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A OAB é um braço do PT: Como um sindicato (VÍDEO)

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OAB – O advogado Henrique Quintanilha encabeçou um grupo de causídicos, que protocolou um pedido de estado de defesa, com o objetivo de enfrentar o caos orquestrado com o intuito de destruir o presidente Jair Bolsonaro e afundar o Brasil.

Nesse momento de crise, vemos governadores oportunistas e prefeitos alienados, aproveitando-se da pandemia do vírus chinês para enfraquecer o governo federal, com apoio dos presidentes da Câmara e do Senado e com o silêncio sepulcral da Ordem dos Advogados do Brasil.

Henrique Quintanilha detona a atual gestão da OAB. Segundo Quintanilha, a OAB, cujo presidente atual é Felipe Santa Cruz, não ouve os advogados, nem tampouco presta conta do dinheiro que recebe: por ano, mais de 1 bilhão de reais.

“Já se pediu a prestação de conta da OAB pelo Tribunal de Contas da União. Rosa Weber deu uma liminar a favor da OAB, dizendo que não é para prestar conta ao Tribunal de Contas da União. Esse processo está parado lá. O último orçamento que a gente tem conhecimento, a OAB teve um 1 bilhão e 300 milhões arrecadados em um ano no Brasil inteiro. E por que esse valor é tão grande? Por que temos quase 1 milhão e 200 mil advogados no Brasil, se abriu faculdade de tudo que é jeito, e a OAB recebe esses advogados, passam no exame da OAB, cada advogado vale para eles uma anuidade, e a anuidade varia, é em média RS 1 mil por ano – em média, mais alta do que do Conselho Federal de Medicina!’

Quem é Felipe Santa Cruz, o atual presidente da OAB: Felipe Santa Cruz, íntimo da organização criminosa do Lula e comparsa do terrorista Cesare Battisti

Vale lembrar que Felipe Santa Cruz, presidente da OAB, ofendeu em 2019 a advogada Flavia Ferronato nas redes sociais, chamando-a de ‘puta’. Ele não foi punido. Também em 2019, Santa Cruz atacou o ministro Sérgio Moro, dizendo que ele era “chefe de quadrilha”.

O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra o presidente da OAB, pedindo o afastamento dele do cargo, mas, como se vê, nada aconteceu.
Sobrou também para os eleitores de Bolsonaro.

Santa Cruz disse que eles têm “desvio de caráter” e está sendo processado por calúnia e difamação. Ele admitiu que era militante e que não ia se retratar.

Não é difícil entender a militância. Ele é filho de Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, que fazia parte da Ação Popular Marxista-Leninista (APML).

 

 

Brasil poderá realizar até 50 mil testes de covid-19 por dia

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Os secretários de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira e executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, durante a divulgação do boletim técnico do Ministério da Saúde e a atualização das ações de enfrentamento ao Coronavírus

Atualmente são feitos cerca de 4 mil testes por dia

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, disse neste sábado (11) que o Brasil poderá realizar entre 30 mil e 50 mil testes, por dia, para diagnosticar a covid-19. Atualmente são feitos cerca de 4 mil testes por dia.

“Estamos fazendo o máximo possível de acordo com a disponibilidade de insumos neste momento e de acordo com realidade do Brasil”, disse em entrevista coletiva para apresentar o Boletim Epidemiológico Diário.

Segundo ele, não será possível fazer o teste em todas as pessoas, mas será feito em quantidade suficiente para analisar a propagação da doença. “Teremos testes em quantidade suficiente para realizarmos a avaliação do cenário epidemiológico. Não teremos testes para todas as pessoas. Os testes são para conhecer a epidemia e para algumas regiões do país para que a gente possa tomar a decisão baseada na evidencia mais robusta possível”, disse Wanderson.

O secretário disse serão criados centros de coleta, onde as pessoas com sintomas leves farão os testes e receberão o resultado pelo celular em até 36 horas. “Ainda não implementamos porque esperando as máquinas serem instaladas no parceiro privado que ganhar a concorrência. Estamos trabalhando para que isso seja o mais breve possível. Devemos iniciar o piloto em Curitiba e no Rio de Janeiro, com as máquinas da Fundação Oswaldo Cruz. Estamos em parceria com o Instituto Butantan para o estado de São Paulo”, disse.

Casos
O Brasil registou até este sábado (11) 1.124 mortes em decorrência do novo coronavírus (covid-19) e 20.727 casos confirmados da doença, segundo balanço divulgado nesta tarde pelo Ministério da Saúde.

Segundo balanço de ontem (10), havia1.056 mortes pela doença. A taxa de letalidade do vírus no Brasil hoje é de 5,4%, a mesma de sexta-feira. O estado de São Paulo ainda concentra o maior número de casos (8.419) e de mortes (560).

Dentre as ações promovidas pelo nos últimos dias para combate à doença, destaca-se a liberação de mais R$ 4 bilhões a estados e municípios. O valor é adicional ao que já recebem para custeio de ações e serviços relacionados à saúde e pode ser utilizado para compra de materiais e insumos, para a abertura de novos leitos e para custeio de profissionais.

O recurso corresponde a uma parcela mensal extra do que cada estado ou município já recebe para ações de média e alta complexidade ou atenção primária.

(Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Governador do DF autoriza reabertura de lojas de móveis e eletro

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Também voltam às atividades as instituições do Sistema S

O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, determinou nesta sexta-feira (10) a reabertura de lojas de móveis e eletrodomésticos. Assim, as lojas especializadas na comercialização de itens como fogão, geladeira, cama, sofá e outros móveis para casa e escritório poderão reabrir as portas. O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal.

O governador também autorizou o retorno às atividades das instituições do Sistema S. Dessa forma, voltam a funcionar o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), o Serviço Social de Transporte (Sest), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).

A decisão confirma o abrandamento das medidas de isolamento determinadas por Ibaneis no dia 19 de março. Na ocasião, ele determinou o fechamento do comércio em geral, com exceção de atividades relacionadas à saúde e compra de artigos de primeira necessidade, como supermercados e padarias. Escolas e faculdades também foram proibidas de abrir.

No dia 1º de abril, Ibaneis editou um decreto prorrogando o fechamento de vários tipos de comércio e instituições de ensino, mas permitindo a reabertura de feiras permanentes. O decreto de hoje inclui lojas de móveis e eletrodomésticos no rol de estabelecimentos contemplados no decreto do início do mês.

Balanço de hoje do Ministério da Saúde que atualiza os números do coronavírus no país mostra que o DF tem 555 casos confirmados, com 14 mortes. Além disso, o ministério inclui o Distrito Federal em uma lista, juntamente com São Paulo, o Rio de Janeiro, Ceará e Amazonas como os estados que podem estar entrando numa fase de aceleração descontrolada da pandemia.

Arrecadação de recursos
No mesmo decreto publicado hoje, Ibaneis criou o programa Todos Contra o Covid. Segundo o decreto, o programa permite a arrecadação de recursos para aquisição e contratação, de forma imediata, de serviços, equipamentos, insumos, alimentos e demais bens necessários ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Segundo a publicação, essas arrecadações não poderão exigir ônus ou encargos ao Distrito Federal. O Instituto BRB, vinculado ao Banco de Brasília, executará o programa.

(Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília)

A ESQUERDA se rende à Cloroquina – #BolsonaroTemRazão

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Cloroquina

Governo petista da Bahia se rende e autoriza uso de cloroquina no tratamento do Covid-19

A esquerda gradativamente vai cedendo à cloroquina, defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, para tratamento de infectados com o coronavírus.

Há 50 dias, Bolsonaro aponta a cloroquina como o melhor caminho para a cura.

A Bahia, governada pelo petista Rui Costa, acaba de anunciar a sua rendição quanto ao uso da cloroquina para o tratamento de infectados no estado.

A deliberação ocorreu durante reunião da comissão científica criada pela Secretaria da Saúde (Sesab). Além da cloroquina, a Sesab anunciou o uso de outro medicamento, a azitromicina.

“Temos 50 mil comprimidos de hidroxicloroquina estocados em nossas farmácias e já adquirimos mais 1 milhão de comprimidos, que estamos aguardando a entrega”, disse o secretário estadual de saúde, Fábio Vilas-Boas.

Além dele, outros governadores de esquerda viabilizaram a compra da medicação para o tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus, entre os quais o do Piauí, Wellington Dias (PT) e o de São Paulo, João Doria (PSDB).

Governador do Piauí compra hidroxicloroquina para tratamento do coronavírus. Fátima Bezerra vai copiar como sempre.

O Governador do Piauí, Wellington Dias (PT), anunciou na quarta-feira (08) a compra de medicamentos à base de cloroquina e hidroxicloroquina e azitromicina, que serão usados no tratamento de pacientes com o novo coronavírus. A decisão aconteceu depois de uma reunião com Comitê de Organização Emergencial (COE), entidade que dá orientações sobre os procedimentos a serem adotados no Piauí.

A iniciativa está relacionada à elaboração de um protocolo em conjunto com os estados do Pará e Ceará que visa à utilização controlada destas substâncias para o tratamento de doentes infectados com o Coronavírus Sars-CoV-2.

A também petista e governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra acompanhará a decisão do governador do Piaui que ela gosta de COPIAR? É somente uma pergunta.

PS: A sugestão do uso do medicamento foi do Presidente Jair Bolsonaro. Os petistas contrários já estão abrindo.

Camilo Santana (PT) – Governador do Ceará também entra no rol

Somente aguarda o novo protocolo da Secretaria de Saúde para formalização do uso da droga em conjunto com a azitromicina e o zinco (se disponível) no combate ao coronavírus.

Cristiane Britto – A Maria que comanda as políticas públicas para as mulheres no Brasil

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Em entrevista exclusiva ao programa as Marias do Brasil, Cristiane Britto abre o coração e conta a sua história, desde a infância na Bahia até chegar no comando da Secretária Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), do Ministério da Mulher, da Família e do Direitos Humanos (MDH) . São quase um ano de gestão, e esta é a primeira entrevista concedida por ela.

Kathia Pinheiro, violinista de referência internacional

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Kathia Pinheiro é um exemplo de perseverança, disciplina e talento! É uma Maria de muitas singularidades. E porque não falar de várias facetas? Ela é uma musicista completa. Toca piano deste os 7 anos de idade e estuda violino desde os 11, iniciando na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. E quando o assunto é violino, difícil pensar em outra pessoa. Ela é referência no Brasil! Assistir ou ouvir Kathia tocando é hipnotizante.

Ela é também maestrina, professora de música, já gravou CD “O Dia Nasce” como cantora e compositora – trabalho que mistura clássicos com a MPB, é gestora cultural, empresária da Toccata Produções e fundadora-presidente do Instituto Vivarte, uma Organização Não Governamental, que ensina crianças carentes a tocar violino e outros instrumentos. Com o coral da instituição foi convidada a se apresentar na inauguração da semana do voluntariado no Palácio do Planalto, em 2019, no lançamento do projeto Pátria Solidária.

Essa Maria não para de criar arte! Kathia Pinheiro fundou a orquestra barroca “OBACH” – Orquestra Brasileira de Arte Cultura e História, que já tocou nas cidades de New York City, New Jersey e Manhattan – EUA. Também é fundadora do o coral jovem e infantil Bahá’I, o Coral das Artes, de corais evangélicos e outros quartetos e bandas.

Nasceu no Rio de Janeiro, e escolheu Brasília para viver desde 1980, quando chegou para dar aula na Escola de Música de Brasília. Logo foi convidada, pelo maestro Claudio Santoro, para a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, ora como concertino ora como spalla.  Com a Orquestra fez tournée pela Itália e Portugal, apresentando-se na Piazza Navona, em Roma, para plateia estimada em 10.000 pessoas, e em Lisboa, no Mosteiro dos Jerônimos, em concerto comemorativo ao V Centenário do Descobrimento do Brasil, sob regência do maestro Sílvio Barbato.

A história de Khatia Pinheiro é de uma Maria extraordinária e inspiradora! Possui um currículo admirável e um coração generoso! Aperfeiçoou o talento com professores como Nicolas Merrat da França, Cecília Guida da Argentina, Evgueni Ratchey da Bulgária e Christos Polyzoides da Rússia. Em 1979 foi laureada duplamente no Congresso Nacional Villa-Lobos, conquistando o 1o prêmio e o de melhor intérprete de música brasileira. Já tocou sob a regência de Isaac Karabtchevsky, Ira Levin, Simon Bleck, Matteo Rubiconi, Daniel Lipton, Giuseppe Lanzetta, Cláudio Cohen, e acompanhou cantores ilustres como Frank Sinatra, Elis Regina, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Roberto Carlos, Bibi Ferreira e outros grandes nomes da música erudita e popular, nacionais e internacionais.

Kathia Pinheiro é uma Maria do Brasil!

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Cléa Paixão usa joias @kristhelbyanccojoias

Equipe técnica: Câmera: Giovanni Ruggeri , Jhoalerson Dias e Carlos Rocha Som: Giovanni Ruggeri Edição/Finalização: Jhoalerson Dias Marketing digital / Redes sociais: Helena Ribeiro

Onyx defende volta gradual da atividade econômica após a Páscoa

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e os ministros da economia, Paulo Guedes e da Cidadania, Onyx Lorenzoni falam à imprensa no Palácio do Planalto

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, defendeu uma volta gradual da atividade econômica no Brasil após o próximo domingo (12). Para ele, um retorno “responsável” das pessoas ao trabalho a partir dos próximos dias dará condições de o Brasil retomar o crescimento.

“Eu acredito que se nós retornarmos após o feriado da Páscoa de maneira gradual, responsável, à atividade econômica, vamos sofrer um baque este ano, sem dúvida, mas vamos ter, sim, a condição de poder retomar a atividade econômica e fazer o Brasil continuar crescendo”, disse o ministro, durante uma live promovida pelo Grupo Voto, uma empresa de comunicação política e institucional, na tarde desta quinta-feira (9).

Atualmente, cada governador tem determinado uma forma de isolamento social em seu estado para diminuir a circulação de pessoas e, com isso, as chances de propagação do novo coronavírus. O comércio de produtos não essenciais, além de bares e restaurantes estão fechados em várias cidades.

Onyx acredita que o Brasil se recuperará rápido da crise econômica gerada pela pandemia do covid-19. Ele entende que as demandas dos outros países aos produtos que o Brasil exporta são peça chave nesse processo. “A nossa base é minerais e commodities agrícolas e vai ter uma super demanda. O Brasil deve, no segundo semestre, recuperar um perfil de crescimento muito positivo”.

Ele ponderou, no entanto, que o Brasil também dependerá da recuperação econômica dos seus compradores que, assim como grande parte do mundo, está mergulhado na mesma crise. “Nossos compradores de commodities agrícolas precisam também retomar o seu desenvolvimento e isso está ligado à demanda que eles vão ter para fornecer para outros países. Esse processo não tem como prever. A gente tem que ir trabalhando para dar condição para o Brasil responder”.

O ministro ainda estimou que a duração da epidemia seja de 12 a 14 semanas, com base, segundo ele, na duração da maior parte das epidemias ocorridas no mundo no século 20.

Durante a live, ele ainda destacou o pagamento do auxílio emergencial, que teve início hoje. Ele citou o pagamento feito hoje a pouco mais de 2 milhões de pessoas. Segundo o ministro, a expectativa é que o auxílio atenda de 30 a 35 milhões de pessoas.

(Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Mulheres de áreas rurais se reinventam e passam a produzir máscaras para superar a crise

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Em busca de continuar o trabalho e trazer renda para dentro de casa, mulheres de áreas rurais do Distrito Federal estão se reinventando e aproveitando os nichos abertos pela crise causada pela pandemia do coronavírus. Com as notícias sobre a necessidade do uso de máscaras e a ausência delas no mercado, essas mulheres, assistidas pela Emater-DF, começaram a fabricar e anunciar em suas redes sociais.

Esse é o caso de mulheres como a Josi Camargo, 42 anos,  moradora do Caub I, área rural do Riacho Fundo I, da Priscila Cutrim Oliveira, 33 anos, de Tabatinga, núcleo rural de Planaltina-DF, e da Alane Oliveira, 43 anos, do núcleo rural Capão da Erva, no Paranoá. Todas tiveram que buscar outras formas de garantir renda e encontraram a alternativa na produção de máscaras de proteção.

Alane é produtora de hortaliças, faz costuras e artesanato. Com a procura por máscaras de proteção e a escassez do mercado, ela conta ter começado a fazer as peças logo no início da pandemia. Escolheu o tecido tricoline, mas, no início, as pessoas rejeitavam. Após uma fala de autoridades da saúde recomendando o técido, viu a demanda pelas máscaras aumentar.

“O que me incentivou a fazer máscaras foi a qualidade das que estavam sendo oferecidas e os preços muito altos. Como precisei pro meu marido e filhos, que são asmáticos, fiz para eles e as pessoas começaram a procurar. Montei um Instagram e já tinha a página do ateliê”, explica. Com a Alane, os pedidos são realizados pelas redes sociais ou pelo telefone celular, por meio de chamada ou pelo WhatsApp (61-99506-7474). Por meio da ajuda da sobrinha, as entregas são realizadas no Plano Piloto e no Paranoá. Suas máscaras são vendidas a R$ 5 a unidade.

De plantas a máscaras
Juntamente com a mãe, dona Nedina Bento, 76 anos, três irmãs e a filha, Josi, que é produtora de plantas suculentas no Caub, viu suas vendas caírem drasticamente com a crise. Foi então que, diante da necessidade, resolveu apostar na produção de máscaras para comercializar.

As irmãs de Josi fizeram curso de costura pela Emater-DF e o escritório da empresa em Vargem Bonita tem se solidarizado com a situação e auxiliado na divulgação. “Eu tenho uma estufa de produção de suculenta e também faço pintura em tecido. Como não são produtos de primeira necessidade, está tudo parado. A alternativa foi buscar o que o mercado está precisando e que nós podemos fazer”, conta.

Extensionista da Emater-DF em Vargem Bonita, Janaina Dias disse que os funcionários têm feito encomendas e estão mobilizados na divulgação. “Nesse momento difícil, estamos ajudando na divulgação, conseguimos fazer algumas vendas dentro da própria Emater e estamos auxiliando para ver se a gente as inclui em oportunidades de comercializações”, ressalta.

Segundo Josi, as máscaras são feitas conforme a recomendação da saúde, em duas camadas de tecido e com detalhes dentro dos padrões de segurança. Hoje, a família consegue produzir aproximadamente 50 máscaras por dia. Os valores seguem uma média de R$ 8 a R$ 15. “Estamos prezando muito pela qualidade e pela higiene. Antes de entregar, a gente deixa dez minutos no sabão neutro, lava, deixa secar, passa em ferro quente e depois borrifa álcool antes de colocar dentro do saquinho”. Os pedidos são realizados pelo telefone da Josi (61-99633-2018).

Oportunidade
Para a extensionista Selma Tavares, essa adaptação ao cenário é muito importante e as pessoas devem pensar em alternativas diante do momento. “O interessante é que essas mulheres na dificuldade estão aproveitando o mercado que está se abrindo e buscando se reinventar. É importante que as pessoas apoiem e incentivem comprando esses e outros produtos locais”, destaca.

Moradora de Tabatinga, núcleo rural de Planaltina-DF, Priscila Cutrim Oliveira, 33 anos, trabalha como artesã confeccionando e vendendo peças em tecido, como bolsas, carteiras, necessaire e peças para crianças como babados em fraldas e utilitários de bolsas. Com a ausência de compradores para os seus produtos, ela conta que o grupo de artesãos de que ela participa vislumbrou essa oportunidade de venda, já que as máscaras descartáveis estavam em falta.

“O pessoal parou de comprar o que eles viam como supérfluo, então resolvemos ir para o item de necessidade”, diz. De acordo com ela, os pedidos chegam por meio das redes sociais e do WhatsApp (61-98174-1436). Priscila fica com a parte de confecção e o marido deixa na cidade, em Planaltina, onde as pessoas buscam as encomendas. Por dia, sua produção chega a 20 máscaras, que são vendidas a R$ 10 a unidade.

“Só estou trabalhando com a máscara bico de pato, mais redondinha. Ela é mais fácil de adaptar a respiração do que a outra. O que tá mais difícil agora é matéria prima, como tecido e elástico. O elástico está cinco vezes mais caro. A gente tá fechando uma compra emergencial em Goiânia porque aqui em Brasília tá impraticável o preço”, contou.

Priscila afirma que diante da procura, o tecido também ficou caro, mas que suas máscaras são feitas com o tricoline, em duas camadas e uma entretela feita com um tecido tipo TNT, colável no tecido. “O tecido fica mais firme e não deixa passar o vírus. Conversei também com uma prima que é enfermeira para que a gente possa fazer um produto detalhado e de qualidade”, explicou.

Contatos para pedidos:

Priscila Cutrim
Telefone (61) 98174-1436
Instagram: @pricutiatelie

Josi Camargo
Telefone: (61) 99633-2063
Instagram: @josyb.camargo

Alane Oliveira
Telefone: (61) 99506-7474
Instagram: @mascarasdf

Bolsonaro vai salvar o país usando a hidroxicloroquina

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Bolsonaro

Bolsonaro não se intimida diante de generais, desde a sua “infância” nas forças armadas ele lida com eles. Não foi a toa que enfrentou a toda poderosa cúpula do Exército ainda no fim do regime militar.

Quem pensa que JAIR BOLSONARO se tornou um presidente fantoche está redondamente enganado.

O então capitão acusou-os de viver como príncipes enquanto a tropa amargava com baixos salários. Intimidados ante a popularidade de Bolsonaro — os generais optaram por não expulsá-lo do Exército pelo simples medo de que as camadas médias das forças armadas, tenentes, capitães, subtenentes e sargentos, o apoiassem maciçamente e implementassem talvez uma grande insurreição militar.

As noticias veiculadas recentemente por um site, que alega ter ligações com militares —que insinuam que o presidente seria na verdade um fantoche dos generais — soam como infantis para quem é militar de carreira e principalmente para quem conhece o presidente.

Não existe essa coisa de um general como presidente operacional ou chefe do estado maior do Planalto. Oficiais generais já foram colocados em seus devidos lugares mais que uma vez nesse governo e aqueles que não aceitaram se submeter ao presidente foram mandados de volta para seus pijamas, exonerados.

Nessa terça-feira houve uma reunião de ministros, entre eles os militares. Pra quem não sabe, todos, sem exceção, foram convidados a deixar os seus aparelhos telefônicos do lado de fora da sala, incluindo os militares. Isso mostra que o presidente ainda é a autoridade.

Foi o presidente que decidiu manter Mandetta, não foram os militares. Foi uma decisão estratégica, o país vive um período singular.

O governo trabalha com alguns números bem realistas e análises prospectivas feitas com a ajuda dos militares e membros do ministério da saúde.

Sem isolamento rigoroso pode haver um grande número de mortes no Brasil, mas a catástrofe econômica pode inviabilizar o país como um todo, causando a falência inclusive da estrutura de saúde, matando muito mais gente a médio e longo prazo. Há outra questão, diante do choque ao se ver tanta gente doente ao mesmo tempo a sociedade de fato entra em um estado de sobressalto, pânico, e as consequências podem ser catastróficas, sobretudo por conta da manipulação da grande mídia e de governadores nem sempre com boas intenções.

Como solucionar esse problema?

Desde o inicio dessa crise o presidente da república, bem assessorado, tem defendido a aplicação da hidroxicloroquina como solução para reduzir sensivelmente o período que os pacientes permanecerão nos hospitais. É evidente que isso desafogaria o sistema da saúde rapidamente.

Inevitavelmente, com testes ou sem testes, com vacina ou sem vacina, essa crise será de dimensões catastróficas, esquerda e grande mídia vão tentar atirar nas costas do presidente tudo o que for possível com o intuito de derrubá-lo ou pelo menos de inviabilizar o tempo de governo que lhe resta, e Bolsonaro sabe muito bem disso.

A única certeza que se tem é que os números — sejam quais eles forem — serão superfaturados e que cada morte será atirada nas costas do presidente. Era preciso um plano, a catástrofe econômica pode — em última instância — afetar até a unidade da federação. Ao apoiar o uso da hidroxicloroquina o presidente já sabia que a coisa seria politizada, que sua ideia seria duramente rechaçada pela grande mídia e governos dos estados que querem usar a pandemia, a vida das pessoas, para a todo custo angariar capital político.

Se não se agisse rápido seria quase impossível que após alguns meses de crise não surgisse uma tentativa bem articulada de afastar o presidente e seu vice.
A politização e a batalha que se formou em torno do uso ou não da substância na verdade estavam dentro do planejamento, a orientação para a base de apoio foi que não recuasse e que sustentasse o fogo. Todos devem se lembrar que o presidente logo determinou que os laboratórios farmacêuticos das forças armadas iniciassem a produção da droga.

Assim foi feito.

Tudo indica que a hidroxicloroquina de fato é eficaz, o fato de um médico muito famoso ter negado seu uso por vários dias e hoje — desmascarado — ter admitido que prescreve para seus pacientes e que ele mesmo a utilizou é mais uma prova inequívoca de que para alguns a saúde da sociedade não está em primeiro lugar.

Os dois vírus do doutor David Uip

De fato, se a utilização da hidroxicloroquina for eficaz no Brasil, a crise sanitária que poderia durar 6 meses ou ate mais que um ano, pode durar apenas mais algumas semanas.

Essa solução farmacêutica é a única esperança para o presidente salvar o país da catástrofe e na verdade é a grande garantia de que será reeleito, ganhando uma nova oportunidade para implementar no país todas as mudanças que desejava.

Bolsonaro passa a ser conhecido como o líder de vanguarda que não teve medo de ir contra a grande mídia, contra prefeitos e governadores mau intencionados e até como quem venceu a crise, que para alguns foi propositalmente criada pela China.

Pra quem não sabe, a receita “vazada” do infectologista David Uip prescrevia uma cápsula por dia para seu paciente. Os laboratórios militares são capazes de produzir cerca de 500 mil comprimidos do remédio por semana e já estão trabalhando a todo vapor.

As industrias farmacêuticas já estão se preparando, e elas não jogariam dinheiro fora.
Em 28 de março o FDA, agência norte americana responsável pela regulação do uso de remédios, autorizou o uso da Hidroxicloroquina.

Autorização de Uso de Emergência (EUA) para permitir produtos de sulfato de hidroxicloroquina e fosfato de cloroquina doados ao Estoque Nacional Estratégico(SNS) a ser distribuído e usado para certos pacientes hospitalizados com COVID-19.

Esses medicamentos serão distribuídos do SNS aos estados para os médicos receitarem pacientes adolescentes e adultos hospitalizados com COVID-19.”

A grande mídia, agora com menos força, dado o escândalo do vazamento do tratamento do infectologista, aos poucos muda de discurso. A jornalista Vera Magalhães, do Roda Viva, considerada uma das mais impertinentes profissionais que assumidamente atacam Bolsonaro, já assume uma postura diferente ante as evidências sobre a eficácia do remédio.

“Ministério da Saúde anuncia mudança do protocolo e passa a aceitar cloroquina e hidroxicloroquina para todos os pacientes internados, e não mais só nos casos graves.

Torcer para que tenha bons resultados e ajude a desafogar os hospitais.” Diz Vera Magalhães nas redes sociais.

Bolsonaro aparentemente sairá muito bem, forte politicamente e — mais do que isso — se o Brasil se recuperar mais rapidamente que outras nações, dado os nossos recursos, o nosso potencial produtivo, há chance de que definitivamente saiamos dessa crise muito mais fortes do que devem sair a maior parte das grandes nações do planeta.

Cia Néia e Nando promove lives com personagens durante o isolamento

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Desde o início da quarentena causada pelo coronavírus COVID19, a Cia Néia e Nando decidiu que precisava manter seu vínculo com a criançada. Como forma de entreter e ao mesmo tempo dialogar sobre a realidade deste momento, o grupo realiza lives gratuitas com personagens infantis. A ideia surgiu da atriz Luisa Miranda junto da maquiadora Lua Rodrigues, pensando em retribuir de alguma forma ao público que é tão fiel durante os 20 anos de companhia.

Nos encontros virtuais, o público mirim pode bater papo com seus amigos do mundo encantado e também se divertir com músicas e esquetes. As lives são realizadas por meio das redes sociais, respeitando assim a medida de isolamento social, porém nutrindo o amor que todos têm pelo teatro.

“Esses encontros têm sido uma enorme arteterapia para a meninada e para nós também. Reunimos, em média, 500 pessoas nas conversas e  e nos deparamos com pais e filhos. É um verdadeiro encontro em família, só que na web”, declara Nando Villardo , diretor da Cia.

Além do instragram da Néia e Nando, o DF Plaza Shopping e o Liberty Mall também aderiram à proposta no lugar das tarde de teatro presencial. A programação ficou bem divertida e se alterna em horários diferentes nos três canais.

Programacao lives com a Neia e Nando  

Semana de 6 a 12 de abril

 

Instagram Neia e Nando – 17h

@neiaenando

Terça – Branca de Neve 

Quinta – Anna 

Sábado – Ariel 

Domingo – Rapunzel 

 

 

Instagram DF PLAZA – 16h

@dfplazashopping

Quinta – Merida 

Domingo – Alice e Dra. Brinquedos

 

Instagram LIBERTY MALL – 15h

@shoppinglibertymall

Quinta – Ladybug 

Sábado – Aurora