de grande importância para salvarmos mais vidas, mas a população também precisa seguir todas as orientações do governo para reduzir a transmissão do vírus no DF”, defendeu o novo diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Gilberto Occhi, que tomou posse oficialmente hoje (15).

 

Ao todo, 80 leitos de UTI serão abertos no HRSM, hospital administrado pelo Iges-DF. Do total, 11 ainda estão bloqueados e um vago. “Outras 10 vagas, que ainda estão sendo disponibilizadas, em breve devem ser contabilizadas no sistema”, informou o secretário adjunto de Saúde, Petrus Sanchez.

 

MONTAGEM ACELERADA

 

Para disponibilizar 40 vagas no primeiro andar do HRSM, as equipes aceleraram os trabalhos para montar os equipamentos no primeiro andar. As outras vagas foram disponibilizada no quinto andar, onde leitos já tinham sido mobilizados durante a primeira onda do coronavírus. Com a redução da taxa de ocupação, esses leitos voltaram a receber pacientes com outras patologias.

 

Mais 20 leitos de UTI com suporte de hemodiálise ainda estão sendo montados no Hospital de Base, totalizando 100 novos leitos de UTI montados nesta semana nas unidades do Iges. Os equipamentos já chegaram e os técnicos agora correm para instalar os aparelhos o mais rápido possível.

 

O HRSM já contava com 15 leitos de Cuidados Intermediários no Pronto-Socorro Covid-19, segundo Ubiraci Nogueira, superintendente do hospital. “Agora, estamos trabalhando nessa ampliação para aumentar novamente o acesso dos pacientes que necessitam de atendimento”, explicou.

HOSPITAL DE BASE

 

O Hospital de Base já conta com 41 leitos para pacientes com covid-19, sendo 20 de UTI e 21 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI). Dispõe ainda, no sétimo andar do prédio, com mais 14 leitos de enfermaria para pacientes em fase de recuperação do coronavírus.

 

O Hospital de Base é referência em atendimento a pacientes imunodeprimidos, ou seja, aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecções estão comprometidos. Entre esses pacientes se encontram receptores de transplante e de implante, portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e indivíduos com câncer.

 

Os leitos, tanto no Hospital de Base quanto no de Santa Maria, serão entregues completos. Todos serão bem equipados, com aparelhos como ventiladores mecânicos, monitores multiparamétricos, bombas de infusão de medicação endovenosa, desfibriladores e camas elétricas.

 

Texto: Ailane Silva

Imagens: Davidyson Damasceno

Deputado Sardinha cobra prioridade na vacinação de internos estudantes de medicina contra COVID-19

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Preocupado com os profissionais e estudantes que precisam trabalhar na “linha de frente” do combate à pandemia, o deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante) protocolou nesta segunda-feira(15), um ofício ao secretário de Estado de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, solicitando a inclusão dos estudantes do curso de medicina que estão no internato no grupo prioritário para vacinação contra a COVID-19.

De acordo com o autor do documento, os estudantes precisam passar pelo estágio obrigatório para que possam concluir a faculdade e estão em constante contato com o vírus da COVID-19. “É necessária e urgente a inclusão desses estudantes no plano distrital de imunização, eles estão na linha de frente em contato com pacientes infectados e com os demais profissionais da área da saúde”, explica o parlamentar.

Em uma solicitação feita no mês passado por seis Centros acadêmicos de medicina de seis faculdades públicas e privadas do Distrito Federal e a Associação dos Estudantes de Medicina do DF (Aemed-DF) para o secretário de saúde do DF, as instituições pedem pela inclusão de 785 alunos, considerando que aqueles que trabalham no Hospital Universitário de Brasília (HUB) já foram vacinados.

 

Ygona Moura teria morrido de tuberculose e não de Covid-19, diz mãe da influencer

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A influenciadora Ygona Moura morreu há dois meses, quando ficou internada após ir em diversas aglomerações durante a pandemia. As suspeitas eram de que ela teria morrido de Covid-19, porém, segundo laudo médico que a mãe de Ygona teve acesso apenas agora, a jovem morreu de tuberculose

“Só agora tive acesso ao prontuário médico da Ygona, onde consegui ver o resultado do teste de Covid que ela fez e o resultado deu negativo. Ygona testou positivo para tuberculose”, disse Valéria Cardoso. Ela ainda afirmou que a morte da filha foi por um choque séptico com foco pulmonar.

O quadro era desconhecido pelos familiares e amigos da influenciadora. Quem tem tuberculose deve tomar ainda mais cuidado com a Covid-19, pois faz parte do grupo de risco.

 

Fonte: Revista Istoé

 

Brasil que dá certo: Cidade mineira não tem um único doente internado por Covid-19

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São Lourenço está há 21 dias sem mortes por coronavírus

Entre os 46 mil habitantes de São Lourenço, cidade localizada no sul de Minas Gerais, não existe um único registro de morte ou internação em leito de UTI relacionados à covid-19 há mais de 20 dias. Apenas dois moradores da cidade ocupam leitos de enfermaria — ainda assim, são casos ainda não confirmados (o hospital local, entretanto, atende alguns pacientes com coronavírus transferidos de cidades vizinhas).

O prefeito de São Lourenço é o médico Walter José Lessa (PTB). Ele assumiu o cargo em janeiro de 2021 e aposta no tratamento precoce para combater a doença.

“Nossa experiência aqui foi exitosa, nós fazemos tratamento precoce já nos pacientes sintomáticos, no quarto dia, no máximo”, afirmou. “Antes mesmo de chegar o exame, que às vezes demora 10 dias. Esta antecipação do tratamento com azitromicina, dexametasona, ivermectina, vitamina D e zinco tem salvado a nossa população. Nós estamos com zero pacientes internados na UTI.”

Enquanto isso, em Belo Horizonte, a 400 quilômetros de São Lourenço, o prefeito Alexandre Kalil decidiu intensificar mais uma vez as medidas de isolamento social. Com 2,5 milhões de moradores, a capital mineira contabiliza 2.902 mortes por coronavírus e tem atualmente 638 pacientes com COVID-19 internados em leitos de UTI.

Otávio Fakhoury e o HC preventivo a fim de impedir que ele seja proibido por Dória de circular livremente em SP

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Queiroga é o novo ministro da Saúde

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O cardiologista Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, aceitou nesta 2ª feira (15) convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir como novo ministro da Saúde. 

Queiroga é médico formado pela Universidade Federal da Paraíba. Ele fez residência médica no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro, e treinamento em hemodinâmica e cardiologia intervencionista na Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O médico também é responsável pelo Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, em João Pessoa (PB), e presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Bolsonaro acertou nesta escolha.